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PRONAC 194186Aguarda análise financeiraMecenato

Beija-flor - ano 3

Instituição Aparecido Savegnago
Solicitado
R$ 735,4 mil
Aprovado
R$ 735,4 mil
Captado
R$ 672,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
71322150000160SAVEGNAGO-SUPERMERCADOS LTDA1900-01-01R$ 670,1 mil
546513440001903 X PRODUTOS QUIMICOS LTDA1900-01-01R$ 2,0 mil

Eficiência de captação

91.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sertãozinho
Início
2020-02-03
Término

Resumo

O projeto Beija-flor _ ano 3 prevê a continuidade da oferta gratuita de cursos de formação artística para crianças e adolescentes, com faixa etária de 7 a 18 anos, promovidos pela Instituição Aparecido Savegnago, por meio dos projetos Elma (Pronac’s 1411407 e 1511019) e Beija-flor (Pronac’s 171397 e 182767). Prevê ainda a realização de apresentações musicais, como formas de difusão dotrabalho de formação, e palestras interativas, como formas de atender a contrapartida social.

Sinopse

1) Cada apresentação musical terá entre uma hora e uma hora e meia de duração e classificação indicativa livre. 2) A Instituição Aparecido Savegnago declara que as ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho instrumental / erudito.

Objetivos

- Oferecer cursos de violino com as seguintes quantidades de vagas: coletivo* I, com 16 vagas; coletivo II e III com 12 vagas cada um; (*os coletivos serão explicados no projeto pedagógico) - Oferecer cursos de viola com as seguintes quantidades de vagas: coletivo I, II e II com 4 vagas, cada um; - Oferecer cursos de violoncelo com as seguintes quantidades de vagas: coletivo I, II e III com 2 vagas, cada um; - Oferecer cursos de contrabaixo com as seguintes quantidades de vagas: coletivo I, II e III com 2 vagas cada um; - Oferecer também os seguintes cursos: clarinete com 6 vagas; flauta com 6 vagas; metais (trompete/trompa/trombone) com 6 vagas; saxofone com 4 vagas; percussão e/ou bateria com 8 vagas; violão com 6 vagas; - Oferecer um curso de dança (modalidades de balé e jazz), com 30 vagas, dividido em duas turmas; - Oferecer um curso de capacitação docente para os professores de música da Instituição Aparecido Savegnago e profissionais de outras instituições de ensino musical de Sertãozinho e região;- Oferecer um curso Ética e Cidadania para os alunos da instituição;- Realizar sete apresentações artísticas, de forma online, contando com a participação de alunos de instrumento, da orquestra, coro, grupos de teatro e artes plásticas;- Contratar seis grupos de música de Sertãozinho e região para apresentações, com transmissão ao vivo e online, a serem realizadas no anfiteatro da instituição;- Realizar, pelo menos, três palestras interativas sobre música instrumental erudita, voltadas para instituições públicas de educação, como formas de atender a contrapartida social.

Justificativa

O projeto Beija-flor _ ano 3 justifica-se por viabilizar a continuidade da formação artística que é oferecida pela Instituição Aparecido Savegnago, ampliada com os projetos Elma _ Escola Livre de Música e Artes (Pronac 1411407 e Pronac 1511019) e Beija-flor (Pronac 171397 e Pronac 182767). Diferentes fazeres artísticos foram oferecidos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, sobretudo, nas múltiplas facetas do ensino musical. Isso permitiu que a instituição cumprisse sua função de, ao promover o aprendizado das artes, provocasse transformações neste público-alvo, no sentido de ampliar seu repertório de conhecimento, garantir a conquista de sua autoestima, promover sua autonomia e empoderamento (tão caros hoje para a vivência em coletividade) e despertar seus interesses pelos bens culturais produzidos pela humanidade. Desse modo, as experiências dos quatro projetos, com apoio do mecanismo de incentivo fiscal do Governo Federal, foram bastante exitosas, com a promoção das artes e cultura, no interior de São Paulo. E é justamente sua continuidade que se busca com este novo projeto, que corresponderá plenamente ao que está estipulado e minimizará um pouco mais as lacunas de acesso à formação cultural existente na cidade. Por fim, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

No plano de distribuição, produto curso/oficina/estágio, chegou-se ao número informado contando as vagas dos cursos de música (100), curso de dança (30) e curso de capacitação para professores e profissionais externos (20). Aproveitamos para enfatizar, embora esteja explicitado no projeto pedagógico, que não colocamos a quantidade de vagas das disciplinas de prática de orquestra, canto-coral, artes plásticas e teoria musical, nem nos objetivos, nem no plano de distribuição, porque são disciplinas dos cursos de música, tendo que ser cursadas pelos alunos de música. Há uma exceção e outra nas artes plásticas, que pode apenas cursar esta disciplina. A proposta de trabalho dos Coletivos, sustentada pela metodologia Suzuki, tem possibilitado muitos bons encontros e trocas com outros grupos no país que também utilizam a metodologia. Por isso, em uma das apresentações a ser realizada, a instituição fará um convite para participação dos alunos de outras instituições do Estado de São Paulo, junto com seus alunos. A rubrica ‘Banda/Grupo nacional’ é destinada para auxiliar financeiramente a vinda deles.

Especificação técnica

Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino. 1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico. 2. Objetivos Específicos: a) Formar jovens artistas, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando, a longo prazo, a formação mais próxima possível de músicos profissionais (profissionalização); b) Propiciar o acesso à arte da música universal (inserção artístico-cultural); c) Contribuir para a formação educativa integral por meio da arte, com foco na formação de plateia (inserção social). 3. Justificativa: A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular, demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso à obra de arte, evitando assim o que o filósofo Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte “gratuito, mas facultativo” passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística. Das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação em artes como instrumento essencial para se atingir tais intenções. Assim sendo, a Instituição Aparecido Savegnago, via projeto Beija-flor, busca viabilizar um estudo completo e de excelência artística visando a inserção nas artes, a manutenção do talento já descoberto, capacitando para uma inserção mais precisa tanto naquilo que é chamado 'mercado de trabalho' quanto no universo artístico de modo geral, contribuindo assim para o crescimento artístico da cidade como um todo. 4. Carga Horária: É esperado que cada aluno matriculado participe das aulas abaixo, dispostas conforme tempo e desenvolvimento no projeto, de modo a compor uma formação artística a mais ampla possível: 4.1 – Alunos já experientes: a – aulas coletivas, em duplas e/ou individuais de instrumentos (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, saxofone, trompa, trompete, trombone, bateria e percussão) - 1 hora semanal; b – aulas coletivas de teoria musical – 1 hora semanal; c – aulas coletivas de prática de orquestra – 1 hora e meia semanal; d – aulas coletivas de canto-coral – 1 hora semanal; e – aulas coletivas de teatro – 1 hora semanal; f – aulas coletivas de artes plásticas – 1 hora semanal; Ao todo, é oferecido para cada aluno uma carga horária de seis horas e meia por semana. 4.2 – Alunos iniciantes ou pouco experientes: a – aulas coletivas de instrumento (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico e violão) – 1 hora semanal; b – aulas coletivas de teoria musical – 1 hora semanal; c – aulas coletivas de canto-coral – 1 hora semanal; d – aulas coletivas de teatro – 1 hora semanal; e – aulas coletivas de artes plásticas – 1 hora semanal Ao todo, é oferecido para cada aluno uma carga horária de cinco horas por semana. É desejado que todos os matriculados cumpram essas cargas horárias, embora, pela quantidade de atividades colocadas, nem todos consigam cumprir. Vale ressaltar que este formato para alunos iniciantes ou pouco experientes existe desde 2018, quando se optou por criar coletivos de aprendizagem para os cursos de cordas (Coletivo I, Coletivo II e Coletivo III), a partir dos conhecimentos oriundos da metodologia Suzuki. Para tais alunos, é possível vivenciar os instrumentos mencionados de modo a fazer uma escolha mais acertada e futura de sua real preferência, sem ter que fazer isso logo no momento da matrícula - como acontecia antes Particularmente, um desses coletivos, denominado de laboratório, que é voltado para alunos sem nenhuma experiência com música, acolhe toda demanda por vaga recebida pela instituição em qualquer momento do ano, oferecendo as bases para o aprendizado musical. O curso de dança, voltado para ensino de balé e jazz, é novo na instituição e foi iniciado no ano de 2018. São duas turmas de alunos iniciantes, de duas horas em cada turma, sendo uma hora destinada para a prática do balé e uma hora para o jazz. Os alunos de dança não participam necessariamente dos cursos de música. 5. Público-alvo: Crianças e adolescentes que vivem em situação de alto risco, casos de alta complexidade em suas demandas sociais – devido a situações econômicas, materiais ou educacionais precárias. O foco é no atendimento ao público infanto-juvenil, pois se compreende que no caso específico da arte musical, a aptidão melhor atendida corresponde a faixa entre os 7 e os 14 anos. As idades menores que a idade de alfabetização são exceções abertas aos casos singulares de aptidão ou necessidades especiais. As idades maiores que 14 são admitidas como exceções quando o aluno já apresenta preparação musical anterior. Disso, tem-se uma projeção de atendimentos diretos por idade: 7 a 9 anos – 20%, 10 a 14 anos – 50% e 15 a 18 anos – 30%. 6. Metodologia e material didático: No intuito de contribuir para uma formação integral das crianças e adolescentes participantes, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico de qualidade quanto proporcionar uma educação complementar aos conteúdos da escola normal regular. A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas. Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas individuais, em dupla e coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevicic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet). É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original. A formação artística da Instituição Aparecido Savegnago envolve: a) Cursos de instrumento – a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens instrumentistas, aos quais são oferecidas as seguintes opções: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, saxofone, percussão, bateria, trompa, trompete, trombone e violão. b) Disciplina de canto-coral – elemento crucial na formação musical humana, as aulas de coral são indispensáveis dentre as disciplinas musicais oferecidas. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades a todos os participantes do projeto, como disciplina obrigatória, bem como servir como um veículo de socialização entre os alunos. c) Disciplina de teoria musical: funcionam não só como parte indispensável da formação do instrumentista, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos. d) Disciplina de prática de orquestra: buscam suprir necessidades fundamentais para o jovem estudante de música, ou sejam, aprender a tocar em grupo, trabalhar em equipe e praticar música de câmara. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos. e) Disciplina de teatro: são voltadas para desenvolver a sensibilidade artística e comunicativa dos alunos, tornando-os mais sensível para a percepção do mundo através das artes e também mais comunicativa nas suas atividades coletivas e sociais. O trabalho das diversas linguagens teatrais serve como ponte de desenvolvimento da expressão corporal, comunicação, criatividade, coordenação motora, raciocínio, concentração, relacionamento com a sociedade e autoconhecimento do aluno. Complementarmente, busca proporcionar uma experiência em performance musical também para instrumentistas, acostumando-os com a atuação em palco, assim como para a produção de espetáculos musicais que contem com a atuação cênica de alunos de todas as idades. f) Disciplina de artes plásticas: promove o desenvolvimento do aluno nas mais variadas linguagens através da aprendizagem técnica e seus procedimentos, tais como: expressão, representação de ideias, reconhecimento e diferenciação entre técnicas, estímulo à pesquisa, experimentação e representação de ideias, produzindo trabalhos individuais e grupais. Incentivo ao ensino da arte do desenho, propondo uma sequência de estudos e atividades referentes às dimensões imaginativas, expressivas, representacionais e comunicacionais, onde se possa pensar e praticar a formação artística e estética dos participantes. g) Curso de dança, modalidade jazz e balé: serão trabalhadas a respiração, a postura, a musculatura, a flexibilidade, a percepção corporal, a agilidade, a coordenação motora, ritmo, musicalidade e o bem-estar, sobretudo, com melhora da autoestima e relacionamento com os pares. 7. Resumo dos Conteúdos: - Violino, viola, violoncelo e contrabaixo acústico: os cursos dos instrumentos de cordas contemplam a modalidade de ensino coletivo. Denominados por Coletivo I, Coletivo II, Coletivo III e Coletivo IV, cada grupo é caracterizado por habilidades e estratégias de ensino diferenciadas. Os alunos iniciantes ingressam sem conhecimento musical prévio nas turmas de Coletivo I. As práticas musicais realizadas no Coletivo I contemplam jogos e dinâmicas lúdicas e conferem ao aluno seu primeiro contato com o instrumento. Basicamente aprende-se todas as variações do tema Brilha, brilha, estrelinha. No Coletivo II, os alunos adquirem o direito de retirar o instrumento da instituição e levar para casa. As prioridades e habilidades desenvolvidas no contexto deste coletivo possibilitam aos alunos o ingresso na orquestra da instituição. Aprende-se Brilha, brilha estrelinha, Remando suavemente, Canção do vento, entre outras, contidas no método Suzuki. Os alunos que ingressam no Coletivo III e IV, embora caminhem para o desenvolvimento de novas habilidades, como parte do trabalho pedagógico, revisam peças e exercícios trabalhados anteriormente. No Coletivo III, trabalham Perpetual Motion, Allegretto, Andantino e Estudo, de Shinichi Suzuki, entre outras. No Coletivo IV, Minuetos 1, 2 e 3, de Bach; O fazendeiro feliz, de Schumann; Gavotte, de Gossec, dentre outras. - Clarinete e flauta: mesmo pertencentes ao mesmo naipe e demandarem um desenvolvimento técnico-operacional relativamente parecido, pelo fato de ter o modus operandi de produção de som diferente (paleta simples para o clarinete e embocadura simples sem paleta para as flautas), flauta e clarinete apresentam algumas similaridades: para o aluno iniciante de ambos a iniciação se dá nas flautas doces, havendo posteriormente a transição para os instrumentos maiores. No caso do clarinete, os alunos intermediários passam ainda pela requinta antes de iniciarem (com 12 anos) no clarinete em Bb. São usados os métodos mais tradicionais de ambos os instrumentos: Giampieri e Albalat (clarinete), Galli e Woltzenlogel para flauta. Canções folclóricas e Suzuki para iniciantes de ambos. - Saxofone, trompa, trompete e trombone: notação musical, compassos simples, compasso composto, digitação, respiração e expiração, produção do som e embocadura; posição da língua e mecânica das mãos, jogos rítmicos e melódicos; afinação e articulação. Improvisação. Estudos de interpretação e improvisação de vários gêneros musicais. - Violão: serão divididas em pequenos módulos que, de forma gradual, desenvolverão no aluno habilidades gerais e específicas relacionadas à musicalidade com o foco na execução musical com o instrumento, por meio de três passos: o ensino das técnicas básicas; desenvolvimento da percepção musical e criação do repertório. Serão trabalhados: afinação, postura, mão direita e mão esquerda, notas musicais, acordes maiores e menores, cifragem e diagramação, tablatura, batidas, exercícios, músicas. - Percussão e bateria: voltadas para o conhecimento das características e possibilidades sonoras dos instrumentos e saber utilizá-las dentro das exigências de cada nível na interpretação coletiva e individual. Busca-se desenvolver as habilidades técnicas que permitam o domínio do próprio instrumento para uma correta execução e expressão segundo as exigências de cada música, aumentando a criatividade e espontaneidade na interpretação. - Teoria musical: história da música; percepção musical; apreciação musical; teoria básica, intermediária e avançada; solfejo (desenvolvimento auditivo-cognitivo geral; desenvolvimento músico-motor); solfejos rítmicos e melódicos; percepção de intervalos; percepção harmônica; percepção modal. Ser capaz de reconhecer as principais características de um dado movimento artístico musical. Distinguir os universos musicais através da escuta de obras-mestras, tanto dentro do repertório erudito quanto dentro do repertório da música popular de vários países. Reconhecer as obras paradigmáticas através da audição. Realizar, através da audição comparativa, a dialética dos estilos musicais. Discutir aspectos estéticos a partir da própria essência filosófica da música – aesthesis, - Canto-coral: a intenção é cantar em grupo, desenvolvendo a percepção, concentração, afinação e independência vocal através do canto em grupo. Serão trabalhados: técnicas de respiração, timbre, higiene vocal, leitura, execução e interpretação de peças simples, emissão da voz cantada e afinação no canto em grupo. Serão veiculadas as noções mais básicas das técnicas de regência coral e técnicas básicas de ensaio e repertório majoritariamente composto por cânones e arranjos. Ensaio de naipe e grupo com acompanhamento de instrumento harmônico, para aprendizado do repertório com arranjos próprios para música coral. - Prática de orquestra: sendo a principal atividade prática para o estudante de instrumento, esta disciplina tem como metodologia a aula em formado de masterclass e ensaio; trata-se da reunião de alunos em nível semelhante, em diferentes instrumentos, em grupos alinhados para a execução de peças didático-artísticas. O repertório é escolhido em comum acordo entre os professores de cada instrumento (por exemplo num quarteto de cordas ou duo de clarinete e flauta) de modo que os alunos possam interagir em um nível artístico mais alto, não obstante mantendo o caráter de aula, graças ao acompanhamento do professor. Estimula-se a criação de arranjos/composições originais, além da escolha de peças consagradas para a execução dos alunos. - Teatro: os conteúdos estão planejados para cada semestre. Para o primeiro semestre, serão trabalhados jogos lúdicos e teatrais, exercícios de improvisação, brincadeiras associadas as diversas faixas etárias, construção de personagens, exercícios desinibitivos. No segundo semestre, inicia-se o processo de produção de um espetáculo, com os alunos iniciando o processo de criação cênica e execução do mesmo para as apresentações que serão feitas. - Artes plásticas: os conteúdos estão planejados para cada semestre, subdivididos bimestralmente. No primeiro semestre, serão trabalhados: o manuseio correto dos materiais, desde os primeiros traços até o desenho de uma pequena composição; aplicação das tintas e seus solventes e conhecimento dos pinceis; a proporção do desenho e a aplicação de diversas texturas; a escolha dos modelos e as técnicas de transferência; a pintura e o desenho de natureza morta; os contrastes tonais e a mistura das tintas; o estudo do desenho de frutas e flores até a composição da natureza morta; luz e sombra; perspectiva e impressão de profundidade e espaço tridimensional; a distribuição dos elementos no espaço. No segundo semestre: estudo das cores; o desenho de animais e pássaros e o corpo humano; a representação do céu e a influencia da atmosfera na luz e diferença de cor nas diversas horas do dia; a pintura de paisagem; a captação da cor e os efeitos de luz e sombra e os efeitos das pinceladas. Com a finalização por meio da exposição dos trabalhos. - Dança – modalidade balé: uso de elementos da metodologia da Escola Vaganova e da escola francesa. Aulas sempre divididas entre aquecimento barra, centro e diagonal. Com exercícios de repetição e composição de movimento. Temas usados: Preparação para giros, saltos, alongamento/abertura, estímulo de musicalidade, direcionando para valsas, Pas de deux, inspirada em algum ballet de repertório, enfatizando determinadas partes do corpo. – modalidade jazz: a aula é constituída por movimentos coreografados e com base na criação livre, usando os princípios do balé clássico e da dança moderna.

Acessibilidade

Produto Curso / Oficina / Estágio: 1) Acessibilidade física: rampas e banheiros adaptados. A instituição não possui um guia tátil direcional, que deverá ser adquirido e instalado. 2) Deficiência auditiva, visual e/ou cognitiva: já são atendidos cinco alunos com deficiências (dois com Síndrome de Down, um com deficiência visual e dois com autismo). Professores e instituição estão preparados e abertos para acolher mais alunos com deficiências. Particularmente, os professores já fazem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem justamente para poder atender esses alunos com deficiência, ou seja, 2.1) dão atenção mais individualizada a eles; 2.2) proporcionam um tempo maior para praticar determinada técnica; 2.3) posicionam o aluno, no caso com deficiência visual, em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotar músicas que não exijam partituras ou, quando forem necessárias, as notações destas devem estar em tamanho maior que o habitual; e 2.4) criam uma boa dinâmica na sala, informando das peculiaridades desses alunos, e propiciam situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. Produto Apresentação Musical: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos demarcados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade. Produto Contrapartida social: 1) Acessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados. 2) Deficiência auditiva: intérprete de libras. 3) Deficiência visual e/ou cognitiva: presença de monitores que transmitam o contexto da atividade.

Democratização do acesso

Produto Curso / Oficina / Estágio: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto Apresentação Musical: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; e IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Produto Contrapartida social: em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa no. 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Shirley Pais Savegnago – presidente da Instituição Aparecido Savegngo e coordenadora geral deste projeto sem remuneração - A rede Savegnago de Supermercados, com sede na cidade de Sertãozinho – SP e 19 lojas na região, conta com 3.000 colaboradores e tem uma preocupação com o social e o bem-estar de todos os seus funcionários e a população em geral. Neste contexto, vários projetos foram criados e liderados por Shirley Pais Savegnago que dedica todo seu tempo em prol das pessoas em situações de vulnerabilidade. Seu principal projeto foi encabeçar a criação da Instituição Aparecido Savegnago, em junho de 2008, da qual é presidente até hoje. A Instituição abriga atualmente a maioria dos projetos socioculturais idealizados por Shirley, com uma preocupação constante com o social sem esquecer a cultura, o meio ambiente e a educação. Lucas Eduardo da Silva (nome artístico Lucas Galon) – coordenador geral e artístico - Doutor em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2016). Mestre em Artes - Musicologia - pela Universidade de São Paulo (ECA/USP, 2011). Graduado em Música pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto, 2006). Atualmente, trabalha como professor do curso de Licenciatura Plena em Música, da Universidade de Ribeirão Preto/UNAERP - Composição, Arranjo, Regência Coral, História e Filosofia da Música. Atua também como professor substituto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É coordenador artístico-pedagógico, compositor e professor nos projetos de ensino música da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto; atua como coordenador artístico-pedagógico da Alma - Academia Livre de Música e Artes e Instituição Aparecido Savegnago, sendo um de seus idealizadores; é membro efetivo do grupo de pesquisa NAP - CIPEM na Universidade de São Paulo (FFCLRP/USP). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Educação Artística, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Música, História da Arte, Estética Musical, Composição Musical, Arranjo e Regência. Apresenta-se como compositor, interprete ou regente sob o nome artístico de Lucas Galon. Sara Cecília Cesca – coordenadora pedagógica - Doutoranda e mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), bacharel em música (violino) pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e licenciada em música pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), sua pesquisa se concentra na área de música com ênfase em filosofia, educação musical e formação de educadores. Profissionalmente, suas experiências abrangem as áreas de ensino, pesquisa e produção artística. Como docente vem atuando no curso de Licenciatura em Música do Claretiano Centro Universitário (Ceuclar), na Escola Livre de Música e Artes (Elma) de Sertãozinho\SP, na Escola Waldorf João Guimarães Rosa e na Academia Livre de Música e Artes (Alma) de Ribeirão Preto/SP. Desde 1999 vem desenvolvendo seu trabalho como educadora musical entre jovens e crianças. Pós-graduada em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (UNB), tem experiência em arte-educação com ênfase em música, estética, história da música, história da arte, ensino de violino para crianças (Filosofia Suzuki), atividades pedagógicas pautadas em princípios interdisciplinares e capacitação docente. Luciana Rodrigues – coordenadora administrativa – Psicóloga e bacharel em psicologia pela FFCLRP/USP (2008). Mestre em Ciências (área de concentração: Psicologia), pela FFCLRP/USP (2011). Participou do Programa de Capacitação de Gestão de Projetos Culturais e Empreendimentos Criativos, oferecido pelo Senac/DF e Ministério da Cultura (2013 a 2014). Foi coordenadora geral do Sibipiruna – Pontão de Cultura de Ribeirão Preto, responsável pela gestão da Rede de Pontos de Cultura de Ribeirão Preto, em um convênio firmado entre Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Ministério da Cultura (2010 a 2013). É diretora administrativa e financeira da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto (desde 2014). Realiza curadoria de ciclos de oficinas, cursos e eventos na área de Gestão e Produção Cultural na cidade de Ribeirão Preto/SP e região (desde 2010). Integra a equipe gestora e de coordenação de projetos contemplados em editais e leis de incentivo fiscal públicos. Foi presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, 2012 a 2014. Gisele Costa Vitório – assistente social - Formação: Ensino Superior, Serviço Social, conclusão em 2009, pela Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto). Pós graduação – Intervenção Familiar Sistêmica, Unip, (iniciado em fevereiro 2014). Experiência Profissional: 2003/2005- Secretaria de Gabinete, por 2 anos na Prefeitura Municipal de Sertãozinho. 2005/06-2008 - EMEF “Dr. Silvio Sarti”, como escriturária. 2008/2009 – Estagiária de Serviço Social, Instituição Aparecido Savegnago. 2010 (até atual data) – Assistente Social e Coordenadora, Instituição Aparecido Savegnago. Ana Paula Mucha – psicóloga – Mestre em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP (2017). Especialista em Psicologia Clínica na Saúde Reprodutiva da Mulher, junto a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) (2010). Possui Graduação em Psicologia - Bacharelado; Licenciatura e Formação de Psicólogo pela Universidade Estadual Paulista - Faculdade de Ciências e Letras (Unesp - Assis) (2009). Atua em Consultório Psicológico desde 2012 e na área de Psicologia Social na Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho. Eliton Almeida da Silva - secretário - graduado (Bacharelado e Licenciatura) e Mestre em História pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Unesp/Franca. Como cantor popular, já participou de diversos grupos vocais e participou da gravação de alguns álbuns. Como cantor erudito, faz parte do Coro de Câmara da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Atua como secretário da Instituição Aparecido Savegnago desde 2018. Hugo Novaes Querino – professor de violino - Bacharel em violino pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, iniciou seus estudos musicais na igreja. Depois passou a estudar com Clemente Cappela; com Shanda Olandoski no DCMA de Guarulhos; com Cecília Guida na Escola Municipal de Música de São Paulo; com Paulo Paschoal no Instituto Baccarelli; Martim Tuksa; estudou também harmonia e contraponto com Olivier Toni; e atualmente recebeu orientações de Marcello Guershfeld. Fez masterclasses com Birgitta Winen, Yaakov Rubinstein, Grzgorz Kotow, Davi Graton, Betina Stegman, Cláudio Cruz, Emanuelle Baldini, Maria Vishyney, Nicolas Koeckert, Marcello Guershfeld e Simon Bernardini. Tocou na Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos Orquestra Jovem Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara da USP, Orquestra Sinfônica de Heliópolis e atualmente toca na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. É professor de violino da Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho. Ayala Carla de Sousa - professora de violino - é bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do festival Música nas montanhas na cidade de Poços de Caldas nos anos de 2012 e 2016 tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente ministra aulas no instituto Aparecido Savegnago na cidade de Sertãozinho, Academia livre de música e artes (Alma – Núcleo II) e no projeto Música-Criança em parceria com a Universidade de São Paulo (São Joaquim da Barra). Guilherme Carvalho Pereira – professor de viola e de prática de orquestra – possui graduação em Música - Bacharelado (Habilitação: Viola) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002) e mestrado em Música pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2018). Atualmente é músico - violista - da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, professor de viola da Academia Livre de Música e Artes e professor de viola e orquestra - Instituto Aparecido Savegnago. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Performance Musical e Pedagogia da Viola e do Violino e Ensino a Distância. Lincoln Reuel Mendes – professor de violoncelo e contrabaixo - Nascido em Franca, iniciou seus estudos de piano clássico em 1997 com a professora Lúcia Garcetti na cidade de Franca. Em 2005, deu início a seus estudos de contrabaixo com o Professor Alexander Iurcik (Rússia) e em 2007 começou a ser orientado pelo Professor Diócles Ribeiro (Brasil). Em 2009, integrou o naipe de contrabaixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Neste mesmo ano entrou para Faculdade de Música da USP em Ribeirão Preto tendo sido orientado pelo professor Thibalt Dellor (França). Participou de festivais como: Música nas Montanhas em Poços de Caldas (Edição 2012, 2015), Festival Internacional de Música de Uberlândia(2011), Festival Internacional de Música de São Carlos e V Encontro Internacional de Contrabaixos (Argentina). Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Daniel Marelier (França), Catalin Rotaru (Romênia) e Marcos Machado (University Misssispi, EUA). Em 2011 a 2013, atuou como primeiro contrabaixo na Orquestra Filarmônica da USP. Foi professor e regente do Projeto Guri e Orquestra da Oscip Sabiá (Altinópolis) e hoje atua como professor da Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho), do Projeto Kabuki (Ribeirão Preto) e da Alma – Academia Livre de Música e Artes (Ribeirão Preto). Paula Naime – professora de flauta transversal - Licenciatura em educação artística com habilitação em música na Escola de Comunicações e Artes em Ribeirão Preto ECA- USP (turma 2004). Cursando pedagogia na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (8º semestre). Atualmente leciona flauta transversal e piano na escola livre de música “Ad Libitum” em Ribeirão Preto, flauta transversal na Instituição “Aparecido Savegnago”, em Sertãozinho, e Artes na escola SEVIME em Cravinhos. Igor Picchi Toledo – professor de clarinete e saxofone – é formado em música pela USP Ribeirão Preto (2015), tendo aulas com professores como Rubens Ricciardi, Rodolfo Coelho de Souza, Silvia Berg, entre outros. No início de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional “Fiato al Brasile I” / “Fiato al Brasile II”, em Faenza na Itália. Também, em 2012, participou do projeto da oficina de sopros da Osesp Itinerante e do Festival Musica Nova, como espectador e membro atuante. Assistiu workshops, participou de oficinas e participou de concertos com os renomados Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (Osesp), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ‘A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Na USP-RP, é primeiro clarinetista da USP-Filarmônica. Atual integrante da Mogiana Jazz Band e do Quinteto de Sopros Pau a Pique. É professor de clarinete da Alma - Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto e da Instituição Aparecido Savegnago. Luiz Fernando Teixeira Júnior – professor de percussão e bateria - iniciou seus estudos de percussão em aulas particulares com o professor Valdir Olesiak e paralelamente trabalhava como baterista em bandas locais. Posteriormente ingressou no curso de música na Universidade Federal de Santa Maria- RS, onde graduou- se no ano de 1997 como bacharel em música na área de percussão sobre a orientação do Prof. Dr. Ney Rosauro e Prof. DR. Gilmar Goulart. Nessa mesma instituição, exerceu o cargo de professor substituto entre 2001 e 2002. É timpanista e percussionista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto desde 2002 e professor de percussão no Projeto Guri, da Instituição Aparecido Savegnago, Academia Livre de Música e Artes - Alma e professor de bateria na Escola Livre de Música “Cromática”. José Mário Cezário Matsumoto – professor de trompa, trompete e trombone - é formado em música pela ECA-USP. Já integrou diversas bandas da cidade e região. Atuou como professor de metais e percussão nas cidades de Ribeirão Preto, São Carlos, Sertãozinho e Pontal. Atualmente, é trombonista da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto e acompanha alguns artistas como Fernanda Marx e Gabriel Locher. É professor de metais nos Projetos USP/Música Criança (São Joaquim da Barra) e Projeto Guri (Sertãozinho) e na Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho) na qual dirige a Orquestra de sopros e percussão. Marcos Papa – professor de violão - violonista e arranjador, bacharel pela USP-Ribeirão Preto (2010), formou-se com Gustavo Costa, Paulo Martelli na EMESP (2013) e estudou com Marcia Braga e Alexandre Bauab no Conservatório Dramático e Musical “Carlos de Campos” – Tatuí. Participou de masterclasses obtendo aulas com os violonistas de renomes internacionais como Eduardo Isaac, Sergio Assad e Eduardo Fernandez. Como solista, realizou apresentações em Ribeirão Preto na Sala de Concertos da Tulha da ECA-USP e nas cidades do estado de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. Como educador, lecionou na Escola de Artes “Francisco B. Marino” (Jaboticabal) de 1999 a 2006, e no mesmo período em escolas de menor expressividade da região. Desde 2000, trabalha com aulas particulares com foco na preparação para vestibulares de música de Universidades. Desde 2009, atual como Gestor da área de Cordas Dedilhadas do Projeto Guri na Região de Ribeirão Preto, no cargo de Supervisor Educacional. Edivaldo Prates de Abreu – professor de artes plásticas – Formação: Artes Plásticas - Escola Panamericana de Arte. Cursos: Desenho Artístico, Aquarela e fotografia - Escola Bauhaus (Ribeirão Preto); Pintura Mural - Gilson Melo (Santos); Historia da Arte - Oficina das Artes (Jundiaí). Experiência Profissional, como artista: 38 exposições coletivas e individual (Brasil e Exterior); professor de Artes: oficinas e escolas de arte nas cidades de Sertãozinho, Orlândia, São Joaquin da Barra e Bebedouro, Estado de São Paulo. Juliana Damaris de Santana Paziani - professora de canto-coral – É Mestre em Música pela Unesp (2015) com orientação da Prof. Dra. Marisa Trench de Oliveira Fonterrada. Possui graduação em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo - USP (2006). Como educadora musical, atua em curso de Graduação em Música, em escolas regulares, escolas livres de música, conservatórios, projeto socioculturais de Ribeirão Preto e região, tendo como área específica o Canto e o Canto Coral Infanto-Juvenil. Atualmente é Supervisora Educacional do Projeto Guri sendo responsável por mais de 25 cidades situadas na região de Ribeirão Preto. Tem vasta experiência com cursos de extensão e formação continuada de Professores das áreas de Música e Pedagogia. Thais Foresto – professora de teatro - Bacharel em Artes Cênicas – 2007/2010 – Centro Universitário Barão de Mauá. Ribeirão Preto, SP. - Técnico em Música (Canto e violão) – 2011/2013 – Conservatório Arte & Som. Ribeirão Preto – SP. Experiência como docente: Professora de Teatro no Centro Educacional SESI 298, Ribeirão Preto, SP (2009, 2010). Arte-Educadora no projeto CUCA, Santa Cruz da Esperança – SP (2010). Arte-educadora e coordenadora pedagógica no projeto Sala de Teatro, Ribeirão Preto - SP (2011 a 2016), Instrutora de Teatro pelo Mais Educação na Escola Alpheu Dominiguetti, Ribeirão Preto – SP (2012, 2013) Instrutora de teatro no Projeto “Arvoredo”, Ribeirão Preto – SP (2014), Arte-Educadora na Instituição Aparecido Savegnago, Sertãozinho - SP (2014 a 2017). Coordenadora pedagógica e Professora de Teatro na Casa Das Artes, Ribeirão preto – SP (2012 a 2017). Arte-Educadora no projeto “Além das Paredes”, Ribeirão Preto – SP (2017). Ministrante de oficinas e workshops na área teatral, pelo país. Mariana Galon da Silva – professora de teoria musical - Doutoranda em Educação pela UFSCar, Mestre em Educação pela UFSCar (2015), possui graduação em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo (2006) e é especialista em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (2013). Atuou como docente do curso de Artes Visuais da AFARP - UNIESP, educadora musical (violoncelo) do Projeto Guri e professora substituta do curso presencial de Licenciatura em Música da UFSCar. Atualmente é Tutora Virtual do curso de Educação Musical pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, docente e coordenadora do curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Claretiano e da pós-graduação em Educação Musical na mesma instituição. O professor de dança ainda não está definido.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação financeira

2021-03-01
Locais de realização (2)
Ribeirão Preto São PauloSertãozinho São Paulo