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PRONAC 194131Análise Financeira da Prestação de ContasMecenato

27º Porto Alegre em Cena

PRIMEIRA FILA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,12 mi
Aprovado
R$ 1,12 mi
Captado
R$ 292,0 mil
Outras fontes
R$ 761,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
17192451000170BANCO ITAUCARD S.A.1900-01-01R$ 250,0 mil
92665611000177DIMED S.A Distribuidora de Medicamentos1900-01-01R$ 42,0 mil

Eficiência de captação

26.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2020-03-10
Término

Resumo

O 27º Porto Alegre em Cena — Festival Internacional de Artes Cênicas, um dos maiores e mais importantes festivais do gênero da América doSul, apresenta espetáculos locais, nacionais e internacionais na capital do Rio Grande do Sul. Além disso, inclui atividades formativas paralelascomo debates, residências e oficinas. Com ingressos a preços populares e, até mesmo, sessões gratuitas, as apresentações ocorrerão emdiversos espaços culturais da cidade.

Sinopse

Abaixo as sinopses dos grupos já selecionados: LOUDER IS NOT ALWAYS CLEARER Louder Is Not Always Clearer é um retrato honesto da vulnerabilidade de um homem surdo, criado e realizado por um homem surdo. Para uma audiência, é uma experiência esclarecedora e emocional. Para os surdos, o show é um conto familiar de incompreensão e isolamento. Para todos os públicos, é uma história bem-humorada e, às vezes, comovente da tentativa de um homem de lidar, se encaixar e ser aceito. O Sr. e a Sra. Clark fazem performances novas e instigantes que envolvem e entretêm o público. Os Clarks foram pré-selecionados para o Prêmio Anistia Internacional de Liberdade de Expressão em 2015 e apresentados (F.E.A.R.) como parte do Wales In Edinburgh em 2017. RESIDÊNCIA ZONA INQUIETA: Ações para enfrentar o pior (Nome beem provisório) ou, se achar melhor, Derivações do Pior Nós seguimos degradados, e degradando. Talvez estejamos cansados de lutar pela utopia da transformação. A dinâmica do poder está tirando a nossa rigorosa capacidade de pensar. Estamos em crise, afogando-nos em soluções que afundam a nós mesmos. E queremos abrir diálogos sobre o fim do mundo, quem sabe, cavando nosso próprio fim para nossa insurreição. Por isso, nós, da Inquieta Cia., propomos essa zona de convivência e criação. Uma instalação performativa, que expande o espaço sensível da nossa obra cênica PRA FRENTE O PIOR, estreada em 2016. Estamos contaminados por diferentes linguagens artísticas e trazemos proposições em performances que tratam dos discursos atuais sobre o fim do mundo, sobre o declínio do corpo e dos modos de existir. // Ações: - Residência PRA FRENTE + performance - "Guaíba" >> encurtador.com.br/asyL7 - Leitura performática "RUPTURA" (Coletivo Centelha, N-1, 2019)* >> https://youtu.be/Lby5jtptB2Q // https://n-1publications.org/ruptura PARA QUE O CÉU NÃO CAIA O mito do fim do mundo, relatado pelo xamã Yanomami Davi Kopenawa, diz que, rompida a harmonia da vida no universo, o céu – que no idioma Yanomami é entendido por “aquilo que está acima de nós” – desaba sobre todos os que estão abaixo e não apenas sobre os povos das florestas. Diante de tantas catástrofes e barbáries que todos os dias nos assombram e emudecem, neste contexto de drásticas mudanças climáticas que escurecem o futuro, o que nos resta a fazer? Como imaginar formas de continuar e agir? O que cada um de nós pode fazer para, a seu modo, segurar o céu? Não há tempo a perder antes que tudo desabe. O céu já está caindo e aqui estamos nós a viver sob ele. Vamos juntar nossas forças mais íntimas para manter este céu. Cada um a sua maneira. Na Maré nós dançamos no ritmo de máquinas e carros, helicópteros, sirenes, nós dançamos sob um calor escaldante, nós dançamos com chuva e tempestade, nós dançamos como uma oferenda e como um tributo, para não desaparecer, para durar e para apodrecer, para mover o ar e para se expandir, para sonhar e para visitar lugares sombrios, para virar vagalume, para sermos fracos e para resistir. Nós dançamos para encontrar um jeito de sobreviver neste mundo virado de cabeça para baixo. Dançar para segurar o céu. É o que podemos fazer. Para que o céu não caia… dançamos.

Objetivos

Objetivo geral Realizar o 27º Porto Alegre em Cena ? Festival Internacional de Artes Cênicas de forma online e com performances ao ar livre entre os dias 21 e 30 de outubro de 2020. Paralelamente aos espetáculos da programação principal, promover atividades formativas, como residências, debates e oficinas.Objetivos específicos Proporcionar um ambiente de expressão e diálogo, por meio das artes cênicas, sobre as consequências do avanço tecnológico em relação à natureza e às relações humanas;Realizar 20 espetáculos e performances de artes cênicas de forma online e instalações ao ar livre que respeitem o distanciamento social entre os dias 21 e 30 de outubro de 2020;Oferecer estas performances, de reconhecida qualidade, com ingressos de preços acessíveis, aproximando, assim, as artes cênicas da população gaúcha;Realizar 10 projeções em paredes de prédios e edifícios de performances artísticas, transmitidas também de forma online, valorizando espetáculos do cenário independente;Realizar 4 contações de histórias infantis online seguidas de bate-papos formativos para estudantes da rede pública de ensino, como contrapartida social;Oportunizar, gratuitamente, uma residência artística online com artistas nacionalmente conhecidos e apresentar seu resultado em sessão para o público;Promover um espaço de trocas de experiências entre todas as categorias profissionais envolvidas no Porto Alegre em Cena, como atores, bailarinos, diretores, produtores e técnicos, e com o público em geral, por meio de atividades formativas online paralelas à programação principal;Formar plateia para produções cênicas nacionais e internacionais;Capacitar profissionais da área da cultura, ampliando suas perspectivas de emprego em outros eventos;Incentivar a qualificação dos espetáculos da região por meio de premiação.

Justificativa

A percepção humana sobre o tempo é curiosa. Por vezes, o julga impiedoso. Por vezes, remédio para todos os males. Sob qualquer ponto de vista, no entanto, é irrefreável. A reflexão sobre sua vertiginosa passagem costuma evidenciar avanços e perdas, é evidente, pois ao mesmo tempo em que a humanidade segue sua evolução, parece deixar de lado alguns aspectos que foram essenciais para a chegada até o ponto em questão ? como, por exemplo, a natureza e a conexão do humano com outro humano.Com mais de 25 anos de história e tendo atraído mais de 500.000 espectadores para suas mais de 3.000 apresentações, o Porto Alegre em Cena ? Festival Internacional de Artes Cênicas agora se propõe a discutir estas e outras questões sobre o tempo. Levando ao público da capital gaúcha, desde 1994, alguns dos mais importantes artistas e grupos das artes cênicas do Brasil e do mundo, o festival tem propriedade para refletir e oferecer espaço para o debate acerca deste tema. Afinal, ao longo da trajetória do evento, sua curadoria sempre priorizou produções marcadas pela pesquisa de novas linguagens cênicas, o que instiga o Porto Alegre em Cena a buscar debater as consequências do avanço tecnológico em relação à natureza e às relações humanas.Em 2019, o festival apresentou uma programação artística e reflexiva com o objetivo de transcender o mapeamento territorial para identificar a formação do homem e da humanidade, abrangendo todas as suas dimensões. Esse foi o tema que guiou a 26ª edição do evento que, como já é tradicional, amplia as discussões propostas pelos espetáculos com atividades formativas como debates, residências e oficinas. O evento vem se mantendo como uma iniciativa de diálogo entre arte, educação, acessibilidade, cultura, orçamento e crítica, além de um espaço para trocas de experiências entre artistas, diretores, produtores e técnicos dos espetáculos convidados com a classe artística local, profissionais da cultura, estudantes e público em geral. A partir da temática de 2019, na 27ª edição vamos olhar para o futuro, buscando entender a equação entre a falência da natureza e os avanços tecnológicos e da ciência. Justamente neste momento em que vivenciamos uma pandemia, queremos pensar sobre as nossas ações no mundo e o impacto delas sobre a própria humanidade. Buscaremos refletir sobre o processo das novas tecnologias como fonte de bem-estar, mas que, ao mesmo tempo, pode refletir negativamente na qualidade de vida das pessoas. Vamos discutir as questões da natureza, das mudanças climáticas, do homem ciborgue e gerar uma reflexão sobre o tempo de modo geral. Neste ano, toda a programação do Festival será realizada de forma online.Consolidado na rota dos grandes festivais de artes cênicas do continente e parte da agenda cultural do Rio Grande do Sul, o Porto Alegre em Cena já apresentou, a preços reduzidos, espetáculos com artistas vindos de países da América Latina, Europa, América do Norte e Ásia, oportunizando o contato com formas de expressão que, de outra forma, normalmente chegam ao público brasileiro apenas com altos valores de ingresso (quando chegam). Anualmente, as atividades formativas que fazem parte de sua rica programação paralela proporcionam o desenvolvimento de jovens artistas e o aperfeiçoamento profissional dos artistas mais experientes. Além disso, o festival demonstra grande cuidado com a valorização da cultura local, proporcionando premiações para espetáculos de artistas da cidade há mais de uma década.No que se refere à já mencionada qualificação da mão de obra da cadeia produtiva da cultura, o Porto Alegre em Cena atua em quatro frentes. A primeira é a das residências artísticas, que proporcionam uma experiência única com artistas nacionalmente conhecidos aos participantes (um grupo de artistas gaúchos selecionados pela direção do festival e pelos próprios residentes). A formação online intensiva ocorrerá durante um período de 7 dias ininterruptos e a performance criada nesta residência será apresentada no festival. Trata-se de uma oportunidade de aprendizado, troca de experiências, ampliação de relacionamentos e apresentação do trabalho a novos espectadores.Outra frente do Porto Alegre em Cena referente à qualificação da cadeia produtiva da cultura é a premiação concedida a espetáculos de artistas e grupos da cidade de Porto Alegre que não participaram de edições anteriores do evento. São seis categorias de premiação e 10 espetáculos e performances online e ao ar livre selecionadas para compor a programação do festival e, evidentemente, ser remunerados por isso.Um terceiro aspecto referente ao aperfeiçoamento profissional proporcionado pelo Porto Alegre em Cena é a iniciativa Caixa Cênica. A ação ampliou seu escopo na edição de 2019, deixando se ser voltada apenas para os profissionais que integram as equipes de apoio que trabalham nas montagens dos espetáculos, como carregadores e contrarregras. A capacitação, que vinha sendo realizada desde 2017, passou a abordar, além de questões técnicas e cenotécnicas, assuntos como as rotinas de produção, bilheteria, logística e programação de eventos culturais, abrindo inscrições para todos os interessados. A mudança foi um sucesso, chegando a 70 inscritos para uma das sessões, e desejamos oferecer este formato novamente na 27ª edição do Porto Alegre em Cena, desta vez inteiramente online. A demanda por qualificação de profissionais da cultura, assim, passa a ser atendida com esta iniciativa, proporcionando aos participantes estarem aptos a atuar em outros eventos de grande porte ao longo de todo o ano.A democratização do acesso da população às artes cênicas é um objetivo que permeia todas as atividades do Porto Alegre em Cena. Na edição de 2020, os ingressos para os espetáculos da programação principal serão comercializados com valores entre R$ 20 a R$ 10 (considerando a meia-entrada). A definição destes valores passa pelo critério de que sejam sempre inferiores ao que é praticado pelas atrações teatrais quando estão na capital durante suas turnês. Reconhecendo a importância do acesso da classe artística do Rio Grande do Sul ao evento, pelos motivos já mencionados anteriormente, o festival promoverá, ainda, desconto de 50% nos ingressos para este público.Dessa forma, o projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a espetáculos musicais e de artes cênicas em festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de artes cênicas; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Prezados, Em resposta à diligência, informamos que anexamos no campo correspondente o CNPJ atualizado da proponente, no qual consta o código de atividade econômica de produção teatral, em conformidade com o produto principal desta proposta. Ficamos à disposição!

Especificação técnica

Oficina: Caixa Cênica 27º Porto Alegre em Cena ApresentaçãoA organização é fator inerente à produção cultural, em todas as suas esferas. Independentemente das dimensões do projeto ou do evento, há uma necessidade óbvia de utilização de métodos organizativos. Observa-se, por outro lado, uma carência no tocante à oferta de ações de formação e de capacitação direcionadas à área cultural e às etapas que compõem, em particular, as tarefas especializadas que integram a realização de eventos de grande porte. Da contratação de espetáculo, até o momento que os artistas sobem ao palco, somam-se diversas etapas e profissionais. Há equipes responsáveis pela logística e recepção dos grupos artísticos e outros produtores que atuam diretamente nos teatros acompanhando as montagens. Dentro dos equipamentos culturais, trabalham os técnicos de sonorização e iluminação, bem como os profissionais de montagem cenotécnica. Este curso está voltado para a qualificação dos profissionais que atuam nas atividades de produção cultural. O objetivo é que estejam mais bem preparados para desenvolver a sua atividade principal de apoio, além de aumentar a compreensão das diversas áreas e possibilitar que também possam atuar em outras atividades. Para proporcionar uma experiência mais focada e prática, o Caixa Cênica desta edição será dividido em quatro módulos disponibilizados de forma independente para os interessados em cada temática. Informações:Público alvo: Pessoal de apoio, técnicos, produtores, artistas e demais pessoas interessadas em ingressar na área cultural. Número de participantes: 20 pessoas por módulo Critério de escolha: Preferencialmente pessoas que já tiveram algum contato ou experiência com a produção de eventos artísticos (shows, teatro, dança, circo e similares). Módulos: 4h Curadoria Conteúdo programático: Processo de definição do conceito do evento, escolha de atrações, contatos com grupos e artistas e fechamento das combinações. 4h Produção e logística Conteúdo programático: Cronogramas e acompanhamento de montagem e apresentação, recepção e acompanhamento de fornecedores da área técnica, noções básicas sobre os equipamentos culturais. Recepção e acompanhamento de artistas, controles e agendamento de transportes, cronogramas, recepção e atendimento de público, controles de acesso. 4h Cenotécnica e estrutura técnica Conteúdo programático: ergonomia aplicada à atividade de apoio e montagem de palco, introdução à produção e relato de experiências. Noções sobre equipamentos de sonorização, iluminação e audiovisual. Noções básicas sobre leitura de riders, mapas de palco, projetos luminotécnicos e equipamentos culturais. 4h Acessibilidade Conteúdo programático: medidas possíveis em eventos culturais de grande porte, tais como acessibilidade física, audiodescrição, interpretação em libras. Formação de público para atividades com acessibilidade. Metodologia: Conteúdos teóricos em sala de aula serão realizados durante o mês de agosto. Os encontros serão divididos em quatro etapas diferentes, realizadas em dias separados, com carga horária total de 16 horas. As oficinas iniciam com a palavra dos curadores e coordenadores de programação que irão contar sobre o processo de definição do conceito do projeto, além de explicar como se dá o contato e contratação de artistas e atrações. Um dos conteúdos a serem trabalhados será a cenotécnica, o qual trará a noção espacial do teatro, sua estrutura, funcionamento da caixa cênica e noções sobre ergonomia e montagem de cenário. Será seguido da técnica, diretamente relacionado à caixa cênica e aos teatros, serão abordadas questões de iluminação, varas, refletores, lâmpadas, segurança e demais assuntos relevantes aos equipamentos técnicos.Outro estará mais relacionado à postura e às competências dos profissionais que trabalham dentro das montagens com acompanhamento de produção. Será uma capacitação para produção de palco (responsável de montagem) em que abordará os temas como cronograma, chegada e saída de material, contato com os técnicos e responsáveis pela montagem. Neste mesmo contexto, este módulo será destinado para conversar sobre logística e bilheteria. Assuntos estes não relacionados diretamente com as montagens dentro dos espaços cênicos, mas que realizam diversas outras ações para que essa montagem aconteça. Por estarem do lado de fora do teatro, devem manter a comunicação ajustada para que essas ações aconteçam em sincronia. Um dos grandes desafios atualmente na execução dos projetos são as medidas de acessibilidade e a formação de público para atividades que contem com estas medidas. O último módulo das oficinas será voltado ao diálogo sobre as possibilidades no campo da inclusão e a formação de plateiais. Durante o período do Porto Alegre em Cena os participantes terão a oportunidade acompanhar o festival já com outro olhar e conhecimento além da possibilidade de exercerem funções na cadeia produtiva. Coordenação pedagógicaLaura Leão Graduada em Relações Públicas pela PUCRS, estudou teatro no TEPA, tem uma companhia chamada VAI! Cia de Teatro que completou dez anos em 2018. Desenvolve trabalhos em produções culturais, institucionais e coorporativas. No cinema faz produção de elenco para séries, longas e curtas metragens com as produtoras Casa de Cinema, Zepelim, Besouro, Prana, Vertie e Cubo Filmes. Trabalha há oito anos no Festival Internacional de Artes Cênicas - Porto Alegre em Cena onde atualmente é coordenadora de produção. Atuou na coordenação de logística do Poa Jazz Festival de 2015 a 2017 e do Festival Palco Giratório SESC – POA desde 2017. Integrou a equipe de eventos como Canoas Jazz festival, o Natal da Transformação, e a Feira do Livro de Canoas e dos shows Rolling Stones e Guns N’ Roses em 2016.

Acessibilidade

ESPETÁCULO ARTES CÊNICASACESSO FÍSICO: Todas as atividades serão transmitidas online, sendo naturalmente acessíveis quanto a questões de mobilidade.ACESSO A DEFICIENTES VISUAIS: Para oportunizar acesso aos deficientes visuais, serão produzidos 10 podcasts de áudio-teatro – histórias especialmente criadas em formato de áudio – e disponibilizados de forma gratuita e online na plataforma do festival.ACESSO A DEFICIENTES AUDITIVOS: As dez performances/espetáculos online da programação local, os quais ainda serão selecionados, contarão com interpretação de libras, ressalvados trabalhos de dança ou outros no qual não haja falas e sejam naturalmente acessíveis. CONTRAPARTIDA SOCIALAs quatro contações de histórias online que compõem a contrapartida social e seus bate-papos formativos contarão com intérprete de libras.

Democratização do acesso

O Porto Alegre em Cena oportuniza a população performances de alto nível artístico e técnico a valores populares e acessíveis, contribuindo decisivamente para a democratização do acesso à cultura com uma grande procura pelo público quando da abertura da bilheteria.Além da prática de preços populares, o projeto executa todas suas atividades em conformidade com a lei da meia-entrada, tal como prevê a legislação vigente. Ampliando as possibilidades de acesso a fruição, existirão diversas outras modalidades de desconto, tais como 50% para a classe artística, buscando desta forma também o intercâmbio de saberes e a formação local através da fruição artística.Nesta edição em especial, considerando-se o formato digital, um número reduzido de espetáculos contará com cobrança de ingressos, sendo a maior parte dos conteúdos disponibilizada gratuitamente. Além disso, considerando o momento atual, todas as atividades serão realizadas de forma online, ampliando o acesso aos conteúdos produzidos. ARTIGO 21 DA INA programação do Porto Alegre em Cena estará centralizada em uma plataforma digital, na qual iremos simular uma televisão, com espetáculos e atividades transmitidos online diariamente das 16 às 23 horas. Contemplando o artigo 21 da Instrução Normativa, em seu inciso V, serão realizadas 10 Conversas em Cena, que são diálogos com pensadores e profissionais da cultura com temáticas relacionadas às artes de forma geral, bem como farão relação com os espetáculos apresentados, sempre de forma online e gratuita na plataforma do Festival. O Festival ainda realiza de forma online e gratuita, conforme inciso V do artigo 21 da IN, a ação formativa intitulada ?Caixa Cênica?, que propõe uma capacitação técnica na área das artes cênicas para os profissionais que integram as equipes produção, apoio, técnica e cenotécnica e que tenham interesse nos processos de produção cultural, cujo projeto pedagógico encontra-se no escopo desta proposta.Importante, ainda, destacar que todas as 10 projeções em paredes de prédios e edifícios intituladas EmQuadros, além de serem atividade gratuita, serão transmitidas também de forma online no na plataforma do Festival, conforme inciso III do artigo 21 da IN.

Ficha técnica

Primeira Fila Produções - Proponente - Gerência administrativa do projeto A Primeira Fila Produções surge no ano de 2013 com uma proposta diferenciada: agregar múltiplos parceiros, profissionais qualificados e com atuação destacada nas mais diferentes áreas da cultura, desenvolvendo um rico portfólio em termos de planejamento cultural, produção e realização de produtos e projetos artístico-culturais. Atendendo a diversos segmentos do mercado cultural – artes cênicas, cinema, música, literatura – a empresa é, também, reconhecida pela elaboração e formatação de projetos para editais e leis de incentivo à cultura. Além de proponente e/ou produtora de eventos de grande repercussão no sul do país, ainda executa a produção local de espetáculos nacionais que buscam o Rio Grande do Sul como palco. Em 2018, assinou sua primeira coprodução internacional, o espetáculo “Fremde Heimat ǀ Pátria Estrangeira”, em parceria com Goethe Institut, Ato Cia Cênica e Staats Theater Karlsruhe, realizando temporada em Porto Alegre e na Alemanha. Desde 2017, assina como agente cultural do “Porto Alegre em Cena”, um dos mais importantes festivais de artes cênicas da América Latina. A Primeira Fila é responsável pela produção da “Mostra Cinema e Direitos Humanos – MDH” na cidade de Porto Alegre desde o ano de 2013, evento organizado nacionalmente pelo Ministério dos Direitos Humanos. Tendo realizado a exibição de mais de 200 sessões cinematográficas, em diferentes espaços culturais da cidade e com a articulação de diferentes atores sociais regionais relacionados à temática de cada Mostra executada ao longo deste período. Em seu histórico, a produção local de espetáculos nacionais como: “Hell”, escrito pela francesa Lolita Pille e adaptado por Hector Babenco e Marco Antônio Braz, com Bárbara Paz no elenco; “Incêndios”, com direção de Aderbal Freire-Filho, e no elenco Marieta Severo, Felipe de Carolis, Keli Freitas, Marcio Vito, KelzyEcard, Fabianna de Mello e Souza, Julio Machado e Isaac Bernat; “Bem Vindo Estranho”, com adaptação e atuação de Regina Duarte, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini, e direção de Murilo Pasta; “Pluft, o Fantasminha”, montagem do Teatro Tablado com Cláudia Abreu no elenco, direção de Cacá Mourthé; “Perdas e Ganhos”, adaptado do texto de Lya Luft, com direção de Beth Goulart, e Nicette Bruno no elenco; “Tribos”, com direção de Ulysses Cruz e Antonio Fagundes e Bruno Fagundes no elenco; “Opera do Malandro”, texto de Chico Buarque e direção de João Falcão; “Eu Não Dava Praquilo”, direção de Elias Andreato com atuação de Cassio Scapin; “Galileu Galilei”, com direção de Cibele Forjaz e atuação de Denise Fraga; “Cassia Eller o Musical”; e “O Impecável”, com Luiz Fernando Guimarães. E, na área de teatro para crianças, produziu o musical “A Arca de Noé”, de Vinicius de Moraes. Desde 2015, em parceria com a Mais Produções Artísticas, coproduz o projeto “Acústicos RS”, circulando por algumas cidades do interior do Rio Grande do Sul, apresentando shows acústicos de reconhecidos artistas como Tonho Crocco, Nei Lisboa, Duca Leindecker, Bebeto Alves, Antonio Villeroy, Chimarruts entre outros. Em 2018, o projeto foi também realizado em cidades de Santa Catarina, como Chapecó, Ijuí e Florianópolis. De natureza empreendedora, a Primeira Fila detem uma grande rede de parceiros – network local e nacional –, entre empresas do setor cultural, artistas e colaboradores. Ao agregar conhecimento técnico e gerencial, no desenvolvimento dos projetos e na direção de produção, garante uma execução correta e qualificada, independentemente do tamanho ou complexidade do trabalho, conquistando grande repercussão com os projetos executados. Fernando Zugno - curador - atividade não remunerada Graduado em teatro pelo Teatro Escola de Porto Alegre – TEPA (2005) e em Comunicação Social - jornalismo, pela PUCRS (2010). Desde 2007, é coordenador dos projetos internacionais e de produção do festival internacional de artes cênicas, Porto Alegre em Cena. Desde 2012, produz espetáculos e eventos independentes através da sua produtora Artworks Produções, encarregada em montar espetáculos de teatro, dança e música, circular com essas e outras produções e montar eventos para convidar espetáculos de fora da cidade. Com a Artworks já montou obras como Inimigos de Classe de Nigel Williams, Marxismo, Ideologia e Rock’n’roll de Tom Stoppard, O Lugar Escuro de Heloisa Seixas, trabalha com a Cia. Brasileira de Teatro de Marcio Abreu, Sarau Produções com a obra Gonzagão a lenda de João Fonseca, eventos como Canoas Tango, Canoas Jazz, Godspell, A Esperança e o concerto Bibi Ferreira em Concerto de Natal e Em Nome do Jogo da Em Cena Produções com direção de Gustavo Paso. Nos últimos anos, participou de seminários, reuniões e assistiu a espetáculos de festivais na Alemanha, França, Espanha, Grã Bretanha, Austrália, Peru, Chile, Argentina e Estados Unidos. Hoje é coordenador de artes cênicas de Porto Alegre e coordenador geral e curador do 26º Porto Alegre em Cena. Laura Leão - cordenação geral Graduada em Relações Públicas pela PUCRS, estudou teatro no TEPA e é diretora da Leão Produções desde 2012. Desenvolve trabalhos em produções culturais, institucionais e coorporativas. No cinema fez produção de elenco para séries, longas e curtas metragens com as produtoras Casa de Cinema, Zepelim, Besouro, Prana, Vertie, Pátio Vazio e Cubo Filmes. Trabalha a dez anos no Festival Internacional de Artes Cênicas - Porto Alegre em Cena onde atualmente é coordenadora de produção. É responsável pela produção e proponente do projeto Inclusão em Cena desde 2018. Fez a coordenação de logística do Poa Jazz Festival por três edições e do Festival Palco Giratório SESC – POA anualmente desde 2017. Nos últimos anos também integrou a equipe de eventos como Canoas Jazz festival, Natal Luz, o Natal da Transformação, Feira do Livro de Canoas e dos shows Rolling Stones e Guns N’ Roses em 2016. Duda Cardoso - coordenação de programação Atua na Cia. Stravaganza como ator, produtor e participa do núcleo criativo da Cia, também administra e Coordena as Programações do Estúdio Stravaganza Inaugurado em 2017. Formado pelo Núcleo de formação de atores Deposito de teatro e participou de diversas Oficinas com diretores nacionais e internacionais como: Aderbal Freire Filho (RJ), Eugenio Barba (ITA), Gomes Peña (MEX), John Mowat (POR), Jeremy Jeams (uk), Cassio Brasil (SP) Georgette Fadel (SP). Atuou diversas peças teatrais Como ator e Produtor entre elas: Príncipes e Princesas, Sapos e Lagartos de Flavio de Souza, Indicado a o premio Tibicuera de Melhor Ator (2013), Estremeço de Joel Pommerat (2013), Nossa vida não vale um Chevrolet de Mario Bortoloto (2011), A Comédia dos Erros, de William Shakespeare (2008), Sacra Folia, de Luis Alberto de Abreu (2009), Bebe bum, de Adriane Mottola & Luiz Henrique Palese (2009), Por um Punhado de Jujubas de Adriane Mottola, Luiz Henrique Palese e Cacá Corrêa (2009), Zona contaminada, de Caio Fernando Abreu com direção de Fernando Kike Barbosa e Sérgio Etchichury (2006) entre outras. Em 2016 dirigiu junto com Adriane Mottola o espetáculo Uma Commedia Quase DellArte, espetáculo da turma de formação II da Casa de Teatro. Foi assistente de direção no espetáculo Uma Viagem no Mundo da Eletricidade de Diones Camargo (2015). Também Trabalha na coordenação do Festival Porto Alegre em Cena nas edições do 15º ao 25º, atuando como Produtor Operacional (2008 a 2016) e como coordenador de Programação (2017). Na Casa de Cinema de Porto Alegre, assistente de produção na Serie de Tv Fora de Quadro (2015), Zeppelin Filmes, Produtor de Elenco na Serie de Tv A vida de Rafinha Bastos (2011), Kalanga, a cidade das bicicletas (2014) Espetáculo 9 Mentiras sobre a verdade, Produtor Executivo (2010), Palco Giratório Sesc/rs, Produtor (2009 e 2016) e na Opus Promoções como produtor de eventos nos Shows: Disney On Ice (2008) Nando Reis (2009), Coca cola Park (2009), Opus Premium (2009),The Black Eyed Peas (2010) e Ivete Sangalo (2010). Thaís Gombieski - coordenação de monitores/ logística Tecnóloga em Produção Cênica, atriz e produtora cultural, já trabalhou como produtora local na exposição Museu do Futebol na Área Porto Alegre, como produtora na Coordenação e Assessoria de Projetos e Captação na Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre; no grupo Cuidado Que Mancha; no Festival Porto Alegre Jazz Festival, no setor de logística; no Projeto Ribalta da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre; na equipe da captação de vídeo do show Cidadania nas Ruas realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da cidade de São Paulo; na gravação do videoclipe "Raiar" da banda Renascentes de Porto Alegre, como produtora e atriz; e na gravação do DVD do Bebeto Alves no Theatro São Pedro. Adquiriu parte de suas experiências trabalhando no Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre – Fumproarte, enquanto ainda estudava. Atualmente escreve e produz projetos com a Makki Produções desde 2014 e coordenadora de logística do Festival Internacional de Artes Cênicas, Porto Alegre em Cena e do Inclusão em Cena desde 2017. Yara Balboni - direção de produção Formou-se em arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Londrina em 2010 e é especialista em Ergonomia pela mesma universidade. Estagiou no setor de Planejamento e Desenvolvimento da UEL na área de projetos arquitetônicos e fiscalização de obras. Trabalhou como arquiteta no escritório de Teba Ylana em Londrina e com o arquiteto Luca Ruzza em Roma, desenvolvendo projetos de cenografia na Itália e Estados Unidos. Realizou em colaboração com o artista plástico Mavi Veloso o festival de performances e intervenções artísticas Maninfestarte em Londrina. No cinema trabalha com criação da cenografia em longas e curta metragens. Realiza consultorias e coordena montagens de instalações efêmeras e exposições para empresas de cenografia. Desenvolve projetos de cenografia para espetáculos e eventos, realiza trabalhos na área da cenotecnica e construção cenografica teatral desde 2007. Neste período trabalhou em montagens de grupos internacionalmente reconhecidos como Odin Theatre, Theatre Du Soleil, Bob Wilson, Berliner Ensemble, Peter Brook, Fuerza Bruta e outros. Trabalhou com a coordenação cenotécnica do Festival Internacional de Londrina (FILO) entre 2007 e 2010, desde 2011 é a coordenadora cenotécnica do festival internacional de teatro Porto Alegre em Cena. Daniela Ramirez - assistente administrativo Especialista em Gestão da Produção Cultural pela Escola Castelli (2014) e graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Feevale (2010). Tem experiência na elaboração e na gestão de propostas de todos os segmentos da cultura, desde festivais de música e cinema, à publicação de livros e restauro de bens integrantes do patrimônio histórico. Destaca-se a participação em iniciativas como o Porto Alegre Jazz Festival (2014 - 2019), o Porto Alegre em Cena (2018 - 2019), o Natal dos Anjos de Dois Irmãos (2012 - 2019), o Festival de Cinema de Gramado (2012 - 2014), mais de dez projetos de obras literárias, entre inúmeros outros.

Providência

Comprovação Financeira do Projeto em Análise

2021-04-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul