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PRONAC 194220Apresentou prestação de contasMecenato

CUTUCAR – Cultura e Turismo no Caminho Real: Educação Patrimonial e Inclusão Social

ASSOCIACAO DE GUIAS DE TURISMO DO NOROESTE DE MINAS
Solicitado
R$ 394,2 mil
Aprovado
R$ 398,0 mil
Captado
R$ 394,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
20346524000146KINROSS BRASIL MINERACAO S/A1900-01-01R$ 394,2 mil

Eficiência de captação

99.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações educativo-culturais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Paracatu
Início
2020-03-09
Término

Resumo

No CUTUCAR, alunos e professores de 5º ano do ensino fundamental das escolas públicas da zona urbana e da APAE de Paracatu irão vivenciar o rico patrimônio cultural da cidade. Serão realizadas visitas de educação patrimonial por espaços com significativo valor histórico e artístico-cultural para a cidade, rodas de conversa de sensibilização e avaliação das visitas e um grande evento de culminância que acontecerá durante a Feira Livre do Produtor Rural de Paracatu. Como contrapartida, serão realizadas palestras sobre patrimônio para alunos e professores de ensino médio de escolas públicas do município.

Sinopse

Segue abaixo, na ordem de realização, as atividades previstas para o produto "Encontro", com detalhamento dos locais e período. RODAS DE CONVERSA DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Terão a duração de 2 horas e 30 minutos e serão realizados por uma palestrante. Terão início com um momento em que todos serão convidados a falar das percepções, dúvidas e demandas por conhecimento que tenham em relação ao patrimônio cultural da cidade. Em seguida, a partir dos pontos apresentados pelos presentes e sempre de forma dialogada, serão apresentados conceitos básicos de patrimônio cultural, além de um panorama do patrimônio cultural material e imaterial de Paracatu. Por fim, convidarão os presentes a mais uma rodada de trocas – agora, incentivando cada um a se implicar na ideia de protagonismo na valorização e na preservação do patrimônio. Os resultados do questionário aplicado aos alunos também serão discutidos nestes encontros. VISITAS TURÍSTICAS PEDAGÓGICAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL As visitas serão realizadas por dois guias de turismo locais, com formação complementar em patrimônio cultural de Paracatu, e se voltarão a difundir o patrimônio cultural da cidade por meio da vivência, mostrando as riquezas culturais, a partir do seguinte roteiro: - Visita à Casa Museu do Quilombo de São Domingos, local onde se deu a chegada de José Rodrigues Fróes, bandeirante responsável pelo anúncio das terras do Arraial de São Luís e Sant’Ana das Minas do Paracatu à Coroa Portuguesa, e, com forte raiz afrodescendente com modos de fazer e manifestações culturais peculiares presentes na vida da Comunidade até a atualidade. Essa vivência busca nas raízes da história da cidade a identidade individual e coletiva dos partícipes e contribuição de aprendizagem pedagógica. - Café Colonial na Fábrica de Biscoito do Quilombo de São Domingos – a turma tomará um café da manhã especial, com quitandas típicas do Quilombo, recheado de histórias da culinária e de outros fazeres tradicionais de Paracatu. Tudo fabricado por mulheres do Quilombo que contarão o saber e o fazer culinário transcendente passados por gerações de famílias. - Visita ao Museu da Casa Kinross, que possibilitará aos estudantes terem vivência das sequencias de fatos históricos importantes do desenvolvimento de Paracatu, do início de sua formação aos dias atuais. Será ressaltado que o município de Paracatu abrangia todo o território do Noroeste de Minas Gerais, parte do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, e que foi a partir do Século XVIII que iniciou o processo de desmembramento geográfico da região, levando ao surgimento de novos municípios como a cidade de João Pinheiro, a primeira a se desmembrar da Paracatu do Príncipe; seguido de Unaí, Vazante, Guarda-Mor, Natalândia, Arinos, Buritis e tantos outros que compõem o território do Noroeste de Minas Gerais. - Visita ao largo e Igreja do Rosário, onde os adolescentes terão oportunidade de conhecer, além da rica história da atuação da Igreja na história local, diversos estilos de arquitetura que compõem o núcleo histórico da cidade e que são protegidos por lei. Observarão também técnicas construtivas e artísticas presentes nos patrimônios visitados e atuação do negro e do índio na história de Paracatu. - Visita à Academia de Letras, onde os participantes serão sensibilizados para pensar a leitura e a escrita literária como atividades que, além de importantes, podem ser prazerosas. Também conhecerão alguns escritores locais e um pouco da história e da cultura literária de Paracatu. RODA DE CONVERSA “A CIDADE QUE TEMOS E A CIDADE QUE QUEREMOS” Terão a duração de três horas e serão realizados por arte educadores. No início, os participantes – alunos e professores – serão estimulados a falar livremente de sua avaliação das atividades do projeto (a partir dos seguintes eixos “Que Bom”, “Que Pena”, “Que Tal”). As falas serão registradas pelos educadores num mural. Em seguida, os educadores apresentarão uma síntese das falas e pedirão que as pessoas falem sobre a Paracatu que vivenciaram durante as visitas, destacando o que entendiam e de que forma passaram a entender sobre patrimônio histórico. Por fim, será feita uma nova rodada de impressões. Dessa vez, será colocado um mural com as seguintes chamadas: Em relação ao patrimônio cultural... Qual é a cidade que temos? / Qual é a cidade que queremos? Todos serão convidados a inserir no quadro suas reflexões, e a comentar as mesmas com a turma. Os educadores encerrarão a atividade pedindo que todos apresentem, de forma rápida, sugestões de atitudes pessoais, no cotidiano, para a construção da “cidade que queremos”. ENCONTRO DE CULMINÂNCIA O encontro será aberto, de forma gratuita, ao público, e acontecerá num sábado, durante a Feira Livre do Produtor Rural de Paracatu, de 9h às 13 h. Terá um pequeno palco com estrutura de som, em que grupos participantes do projeto apresentarão performances musicais ou esquetes com suas narrativas sobre os aprendizados do projeto. O lado do palco, será instalado um amplo mural com cartazes, pôsteres, redações e outras criações feitas pelos alunos sobre as vivências do projeto.

Objetivos

Objetivo Geral Promover, junto a todos os estudantes e professores de 5° ano do ensino fundamental da rede pública da zona urbana de Paracatu, além de alunos com múltiplas deficiências atendidos pela APAE de Paracatu (Associação dos Amigos dos Excepcionais de Paracatu), bem como a equipes pedagógicas da rede pública de ensino, uma intensa programação de educação patrimonial _ visitações, rodas de conversa, momentos de reflexão e registro de saberes e encontro final, com mostra dos aprendizados dos adolescentes e exposição das iniciativas culturais visitadas. Por meio de tal programação, promover, junto aos participantes, a identificação com o patrimônio material e imaterial de Paracatu, levando à apropriação criativa e inventiva e à ressignificação de espaços e manifestações culturais, por meio da vivência turística pedagógica. Objetivos Específicos - Desenvolver, junto a uma amostragem mínima de 60% dos alunos participantes do projeto (565 pessoas), um levantamento diagnóstico (por meio de questionário) para sondagem de conhecimentos prévios, impressões e dúvidas em relação aos seguintes pontos: patrimônio histórico brasileiro, patrimônio histórico paracatuense, motivações e expectativas em relação às atividades de educação patrimonial previstas no projeto. Os resultados serão abordados na roda de conversa de educação patrimonial; - Realizar, nas instituições de ensino participantes do projeto, 42 rodas de conversa de educação patrimonial _ momentos em que, por meio de diálogos e trocas, sejam abordados aspectos gerais do patrimônio histórico e específicos sobre o patrimônio histórico de Paracatu, e seja feita a sensibilização das turmas para a visita turística pedagógica de educação patrimonial, estimulando seu protagonismo na atividade. As rodas de conversa deverão contemplar 991 estudantes (vide lista detalhada no projeto pedagógico anexado ao Salic) e 168 profissionais da educação, totalizando 1.159 pessoas; - Realizar, com a participação de turmas das instituições de ensino participantes do projeto, 42 visitas de educação patrimonial, promovidas num circuito de espaços e práticas que são marcos na história do município (vide detalhamento no anexo "Projeto Pedagógico"). As visitas deverão contemplar 991 estudantes (vide lista detalhada no projeto pedagógico anexado ao Salic) e 168 profissionais da educação, totalizando 1.159 pessoas (os mesmos das rodas de conversa de educação patrimonial). - Realizar, nas instituições de ensino participantes do projeto, 42 rodas de conversa "A cidade que temos e a cidade que queremos", de avaliação das atividades de educação patrimonial promovidas pelo projeto e de promoção de reflexões sobre a relação dos alunos e professores com o patrimônio cultural de Paracatu. Esse segundo ciclo de rodas de conversa deverá contemplar 991 estudantes (vide lista detalhada no projeto pedagógico anexado ao Salic) e 168 profissionais da educação, totalizando 1.159 pessoas (os mesmos participantes das rodas de conversa e das visitas de educação patrimonial). - Promover um encontro de culminância, com a mostra pública dos resultados do projeto, a se realizar durante a Feira Livre do Produtor Rural de Paracatu, na qual os alunos farão apresentações artísticas com os aprendizados construídos ao longo do projeto e os detentores de tradições culturais e modos de fazer tradicionais, que terão sido visitados ao longo do ano, irão expor seus produtos e suas manifestações culturais. A atividade prevê a participação de todos os estudantes, educadores e grupos de fazeres tradicionais que participaram das atividades do projeto, além de 500 outras pessoas, entre o público da feira e convidados dos estudantes e grupos; totalizando, assim, um público de cerca de 1.500 pessoas. Destacamos que, por meio da consecução dos objetivos acima elencados, o projeto busca, ainda: - Promover um amplo conjunto de ações de educação patrimonial baseadas em diálogo, colaboração e protagonismo dos envolvidos, em consonância com o conceito preconizado pela Instrução Normativa (IN) nº 2, de 23/04/2019 (que regula o mecanismo de Incentivo Fiscal do Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac): "processos educativos formais e não formais, construídos de forma coletiva e dialógica, que têm como foco o patrimônio cultural socialmente apropriado como recurso para a compreensão sociohistórica das referências culturais, a fim de colaborar para seu reconhecimento, valorização e preservação" (p. 30); - Concretizar as diretrizes da educação patrimonial estabelecidas pela IN nº 2, ao prever: experiências vivenciais que oportunizem que as pessoas associem os bens culturais aos espaços de sua vida cotidiana; o fortalecimento das relações de afetividade e estima inerentes à valorização e preservação do patrimônio cultural, por meio da realização de um guiamento turístico pedagógico dialógico e afetivo envolvendo estudantes e equipes pedagógicas das instituições de ensino participantes; - Oferecer aos participantes oportunidades de descobrir uma Paracatu multicultural e multiétnica iniciada no período colonial; identificar Paracatu como núcleo do qual nasceram os demais municípios do Noroeste Mineiro e alguns do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; reconhecer a importância histórica, geográfica e cultural de sua cidade e se apropriar dessa história e desse patrimônio como seus, ressignificando essa memória cultural e desenvolvendo um sentimento de pertença e de responsabilidade para consigo e para com o próximo; a partir da valorização do patrimônio, protagonizar ações de sustentabilidade local, regional e nacional; valorizar a riqueza cultural da região; - Trabalhar uma série de conhecimentos relacionados ao patrimônio histórico de forma integrada, desenvolvendo uma educação patrimonial em campo capaz de construir articulações entre educação (posto que serão oferecidos subsídios ao aprendizado da história local, exigida pelo sistema regular de ensino), cultura, turismo, educação, meio ambiente, saúde, desenvolvimento urbano, entre outras áreas.

Justificativa

O projeto se enquadra no inciso I do art. 1° da Lei 8313/91, que diz que os projetos culturais devem "contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". Todo o trabalho a ser desenvolvido converge no sentido de assegurar a participação da comunidade, o reconhecimento e a apropriação, pela população, dos bens culturais existentes na cidade que fixam memórias sociais locais e reavivam identidades. Para isso, haverá momentos de visitas, rodas de conversa e produção de conhecimento pelos participantes em torno do Quilombo de São Domingos, do núcleo histórico da cidade (largo da Igreja do Rosário), da Academia de Letras e do Museu da Casa Kinross, que conta a história da cidade _ vocacionada à mineração, à pecuária, à agricultura e ao comércio, e que também que se desenvolve como polo cultural e educacional do Noroeste de Minas. Se enquadra também no inciso II, que diz ser importante "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais", e no inciso III que propõe "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", ao apresentar aos alunos os mantenedores de algumas tradições locais como a caretagem, com sua indumentária e instrumentos musicais e a dança do pauzinho; e os modos tradicionais de fazer, mantidos por produtores do Quilombo de São Domingos, como a fabricação artesanal de chapéus de palha, açafrão, polpa de tamarindo, rapadura e quitandas típicas. Se enquadra também no inciso IV, que estabelece a necessidade de "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional", ao inserir a valorização da cultura negra por meio da visita ao Quilombo e à Igreja do Rosário dos Pretos; combinada à visita à Academia de Letras do Noroeste de Minas, estabelecendo contato com a cultura letrada e a busca pela valorização da literatura regional. Nos incisos V, que ressalta a necessidade de salvaguardar "modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", e VI, que busca "preservar os bens materiais e imateriais", o projeto se enquadra ao sensibilizar alunos, educadores e comunidade a valorizar a história e a cultura locais, a se perceberem como partes constituintes dela, e a se tornarem guardiões do patrimônio material e imaterial da cidade, a serem multiplicadores dos conhecimentos e sentimentos a que tiveram acesso por meio da oportunidade de participar desse projeto. O inciso VIII, que visa "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal", é contemplado porque o projeto estimula a releitura e a apropriação criativa tanto do patrimônio material quanto do imaterial. As atividades têm o objetivo de sensibilizar os públicos quanto à importância do patrimônio material e imaterial de Paracatu. O material tem valor universal que deve ser difundido, pois trata-se de uma das cidades onde ele é composto por uma arquitetura predominantemente colonial e imperial, mas mantendo exemplares ecléticos, art déco e modernistas, todos protegidos, por meio dos quais conta a história da cidade inserida na história do Brasil e do mundo, testemunha do intercâmbio de saberes e fazeres de determinadas épocas. Com relação ao patrimônio imaterial, encontramos em Paracatu manifestações artísticas e religiosas correlatas a outras presentes em diversas cidades históricas do Brasil, mas também algumas específicas, tributárias da mescla de povos e culturas que para cá se dirigiram durante o período minerador e que, por sua singularidade e tradição, possuem valor universal. Contempla também o inciso IX, por "priorizar o produto cultural originário do País", ao abordar, nas atividades, aspectos como a adaptação dos estilos arquitetônicos europeus, marcada em Paracatu por modelos de janelas muito trabalhadas, diferentes dos modelos das outras cidades coloniais brasileiras, testemunha do espírito criativo dos artistas locais; as manifestações culturais típicas e a culinária tradicional da cidade, com modos de fazer diferenciados e com ingredientes muito focados na produção local. Busca também alcançar os seguintes objetivos presentes no Art. 3° da Lei de Incentivo à Cultura: - Objetivo I _ "incentivo à formação artística e cultural", tangenciado mediante o que dispõe o item c, que prevê cursos de "formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura", pois, em todas as etapas previstas, como as rodas de conversa e as visitas guiadas e interativa a pontos turísticos de valor histórico e cultural da cidade, assim como o encontro final, o projeto busca a difusão do conhecimento da história e da cultura locais, abrangendo professores e demais profissionais da educação, alunos das escolas públicas e seus familiares, e o público ampliado da feira. Apenas tangencia esse objetivo por não ser um curso propriamente, mas cumprindo a função de formação e aperfeiçoamento de pessoal nas escolas. - Alcançaremos o objetivo "II - fomento à produção cultural e artística", no item "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", pois, ao final da execução do projeto, será realizada uma grande exposição dos trabalhos realizados pelos alunos, assim como também serão apresentadas as suas criações artísticas e culturais inspiradas no patrimônio material e imaterial da cidade; no mesmo evento, será dada ainda oportunidade aos detentores de tradições culturais e modos de fazer tradicionais, contemplados pelo projeto, de exporem seus produtos e suas manifestações culturais, divulgando a comunidade produtora e estimulando o protagonismo de diferentes grupos sociais no sentido de valorização de suas práticas. - Ao realizar as visitas a produtores e mantenedores culturais e a comunidades tradicionais, pretende-se alcançar também o objetivo "III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico", com relação ao item "d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais", pois será estimulada a valorização, o reconhecimento e a identificação das pessoas e grupos sociais com as tradições populares locais que compõem as tradições nacionais. - O Objetivo "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais" será alcançado, pois a partir da execução do projeto os professores poderão explorar todas as experiências vividas por eles e pelos alunos para realizar "b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos". - Finalmente, o projeto considera que ir às escolas para sensibilizar os alunos e professores, levá-los a uma visita guiada a espaços culturalmente importantes, incentivá-los a refletir sobre o patrimônio cultural como herança a ser cultivada, protegida e apropriada; e encerrar levando os resultados ao conhecimento de uma parcela significativa da comunidade na feira de produtores, corresponde à realização de uma missão cultural local, pois todas as condições de transporte, ingressos, alimentação e pessoal especializado para o guiamento, sondagem, sensibilização, avaliação e produção de conhecimentos são oferecidos gratuitamente pelo projeto. - Destacamos, por fim, que a iniciativa é profundamente alinhada ao conceito e diretrizes da educação patrimonial preconizadas na IN nº 2, de 23/04/2019, que define a Educação Patrimonial como processos educativos coletivos e dialógicos e voltados à formação de sujeitos capazes de compreender, valorizar e preservar o patrimônio cultural. agentes capazes de promover a preservação. A proposta que ora apresentamos articula uma série de processos dialógicos e participativos voltados a possibilitar que os públicos participantes construam uma compreensão própria e se posicionem como sujeitos corresponsáveis pela valorização e pela preservação do patrimônio cultural.

Especificação técnica

As atividades previstas encontram-se detalhadas no item anterior. O projeto pedagógico de todas as atividades do projeto encontra-se dentre os documentos anexados ao Salic.

Acessibilidade

Os produtos da presente proposta apresentarão, na sua concepção e realização, as seguintes medidas de acessibilidade: PRODUTO: ENCONTRO (VISITAS TURÍSTICAS PEDAGÓGICAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: transporte adaptado à pessoa com deficiência e/ou mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: atividades sensoriais, linguagem oral. Todo o conteúdo das visitas turísticas pedagógicas de educação patrimonial será planejado levando em conta a promoção do acesso ao maior número de pessoas possível. Na sondagem prévia, que será realizada nas escolas por meio da aplicação de questionário, será possível identificar as demandas e as necessidades dos alunos e dos professores participantes do projeto, prevendo medidas para adaptar e facilitar abordagens, discussões e roteiros. Nas rodas de conversa, que serão realizadas de forma complementar às visitas, os alunos serão sensibilizados a pensar sobre a acessibilidade dos espaços e das discussões aos quais terão acesso. Materiais didáticos também serão pensados. PRODUTO: ENCONTRO (RODA DE CONVERSA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização em espaço adaptado com rampas, corrimões, banheiros acessíveis (sem custo para o projeto). DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: linguagem oral. PRODUTO: ENCONTRO (RODA DE CONVERSA "A CIDADE QUE TEMOS E A CIDADE QUE QUEREMOS") ACESSIBILIDADE FÍSICA: realização em espaço adaptado com rampas, corrimões, banheiros acessíveis (sem custo para o projeto). DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: linguagem oral. PRODUTO: ENCONTRO (ENCONTRO DE CULMINÂNCIA) ACESSIBILIDADE FÍSICA: equipamentos de sinalização, banheiros adaptados. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais). PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: linguagem oral.

Democratização do acesso

As ações previstas neste produto atendem aos seguintes incisos do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, abaixo apresentado de forma detalhada com seus subprodutos: PRODUTO: ENCONTRO (VISITAS TURÍSTICAS PEDAGÓGICAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL) I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; (RODA DE CONVERSA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL) I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; (RODA DE CONVERSA "A CIDADE QUE TEMOS E A CIDADE QUE QUEREMOS") I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; (ENCONTRO DE CULMINÂNCIA) As ações previstas neste produto atendem aos seguintes incisos do Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; As ações previstas, ao terem como público principal alunos e professores de escolas públicas, além de pessoas com diferentes graus de deficiência, promove a democratização de acesso à cultura, às artes e ao patrimônio material e imaterial dos territórios aos quais pertencem. Promove a formação de vínculos, estimulando o exercício da cidadania de forma plena, criativa e autônoma. Nenhum dos produtos será comercializado.

Ficha técnica

A Associação de Guias de Turismo do Noroeste de Minas – Guias Tur, anteriormente nomeada Associação de Condutores de Turismo de Paracatu - ACONTUP, será responsável por toda a gestão do processo decisório, de atividade técnico-financeira e de gestão do projeto. Todos os membros da equipe têm histórico de atuação no campo da educação patrimonial e promoção da cultura. Segue, na sequência, versão resumida dos currículos dos profissionais a serem envolvidos no desenvolvimento da proposta: Proponente/dirigente: Cybelle Cardoso Alves Currículo: Bacharel em Direito pelo Centro de Ensino Superior de Catalão (CESUC), Pós-Graduada em Função Social e Prática do Direito (Unisul/LFG) e em Direito Previdenciário (Uniderp/LFG). Realizou cursos nas áreas de Gestão e Desenvolvimento Cultural, Gestão de Médias e Pequenas empresas e Gestão Administrativa. Desde 2017, atua no Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico e Paisagístico de Paracatu/MG (COMPHAP), no Conselho Municipal de Ação Social (CMAS), dentre outros. Tem experiência com docência nas áreas do Direito e da Administração, tendo atuado como advogada, assistente administrativa e auxiliar de recursos humanos. É membro da Associação de Guias de Turismo do Noroeste de Minas - GUIAS TUR, anteriormente nomeada Associação dos Condutores de Turismo de Paracatu - ACONTUP, desde 2017, tendo exercido o cargo de tesoureira. Em 2019, assumiu a presidência da Associação. Função: Gestão do projeto e de atividades técnico-financeiras – trabalho não remunerado. Coordenadora geral: Helen Ulhôa Pimentel Currículo: Graduação em História: Universidade de Brasília, Mestrado e Doutorado, ambos em História também pela UnB, com bolsa sanduiche da CAPES na Universidade de Coimbra. Professora de ensino superior aposentada pela Universidade Estadual de Montes Claros, com experiência na graduação e pós graduação stricto sensu. Autora do Livro Casamento e sexualidade: a construção das diferenças e diversos artigos publicados em livros e revistas especializadas. Participação em diversos eventos na área de História, como organizadora, palestrante, membro de mesa redonda e apresentadora de comunicações. Participação em diversas atividades culturais da cidade, como a criação do Arquivo Público; participação na organização dos documentos do século XVIII desse arquivo e da criação de um acervo de História Oral no mesmo Arquivo; membro do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e artístico de Paracatu por três períodos; Conselho Municipal de Turismo; diretora de Patrimônio da Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu; participação na organização do Festival do Patrimônio Cultural e Festival Gastronômico de Paracatu; Presidente por dois anos da Associação de Condutores de Turismo de Paracatu, hoje denominada Guias Tur; Presidente da Academia de Letras do Noroeste de Minas desde 2017. Trabalhos com projetos culturais na GUIAS TUR (antiga ACONTUP), na Academia de Letras do Noroeste de Minas e na Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu, incluindo a produção de cartilhas e revistas e a organização de eventos. Rubrica: coordenadora e palestrante – trabalho remunerado. Produtora executiva: Christiane Pereira dos Santos Currículo: Cursando Guia de Turismo pela ECID – SP. Mestranda em Direção e Consultoria Turística, e Direção Estratégica com especialidade em Gerência e Consultoria Turística (UNINI e Uni Atlântico). Fluxonomia 4D – Economia Criativa e Colaborativa especializada em novas economias e futurismo pela ESPM em parceria com IBQP Curitiba-PR. Extensão em Segmentação do Turismo (UFSC). Vendas e Consultoria empresarial – Programa Jovem Vendedor (UNIALGAR). Gestão em Agronegócios (UNIUBE). Consultora e Produtora Cultura e em turismo com atuação na Fazendinha JK em Luziânia-GO anos 2018 à atualidade e Projeto Mais Cultura nas Escolas do Governo Federal em 2013 na Escola Municipal Coraci Meireles em Paracatu-MG. Co-fundadora, Gestora e Guia de Turismo na ACONTUP – Associação de Condutores de Turismo de Paracatu - MG (2010 – 2011, 2013 à atualidade) – Atual GUIASTUR. Instrutora e Coordenadora do Curso de Condutores de Turismo pela ACONTUP (GUIASTUR) nos anos 2011 a 2016. Instrutora de oficinas, palestras e cursos de Economia Criativa e Colaborativa, Turismo, Bullying, Espeleoguiamento, Educação Patrimonial Cultural e Ambiental em Instituições como: CPBV VI COMAR, SESC-Paracatu, ACONTUP, UNIMONTES, IFTM, FINOM (2011 a 2016). Co-criadora e coordenadora no Projeto Descubra Patrimônio Paracatuense (2010 a 2012). Diretora de Turismo do Município de Paracatu (2012). Consultora de Negócios na Casa do Artesão de Paracatu (2010). Consultora de Negócios Jr. no Grupo Algar (2007 a 2008). Rubrica: produtora executiva e educadora – trabalho remunerado. Auxiliar administrativo: Driele Tainara Silva Costa Currículo: Graduação em Pedagogia: Faculdade Noroeste de Minas – FINOM, pós-graduação em Docência do Ensino Superior. Professora tutora no ensino superior pela Faculdade Noroeste de Minas – FINOM e supervisora no ensino regular pelo Colégio Império. Participação em diversos Projetos da área de turismo desenvolvidos na cidade; Presidente por quatro anos da Associação de Condutores de Turismo de Paracatu, hoje denominada Guias Tur; Trabalhos com projetos culturais e de formação de guias na GUIAS TUR (antiga ACONTUP), atendimento de turistas e realização de visitas guiadas nos atrativos histórico, atrativos naturais do município de Paracatu desde de 2011; Coordenadora do Projeto Colabtur realizado no anos de 2016, 2017 e 2018. Rubrica: auxiliar administrativo – trabalho remunerado. Educadora: Nayara Vaz da Costa Gomes Currículo: Graduada em Pedagogia pela Unopar. Tem experiência como educadora e auxiliar pedagógica, tendo atuado no Projeto Integrar - Eixo Educação (2016 - 2017) e na Escola Castelinho Encantado (2015 - 2016). É membro da Associação de Guias de Turismo do Noroeste de Minas - GUIAS TUR, anteriormente nomeada Associação dos Condutores de Turismo de Paracatu - ACONTUP, desde 2019, na qual atua dcomo guia de turismo e auxiliar administrativa, desenvolvendo ações de elaboração, planejamento e execução de projetos. Função: educadora – trabalho remunerado.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2023-09-30
Locais de realização (1)
Paracatu Minas Gerais