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PRONAC 194215ArquivadoMecenato

Beethoven 250 anos - Clico das sonatas para piano e violino

FERNANDO COELHO SABINO
Solicitado
R$ 199,6 mil
Aprovado
R$ 199,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vila Velha
Início
2019-12-26
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realizar, em comemoração aos 250 anos de nascimento do compositor alemão Ludwig van Beethoven, a íntegra das sonatas para piano e violino.

Sinopse

As dez sonatas para piano e violino de Ludwig Van Beethoven, as quais pretendemos apresentar ao público em comemoração aos 250 anos de nascimento do compositor, tratam-se de obras que descrevem perfeitamente a carreira de Beetoven. Conhecê-las, uma a uma, não é uma tarefa exaustiva, mas é quase como empreender, com coragem, uma viagem fascinante pelo desenvolvimento musical do compositor alemão. Através delas, podemos perceber o quanto o jovem Beethoven, com 27 anos, quando compôs a primeira das sonatas, parte de uma linguagem já madura e bem definida, ainda muito apegada às formulas clássicas para se tornar, aos poucos, o compositor revolucionário que abriu as portas para o romantismo musical. Entre a primeira e a décima sonata, o mundo presenciou um grande cambio social e cultural que podem ser percebidos nas mudanças melódicas e harmônicas que Beethoven conferiu a essas obras. São expressões autoconfiantes, de um compositor já apreciando sua originalidade. O Projeto Beethoven 250 anos - Clico das sonatas para piano e violino, busca levar o público, tanto através da música, quanto das exposições feitas sobre cada uma delas, a poder apreciar um espetáculo de qualidade e uma verdadeira viagem pela história desse compositor e sua época. Como nos diz Matthew Shorter: "Todas as dez sonatas para piano e violino de Beethoven vêm de um período relativamente curto (e incrivelmente transformador) da vida criativa do compositor. Com as nove primeiras compostas em seis anos e a última quase uma década depois. Eram, na verdade, o prenúncio do que ainda estava por vir: os quartetos, as principais sinfonias e as grandes sonatas para piano." Os recitais terão classificação etária livre.

Objetivos

Objetivo Geral Através da apresentações, divididas em três recitais, apresentar ao público de São Paulo a íntegra das Sonatas de Beethoven para Violino e Piano, em comemoração aos seus 250 anos de nascimento. Objetivos específicos a) Proporcionar ao público a oportunidade de ouvir, através da interpretação de dois grandes músicos, todas as sonatas para piano e violino de Beethoven, divididas em 3 recitais; b) Criar um ambiente propício para a troca de informação entre o público e os interpretes; c) Apresentar as obras de forma didática, contextualizando-as com o ambiente cultural e social, no qual foram compostas; d) promover espetáculos acessíveis e que levem em conta o desejo de, de fato, democratizar a música de câmara; e) incentivar a troca de experiências entre opúblico e os inteérpretes, contribuindo para o fortalecimento dos vínculos e a compreensão de novas abordagens interpretativas; f) Transformar os recitais num marco para a comemoração dos 250 da nascimento do compositor Ludwig van Beethoven; g) oferecer, um espetáculo de qualidade a todo público interessado, sem distinção de sua condição social, religião, gênero, idade, garantindo, inclusive garantindo os mecanismos necessários à acessibilidade de pessoas idosas e em situação de deficiência; h) incentivar a criação e renovação de novos públicos para espetáculos de música de câmara; i) incentivar o interesse de jovens músicos e técnicos em aprofundar-se no universo da música música de câmara, sobretudo das composições de Beethoven; j) incentivar o estudo e a pesquisa das obras musicais de Ludwig Van Beethoven, bem como inteirar-se sobre a sua grande contribuição para a música; k) propor espaços de oferta de contrapartida social, ofertada na forma de atividades formativas gratuitas, oferecidas a 1140 alunos e professores da rede pública , através da realização de ensaios abertos, com palestras introdutórias sobre os aspéctos musicais, artísticos e sociais em que as obras a serem apresentadas foram compostas;

Justificativa

O ano de 2020 será marcado, em todo o mundo, pelas comemorações dos 250 anos de nascimento de Ludwig Van Beetoven, um dos nomes mais importantes da música universal. Muitas serão as iniciativas que celebrarão a memória do compositor alemão que inaugurou, com suas obras uma nova forma de se fazer e encarar a música, sendo conhecido como o precursor do romantismo musical. Além disso, Beethoven é o responsável por retirar a música de dentro dos palácios, para apresenta-la ao público dos teatros e salas de concerto, tomando, ele mesmo, as rédeas de suas composições e as levando para o público que estivesse interessado em ouvi-las. Libertando-se dos rigores formais do classicismo, Beethoven é o primeiro compositor a desnudar sua alma e apresentar para o público toda a sua subjetividade. O ciclo de sonatas para piano e violino de Beethoven é formado por 10 sonatas, compostas ao longo de 15 anos, compreendidos entre o início e o meio da carreira do compositor. Nessas obras, o piano e o violino compartilham do mesmo protagonismo desenvolvendo, cada um, as invenções melódicas e harmônicas do compositor. Tratam-se, portanto, de obras que podem descrever o desenvolvimento de Beethoven, enquanto um compositor que rompe com as fórmulas clássicas de composição, chegando, de forma surpreendente à sua maturidade, ao apresentar-nos, por exemplo, a Sonata n.º 9, Kreutzer, com toda a sua grandiosidade e subjetivismo. Espetáculos como este são de grande importância para a formação de novos públicos e, também, por oferecerem oportunidade para artistas apresentarem ao público um repertório complexo e importante, demostrando, inclusive, a qualidade dos músicos que temos no nosso país. Entretanto, promover eventos dessa sem contar com o apoio das políticas culturais do Poder público e dos patrocínios privados, é algo, cada vez mais difícil de se alcançar. Ainda sofremos com o pouco espaço que a música dita erudita tem no país, sobretudo quando confrontada com as iniciativas meramente comerciais. A Lei de Incentivo à Cultura nos garante a possibilidade de romper essa dificuldade e com isso, além de poder fazer chegar ao público em geral excelentes produções musicais, também incentivar a criação de oportunidades de trabalho para os músicos envolvidos. Desse modo, a presente proposta se enquadra perfeitamente nos objetivos definidos pela Lei 8313/1991, em seu artigo 1º, através dos incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (...) VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País (embora estejamos falando de uma obra universal, sua concepção e adaptação, bem como os saberes de técnicos e artistas envolvidos se dão a partir da realidade brasileira, tanto do ponto de vista da formação da maioria dos envolvidos, quanto da concepção da montagem em si). Diante do exposto, a proposta apresentada atenderá os seguintes objetivos constantes no artigo 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: (...) c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos (durante o período de ensaios, serão realizadas palestras e ensaios abertos para estudantes de música de instituição pública ou sem fins lucrativos). II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: (...) c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, e (...) IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (a proposta, mediante o que estabelece a legislação, ofertará, de forma gratuita uma parcela dos ingressos, tentando buscar mecanismos para atender aos mais necessitados); b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: (...) b) Contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; (...) c) Ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura.

Estratégia de execução

Efeito Multiplicador do Projeto Não é tarefa simples legitimar um processo de pesquisa sem perpetrar o rodeio à volta do mesmo objeto: o crescimento humano. Pois que num processo onde objeto de estudo e resultados se confrontam à constante limitação humana frente à arte, o ato de pesquisar desencadeia um ciclo de avanços e retomadas ao ponto inicial e, daí, eclodindo em direções multiplicadas, faz-se elemento transformador conduzindo o homem a um caminho de autoconhecimento e de redescobertas. Também o fazer artístico é composto por tentativas e novas tentativas, onde, sobretudo num processo de pesquisa, o percurso construtivo está acima do objeto final, impossibilitando a premeditação de sua forma, mas, oferecendo garantias de sua qualidade - qual seja - através da construção responsável de um sólido mecanismo de produção. A oferta ao público de um concerto de música erudita passa por todo esse processo. O processo de socialização do fazer e do consumo da arte passa, invariavelmente, pela ampliação das opções e das possibilidades de acessá-la, seja como público, seja como um profissional que faz parte ou deseja se integrar a um processo como esse. Um novo espetáculo traz sempre consigo novos olhares, e - para muitos - novas possibilidades de encorajar tantas outras produções. Esse não é, de forma alguma (e nunca deveria ser), um processo competitivo, mas sim um grande incentivo à formação e renovação do público e de artistas e técnicos locais. O processo de construção artística não pode ser entendido como algo circunscrito a um grupo de pessoas ou simplesmente a um locus delimitado, mas é, sem dúvida e antes de tudo, um processo colaborativo que compartilha saberes e afetos. O projeto "Beethoven 250 anos - Clico das sonatas para piano e violino é uma oportunidade única de apresentar ao público uma nova experiência de contemplação artística, que se afasta do lugar comum, sobretudo pelo seu caráter didático e pela execução de dois dos maiores músicos do Brasil. Além disso, todas as ações complementares, como ensaio aberto e palestras para alunos, contribuirão ainda mais para inserir e preparar o público para uma compreensão do espetáculo proposto. O efeito formador poderá ser sentido na troca de experiências e, também, através da abordagem musical adotada. Informação complementar: Peço que por favor desconsiderem os pedidos incluídos nos "itens orçamentários." Eles não fazem parte desta proposta. Foram anexados para propostas que foram excluídas.

Especificação técnica

O projeto Projeto "Beethoven 250 anos - Clico das sonatas para piano e violino", será desenvolvido na forma de concertos didáticos, além de promover ensaios/palestras com estudantes e professores da rede pública em cada um dos recitais realizados. Tratam-se de ações de que tem por objetivo a formação de plateia que, além de disseminar o gosto pela música de câmara, pretende, também, convidar os envolvidos a conhecerem e desenvolverem a curiosidade sobre a vida e a obra de Ludwig Van Beethoven e o contexto cultural e social em que viveu e compôs suas obras. Com essa proposta, o projeto mergulha ainda mais num caráter pedagógico, pois os recitais se prõem a realizar uma verdadeira viagem pelos 10 anos em que a série das 10 sonatas para piano e violino foram compostas, promovendo sempre uma pequena palestra antes de suas apresentações para ambientar o público no universo das obras apresentadas. Para além de comemorar os 250 anos de nascimento de Beethoven, o projeto assume, de forma ainda mais estreita, a função de formação de plateia, pois promove o encontro de um dos compositores mais expressivos da música universal com um público heterogêneo, com interesse em se aprofundar no conhecimento musical e na história de vida do compositor alemão. Serão, portanto, 3 apresentações, com programas distintos, que culminarão na apresentação da íntegra das sonatas para piano e violino de Beethoven. Todas as apresentações se tratam exclusivamente de espetáculos instrumentais, não havendo, portanto, nenhuma obra que envolva canto. Os custos totais dos três recitais encontram-se no item "orçamento do projeto", divididos nas três fases desenvolvimento da proposta e perfazem um total de R$ 199.585,67 (cento e noventa e nove mil, quinhentos e oitenta e cinco reais e sessenta e sete centavos). A declaração de inexistência de apresentação musical está anexa no campo "Anexar Documentos."

Acessibilidade

O presente projeto está dividido em dois produtos: apresentação musical e ações de contrapartida social. Os espaços escolhidos para o desenvolvimento de todas as atividades referente ao projeto deverão atender às normas oficiais de acessibilidade, contando com rampas, elevadores, banheiros adaptados, espaços especiais na plateia para cadeirantes, cadeiras especiais para pessoas obesas, guias táteis, entre outros recursos. Do ponto de vista da acessibilidade de conteúdo, as ações tomadas pela produção serão as seguintes, de acordo com cada produto: a) Produto - Apresentação Musical - A produção investirá em programas em braille e inteérpretes de libras. Além disso, a audiodescrição será feita, sempre pelos próprios músicos, não havendo, portanto, custo adicional com esse item. Ao final de cada recital, havendo deficientes auditivos, na plateia, esses serão convidados a uma experiência tátil, tocando os instrumentos e, com a ajuda do intérprete de libras, poderão ainda, interagir com os músicos. b) Produto - Contrapartida social - Com relação aos ensaios abertos, que atenderão no total 380 alunos e professores da rede pública em cada um dos três recitais, a produção tomará as mesmas providências das apresentações musicais, ou seja: investirá em material em braille, manterá um intérprete de libras, haverá audiodescrição realizada sem custos pelos próprios músicos e havendo deficientes auditivos, na plateia, esses serão convidados a uma experiência tátil, tocando os instrumentos e, com a ajuda do intérprete de libras, poderão ainda, interagir com os músicos. Observação: Como informação, a intenção da produção é de que todos os recitais ocorram no auditório do MASP, espaço plenamente adequado às regras de acessibilidade.

Democratização do acesso

O Projeto "Beethoven 250 anos - Clico das sonatas para piano e violino" efetiva o alcance da Lei 8313/91, democratizando o acesso a espetáculos musicais de excelente nível, garantidos com os recursos públicos da Lei de incentivo à cultura, integrando, dessa forma, uma série de diferentes experiências em torno da música da música de câmara. Além disso, o projeto deve contemplar públicos distintos - tanto de imediato na oferta do espetáculo, quanto na formação de manutenção de plateias, a médio e longo prazo, do incentivo à pesquisa e estudo de novos músicos e interessados a se aprofundarem nos conhecimentos musicais. Acreditamos que para o público é uma experiência única e que ninguém sai de um espetáculo como o proposto sem levar consigo novas inquietações que vão além das melodias ouvidas. Ter o privilégio de acompanhar esses recitais será, de fato, uma experiência para incentivar grandes reflexões em torno da arte e do ser humano. Dessa forma, entendemos que projetos dessa natureza, sempre catalisam para si novos interesses que, por sua vez, acabam incentivando outras produções artísticas, além do desejo de formação e pesquisa, tanto para seus participantes diretos, quanto para o público em geral. Nesse sentido, os recitais aqui propostos, além de se tornarem um evento acessível a todo o público, sem exceção de idade, gênero, etnia, credo ou cultura, cumpre também o seu papel social, distribuindo a cota de ingressos gratuitos ao público de baixa renda e estudantes e, garantindo, também, a cota legal de cobrança máxima (inteira) no valor de R50,00 (cinquenta reais), o equivalente ao Vale-cultura, assim como a cota de meia entrada. Tal iniciativa, com efeito, democratiza o acesso ao espetáculo e garante a uma parcela da população o direito ao acesso à cultura, fazendo com que o recurso público, garantido na forma de financiamento indireto, chegue aos seus principais beneficiários. Além disso, a proposta apresentada, tem como contrapartida, para cada apresentação, um ensaio aberto, precedido de uma palestra introdutória a ser oferecido a grupos de estudantes e professores de instituições públicas, previamente selecionados. O produto "Apresentação musical", como forma de atender ao art. 21 da Instução Normativa 2/2019 do Ministério da Cidadania, contemplará os seguintes incisos: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2° do art. 22; e IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou aturizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; O produto "Contrapartida Social" apresenta ações de ensaio aberto e palestra. Tais iniciativas atendem plenamente ao art. 21º da Instrução Normativa 2/2019 do Ministério da Cidadania a partir do seu inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estagios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; O Projeto prevê como ação formativa a realização de três ensios abertos, os quais serão precedidos de palestras sobre a vida do compositos Beethoven e as obras apresentadas. Essa iniciativa pretende beneficiar 1140 estudantes e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

A Atuação do proponente no presente projeto será de integrar a equipe de produção na função de Produtor Executivo da série de recitais "Beethoven 250 anos", sendo, inclusive o responsável direto pelos processos decisórios e por toda gestão o projeto. Para tanto, receberá através da rubrica "Produtor Executivo." Ficha técnica e Mini-currículos Washington Luiz Sieleman Almeida - Diretor Artístico É sociólogo e músico e pesquisador em música.Dirigiu, organizou e participou de inúmeros concertos, festivais de música, além de vários espetáculos de teatro, merecendo destaque especial as óperas Dido e Enéas (1999), Il Capanello (2008), a peça teatral O Avarento, com Jorge Dória (2004) e a Orquestra Brasileira de Sapateado (2004). Idealizou e coordenou os Congressos Ibero-americanos de deficiência intelectual, em suas três edições, evento que conta com a participação de palestrantes das Américas e Europa. Integrou a comissão científica do XXIII Congresso Nacional das Apaes, evento que, também, esteve à frente como organizador. Possui artigos publicados nas áreas de inclusão social, antropologia, sociologia e música e sociedade. É frequentemente convidado por instituições públicas e privadas para ministrar palestras e participar de mesas redondas com temas relativos à cultura e direitos humanos. Foi premiado, em 1997, pela extinta Sociedade de Cultura Artística de Vitória por suas ações culturais e, em 2017, recebeu a Assembleia Legislativa do Espírito Santo a Comenda Domingos Martins, a mais alta condecoração ofertada por aquela Casa de Leis, pelos seus esforços na luta pela inclusão das Pessoas com Deficiência. Foi o fundador e diretor artístico das Orquestras de Câmara da Universidade Federal do Espírito Santo, do grupo Victoria Ensamble e, desde 2017, de A Trupe Barroca, com a qual, tem desenvolvido intensa atividade até o momento, destacando-se concertos, máster classes, exposições, palestras, concertos didáticos e recitais de música antiga. Fernando Coelho Sabino - Produtor Executivo Com grande experiência em organização de eventos, trabalhou para a Prefeitura Municipal de Vitória, para o Governo do Estado do Espírito Santo, exercendo, a mesma função de Secretário Executivo dos Conselhos Municipal e Estadual de Saúde, nos quais organizou as conferências de saúde. Por seis anos, o cupou a secretaria executiva da Federação das Apaes, sendo o responsável pela organização de eventos como congressos, cursos, festivais, entre outros. Desde 2017, passou a atuar como auxiliar de produção do grupo de música antiga A Trupe Barroca, auxiliando na montagem e realização de espetáculos em Vitória e São Paulo. Coordenadora de Comunicação - Alexandra Asanache Graduada em Filologia - Idiomas estrangeiros, pela Universidade de Bucareste, possui pós-graduação MBA em Marketing e Comunicação. Tem uma experiência de marketing e comunicação de mais de 10 anos a nível europeu e global em multinacionais como HP, Oracle e IBM. Desde 2014 vem se dedicando à consultoria para órgãos sem fins lucrativos na Romênia e desde 2016, também, no Brasil. Em 2017 assume o cargo de Diretora de Comunicação da orquestra A Trupe Barroca, finaliza o curso “Produção de ópera” pela Royal Opera House de Londres e em 2018 se torna fundadora de The Baroque Society, uma agência de produção e promoção de projetos culturais e promoção de artistas e orquestras a nível internacional. Desde então vem colaborando para concertos no Brasil, na Espanha, na França e na România onde colabora, em 2019, ao grande Festival Internacional “George Enescu” como tradutora de libretos de ópera barroca. Ilso Muner - Piano Natural de São Paulo, Ilso vem se dedicando ao trabalho musical há mais de quarenta anos. Como pianista, teve contato com os mais importantes profissionais do instrumento: Nellie Braga, Magda Tagliaferro, Gilberto Tinetti, Amaral Vieira, Amilton Godói, Eudóxia de Barros, entre outros. Ilso destaca, como seus grandes mestres e incentivadores, Osvaldo Luppi e Eleazar de Carvalho (regência), Pietro Maranca (técnica pianística), Homero Magalhães (interpretação e análise musical) e Helena Jank (cravo). Formado Bacharel em piano pela Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (UNESP) Ilso foi premiado nos mais importantes concursos pianísticos do Brasil, entre eles: “Sonatas Beethoven” (Santos), “Jovens Instrumentistas” (Piracicaba), “Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Estadual de São Paulo”, “Compositores Brasileiros” (Osvaldo Lacerda), “Alfredo Messina” (Faculdade Marcelo Tupinambá), entre outros. Atuou como solista, camerista e regente nas programações das principais salas de concerto do Brasil: MASP, Mozarteum do Brasil, Teatro Municipal de São Paulo, SESI, Centro Cultural São Paulo, Cacilda Beker, IBAM, Pró-Arte do Rio de Janeiro, Sesc Pompéia, Sesc Ipiranga, Sesc Santo André, Pateo do Coleggio de São Paulo, Pinacoteca do Estado do São Paulo, etc; ao lado de músicos dos mais variados estilos e gêneros, como os cantores Rubens Medina e Rosana Lamoza, os violonistas Paulo Martelli, Angela Muner e Fábio Zanon, os maestros Gerard Devos (França) e Benito Juares, os violoncelistas Peter Dauesberg e Zgmunt Kubala, os clarinetistas Mônica Lucas e Felipe Castejon (França), dos compositores Osvaldo Lacerda e Edmundo Villani Côrtes. Em 1994 apresentou-se em turnê brasileira como pianista convidado do Quarteto da Universidade de Santa Bárbara (Califórnia). Eric Lehniger - Violino Erich Lehninger é natural da Alemanha, onde começou a tocar violino aos cinco anos de idade, orientado por seu pai. Com onze anos tornou-se aluno de Helmut Zernick, em Colônia, e neste mesmo ano deu seu "debut" em público com um recital de violino e piano. Em 1963 integrou-se à classe de Max Rostal na Escola Superior de Música em Colônia, onde diplomou-se em 1969. Ainda como estudante, exerceu o cargo de Spalla da Orquestra de Câmara da Renânia. Sua extensa atividade como Solista e Camerista o levou para muitas cidades em quatro continentes, inclusive ao Brasil em 1970, onde realizou a primeira audição sul-americana do concerto "Memória de um Anjo" de Alban Berg. Entre 1971 a 1974 foi Spalla da ""Nordwestdeutsche Philharmonie"" sob a direção de Erich Bergel. No mesmo período continuou seus estudos sob a orientação de Arthur Grumiaux. Desde 1975 está radicado no Brasil. Neste mesmo ano fundou junto com Gilberto Tinetti e Watson Clis, o ""Trio Brasileiro"" que logo consagrou-se com apresentações e gravações no Brasil e no Exterior. No Brasil foi Spalla da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e spalla e regente do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Como regente atuou também à frente da Orquestra Sinfônica de Recife, Sinfônica Cultura de São Paulo, OSTNCS de Brasília, Sinfonietta Rio, Solistas do Brasil e Filarmônica Vera Cruz. Foi professor da Universidade da Paraíba em João Pessoa, da USP e da UniRio. É responsável pela formação de duas gerações de jovens violinistas brasileiros Suas permanentes pesquisas sobre música brasileira resultaram em projetos, em especial o "Memória Musical" iniciado em 1998 patrocinado por grandes empresas como Volkswagen do Brasil, Grupo Ultra, Petroquímica União, Banco BNL do Brasil, Visanet; e que contou com o apoio de Siemens, Terra, Jornal “O Valor”, Banco Santos, Bradesco, CBN, Rádio Eldorado e outros. Desde 1998 é diretor artístico deste projeto. É detentor de premiações como o Prêmio de Música de Câmara da cidade de Colônia, Alemanha; o Troféu Eldorado de Música Erudita; o Prêmio Lei Sarney; o Prêmio Carlos Gomes e Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Erich Lehninger mantem uma intensa agenda como Solista e Camerista que o levou dos USA até a China. Atuou como solista com importantes orquestras no Brasil e no exterior sob a regência de: Karl Richter, Carlo Zecchi, Erich Bergel, Eleazar de Carvalho, John Neschling, Simon Blech, Hubert Reichert, Diogo Pacheco, Valerie Kozshin, Howard Mitchel, Isaac Karabtchewsky, Henrique Morellenbaum e outros.

Providência

ARQUIVADO CONFORME SOLICITAÇÃO DO PROPONENTE