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PRONAC 194150Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Exposição: As mil Caras de Geraldo Ferreira

JULIANE MAI
Solicitado
R$ 173,4 mil
Aprovado
R$ 173,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-24
Término
2022-12-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa promover a arte brasileira através da realização da exposição do artista plástico Geraldo Ferreira. Com duração de, aproximadamente, 30 dias e buscará exaltar a produção artística brasileira através do talentoso artista Geraldo Ferreira, com expressões de valor cultural que enaltecem a importância da riqueza cultural brasileira, contribuindo para ações que busquem salvaguardar talentos naturais e autênticos. O evento terá acesso irrestrito e gratuito a todos os interessados, além de contar com medidas de acessibilidade que permitirão a visita de idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Ainda, estamos apresentando um programa complementar de palestras e workshops educativos, visando melhorar a visibilidade e tornar o projeto ainda mais abrangente.

Sinopse

Mostra Itinerante Serão realizadas duas mostras com uma versão reduzida do acervo da exposição. Esses eventos ocorrerão em Brasília e Belo Horizonte. Iremos trabalhar com cerca de 30 obras do artista. Esses trabalhos serão expostos com e sem chassis, alterando conforme a criação curatorial. Serão expostas telas e pequenos objetos pintados pelo artista. Palestra Educativa - ação formativa cultural (contrapartida social) Serão realizadas Palestras incentivando o acesso às exposições de arte com esclarecimentos da curadoria, do conceito da exposição e da crítica das obras, como também transmitindo a perspectiva do artista sobre o trabalho, visando difundir o segmento artístico, enaltecendo os trabalhos brasileiros e reduzindo o distanciamento do público com as galerias de arte, museus e obras de arte. Essas palestras poderão ser ministradas pelo artista, pela curadora, pelo crítico de artes, pelo idealizador e pela produtora cultural. Todos juntos ou individualmente, dependendo de cada atividade a ser realizada. Visitas guiadas com escolas - ação formativa cultural (contrapartida social) O objetivo do evento e gerar interação com as obras do artista. Será coordenado pela curadora do projeto, juntamente com o artista e a produtora cultural. Os alunos poderão desenvolver a partir do relato de vivências do artista. Essa atividade acontecerá durante o período da exposição, conforme programação a ser estabelecida pelos envolvidos.

Objetivos

Objetivo Geral Exposição de obras que comporão cenários do artista plástico Geraldo Ferreira, na cidade de São Paulo. A mostra visa expandir o olhar sobre obras e objetos e sua relação com o todo através de cenários ambientados e criados com e a partir de obras. A exposição abrangerá diversas manifestações de arte como telas, gravuras, técnicas mistas, esculturas, móveis, além de toda a concepção artística na construção dos cenários partindo do conceito destes objetos. O objetivo principal deste projeto é democratizar o acesso à arte através de exposição de alta qualidade com acesso irrestrito e gratuito. Objetivos Específicos - Realizar Mostras Itinerantes em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. - Realizar exposição acessível na cidade de São Paulo. - Realizar palestra educativa em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. - Realizar visitas guiadas com escolas em São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. - Produzir uma exposição em formato expansivo, na qual obras dialogam entre elas e com o todo. - Difundir e valorizar a arte nacional. - Apresentar diferentes técnicas de arte. - Transcender a realidade cotidiana à simbologia presente nas obras.

Justificativa

O Projeto com finalidade de captar e canalizar recursos para o setor se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural atenderá aos seguintes objetivos do Art. 3 da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Este projeto visa realizar uma exposição totalmente gratuita e acessível ao público em geral, difundindo a arte brasileira através dos trabalhos expressionistas do artista Geraldo Ferreira. A exposição trabalhará com o tema "As mil caras de Geraldo Ferreira", a qual apresentará pinturas acrílicas e técnica mista sobre telas, papéis e mobiliários, apresentando a riqueza de detalhes e cores vibrantes que o artista costuma eleger em suas obras. Misturando figurativo e abstrato, com traços intensos e sutis ao mesmo tempo. Este projeto busca celebrar a criação nacional através do enaltecimento do autêntico artista Geraldo Ferreira, apresentando técnicas diversas utilizadas por ele, e tem como seu objetivo principal democratizar a arte e gerar acesso a um público carente deste tipo de projeto, mantendo seu valor artístico e aproximando a população em geral da arte, pois este tipo de atividade ainda é visto como "segmentada" e voltada a um público de maior poder aquisitivo. O artista, com seu espírito criativo, buscou terras e personagens que habitam a imaginação das pessoas de todas as idades, criando assim uma identificação imediata do observador com seus trabalhos. Geraldo Ferreira nasceu na cidade do Rio de Janeiro/RJ, em 17 de novembro de 1949. Filho mais velho de Ettelosi Ferreira da Costa e Yone Bony da Costa, acompanhou a mudança da fa­mília para diferentes locais no Estado do Rio de Janeiro e São Paulo, devido à profissão do pai que era fiscal do tesouro nacional. Em Niterói, aos 13 anos de idade, a mãe o inscreveu em um curso de pintura e também participou do grupo de teatro "Grite". Mais tarde iniciou a faculdade de Belas Artes, mas não chegou a concluir. No en­tanto, as artes passaram a fazer parte da vida do escorpiano observador e crítico, que atou como professor primário de artes (de 1º ao 5º anos, na Escola Marilia Matoso, em Niterói), figurinista e cenógrafo, ator, chef de cozinha, designer de camisetas e artista plástico. Alguns elementos e cores predominam nas suas pinturas, como por exemplo: olhos, maçãs e cora­ções. Ao ser questionado sobre o significado específico destes elementos para ele, pois atuam como uma marca registrada na pintura, diz que gosta dessas imagens e que nesta fase da sua vida artística, de fato, tem sempre um coração! Geraldo costuma trabalhar com tinta acrílica e materiais recicláveis sobre as mais variadas superfícies, como telas, papéis, madeiras, acrílicos e tecidos, conforme seu sentimento. Sendo assim considerado um artista contemporâneo expressionista. Independente da época em que foi feita, a produção artística conhecida, estudada e documentada tem um valor cultural imprescindível para as relações humanas. É necessário, portanto, analisarmos as formas pelas quais a arte se apresenta ao público que deseja (re) conhecê-la. Em um artigo sobre Políticas Culturais no Brasil, a historiadora Lia Calabre define: "Numa democracia, a cultura deve ser encarada como expressão de cidadania. Um dos objetivos de governo deve ser então, o da promoção das formas culturais de todos os grupos sociais […]." A cidadania democrática e cultural contribui para a superação de desigualdades, para o reconhecimento das diferenças reais existentes entre os sujeitos em suas dimensões social e cultural. Ao valorizar as múltiplas práticas e demandas culturais, o Estado está permitindo a expressão da diversidade cultural. Até meados do século 20, mais precisamente o fim da década de 1960, os museus estavam diretamente relacionados com a ideia de poder (econômico, religioso, etc.). A aproximação com o público de que falamos aqui está alinhada aos diversos questionamentos acerca da arte produzida hoje. A forma de pensar a exposição na atualidade parece convergir para a integração entre as várias áreas do conhecimento (o conceito de transversalidade explorado por Martin Grossman) e o diálogo com ações educacionais, combatendo a segmentação e o isolamento social que, em outras épocas, caracterizaram esse tipo de atividade. Os sociólogos franceses Pierre Bourdieu e Alain Darbel certa vez afirmaram: "a frequência dos museus _ que aumenta consideravelmente à medida que o nível de instrução é mais elevado _ corresponde a um modo de ser, quase exclusivo, das classes cultas". O artista busca, através do projeto, enfrentar essa lógica e fazer com que cada vez mais pessoas conheçam e interajam com todos os tipos de arte. A exposição, através de sua curadoria e produção, buscará criar ambientes que gerem sensações e identificação com o público, além de reflexão sobre a arte e o espaço social e urbano formando janelas detentoras de uma eloquência cênica, envolvendo o espectador em uma ansiedade da descoberta dos significados sensoriais mais profundos do que as cores, formas e linhas possam proporcionar. A obra de arte guarda, em sua existência, diversas possibilidades e sempre se renova, mesmo quando imóvel. Os objetos do mundo se expressam de múltiplas maneiras estando a expressão artística relacionada à representação e à noção de imitação do real, emergindo assim uma troca simbólica e de um simulacro fabricado para enfrentar a destruição provocada pela passagem do tempo, agenciar a memória, manter a coesão social e, também, exercer preservação cultural e histórica. A exploração de tais símbolos estimula o encontro com o imprevisível que, por sua vez, faz emergir o imaginário cultural, fenômeno este que ultrapassa as barreiras do tempo e que tende a surgir de acordo com o meio cultural histórico de cada viajante, isto é, seu imaginário manifesta-se segundo a simbologia presente no seu cotidiano.

Estratégia de execução

Perfil Público Buscamos alcançar um público de cerca de 2.000 pessoas no período da exposição. O perfil dos consumidores do produto é composto por pessoas de todas as faixas etárias e classes sociais. Os visitantes mais esperados são artistas, apreciadores e estudantes que gostam de incentivar a cena cultural da cidade, os quais costumam acessar a internet de forma constante, em especial as redes sociais, pessoas que frequentam pontos de cultura e participam ativamente de eventos culturais e movimentações que acontecem na cidade. Plano de Comunicação Assessoria de Imprensa Dispomos de uma equipe jornalística que cuidará da difusão dos materiais publicitários do evento, contando com o apoio de parcerias de mídias direcionadas ao grande público. Prevemos criar cartazes, flyers, banners, catálogos, convites, cartões postais e adesivos, que estarão afixados e/ou serão distribuídos conforme cronograma da mostra, ao público em geral. Publicidade na internet, composta por banners, textos, imagens e vídeos que serão enviadas aos meios de comunicação jornalísticos. Facebook e Instagram Desenvolvimento e monitoramento das redes sociais do artista, da curadora, da produtora cultural e do Espacio Uruguay, por meio de publicações e interações com o público que tem acesso a internet. E-mail Marketing E-mails direcionados a uma lista de pessoas específicas que já frequentam os eventos do espaço, além do mailing pessoal do artista, da curadora, da produtora Cultural e do idealizador do projeto, que somam juntos mais de 4 mil contatos. Ações publicitárias Os cartazes serão distribuídos em pontos específicos de circulação, onde se encontra o público potencial, e os panfletos serão distribuídos em ações com diálogo direto em pontos de cultura, escolas, universidades, praças e outros locais pensados estrategicamente. A mostra será anunciada no Mapa das Artes, mídia respeitada no meio artístico paulista. Alguns blogs e sites parceiros já estão engatilhados para difundir o conteúdo da exposição.

Especificação técnica

Mostra Itinerante Os eventos terão duração de três dias – um final de semana (sexta-feira, sábado e domingo), em cada local Brasília e Belo Horizonte. Os trabalhos estarão dispostos nas paredes, bancadas, e penduradas no teto e nos cantos. Serão criadas instalações que conversam com as obras, utilizando materiais reciclados e outros adquiridos, como fios de lãs, linhas, folhas secas, corações, serpentinas, plantas vivas, plásticos, brilhos e cordas. Palestra Educativa - ação formativa cultural (contrapartida social) Evento com duração de 1 hora, utilizando materiais audiovisuais (retroprojetor, microfone, caixa amplificadora), com registro de audiovisual e fotografias. Visamos incluir essa palestra como uma atividade extracurricular em aulas de história ou/e em aulas de educação artística. Visitas guiadas com escolas - ação formativa cultural (contrapartida social) Evento com duração de 1 hora, visamos incluir essa visita como uma atividade extracurricular em aulas de história ou/e em aulas de educação artística.

Acessibilidade

O local da mostra conta com elevadores que proporcionam fácil acesso a pessoas com necessidades especiais. Todas as palestras e promoções extras serão feitas em lugares que certamente terão rampas e situações de acesso ao público. - Exposição São Paulo - Placas em Braille das obras, a fim de contemplar os portadores de deficiência visual; - Palestra Educativa - Texto descritivo do conteúdo, a fim de contemplar os portadores de deficiência auditiva; - Mostra Itinerante - Placas em Braille das obras, a fim de contemplar os portadores de deficiência visual; - Visitas guiadas com escolas - Texto descritivo do conteúdo, a fim de contemplar os portadores de deficiência auditiva;

Democratização do acesso

O Projeto irá adotar os seguintes incisos do Art. 21. da IN nº 02/2019 do MinC como ação de democratização de acesso a todos os produtos culturais cadastrados no plano de distribuição: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; - Exposição São Paulo IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; - Exposição São Paulo - Palestra Educativa - Mostra Itinerante V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; - Mostra Itinerante - Palestra Educativa - Visitas guiadas com escolas VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; - Visitas guiadas com escolas

Ficha técnica

Juliane Mai Curadora. Juliane Mai, gaúcha de Lagoão, nascida em 1985, reside e trabalha em São Paulo onde atua como Artista Plástica, Curadora e Produtora Cultural. Desenhista desde a infância, concluiu o bacharelado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela UNISC – Universidade de Santa Cruz do Sul/RS, em 2006. Especializou-se em Design Gráfico de livros e revistas ao mesmo tempo em que se dedicou às Artes Plásticas. Em São Paulo, onde reside desde 2015, fez o curso “Sobre Curadoria” do Projeto Marieta, ministrado por importantes críticos e curadores de arte tais como Aracy Amaral (ex-diretora da Pinacoteca do Estado e do Museu de Arte Contemporânea da USP), Jochen Volz (ex-curador da Bienal Internacional de São Paulo e atual diretor da Pinacoteca do Estado), Fábio Cypriano (crítico de arte, jornalista e coordenador do curso de jornalismo da PUC-SP, Júlia Rebouças ( Foi co-curadora da 32ª Bienal de São Paulo - 2016) e Thyago Nogueira (Dirige o departamento de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles e é editor-chefe da revista ZUM.) e “Práticas Curatoriais em Galerias”, na Unibes Cultural, ministrado pelas curadoras Alexia Tala (chilena, atualmente trabalhando como curadora-chefe da 22ª Paiz Art Biennial, na Guatemala), Mônica Novaes Esmanhotto (Gestora Cultural) e Ana Letícia Fialho (co-autora do livro O valor da obra de arte - Metalivros, 2014). Atuou como curadora em várias exposições entre os quais “Subterfúgios – Cidades, Construções e Saneamento Básico”, de Omar Jee, no Centro Cultural Maria Antônia, da USP - Universidade de São Paulo (2018), a qual ficou em cartaz durante quatro meses, atraindo público de 6000 pessoas. Curou a mostra “A Leveza do Ser”, de Adriana Garibaldi, no Espacio Uruguay, mantido pelo Banco de La República Oriental do Uruguay, na Avenida Paulista, em São Paulo (2019). Atualmente presta assessoria e consultoria para artistas visuais de São Paulo e outros Estados objetivando o desenvolvimento de suas carreiras. Como artista plástica participou de numerosas exposições, no Brasil e no Exterior. Em 2011 recebeu o primeiro Prêmio Latino Americano de Pintura, concedido pela AGAPA - Associação Gaúcha de Pintura Artística e, em 2018, foi agraciada com Medalha de Ouro, categoria Arte Contemporânea, na 12ª Grande Exposição de Arte Bunkyo, em São Paulo. Em suas pinturas, geralmente realizadas com técnicas mistas sobre tela, Juliane usa muitos elementos que surgiram desde os primeiros rabiscos, criando uma identidade visual com tipos de arabescos e formas, através de traços a mão livre, para compor “figuras”, com ou sem texturas de base. A série mais recente de obras inclui dados numéricos, que passam a ser uma marca registrada de seus trabalhos. Considerada uma artista expressionista contemporânea, desafia o expectador a encontrar elementos que ativam o subconsciente particular, permitindo que o observador faça parte da construção imaginária da obra. É representada em São Paulo pela Galeria Mayer Mizhari, localizada no Shopping Higienópolis Como publicitária, atuou em vários canais de comunicação desde a adolescência, assinando numerosos projetos gráficos de livros e revistas editados no Brasil e no Exterior. Produziu ainda diversos audiovisuais, alguns dos quais premiados pela crítica especializada. Prestou serviços de comunicação social para a Casa das Artes Regina Simonis, Associação pro-Cultura e APAE, em Santa Cruz do Sul, RS. Em 2011, abriu empresa para prestar assessoria gráfica direcionada a desenvolver materiais especializados para divulgação de artistas visuais tais como sites, fan pages, catálogos, logomarcas e materiais impressos em geral. Adriana Queiroz Produtora Executiva. Paulistana, formada em Administradora de Empresas pela Faculdade de Administração de Empresas da USP, dedicou sua vida profissional primordialmente ao setor de tecnologia da informação, com passagens em empresas como IBM, Microsoft e Gartner ao longo de 20 anos. A executiva atuou em áreas comerciais e de gestão de unidades de negócio. Dedica-se hoje apenas a projetos que a façam “sentir”. Quando conheceu Geraldo Ferreira em 2015, foi tocada por sua obra original e provocativa. Tornou-se amiga e colecionadora de sua arte! Agora quer trazer esse grande artista para São Paulo e grandes capitais do Brasil e do mundo, por estar segura da beleza e sensibilidade de sua obra. Octávio de Siqueira Idealizador. Arquiteto, formado pela FAUS - Faculdade de Arquitetura de Santos. Paulistano, amante das artes, trabalhou por 11 anos, como sócio diretor, em um renomado escritório de ar­quitetura em São Paulo. Em 1996 decidiu seguir carreira solo, montando a OS Arquitetura, que desenvolve projetos especiais para incorporadores e construtores, levando em conta a sensibilidade de cada caso em específico. Hoje, conta com a expertise de mais de 700 projetos executados desde o início de sua carreira. Octávio fez seu trabalho de conclusão de curso baseado na construção de sua própria pousada em Arraial D’Ajuda, no início dos anos 80. Foi nesse período que ele conheceu o Geraldo Ferreira, tornando-se um grande admirador de suas artes, adquirindo um acervo considerável de obras. Enock Sacramento Crítico de arte. Enock Sacramento é membro das Associações Paulista, Brasileira e Internacional de Críticos de Arte. Participou de aproximadamente 180 júris de salões de arte, curou mais de 200 exposições no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa, prefaciou cerca de 200 catálogos de exposições, publicou numerosos artigos na imprensa e 36 livros sobre arte e artistas brasileiros. Em função de sua atuação como crítico e curador de arte, recebeu, em 2004 e 2016, o Prêmio Gonzaga Duque, da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, por atividades desenvolvidas no ano anterior e, em 2011, o Prêmio Mário de Andrade por sua trajetória como crítico e curador de arte. É curador da Fundação José e Paulina Nemirovsky, em São Paulo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.