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Este projeto consiste em documentar 49 parques nacionais abertos a visitação no Brasil. Além disso, também documentar todas as manifestações culturais tradicionais nas regiões destes parques, como: congada, viola de coxo, festa do divino. Sendo a maioria delas patrimônio imaterial brasileiro. Para a realização deste projeto, iremos produzir um livro de arte/fotografia (produto principal), página no site da Editora Origem com todo o conteúdo do livro além de informações complementares e um áudio livro, e, também, as contrapartidas sociais que serão oficinas e palestras de fotografia para escolas e universidades públicas.
Livro: O livro irá explorar os Parques Nacionais Brasileiros e toda a cultura tradicional de suas regiões, a partir do modo de vida das pessoas que habitam cada região, figurando com as belezas naturais do local. Pelas lentes do fotógrafo André Dib, o leitor terá a oportunidade de conhecer mais sobre cada uma das regiões do brasil e os 49 parques documentados neste livro. Oficinas: nas oficinas será discutida a fotografia como ferramenta de comunicação e preservação de histórias. Também iremos tratar da fotografia como ferramenta de produção de conteúdo, cultural ou não, nas redes sociais (são os principais canais de interação de hoje). Site: Site com todo o conteúdo do livro mais informações complementares, como: áudio livro e vídeos que serão produzidos ao longo do projeto. A página será hospedada dentro do site da Editora Origem que possui em sua maioria projetos incentivados com Lei Rouanet e ProAC. Dessa forma, mantemos um portal na internet com produtos culturais que sempre trazem novos visitantes.
Objetivo geral: produzir um livro de referência sobre os Parques Nacionais Brasileiros e toda a cultura tradicional das regiões dos parques. Além de fonte de pesquisa sobre o assunto, o livro contará com documentação da geografia e cultura das regiões e que possui pouca referência tanto visual quanto bibliográfica. O objetivo, portanto, é documentar esse nosso patrimônio geográfico e cultural imaterial (festas populares, congada, queijo canastra, viola de coxo, festa do divino...) de forma a mostrar toda as formas de riquezas que existem nas várias regiões do Brasil. O livro servirá também de estímulo para os brasileiros visitarem e conhecerem os parques e as culturas tradicionais que contam tanto de nossa história. Objetivos específicos: - produzir, publicar e distribuir 3.000 exemplares do livro "Parques Nacionais Brasileiros", - realizar 3 oficinas de fotografia em escolas/universidades públicas, - realizar 2 palestras de fotografia em escolas/universidades públicas, - produzir e publicar sítio na internet com todo o conteúdo do livro (produto principal) mais informações complementares, como fotos, vídeos e o áudio livro, - doar livros para todos os participantes das oficinas de fotografia, - doar livros para todos os participantes das palestras. - as oficinas e palestras serão ministradas para 300 pessoas.
O livro é um agente de conscientização para a preservação da cultura, dos costumes e do meio ambiente por se tratar dos parques nacionais brasileiros. É um livro no qual falaremos de povos que ajudam a manter o que o Brasil tem de mais belo, apresentando a viola de coxo, congada, queijo canastra, festa do divino, cavalhada - enfim, diversos patrimônios brasileiros -, passando pela vestimenta, culinária, artesanato e toda a história da formação dessas populações e suas culturas. As regiões dos Parques Nacionais (que estão espalhados pelo Brasil inteiro) transbordam tradições tipicamente brasileiras. Originaram a maioria das histórias do nosso folclore, como a mãe d'água, o minhocoçu e a mula sem cabeça. Outra forte característica da cultura é a diversidade do homem dessas regiões, como o vaqueiro do sertão, o pantaneiro, o gaúcho, o caiçara... que contribuem na formação das tradições brasileiras. Um livro acerca dessa cultura é extremamente importante para a memória de um Brasil que há muito vem mudando por conta da ação do homem, do surgimento de novas tecnologias e o avanço da indústria. Esse trabalho, portanto, serve como fonte de pesquisa a todos aqueles que buscam conhecer as regiões dos parques e as culturas e costumes que os permeiam, bem como pesquisadores, jornalistas, sociólogos e estudantes em geral. Incisos do Artigo 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incisos do Artigo 3: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Livro Tiragem: 3.000 exemplares 220 páginas + capas Português/Inglês Formato: 24x29 cm Papel do miolo: Eurobulk 150g impressão 4x4 cores Capa: papel couche fosco 150g 4x0 com laminação soft touch Todos com shrink individual Site Site com todo o conteúdo do livro mais informações complementares, como: áudio livro e vídeos que serão produzidos ao longo do projeto. A página será hospedada dentro do site da Editora Origem que possui em sua maioria projetos incentivados com Lei Rouanet e ProAC. Dessa forma, mantemos um portal na internet com produtos culturais que sempre trazem novos visitantes. Convites e material promocional Todos os convites e materiais promocionais serão digitais.
Livro: Como o produto principal desse projeto é um LIVRO, todo o seu material será disponibilizado no site do proponente juntamente com um áudio livro que será narrado pelo editor Valdemir Cunha. Nesse áudio livro, as fotos não serão apenas descritas, mas também interpretadas. Valdemir falará de sensações ao mesmo tempo que conta o que é o livro. Dessa forma, criamos um produto não somente para deficientes auditivos, mas para todos que tenham interesse em imergir no conteúdo do livro de uma outra forma: sentindo as fotografias. Sitio na internet: todo o nosso site é adaptado com alt text para que nossos leitores possam ler as imagens que estão no site. Além disso também teremos o áudio livro disponível na página do livro no site. Contrapartidas sociais: as palestras e oficinas acontecerão em escolas/ universidades preparadas para receber deficientes físicos. Nas palestras teremos um tradutor de Libras e, nas oficinas, quando houver participante com deficiência auditiva, também teremos um tradutor de Libras. Não existirão despesas com tradutor de Libras nem com espaços adaptados.
Sítio na internet Página no site do proponente com todo o conteúdo do livro aberto mais informações complementares, vídeos e o áudio livro. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Livro IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; Oficinas de fotografia (Contrapartida social) André Dib ministrará oficinas de fotografia em escolas públicas do estado de Goiás, partindo do conteúdo do livro. O público será de jovens de 11 a 15 anos. Todos receberão o livro. IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Proponente: Editora Origem Currículo do proponente: A Editora Origem atua desde 2010 produzindo livros de arte/fotografia. Criada para viabilizar seus projetos ligados à população, cultura, geografia humana brasileira e a relação das pessoas com a produção cultural de seu meio. A Editora possui 14 títulos publicados e frequenta os principais festivais e eventos de fotografia no Brasil levando seus título e promovendo uma discussão da importância da produção de livros de fotografia como expressão cultural no país. Função do proponente no projeto: Como proponente a Editora Origem será responsável pela edição do livro e contratação de todos os fornecedores para viabilizar sua publicação. Além disso, será responsável por todo o gerenciamento do projeto como prevê a Lei. Diretor/coordenador artístico: Valdemir Cunha Currículo: Valdemir Cunha atuou no mercado editorial durante 20 anos, com passagem pelas editoras Azul, Abril e Peixes, onde foi editor de fotografia e editor executivo, viajando por mais de 80 países produzindo reportagens para revistas. Como fotógrafo documentarista percorreu todo o território brasileiro, principalmente as áreas mais isoladas do país, para fazer um inventário da geografia humana brasileira. Seu principal livro, Brasil Invisível, tratou da formação do povo brasileiro e se esgotou em menos de um ano. Até 2010 toda a produção do fotógrafo estava voltada a publicação de revistas e alguns trabalhos pessoais. A partir de então cria sua própria editora, a Origem, para publicar seus livros ligados a meio ambiente, população e cultura brasileira. Hoje já são 14 títulos da Origem, sendo que 5 já estão esgotados. A partir de 2016 passou a produzir fotolivros com tiragem limitada voltando-se ao mercado de arte, ressignificando seu trabalho de documentarista para lançar um olhar mais conceitual sobre sua temática de trabalho. Prêmios acumulados: 1997 – XXII Prêmio Abril de Jornalismo (categoria Ensaio Fotográfico – revista Viagem e Turismo) 1998 – XXIII Prêmio Abril de Jornalismo (categoria Ensaio Fotográfico – revista Os Caminhos da Terra) 2000 – XXV Prêmio Abril de Jornalismo (categoria Foto Única – revista Viagem e Turismo) 2005 – Prêmio de Jornalismo do Estado do Pará (categoria Ensaio Fotográfico – revista Os Caminhos da Terra) 2006 – Prêmio Abraciclo de Jornalismo (categoria Ensaio Fotográfico – revista Os Caminhos da Terra) 2007 – Prêmio Porto Seguro de Fotografia (selecionado para exposição dos finalistas com a série Brasil Invisível) 2009 – Prêmio Porto Seguro de Fotografia (selecionado para exposição dos finalistas com a série Brasil) 2012 – 11o Prêmio Massey Ferguson (categoria Fotojornalismo) 2012 – 54o Prêmio Jabuti (entre os 10 finalistas na categoria livro com Brasil Natural) 2013 – 12o Prêmio Massey Ferguson (categoria Fotojornalismo) 2013 – X Prêmio Conrado Wessel (entre os 15 finalistas) 2013 – XI Prêmio Conrado Wessel (entre os 15 finalistas com o ensaio Vaqueiro das Águas) 2014 – Selecionado para Bienal de Arte de Roma Função no projeto: Valdemir Cunha coordenará a equipe do projeto assim como sua concepção. Diretora de arte/Editora executiva: Lígia Fernandes Currículo: Formou-se em fotografia pelo Centro Universitário Senac/SP, se especializou em Gestão Cultural e atualmente cursa Administração em Marketing na ESPM/SP. Dentro da fotografia, se especializou pelos palcos acompanhando os espetáculos d’O Teatro Mágico, além de outros grupos e artistas como Aretha Marcos, Bloco Banda ou Coisa Parecida, Galldino, Rodrigo Del Arc, Zeca Baleiro e a Escola de Teatro Macunaíma. Nesse período também trabalhou como produtora cultural e executiva do espetáculo O Baile de Máscaras levando-o para diversos palcos de São Paulo e Brasil, além de assinar como diretora de arte do projeto. Participou de algumas exposições coletivas, dentre elas Terra da Garoa (MIS/SP, 2014) e Festival DELAS (Ocupa Colaborativa – Jundiaí/SP, 2016). Como editora executiva e diretora de arte, produziu os seguintes fotolivros: jorge Ressignificando amado (Editora Origem, 2017), Natureza morta - o labirinto do minotauro (Editora Origem, 2017), Esquecidos (Editora Origem), Elevado (Editora Origem, 2019), Kuikuro (Editora Origem, 2019), Ucrânia (Editora Origem, 2019), Conundrum (Editora Origem, 2019), entre outros. Função no projeto: Lígia Fernandes é responsável pela execução do projeto gráfico do livro. Fotógrafo: Fotógrafo desde 2002, André Dib se especializou em fotografia documental, produzindo conteúdo não apenas para as principais revistas e jornais do país como no exterior. Participou de diversas expedições pelo mundo para registrar o modo de vida dos povos e comunidades tradicionais. A natureza pulsante e a forma em que o ser humano se encaixa nela é o foco principal de seu trabalho, que não se restringe a paisagens, mas também a cenas cotidianas, e aos costumes e tradições de cada região.Entre reportagens e ensaios, teve trabalhos publicados nas conceituadas National Geographic Brasil, The Guardian, Explore, O Globo, Folha de São Paulo, entre outros. O fotógrafo também produz conteúdo para ONGs e instituições como a WWF-Brasil, Itaú Social, SOS Amazônia, Fundação Grupo Boticário, FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), entre outros. E também para órgãos do governo como Serviço Florestal Brasileiro, onde trabalhou no inventário Florestal Nacional (IFN), em 2018 e 2019. Dessa forma, Dib já teve muitos de seus ensaios expostos em mostras e exposições dentro e fora do país e atualmente conta com exposições em Brasília e em várias cidades do estado de São Paulo, através do circuito SESI. Desenvolveu projetos que se materializaram em livros tais como o dos Parques Nacionais Brasileiros, lançado pela Editora Empresa das Artes em 2012, Saúde é o Melhor Remédio, – sobre saúde nos rincões do país , pela editora Auana em 2014, dividindo o título com outros fotógrafos renomados; e trabalhos autorais como SerTão Kalunga, produzido em 2018 pelo Fundo de Arte e Cultura do Estado de Goiás, e Chapada dos Veadeiros, através da Editora Origem, em 2019, além de outros trabalhos coletivos como Minas de Tantos Gerais e Estrada Real. Ganhou diversos prêmios no Brasil e no Exterior, dentre eles, o concurso da Funarte (Fundação Nacional de Artes) com o tema Natureza, em 2005 e 2006. Em 2007, ganhou um prêmio Internacional, na Suíça, com o tema “Energy Saving”. Em 2012, no Concurso Latino Americano de Fotografia, ganhou dois prêmios, com os temas Natureza e Cultura Popular, presidido pelo respeitado fotógrafo da Magnum, René Burri, além de levar, nesse mesmo ano, o troféu Corcovado, do Festival Internacional de Filmes de Montanha, no Rio de Janeiro. Recentemente, André Dib foi finalista do prêmio HSBC de jornalismo, categoria especial, “Água”, com a reportagem sobre o Parque nacional da Serra do Divisor, no Acre. A força das imagens produzidas in loco e o desafio de buscar inspiração em lugares isolados e de difícil acesso, tornaram-se a marca indelével da trajetória do fotógrafo. Seja a seis mil metros de altitude nos escarpados picos andinos, ou na umidade verde da Amazônia; Nas areias remotas de desertos longínquos, ou na solidão de infindáveis chapadas, a lente de André Dib sempre consegue enquadrar algo mais vivo, mais inédito, mais belo, mais significativo. Site: www.andredib.com.br
PROJETO ARQUIVADO.