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Rima é um projeto de circulação do espetáculo Rima em formato virtual e apresentações presenciais em 5 capitais. Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Em razão da atual pandemia da Convid-19, apresentamos a adequação da proposta à situação de isolamento do público e dos artistas envolvidos no projeto. Na impossibilidade de realizar apresentações presenciais do show RIMA, dividimos o projeto em duas etapas. Primeira etapa - readequamos o espetáculo para uma apresentação virtual que será disponibilizada no YouTube, Instagram, Facebook e em outros canais de comunicação. A apresentação virtual, já conta com a verba captada no Itaú - Companhia Securitizadora de Creditos Financeiros, para execução imediata. Segunda etapa - as apresentações presenciais, ou seja, a circulação do espetáculo por 5 cidades brasileiras. Uma vez captados os recursos, as apresentações deverão começar quando a situação da pandemia permitir, e os espetáculos presenciais voltarem a ser realizados
O espetáculo RIMA é uma viagem musical através da história das formas da poesia rimada popular brasileira. Uma jornada artística que percorre um extenso arco de anos, pois as raízes dessa poesia se acomodam em estratos culturais românicos, moçárabe e, não tão longínquos assim, bantoafricanos. É pela apresentação de uma das formas mais fecundas, e ainda bem viva, da cultura poética brasileira – a quadrinha – que o espetáculo se inicia. Nascida entre os vilões – os habitantes da vilas do período feudal ibérico –, e, por isso, durante muitos anos também reconhecida como um tipo de vilancico (algo como as cantigas dos vilões ), a quadrinha ou quadra era uma ágil forma poética, por meio da qual os habitantes desses recantos podiam comentar o que lhes acontecia ordinariamente. Essa popular modalidade de vilancico, estruturada numa estrofe de quatro versos, cada um de sete sílabas poéticas (a chamada redondilha maior), em que rimam o segundo com o quarto versos, um dia foi assenhorada pela Igreja Católica e se tornou umas das formas mais eficientes do processo de evangelização. Trazida para o Brasil durante a colonização, se plasmou como uma luva, tornando-se presente em todas as atividades, não só nas devocionais, como também nas festivas de toda ordem. Esparramando-se por todo país, literalmente do Oiapoque ao Chuí, foi na região nordestina onde ela deu partida ao florescimento de novas modalidades estróficas, como a sextilha – corriqueiramente utilizada nas narrativas da literatura de cordel –, e, dessa, a Gemedeira, os vários tipos de Moirões, entre outras formas. A razão pela qual essas modalidades de poesia rimada se desenvolveram a partir do Nordeste é de natureza fatual: a roda da poesia começa a se desenvolver mais cedo nessa região porque a moenda econômica dos engenhos começou a rodar bem antes de outras regiões do país, fazendo com que a dinâmica cultural, simultaneamente e, mesmo dentro da camada subalterna – sobretudo escrava –, se movesse mais rapidamente, como o espetáculo procura relatar. Foi lá também que a quadrinha readquiriu a função jornaleira que tivera, de informar e comentar os acontecimentos que acometiam os integrantes das classes subalternas da jovem e estratificada sociedade brasileira – negros escravizados, índios “domesticados” e brancos das camadas populares portuguesas trazidos ou vindos espontaneamente para o Brasil. Os primeiros registos realizados sobre a poesia popular se devem ao trabalho de estudiosos como Câmara Cascudo, Leonardo Mota, Mário de Andrade, entre vários outros. Eles dão o norte do contexto histórico do espetáculo, e foi por meio de suas obras que pude localizar os primeiros glosadores e cantadores que deram nascimento à frondosa árvore da poesia improvisada nordestino-brasileira. Nascidos ainda antes da primeira metade do século XIX, serão esses poetas populares que fincarão os marcos e difundirão as formas e gêneros da nossa poesia rimada e improvisada. É dessa época que avultam os nomes de Inácio da Catingueira, Francisco Romana, Luís Dantas Quesado, Bernardo Nogueira e principalmente os dos poetas da família Nunes da Costa. Desse clã, até onde pude descobrir, o primeiro a vir desbravar o sertão e instalar fazenda de gado na região da Serra do Teixeira, Paraíba, sertão do Pajeú, foi a figura – provável cristão novo – de João Nunes da Costa. Serão os seus netos e bisnetos Agostinho Nunes da Costa, Nicandro e Ugolino que, herdeiros das tradições literárias ibéricas – outeiros e certames poéticos –, irão trazer para o sertão uma estrofe nascida em 1590 na Espanha – em pleno século de ouro –, por obra e inspiração do engenhoso poeta malaguenho, nascido na cidade de Ronda, Vicente Espinel (contemporâneo de Cervantes, Lope de Veja e Calderón de la Barca), denominada de Décima de sete sílabas (no Rio Grande do Sul, é mais conhecida como Décima Espinela). A quadrinha, desde os primórdios da colonização – como se viu –, vai colaborar na formação literária das mais diferentes manifestações cênicas populares. Rolava solta pela boca de toadeiros, emboladores, cantadores e violeiros em reuniões de batuque, samba, peleja e cantoria, etc., animadas pelas melodias sincopadas, resultantes da fusão de cantigas lusopopulares com ritmos africanos. Será a décima de sete sílabas que, glosada e declamada por fazendeiros e afiliados nos terraços e pátios das fazendas de gado sertanejas, se entrelaçando às formas poéticas cantadas pelos lavradores, vaqueiros e escravos (quadrinhas, sextilhas, etc.), dará partida à criação de um extenso “plantel” de formas poéticas, como o Martelo Agalopado, o Galope Beira Mar, a Parcela, dentre outras. À guisa de exemplos, seguem algumas das modalidades estróficas que serão apresentadas em Rima e que comporão a “trama e urdidura” do espetáculo: QUADRA Nessa nave viva vida, tripulante ou passageiro, não sou último nem primeiro de chegada ou de partida. SEXTILHA Nem na faca, nem no grito, nem no tapa, nem na bala, nem na forca, nem na força, nem na dor que a tudo estala. Minha voz não silencia, porque poeta não cala. SETILHA Terra, terra, terra, terra, nave-mãe que me pariu. Que me deu o fogo e o ar, água do mar e dos rios. Ancoramos em teu porto, ainda usamos teu corpo, como quem te invadiu. CARRETILHA Quebrando coco de praia, de Catolé, perguntei-me o que é que com este mundo há? Como num filme preto e branco e a cores, cheio de risos e dores, eu agora vou narrar. MARTELO AGALOPADO O racismo, a mentira e a opressão são doenças dos tempos, são as cáries que alimentam terrores e barbáries, abrem portas para a destruição. A poesia é uma arma, é munição, um antídoto, o fortim, o sentimento libertário e liberto como o vento, que na paz se encerra e principia. A poesia é escudo e armamento contra o ódio que cega e silencia. DÉCIMA DE SETE SÍLABAS O poeta é alquimista: funde secreta mistura de onde extrai o que procura e que não alcança a vista. Poeta é malabarista, é prestidigitador: traça as mãos ante o leitor, trapaceia-lhe os sentidos, ilude os olhos e ouvidos... o poeta é um fingidor. Essas são algumas estrofes tiradas dos vários poemas que compõem o espetáculo RIMA. Os conteúdos dos poemas não contam a “história” da poesia rimada. O narrador do espetáculo – um misto de cantador, cantor, instrumentista, ator e dançarino – é quem conta e reconta a maneira como essa poesia nasce, se desenvolve e se firma no país – como sinteticamente se quis sinalizar aqui –, tornando-se um dos universos patrimoniais da cultura brasileira mais significativos e imponentes.
Primeira etapa: Para execução imediata Por trás do álbum Rima, a apresentação virtual será em um formato, que desvenda formas poéticas, ritmos e manifestações culturais do mais recente disco de Antonio Nóbrega. Usando como fio condutor os registos documentais do show RIMA já realizados em vídeo, Antonio Nóbrega irá desvendar o rico universo cultural existente por trás de cada canção. RIMA é fruto de uma pesquisa pelo universo da poesia popular brasileira e, além disso, navega por ritmos e manifestações culturais, como frevo, maracatu rural, xote, embolada, caboclinho, entre outros. Das composições aos arranjos, cada faixa traz um conjunto de temas e informações a serem explorados. De casa, a equipe do disco _ músicos, poetas parceiros, arranjadores, criadores da luz e da vídeo-cenografia _ será convidada a dar depoimentos por meio de entrevista/conversa com Nóbrega, via internet; trazendo assim, um registro contextual do momento histórico em que nos encontramos. Os temas que serão abordados são os seguintes: - As modalidades poéticas da poesia rimada popular utilizada; - Contextualização histórica e cultural dos ritmos utilizados nas canções, todos oriundos do universo rítmico popular brasileiro; 0- Apresentação do contexto histórico do nascimento e desenvolvimento das formas poéticas utilizadas nas canções; - O tipo de procedimento vocal utilizado pelo intérprete e coautor das canções. Objetivos específicos - O show virtual será realizado em São Paulo/SP, transmitido e divulgado nacionalmente. - O formato virtual favorece a ampliação do acesso ao espetáculo para todos os públicos, no pais e fora dele. -O modo que planejamos para atingir um grande público é a ampla divulgação nos canais do artista e redes sociais. - Como ação formativa cultural, já nesta primeira etapa, serão realizadas duas aulas virtuais por Antonio Nobrega, que apresentará as formas da poesia popular rimada e ensinará como praticá-las. Serão gratuitas e inscrições franqueadas a professores e alunos de escolas públicas. 150 vagas. -Pela situação de pandemia, as aulas serão online, porém se quando estiver para ser executada e a situação de pandemia estiver controlada, as aulas serão no Teatro Brincante na cidade de São Paulo. 2ª Etapa Mesmo com a apresentação do show e "circulação virtual", entendemos que as apresentações presenciais não serão prejudicadas, ao contrário, serão destacadas pelos resultados da apresentação virtual.Neste sentido, está prevista a circulação por cidades brasileiras do espetáculo musical RIMA presencial, adaptado para espaços abertos, constituído de canções compostas a partir das formas e gêneros poéticos populares brasileiros rimados. Devido à versatilidade dessas formas poéticas _ Galope beira mar, Décima de sete sílabas, Quadrão, Martelo agalopado, Carretilha, entre outras _, elas serão apresentadas por meio de personagens que as contextualizam historicamente. Os conteúdos das canções _ líricas, jocosas, épicas, dramáticas, etc., _ procuram refletir e apresentar os anseios, temas e acontecimentos que marcam o mundo brasileiro em toda a sua amplitude. A razão principal, que moveu a criação do espetáculo e, como resultado, a sua consequente necessidade de circulação, está em procurar apresentar ao país, por meio de uma produção de natureza teatral, a poesia rimada, uma das representações mais dinâmicas e vivas do seu patrimônio cultural coletivo. Circunscrita prevalentemente ao mundo rural, ora se pretende que, por meio de sua difusão através do espetáculo, ela venha a ser conhecida, assimilada e cultivada _ à semelhança de formas como o Rap e o Slam _ por amplos segmentos da população brasileira. Objetivos específicos da segunda etapa. - Circulação do espetáculo l RIMA, por 5 cidades brasileiras: CE-Fortaleza, PE-Recife, RJ-Rio de Janeiro, BA-Salvador e SP-Barueri. - O público terá acesso facilitado às apresentações que serão realizadas em espaços abertos (estacionamentos, parques, etc... - Haverá intérpretes de libras ao vivo e audiodescrição. - Serão estabelecidos apoios de rádios, tevês, blogs e redes sociais para ações promocionais e ampliação da divulgação, e serão feitas parcerias com ONGs e instituições para proporcionar e estimular o acesso gratuito ao espetáculo a vulneráveis e deficientes auditivos. - Em todas as cidades serão realizadas oficinas de rimas, ministradas por Antonio Nobrega; serão portanto, 5 oficinas para 100 participantes em cada uma delas. - Como ação formativa cultural, em cada cidade, serão realizadas duas aulas especiais, ministradas por Antonio Nobrega, que apresentará as formas da poesia popular rimada e ensinará como praticá-las. Serão gratuitas e inscrições franqueadas a professores e alunos de escolas públicas. Conformem o disposto no art. 22 da IN nº 2/2019, declaramos que: - Serão 100 vagas gratuitas. - Para professores e alunos do ensino médio de escolas públicas. -Esta atividade será à parte dos produtos do projeto. - Esta atividade não será as mesmas oferecidas para a ampliação do acesso. - Esta atividade formativa tem ligação prática com o projeto, que é a poesia rimada na canção brasileira. -Serão aulas presenciais.
A proposta de circulação e do espetáculo musical Rima nos formatos virtual e presencial, mostra-se pertinente e adequada para enquadramento na Lei de Incentivo, Lei 8313/91, utilizando os mecanismos de apoio à Cultura (PRONAC), por tratar-se de um projeto de natureza eminentemente cultural e educativa, cujos recursos advindos de bilheteria jamais conseguiriam viabilizar. Enquadra-se integralmente no Artigo 1º , incisos I, V e IX. Seus objetivos vão ao encontro ao disposto no Artigo 3º, inciso II, alíneas c e e, pois, entre os objetivos de RIMA, está o de difundir a versátil gama de modelos de estrofes e jogos rimados criados pelos poetas populares brasileiros, especialmente os da região sertaneja do nordeste brasileiro. Afirma Antonio Nobrega que: "Desde que tomei conhecimento da poesia popular brasileira, logo percebi que ela configurava um edifício de representações simbólicas de muitos andares". Esse conhecimento se deu tanto por meio da sua convivência com cantadores, emboladores e folheteiros, quanto pela leitura das obras dos grandes escritores e documentadores da poesia popular, como Leonardo Mota, Câmara Cascudo, Mário de Andrade, entre outros. Foi reunindo, portanto, prática e estudo, conjugando-os ao seu talento de músico e compositor, que pôde construir um espetáculo musical, onde a grande estrela é a palavra rimada, que trata de questões e assuntos ligados tanto ao nosso universo individual quanto coletivo.
A estimativa de público será: 1000 participantes na apresentação virtual. 5000 público nas apresentações presencias (1000 por cidade) serão 5 cidades. 500 participantes nas oficinas - 100 em cada cidade - 5 cidades Total 6500. 650 nas ações formativas - aulas de rimas. Atenção - o quadro do Plano de distribuição está com defeito. Não aceita as apresentações musicais como produto principal! Fui obrigada a deixar como produto não principal para poder seguir enfrente.
Espetáculo no formato virtual – Rima Duração:90' Tiragem virtual: plataformas e redes sociais. Ação formativa: Aula Virtual de Rima - Internet 2 aulas Duração – 30’ - para 150 participantes Espetáculo musical presencial- Rima Duração: 70’ Circulação por 5 cidades - 5 apresentações. Oficina de Rima - Plano de democratização do acesso 1 em cada cidade – Inscrição para estudantes e jovens artistas - 100 participantes em cada cidade. 500 no total. Duração: 3 horas Ação formativa - 2 aulas de Rima. -para professores e estudantes da rede pública - 100 participantes em cada cidade. 500 no total. Folder programa Tiragem: 600 unidades Banners 5 unidades Apresentação virtual do espetáculo Rima Usando como fio condutor os registos documentais do show RIMA já realizados em vídeo, Antonio Nóbrega irá desvendar o rico universo cultural existente por trás de cada canção. De casa, a equipe do disco – músicos, poetas parceiros, arranjadores, criadores da luz e da vídeo-cenografia – será convidada a dar depoimentos por meio de entrevista/conversa com Nóbrega, via internet; trazendo assim, além do mais, um registro contextual do momento histórico em que nos encontramos. Os temas que serão abordados são os seguintes: - As modalidades poéticas da poesia rimada popular utilizada; - Contextualização histórica e cultural dos ritmos utilizados nas canções, todos oriundos do universo rítmico popular brasileiro; - As formações instrumentais utilizadas; - Apresentação do contexto histórico do nascimento e desenvolvimento das formas poéticas utilizadas nas canções; - O tipo de procedimento vocal utilizado pelo intérprete e coautor das canções. -Conforme disposto no art. 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o plano de formação Cultural será: Aulas virtuais de rima 2 aulas que serão disponibilizadas em transmissões nas redes sociais do artista e 5 presenciais nas 5 cidades de circulação do projeto.
Apresentação do espetáculo Rima. -Apresentação de Rima virtual. Distribuição via internet – YouTube, Instagram, Facebook, etc com acesso gratuito. -Aulas virtuais pela internet Acessibilidade Física: não se aplica Deficientes auditivos: intérprete de libras Deficientes visuais: audiodescrição. Apresentações presencias em 5 cidades -Os locais para as apresentações do espetáculo presenciais serão espaços abertos com todas as providencias de higiene e proteção além de acesso a portadores de necessidades especiais. Acessibilidade Física:-Rampas, banheiros especiais adaptados, totens de álcool gel, medidores de temperatura, acentos com distanciamento Deficientes auditivos: intérprete de libras Deficientes visuais: audiodescrição. Oficinas e Ações Formativas Culturais: Acessibilidade Física:Salas ou espaços ventilados, rampas, banheiros especiais adaptados, totens de álcool gel, medidores de temperatura, acentos com distanciamento. Deficientes auditivos: intérprete de libras Deficientes visuais: audiodescrição.
Acesso ao espetáculo Rima Apresentação virtual - Gratuito via internet – streaming. – estimativa de público 10.000 atingidos. 1000 participantes. Apresentação presencial - Gratuito, em espaços abertos – estimativa de público 1000 em cada cidade. Em atenção ao art. 21inciso I: Divulgação específica para ingressos a instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo; Em atenção ao art. 21inciso X - Será disponibilizada a transmissão gratuita do espetáculo na internet. Ações culturais e de acesso - Contrapartida social Em atenção ao ao § 1º do artigo 22 da IN 02/2019, confirmamos a Ação Formativa Cultural Aulas Virtuais de Rima - internet Realização de duas aulas virtuais por Antonio Nobrega, que apresentará as formas da poesia popular rimada e ensinará como praticá-las. 150 inscritos- professores e estudantes de escolas públicas. Aulas presenciais gratuitas - nas 5 cidades onde o espetáculo será apresentado. 100 vagas em cada cidade. Oficina de rima – acesso gratuito para estudantes e jovens artistas das periferias das cidades em que o projeto será apresentado. 100 vagas em cada cidade. A oficina é oferecida em formato de um encontro de três horas, mediante inscrição. Participantes: até 100 pessoas em cada cidade. Divulgação e parcerias com as secretarias de cultura das cidades onde serão realizados os espetáculos e oficinas.
Antonio Nobrega é sócio gerente da empresa Truléu Produções Artísticas, proponente deste projeto, e é também o autor, diretor e intérprete da obra Rima Sua empresa será responsável pela produção, execução, divulgação e gerenciamento do projeto e Antonio Nobrega pela coordenação e direção artísticas, além da atuação no espetáculo. RIMA marca uma nova etapa na carreira de Antonio Nobrega. Depois de trabalhos como o Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus e Com Passo Sincopado, nos quais a dança teve um papel destacado, o versátil artista – cantor, instrumentista, dançarino e ator – volta a colocar o teatro e a música no primeiro plano de sua atividade criadora. Tanto os espetáculos quanto as suas versões audiovisuais têm como características principais o congraçamento entre o artístico e o documental. Ambos são realizações culturais que têm como objetivo “educar” divertindo. Se em Nove de Frevereiro o assunto era o Frevo e em Naturalmente – teoria e jogo de uma dança brasileira a dança brasileira, em Rima será a vez da palavra rimada. A Truléu Produções (ex Brincante Produções) é a produtora de Antonio Nobrega e, desde 1993, produz os seus espetáculos, CDs, DVDs, projetos, palestras, oficinas, aulas, etc. Foram realizados pela produtora grandes projetos nas áreas de música e dança. Em 2012, foi a vez da Cia. Antonio Nobrega de Dança, com o espetáculo Húmus, patrocinado pela Petrobrás através do Edital de 2011. Grandes shows como Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Lua e Semba foram realizados através de apoios e patrocínios da PHILIPS, FUNDARPE e SESC SÃO PAULO. Discografia: Na pancada do ganzá (1996) - CD Madeira que cupim não rói (1997) - CD Pernambuco falando para o Mundo (1998) - CD O marco do meio-dia (2001) - CD Lunário perpétuo (2002) - CD e DVD Nove de Frevereiro (2005) - CD Nove de Frevereiro - Vol. 2 (2006) - CD e DVD Rima - CD (2019) Teatro, shows e aulas-espetáculo: A Bandeira do Divino, A Arte da Cantoria, Maracatu Misterioso, Mateus Presepeiro, O Reino do Meio-Dia, Figural, Brincante, Segundas Histórias, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Mátria, LUA, Com Passo Sincopado, Da quadrinha ao Galope Beira-mar, Recital para Ariano, Semba e Rima. Espetáculos de Dança Passo, Naturalmente - Teoria e Jogo de uma Dança Brasileira, Húmus e PAI. Premiações e homenagens TIM, SHELL, Mambembe APCA e Conrado Wessel. Antonio Nóbrega recebeu por duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Recebeu em 2008 o título de Cidadão Paulistano, em cerimônia na Câmara dos Deputados de São Paulo. Em 2014, foi também o homenageado do Carnaval do Recife 2014 (https://www.youtube.com/watch?v=4bKTqiK8U_I), ao lado do frevo, patrimônio imaterial da humanidade. Em 2015 - Grande Prêmio do Cinema Brasileiro - Melhor Documentário para o longa metragem BRINCANTE, com direção de Walter Carvalho. Ficha técnica * Tamanho RIMA Criação e atuação (voz, violino e violão) ANTONIO NOBREGA Direção musical, arranjos e cordas dedilhadas EDMILSON CAPELUPI Arranjos e cordas dedilhadas EDSON ALVES Bateria e percussão CLEBER ALMEIDA/LEO RODRIGUES Acordeom OLIVINHO Clarinete, sax alto e zabumba ZEZINHO PITOCO Iluminação e Cenário MARISA BENTIVEGNA Criação e projeção do vídeo-cenário GRISSEL PIGUILLEM Figurino CHRIS AIZNER Som GUSTAVO VALE E TUCA PRADELLA Contra-regra ADILSON SANTOS Projeto Gráfico e Artes ÉRICA DE CARVALHO Fotos SILVIA MACHADO Vídeos para divulgação ALEXANDRE AMENDOLA Comunicação e assessoria de imprensa: AGÊNCIA FERVO – PRISCILA COTTA e NARA LACERDA Direção de Produção THEREZA FREITAS Produção TRULÉU PRODUÇÕES Antonio Nobrega Nascido em Recife, começou a estudar violino aos oito anos. Em 1971, Ariano Suassuna convidou-o para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, entre outros. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Shell de Teatro, o Tim de Música, APCA, Mambembe, Conrado Wessel, etc. Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística. Edmilson Capelupi Músico autodidata. Seus instrumentos são o violão de 6 cordas, a viola e o cavaquinho, mas especializou-se no violão de 7 cordas. Nos últimos anos, paralelamente ao seu trabalho como instrumentista, vem atuando também como compositor, arranjador, produtor e professor. Atualmente, é professor de violão de 7 cordas da EMESP Tom Jobim (antiga ULM), arranjador e diretor musical de Antonio Nobrega e o acompanha nos shows há mais de vinte anos. Edson Alves Atua como arranjador, compositor e instrumentista (vilão, baixo e viola). Gravou três discos instrumentais com arranjos e composições próprias. Integra a Banda Mantiqueira e tem participado de shows junto a artistas nacionais e internacionais, tais como Antonio Nobrega, Rolando Boldrin, Heraldo do Monte, Carmem Queiroz, Ana Salvagni, Passoca, Rita Gullo, entre outros. Cléber Almeida Músico do grupo Trio Curupira, vem se destacando no cenário nacional como um dos mais completos e dinâmicos bateristas de samba e música brasileira. Tem tocado com o Trio Curupira, Antônio Nóbrega, Banda Mantiqueira, Trio Macaíba (Forró “pé de serra”), Sexteto do Proveta e Mané Silveira Quinteto. Leciona no Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí. Leo Rodrigues Léo Rodrigues atualmente integra diversos projetos instrumentais, além de acompanhar alguns artistas brasileiros. É integrante do quarteto Roda de Choro, do sexteto Cadeira de Balanço e do Alexandre Ribeiro Quarteto. Integra as bandas de Fabiana Cozza, Mestrinho e acompanha há alguns anos o cantor e bailarino Antonio Nobrega. Olivio Souza Filho - Olivinho Sanfoneiro nascido em Garanhuns, Pernambuco, já percorreu o Brasil e o mundo levando acordes de uma sanfona às vezes saudosa, chorona, melodiosa e com certeza empolgante. Dentre suas participações internacionais está a turnê que durou dois meses com o cantor renomado internacionalmente Chico César, que percorreu países da Europa, Itália, Alemanha, Portugal, Bélgica e outros. José Alves Sobrinho – Zé Pitoco Instrumentista (clarinete, sax e zabumba), arranjador e compositor. Tocou e toca ao lado de músicos como Paulo Moura, Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Nailor Proveta, Toninho Carrasqueira, Toninho Ferragutti, entre outros. Criou e circula com o show “Forró do Zé Pitoco”. Marisa Bentivegna Realizou vários projetos de iluminação para musicais e shows no Brasil e no exterior, tendo trabalhado com Chico César, Antonio Nóbrega, Badi Assad, Carlinhos Brown, entre outros. Entre os projetos de iluminação para Dvds, destacam-se “Lunário Perpétuo” e “9 de Frevereiro”, de Antonio Nóbrega, sob a direção de Walter Carvalho. Chris Aizner Atua no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista. Realizou trabalhos ao lado de Diretores como Jô Soares, Antonio Araújo, Daniel Filho, Cacá Carvalho, Antunes Filho, Antonio Nóbrega, entre outros. Premiação e indicações: Prêmios APCA, SHELL E FEMSA, BIBI FERREIRA.
PROJETO ARQUIVADO.