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PRONAC 194170Análise de resposta de diligência - ObjetoMecenato

Projeto Circular Campina Cidade Velha 2020

ASSOCIACAO AMIGOS DE BELEM
Solicitado
R$ 385,4 mil
Aprovado
R$ 385,4 mil
Captado
R$ 136,0 mil
Outras fontes
R$ 22,1 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

35.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2020-03-02
Término
2021-05-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O Circular completa sete anos em 2020, com cinco edições bimensais do Circuito Cultural que movimentam nos bairros históricos de Belém centenas de pessoas que vão ao encontro de arte, cultura e história. São aproximadamente 50 espaços coletivos ou independentes que atuam em rede e colocam em prática o conceito de economia da cultura. O Mapa Afetivo da Campina valoriza as relações de vizinhança e desperta as memórias dos moradores do bairro, além de oficinas de arte, cultura e comunicação. A Revista Circular on line com três edições bimensais ganha uma edição impressa. O projeto propõe ainda a 3a. edição do Fórum Circular - Patrimônio Cidadania e Sustentabilidade com discussões relacionadas ao Centro Histórico contribuindo para o norteamento das políticas públicas voltadas a esse território. Oficinas de arte, cultura e patrimônio programdas para moradores do Centro Histórico e alunos e professores da rede pública de ensino de Belém.

Sinopse

A cada edição do Projeto Circular Campina Cidade Velha se amadurece os conceitos de bairros culturais e de turismo sustentável no centro histórico de Belém. O projeto entra no 7o ano de execução mas ainda tem desafios grandes pela frente, as ações buscam sempre atrair olhares e ampliar a sensibilização de toda a população para a importância desses territórios. Novos espaços artísticos e culturais surgem, novos moradores chegam, a revitalização urbana é necessária mas precisa respeitar a identidade desses espaços, e, principalmente, os moradores antigos que guardam experiências únicas. Para 2020: Manutenção das 5 (cinco) edições do Circuito Cultural, previstas sempre para o 1o. domingo de cada bimestre com a participação de aproximadamente de 50 (cinquenta) parceiros culturais que atuam no Centro Histórico com a possibilidade de adesão de novos parceiros a cada edição; Fórum Circular - Patrimônio, Cidadania e Sustentabilidade. A realização da 3a edição do Fórum com debates sobre temas relativos ao Centro Histórico da cidade de Belém é um momento essencial para o entendimento amplo dessas necessidades onde diversas vozes - poder público, comunidade artística, moradores, sociedade civil organizada, universidade - podem expor e contribuir com as demandas do presente e elaborar o pensamento para o futuro do Centro Histórico; Ações Educativas e de Sensibilização: oficinas de arte, cultura e comunicação. Edições que dão continuidade a um ciclo de ações educativas em andamento com o objetivo de consolidar o diálogo e ampliar participações da comunidade dentro do projeto utilizando de ferramentas lúdicas e informativas junto a essa comunidade. O resultado das oficinas de comunicação (módulos I e II) visa contribuir na produção de um periódico informativo que será de responsabilidade dos moradores do Centro Histórico. Roda de conversa “História, café e bolo”. Ação coordenada pelo historiador Michel Pinho que abre espaço para narrativas e depoimentos dos moradores, uma troca de relatos e afeto entre vizinhos e moradores da cidade, nos relatos é possível perceber como os bairros do Centro Histórico - Campina, Cidade Velha e Reduto - têm singularidades. Mapa Afetivo da Campina. Replicar a experiência realizada em 2019 no bairro da Cidade Velha, levantando marcos e personagens fora do eixo histórico hegemônico e mais sintonizados com os cotidianos comunitários e internos do bairro, mapeando suas forças simbólicas contemporâneas. Valorizar as relações de vizinhança e a importância dos moradores e locais, despertar memórias e provocar reflexão sobre o espaço de moradia e a relação com o Centro Histórico; Revista Circular. A revista já é uma das ações mais esperadas do projeto sempre com reportagens, entrevistas, ensaios fotográficos que ultrapassam a missão de informar e trazem reflexões e opiniões importantes sobre o Centro Histórico. A edição impressa da revista é comemorativa e celebra as 30 (trinta) edições do Circuito Circular. O Conselho Editorial com 3 (três) profissionais de reconhecida atuação nas áreas de jornalismo, arquitetura e arte garante a qualidade da publicação; Documentário transmídia. Bem material/registro : produzir documentário on line com pluralidade de vozes sobre o Centro Histórico de Belém, o documentário aposta na narrativa com elementos offline (cinema e tv) e online (redes sociais) utilizando formatos, meios, plataformas e linguagens diferentes dando vazão à memória discursiva dos moradores, eles serão co-autores do documentário, o olhar de quem mora no Centro Histórico ganha espaço nesse roteiro coletivo; Contrapartidas Sociais - Palestras para estudantes e professores da rede pública sobre memória e patrimônio público e oficinas sobre comunicaçao popular e audiovisual para o mesmo público, etimativa de alcançarmos aproximadamente 2 mil alunos da rede pública municipal de ensino.

Objetivos

Objetivo geral: contribuir com as políticas públicas para o Centro Histórico de Belém, sempre com foco na valorização de memórias materiais e imateriais dos bairros, fortalecendo o trabalho em rede de agentes socioculturais atuantes no Centro Histórico como fomentadores de ações que fortaleçam a cidadania e o pertencimento de visitantes e moradores, além de suas temáticas de sustentabilidade e preservação sempre na perspectiva de singularizar os bairros da Campina e Cidade Velha como bairros culturais, formando e fortalecendo plateias/público identificados com o ambiente cultural e patrimonial desses territórios. Objetivos específicos: • Realizar 05 (cinco) novas edições bimensais do Circular Campina Cidade Velha com programação de visitação pública aos eventos realizados pela rede de parceiros culturais; • Produção e publicação digital de 3 (três) edições online da "Revista Circular", com download gratuito, para divulgação, debate e reflexão sobre patrimônio, produção cultural e inter-relações existentes no Centro Histórico de Belém; • Produção e publicação de 1 (uma) edição impressa da "Revista Cicular" comemorativa à 30ª edição do Circular com tiragem de 1 mil exemplares; • Realizar o 3o Fórum Circular Campina Cidade Velha e ampliar a discussão sobre legado cultural do Centro Histórico com público estimado de 300 pessoas; • Fortalecer as relações com os moradores contribuindo com discussões que impactam diretamente o Centro Histórico, estimular inserção de novos grupos de moradores nas ações do Circular; • Promover ações educativas, culturais e de sensibilização - (8) oficinas, rodas de conversa, circuito audiovisual - para moradores dos bairros do projeto e circulantes interessados. Aqui também teremos a contrapartida social 100% focada para alunos e professores da rede pública de ensino com palestras sobre memória e patrimônio público, além de oficinas sobre comunicação popular e audiovisual para este mesmo público. • Produzir o Mapa Afetivo da Campina replicando a experiência realizada em 2019 no bairro da Cidade Velha, levantando marcos e personagens fora do eixo histórico hegemônico e mais sintonizados com os cotidianos comunitários e internos do bairro; •Criar versão IOS para o APP Circular, ampliado usuários e oferecendo atualização mais rápida.

Justificativa

O Projeto Circular Campina Cidade Velha completa 7 anos em 2020. A cada ano o projeto amplia o seu alcance, mas preserva a essência que orienta todas as suas ações: contribuir para a valorização do Centro Histórico de Belém e do seu Patrimônio material e imaterial. Em 2018, o Circular recebeu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN, o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, maior reconhecimento para projetos culturais no Brasil. O Projeto nasceu de uma iniciativa de alguns produtores culturais independentes, com a intenção de divulgar suas ações culturais nos bairros do Centro Histórico da cidade de Belém, gerando um ambiente que pudesse se contrapor à degradação das condições de habitabilidade e convivência que vinha se instalando nesses bairros. Desde 2014 quando iniciou, o Circular vem ganhando potência em suas ações o que apontou para a necessidade da organização de uma equipe gestora que garantisse a manutenção e a ordenação desse processo, diante das inúmeras adesões que fortaleceram sobremaneira o relacionamento afetivo com o território dos bairros históricos. Para tanto, iniciou-se um trabalho de captação de pequenos apoios a essas demandas que logo a seguir, exigiram um formato mais profissionalizado de gestão, de forma que fossem potencializados os resultados até então configurados - espaços culturais se habilitando no circuito, e público visitante crescente e dentro de um perfil de pessoas identificadas com as causas de preservação e valorização do patrimônio histórico e arquitetônico, assim como a de um turismo sustentável. A partir de então, e diante das possibilidades de mobilização de uma grande rede cultural e de articulação em favor dos potenciais do Centro Histórico de Belém se deu a transformação do movimento para o "status" de projeto, dessa forma ganhando perspectivas de longevidade que pudessem assumir metas e objetivos a médio e longo prazo, acessando aportes de recursos oficiais e com parcerias institucionais mais sólidas para o desenvolvimento dessas ações. Dessa forma nasceu o Projeto Circular Campina Cidade Velha, que hoje se apresenta com suas edições bimestrais de circuito cultural gratuito, onde participam mais de quarenta parceiros instalados nesses bairros, edições bimestrais da Revista Circular (publicação em plataforma digital tendo pautas relacionadas à valorização e divulgação do Patrimônio Histórico e Arquitetônico local) e um relacionamento ostensivo em site e redes sociais com o universo artístico e cultural da cidade (incisos I, II e IV do Art. 1º da Lei 8313/91 e Inciso II e III do Art. 3º). Em 2019, o Circular deu um passo importante na governança do Projeto. Foi criado o Conselho Consultivo com representantes da Rede Circular e também representações externas civis e institucionais. O Projeto Circular está vez mais atento às demandas que surgem sobre o Centro Histórico. A criação do Conselho veio ao encontro dessa necessidade. Cabe ao Conselho Consultivo contribuir com questões internas e externas, qualificar as decisões e, se for necessário, ajudar na gestão de crise, além de ampliar as vozes de diversos atores envolvidos com o Centro Histórico nas tomadas de decisões sobre o Projeto. Desde 2015 se credencia junto à Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal para captação de recursos do setor privado. Há quatro anos consecutivos recebe, através dessa chancela, o apoio financeiro de patrocinadores que vêm consolidando aporte de recursos ao projeto, diante dos bons resultados que o Circular vem apresentando como a mais importante iniciativa independente dentro do segmento cultural local. O Circular tem cumprido as metas de seu plano de gestão, elaborado ao início de seu percurso. O Projeto já realizou duas edições do Fórum Circular - Patrimônio, Cidadania e Sustentabilidade, recebidas com muito entusiasmo pela comunidade local, atraindo importantes parcerias institucionais como Universidade Federal do Pará e IPHAN. As duas edições do Fórum tiveram como principais objetivos abrir a discussão sobre as possibilidades de cultura, arte e preservação como vetores de desenvolvimento para o território do Centro Histórico de Belém e para toda a cidade. Além disso, abriram à comunidade a participação no planejamento de novas diretrizes do próprio projeto Circular enquanto representação coletiva. (inciso III do Art. 3º da Lei 8313/91). Para 2020, o Circular continua a investir na aproximação e diálogos com os públicos internos e externo. Estão programadas oficinas de arte, cultura, educação patrimonial e comunicação, além da edição do Mapa Afetivo da Campina. Para tal, investe na equipe de gestão cultural e de comunicação do projeto, e no trabalho de facilitadores que deverão conduzir as oficinas e mobilizar o ambiente local para outras possibilidades que se configurarem ao longo do processo de trabalho. Com esses patamares já alcançados e para a garantia da continuidade das ações, cresce a necessidade de aportes financeiros mais significativos, e considerando o perfil de independência do projeto e sua ocorrência no Norte do país, o Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Secretaria Especial da Cultura do Ministério da Cidadania é uma possibilidade real e concreta de captação de recursos para o Projeto Circular, que com seu currículo já consolidado com reconhecimento público e institucional, acredita-se concorrendo a uma parcela desses recursos disponibilizados pela isenção fiscal através da Lei de incentivo à Cultura do Governo Federal. Tenta-se, neste momento, garantir a atuação do Projeto Circular junto a essa comunidade do Centro Histórico de Belém, contribuindo para o fortalecimento de sua identidade e na estruturação de um ambiente artístico com mais e melhores oportunidades de sustentabilidade e que possa ser socializado coerentemente com toda a cidade e com seus visitantes, gerando cultura, cidadania e renda a seus moradores e empreendedores.

Estratégia de execução

O objetivo inicial de singularizar os bairros do Centro Histórico acaba sendo promotor do dinamismo econômico local, contribuindo para o desenvolvimento institucional, econômico, turístico e urbano de Belém. A economia da cultura está presente na Rede Circular, são aproximadamente 50 parceiros que envolvem, em média, 6 pessoas nas atividades de cada espaço e comercializam produtos diversos, atraindo público que durante horas circulam nos bairros do Centro Histórico. Produzir cultura também é atividade econômica; criatividade, arte e cultura são vetores que aquecem a economia local e geram emprego e renda. Diretamente o Projeto Circular envolve a cada domingo de circuito artístico cultural aproximadamente 25 pessoas entre equipe gestora e prestadores de serviços do projeto em todas as ações, além de abrir espaço para estagiários dos cursos de turismo no Fórum Circular e também nos já reconhecidos roteiros geo-turísticos dos cursos de Geografia e Turismo da UFPa. A cada ano é possível observar novos pequenos empreendimentos que estão sendo abertos nos bairros em decorrência das ações do Circular e o crescimento de outros que já atuavam no Centro Histórico, essa rede de pequenos negócios envolve famílias residentes há muitos anos, novos moradores, atividades correlatas ao movimento do Centro Histórico que ajudam a formar e multiplicar público ampliando o valor cultural do projeto e os impactos econômicos que gera.

Especificação técnica

Circuitos culturais: 05 (cinco) edições de circuito cultural, cada uma delas acontecendo no primeiro domingo de cada bimestre, com a previsão de participação de aproximadamente 50 (cinquenta) parceiros culturais que atuam nos bairros do Centro Histórico de Belém e que oferecem programações culturais gratuitas ou a preços simbólicos a todas as faixas etárias de público. São o produto principal do projeto e suas datas são divulgadas ao início do ano, de forma que parceiros e visitantes possam se programar. Há dentro do corpo da programação, uma grande diversidade de atividades que acontecem em espaços de exposição, gastronomia, música, teatro adulto e infantil, oficinas, contação de histórias, yoga, bazar, espaços colaborativos de arte e moda, ações voluntárias de organizações socioculturais, e outros mais. Sempre renovados a cada edição do Circular. Mobilizam um público presencial em torno de 5 mil pessoas a cada edição. III Fórum Circular: é um espaço proposto pelo Projeto Circular desde 2018, para participação social na construção de políticas públicas para o Centro Histórico de Belém. Apresenta Mesas de debate, palestras , oficinas e grupos de trabalho onde diversas vozes - poder público, comunidade artística, moradores, sociedade civil organizada, universidades - podem expor e contribuir com as demandas do presente e elaborar o pensamento para o futuro desse Centro Histórico, tombado como conjunto urbanístico pelo IPHAN, desde 2012. Estimativa público de 300 pessoas. Oficinas e rodas de conversa: Para 2020, estão programadas 08 (oito) oficinas de cultura, arte e comunicação focadas em sensibilização, educação patrimonial. Duas delas são direcionadas à capacitação de grupos dos bairros envolvidos para a criação de jornais de bairro como ferramentas de aproximação e relacionamento comunitário. Estão propostas com carga horária em torno de 12 horas cada uma e com capacidade de até 30 (trinta) participantes. Gratuitas e com a intenção de acontecerem em equipamentos dos próprios bairros ou em espaços disponibilizados pelos moradores. Mapa Afetivo da Campina: replicar no bairro da Campina, a experiência realizada em 2019 no bairro da Cidade Velha, levantando marcos e personagens fora do eixo histórico hegemônico e mais sintonizados com os cotidianos comunitários e internos do bairro. Equipe multidisciplinar com pesquisadores dos segmentos de história, antropologia, geografia e afins conduzirão os levantamentos e entrevistas. Como produtos da ação seráo construídos mapas impressos e digitais e a publicação de 1 (um) mil exemplares de livro com os depoimentos. Revista Digital: é um produto do Projeto Circular que deu a densidade inicial necessária para que o mesmo ultrapassasse o estágio de simples evento. Tem sido realizada com uma pequena equipe e sob a orientação de um conselho editorial, com resultados de excelência em seus conteúdos. Em 2020, continuará sendo impulsionada para alcançar uma rede cada vez mais expandida de leitores. Edição de 3 (três) números da na versão on line e 1 (um) número na versão impressa com tiragem de mil cópias com distribuição prioritária para bibliotecas e centros comunitários da cidade. Documentário transmídia : produzir documentário com pluralidade de vozes sobre o Centro Histórico de Belém, o documentário aposta na narrativa com elementos offline (cinema e tv) e online (redes sociais) utilizando formatos, meios, plataformas e linguagens diferentes dando vazão à memória discursiva dos moradores, eles serão co-autores do documentário, o olhar de quem mora no Centro Histórico ganha espaço nesse roteiro coletivo. Introduzir desde a concepção criativa do documentário os conceitos de interatividade e engajamento que estão fortemente presentes na linguagem digital; Contrapartidas Sociais - Palestras para estudantes e professores da rede pública de educação sobre memória e patrimônio público, a ideia é realizar palestras nas escolas e também em espaços abertos, caminhando com os estudantes e professores da rede pública pelo centro Histórico de Belém tendo como palestrantes um historiador e um arquiteto a cada edição. Oficinas sobre comunicação popular e audiovisual para alunos e professores da rede pública, açao será realizada nas escolas. Estimativa que o projeto alcance 2 (dois) mil alunos e professores nessa atividade.

Acessibilidade

Muitas das atividades culturais nas edições do Circular são realizados em espaços públicos como praças e ruas dos bairros que já contam com estruturas de acessibilidade física (corrimões, rampas, banheiros adaptados), mesmo assim a equipe gestora mantém permanente diálogo com os órgãos municipais e estaduais para todo apoio institucional de acessibilidade em áreas públicas de lazer, assim como a limpeza das praças e ruas. Esta é uma das finalidades do projeto, levar as necessidades públicas aos órgãos competentes. As pautas do Fórum Circular aprofundam os olhares sobre as necessidades e inclusão de todos. Os bairros do Centro Histórico são tombados e todas as adequações de acessibilidade precisam obedecer as normativas do órgão federal, desde a sua primeira edição, o Circular conta permanentemente com a parceria do Iphan. Os museus públicos parceiros - Museu do Estado do Pará, Museu Casa das Onze Janelas, Museu de Arte Sacra, Museu de Arte de Belém- assim como os cinemas e também muitos dos espaços culturais já possuem estrutura e equipamentos que garantem a acessibilidade. Acessibilidade física como corrimões, banheiros adaptados, assentos exclusivos para obesos, idosos está completamente garatida em todos esses espaços. A cada edição e entrada de um novo parceiro na Rede Circular a necessidade de ampliar espaços de convivência e circulação é reforçada como um compromisso de todos os integrantes da Rede. O Circular Campina Cidade Velha teve experiências inclusivas nos últimos anos com portadores de necessidade especiais facilitando a comunicação com os deficientes auditivos e visuais. O Roteiro Turístico desenvolvido pela Programa de Extensão da Faculdade de Geo-Turismo, parceiro do Circular, já tem inserido a linguagem de sinais em libras durante algumas edições desses roteiros. O Projeto conta também com a parceria do historiador Michel Pinho que tem dado a oportunidade aos deficientes visuais de participarem de forma acompanhada, de seus roteiros históricos que recebem a adesão de centenas de interessados nas visitas guiadas aos espaços do Centro Histórico. Fórum Circular 2020 também ampliará parceria com os Institutos Felipe Smaldone e José Alvares de Azevedo, que trabalham com pessoas que possuem limitação auditiva e deficientes visuais, respectivamente. O estímulo ao aprendizado e uso da bicicleta está dentro da programação regular das edições do Circular através da atuação dos parceiros Bike Anjo e Biketur Roteiro, crianças, jovens, adultos e até idosos circulam pelo Centro Histórico utilizando bicicletas ou são iniciados na prática do pedal. Outra demanda sempre urgente é o diálogo com os órgãos -municipal e estadual- de segurança pública. O Centro Histórico de Belém também sofre com os impactos da violência urbana. A gestão do Circular providencia sistematicamente ofícios solicitando reforço do policiamento a cada ação realizada. O Projeto é também parceiro junto com moradores, na gestão comunitária e construção de estratégias de policiamento para o Centro Histórico. Todas as cidades do mundo que apostaram em atividades culturais para a revitalização de áreas atingidas pela violência, tiveram retorno positivo. É vital o diálogo entre poder público, sociedade organizada e população para mudar os indicadores de criminalidade dos bairros históricos de Belém e o Circular é mais um ator nesse processo.

Democratização do acesso

Produção e veiculação gratuita da Revista Circular, em plataforma on-line, download gratuito, valorizando temáticas relacionadas ao Centro Histórico e à sua comunidade de moradores e empreendedores culturais (Inciso III do art. 21 da IN nº 04/2017); Todas as atividades desenvolvidas pelo projeto são gratuitas ou a preço simbólico; Os museus públicos nas edições do Circular estendem seu horário de funcionamento até às 17h. A parceria entre Circular e Sistema Integrado de Museus existe há 7 anos; Parceria com a Faculdade de Turismo da Ufpa através de projetos de extensão que participam ativamente das programaçôes do Circular; Maior inclusão de pessoas com deficiências visual e auditiva nas atividades, inclusive nas postagens das redes sociais e 3o Fórum Circular para 2020 concretizando parcerias com os Institutos Felipe Smaldone e Alvares de Azevedo; Diversidade na programação. A cada edição o Circular oferece democraticamente ao público uma programação gratuita e diversificada para crianças, jovens, adultos e idosos. Diversão, arte e cultura para toda a família: exibição de filmes, apresentações de teatro e música, oficinas de fotografia e desenho, exposições de arte, feiras de empreendedores, ciclos de conversas, passeios ciclísticos, contação de histórias, circuitos de visitação geoturístico. Quanto maior a diversidade, mais chance de ampliar o público. Parceiros do Projeto Circular como o Laboratório da Cidade, Coletivo Aparelho e Instituto Peabiru desenvolvem ações gratuitas para apropriações qualificadas dos espaços públicos com participação ativa de moradores e circulantes.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO GERAL: PAULO PINHO É doutor pela Universidade de São Paulo/ USP, formado no programa de Ciências Ambientais-PROCAM-trabalhando com Avaliação de Políticas Públicas em saneamento na Amazônia. Fez estágio de doutorado na Alemanha, na Universidade de Trier, campus Birkenfeld. Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Pará (1995), Mestrado em Engenharia Civil- área de concentração Engenharia Urbana pela Universidade Federal de São Carlos (1999) e especialização em engenharia do controle da poluição ambiental da Faculdade de Saúde Pública FSP/USP (2008) e treinamento em Automóvel e Meio Ambiente, em Tsukuba, no Japão (2004). Tem experiência na área de Gestão Ambiental, com ênfase em Resíduos Sólidos e Avaliação de Impacto Ambiental (54 projetos realizados). Tem um livro publicado, que está na segunda edição, e mais dois capítulos publicados em coletâneas de livros. Tem uma coluna sobre sustentabilidade na rádio CBN Amazônia, é sócio diretor da empresa ARETÊ, consultoria ambiental urbana e preside a Associação AMIGOS DE BELÉM com foco em açoes culturais e socioambientais. COORDENAÇÃO PROJETO: ADELAIDE OLIVEIRA Jornalista formada pela Universidade Federal do Pará desde 1998, MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas/Ideal, Mestre em Arte pela Faculdade de Artes Visuais - PPGARTE / Universidade Federal do Pará (2010). Integra o Conselho Consultivo do Projeto Circular Campina Cidade Velha. Durante 8 (oito) anos presidiu a Fundação de Radiodifusão do Pará (Funtelpa) TV, Rádio e Portal Cultura, neste período se destacam as ações de digitalização do sinal da TV Cultura em Belém, a expansão da Rede Cultura de Televisão, a entrega da nova sede das emissoras com estúdios novos e equipados, criação do canal no Youtube e a publicação do livro Catalendas; coordenou 3 (três) edições do projeto Terruá Pará, de difusão e circulação da música paraense, projeto finalista do Prêmio Bravo em 2011 e Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte em 2013. Shows apresentados em São Paulo, Belém, Santarém e Marabá. Experiência de docência na Faculdade de Comunicação da UFPa (2008-2010) e curso de Jornalismo da Estácio Fap (2009). Participações como produtora, atriz e figurinista em curtas metragens (Dias, Mulheres Choradeiras, Dezembro); direção, apresentação e/ou roteiro em documentários e programas televisivos há mais de 23 anos; experiência em criação de conteúdo digital. PRODUÇÃO EXECUTIVA: YORRANNA OLIVEIRA Jornalista cultural com sete anos de experiência em assessoria de imprensa, reportagem, edição, planejamento e produção de conteúdo. Formada em Comunicação Social, com Habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de EstudosAvançados do Pará - FAEPA, cursa Licenciatura em Letras-Língua Portuguesa, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA). Trabalhos em planejamento da comunicação e na produção de projetos culturais, como o "Arrastão da Pavulagem" um dos mais importantes folguedos da cultura popular da Região Norte brasileira e , recentemente, passou a integrar a equipe do Projeto Circular Campina Cidade Velha. COORDENAÇÃO DO FÓRUM CIRCULAR: DOROTÉA DE LIMA Amapaense, é Graduada em Arquitetura e Urbanismo com especialização em Avaliações Técnico Ambientais do Espaço Urbano pela Universidade Federal do Pará, aperfeiçoamento em Questões Emergentes no Campo da Preservação Cultural pela Universidade Federal da Bahia e IPHAN e Mestrado em Antropologia pelaUniversidade Federal do Pará. Iniciou a vida profissional na cidade de Macapá/Ap, na Secretaria de Obras onde foi diretora da área de Saneamento e Desenvolvimento Urbano e no Departamento de Turismo/Secretaria dePlanejamento. Ingressou no Iphan em 1989, onde coordenou o processo de reconhecimento como Patrimônio Cultural Brasileiro do Cirio de Nazaré (2004). Assumiu a Superintendência do IPHAN no Pará, no período 2015/2017, atuando para que também o Carimbó (2014) recebesse o título de Patrimônio Cultural Brasileiro e o Círio de Nazaré o título de Patrimônio da Humanidade pela Unesco (2013). Conduziu, pelo Iphan PA, o tombamento dos bairros Campina e Cidade Velha em Belém(2012). ASSESSORIA COMUNICAÇÃO: LUCIANA MEDEIROS Jornalismo: Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará, atua na área desde 1989. Trabalhou em jornal impresso, sendo editora do Caderno de cultura (Jorna Diário do Pará 1994-2002). Possui trabalhos de produção e direção também em televisão, com destaque ao Programa Cultura Pai D'Égua (Revista Cultural da TV Cultura do Pará 2003-2008). Tem vasta experiência emassessoria de imprensa para projetos culturais. Atualmente escreve o blog de jornalismo cultural "Holofote Virtual" (blogspot), criado em 2008. É Coordenadorade Comunicação do Projeto Circular há 10 edições. Produção Cultural: Pesquisa, consultoria e coordenadora de projetos na área cultural. Coordenadora e Produtora executiva no projeto da Série de animação "OsDinâmicos", aprovado no Edital Brasil de Todas as Telas (2014-2015. ANCINEPRODAV-8). É criadora e diretora do projeto "Mestre Vieira- 50 Anos de Guitarrada"- DVD e site oficial do artista (www.mestrevieira.com.br) Audiovisual: entre outros filmes, trabalhou como Assistente de Elenco no Longa "Araguaia- Conspiração do Silêncio" (Ronaldo Duque - 2002), Direção no Curta "Ribeirinhos do Asfalto" (Jorane Castro - 2009); fez Continuidade em "Matinta" (Fernando Segtowick- 2010) e na minissérie de Tv " Miguel, Miguel" (Roger Elarrat -2010); Direção de Produção em "Quem Vai levar Mariazinha Pra Passear?" (TV BRASIL- MINC- Curta Criança - Dir. André Mardock - 2010). Como Diretora realizou o Curta "Passe de Mestre, histórias de música e futebol" (doc 5 min/projeto Sonora Pará-FUNTELPA-2016) e o Longa "Coisa Maravilha" (doc. 90 min/2016-em lançamento). DESIGNER GRÁFICO: MÁRCIO ALVARENGACom mais de dez anos de experiência, especializou-se em design editorial, com destaque para livros nas áreas de fotografia e artes plásticas, produção gráfica e diagramação de jornais e revistas. Trabalha, ainda, como artefinalista e diretor de arte para produtos impressos e, mais recentemente, voltados para comunicação digital. Assina, também, as peças e produtos gráficos desenvolvidos no Projeto Circular Campina Cidade Velha.

Providência

Resposta à diligência (objeto) encaminhada via "solicitações" do SALIC e devidamente disponibilizada no sistema (aba "documentos anexados"). Aguarda análise por parte do corpo técnico.