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O projeto cultural "Fenamilho _ Seis Décadas de História" trará, através de um livro ilustrado, com textos informativos e depoimentos, a trajetória dos 60 anos da Festa Nacional do Milho e dos 75 anos do Sindicato Rural de Patos de Minas. O evento que ocorre anualmente na cidade de Patos de Minas (MG) fomenta o estímulo e a realização de eventos culturais que ocorrem no município, nacionalmente reconhecido como a "Capital Nacional do Milho" onde, anualmente, se reunem violeiros, cavaleiros, boiadeiros, artesãos, cozinheiros e cozinheiras da culinária regional tradicional e artistas convidados para abrilhantar a Festa. Todos estes aspectos estarão salientados na linha editorial e no conteúdo do livro o qual será objeto de um trabalho de distribuição voltada às entidades culturais e educacionais locais.
O projeto contemplará as múltiplas manifestações ocorridas desde a realização primeira Festa do Milho, contando com depoimentos de personalidades que acompanham a evolução do evento, juntamente com a contemplação do Universo Rural, o Agronegócio Regional e a importância em promover Patos de Minas a níveis regional e nacional. O projeto ilustrará a eleição e coroação da Rainha do Milho e contará com os depoimentos das participantes das edições do evento, que poderão ressaltar o que mais agradavelmente as marcou, dentro da perspectiva de elevar o nome de Patos de Minas não só no Estado de Minas Gerais como por todo o Território Brasileiro. Dentre os múltiplos acontecimentos, além do início da Festa do Milho, o livro elucidará também momentos importantes de interatividade com entidades e pessoas representativas dos contextos, ano a ano, até o festejar dos mais de 60 anos do importante Evento. A primeira Semana Ruralista, o Concurso da Rainha do Milho, a participação da Comunidade Patense quando do Desfile das Candidatas em carros alegóricos e a importância da história da cidade que propiciou o surgimento da Associação Rural, do futuro Sindicato Rural de Patos de Minas em 23 de setembro de 1945, estarão ricamente contemplados no conteúdo da edição. Personalidades como o Sr. Sebastião Alves do Nascimento, primeiro Presidente da Associação Rural, que também foi Prefeito de Patos de Minas e Deputado Estadual, estarão presentes no discorrer da história dos 60 anos da Festa do Milho. Histórias e ''Causos'' estarão relatados e registrarão também a inauguração da Sede do Parque de Exposições, em 1986, sublinhando ações importantes realizadas pelos 14 presidentes do Sindicato dos Produtores Rurais de Patos de Minas, até os dias de hoje. O espírito artístico e a criatividade de Vicente Nepomuceno permitiram que grande parte dos carros alegóricos compusessem o cenário que tanto encanta os habitantes e os visitantes de Patos de Minas. O encontro da Mulher do Campo e as mulheres que fizeram e fazem parte deste evento, que ocorre desde 1976, também estarão presentes através de relatos das participantes, que narrarão os causos e causos ocorridos durante a história da cerimônia. Os Rodeios, desde a vinda da primeira Tropa, que pertencia ao divinopolitano Sr. José Gontijo da Silva, também será relatada. Os locutores também terão muito o que dizer sobre a sua atenção redobrada para acompanhar os malabarismos dos Peões que são as estrelas da competição nos rodeios. Será considerada também a importância da Roda de Violeiros, que representa, de forma profunda, a alma do mundo rural brasileiro. A edição sublinhará a importância da gastronomia regional e os pratos realizados à base de milho. As diferentes festas que ocorrem durante o ano, graças à estrutura disponibilizada pelo Parque e pela FENAMILHO, serão contempladas na publicação que relatará os múltiplos aspectos e facetas do emblemático município mineiro de Patos de Minas. O acervo do Memorial do Milho, que contêm uma preciosa documentação e objetos referentes à região, estará fotografado pelo profissional Chico Max, especialista em fotografias que reunem aspectos inerentes do ser humano em suas atividades artístico-culturais. Por fim, os Leilões serão também objeto de um competente ensaio fotográfico que registrará o que ocorre às terças-feiras e os resultados das oportunidades de negócios para os investidores.
Objetivo Principal Edição, impressão, distribuição e lançamento de 3.000 unidades do livro "’Fenamilho _ Seis Décadas de História". Objetivo Específico: Produto I (Livro): 1) Levar ao grande público uma obra que, com uma tiragem de 3.000 exemplares, retrate e divulgue a cultura local, a história e as tradições da Festa Nacional do Milho e da Comunidade Patense. 2) Despertar o sentimento de orgulho e de pertencimento nos habitantes dos locais retratados, difundindo e resgatando a importância de suas localidades, da sua cultura e do ambiente onde vivem. Produto II (Contrapartidas sociais - ações educativo-culturais): 1) Em complemento ao produto principal, a equipe editorial levará o conteúdo da publicação a diferentes comunidades, através de palestras e apresentações culturais, com alcance estimado de, ao menos, 2500 pessoas.
Durante a década de 1950 ocorreu no Brasil uma ampla e forte revolução na agricultura. Esta evolução forneceu a Patos de Minas a chance de se expandir economicamente. A partir desta mudança, o município registrou um notável aumento migratório, que forneceu às pessoas recém-chegadas, à cidade e aos moradores novas formas de trabalho, aumentando, consequentemente, a disponibilidade de mão de obra em toda a região. Um marco característico deste período é a Revolução Verde (1950), responsável por uma descoberta que mudou a forma de produção do milho nacionalmente. Foi instalada em Patos de Minas, pelo agrônomo Antônio Secundino de São José, a base para o uso das primeiras sementes de milho híbrido do país, possibilitando pela primeira vez a produção em larga escala do cereal. A produção e o cultivo milho eventualmente cresceu e se destacou perante os demais grãos desenvolvidos na região; este foi o início do fortalecimento de sua cultura e tradição. A primeira festa que destacou o milho como o principal produto agrícola ocorreu 1956, e aconteceu no município de Bom Sucesso. A escolha do grão foi devida à possibilidade de combinações de pratos e sabores na culinária, pela sua diversidade e pela grande opção de enfeites e cores, que proporcionava criatividade e sofisticação à decoração durante a Festa. Não muito tempo depois, na Churrascaria Brasileira, de propriedade de Paulo Portilho, entre o empresário, a educadora Ordalina Vieira e a proprietária da Boutique Rio-Modas, Lia Brochado, houve a primeira conversa relacionada ao desenvolvimento de uma festa para a região de Patos de Minas. A princípio, a intenção era fazer um desfile de moda mas, posteriormente, surgiu a ideia da Festa da Colheita, já que o Município estava consolidado como um grande produtor de grãos. Buscou-se, então a Associação Rural (atualmente Sindicato dos Produtores Rurais) para que fossem apresentadas alternativas com o objetivo de integrar as comunidades urbana e rural. O então presidente da Associação, Pedro Pereira dos Santos, deu total apoio e lançou a ideia de organizar a 1ª Semana Ruralista. O prefeito da época, Sebastião Alves do Nascimento, também abraçou a causa. O milho foi eleito entre as lavouras cultivadas na região para representar a festa. Nascia a Festa do Milho. Realizada no dia 24 de maio de 1959 - dia do aniversário da cidade de Patos de Minas - a primeira festa contou com desfiles de moda, desfile estudantis, partida de futebol entre a Seleção Patense e o América Futebol Clube e um baile para eleição e coroação da Rainha do Milho. A primeira Festa do Milho teve como objetivo propor um evento que movimentasse a cidade e também valorizasse a cultura do Município. Como naquela época a festa não prezava por lucros privados, a renda era totalmente destinada a instituições carentes da região. Devido a seu grande sucesso, a festa começou a ser prestigiada por um público cada vez maior, e finalmente, no dia 17 de maio 1965, foi criado um decreto pelo então Presidente da República, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, no qual a comemoração local se transformaria em Festa Nacional do Milho, tornando o 24 de Maio (data de aniversário da cidade de Patos de Minas) no Dia Nacional do Milho. A FENAMILHO, em 2018, completou 60 anos de história. Um marco importante na tradição do Município, a festa que acontece entre os meses de maio e junho traz para a cidade novas formas de entretenimento e diversão, com shows para todos os gostos e idades, eleição e baile da rainha do milho, shows, exposições de gado, feira da pechincha, corrida do milho e o festival de pratos típicos. Mesmo acontecendo em uma das épocas mais frias do ano, isso não impede que os patenses e visitantes, se reúnam para apreciar o evento ao sabor da tradicional pamonha patense enquanto apreciam a maior manifestação cultural da cidade. No período são apresentadas obras artesanais que são verdadeiras manifestações artísticas e culturais da região, através da criatividade das Mulheres do Campo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto cultural busca atingir os seguintes objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
Não se aplica.
Tiragem: 3.000 exemplares; Formato: 22,5 x 28 cm fechado, 45 x 28 cm aberto; Número de páginas: cerca de 240; Miolo: em papel couché, impressão 4x4 cores; Capa: dura, impressão 4x0 cores, com sobrecapa; Acabamento: sobrecapa, guarda, miolo costurado, lombada quadrada e shrink.
Produto I – Livro: O livro terá uma versão digital a qual poderá ser processada por sistemas de leitura e de ampliação de tela (formato Daisy). Produto II – Contrapartidas Sociais: As palestras, colóquios e/ou workshops, deverão ser realizados em espaço que permita acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais e com Mobilidade Reduzida. Umas das apresentações deverá ser realizada em entidade voltada ao atendimento de pessoas portadoras de deficiência visual e/ou auditiva. Na ocasião a equipe contará com intérprete de libras que fará a tradução simultânea do evento.
Produto I – Livro: 20% (vinte por cento) da tiragem total do livro será destinada, exclusivamente, para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, tendo como alvo escolas, entidades públicas e/ou privadas e/ou bibliotecas e/ou museus e/ou equipamentos culturais, bem como para pessoas atendidas e/ou vinculadas a estas entidades, devidamente identificados, de modo a atender o inciso I a, art.20 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania. Outros 20% (vinte por cento) da tiragem total do livro será doada para escolas, entidades públicas e/ou privadas e/ou bibliotecas e/ou museus e/ou equipamentos culturais, bem como para pessoas atendidas e/ou vinculadas a estas entidades, devidamente identificados, de modo a atender o inciso I, art.21 da IN 02/2019 do Ministério da Cidadania. As duas doações, somadas, constituem a doação de 40% da tiragem total do livro pelo projeto. Produto I – Livro (atividade paralela): Em atendimento ao inciso V, do artigo 21. da IN n°2/2019, será realizada uma exposição fotográfica, com textos e imagens baseados no conteúdo do livro, a ser disponibilizada gratuitamente à população, em espaço cultural e/ou educacional e/ou público e/ou de grande circulação. Produto II – Contrapartidas Sociais: Com relação à ampliação do acesso o Proponente se compromete a realizar apresentações para ao menos 500 participantes (estudantes e professores da rede pública de ensino e para o público geral), que terão a oportunidade de ter acesso ao material e dialogar sobre o universo cultural relacionado à obra. Estas apresentações serão gratuitas para os participantes. Esta medida visa atender a seguinte medida do artigo 22, da IN n°2 de 23 de abril de 2019
Bela Vista Cultural (PROPONENTE) - Coordenação Editorial e Direção Geral A Bela Vista Cultural é um selo concebido por Profissional e Equipe responsáveis pela criação e realização de centenas de publicações que se tornaram referência nos universos livreiro e cultural brasileiros após contemplar realidades de várias Unidades Federativas, suas Capitais e temáticas relevantes do Território Nacional desde 1986. A editora é especializada no desenvolvimento de produtos e projetos dentre os quais se destacam livros ilustrados, guias turísticos, filmes-documentários e eventos destinados às comunidades contempladas em suas realizações. O Proponente será responsável pela produção como um todo, coordenando as equipes vinculadas às etapas de pré-produção, produção e pós-produção. Fábio Brito - Coordenação Editorial e Artística Fábio Brito é editor, jornalista, escritor, roteirista e palestrante, natural de Uberaba/MG. De 1972 a 1979, teve o privilégio de descobrir os encantos e as influências da vida francesa ao estudar na Universidade de Paris IV – Sorbonne. Em 1986, fundou um selo editorial que abriga mais de 300 publicações com temáticas voltadas às áreas de cultura, meio ambiente, gastronomia e turismo. Brito também teve o privilégio de levar aos brasileiros o saber-fazer de grandes cozinheiros, através dos canais de televisão Rede Mulher e TV Bandeirantes. Em 2004, iniciou uma série de palestras para estudantes universitários, alunos do ensino médio e fundamental, funcionários de grandes empresas e corporações, integrantes de entidades renomadas do país, e no presente momento colabora também com diferentes comunidades e unidades carcerárias do Estado de São Paulo. Chico Max - Fotografías Fotógrafo e diretor de arte, formado em psicologia. Atuou por mais de 25 anos em importantes redações brasileiras. Atendeu empresas como Volkswagen, Nestlé, Editora Abril, Editora Globo, Roche, Adidas, Fundação Banco do Brasil, Fundação Odebrecht e Smart Fit. Autor das exposições: Somos Todos Imigrantes - 2015 La Jornada - 2018Costurando Dignidade - 2019 Autor da pesquisa O Fenômeno da Inovação, que revela o sentido que leva notórios empreendedores brasileiros. a inovar. Co-autor do movimento Juntas Impactamos. Palestrante.
Arquivado conforme solicitação do proponente.