| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 08902291000115 | CSN MINERACAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 210,0 mil |
| ***690188** | CANDIDO BOTELHO BRACHER | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 51855716000101 | Rodobens Administração de Consórcios Ltda | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
Produção do Livro de Fotografias - Pantanal: Serra do Amolar de autoria do renomado fotógrafo Araquém Alcântara. A obra será composta de 120 imagens em PB e colorida em ensaio realizado na região da Serra do Amolar no Pantanal _ Mato Grosso do Sul, área de conservação considerada pela UNESCO Patrimônio Mundial Natural da Humanidade é uma das áreas mais belas e importantes do planeta.
Produção e publicação de um livro de arte/humanidades, apresentando ensaio fotográfico de Araquém Alcântara, um dos precursores da fotografia de natureza no Brasil (vide curriculum anexo), sobre o Pantanal da Serra do Amolar, no estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, fronteira com a Bolívia. Área de conservação considerada pela Unesco Patrimônio Mundial Natural da Humanidade e ecologicamente, uma das áreas mais belas e importantes do planeta. O autor dedica-se ao registro desta região desde o ano de 2002 e agora pretende reunir em livro as melhores imagens de sua documentação e outras tantas exclusivas, muitas premiadas e já publicadas em revistas e jornais do Brasil e exterior. Este conteúdo será a base de um livro bilíngue (português, inglês).
A Serra do Amolar, no estado do Mato Grosso do Sul, encravada na divisa entre Brasil e Bolívia, é considerada área de conservação de ?prioridade extremamente alta? pelo Ministério do Meio Ambiente. O objetivo geral desse projeto é divulgar através da fotografia de natureza, matéria que o fotógrafo em questão é um dos mais renomados do mundo, a importância desse gigantesco patrimônio ecológico do Brasil. Se a Serra do Amolar é conhecida e motivo de orgulho para os pantaneiros, a população brasileira, na sua maioria, não tem acesso à importância dessa reserva. Através de imagens de beleza rara, que um fotógrafo com a sensibilidade e experiência como Araquém Alcântara pode fazer, mostraremos a força natural do Amolar e uma série de ações conservacionistas e de desenvolvimento social na região situada às margens do rio Paraguai que engloba uma área de 276 mil hectares sendo considerado É um dos berços das águas brasileiras.. Objetivos específicos: Um livro de arte, e ciências humanas e conscientização ecológica, em edição bilingue, com 120 imagens fotográficas exclusivas vem formato aberto de 540 X 300 mm de 240 páginas e tiragem de 3.000 exemplares é a matéria específica dessa ação. A beleza já reconhecida das edições do fotógrafo serão aqui potencializadas pela força de imagem da serra do Amolar. Uma doação de 1000 unidades está prevista para escolas, bibliotecas e instituições como a RPCSA - Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar. Contrapartida Social: Realização de duas palestras on-line com acesso totalmente gratutito na plataforma Documenta Pantanal (www.documentapantanal.com.br) com o objetivo de ampliar o acesso e a fruição ao conteúdo para a população geral. Posteriormente, as gravações das palestras estarão disponíveis no site do autor e da iniciativa Documenta Pantanal.
Um livro de arte do porte de "Pantanal: Serra do Amolar de Araquém Alcântara" tem custo elevado e teria um valor de venda comercial palcance para além do que o seu autor e equipe gostariam. Seria um acesso limitado. A possibilidade de uma doação de 1.000 exemplares e um valor de mercado abaixo do aplicado, nos leva novamente à recorrer a essa valiosa ferramenta que é a Lei de Incentivo Cultural parauma captação de recuros para a sua produção. A lei Rouanet será portanto fundamental para a viabilização do projeto, que também se justifica por estar de acordo com as seguintes finalidades previstas no artigo 1° da Lei 8.313/1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do Brasil. O projeto se enquadra no objetivo previsto no artigo 3° da mesma Lei: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.
Todo o conteúdo de construção da obra será registrado e disponibilizado em redes sociais do autor e da iniciativa Documenta Pantanal.
EDIÇÃO BILÍNGUE (português e inglês) TIRAGEM 3.000 (três mil) exemplares FORMATO FECHADO 270 x 300 mm FORMATO ABERTO 540 x 300 mm TAMANHO 240 páginas IMAGENS 120 fotografias CAPA DURA Cartão Paraná 19 revestido por couchê 220 gSOBRECAPAPapel couchê 240g., com laminação fosca e hot stamping MIOLO Papel couchê Garda Pat Klassica, L2 150 gramas, impressoa 5x4 cores ACABAMENTO Corte e vinco, refile, lombada quadrada e shrink individual
Como se trata de livro nosso acesso proposto é o de conteúdo. A Lei Brasileira de Inclusão considera livro em formato acessível os arquivos digitais reconhecidos e acessados por softwares leitores de telas ou outras tecnologias assistivas que vierem a substitui-los, permitindo a leitura de voz sintetizada, ampliação de caracteres, diferentes contraste. Afim de atender essa exigência, o livro será disponibilizado em PDF no site do autor e na plataforma www.documentapantanal.com.br
De acordo com artigo 21, inciso I, da IN 5/2017, 30% da tiragem será distribuída gratuitante para escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público - planejamos portanto que 900 exemplares serão distribuidos em escolas e na instituição RPCSA - Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar, sem fins lucrativos, que se encarregará de distribuir nas bibliotecas e entidades gerais da região. Por meio do incentivo fiscal, o livro poderá ter um valor abaixo do praticado no mercado, a fim de democratizar seu acesso, além de ser disponibilizado em versão eletrônica (PDF) no site do fotógrafo.
EQUIPE FOTOS E COORDENAÇÃO EDITORIAL Araquém Alcântara Pereira (Florianópolis SC 1951). Fotógrafo, jornalista e professor. Em 1970, ingressa na Faculdade de Jornalismo da Universidade de Santos. Durante a graduação, trabalha como repórter dos jornais O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, e inicia-se na fotografia. Em 1979, realiza sua primeira matéria de cunho ambientalista, a documentação do Parque da Juréia, em Iguape, São Paulo. A partir daí, faz expedições fotográficas à Mata Atlântica. Entre 1972 e 1982, trabalha também nos jornais Cidade de Santos, O Globo, Tribuna de Santos e na revista IstoÉ, além de desenvolver projetos pessoais engajados em questões ecológicas e sociais. Na década de 1980, participa de protestos contra a instalação de usinas nucleares na praia de Grajaúna, São Paulo. A partir de 1985, torna-se free-lancer e colabora em periódicos nacionais e internacionais. De 1988 a 1998, dedica-se à documentação da fauna e da flora dos 36 parques ecológicos brasileiros, o que dá origem ao livro Terra Brasil, de 1998. Entre prêmios recebidos, destacam-se a Presença das Crianças nas Américas, concedido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância - Unicef, em 1979; o Grande Prêmio da 1ª Bienal de Fotografia Ecológica, realizada em Porto Alegre, em 1982; e de melhor exposição em 1993, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA. É autor de 17 livros de fotografia, sendo a maioria sobre os ecossistemas nacionais. Além das atividades fotográficas, atua como professor em workshops em vários Estados do Brasil. DESIGN Victor Burton é um designer que dedicou a maior parte do seu trabalho ao livro. A fascinação por este objeto começou ainda na infância devido ao contato com as obras raras da biblioteca da família, o que aguçou o desejo de se tornar designer exclusivamente para projetar livros. Sua atuação no mercado editorial brasileiro começou no final dos anos 1970, na editora Confraria dos Amigos do Livro. Como o maior interesse de Victor no livro é a relação entre texto e imagem, os livros iconográficos se tornaram seu principal objetivo e são nos livros desta natureza onde melhor conseguimos visualizar seu estilo. Victor desenvolveu uma linguagem gráfica própria que redefiniu o padrão do mercado editorial brasileiro. Numa época em que o projeto gráfico, principalmente a capa do livro, entre tantas cores e atrativos disputam a atenção do consumidor nas prateleiras das livrarias, já não é tão fácil identificar nem a editora nem a autoria do projeto gráfico e da capa. Entretanto, os livros de Victor Burton possuem um estilo que nos permite reconhecer sua assinatura. Desta forma, a questão que norteou este trabalho foi por que conseguimos identificar os livros do designer Victor Burton? Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi enumerar e identificar os aspectos gráficos que caracterizam o estilo deste designer nos livros iconográficos. Para isso, nos baseamos no método descritivo desenvolvido por Guilherme Cunha Lima, em O Gráfico Amador. A partir das características levantadas, pudemos identificar os principais elementos que nos permite reconhecer a autoria dos trabalhos desenvolvidos por Victor Burton. O uso desses aspectos gráficos reflete o trabalho meticuloso do designer Victor Burton que consegue criar uma narrativa visual auxiliando a leitura do texto através de uma nova leitura gráfica, sobretudo nos livros iconográficos
Prestação de Contas APROVADA por meio do RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 328/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI/MinC 1721509).