| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 03532447000108 | Itamarati Norte S/A Agropecuária | 1900-01-01 | R$ 749,6 mil |
| 21109697000103 | Companhia de Cimento Campeao Alvorada - Cca | 1900-01-01 | R$ 529,6 mil |
| 07957149000102 | Companhia Nacional de Cimento - CNC | 1900-01-01 | R$ 393,3 mil |
| 12616864000111 | COMPANHIA DE CIMENTO DA PARAIBA - CCP | 1900-01-01 | R$ 247,4 mil |
| 28000107000159 | ONCOLOGISTAS ASSOCIADOS SERVIÇOS MÉDICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 08921588000128 | NEOH MEMORIAL - NUCLEO ESPECIALIZADO EM ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA LTDA - EPP | 1900-01-01 | R$ 60,0 mil |
| 03989821000190 | ACREDITAR ONCOLOGIA S.A | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 29259736000403 | Medise Medicina Diagnóstica e Serviços SA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 30145502000171 | Hospital Fluminense S.A. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 31635857000101 | Hospitais Integradas da Gávea S.A. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| ***000600** | MARCUS DARCI RUTSATZ | 1900-01-01 | R$ 3,7 mil |
O Plano anual do Instituto Ricardo Brennand- 2020 engloba a continuidade das exposições, cursos, palestras e apresentações artísticas do museu, bem como a execução de novas ações pedagógicas e culturais, visando a ampliação dos públicos e a democratização do acesso. A programação prevê ações educativas, de pesquisa, artísticas; aprimorando a fruição e oferecendo maiores possibilidades de integração dos visitantes aos espaços do Instituto. Para uma melhor execução do nosso plano anual, dividimos as ações nas áreas: Estrutural; pesquisa; educativo; e eventos culturais.
PROJETOS EDUCATIVOS Palestra de FORMAÇÃO DE PROFESSORES das redes pública e privada, no começo de cada semestre letivo, principalmente os da área de artes e história, para fornecer informações sobre o acervo do museu e as exposições temporárias do ano em questão. Dos 300 professores atendidos, 200 são da rede pública e 100 da rede privada; porém o acesso de todos é gratuito. EVENTOS ARTÍSTICOS/CULTURAIS Semana de Museus Evento anual, a Semana acontece em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio) e tem como propósito mobilizar os museus brasileiros a partir de um esforço de concentração de suas programações em torno de um mesmo tema. Em parceria com uma produtora associada, vamos acolher na programação da Semana dos Museus, o FIM- Festival Internacional de Mágica, promovendo apresentações de ilusionistas nos espaços do museu, além de conferências, oficinas, e feira de produtos deste segmento. Durante esta semana, acontece também um Encontro Literário, onde há debate sobre obras e escritores consagrados. Primavera dos Museus Integrando a agenda anual do Ibram, a Primavera dos Museus acontece sempre no início da primavera (23 de setembro) e nos mesmos moldes da Semana Nacional de Museus, cujo propósito é mobilizar os museus brasileiros a partir de um esforço de concertação de suas programações em torno de um mesmo tema. Durante esta semana, acontece também um Encontro Literário, onde há debate sobre obras e escritores consagrados. Dia das crianças Voltado para o público infanto juvenil em homenagem ao Dia das Crianças, neste dia será realizado uma versão pocket do FIM- Festival Interacional de Mágica, dentro do Festival de Arte Medieval. PROJETOS PESQUISA_ CURSOS DE EXTENSÃO FORMAS DO OLHAR- O curso em formato de extensão propõe apresentar os principais temas encontrados no atual debate filosófico sobre a arte, problematizando, com diferentes nuances, a própria questão do que é a arte e seu lugar hoje na sociedade, como também ampliando a reflexão sobre a dimensão estética para além da arte.A arte é perigosa ou inócua? Ainda faz sentido falar em beleza na arte? Qual o papel da arte, se é que existe algum? Tais questões orientam a reflexão filosófica desde a reflexão platônica sobre o lugar da arte na polis e relações como poesia e filosofia, arte e verdade e sobre o papel pedagógico da arte. Já no século XX, tendo como um dos desdobramentos a provocação sobre o próprio alcance da filosofia na reflexão sobre a arte, filósofos como Theodor Adorno, Arthur Danto e Jacques Rancière voltam a discutir temas como o conteúdo conceitual da arte, a tensão entre estética e conceito, e o lugar da arte no espaço público – problematizando, com diferentes nuances, aspectos fronteiriços da estética e ampliando a reflexão sobre a dimensão estética para além da arte. PARA LER- O curso em formato de extensão "PARA LER", que se propõe a refletir e explicar uma obra, um autor, um pensamento ou uma escola que marcou época seja na filosofia, na sociologia, na antropologia ou na história. Atualmente o Instituto tem trazido intelectuais do Brasil e do mundo para refletir e problematizar obras de grandes pensadores. A equipe de pesquisa do museus, vai escolher o tema e o convidado de 2010 logo no início do ano.
OBJETIVO GERAL Manter a estrutura do museu, implementando melhorias e aprimorando os recursos de acessibilidade; para dar continuidade a programação de exposições, cursos, palestras, apresentações artísticas, e executar também novas ações pedagógicas e culturais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Promover o curso de extensão "FORMAS DO OLHAR", trabalhando uma linguagem específica da arte, a partir de perspectivas da filosofia, da teoria da arte e da história da arte. Na edição de 2020, serão oferecidas 120 vagas, preferencialmente para professores e especialistas em arte, história e filosofia da região Nordeste. Trinta por certo (30%) deste total será oferecido a estudantes (graduação e pós graduação) das redes pública e privada, que terão bolsa integral. - Promover o curso de extensão "PARA LER", que se propõe a refletir e explicar uma obra, um autor, um pensamento ou uma escola que marcou época seja na filosofia, na sociologia, na antropologia ou na história. Atualmente o Instituto tem trazido intelectuais do Brasil e do mundo para refletir e problematizar obras de grandes pensadores. Na edição de 2020, vamos trazer o renomado historiador italiano Giorgio Agambem, para reflexões e análises sobre alguns conceitos fundamentais no seu próprio trabalho. - Formar plateia infanto-juvenil para o museu, realizando dez edições mensais do projeto "PEÇA A PEÇA", atendendo 100 estudantes de escolas públicas e privadas em cada mês, totaLizando 1000 (50% da rede pública) particpantes durante o ano de 2020, com o intuito de provocar no público um olhar crítico sobre o acervo do museu e sobre a obra de arte em geral. A atividade é gratuita para todos os estudantes. A cada edição mensal, o Peça a Peça promove diálogos sobre um tema específico a partir de uma obra previamente escolhida pelo público, dentre três selecionadas pela equipe do IRB e divulgadas por meio de enquete nas redes sociais e na recepção do museu. A programação inclui "bate-papo" sobre a obra no auditório do IRB e visita mediada com intervenções artísticas ao espaço expositivo no qual o item está em exibição, facilitando a compreensão do contexto artístico, histórico e social relacionado à obra. - Realizar um curso de FORMAÇÃO DE PROFESSORES das redes pública e privada, no começo de cada semestre letivo, principalmente os da área de artes e história, para fornecer informações sobre o acervo do museu e as exposições temporárias do ano em questão. Dos 300 professores atendidos, 200 são da rede pública e 100 da rede privada; porém o acesso de todos é gratuito. - Aproximar o museu da comunidade do entorno, através do projeto de formação de plateia PONTES, que visa fortalecer o IRB como espaço de diálogo também dos grupos de moradores, estudantes e idosos sobretudo, criando uma relação de pertencimento. O projeto pode ter formatos diferentes em cada edição, seja com escolas, ONG's ou grupos comunitários do bairro da Várzea. No ano de 2020, vamos realizar uma edição do projeto PONTES, atendendo um grupo de 50 pessoas da comunidade, com acesso gratuito ao museu no dia agendado para a visitação mediada. - Realizar o projeto CIME (Cinema, Museu e Educação), que associa uma produção audiovisual com o acervo do museu. A partir de um tema previamente escolhido pelo educativo, realiza-se uma visita à exposição que destaca uma peça ou setor do museu; em seguida, o filme, geralmente um curta metragem pernambucano, é exibido; e ocorre um debate. O programa acontece uma vez por mês (durante dez meses), atendendo 100 pessoas a cada edição, sendo 50% do total destinado a estudantes e professores de escolas e universidades públicas. A atividade é gratuita para todos os participantes. - Realizar a Semana dos Museus, que acontece em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18 de maio) e tem como propósito mobilizar os museus brasileiros a partir de um esforço de concentração de suas programações em torno de um mesmo tema. - Promover apresentações culturais no Dia das crianças, voltadas para o público infantil e também para os adultos. Neste ano de 2020, em parceria com uma produtora associada, vamos acolher na programação uma verzão pocket do FIM- Festival Internacional de Mágica, inserido num Festival de Arte Medieval, promovendo apresentações de ilusionistas nos espaços do museu. - Realizar o evento PRIMAVERA DOS MUSEUS, integrando a agenda anual do Ibram, acontece sempre no início da primavera (23 de setembro) e nos mesmos moldes da Semana Nacional de Museus, cujo propósito é mobilizar os museus brasileiros a partir de um esforço de concertação de suas programações em torno de um mesmo tema.
O Instituto Ricardo Brennand- IRB- é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular do industrial pernambucano Ricardo Coimbra de Almeida Brennand. A história de criação do IRB, porém, começa muito antes, na época da infância do seu fundador. "Ainda criança, ganhei um canivete do meu pai. O que seria um brinquedo para qualquer menino de minha idade veio a despertar em mim uma vocação de colecionador"- conta Ricardo Brennand, que passou a reunir, de forma apaixonada, os mais diferentes exemplares de armas brancas, produzidos por exímios artesãos, todos ligados diretamente à história do Ocidente e do Oriente. E assim se iniciava a jornada de um dos maiores colecionadores da região, que muitos anos depois conseguiu realizar o sonho de construir um castelo para abrigar seu acervo, e para dividir com o público, a contemplação e a vivência da sua coleção. A memória é a própria identidade em ação e assim também funcionam as memórias das instituições culturais, sempre num embate entre o esquecer e o lembrar, o dizer e o silenciar, o visível e o invisível... O filósofo e historiador Paul Ricoeur já dizia que a conservação de si através do tempo implica a interdição do esquecimento. Não satisfazer os caprichos da memória é expor-se ao risco do próprio esquecimento. Desta maneira, o Instituto Ricardo Brennand nasceu a partir do desejo de perpetuação da memória de uma coleção constituída pelo colecionador Ricardo Brennand ao longo de mais de 75 anos. Localizado nas terras do antigo engenho São João, no bairro da Várzea, em Recife, o IRB ocupa uma área de 77.603 m² cercada por uma reserva de mata atlântica preservada. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos. Tem como missão a preservação, a difusão e o acesso à cultura e herança material e imaterial, visando a promoção do capital humano e cultural; estimulando assim a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, como indica o inciso VIII do Artigo 1º da Lei 8313/91. Ao longo dos seus 17 anos de trajetória tornou-se referência nacional como espaço cultural. Com mais de 50.000 peças entre pinturas, esculturas, armarias, livros e objetos, com destaque para as coleções do pintor Frans Post, o primeiro paisagista das américas e a coleção dos pintores viajantes do Oitocentos Brasileiro, o instituto é considerado um dos mais importantes equipamentos culturais de Pernambuco, tendo em 2016 recebido a comenda da Ordem do Mérito Cultural (MinC) e por três anos (2014, 2015 e 2017) considerado pelo site de turismo Trip Advisor o melhor museu da América do Sul. Em 2017, foi uma das três instituições brasileiras selcionadas pelo Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage, criado pela Fundação Cultural Montblanc para homenagear os patronos das artes atuais e seus projetos culturais, sendo o único representante da região Nordeste nesta importante premiação. O IRB abriga um relevante acervo memorial do país contribuindo com um sério trabalho de Arte/Educação e Educação Patrimonial. Promove exposições nacionais e internacionais, publicações periódicas, formação de plateia (cursos, palestras, oficinas e visitas mediadas), conservação e restauro, além de empréstimo de obras para mostras, a exemplo da 23ª Europália na Bélgica. Dentre suas exposições, destacam-se: "Albert Eckhout volta ao Brasil 1644/2002", que inaugurou a pinacoteca no ano de 2002, recebendo mais de 160 mil (cento e sessenta mil) visitantes; e a exposição permanente de "Frans Post e o Brasil Holandês", aberta desde 2003, reunindo um conjunto inédito, que corresponde a 10% das obras do artista. Aberto ao público de terça a domingo, o IRB oferece visitas monitoradas para favorecer uma série de canais de reflexão e de informações, contribuindo para que o público possa aumentar o conhecimento e o interesse pela arte; facilitando a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (como determina o inciso I do Artigo 1º da Lei 83113/91. A visitação atende grupos de: escolas - da educação infantil ao ensino médio; instituições de ensino superior, grupos de terceira idade, grupos ligados a organizações não-governamentais, além da população em geral. Desde a sua fundação, o Instituto Ricardo Brennand- IRB- aplica uma política de democratização de acesso, oferecendo entrada gratuita a toda à população na última terça-feira do mês (com exceção dos meses de janeiro, julho e dezembro). Tem acesso gratuito diário, bastando apresentar documento de identificação comprobatório: crianças até 07 anos de idade, membros do ICOM, taxistas e guias de turismo, que estiverem acompanhando grupos de visitantes. No ano de 2017, dos 178.601 visitantes, 40.582 tiveram acesso gratuito (cerca de 22%); e, neste ano de 2018, contabilizamos 17.980 gratuidades das 82 mil pessoas que estiveram presentes até o mês de julho no museu. Desta forma,o IRB corrobora com os objetivos do inciso II do Artigo 3º da Lei 8313/91, contribuindo com a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, por meio de sua programação anual, que contém diversas ações educativas, de pesquisa e artísticas. Tudo isso, guiados pelo desejo de universalizar o acesso à arte. Mas para manter uma estrutura do porte do Instituto Ricardo Brennand, os custos são multo altos, e fica inviável aumentar o percentual de gratuidade, sem patrocínio ou incentivo. É neste sentido, que o mecanismo de mecenato via isenção fiscal aparece como uma estratégia fundamental para podermos manter e até aumentar as ações gratuitas e de formação de plateia do museu. A captação de recursos via Lei Rouanet pode trazer ao Instituto o atendimento a um número maior de estudantes, e também a possibilidade de investir em acessibilidade, com contratação de serviços de libras e audio descrição para boa parte das atividades educativas e culturais realizadas durante sua programação, além de implementação de sinalização em braille e a elaboração de um projeto de acessibilidade física para todos os espaços expositivos do museu. No contexto atual, o IRB, apesar de receber um grande número de visitantes, ainda não é uma insstituição auto sustentável. A renda gerada com a venda dos ingressos não é suficiente para a manutenção e melhorias nas instalações, adaptações de acessibilidade e realização das ações planejadas. O museu ainda depende parcialmente do financiamento do seu conselho diretor. A proposta é que por meio da aprovação e captação via Lei Rouanet, o Instituto Ricardo Brennand possa conquistar sua autonomia, sendo auto sustentável, e assim, podendo manter seu plano de democratização de acesso e sua rica programação artística e pedagógica durante todo o ano.
Durante o ano de 2020, o IRB espera receber entre 150 mil e 180 mil visitantes, mantendo a gratuidade total em toda última terça feira do mês, com execeção dos meses de janeiro, julho e dezembro. Atendendo entre 1.000 e 1.500 pessoas a cada terça feira gratuita. Em 2019, recebemos mais de 104 mil visitantes até agosto. PEÇA A PEÇA- 10 edições, atendendo 1000 estudantes. PONTES- 1 edição com um grupo da comunidade do entorno, atendendo uma média de 50 pessoas. CIME- 6 edições, contemplando 120 em cada, totalizando 720 participantes. FORMAÇÃO DE PROFESSORES- 300 professores, sendo 200 da rede pública e 100 da particular. PARA LER- curso de extensão, com 120 vagas. FORMAS DO OLHAR- curso de extensão, com 120 vagas. SEMANA DOS MUSEUS/PRIMAVERA DOS MUSEUS- cada evento dura 5 dias, com diversas atividades na programação e acessíveis para todos os visitantes do museu. FESTIVAL ARTE MEDIEVAL- apresentações de mágica, música e diversos jogos e atividades voltadas para as crianças, atendendo 1000 pessoas no Dia das Crianças.
Em relação à acessibilidade física, o Instituto Ricardo Brennand dispõe de rampas de acesso para cadeirantes em todos os seus espaços, dispõe também de duas (2) cadeiras de rodas. Um dos banheiros está equipado de acordo com as necessidades de pessoas cadeirantes, com maçanetas tipo alavanca, torneiras de pressão, barras de apoio e portas com 80cm de largura. O auditório do IRB, com capacidade máxima de 120 pessoas, é equipado com elevador hidráulico, além de rampas de acesso à plateia. Em 2020, iremos contratar um profissional com deficiência física (cadeirante) e experiência em museologia, para dar consultoria e formação à equipe interna do Museu, com finalidade de elaborar um projeto completo de acessibilidade física para o IRB. Existe um intérprete em libras sempre disponível para atender e acompanhar os visitantes surdos em todos os espaços expositos do museu. Também em relação à acessibilidade de conteúdo, na exposição permanente Brasil Holandês, de Frans Post, disponibilizamos a transcrição em linguagem braille de três quadros. Para este ano de 2020, vamos concluir o processo de sinalização em braille de pelo menos 20% das peças em exposição. Dos projetos de formação de plateia programados, dois irão contar com recursos de acessibilidade comunicacional: - No Peça a Peça, haverá duas edições com acompanhamento de intérprete em libras, para atender surdos. O Peça a peça promove diálogos sobre um tema específico a partir de uma obra previamente escolhida pelo público, dentre três selecionadas pela equipe do IRB e divulgadas por meio de enquete nas redes sociais e na recepção do museu. A programação inclui “bate-papo” sobre a obra no auditório do IRB e visita mediada com intervenções artísticas ao espaço expositivo no qual o item está em exibição. - No CIME, teremos uma edição com o filme curta metragem com a presença de um intérprete em libras. CIME é um projeto que associa uma produção audiovisual com o acervo do museu. A partir de um tema previamente escolhido pelo educativo, realiza-se uma visita à exposição que destaca uma peça ou setor do museu; em seguida, o filme, geralmente um curta metragem pernambucano, é exibido; e ocorre um debate. O programa acontece uma vez por mês (durante seis meses), e se fundamenta sobre os pilares do entretenimento educativo com o intuito de promover o capital cultural e trabalhar no resgate social de populações em situação de vulnerabilidade, no entorno do museu, através de seu desdobramento, o CIME na praça As três ações serão registradas em vídeos, e trechos serão disponibilizados posteriormente no site do IRB, com legendas em português para tornar o conteúdo acessível aos surdos.
Desde a sua fundação no ano de 2002, o Instituto Ricardo Brennand- IRB- aplica uma política de democratização de acesso, oferecendo entrada gratuita a toda à população na última terça-feira do mês (com exceção dos meses de janeiro, julho e dezembro), mediante prévio agendamento no site da instituição. Tem acesso gratuito imediato, bastando apresentar documento de identificação comprobatório: crianças até 07 anos de idade, membros do ICOM, taxistas e guias de turismo, que estiverem acompanhando grupos de visitantes. No ano de 2017, dos 178.601 visitantes, 40.582 tiveram acesso gratuito (cerca de 22%); e, em 2018, contabilizamos 17.980 gratuidades das 82 mil pessoas que estiveram presentes até o mês de julho no IRB. A distribuição desses ingressos gratuitos é feita (Se enquadra no inciso I, do Artigo 21º da IN 02/2019) por meio de doação (além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20%) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; e com agendamento prévio realizado no site do IRB. Escolas e outras Instituições educacionais públicas, bem como associações e ONG’s de assistência social; também podem fazer a reserva dos ingressos por meio de encaminhamento de ofício a coordenação do instituto. Para ampliar aindar mais o acesso, vamos forncer durante todo o ano, 10 ônibus (Se enquadra no Inciso II, do Artigo 21º da IN 02/2019) para trazer os grupos de estudantes da rede público e/ou Ongs para virem visistar o IRB, beneficiando 500 pessoas. Nos cursos de extensão, “FORMAS DO OLHAR”, e “PARA LER”, realizados no auditório da instituição, com capacidade para 120 pessoas, destinamos 25% do total para bolsas (Como descreve o inciso VI, do artigo 21º da IN 02/2019) de estudo integrais, distribuídas para estudantes da rede pública ou privada, selecionados pelo departamento de ação educativa do IRB. O Curso de Extensão Para Ler é promovido anualmente. Foi iniciado em 2006 com uma série de debates sobre o pensamento de Michel Foucault e já realizou onze edições proporcionando o contato de alunos de graduação, mestrado, doutorado e professores da área das ciências humanas com intelectuais do Brasil e do mundo, para refletir e problematizar obras de grandes autores, períodos, correntes e escolas.O Formas do Olhar é um Curso de Extensão que problematiza o conceito de arte em seu mais amplo sentido. De caráter eminentemente sensível, a arte clama por um simples olhar desarmado, intuitivo. Mas ao mesmo tempo, insegura de si, pede o apoio da teoria na busca de seu prório sentido. A arte em geral e, as artes visuais em particular, têm sido ao longo do tempo objeto das mais diversas formas do olhar. A partir de perspectivas da filosofia, da teoria da arte e da história da arte o curso trabalha em cada edição uma linguagem específica da arte. O curso tem como público alvo professores e especialistas em arte, história e filosofia da região Nordeste. Além disso, temos um Festival de Arte Medieval, voltado para público infanto juvenil, enquadrado no Inciso VII do Artigo 21º da IN 02/2019.
Proponente/ Gestor Administrativo: Ricardo Coimbra de Almeida Brennand (Presidente do Instituto Ricardo Brennand): Engenheiro, empresário e colecionador pernambucano. Fundador do Instituto Ricardo Brennand. Atualmente em atividade no ramo de hidroelétricas e imóveis. Formou-se em engenharia pela Universidade Federal de Pernambuco (1949). É ele o responsável por coordenar e orientar as atividades do instituto, e promover a elaboração do plano anual, que sempre é submetido à Assembléia Geral do Conselho Gestor. Como gestor administrativo do projeto, Ricardo Brennand, é quem garante o cumprimento das deliberações, diligências e contratações necessárias para o desenvolvimento das atividades. Coordenação Geral: Nara Neves Pires Galvão - Antropóloga, Doutoranda em Antropologia (UFPE), com Mestrado (2017) também pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi bolsista Capes no período do mestrado. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco (2001). Produziu o documentário "Santos e Terreiros: o Candomblé em Pernambuco" em 2001. Atuou na análise de projetos culturais da Fundação de Cultura Cidade do Recife (Prefeitura da Cidade do Recife) - 2001-2002. Tem experiência na área de Gestão e Produção Cultural. Foi membro do Conselho Consultivo e é atualmente Coordenadora Geral do Instituto Ricardo Brennand, Recife-PE. Coordenou importantes exposições a exemplo de Frans Post e o Brasil Holandês, Michellangelo, Eliseu Visconti, Odorico Tavares, Botero: dores da Colômbia, Guararapes: sob o imaginário da fé, entre outras. Foi bolsista do programa de aperfeicoamento profissional da Fundação Rotária na área de museus e artes em 2005, no estado de Nova Iorque - EUA. Organizaou o I Colóquio Internacional sobre o Brasil Holandês: História, Memória e Patrimônio Compartilhado, bem como livro de mesmo nome. Ministrou palestras sobre Gestão da Cultura, Políticas Culturais e Perfil Curatorial do Instituto Ricardo Brennand para alunos do departamento de museologia e antropologia da Universidade Federal de Pernambuco entre outras atividades. Pesquisa e Documentação: Leonardo Dantas Silva - Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco. Conferencista no Brasil e no exterior, colaborador em diversas revistas e jornais, vem se firmando no ambito editorial e da pesquisa histórica, sendo responsável pela editoração e publicação de 377 títulos, pertinentes aos estudos sociais nas áreas do Norte e Nordeste do Brasil, 51 dos quais de sua autoria e/ou por ele organizados, no período compreendido entre 1975 e 2015. Criador da Fundação de Cultura Cidade do Recife (1979), ex-diretor da Editora Massangana da Fundação Joaquim Nabuco (1987-2003), sócio do Instituto Histórico, Artístico e Geográfico Brasileiro, membro efetivo do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco e Conselheiro e Coordenador de pesquisas do Instituto Ricardo Brennand. Pesquisa e Documentação: Hugo Coelho Vieira - Doutorando em História pela Universidade Federal de Pernambuco com bolsa pela CAPES com o Projeto de Pesquisa "Entre o lucro, a espada e a coroa: as relações e trajetórias da elite ibérica na circulação dos militares no Atlântico Sul, de 1630 a 1670". É professor de história com graduação em Licenciatura em História e Mestrado em História Social da Cultura Regional pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), onde desenvolveu o projeto: "O Teatro da Guerra e a Invenção do Brasil Holandês: o esforço das duas coroas na retomada pela capitania de Pernambuco, de 1630 a 1635". Pesquisador do Instituto Ricardo Brennand e membro do Grupo de Estudos em História Social e Cultural (GEHISC). Tem experiências na área de História, com ênfase em História da Colônia e do Império, com estudos específicos sobre o Brasil neerlandês trabalhando com os seguintes temas: Brasil Holandês; Guerra de Pernambuco; Guerra de Resistência; Período Filipino; Militares, Trem Militar, Arsenal de Guerra, Mediações Culturais e Pesquisa Histórica em Museus. Museologia: Clara Gomes Nunes dos Santos- Graduada em Museologia pela Universidade Federal de Pernambuco (2018). Atualmente é Museóloga e Coordenadora do Setor de Museologia, Conservação e Restauro do Instituto Ricardo Brennand. Cursa a Especialização em Museus, Identidades e Comunidades, pela Fundação Joaquim Nabuco. Atuou no desenvolvimento das atividades da Divisão de Estudos Museais e Ações Comunitárias e na Coordenação de Museologia no Museu do Homem do Nordeste (2017-2019). Exercendo atendimento aos pesquisadores, auxílio nas atividades ligadas ao desenvolvimento de exposições, documentação e conservação de acervo. Foi bolsista de iniciação científica PIBIC/UFPE/CNPq no projeto 'Estudo das coleções científicas da UFPE: conservação e descarte na segunda metade do século XX." Conservação e Restauro: Grifo Diagnóstico e preservação de bens culturais - Pérside Omena Ribeiro, Licenciada em Educação Artística, com Licenciatura Plena em Desenho, pela Universidade Federal de Pernambuco, tem formação, em nível de pós-graduação, pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis – Cecor/EBA/Universidade Federal de Minas Gerais – MG/Brasil e Análise Físico-química Aplicada à Conservação de Obras de Arte, no Instituto de Física da Universidade Politécnica de Milão – Itália. Desde 1982, coordena trabalhos na área de conservação/restauração de bens culturais móveis e integrados a monumentos através de instituições do Brasil, tais como: Fundação Centro de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda (Prefeitura de Olinda/ PE.), Fundação Nacional Pró-Memória - PRÒ-MEMÓRIA (atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN), Fundação Joaquim Nabuco – FUNDAJ e, atualmente, como sócia-diretora da Grifo Diagnóstico e Preservação de Bens Culturais Ltda., empresa privada, que desenvolve trabalhos nessa área há 15 anos, prestando serviços a instituições a níveis federal, estadual e municipal. Coordenação da Ação Educativa: Ruth de Fátima Gouveia Gabino- Pós-Graduada em História das Artes e das Religiões pela UFRPE (2003 – 2004); com graduação em Licenciatura em Educação Artística/ Habilitação em Artes Plásticas pela UFPE (1998 – 2002). Tem experiência profissional com educadora, tendo atuado no Museu do Estado de Pernambuco, de 2003 a 2006; e está no setor Educativo do Instituto Ricardo Brennand desde 2002. Bibliotecária: Aruza de Holanda Cavalcanti - formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com especialização em Documentação científca pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.