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PRONAC 194194Prestação de Contas AprovadaMecenato

Do Palais a Paris - 100 Anos dos Oito Batutas

Banda Filarmônica do Rio de Janeiro
Solicitado
R$ 999,5 mil
Aprovado
R$ 800,0 mil
Captado
R$ 800,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 800,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2019-12-24
Término

Resumo

Em celebração aos 100 anos de formação e estreia do grupo Os 8 Batutas no Cine Palais, um dos espaços mais prestigiados na cidade do Rio de Janeiro no início do século XX, com destaque para o seu principal integrante _ Pixinguinha, o projeto apresentará a trajetória do memorável grupo instrumental e de seus integrantes através da realização de 13 shows, distribuídos nos CCBBs do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, nos quais serão traçados um painel da produção musical do grupo e do Rio de Janeiro dos anos 1910-1920, através de uma narrativa histórica contextualizada por fatos e curiosidades conduzida por Haroldo Costa. Como ação de formação cultural serão realizadas palestras nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

Sinopse

No ano de 1919 Pixinguinha era um jovem músico, que empunhava sua flauta em rodas de choro na casa da Tia Ciata e no Grupo do Caxangá, orquestra formada pela nata dos chorões do Rio de Janeiro, como Donga, China e João Pernambuco, e que se dedicava à execução de músicas nordestinas e de caráter regional. No carnaval daquele ano, quando se apresentava com o Grupo do Caxangá no coreto do Largo da Carioca, sua sorte mudaria para sempre ao receber um convite de Isaac Frankel, gerente do refinado Cine Palais, para formar uma orquestra que tocaria na sala de espera do elegante cinema nos intervalos entre as sessões dos filmes. Do Cine Palais para os Dancings de Paris bastaram apenas 3 anos, mas para a música brasileira seria um caminho sem volta em que novas sonoridades e estéticas musicais se incorporariam definitivamente. Em comemoração aos cem anos da estreia dos Oito Batutas, um dos grupos instrumentais mais importantes de toda a história da música brasileira, serão realizados 13 shows conduzidos por Haroldo Costa, tendo como anfitrião o Conjunto Época de Ouro. O roteiro das apresentações, protagonizadas por músicos e intérpretes contemporâneos acompanhados pelo Conjunto Época de Ouro, é composto por obras de Pixinguinha, além de composições de seus antecessores e sucessores, como, Catulo da Paixão Cearense, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Bonfiglio de Oliveira, Donga, China e João Pernambuco, entre muitos outros. Os shows têm direção musical e curadoria do maestro, compositor e arranjador Antonio Seixas, que programou para o público, apresentações com a versatilidade da música brasileira e de seus intérpretes através das vozes de Fabiana Cozza e uma outra que será definida, além de grandes instrumentistas como Nailor Proveta no clarinete/saxofone e na flauta de Lucas Brito, reunindo assim, nomes consagrados com novos talentos da música popular brasileira. Cada espetáculo destaca as diferentes fases dos Oito, Batutas e seus integrantes; cerca de 15 músicas serão apresentadas em cada show entre maxixes, corta-jacas, batuques, cateretês, choros, sambas, toadas, lundus, emboladas, cocos, foxtrotes, ragtimes e shimmies, traçando um painel da produção musical do grupo e do Rio de Janeiro dos anos 1910-1920, através de uma narrativa histórica contextualizada por fatos e curiosidades conduzida por Haroldo Costa. Como ação de formação cultural, o projeto ofecerá palestras nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Os temas abordados serão: a história do grupo Os Oito Batutas, a história e importância de um dos maiores representantes do choro brasileiro - Pixinguinha, além de fatos históricos da cidade do Rio de Janeiro, e curiosidades deste universo da música em que os Oito Batutas estavam inseridos.

Objetivos

Objetivo geral: O projeto tem como objetivo geral celebrar os 100 anos, completados em 2019, da formação do grupo Os Oito Batutas que teve a sua estreia no Cinema Palais, espaço de grande visibilidade no Rio de Janeiro do início do século XX. A realização do projeto proporcionará ao público conhecer a trajetória de um dos grupos instrumentais mais importantes de toda a história da música brasileira e de seus integrantes, com destaque para seu principal integrante _ Pixinguinha. Objetivo específico: Com o intuito de traçar um painel da produção musical do grupo Os Oito Batutas entre os anos 1910- 1920, através de uma narrativa histórica contextualizada por fatos e curiosidades do Rio de Janeiro da época, o projeto tem como objetivos específicos: - realizar 12 shows, sendo 4 deles no Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB do Rio de Janeiro, 4 em CCBB São Paulo, e 4 em CCBB Belo Horizonte, para um público total estimado em aproximadamente 2220 pessoas, considerando a lotação de cada espaço em cada cidade. - Realizar 03 palestras (02 na cidade do RJ e 01 em SP) voltadas para alunos e professores. Serão disponibilizadas ao todo 240 vagas (80 por palestra), sendo 50% das vagas destinadas à rede pública de ensino conforme determinado na legislação aplicável. Os temas abordados nas palestras serão: a história do grupo Os Oito Batutas, a história e importância de um dos maiores representantes do choro brasileiro - Pixinguinha, além de fatos históricos da cidade do Rio de Janeiro, e curiosidades deste universo da música em que os Oito Batutas estavam inseridos

Justificativa

No início no século XX, na cidade do Rio de Janeiro, era de praxe que as antessalas dos cinemas tivessem programação musical que atraísse o grande público, mera estratégia comercial em meio à disputa entre os diferentes cinemas da cidade na contratação dos melhores grupos musicais. Em 1918 a gripe espanhola havia feito mais de 14 mil mortos entre a população carioca, e os cinemas se ressentiam da ausência de público que, desde a grande e maior pandemia já registrada, evitava aglomerações em lugares fechados. Nesse contexto, em 1919 o Cine Palais, elegante cinema situado na Av. Rio Branco, região central da cidade e frequentado pela elite da cidade, era gerenciado pelo empresário Isaac Frankel. Impressionado com a multidão reunida por um bloco carnavalesco - Grupo do Caxangá, que se apresentava no coreto do Largo da Carioca, bem próximo ao cinema, Isaac Frankel abordou Pixinguinha, um dos músicos do grupo, e o arrastou para uma conversa em particular, nesse momento propôs que ele montasse um grupo para se apresentar na sala de espera do elegante cinema nos intervalos entre as sessões dos filmes em cartaz. O Grupo do Caxangá era composto por 19 músicos, e então Frankel sugeriu um número reduzido de integrantes e, ao mesmo tempo, propôs um nome sonoro para a nova orquestra: Oito Batutas. A estreia dos Oito Batutas se deu no dia 7 de abril de 1919, vindo a se tornar um dos grupos musicais mais importantes da história da música brasileira, que teve, assim, a sua primeira formação: Pixinguinha na flauta, Donga, Raul Palmieri e China nos violões, Jacob Palmieri no pandeiro, Luís Pinto na bandola e reco-reco, Nelson Alves no cavaquinho e José Alves de Lima no bandolim e ganzá. O público lotava as apresentações dos Batutas e gente de prestígio ia assisti-los no cinema, como Rui Barbosa, Ernesto Nazareth e Arnaldo Guinle. Eram pessoas que não estavam interessadas em ver os filmes, e sim em ouvir os chorinhos executados pelos jovens instrumentistas. Os Oito Batutas foi o primeiro grupo musical brasileiro a levar a nossa música popular para o exterior e sua trajetória, embora curta - o grupo existiu entre 1919 e 1923 - foi suficiente para causar profundas transformações na música popular brasileira e influenciar gerações de músicos, pois quando da sua viagem a Paris em 1922, o grupo teve contato com músicos de Jazz e veio a incorporar novas estéticas musicais e sonoridades. Nesta viagem Pixinguinha conheceu um novo instrumento que o acompanharia pelo resto da vida: o saxofone, instrumento que ajudou a divulgar e popularizar em nosso país. A realização deste projeto proporciona: · A preservação, valorização e divulgação da música brasileira e os artistas nacionais; · A valorização da cultura, história e a memória de um período de grandes transformações em diversos setores da sociedade; · A promoção da diversidade cultural; · A oportunidade de acesso às diferentes manifestações artísticas. O projeto está em conformidade com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Quanto aos objetivos referenciados no Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto cumpre: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Um projeto similar ao proposto encontra-se previamente aprovado no Edital de Seleção Pública de Projetos Culturais 2019-2020 do Banco do Brasil, que selecionou projetos a serem apoiados por meio de cessão de espaço nas unidades dos CCBBs de Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, para compor parte da programação dos espaços nos anos de 2019 e 2020. Deve-se ainda considerar que foi anexado à documentação referente ao projeto em questão, uma Carta de Intenção de Patrocínio do Banco do Brasil.

Especificação técnica

O projeto DO PALAIS A PARIS - 100 ANOS DOS OITO BATUTAS, consiste na realização de uma série de 13 shows distribuídos nos CCBBs, sendo 4 apresentações no Rio de Janeiro, 4 em São Paulo, 4 em Belo Horizonte e 1 em Brasília. As apresentações serão realizadas em teatros fechados com capacidade para abrigar um público de no mínimo 175 e máxima de 264 pessoas, dependendo da localidade, exceto a apresentação em Brasília, que acontecerá numa área aberta, na qual estimamos receber em torno de 5 mil pessoas. Cada show dará destaque às diferentes fases dos Oito Batutas, que revolucionaram a estética musical à época incorporando novos elementos e sonoridades à nossa música popular através do contato dos seus integrantes com os músicos de jazz e de outros gêneros. Em cada show, com duração de 70 minutos, serão apresentadas 15 músicas, com repertório diversificado: maxixes, corta-jacas, batuques, cateretês, choros, sambas, toadas, lundus, emboladas, cocos, foxtrotes, ragtimes e shimmies. Os shows serão realizados pelo Conjunto Época de Ouro que, em cada um dos quatro espetáculos da série, receberá um músico/intérprete convidado, nomeadamente: Nailor Proveta (clarinete/saxofone), Fabiana Cozza, Lucas Brito (flauta), e um outro cantor(a) a ser definido; são artistas consagrados e da nova geração que têm como característica sua profunda ligação com o choro e o samba. Nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte serão realizados dois shows instrumentais e dois shows envolvendo músicas com canto, e em Brasília está programado um show sendo parte instrumental e parte de música com canto. A série de shows tem direção musical e curadoria do maestro, compositor e arranjador Antonio Seixas. A definção das datas dos shows por localidade, serão definidas posteriormente junto às Diretorias de Marketing e Comunicação dos CCBBs de cada cidade. Possivelmente essa definição acontecerá durante a etapa de pré-produção do projeto. Quanto as palestras que serão ministradas como ação de formação cultural nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, dados como: tempo de duração, horários, dinâmica e escolas atendidas, serão definidos em conjunto com as datas dos shows de cada localidade na etapa de pré-produção. Quanto ao orçamento do projeto, os itens nos quais fazem parte despesas exclusivamente com músicas cantadas são: 1) Rio de Janeiro: Valor integral do item: Cantor/Solista e Músicos/Intérpretes; Valor correspondente a parte do item: Diárias (1), Hospedagem sem Alimentação (1 diária) e Passagem aérea (1 bilhete ida e volta); 2) São Paulo: Valor integral do item: Cantor/Solista e Músicos/Intérpretes; Valor correspondente a parte do item: Diárias (1), Hospedagem sem Alimentação (1 diária) e Passagem aérea (1 bilhete ida e volta); 3) Belo Horizonte: Valor integral do item: Cantor/Solista e Músicos/Intérpretes; Valor correspondente a parte do item: Diárias (4), Hospedagem sem Alimentação (4 diárias) e Passagem aérea (4 bilhetes ida e volta) 4) Brasília: Valor integral do item: Cantor/Solista Valor correspondente a parte do item: Diárias (1), Hospedagem sem Alimentação (1 diária) e Passagem aérea (1 bilhete ida e volta). Com relação aos demais itens da etapa de PRODUÇÃO/EXECUÇÃO que estão vinculados à logística de produção, podemos considerar que pelo fato de ocorrerem 2 shows exclusivamente instrumentais e 2 shows com música cantada, metade do valor total solicitado para cada item corresponde às despesas com os shows instrumentais e a outra metade com os shows de música cantada.

Acessibilidade

O projeto será integralmente realizado nos Centros Culturais Banco do Brasil nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte. Quanto à acessibilidade física temos: · No Rio de Janeiro: rampas para deficientes físicos, sanitários para cadeirantes, boxes para cadeirantes, elevadores especiais e telefones públicos para pessoas com deficiência auditiva ou visual. · Em Brasília: vagas exclusivas de estacionamento, acesso por rampas, elevadores e sanitários para cadeirantes. · Em São Paulo: elevadores, rampas, telefones e banheiros adaptados. · Em Belo Horizonte: rampa de acesso para deficientes físicos, indicação sonora e em braile nos elevadores, banheiros adaptados, sinalização tátil e corrimão e totens, vagas de estacionamento, teatros com box para cadeirantes. Quanto a acessibilidade de conteúdo, estabelecemos que 5% do total de programas impressos, com o conteúdo dos shows, serão traduzidos para a versão em braile. Os programas serão distribuídos gratuitamente. Quanto a ação de formação cultural, no que diz respeito ao público formado por alunos e professores da rede pública de ensino, serão disponibilizados ônibus que farão o transporte no trajeto: escola - centro cultural - escola.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO: Quanto a distribuição e comercialização dos ingressos para os shows no RJ, SP e BH, o valor do ingresso seguirá o preço praticado pelos CCBBs – R$ 30,00 inteira e R$ 15,00 meia-entrada. Conforme estabelece a Lei nº 12.933 de 26 de dezembro de 2013, é assegurado o pagamento da meia-entrada para idosos, estudantes, portadores de deficiências e jovens de 15 a 29 comprovadamente de baixa renda e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Além do percentual mínimo de 20% dos ingressos para distribuição gratuita estipulado no art.20 da IN 02/2019, serão disponibilizadas adicionalmente mais 20% do total da lotação de cada teatro para escolas públicas bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, em atendimento à medida complementar de democratização de acesso definida no art.21, inciso I da IN 02/2019. Serão, no total, 40% dos ingressos para distribuição gratuita a instituições de cunho social, cultural e/ou educativas. AÇÃO FORMATIVA CULTURAL: Como ação de formação cultural, o projeto oferecerá palestras nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, garantida a destinação de pelo menos 50% das vagas para alunos e professores das instituições públicas de ensino, conforme determina a Instrução Normativa aplicável. Os temas abordados serão: a história do grupo Os Oito Batutas, a história e importância de um dos maiores representantes do choro brasileiro - Pixinguinha, além de fatos históricos da cidade do Rio de Janeiro, e curiosidades deste universo da música em que os Oito Batutas estavam inseridosSerá também disponibilizado nas 03 cidades (Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo), transporte gratuito e exclusivo para escolas da rede pública de ensino que fará o trajeto escola-CCBB- escola. Além do transporte será oferecido lanche para os alunos contemplados. Tal iniciativa visa viabilizar o acesso desses alunos às apresentações e fomentar a formação de plateia.

Ficha técnica

Direção Artística e Musical - Antonio Seixas Pós-Doutorando em Música na Universidade de Aveiro (Portugal), Doutor em Memória Social pela UNIRIO e Mestre em Música pela UFRJ dedica-se, desde 2001, à regência tendo participado de aulas e cursos, no Brasil e no exterior, com os maestros Isaac Karabtchevsky, Douglas Bostock e David Effron. Atuou como Diretor Artístico do I e II Encontro de Metais do Sul Fluminense realizado em janeiro de 2010 e julho de 2012 na cidade de Barra Mansa. Foi Diretor Artístico e Regente da Série Sopros Musicais realizada em 2012 no Centro Cultural da Justiça Federal. Idealizou e foi Diretor Artístico do O Rio é Sax Festival realizado em 2015. Entre os grupos que já dirigiu destacam-se: OSB, OSN, Orquestra Sinfônica do Recife, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, OSB Jovem, Banda Militar do Porto e Orquestra de Sopros da Universidade de Aveiro e Banda Sinfônica de Aveiro (Portugal), Banda de Música de Pontevedra e Galícia Brass Band (Espanha) e Conjunto de Metais da OPES. Atualmente é Diretor Artístico e Regente Titular da Banda Filarmônica do Rio de Janeiro. Coordenação Geral - Gláucia Sundim Produção no CCBB: FÉRIAS NO CCBB (RJ); MÚSICA+ (RJ e DF); A PAIXÃO SEGUNDO CATULO UM OLHAR SOBRE A MODINHA E A CANÇÃO BRASILEIRA (RJ + BH); VINÍCIUS, A ARTE DO ENCONTRO (RJ); CAYMMI, QUANDO SE CANTA TODO MUNDO BOLE (BH e DF); PIGMALIÃO, BRASIL VOCAL, CCBB NA ORLA e MP, AeB (RJ); CALE-SE: A CENSURA MUSICAL (RJ e SP); BENDITO É O MALDITO ENTRE AS MULHERES (SP); Produção do 1º CONGRESSO DE MÚSICA SACRA DA UFRJ (UFRJ); SALA DE MÚSICA BNDES ciclo de concertos didáticos na Sala Cecília Meireles/FUNARJ;CONEXÃO SANFONA GONZAGÃO VIA MARCELO CALDI, CHORO DUETOS: PIXINGUINHA & BENEDITO LACERDA, A HARPISTA E O ROQUEIRO e 35 NÓS (Espaço Cultural Eletrobras Furnas); Assessoria da Coordenação Pedagógica do Projeto BANDA LARGA (Capacitação para Bandas de Música - Secretaria de Estado de Cultura-RJ). Direção de Produção - Iza Gilz Iza Gilz começou sua carreira profissional em 1994 como assistente de produção da Royal Shakespeare Company no Teatro Carlos Gomes - RJ, do Ballet de Stuttgart no Theatro Municipal RJ e do grupo STOMP no Teatro João Caetano RJ. A partir daí nos CCBBs RJ, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte, Teatro Amazonas - Manaus, Teatro Maison de France - RJ, Teatro São Pedro - Porto Alegre, Theatro Municipal RJ, Sala Cecília Meireles RJ, como produtora executiva em festivais, musicais, óperas, concertos com artistas nacionais e internacionais. Foi produtora artística nos I e II Festivais Latino-americanos de Música Instrumental, produtora executiva no Festival de Música, Dança e Cultura Afro-brasileiras e diretora de produção na turnê do musical Samba da Minha Terra da Funarj. Narração/Apresentação - Haroldo Costa Haroldo Costa nasceu no Rio de Janeiro, em 1930. Foi um dos fundadores da companhia de danças Teatro Folclórico Brasileiro com a qual apresentou o espetáculo Brasiliana durante 5 anos em 25 países. Em 1958 roteirizou e dirigiu o filme: "Pista de Grama". Participou, ainda, dos filmes: "Tanga-Deu no New York Times" e "Papá-Rua Alguém 555". Atuou em diversas produções para TV como: Kananga do Japão, Pantanal e Chica da Silva (TV Manchete); Você Decide, Chiquinha Gonzaga e A Diarista (Rede Globo); e Idade da Loba (Rede Bandeirantes). Tem onze livros publicados: Fala Crioulo, "100 Anos de Carnaval no Rio de Janeiro", "Salgueiro: Academia do Samba", "Na Cadência do Samba", "Salgueiro: 50 Anos de Glória", "As Escolas de Lan" e "Ernesto Nazareth: Pianeiro do Brasil" Políticas e religiões no Carnaval,Catulo da Paixão vida e obra, Nação Quilombo e Arte e cultura afro-brasileiras. Músicos/Intérpretes - Conjunto Época de Ouro Fundado por Jacob do Bandolim em 1964. Com o falecimento de Jacob em 13 de agosto de 1969 o conjunto retomou suas atividades somente em 1973 a convite de Paulinho da Viola, para participar do espetáculo SARAU, no Teatro da Lagoa. Lança o CD Café Brasil, em 2001, compondo uma mistura aromática do Conjunto Época de Ouro com grandes intérpretes como estes artistas, além de João Bosco, Martinho da Vila e Leila Pinheiro, que vendeu mais de 25 mil cópias no Japão. Logo surgiu a oportunidade de lançar o Café Brasil 2, com as participações de Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Ney Matogrosso, Ivan Lins, Paulinho Moska, Arlindo Cruz e Sombrinha, Elba Ramalho, Nó em Pingo D Água e Lobão. A formação atual do conjunto é: Celsinho Silva (pandeiro), Jorge Filho (cavaquinho), Ronaldo do Bandolim, Antonio Rocha (flauta), João Camarero (violão de sete cordas) e Luiz Flavio Alcofra (violão). Músicos/Intérpretes - Nailor Proveta Pode-se dizer, sem medo de errar, que PROVETA ocupa lugar de destaque na galeria dos principais músicos do Brasil. Aprendeu as notas musicais, antes das letras do alfabeto. Passou depois a tocar em bailes no conjunto liderado por seu pai o tecladista e acordeonista Geraldo Azevedo e em outros grupos musicais da região. Mudou-se para São Paulo e, aos dezesseis anos de idade, já integrava a orquestra do Maestro Sylvio Mazzucca, famosa em todo o Brasil. Foi convidado para acompanhar os principais artistas do Brasil Milton Nascimento, Gal Costa,Edu Lobo, Raul Seixas, Guinga, Jane Duboc, Joyce,César Camargo Mariano, Maurício Carrilho, Yamandú Costa, etc. e também artistas internacionais como, Joe Wiiliams, Anita ODay, Bobby Short, Benny Carter, Natalie Cole, Ray Conniff, Sadao Watanabe, entre outros. Atua intensamente nos estúdios de gravação como instrumentista e arranjador, tendo participado de centenas de gravações dos mais importantes artistas brasileiros. Músicos/Intérpretes - Lucas Brito Lucas Brito, 25 anos, é flautista, saxofonista e clarinetista. Estudou flauta com renomados professores como Eduardo Monteiro (UFRJ) e Mathias Allin (Alemanha) e saxofone com Dirceu Leite, Eduardo Neves e Idriss Boudrioua. Transitando também pela música popular acompanhou diversos artistas e grupos da MPB dentre eles: 3030, Martinho da Vila, Zélia Duncan, Alcione, Hamilton de Holanda, Grupo Semente, Pedro Miranda, Diogo Nogueira, Xande de Pilares, Arlindo Cruz, Dudu Nobre, Sandra de Sá, Fafá de Belém, Neguinho da Beija-Flor, dentre outros. Participou de vários musicais no Brasil: Sambra o Musical, É Com Esse Que Eu Vou O Musical, Beth Carvalho O Musical, Cartola o Musical, Zeca Pagodinho O Musical, dentre outros. Participou das gravações de trilhas de novelas e séries da Rede Globo: Babilônia, (2015) Pega pega (2017) Tempo de Amar (2017) Orgulho e Paixão (2018) Ilha de Ferro(2018). Apresentou-se recentemente no Duc de Lombards em Paris, e no Clube do Choro de Lisboa.Músicos/Intérpretes - PC CastilhoInstrumentista (flautista), Compositor, Arranjador e Professor de flauta, é Bacharel em Música, com habilitação em Flauta Transversal, pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Sua formação inclui os seguintes cursos de extensão universitária: Improvisação (na UNIRIO, com Carlos Malta), Harmonia (na Universidade Federal do Paraná, com Luís Otávio Braga), Arranjo Vocal (na Universidade Federal do Paraná, com Marcos Leite). Estudou com Lena Horta (Flauta Transversal). Fez cursos de Harmonia Funcional, no CIGAM (Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical/2000), e de Flauta Transversal, no CENÁRIO. Como docente, atuou na Oficina de Musicalização Infantil, no "Projeto Verão" (Angra dos Reis, 1992 e 1993), no Curso de Flauta Doce e Transversal do Centro de Aprendizagem Musical (Angra dos Reis, 1995 a 1999), no projeto "Música na Escola" (2001), desenvolvido pelo Conservatório Brasileiro de Música nas escolas do Município do Rio de Janeiro, no Curso Livre de Flauta Transversal do CIGAM, e no Curso Básico de Flauta Transversal no CETEP - Quintino (FAETEC), desde março de 1998. Em 2003, integrou a equipe de Coordenação dos Polos Avançados da Escola de Música Villa-Lobos. Em 2008 lançou o CD Duplo solo Vento Leste, com grande aclamação da crítica especializada. Músicos/Intérpretes - Fabiana Cozza Com cinco álbuns gravados, dois DVDs lançados e a experiência de cantar ao lado de nomes como Elza Soares, João Bosco, Leci Brandão, Dona Ivone Lara, Emicida, Rappin Hood e muitos outros, a paulistana Fabiana Cozza chega aos 18 anos de carreira como uma das mais importantes intérpretes da música brasileira contemporânea. Além da música, que a consagrou e concedeu o prêmio de Melhor Cantora de Samba na 23º edição do Prêmio da Música Brasileira, sua carreira se estende ao teatro e a dança, nos quais ela aprimorou sua expressão cênica e interpretação. No exterior, tem recebido convites de grandes personalidades do jazz internacional, como o saxofonista japonês Sadao Watanabe, e se apresentado em diferentes países e festivais ao redor do mundo. Sucesso de crítica e público, Cozza chega ao quinto álbum aclamada por ninguém menos que Maria Bethânia, que reconhece em sua voz e trabalho, nuances e sonoridades que, quem ainda não conhece, precisa conhecer.

Providência

Prestação de Contas APROVADA por meio do RELATÓRIO EXECUTIVO DE AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Nº 258/2024/CATE/SGPTC/SE/MINC (SEI/MinC 1721108 ).

2022-01-21
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo