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a) Produção, montagem e temporada do espetáculo teatral "Piaf & Brecht", apresentando o improvável encontro e uma coletânea das principais canções de dois grandes artistas do século 20, o poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht e a cantora francesa Edith Piaf, que possuem realidades e ideologias opostas. b) Um Workshop sobre vida e obra de Edith Piaf e Bertold Brecht, numa análise sobre as obras deixadas por esses 2 grandes artistas mundiais.
O espetáculo apresenta uma coletânea das principais canções de dois grandes artistas do século 20, o poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht e a cantora francesa Edith Piaf, que possuem realidades e ideologias opostas. Em um encontro hipotético na sala de ensaios, eles falam sobre suas vidas, obras, anseios, angústias, medos, sonhos e realizações. O que começa como a tentativa de montar uma peça termina em um tsunami de sensações e pensamentos. Piaf & Brecht Classificação indicativa etária: 12 anos Duração: 90 minutos
OBJETIVOS GERAIS: Este projeto visa a produção, montagem e temporada do espetáculo teatral Piaf & Brecht e o cumprimento de uma temporada de 8 semanas na cidade de São Paulo em teatro com capacidade para aproximadamente 200 pessoas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Produzir, montar e realizar temporada do espetáculo teatral Piaf & Brecht, com texto de Aimar Labaki. 2. Cumprir 24 sessões do espetáculo, totalizando em uma temporada de 8 semanas na cidade de São Paulo. Três vezes por semana, de sexta a domingo. 3. Distribuir gratuitamente 20% do total dos ingressos disponíveis para professores e alunos da rede pública de ensino, ONGs e instituições que atendem deficientes auditivos. 4. Realizar 1 ensaios abertos do espetáculo. 5. Realizar 1 Workshop sobre vida e obra de Edith Piaf e Bertold Brecht, numa análise sobre as obras deixadas por esses 2 grandes artistas mundiais, como ação formativa cultura de contrapartida social. 6. Realizar projeto teatral com dramaturgia de qualidade e linguagem de fácil acesso, direcionada ao público em geral. 7. Trazer ao palco um espetáculo de qualidade artística com alguns dos mais talentosos profissionais do teatro paulista e equipe de renomados profissionais especializados no fazer artístico. 8. O desenvolvimento de um trabalho qualificado e sua produção. 9. Gerar empregos na área teatral. 10. Facilitar e ampliar a inserção sócio-cultural do público em geral. 11. Contribuir para a formação de plateia. Será uma temporada de 8 semanas, com apresentações de sexta a domingo, totalizando 24 sessões em teatro com o mínimo de 200 lugares, a ser definido.
Para a realização do projeto "Piaf & Brecht ", o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cidadania/Secretaria Especial da Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. **************************************************************************************************** Dois dos maiores artistas do século 20, a cantora francesa Edith Piaf (1915-1963) e o poeta e dramaturgo alemão Bertolt Brecht (1898-1956) conversam sobre suas vidas, obras, anseios, angústias, medos, sonhos e realizações. Esse improvável encontro imaginado por Aimar Labaki em Piaf & Brecht traz à tona um potente embate entre duas ideologias e visões de mundo radicalmente opostas. A narrativa conta a trajetória de Edith Piaf e Bertold Brecht. Ela sentiu na própria pele a miséria ao longo de sua infância, conheceu as dores do amor, tornou-se uma das cantoras mais amadas da França, viveu intensamente e encontrou a solidão no fim - poderia ser uma personagem do teatro de brechtiano. Ele conceituou a tragédia do homem, revolucionou o teatro mundial e lançou um olhar profundo para as relações humanas. Num final de tarde, em um antigo cabaret, Bertolt e Edith ensaiam o espetáculo que apresentarão naquela noite acompanhados por três músicos. Eles interpretam suas composições e outras músicas famosas de sua época como se estivessem em uma competição. A partir de cartas, solilóquios, memórias e autocitações, Brecht coloca o homem em xeque, enquanto Piaf expõe a própria alma. Além de sua evidente qualidade artística, as canções - sempre executadas ao vivo - revelam visões de mundo bem diferentes. Por isso, mais do que competir pelo título de melhor cancioneiro, os dois artistas disputam pelo melhor modo de vida. Ao longo da encenação, esses dois universos mostram que podem coexistir. O encontro é usado para evocar uma série de temas importantes tanto para o Brasil como para o mundo contemporâneo. Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto interpretam os protagonistas e outros personagens que vão invadindo a ação. Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural e teatral brasileira.
REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE COM RECURSOS DECORRENTES DE RENÚNCIA FISCAL Os itens que serão objetos de remuneração do PROPONENTE são: - DIREÇÃO GERAL. Conforme discriminado no orçamento analítico, de acordo com a Instrução Normativa nº 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 11º, não ultrapassando o limite de 50% do custo do projeto. NOTA: Todas as ações do projeto também serão divulgadas através de um site criado especialmente para este, onde os usuários tomarão conhecimento da programação, preço de ingressos e sessões com acessibilidade em LIBRAS. O site ficará no ar durante todo o período de ensaios e temporada do espetáculo.
Não se aplica.
ACESSIBILIDADE FÍSICA: - Espetáculo de Artes Cênicas: A produção se responsabiliza por locar teatro adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Os responsáveis do projeto declaram ainda que privilegiarão em sua escolha teatros bem localizados em relação à transporte público (espaços próximos a metrôs e/ou pontos de ônibus seguros). - Ações de contrapartida social: Será realizado um Workshop (contrapartida social / ação formativa cultural) em escola(s) pública(s), aproveitando-se a acessibilidade física, obrigatória, dessa(s) entidade(s). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - Espetáculo de Artes Cênicas: A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto realizará 3 (três) sessões com LIBRAS na temporada, previamente divulgadas. - Ações de contrapartida social: Não se aplica: Workshop (contrapartida social / ação formativa cultural) contará com intérprete de LIBRAS.
Para atender à democratização de acesso serão adotadas as seguintes medidas, conforme artigo 20, da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, inciso I, alíneas "a", "b" e "c": 1. Serão distribuídos 20% (vinte por cento) dos ingressos gratuitamente para população de baixa renda, como Escolas públicas, ONGs e demais instituições ligadas a ações sociais. OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO 1. Atendendo as regras previstas no artigo 21 da Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, em seu inciso V: Antecedendo a estreia e lançamento do espetáculo, será realizado 1 (um) ensaio aberto para professores e estudantes de arte, de teatro e de escolas públicas, ONGs e demais instituições ligadas a ações sociais, com bate papo pós apresentação. 2. Ainda, como medida de democratização de acesso, adotaremos o exposto no inciso II do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019 “oferecer transporte gratuito ao público” (Alunos e professores das Escolas públicas, onde serão realizados os workshops), “prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos”. 3. Será permitida a captação de imagens do espetáculo e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019.
O proponente, Bruno de Abreu Perillo, será responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Também, será responsável pela Direção geral do espetáculo, rubrica pela qual será remunerado. Texto de: AIMAR LABAKI Direção geral: BRUNO PERILLO Elenco: LETÍCIA SABATELLA e FERNANDO ALVES PINTO Iluminação: ALINE SANTINI Direção de Arte: MÁRCIO VINICIUS Direção de produção: EDINHO RODRIGUES Breve Currículos: AIMAR LABAKI - Texto Autor, diretor, tradutor e roteirista. Crítico teatral no jornal Folha de SP, de 1986 a 1990. Publicou seus textos no Jornal da Tarde, n’O Estado de SP, na Vogue, na BRAVO! entre outros. Foi jurado do Prêmio Shell por 17 anos, consultor de teatro da Secretaria de Estado da Cultura, diretor da Casa de Cultura Mazzaropi e curador de vários festivais. Entre as peças escritas, estão “Zibaldoni” (2017);"Marlene Dietrich, As Pernas do Século" (2010), "Miranda e a Cidade" (2008), "Poda/Campo de Provas" (2007), "O Anjo do Pavilhão Cinco"(2006) e "Vestígios" (2005). Alguns dos espetáculos dirigidos por ele são “Dark Room” (2016), de Mário Viana; “Prego na Testa” (2016/2005), de Eric Bogosian; e “Sonata de Outono”, de Ingmar Bergman (2014). BRUNO PERILLO – Direção Geral Formado em Rádio e TV pela FAAP. Começou sua carreira teatral com o Grupo TAPA, em 1993. Desde então, já atuou em mais de 30 espetáculos, como “As Duas Mortes de Roger Casement” (2016), de Domingos Nunez, “Ópera do Malandro” (2015), de Chico Buarque, “Dançando em Lúnassa” (2013), de Brian Friel; “Credores” (2012), de August Strindberg; e “Le Devin Vilage” (2012), de Rousseau. Na TV, atuou em novelas como “Viver a Vida”, “Passione”, “A Favorita” e “Belíssima”, da TV Globo, além da série “O Negócio”, do canal HBO. No cinema, participou dos filmes “A Felicidade de Margô”, de Mauricio Eça; “Submersa”, de Fabia Karklin; “Salve Geral”, de Sérgio Rezende; ”Sonhos Tropicais”, de André Sturm; “Ação Entre Amigos”, de Beto Brant, entre outros. LETICIA SABATELLA - Elenco Iniciou sua carreira na TV convidada para participar do especial Os Homens Querem Paz, na TV Globo em 1991. Sua formação inclui balé, canto lírico, teatro e coral. Possui mais de 20 novelas e séries no currículo. Em 2008, lançou o documentário Hotxuá. Em 2009, interpretou sua primeira vilã em novelas, a cruel Yvone na telenovela Caminho das Indias. Em 2012, foi confirmada no filme The Mother War, filme estrangeiro que teria co-produção dos EUA e Itália, no filme ela interpretaria a guerreira Anita Garibaldi. Em 2013, retorna às novelas em Sangue Bom, na qual interpreta a elegante casamenteira Verônica. Em 2014, entra para o elenco de Sessão de Terapia, interpretando Bianca Cadore, uma professora de literatura que procura terapia para salvar seu casamento. Em 2017, retorna às novelas em Tempo de Amar, no papel de uma ardilosa empregada doméstica. Em teatro, as montagens mais recentes são Alma Boa de Lugar Nenhum, Trágica 3, Haiti Somos Nós e Caravana Tonteria. FERNANDO ALVES PINTO - Elenco Começou a fazer teatro no colégio São Luís. Em 1987, mudou-se para Nova York. Lá fez algumas peças no LaMama, incluindo um pequeno papel em uma peça de Moliére. Foi chamado para fazer o filme "Terra Estrangeira" (1994), de Walter Salles e Daniela Thomas. Logo depois, foi chamado para fazer o programa "Você Decide", da Rede Globo, dirigido por Fábio Barreto, contracenando com Vera Fischer. Em 1997, fez a novela "Direito de Nascer". Participou, também, dos filmes "Menino Maluquinho 2 - A Aventura" (1998), "Eu Não Conhecia Tururu" (2000), de Florinda Bolkan, "Anahy de las Missiones" (1997), de Sergio Silva, e "Mater Dei" (2001), de Vinicius Mainardi. Atuou em curtas-metragens, entre eles "Quatro Minutos" (1997), de Sergio Volpi (prêmio de ator nos festivais de Brasília e Gramado) e "Negócio Fechado" (2001), de Rodrigo Costa. Em 2004, atuou em "Araguaya – A Conspiração do Silêncio", de Ronaldo Duque, e em "Quase Dois Irmãos", de Lúcia Murat. Em 2007, fez o filme "A Via Láctea", ao lado de Marco Ricca e Alice Braga. Em 2008, esteve no teatro com a peça "A Mulher Que Ri". Em 2012 com o musical Cartas de Amor que ficou em cartaz no CCBB. Em 2009, filma “Dois Coelhos”, filme de Afonso Poyart, com lançamento em janeiro de 2012. Em 2010, participou do longa metragem "Nosso Lar". Recentemente fez parte do elenco do espetáculo “Caravana Tonteria”. ALINE SANTINI - Iluminação Iluminadora da “Terça-Insana”, direção de Grace Gianoukas, por cinco anos. Iluminadora de Gerald Thomas (“Um Circo de Rins e Fígados”, com Marco Nanini) e do projeto de quatro espetáculos “Asfaltaram a Terra”, dirigidos por Gerald Thomas que estreou em abril 2006 no Sesc Vila Mariana. Em 2005, ilumina o espetáculo “Do que Orlando me Disse”, com Paula Picarelli, direção Georgette Fadel. Em maio de 2007, ilumina o espetáculo de dança-teatro "Gira", direção de Estelamare dos Santos para o festival de dança do CCSP. Ilumina o espetáculo "Como me Tornei Estúpido", com a Cia. Estúpida, direção de Beth Lopes. Ilumina o espetáculo de dança-teatro "Love and Blembers", direção de Georgette Fadel, que esteve em cartaz no Sesc Paulista. Em janeiro de 2009, ilumina a peça "A Noite do Barqueiro", comemorativo de 30 anos de carreira do ator Helio Cicero, direção e dramaturgia Samir Yazbek. Em junho iluminou "Orinoco", com direção de Dagoberto Feliz. Também assina a luz dos espetáculos: "O Fantástico Reparador de Feridas", direção de Domingos Nunez; "Teatro para Pássaros", direção de Roberto Lage; "Bem-Vindo, Estranho", direção de Murilo Pasta; "The Pillowman – O Homem Travesseiro", direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz. MÁRCIO VINICIUS – Diretor De Arte (Figurinos, Cenário e Adereços) Cenógrafo e figurinista que dedica-se à arte do fazer cenográfico há 25 anos. Sua carreira inicia-se em 1990 como ator e aderecista e, em seguida, começa a fazer cenários e eventos no Amazonas, como a Festa do Boi Caprichoso em Parintins. No ano de 2000 é convidado a trabalhar em São Paulo com J. C. Serroni, começa então a assinar trabalhos com diretores, dramaturgos, produtores e grupos de ponta: Gabriel Villela, Márcio Aurélio, Dib Carneiro Neto, Roberto Lage, Débora Dubois Grupo Os Satyros, Márcio Aurêlio. Últimos espetáculos realizados – Cenografia: musical Os Dez Mandamentos, Sobre ratos e homens, MacBeth com Marcelo Antony e dir. De Gabriel Villela, Hécuba, dir. De Gabriel Villela, Crônica da casa assassinada, dir. De Gabriel Villela; Cenografia e figurinos: Frida y Diego; A lenda do vale da lua; Figurinos: Rita Lee o musical, Lampião e Lancelote. Premiações: 2013 - Prêmio Bibi Ferreira de teatro musical pelo figurino de Lampião e Lancelote; Fensa 2013 pelo espetáculo Lampião e Lancelot; 2007- Prêmio Shell de Figurinos pelo espetáculo Divinas Palavras da Companhia de Teatro Os Satyros; 2006. - Prêmio Femsa de Teatro Infantil e Jovem 2006 de cenografia pelo espetáculo Era uma vez um Rio. Edinho Rodrigues – Direção de Produção Produziu diversos espetáculos teatrais, dentre eles destacam-se: “A Garota Número Um” com Monique Alfradique; “A Loba de Ray-Ban” com Christiane Torloni; “Hell”- com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; “The Pillwoman” com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; “O Expresso do Pôr do Sol”, com direção de Fábio Assunção; “Toro Negro”, espetáculo flamenco com direção de Debora Dubois, “Lampião e Lancelote” (musical ganhador de 11 prêmios), com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; musical “Rita Lee Mora ao Lado” com Mel Lisboa; “Bem Vindo Estranho” com Regina Duarte; “Dias de Vinho e Rosas” com direção de Fabio Assunção; Em 2017 produziu o musical “Roque Santeiro” que permaneceu em cartaz por 7 meses, no Teatro FAAP (SP). Desde 2018 produz a comédia musical “A Vida em Vermelho” com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto. Em 2019, a comédia “O Martelo” com Edwin Luisi, Anderson Muller e Natallia Rodrigues, direção Alexandre Reinecke.
PROJETO ARQUIVADO.