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PRONAC 194092Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Encontro Internacional de Flautas

MATEUS STANISCUASKI LTDA
Solicitado
R$ 259,5 mil
Aprovado
R$ 259,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 131,5 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Erechim
Início
2019-12-23
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Bento Gonçalves Rio Grande do Sul

Resumo

Realização do Encontro Internacional de Flautas com concertos de flautistas brasileiros e internacionais, além de apresentação de orquestra local com músicos convidados. Paralelamente, serão promovidas oficinas de formação de professores, somadas a apresentações gratuitas para as crianças.

Sinopse

As atrações do projeto ainda serão selecionadas, sendo todas de classificação indicativa livre.

Objetivos

Objetivo geralRealizar o 1º Encontro Internacional de Flautas, na cidade de Bento Gonçalves. A programação inclui 16 concertos com flautistas convidados sendo 8 nacionais e 8 intenacionais, além de uma apresentação de orquestra local com músicos convidados. Objetivos específicosRealizar um encontro inédito de flautistas na Serra Gaúcha, proporcionado concertos gratuitos à comunidade de Bento Gonçalves e região. Como contrapartida social, realizar duas oficinas de formação de professores, seguidas de duas apresentações para crianças de escolas públicas. Fomentar público para concertos de flautistas, eventos cuja oportunidade de assistir ao vivo não é comum e, muitas vezes, inacessível. Promover acesso a camadas da população que normalmente não frequentam concertos, contribuindo para a desmistificação de eventos desta natureza. Difundir um estilo musical pouco comum no dia a dia da comunidade de Bento Gonçalves e região. Disseminar a música produzida por flautistas latino-americanos em uma região descentralizada. Atrair e gerar novos públicos para eventos de música instrumental promovidos no Rio Grande do Sul. Formar novos músicos, por meio do incentivo oferecido nas oficinas gratuitas do projeto. Proporcionar um legado às instituições de ensino contempladas com as oficinas e, consequentemente, à comunidade.

Justificativa

O ser humano vem fazendo música há milhares de anos. É um elemento da cultura de um povo que, em suas diferentes formas, pode ser encontrado em qualquer lugar. É uma forma de expressão, uma declaração daquilo que o músico sente enquanto indivíduo e enquanto parte de um contexto social. A música é valiosa e permite inúmeras interpretações. A música une. Os instrumentos musicais, é evidente, desempenham um papel primordial na manifestação da música. Um dos primeiros dos quais se tem vestígios é a flauta — arqueólogos já localizaram restos de uma de mais de 35 mil anos, que se uniu a outras sete datadas de período pré-histórico[1]. Acredita-se que, já naquela época, a música fazia parte do dia a dia das pessoas, em diversos contextos sociais. Esta observação ganha ainda mais relevância quando observamos a versatilidade do uso da flauta. Ouvimos flautas na música medieval, em orquestras sinfônicas, no jazz, no choro, na bossa e, até mesmo, no rock progressivo. Não à toa, um dos modelos de flauta, a flauta doce, é comumente utilizada nos processos de musicalização nas escolas das redes pública e privada no Brasil. Trata-se de uma opção financeiramente acessível em relação a outros instrumentos, uma característica importante no momento de despertar o gosto pela música nos estudantes. Tal formação também passa pela apreciação de concertos com flautistas, mas a oportunidade de assisti-los ao vivo não é comum e, muitas vezes, inacessível. Por este e por inúmeros outros motivos, desejamos realizar a 1ª edição do Encontro Latino-americano de Flautas. Trata-se de uma proposta inédita na Serra Gaúcha, porém com outras iniciativas de sucesso como base. A Associação Brasileira de Flautistas, por exemplo, já realizou 16 edições do seu Festival Internacional de Flautistas, em diversas cidades do Brasil, como São Paulo (SP), Vitória (ES), Belém (PA), Manaus (AM), Campinas (SP), Salvador (BA) e Fortaleza (CE), entre outras. Também já foram realizados encontros de flautistas no Rio Grande do Sul, mas não com a proposta específica de envolver músicos de outros países da América Latina. Tais eventos reforçam a necessidade de descentralizá-los e promover o 1º Encontro Latino-americano de Flautas em Bento Gonçalves (RS). Mais precisamente, na Fundação Casa das Artes, um espaço de referência nas atividades culturais da região. A programação inclui concertos de flautistas brasileiros e de outros países da América Latina, além de apresentação de orquestra local acompanhada de músicos convidados. Todos serão realizados com entrada franca, democratizando o acesso de possíveis futuros músicos e também de admiradores desta forma musical que encontra na flauta a sua expressão. Com a proposta de promover concertos com entrada franca e oficinas de formação de professores e apresentações para escolas, o projeto tem potencial para contribuir enormemente na formação de novos flautistas e fortalecer a cadeia produtiva da cultura. Ao promover um evento com cinco dias de duração e a participação de músicos oriundos de distintas áreas de continente, o Festival Internacional de Flautas movimentará diversos setores da economia de Bento Gonçalves. De forma direta, um dos aspectos da dimensão econômica deste projeto é a hospedagem dos flautistas convidados, assim como a alimentação destes artistas e da equipe de trabalho necessária para a produção do evento. Tais demandas gerarão renda diretamente para empresas do município que sediará o Encontro. Há que se destacar, ainda, os investimentos que serão feitos em transporte (aéreo e terrestre). A movimentação do público estimado de 4.500 pessoas também tem potencial para apresentar espaços da cidade que possam, até então, ser desconhecidos para estas pessoas, especialmente a Fundação Casa das Artes. Tal contato poderá formar público — e renda — para outros eventos futuros no local. Como já mencionado anteriormente, a música está presente em vários contextos sociais e faz parte da expressão cultural de inúmeras culturas (senão todas). Ainda assim, permanece o estigma de que certos eventos musicais são voltados a apenas uma camada da população. Por isso, um dos objetivos deste evento é promover a democratização do acesso a concertos de flautistas e, assim, contribuir com a desmistificação do gênero e a formação de plateia para outros eventos desta natureza. O primeiro passo para atingir este objetivo é a gratuidade do acesso aos concertos. Ressaltamos a importância de eventos gratuitos enquanto porta de entrada para o contato com espetáculos que efetuam cobrança de ingresso. Afinal, é muito mais fácil aceitar um primeiro contato com uma expressão cultural diferente daquela com a qual se está habituado sem a barreira do investimento financeiro. Considerando a já mencionada importância do processo de musicalização para estudantes, outra parte da contrapartida social do projeto é a realização de duas oficinas de formação de professores, seguidas de apresentações gratuitas para escolas públicas, atingindo aproximadamente 500 crianças. Além de contribuir para o despertar do gosto pela música, os encontros serão parte da formação global destes estudantes. A condução destes momentos será realizada pela Profª. Me. Nisiane Franklin da Silva, mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenadora do curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul (IPA), e Maria Cecília Rodrigues Torres, doutora em Educação pela UFRGS com mais de 20 anos de experiência no ensino da música na educação infantil e ensino fundamental. As oficinas proporcionarão, assim, uma forte conexão do evento com a comunidade local, por meio de seus estudantes. O projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de festivais de música e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. [1] https://bbc.in/30RAzEn

Especificação técnica

Conteúdo programático das Oficinas de formação de professores: Pitocando – um livro para brincar Coordenação pedagógica: Cláudia Braga e Nise Franklin As oficinas são embasadas na experiência do projeto Pitocando – espetáculo, aulas, CD, formação e livro. Elas são pesquisadas, organizadas, dirigidas e executadas por Cláudia Braga e Nise Franklin. Proposta: a partir do produto cultural Pitocando – um livro para brincar, criar situações lúdico-educativas que propiciem aos participantes mais um veículo para a construção do pensamento artístico. Através da apropriação de diferentes linguagens, possibilitar a expressão da bagagem cognitivo-afetiva do indivíduo, favorecendo, desta forma, o autoconhecimento, a comunicação e a relação com o outro. Objetivos: – Sensibilização para escuta, olhar e fazer artístico; – Descoberta e conscientização do espaço corporal, seus movimentos e sonoridades, do meio onde está inserido e do outro; – Sensibilização para criação e improvisação artística; – Estímulo ao fazer artístico; – Organização interna; Atividades (em pequenos grupos e com o grande grupo): Primeira hora (pequenos grupos) - Sensibilização corporal, alongamento, exercícios de respiração, experimento e escuta dos sons produzidos no ambiente e no próprio corpo percutido, experimento do som produzido pela voz, vocalizações em diferentes alturas, experimentos direcionados a sons graves e agudos. Segunda hora (grande grupo) - Apresentação da proposta do livro; vivência da história Pitocando – um livro para brincar, através de uma proposta de montagem da história, contada-tocada-cantada pelas oficineiras, com indicações de recursos pedagógicos. Abertura para discussões. Recursos materiais para uso das oficineiras: data-show, ou lousa, ou retro-projetor, ou quadro branco, ou flip chart; 1 sala sem cadeiras com espaço adequado para o número total de participantes da oficina; 1 aparelho de som com CD e amplificação compatível com a dimensão da sala, ou 1 caixa de som bluetooth com amplificação compatível com a dimensão da sala. Recursos materiais para manipulação dos participantes da oficina: - cada participante receberá 1 apostila digitalizada, previamente à oficina, através de seu e-mail ou what’s app. A apostila conterá sugestões de uso do livro Pitocando – um livro para brincar, para leitura compartilhada, execução das brincadeiras, construção de instrumentos musicais e execução das músicas com as crianças. - folhas de jornal, sacolas plásticas, bombonas d’água, caixinhas de fósforo Número de participantes das oficinas: a combinar, de acordo com o espaço para a realização da oficina Tempo de cada oficina: 2 h Produção das oficinas e apostila: Cláudia Braga e Nise Franklin Oficineiras: Cláudia Braga e Nise Franklin (vide currículos em anexo neste projeto) Mini-currículos: Cláudia Braga é Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente pela FAMED-UFRGS, está finalizando a graduação em Musicoterapia pela Faculdades EST. Há 15 anos administra a Casa Elétrica – saúde, educação e cultura onde desenvolve e coordena as propostas de musicalização infantil, projetos multiárea em Artes e Saúde para crianças, adolescentes e adultos e a produção cultural. Graduada em Música pela UFRGS e em Nutrição pelo IPA/IMEC, com especialização em Nutrição Clínica pela UNISINOS, teve ainda formação em Transtornos do Comportamento Alimentar pela FUMM. Participou do Grupo de Pesquisa DOHaD/UFRGS, com Patrícia Silveira. Fez formação em musicalização de bebês e pesquisa com Esther Beyer de 2003 a 2010, quando participou do GEMUS/UFRGS, na Faculdade de Educação e foi bolsista CNPq. Atuou como professora no curso de Extensão Música para Bebês no Instituto de Artes da UFRGS em 2010. No Casa Elétrica, Cláudia ministra aulas de e com música, culinária e contação de histórias, além dos atendimentos em Musicoterapia, todos com foco na primeira infância. É professora de canto para adolescentes e adultos. Ministra oficinas para coletividades e famílias na área de educação e reeducação alimentar. Junto com Nise Franklin, Cláudia desenvolve oficinas de formação para professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educadores Musicais. Ela é produtora cultural dos espetáculos Pitocando e Cirandô, em que participa como cantora, instrumentista e diretora. As produções da sala Teatrinho da Casa são também são suas. Nise Franklin é Mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002). Graduada em Lic em Edu Artística - Habilitação em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1991). Professora do Curso de Licenciatura em Música da Universidade Metodista do Sul IPA, onde foi Coordenadora de 2016 a 2018. Coordenadora Pedagógica do Projeto OUVIRAVIDA, educação musical popular. Integra o grupo PITOCANDO, um espetáculo de música para crianças e o grupo musical CIRANDÔ. Ministra cursos de formação para professores no projeto Concertos Didáticos da Orquestra da ULBRA. Professora de piano, teoria e percepção, musicalização e prática de conjunto. Foi diretora do Conservatório Pablo Komlós, Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA) 2013 a 2015.

Acessibilidade

APRESENTAÇÃO MUSICAL Os espaços das apresentações contarão com acesso (através de rampas) para pessoas com mobilidade reduzida. Como o projeto será integralmente de música instrumental, prevemos que um dos dias de apresentação contará com narração descritiva, possibilitando o acesso de deficientes visuais. CONTRAPARTIDA SOCIAL As oficinas serão realizadas de forma irrestrita com os professores da rede interessados. Em caso de necessidade, será incorporado um intérprete de libras. As oficineiras serão devidamente orientadas ao acolhimento de qualquer tipo de deficiência.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão gratuits. Contemplando a democratização do acesso prevista no artigo 21 da IN, será oferecido transporte gratuito para as atividades do projeto.

Ficha técnica

MATEUS STANISÇUASKI - PROPONENTE - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA (responsável pelos contratos, pagamentos e demais rotinas financeiras do projeto, além da sua coordenação geral) Mateus Stanisçuaski é produtor com experiência especialmente na realização de projetos musicais. Nos últimos dois anos, constam no seu currículo trabalhos como as apresentações em Porto Alegre de João Bosco, Jorge Ben Jor, Hamilton de Holanda, Oswaldo Montenegro, Demônios da Garoa, além da participação em produções internacionais como o show de Elton John, Paul McCartney entre muitos outros. Atua também na produção de eventos musicais como o Villa do Jazz, Pianíssimo, Homenagem ao Jazz, Poa Jazz Festival e também na administração de projetos via leis de incentivo à cultura. CARLOS FERNANDO BERWANGER BRANCO – Coordenação de produção Carlos Fernando Berwanger Branco é formado em Licenciatura em Educação Artística e Bacharelado em Instrumentos, tendo sido músico e professor de música, com larga atuação no estado do Rio Grande do Sul. Como compositor, tem músicas gravadas no Brasil e exterior. Escreveu um livro denominado A Censura na MPB, publicado em 1993, pela Editora Alcance, além de vários artigos para jornais, livros e revistas. Foi, de 1989 à 1994, Coordenador de Música da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Porto Alegre, onde criou inúmeros projetos, tendo realizado cerca de 1.500 eventos, entre oficinas, work-shops, shows, lançamentos de discos e outras promoções, sempre com grande sucesso. Foi também Gerente de Programas Culturais, da Fundação Mauricio Sirotsky, do grupo RBS, nos anos de 1994 e 1995. Participa também de outros projetos na área social e cultural, tendo sido, por exemplo, Curador Assistente do Projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural, no ano de 2000, que resultou na edição de 10 cds com trabalhos de música brasileira, intitulado “Cartografia Musical Brasileira”. Desde 1994, é diretor da Branco Produções, empresa que realiza shows e eventos no estado do Rio Grande do Sul e dedica-se também a produção de discos para artistas e empresas. Foi responsável pela programação musical do Teatro do Sesi e, a quatro anos, responsável pela programação musical do Santander Cultural, na cidade de Porto Alegre/RS. Foi diretor regional da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente), que congrega os principais selos e gravadoras brasileiras. AYRES POTTHOFF – Diretor artístico – responsável pela seleção das atrações Estudou com Zacarias Valiati, especializou-se com os flautistas Keith Underwood e Ransom Wilson, em Nova Iorque/Estados Unidos, e posteriormente recebeu o título de "Mestre em Flauta" pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde estudou com Celso Woltzenlogel. É um dos fundadores da Associação Brasileira de Flautistas, organizador dos Festivais Internacionais de Flautistas do Rio de Janeiro e Porto Alegre, e foi Diretor Executivo da Orquestra de Câmara Theatro Sao Pedro, grupo que fundou em 1985. Com frequência se apresenta em recitais e concertos em países como Estados Unidos, França, Alemanha, Hungria, Noruega, República Tcheca, Peru, Equador, Portugal e Canadá. Atuou como solista com a Orquestra Sinfônica Nacional do Equador, Orquestra da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Orquestra de Câmara Theatro Sao Pedro, Orquestra Sinfônica Nacional de Lima e a Orquestra de Flautas do Japão. Lançou o CD RECITAL com a pianista Maly Weisenblum e, em 2003, recebeu o Kikito por Melhor Música no 31˚ Festival de Cinema de Gramado. Atualmente, é professor no Instituto Metodista de Porto Alegre, ministrando as disciplinas de História da Música e Prática de Conjunto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.