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O presente projeto pretende dar continuidade à Camerata Sé, que foi criada e teve seus trabalhos iniciados no Pronac 182736, oferecendo ao público da cidade de São Paulo, concertos regulares e gratuitos de música erudita. Serão apresentações nos espaços internos da Catedral da Sé e apresentações itinerantes, além de ensaios abertos na Catedral da Sé.
Ampliação de acesso: Serão realizados, gratuitamente, ensaios abertos ao público, para difundir a música clássica e atrair interesse das pessoas Contrapartidas sociais: Visando contextualizar historicamente os concertos e formar e informar platéia e aprecioadores de música, serão realizadas 10 palestras com sessões de orientação ao público, apresentando histórias sobre a criação e autores das músicas clássicas. O público será composto de pelo menos 50% de professores e alunos de instituições públicas de ensino.
OBJETIVOS GERAIS O projeto visa a continuidade dos trabalhos da "Camerata Sé", iniciados no Pronac 182736, divulgando a literatura musical sacra, instrumental, orquestral e vocal (coral), além de obras consagradas da música clássica nacional e internacional, escritos ao longo dos últimos séculos. Esta vasta literatura musical representa patrimônio cultural da humanidade que serviu de inspiração à formação da "Camerata Sé" que também pretende dar continuidade à pesquisa de repertório e difusão da música clássica no entorno da Catedral da Sé através de ensaios abertos e concertos públicos gratuitos. Os ensaios abertos são medida de ampliação de acesso, conforme previsto no inciso V do art. 21 da IN n° 2/2019. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Serão 5 apresentações nos espaços internos da Catedral da Sé e 5 apresentações itinerantes, além de 10 ensaios abertos na Catedral da Sé. Total de 20 apresentações no ano de 2020. As apresentações e ensaios abertos ao público acontecerão no interior da Catedral em horário diferente do serviço litúrgico, confirmando a natureza artística e não religiosa do projeto, e em diversas salas de concerto da cidade de São Paulo. Serão realizadas 10 palestras como contrapartida social, na sala do coro da Catedral da Sé e/ou Bibliotecas Municipais, atendendo ao disposto no art. 22 da IN n° 2/2019 do Ministério da Cidadania, garantindo que 50% do quantitativo de beneficiários sejam estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
A solicitação de apoio ao projeto Camerata Sé 2020 junto ao Ministério da Cidadania, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 I contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; III desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações IV estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): IX fomento à produção cultural e artística, mediante: a- realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; X estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a- distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artístico O projeto ainda se justifica uma vez que a vasta literatura musical representa patrimônio cultural da humanidade, além de pretender ser um polo de pesquisa de repertório e difusão da música clássica no entorno da Catedral da Sé através de ensaios abertos e concertos públicos gratuitos. Através desse projeto atual pretende‐se atingir um público estimado de 1.000 a 3.000 pessoas de uma só vez, por concerto, o que é um número muito significativo do ponto de vista da popularização e do acesso massivo a um estilo musical considerado de "elite" e via de regra caro para a grande maioria da população da cidade de São Paulo, ficando restrito a uma minoria que consegue chegar até as salas tradicionais de concerto. Este projeto além de proporcionar a colaboração de parcelas da população na visualização das obras clássicas sacras, instrumentais e também vocais, visa trazer influências socioculturais características de nosso contexto nacional que também contribuem para o intercâmbio multicultural entre a população e o conteúdo veiculado.
As apresentações serão realizadas tanto no interior da Catedral da Sé, como em salas de concerto da cidade de São Paulo. As apresentações serão totalmente gratuitas e de fácil acesso ao público. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização, No entanto, desde já informamos que os novos profissionais seguirão a mesma temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto.
● ‐ As apresentações serão aos domingos e poderão ser realizadas tanto no interior da Catedral da Sé, ou em espaços públicos no Centro da cidade de São Paulo; ● ‐ As apresentações serão totalmente gratuitas e de fácil acesso ao público.
Acessibilidade Física: Em conformidade com o termo do art. 23 da Lei no 10.741, de 1° de outubro de 2003 e ABNT NBR 1 5599:2008, o proponente se compromete a proporcionar condições de acessibilidade a portadores de deficiências especiais e mobilidades reduzidas, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, nos locais de realização dos concertos que terão acesso ao público. O espaço é adaptado para receber cadeirantes com rampas, espaços adaptados para cadeiras de rodas, bem como o ambiente é adaptado para receber deficientes visuais (desde o palco até a plateia). Acessibilidade de conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo o art. 18 da Instrução Normativa n.º 2 de 2019 e as regras da ABNT NBR 1 5599:2008, todos os concertos, em atendimento à Lei 13.146 de 2015, serão legendados para que os deficientes auditivos possam assistir. Levando‐se em conta também todas as normas de segurança indispensáveis para garantir o conforto e a segurança de todos e, principalmente garantir o acesso aos portadores de necessidades especiais, conforme disciplina a legislação em vigor. Além destes, também teremos uma sessão especial com curtas metragens nacionais com tradução em libras e descrição das obras dos concertos por apresentador para atender ao público com necessidades especiais. Os produtos serão 100% acessíveis, inclusive os materiais de divulgação, que contarão com letras ampliadas, no limite das possibilidades técnicas.
Com o objetivo de incentivar a ida de todos às atrações culturais, o proponente realizará ensaios abertos como medida de democratização de acesso prevista pela Instrução Normativa n.º 2/2019 (V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;): ‐ Todas as sessões dos ensaios abertos serão totalmente gratuitas e de fácil acesso ao público.
COMUNIDADE CORAL LUTHER KING - Realizadora e produtora executiva: 50 anos de atividade, ajudou a construir a história da música instrumental e coral paulistana, paulista e brasileira. Sua experiência na realização de projetos ligados à música instrumental e ao canto coral é vasta e profícua nas áreas de formação musical, fomento de atividades de inclusão social, latino-americanas e mundiais de obras da literatura instrumental e coral nacional e mundial, realizou intercâmbio artístico, social, musical e humano com associações culturais de vários países. Trabalhando com uma equipe multidisciplinar, com ênfase na descentralização, fez chegar aos bairros periféricos da cidade através de seus projetos de formação de orquestras, ameratas e grupos corais, repertório de música clássica europeia e mundial assim como, música africana, latino-americana, indígena e música popular brasileira, trabalhando sonoridades e vocalidades diversas em seus respectivos projetos, musicalizando e propiciando experiência artística através da prática instrumental e coral. A arte e a música são bens da humanidade e instrumento de sensibilização na sociedade. Essa a nossa missão. Cantar a música de todos os tempos. De todos os povos. Em todos os lugares. Sira Milani – soprano Inicia em 1994 integrando o Coro Luther King de São Paulo. Começa os estudos de canto lírico com a profª. Leila Farah. Desde 1995 trabalha na área de canto coral, integrando os grupos musicais da Rede Cultural Luther King de São Paulo, atuou como chefe de naipe, assistente musical, orientadora de técnica vocal. 1995 ingressa no Curso de Canto Lírico da EMMSP. 1996 começa seus estudos de canto na Italia. 1997 participa da tournée italiana do Coro Cantosospeso de Milão, realizando concertos e intensa atividade de intercâmbio musical, cultural e humano. 2000 inicia atividades junto ao Fórum Coral Mundial, como produtora, incentivadora cultural e coordenadora de atividades musicais ligadas ao canto coral. Atou como solista a convite do Maestro Stefano na execução da Fantasia Coral de Beethoven. Realiza atividades de imersão na tradição oral africana através de seminários. Coordena projetos de formação de grupos musicais, pesquisa de repertório, intercâmbio no Brasil e exterior. 2007 organiza a tournée italiana do Coro Luther King em Milão. Coordena concertos da Rede Cultural Luther King no Auditório Ibirapuera, Capela do Colégio Sion e na Cripta da Catedral da Sé e produz a Cantata Cênica Anne Frank. Atualmente desenvolve repertório com os artistas italianos. 2012 e 2018 organiza e produz uma centena de concertos nacionais e internacionais junto ao Coro Luther King de SP e à Rete Culturale Cantosospeso di Milano. Será remunerada pela rubrica produtor. Martinho Lutero Galati regente de orquestra e coro. Após concluir os estudos em Buenos Aires, fez Faculdade de História da USP. 1980 e 1988 fez especialização na Europa, estudando na Hungria e Itália. Importante etapa da sua formação foi período de estudos sob a orientação do compositor italiano Luigi Nono. 1970 funda o Coro Luther King em São Paulo, do qual é Diretor Artístico. 1987 funda a Rede Cultural Cantosospeso em Milão sendo o atual Diretor Artístico. De 1978 a 1984 vive na África pesquisando sobre a música tradicional a serviço da Unesco. Funda e dirige em Moçambique a Escola Nacional de Música, onde leciona regência e composição. 1988 recebe o prêmio André Segovia de regência em Santiago de Compostela -Espanha. Professor do Instituto de Musicologia de Milão, regente da Piccola Sinfonica di Milano e alterna a atividade de regente e compositor junto a importantes teatros da Itália, Alemanha e Suíça. É diretor artístico do Fórum Coral Europeu. Criador e diretor da Rede Cultural Luther King SP, Associação Cultural Tchova Xita Duma em Maputo e Coro Cantosospeso -Milão. Professor no Istituto di Musicologia di Milano. Diretor do Fórum Coral Mundial e Fórum Corale Europeo. Diretor artístico do Coral Paulistano do Teatro Municipal de SP, autor do livro Do gesto à gestão. Eleito presidente da Associação Brasileira de Regentes Corais para o mandato. Será remunerado pela rubrica maestro. Bruno Tripoli –violinista Estudou música em Milão. 1989 ganhou o II Prêmio Nacional para Jovens Solistas em Gênova. Colabora com orquestras na Itália e exterior. Interpreta papéis de ombro, solo e júri em concertos, recitais e eventos musicais. 2003 a 2006 fez papel de violino de ombro da Orquestra Filarmônica de Milão. 2004 interpretou L'Istoire du soldat de I. Stavinskij em Milão. Realiza atividades solo para a Associação G. Carissimi de Roma. 2008 convidado da Società dei Concerti di Milano no Conservatório de Milão. Participou das Orquestra Sinfônica do Teatro Coccia di Novara, Orquestra Sinfônica do Teatro G.Donizetti de Bergamo. Desde 2007 colabora regularmente com "Kammerorchester Arpeggione" de Hohenems -Áustria. Excursionou em grupos de câmara como solista na Europa, USA, América Latina, China e Israel. 2011 foi ombro e solista da Orquestra Sinfônica de Sanremo. 2012 o cd dos 44 duetos de Bartok e a sonata de Prokoviev para dois violinos emparelhados. Será remunerado pela rubrica solista. Letizia Roa -Violino Barroco: Estudou música no Conservatório Nacional de Música -Paraguai. Formada em Violino e Violino Barroco pelo Conservatório Dramático e Musical "Dr Carlos de Campos" de Tatuí-SP. Produziu: Orquestra Sinfônica Nacional do Paraguai; Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí; gravação CD Árias de Bravura; Conjunto de Música Antiga da USP; Orquestra Barroca da EMESP; I, II e III Encontro Internacional de Performance Histórica do Conservatório de Tatuí; I a V Encontro Internacional de Música Antiga da EMESP; IV Semana de Música Antiga da UFMG; Festival Internacional de Inverno de Campos de Jordão. Será remunerada pela rubrica de músico de base. Gianni Visoná - chefe de naipe: Aos oito anos de idade iniciou em São Paulo estudos de piano e acordeon, diplomando-se em 1967 pelo Conservatório Musical Carlos Gomes. Em 1983 recebeu o grau de Bacharel em Música pela Escola de Comunicações e Artes da USP, diplomando-se na classe do pianista e professor Amilcar Zani. Seus estudos de Violino e Viola tiveram a importante orientação de Alberto Jaffé e Paulo Bosisio. Participou de cursos de aperfeiçoamento com Max Rostal , Aldo Parisot e Sidney Hart e freqüentou Cursos de Férias em Teresópolis, Gramado e Campos do Jordão, com classes de Música de Câmara, Regência de Orquestra e Coral. De 1998 a 2000 frequentou o Curso de Interpretação Barroca ao Violino sob a orientação de Manfred Kremer, por ocasião dos Festivais de Curitiba. Foi integrante das seguintes orquestras :Sinfônica Juvenil do Estado de S. PauloCamerata Antiqua de CuritibaOrquestra Jazz SinfônicaOrquestra Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo (de 1983 até 2011).No Teatro Municipal atuou sob a direção de importantes maestros como Isaac Karabtchevsky, Aldo Ceccato, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Camargo Guarnieri, Sergio Magnani, Nicolau Figueiredo, David Machado, Tullio Collaciopo e Ira Levin, entre outros. Seu interesse especial pela música antiga e instrumentos de época o motivou a idealizar em 1998 o Ensemble Florilegium Musicum, um núcleo de instrumentistas dedicado à música barroca. Este grupo promoveu inúmeras apresentações executando obras de Bach, Haendel, Purcell, Pergolesi, Monteverdi, Vivaldi e Mozart, entre outros, nas séries de Projetos Especiais para o Museu do Teatro, Salão Nobre, Cine Olido e Biblioteca Mário de Andrade. A música popular também sempre fez parte de suas atividades. Atuou como pianista, violista e violinista em orquestras com várias formações instrumentais e estilos, tais como Big Bands, orquestras pop ou conjuntos menores, que se apresentaram com artistas renomados em festivais, televisão e estúdios de gravação. Teve o privilégio de atuar sob a batuta de renomados maestros e compositores tais como Sylvio Mazzuca, Júlio Medaglia, Cyro Pereira, Amilson Godoy, José Roberto Branco, Roberto Sion, Cristóvão Bastos, Jacques Morelembaum e Edmundo Villani. Em 1997 promoveu a criação de um quarteto de cordas, o Quarteto Orfeo, que dedicou-se a concertos e eventos de todos os gêneros, sendo o mais importante deles um projeto destinado a formação de público patrocinado pelo SESI de São Paulo. É constantemente convidado como instrumentista para integrar produções musicais de todos os gêneros, mantendo atividade intensa como produtor musical, arranjador e criador de trilhas institucionais. Desde 2011 atua junto ao Maestro Martinho Lutero Galati em um núcleo de aperfeiçoamento para jovens instrumentistas ligado à Rede Cultural Luther King, sendo integrante da Camerata Paulistana nas produções da Rede. Cidadão italiano, atualmente reside parte do ano em Berlim, onde se dedica à ampliação e continuidade de suas atividades. Será remunerado pela rubrica chef de naipe. João Guilherme de Figueiredo - músico instrumentista: Iniciou seus estudos de música ao violino com doze anos de idade na cidade de Petrópolis/RJ e aos quinze no violoncelo com Atelisa de Sales, Alceu Reis, David Chew e Marcio Mallard no Rio de Janeiro. Aos 20 anos foi o primeiro violoncelista brasileiro a ingressar na classe de cello barroco do Conservatório Real de Haia ,Holanda, na sob a orientação do renomado violoncelista e gambista Jaap ter Linden. Iniciou seus estudos na música e instrumentos barrocos com a fundação do grupo" Solistas de Câmara" do Centro Cultural do Pró Música de Juiz de Fora , junto com o violinista barroco LuisOtávio Santos em 1988, que foi o primeiro na forma trio sonata com dois violinos e baixo contínuo . Junto ao mesmo Centro cultural deu aula como professor de violoncelo barroco nas 25 edições do festival do Pró - Música Também pesquisador das tradições clássicas do repertório do Oriente Médio e Índia e suas formas e improvisação com quartos de tom. Essas, mais suas influências na música Antiga européia,pesquisa realizada em conjunto a Tarab Foundation em São Paulo sob direção de Mario Afonso III . Participou como professor e concertista e maestro em diversos Festivais de Música em Universidades como UFPR , UFRG ,UFF ,UFRJ .Universidade de Santa Maria (RG) UFRG ,UNICAMP, USP.. e muitas outras ! Têm também grande experiência na música para teatro participando como violoncelista de varias produções teatrais no Rio e em São Paulo com atores do nível de Nathalia Timberg ,Pedro Cardoso Renata Sorrat , Cláudia Abreu participando de produções em vários SESCs ,Festival de Curitiba de Teatro e Gramado /RS. Atualmente viaja com a produção do espetáculo Be a Bach ,espetáculo infantil com músicas do grande Johan Sabastian Bach. Fez parte durante Dez anos do Núcleo de Música Antiga da EMESP /Tom Jobim sob coordenação de Luis Otávio Santos. Atualmente leciona desde 2011 do Conservatório de Tatuí no Interior de São Paulo,Onde atua como professor de violoncelo barroco e viola da gamba e regente do Ensemble de Performance Histórica do Conservatório de Tatuí. Em 15 de novembro de 2017 foi agraciado com a outorga do titulo Federal de comendador da" Ordem de Carlos Gomes" e em 13 de maio de 2018 a honraria da medalha de adido cultural das Forças Internacionais de Paz da O.N.U pela sua contribuição a cultura deste País. Será remunerado pela rubrica músico instrumentista. Renan Vitoriano - músico instrumentista: Nascido em 1989 Renan Vitoriano é oriundo de uma família de músicos amadores por parte de mãe. Aos 6 anos foi musicalizado por sua mãe que é professora de música, e por influência de seu pai começou a estudar violino na igreja, Congregação Cristã no Brasil. Demonstrando grande aptidão musical, aos 8 anos já fazia parte da Orquestra da igreja, que era dirigida pelo seu avô. Mas apenas aos 15 anos que Renan demonstrou interesse em seguir carreira como violinista, e começou a ter aulas particulares. Em seguida ingressou na antiga U.L.M (atual Emesp), lá teve aulas com professores como Laércio Sinhorelli Diniz e Mariah Virshnia. Na mesma época foi convidado pelo maestro Luciano Garcez para ser spalla da Camerata Jovem de São Bernardo do Campo, e iniciou aulas de regência, harmonia e história da música com o próprio maestro. Aos 17 anos Renan se apaixonou pelo violino barroco e a música antiga com interpretação historicamente orientada. Nesse segmento começou ter aulas com o violinista Paulo Henes (spalla e diretor da Orquestra Arte Barroca), depois de um ano como aluno, Paulo o convidou para fazer parte da Orquestra. E lá permaneceu por 7 anos, gravou 3 cd's com a Orquestra, participou de festival e montagens de ópera e também atuou como solista por diversas vezes. Buscando sempre boas referências, Renan foi aluno de Betina Stegmann e Luis Otavio Santos (violino barroco), Davi Graton e atualmente de Emmanuele Baldini. Em 2014 foi convidado para ser Spalla da Orquestra Filarmônica SENAI São Paulo por mostrar um bom trabalho como Spalla da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos. Foi Concertino da Orquestra Filarmônica de São Caetano do Sul. Em 2016 ganhou menção honrosa no concurso Jovens Solistas da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos, em 2017 foi um dos vencedores do concurso. Em 2018 recebeu o convite do Maestro Emiliano Patarra para dirigir e solar um programa todo dedicado ao barroco à frente da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos. E atualmente toca na Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo, Spalla da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e Spalla da Orquestra Filarmônica Senai SP. Será remunerado pelo item músico instrumentista. A COMUNIDADE CORAL LUTHER KING é a responsável pela gerência administrativa / técnico-financeira e por todo poder decisório do projeto. Ressalta-se que a ficha técnica poderá ser alterada, seguindo a temática do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.