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PRONAC 194204Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

No pedal com elas

GERLANETE BATISTA DE LAVOR
Solicitado
R$ 134,5 mil
Aprovado
R$ 134,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. Av Games
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santo André
Início
2020-02-03
Término
2021-12-31
Locais de realização (3)
Osasco São PauloSão Bernardo do Campo São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

Documentário média-metragem de 60 minutos, em Full HD, que apresenta a rotina de mulheres que tiveram suas vidas transformadas pela bicicleta. Questões de mobilidade urbana, meios de transportes alternativos, saúde física e mental e a condição da mulher na sociedade contemporânea são temas abordados por essa obra. Além da produção do filme, serão realizadas sessões de cinema itinerantes para a população de baixa renda, diálogos reflexivos a cerca do tema, passeios culturais de bicicleta e oficinas de produção de curta-metragem.

Sinopse

O filme tece um panorama sobre o cotidiano de mulheres que tiveram suas vidas transformadas para melhor, depois de começarem a pedalar - seus deslocamentos, suas dificuldades, inseguranças e desafios diários em diferentes centros urbanos. Além de refletir sobre questões de mobilidade urbana, saúde física e mental, o documentário se propõe a mostrar como a prática do ciclismo também contribui para a emancipação e conquista de liberdade - de suas variadas maneiras - das entrevistadas, tendo em vista que com a popularização da bicicleta como meio de transporte, mulheres foram capazes de ir muito mais além, se desprendendo aos poucos do domínio masculino que existe na sociedade.

Objetivos

OBJETIVO GERALProduzir um documentário que retrata a história de mulheres que utilizam a bicicleta no dia a dia, a importância do ciclismo para a mobilidade urbana e sua relação com a condição da mulher na contemporaneidade. OBJETIVOS ESPECIFICOS - Realizar 10 exibições gratuitas em pontos de cultura localizados em bairros periféricos da Grande São Paulo, seguidos por debates sobre mobilidade urbana e o acesso a meios de transporte alternativos - público total estimado: 500 pessoas; - Executar 12 projeções abertas em eventos de coletivos femininos, com diálogos sobre a relação da mulher e a bicicleta - público total estimado: 4.000 pessoas; - Promover 08 passeios culturais monitorados de bicicleta pelo Centro Histórico de São Paulo - total: 80 participantes; - Realizar 02 oficinas de produção de curta-metragem com smartphone sobre mobilidade urbana - total: 60 participantes; - Possibilitar a contratação de 12 mulheres profissionais da área audiovisual - toda equipe de produção do filme é formada somente por mulheres

Justificativa

As revoluções, tanto tecnológicas quanto sociais, que aconteceram durante o final do século XVIII e no século XIX principalmente na Europa e América do Norte, ajudaram a moldar a sociedade como a conhecemos hoje. Os centros urbanos cresceram e o valor dado ao espaço público começou a aumentar. Neste contexto, a popularização das bicicletas também cresceu, uma invenção aperfeiçoada que contribuiu com a criação de uma nova sensibilidade e uma nova relação entre pessoas e espaço urbano. Como citado na monografia "Minas na pista: a bicicleta como ferramenta de empoderamento feminino", de Mariana Nogueira da Cruz, apesar das transformações sociais que aconteceram na virada do século XIX, que incluíam também transformações no que se tratava de mobilidade urbana e organização dos espaços urbanos, a mulher ainda se encontrava em uma posição desfavorecida. O uso da bicicleta por mulheres era condenado por médicos alegando que a prática poderia ser prejudicial e ainda causar abortos, além de uma resistência de cunho moral que se sustentava na premissa de que a fricção com o banco causaria excitação na mulher. Sendo assim, se por um lado os homens faziam cada vez mais parte da esfera pública, as mulheres era incumbida a responsabilidade de cuidar apenas da esfera doméstica, ainda sem seu direito básico de ir e vir livremente. Porém, a popularidade da bicicleta entre as mulheres não deixou de crescer e eventualmente até a maneira como elas se vestiam acabou sofrendo mudanças. O vestuário, que à época também considerado peça chave para incorporação da dominação masculina, já que privava as mulheres de exercerem os mais básicos movimentos. O uso das calças de ciclistas era considerado tabu, tendo em vista que para os homens "as roupas eram uma expressão de liberdade e individualidade, e, desta forma, o uso de calças por mulheres era inaceitável" (CRANE apud SANTUCCI & FIGUEIREDO, 2015, p. 24). Com o aumento do uso da bicicleta e, consequentemente, a mudança do vestuário feminino, aos poucos, as mulheres foram conquistando o direito básico de se locomover livremente sem a tutela ou permissão de um homem. No Brasil, porém, a bicicleta não chegou a ter um viés revolucionário na época de sua popularização. Um fenômeno mais recente - a revolução digital - no entanto, tem servido como facilitador de encontros entre pessoas com interesses em comum e esses encontros proporcionam discussões e uma apropriação do espaço público. Mulheres ciclistas do Brasil inteiro (e também de outros países) se encontram para pedalar juntas e essa interação influencia não apenas o uso da bicicleta, mas também a organização social das mulheres e, consequentemente, sua visão de mundo e de sua condição de mulher na sociedade. É esse tipo de mudança e influência direta na vida das mulheres que o presente filme documental pretende compreender e mostrar ao público. O debate sobre o ciclismo, mobilidade urbana, sustentabilidade e até economia deve continuar sendo feito, porém é necessário ir além para se perceber os benefícios concretos do ciclismo e sua força catalisadora de mudança que ajuda mulheres do mundo inteiro, sendo uma ferramenta de emancipação e símbolo de conquista de direitos. O projeto conta com uma equipe formada apenas por mulheres, considerando um estudo divulgado pela Ancine (Agência Nacional do Cinema), mostra que as mulheres ocupam 40% dos cargos no setor e que em 2015 elas receberam em média 13% menos que os homens. A questão de gênero permeia todos os setores da sociedade e, para que o projeto se concretize de acordo com os ideais propostos, integrando de forma completa o tema que é abordado, a escolha de uma equipe feminina se tornou ainda mais pertinente.

Estratégia de execução

As filmagens externas serão realizadas para acompanhar a rotina destas ciclistas ao trabalho, ao treino, às competições, ou simplesmente saindo para relaxar andando de bike, ou seja, a todos os locais que elas circulam pedalando. Enquanto as filmagens internas revelam como funciona a mecânica destas bicicletas administradas por mulheres. Uma equipe completamente formada por mulheres, irá captar imagens externas e internas, assim como a captação do som direto enquanto acompanham as entrevistadas, vivenciando a rotina de cada personagem. CURRICULO DA PROPONENTE GERLANETE LAVOR Criadora e produtora cultural do Sarauliteralmentefavela -2013 a 2019 Criadora e produtora do Cineclube na Praça com parceria Labeurbesa -2019 COLETIVO CINEMA DO POVO Função: Assistente de Produção - Vídeo Clipe Pra onde Vamos - 2016 Cantor Buia Kalunga Diretor Raoni Gruber /Gleice Neves COLETIVO CINEMA DO POVO Função: Assistente de Fotografia e Produção - Vídeo Clipe Revolução - 2017 Cantora Denise D’Paula Diretor Raoni Gruber /Gleice Neves COLETIVO CINEMA DO POVO Documentário – Rocinha a ausência do estado CRU (Produzido durante a ocupação de 2017 na Rocinha – RJ) Função: Direção, Câmera e Roteiro - Raoni Gruber, Gleice Neves e Neta Lavor NOITE DE KINO Curta-metragem Fortuna - 2018 Função: Assiste de elétrica Produzido pelos alunos da escola livre de cinema e vídeo de Santo André, para o festival de minuto . GLOBO FILMES Serie o carcereiro II -2018 Função: Assistente de Elétrica PROGRAMA CHOQUE DE CULTURA - 2018 Função: Assistente de Elétrica e Fotografia Diretor de Fotografia Jorge Maia SALVATORE FILMES Publicidade O NOVO CLIPE GRETCHEN -Posto Ipiranga – 2018 Função: Assistente de Elétrica Diretor de fotografia Bruno Graziano CINEMA DO POVO Função: Assistente de fotografia - Vídeo Clipe O Tempo - 2019 Cantor Ba Kimbuta Diretor Raoni Gruber e Gleice Neves COLETIVO ORIENTE Curta -metragem NAMIDAH - 2019 Função: Gaffer Diretor de Fotografia Nelson Kao COLETIVO ORIENTE Curta –metragem Conta Gosta -2019 Funções: Gaffer e 2 assistente de fotografia Diretor de fotografia Lucio Kodato SALVATORE FILMES Publicidade Biro Biro á bordo de uma ovelha voadora PerguntaLá -2019 Função: Assistente de Elétrica Diretor de fotografia Bruno Graziano BRODES FILMS & TECHS Publicidade Mercedez Bens - 2019 Função Assistente de Elétrica Diretor Thiago Cordeiro POLAR Publicidade -2019 Função: Chefe de Elétrica Diretor Thiago Cordeiro POLAR Publicidade - 2019 Função fotografa Diretor Thiago Cordeiro SARAU NA QUEBRADA Evento Fazenda Roseira - 2019 Função: Fotografa Produtores: Neli e Glaucia Adriana SARAU NA QUEBRADA Evento Ilu Oba de Min – 2019 Função: Fotografa Produção: Neli e Glaucia Andriana OFICINA KINOFORUM Curta-metragem EscureSer - 2019 Função Assistente d e Fotografia Diretor: Pedro OFICINA KINOFORUM Curta - metragem Transição Sanguinária - 2019 Função Diretora de Fotografa Diretor Diego LOMBADA FILMES Curta-metragem Procreare - 2019 Função Assiste de Elétrica e Chefe de Maquinaria Diretora Alice Stamato ELCV Curta-metragem A Jornada de um Homem Santo ao Céu - 2019 Função Som Direto Diretora Karina Moraes e Andre Sanshes LOMBADA FILMES Vídeo Clipe Azul - 2019 Banda lllucaslllucas Função: Assistente de Fotografia e Chefe de Elétrica Diretor(a) Slice Stamato e Gustavo Auricchio LOMBADA FILMES Vídeo Meias - 2019 Banda lllucaslllucas Função: Assistente de Fotografia e Chefe de Elétrica Diretor(a) Slice Stamato e Gustavo Auricchio BANCO TRADICIONAL NUBANK Publicidade - 20119 Função: Gaffer LABURBSA Função: Fotografa 2019 LABURBSA Oficina de Vídeo Clipe - 2019 Função: Oficineira FORMAÇÃO PROFISSIONAL ELCV – Escola Livre de Cinema e Vídeo – Santo André Cinema – 3 semestres cursando FACULDADE IESA – Santo André Tecnologia da Informação – 3 semestres trancada

Especificação técnica

ARGUMENTO CINEMATOGRAFICO No Pedal com Elas é um documentário de média-metragem que tem como proposta principal o acompanhamento da rotina de mulheres que utilizam a bicicleta como meio de transporte e, ainda, como objeto de emancipação feminina. As personagens do documentário serão Mirtha, uma senhora de 70 anos que encontrou na bicicleta um refúgio para lidar com a morte de seu filho, Vanessa, uma mulher de 40 anos que pedala 24 quilômetros por dia para ir de sua casa ao trabalho, Tassia, uma mecânica e ciclista de 29 anos e Juliana, bióloga de 35 anos, cicloviajante e fundadora do projeto de viagem Extremos das Américas. As revoluções, tanto tecnológicas quanto sociais, que aconteceram durante o final do século XVIII e no século XIX principalmente na Europa e América do Norte, ajudaram a moldar a sociedade como a conhecemos hoje. Os centros urbanos cresceram e o valor dado ao espaço público começou a aumentar. Neste contexto, a popularização das bicicletas também cresceu, uma invenção aperfeiçoada que contribuiu com a criação de uma nova sensibilidade e uma nova relação entre pessoas e espaço urbano. Como citado na monografia “Minas na pista: a bicicleta como ferramenta de empoderamento feminino”, de Mariana Nogueira da Cruz, apesar das transformações sociais que aconteceram na virada do século XIX, que incluíam também transformações no que se tratava de mobilidade urbana e organização dos espaços urbanos, a mulher ainda se encontrava em uma posição desfavorecida. O uso da bicicleta por mulheres era condenado por médicos alegando que a prática poderia ser prejudicial e ainda causar abortos, além de uma resistência de cunho moral que se sustenta na premissa de que a fricção com o banco causaria excitação na mulher. Sendo assim, se por um lado os homens faziam cada vez mais parte da esfera pública, as mulheres era incumbida a responsabilidade de cuidar apenas da esfera doméstica, ainda sem seu direito básico de ir e vir livremente. Porém, a popularidade da bicicleta entre as mulheres não deixou de crescer e eventualmente até a maneira como elas se vestiam acabou sofrendo mudanças. No Brasil, porém, a bicicleta não chegou a ter um viés revolucionário na época de sua popularização. Um fenômeno mais recente - a revolução digital - no entanto, tem servido como facilitador de encontros entre pessoas com interesses em comum e esses encontros proporcionam discussões e uma apropriação do espaço público. Mulheres ciclistas do Brasil inteiro (e também de outros países) se encontram para pedalar juntas e essa interação influencia não apenas o uso da bicicleta, mas também a organização social das mulheres e, consequentemente, sua visão de mundo e de sua condição de mulher na sociedade. É esse tipo de mudança e influência direta na vida das mulheres que o presente filme documental pretende compreender e mostrar ao público. O debate sobre o ciclismo, mobilidade urbana, sustentabilidade e até economia deve continuar sendo feito, porém é necessário ir além para se perceber os benefícios concretos do ciclismo e sua força catalisadora de mudança que ajuda mulheres do mundo inteiro, sendo uma ferramenta de emancipação e símbolo de conquista de direitos. Personagens e locações: Mirtha Muñoz, 70 anos Começou a andar de bicicleta a conselho da sua família e de uma amiga psicóloga depois que seu filho morreu inesperadamente. Ela é a mais antiga competidora de todos os tempos no Skyrace de 60km (37 milhas) da Bolívia, uma competição extrema de corrida de bicicleta. Locação: Bolívia - La Paz Thassia Fernandes, 29 anos Ciclista urbana, deixou a carreira de redatora para se tornar mecânica de bicicleta depois de um convite da Shimano, uma das maiores empresas de peças para bicicletas do país. Locação: Osasco - São Paulo Vanessa Bressane, 40 anos Ciclista urbana cansada de pegar trânsito todos os dias para o trabalho, decidiu encarar as avenidas das ruas de São Paulo para ir trabalhar num percurso de 42 km ida e volta, superando todas as dificuldades de chegar ao trabalho suada e superar seus medos do trânsito de São Paulo. Locação: São Paulo - São Paulo Juliana Hirata, 35 anos Bióloga e professora, renunciou de sua profissão em 2015 para iniciar seu projeto pessoal “Extremo das Américas”, iniciando sua cicloviagem sozinha pelo Alaska (USA). Já percorreu mais de 10 países desde o início do projeto. Locação: São Bernardo do Campo - São Paulo O documentário será realizado nos locais de deslocamento das próprias personagens e em suas residências e locais de trabalho. Por se tratar da história de quatro mulheres com rotinas muito divergentes, a equipe se distribuirá entre as respectivas cidades de cada personagem, passando por São Paulo, São Bernardo do Campo, Osasco e La Paz. A equipe acompanhará cada personagem durante, pelo menos, dois dias, período mínimo para as gravações internas e externas. Nas gravações internas será explorado o íntimo de cada personagem, o espaço dessas mulheres e como elas vivem, com diálogos estimulados pela diretora e planos mais fechados, em cenários escolhidos pelas próprias personagens para realçar a espontaneidade e maior interação horizontal entre a equipe e as personagens. Nas externas, a cinegrafista e diretora acompanhará a viagem de cada ciclista até seu respectivo destino e captará as cenas a partir do ângulo da garupa de uma bicicleta guiada pela produtora da equipe. O intuito será sempre respeitar a naturalidade dos acontecimentos, com registros de eventos autônomos, principalmente nas cenas externas, onde será pautada a relação de cada personagem com a mobilidade urbana contemporânea.

Acessibilidade

Medidas de acessibilidade de conteúdo para compreensão do projeto: 1) Audiodescrição - narração em língua portuguesa integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais, bem como quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra; 2) Legendagem descritiva - transcrição em língua portuguesa dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra; 3) LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais. Medidas de acessibilidade física: 1) Os locais selecionados para realização das exibições abertas, oficinas e demais ações culturais propostas por esse projeto, deverão ter rampas de acesso, para facilitar o acessso e locomoção no espaço físico de todos os participantes do evento; 2) O passeio cultural de bicicleta ao Centro Histórico de São Paulo, também atenderá pessoas com necessidades especiais, desde que possuam equipamentos e bicicletas adaptadas às suas necessidades, para efetuarem todo o trajeto proposto pela guia do passeio;

Democratização do acesso

Distribuição e comercialização: - A participação de festivais e mostras, nacionais e internacionais de documentários, bem como filmes sobre a prática esportiva e seus desdobramentos possibilitará uma visibilidade ao produto cultural produzido; - Disponibilizar a obra integral na web para democratizar o acesso à informação; - Comercialização da obra audiovisual com canais específicos do gênero esportivo; Medidas de ampliação de acesso: - Realizar 10 exibições gratuitas em pontos de cultura localizados em bairros periféricos da Grande São Paulo, seguidos por debates sobre mobilidade urbana e o acesso a meios de transporte alternativos - público total estimado: 500 pessoas; - Executar 12 projeções abertas em eventos de coletivos femininos, com diálogos sobre a relação da mulher e a bicicleta - público total estimado: 4.000 pessoas; - Promover 08 passeios culturais monitorados de bicicleta pelo Centro Histórico de São Paulo - total: 80 participantes; - Realizar 02 oficinas de produção de curta-metragem com smartphone sobre mobilidade urbana - total: 60 participantes;

Ficha técnica

Bruna Rodrigues Medina: Co-direção e Direção de produção: Nasceu em 1997 na cidade de São Paulo e está finalizando a graduação em Produção Audiovisual na universidade FIAM-FAAM. Cursou atuação profissionalizante de 2014 a 2016, no Teatro Escola Macunaíma, onde atuou em peças teatrais como “Gota d’ Água”, “O Show de Truman”, “Vereda da Salvação” e “A Língua da Montanha”. Se apaixonou por cinema após realizar a oficina de cinema “É Nóis Na Fita” em Maio de 2018 onde desenvolveu, como Diretora de Arte e produtora, o curta-metragem “Prestes”, selecionado para a 8º Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental e para a mostra Brasil no 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Realizou outras oficinas de cinema em 2019, como as Oficinas Kinoforum, onde atuou como produtora no curta-metragem “Transição Sanguinária”, realizado com pessoas em situação de vulnerabilidade social. Ainda em 2019 realizou como assistente de direção e direção de elenco dois curtas metragens universitários, “Eugênia” selecionado para o programa “Campus em ação” da TV Cultura, na mostra “Panorama Nacional” da 21º edição do “Festival Brasileiro de Cinema Universitário” e para a 4º “Mostra Itinerante Livre de Cinema”. O Segundo filme, “Última vez em Cartaz”, ainda está em fase de finalização. Dentre as experiências profissionais destacam-se a produção do 30° Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo e a produção de casting da 10º edição do reality show “A Fazenda” da TV Record. Realizou também a direção de arte e produção de objetos na peça “(A) Tríptika Noite” em exibição única no teatro UMC. Em seu último trabalho exerceu a instrução pedagógica e produção da Oficina de Mídias Sociais realizada pela Associação Cultural Kinoforum. Ingryd Rios - Assistente de Direção: Cearense, nascida em 1994, está finalizando a graduação em Produção Audiovisual na Universidade FIAM-FAAM, em São Paulo. Durante o ano de 2015, atuou como redatora e segunda locutora na Rádio 95 FM em Macaé, na região norte-fluminense do Rio de Janeiro. Após uma oficina de crítica de cinema ministrada por Marcelo Lyra no Itaú Cultural, decidiu cursar produção audiovisual e durante a graduação dirigiu dois curta-metragens universitários. O primeiro filme, “Eugênia” foi selecionado para o programa “Campus em ação” da TV Cultura, além da mostra “Panorama Nacional” da 21ª edição do “Festival Brasileiro de Cinema Universitário” e para a 4º “Mostra Itinerante Livre de Cinema” em Fortaleza. O segundo filme, “Última vez em cartaz” está em fase de finalização. Em 2019, trabalhando na Mistika Post, atuou como assistente de produção, criando apresentações de projetos culturais como o Festival de Cinema Universitário Alazão Selvagem. Atualmente, como assistente de direção, integra a equipe do documentário “Maura” em fase de produção, sobre a vida da atriz Maura Ferreira. Karina Morais Andrade - Assistente de produção: Estudante de cinema na ELCV em Santo André. Realizou trabalhos estudantis na instituição atuando como roteirista e diretora no curta metragem que está em processo de montagem "Esta sou eu de verdade". Realizou outras participações como diretora de arte e produtora em "Astro Rei" e "A Jornada de um Homem Santo ao Céu". Participou como assistente de direção e maquiadora no curta "O Ataque das Pulgas Invisíveis Assassinas" que foi apresentado na Noite de Kino de 2019. Rafaela Rosa - Som direto: Foi prounista em Produção Audiovisual na FIAM-FAAM. É diretora de fotografia, assistente de câmera e produtora. Idealizadora do curta-metragem EPIFANIA que está em processo de filmagem, participa do coletivo Segundas de Safo, voltado para mulheres lésbicas do audiovisual, e do coletivo Diretoras de Fotografia do Brasil - DAFB. Trabalhou como produção executiva na Berlin Produções. Fez curso livres no Instituto de Cinema, Marieta e LAC - laboratório audiovisual colaborativo. Fabiana Lima - Diretora de fotografia: Nascida em 1984, na cidade de Mauá- São Paulo. Formada em Comunicação Social Jornalismo pela Universidade Nove de Julho em 2011. Atuou como jornalista na Agência Mural de Jornalismo das Periferias cobrindo pautas sobre a periferia. Estudou documentário na Escola Livre de Cinema de Santo André finalizando com o documentário Gira Roda Vira Semente (2012). Fez curso de teatro a oficina Grite em 2013 com a peça Por um dia de Sol (2013). Coprodutora do Sarau Literalmente Favela desde 2013, um coletivo regido por um corpo de mulheres com atuação também na periferia, que difundi poesia periférica e ressalta temas importantes para serem debatidos. Educadora Social de comunicação na Associação Beneficente e Cultural São Jerônimo Emiliani (2017). Arte educadora no SESC Santo André desde 2018. Nathaly Peres - Roteirista: Nasceu em 1994 na cidade de São Paulo e cursou Letras Português/Espanhol pela FMU, onde se formou em 2017, no mesmo ano, trabalhou como Jovem Aprendiz na Rádio Jovem Pan e ingressou no Curso Livre de Roteiro do Senac. Atualmente, está no último semestre da faculdade de Produção Audiovisual na instituição FIAM FAAM e trabalha como Motion Design na produtora Audiovisual Atmo Mídias Digitais. Durante o curso de Produção Audiovisual roteirizou os curtas-metragens “Superego” “Eugênia” e “Última Vez em Cartaz”, nesse último, além do roteiro também atuou como figurinista. Seu primogênito, “Eugênia”, foi selecionado para o programa “Campus em ação” da TV Cultura, na mostra “Panorama Nacional” da 21º edição do “Festival Brasileiro de Cinema Universitário” e para a 4º “Mostra Itinerante Livre de Cinema”. Cibele Appes - Edição: Tem como ponto forte experiências em diversas áreas do audiovisual. Montou os longas-metragens, "Que os olhos ruins não te enxerguem" e o premiado "Chega de Fiu Fiu". Está produzindo um mini doc para o projeto de ocupação fotográfica, "Vou sair pra catar gente", com a fotógrafa Biga Appes. Roteirizou e montou a websérie "Floresta Iluminada", para o ISA - Instituto Socioambiental. Em 2018, fez assist. de direção de e montagem do curta “A mulher que não sabia de si”. Em 2017, dirigiu, roteirizou, fotografou e montou a websérie premiada, “Nossa Voz Ecoa” com a artista Preta-Rara. Cria e opera as projeções mapeadas em grupos de teatro e dança como Coletivo Negro, Cia Os Crespos, Taan Teatro, Cia Siameses, Núcleo Rodarte, etc. Montou os vídeos da vídeo-instalação do fotógrafo Gal Oppido na exposição "Deusa dos Fluídos", no Museu Afro Brasil. Priscila Benetti – Produtora Executiva: Iniciou sua carreira como produtora em 2007 para Globo Internacional realizando o I e II Brazil Film Festival; 5th Annual Brazilfest Toronto e IV Feira das Nações - todos realizados em Toronto - Canadá. No Brasil, participou de inúmeras produções como: Carnaval de São Paulo no Anhembi, Virada Esportiva, Revirada regional de Cultura e IX Festival de Peças Curtas de Teatro. Além de ser co-idealizadora do Projeto de Cinema Itinerante Vira Cine e Projeto Pigmento Urbano de Artes Visuais. Ao fundar a Berlin Gestão e Produção Cultural, atuou na elaboração, aprovação e captação de recursos de projetos incentivados de diferentes segmentos culturais, destacando o Projeto Canto das Águas - subproduto da novela Velho Chico da TV Globo e projeto Concordâncias para formação de jovens músicos de orquestra. Ministrou o curso de Projetos Incentivados no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas em 2017 - curso autorizado pela (SAV) Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. Realizou a produção executiva do Festival de Cinema, Música e Gastronomia em cidades do interior e litoral de São Paulo e Memorial da América Latina, além de oficinas audiovisuais no MIS de Santos e Oficina Oswald de Andrade em São Paulo. Em 2019, participou da produção executiva do filme Os Dois Lados do Céu - de Gustavo Milan e do curta-metragem universitário Última Vez em Cartaz de Ingryd Rios. Atualmente é gestora financeira da ONG Instituto Cultural Barra Funda e sócia-fundadora do espaço cultural Cabaret da Cecília.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.