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Este projeto visa dar continuidade ao trabalho realizado pela Escola de Música de São Brás do Suaçuí, através do ensino e da prática de música erudita. O trabalho que envolve formação musical, cultural e humana tem sido realizado ininterruptamente desde 2001 e visa formar e manter o Coro e Orquestra da escola, assim como encaminhar alunos para a profissionalização. Inclui aulas, oficinas, concertos, audições e participações diversas em eventos civis e religiosos na cidade e região.
Cursos - Educação Musical /Cordas/Canto/ Oficinas Visa formação de instrumentistas de cordas e cantores para atuação em coro e orquestra, objetivando fazer a base para sua formação profissional. Sem classificação etária. Concertos/ audições / participações diversas Concertos e audições e participações diversas de canto, cordas, Coro e Orquestra com repertório de música erudita sacra ou não, dos diversos estilos: barroco, clássico, romântico, etc. Sem classificação etária.
Objetivo Geral 1) Manter, desenvolver e executar apresentações com a Orquestra de Cordas e o Coro de Câmera da Escola de Música de São Brás do Suaçuí, cuja base são os professores dos cursos de iniciação e Básico, aos quais juntam-se os alunos adiantados do curso básico (a partir do 3º ano) e curso médio (destinado aos alunos que querem se profissionalizar). Como já estamos há quase 20 anos desenvolvendo este trabalho, temos uma equipe praticamente fixa destes professores. Em concertos e para desenvolvimento de repertório novo, agregam-se ao grupo ex-alunos que trabalham na região e profissionais que possam possibilitar um up -grade ao grupo. Podemos afirmar com certeza que este grupo é seguramente o "corpo musical" mais avançado da região, e que vem alavancando esta área, ao propiciar referência na formação e execução de música erudita, já tendo se desenvolvido o suficiente para executar com certa maestria o repertório erudito em nível médio. 2) Ministrar aulas de grupo no nível de Iniciação e básico. Aulas de Educação Musical, grupo Suzuki e Prática de coro e Orquestra. Objetivos Específicos 1) Executar Concertos, audições e apresentações diversas em eventos da cidade e região. 04 concertos anuais de Coro e Orquestra e 12 participações em cerimônias religiosas, educativas e civis. 2)Ministrar: 1) Aulas de Educação Musical para Iniciação e Básico 2) Aulas de Instrumento em grupo para Iniciação e Básico 3) Master Class 4) Práticas de Performance com piano 5) Práticas de Coro e Orquestra 6) Práticas de Música de Câmera 02 horas semanais de educação musical por turma de cerca de 08 alunos em cada turma e Prática de Coro/ ou Orquestra. 1 aula semanal de grupo de instrumento, e a cada 2 meses aulas de performance com piano. 3) Levar para a escola pública pelo menos uma amostra do que se faz ana escola. Executar 01 hora aula em cada uma das 13 turmas do ensino fundamental de nossa escola muicipal, por semestre e 01 apresentação por turno. Do ponto de vista pedagógico, dividimos o trabalho em três áreas cujos objetivos são: Educação musical, domínio da linguagem e formação técnica Desenvolver pleno domínio da linguagem musical, ler e escrever. Desenvolver técnica apurada de canto e instrumento. Desenvolver consciência corporal (psicomotricidade/ lateralidade, concentração, memória, prontidão, etc). Desenvolver habilidades em perfomance. Desenvolver capacidade de expressão. Desenvolver capacidade de criação musical. Área Cultural Desenvolver Cultura e sensibilidade musical. Buscar alta referência em arte e realização musical Área Humana Desenvolve práticas que estimulem a evolução como ser humano. Esta área é desenvolvida em dinâmicas e de forma prática integrada às outras duas áreas e busca: · Desenvolver no aluno consciência corporal e emocional, ajudando-o a desenvolver a capacidade de centrar-se e agir a partir do próprio centro. · Ampliar os limites da percepção de si mesmo, do seu universo e do outro. Cultivar o amor e o respeito pelos grandes valores humanos, ampliando ou desenvolvendo sua capacidade de perceber valores que a sociedade sempre considerou sagrados _ Verdade, integridade, honestidade, amor, fé, devoção e beleza.
Pelo Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto se enquadra nos seguintes incisos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII- desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O objetivo do Art. 3 da mesma Lei que será alcançado mediante. Inciso I- incentivo à formação artística e cultural, mediante: Alínea c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Inciso II- fomento à produção cultural e artística, mediante: Alínea c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso IV- estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: Alínea a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Nossa escola é uma entidade cultural sem fins lucrativos e sem rendas que desenvolveu nos últimos 19 anos amplo trabalho de formação cultural, com crianças e jovens de toda a região. Formou dezenas de alunos, além de introduzir ou reintroduzir a música erudita no dia a dia das pessoas. Para este trabalho precisou e precisa de recursos, que tem sido advindos de captação feita através das leis federal e estadual de incentivo à cultura. Hoje, 90% do curso é oferecido totalmente de graça e através de captação em projeto. Os 10% restantes que correspondem às aulas individuais dos dois primeiros anos de aulas, são pagas com doações diversas, inclusive quando é possível dos próprios pais de alunos. Em nossa pequena cidade sempre existiu um grande número de pessoas interessadas em desenvolver-se culturalmente, tendo especial vocação para música. Nossa cidade é inclusive bastante conhecida por esta vocação. Além desta, digamos aptidão natural, sempre tivemos um grande desenvolvimento cultural em geral, o que marcava nossa forte identidade. Hoje tudo isto está imensamente desequilibrado, em função principalmente de grandes mudanças na sociedade de forma geral. Em nosso trabalho sempre atraímos alunos e público das cidades vizinhas: Jeceaba, Entre Rios, Lafaiete e Congonhas. Nos primeiros 16 anos tínhamos uma média de 120 a 150 alunos, a escola tinha um Coro de Câmara, uma orquestra jovem e corais e orquestra infantis, grupos com intensa atuação regional. Isto mudou devido não a falta de alunos, mas a falta de patrocínios. Além do mais, nossa intenção não é só formar bons músicos, mas formar pessoas através da música. Para isto, é necessário expor os alunos a um intenso contato com a arte, propiciando a eles altas referências em performances, além de levá-los a ter contato com um conhecimento mais amplo de arte em geral. Também já há dois anos introduzimos em paralelo ao curso de música um trabalho de formação humana e valores. Para fazer um trabalho que realmente faça diferença são necessários profissionais de alto nível, o que demanda alto custo, mas é um investimento mais que justificado, uma vez que depois destes anos de trabalho, além da grande mudança no panorama cultural local, já somos o celeiro da maioria da mão de obra que atua na região. Nossos alunos atuam regionalmente como professores, regentes, músicos, enfim multiplicadores e ainda formam grupos para festas e casamentos, o que tem mudado radicalmente o nível da música feita nestes eventos sociais pela região afora.
Iniciamos este trabalho de ensino e prática de música erudita em 2001. O objetivo sempre foi desenvolvimento humano e cultural. Naquela época os desafios eram consumo exagerado de álcool e drogas por jovens, ignorância musical e cultural de forma geral. Práticas de diversão e lazer na cidade de nível absurdamente baixo. Encontramos uma boa receptividade, fomos pioneiros em muita coisa na região, inclusive no uso das leis de incentivo e em convencer grandes empresas como a então Açominas, a investir em cultura. Fomos também quem primeiro criou um ensino sistemático de música e práticas de concertos. Isto elevou o nível de toda a região. Nossos ex-alunos desenvolvem trabalhos de Coro e Orquestra em pelo menos 05 cidades próximas, o que torna nossa região um dos focos de música erudita no interior de Minas. No total já encaminhamos para profissionalização 22 jovens, realizamos anualmente cerca de 40 apresentações e passaram por nossa escola mais de 1000 alunos. Hoje estamos partindo para uma nova etapa, tentamos por exemplo um novo salto técnico, além de uma busca por formas alternativas de sobrevivência. Hoje o desafio maior é a desagregação da sociedade e a inversão de valores, o que dificulta qualquer trabalho sério. De qualquer forma seguimos trabalhando.
Projeto pedagógico plano de execução. Curso – Canto 1- Objetivos Gerais Formação de cantores líricos para atuação no coral da escola visando formar a base para a sua formação profissional. 2- Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar os seguintes conteúdos: Afinação, articulação, e interpretação. Técnica de emissão vocal. Ressonância, respiração, articulação e impostação de vogais e consoantes. Fraseado, expressão,etc. 3- Justificativa Nosso projeto é de Formação em Música erudita. Um dos cursos propostos e necessários é o curso de canto, vital para formação de cantores eruditos. 4- Carga horária completa A carga horária semanal por aluno é de 1 hora individual e 2 em grupo. Se abrirmos 12 vagas conforme pretendemos o curso terá uma carga de 12 horas semanais de aulas individuais e 2 horas em grupo, 56 horas mensais. 5- Cliente /público alvo(características e idade) Alunos que se interessem por canto lírico. Com Conhecimento básico de rítmo corporal, afinação básica e capacidade de concentração ( alunos que já tenham passado pelo Curso de Iniciação). A partir de 14 anos. 6- Metodologia Aulas individuais e coletivas, utilizando –se técnicas de canto lírico e repertório progressivo ao desenvolvimento do aluno. Iniciação com Método Vaccaj. 7- Material Didático utilizado Partituras, Piano e Cd's 8- Profissionais envolvidos e respectivas formações Curso regular de canto Nome - Lílian Assumpção Função - Professora de Canto Formação - Bacharel em canto pela UEMG. Iniciou Canto no Coral Proto Harmônico em São Brás do Suaçuí, onde estudou com o prof. Marcos Thadeu. Estudou ainda com os professores Hugo Silva e Amin Feres, estudou Declamação Lírica com os professores Geraldo Chagas e Marilene Gangana, além de ter feito cursos e master classes com Neyde Thomas, Martha Herr e Nicolau de Figueiredo. Experiência - Integrante do Coral Lírico da Fundação Clóvis Salgado, apresenta-se como solista em diversas produções operísticas e sinfônicas, tais como “La Traviata”, “Carmem”, “As Bodas de Fígaro”, “Cosí fan Tutte”, “Carmina Burana”, “Missa em dó menor” (Mozart), “Magnificat”, Cantatas 51, 209, 203, 147 (Bach) entre outras. Como solista gravou vários CD's. Em 1999 e 2001 foi premiada nos Concursos de Canto Lírico Irmãos Nobre e Bidu Sayão, em Belém do Pará. 9 Resumo dos conteúdos que serão ministrados Afinação de intervalos de 1a a 8a; Noções básicas de Impostação Vocal. Técnica de respiração e controle de diafragma; Noções de fraseado e articulação. Pronúncia em Italiano, latim, Inglês, Francês e alemão. Prática de Coro a 3 vozes e 04 vozes diferentes. Método – Vaccaj, árias antigas e canções. Curso – Violino I,II e III 1 Objetivos Gerais Formação de violinistas para atuação na orquestra da escola e visando fazer a base para sua formação profissional. 2 Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar os seguintes conteúdos: Desenvolvimento técnica básica: sonoridade; estudo das posições; golpes básicos de arco. mudança de posição, vibrato, escalas, repertório níveis fácil e médio. 3 Justificativa Nosso projeto é de Formação em Música erudita. Isto acontece através de práticas de coro e orquestra, para o que precisamos de formar instrumentistas. 4 Carga horária completa A carga horária semanal por aluno é de 1 hora individual e 1 em grupo. Se mantivermos 40 vagas o curso terá uma carga de 40 horas semanais de aulas individuais e 6 horas em grupo, 184 horas mensais. 5 Cliente /público alvo(características e idade) Alunos que se interessem por violino. Com Conhecimento básico de rítmo corporal, afinação básica e capacidade de concentração ( alunos que já tenham passado pelo Curso de Iniciação). A partir de 06 anos. 6 Metodologia Aulas individuais e coletivase prática de orquestra , utilizando –se Método Suzuki, incluindo a filosofia Suzuki até o 3º ano básico. 7 Material Didático utilizado Instrumento, partituras (de técnica, escalas e repertório) e CD para audição em casa. 8 Profissionais envolvidos e respectivas formações Nome - Roberta Amâncio Função - Professora de Violino Formação - Iniciou seus estudos de música na EMSBS em 2001. É graduada em Violino pela UFSJ. Experiência - É Professora de violino na EMSBS e musicalização infantil da Casa de Música de Ouro Branco. Integra o quarteto de cordas MAG’s com grande atuação na região. É integrante da Orquestra da EMSBS, onde estuda com o Prof. Elias Barros. 9 Resumo dos conteúdos que serão ministrados Barros Eliseu - Canções folclóricas brasileiras para violino e viola; Método Suzuki - Vol. I , II e III; Dancla - 36 estudos fáceis - op. 34; J. Hrimaly - Método de Escalas.Hans Sitt - 20 estudos na primeira posição; Terceira posição - Mudança de posição; Harvey - Introdução às posições - Vol. I; P. Bosísio / Henry Schadieck – Método de Escalas; O. Rieding - Concertos fáceis e Concertinos. Curso – Viola I, II e III 1 Objetivos Gerais Formação de violistas para atuação na orquestra da escola e visando fazer a base para sua formação profissional. 2 Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar os seguintes conteúdos: Desenvolvimento técnica básica para mão direita - sonoridade; Estudo da Primeira posição; Golpes básicos de arco.Terceira posição - Mudança de posição. 3 Justificativa Nosso projeto é de Formação em Música erudita. Isto acontece através de práticas de coro e orquestra, para o que precisamos de formar violistas. 4 Carga horária completa A carga horária semanal por aluno é de 1 hora individual e 1 em grupo. Se mantivermos 20 vagas o curso terá uma carga de 20 horas semanais de aulas individuais e 2 horas em grupo, 48 horas mensais. 5 Cliente /público alvo(características e idade) Alunos que se interessem por viola. Com Conhecimento básico de rítmo corporal, afinação básica e capacidade de concentração ( alunos que já tenham passado pelo Curso de Iniciação). A partir de 06 anos. 6 Metodologia Aulas individuais e coletivase prática de orquestra , utilizando –se Método Suzuki, incluindo a filosofia Suzuki até o 3º ano básico. 7 Material Didático utilizado Instrumento, partituras (de técnica, escalas e repertório) e CD para audição em casa. 8 Profissionais envolvidos e respectivas formações Nome - Kele Albuquerque Função Professora de Viola Formação - Estuda na EMSBS desde 2002. Graduada em viola pela UFSJ. Especialização em Método Suzuki pela Associação Brasileira do Método Suzuki- São Paulo. Experiência - É professora de viola do Curso básico da EMSBS, onde trabalha desde 2004, é professora de viola no SESC- MG e professora de Educação Musical na Escola pública de São Brás do Suaçuí.Integra a Orquestra de câmara da EMSBS. 9 Resumo dos conteúdos que serão ministrados Suzuki - Vol. I, II e III; Adam Care - 24 estudos elementares; Samuel Applebaum - Estudo de escalas e arpejos; Barros Eliseu- Canções folclóricas brasileiras para violino e viola. Hofmann e Hans Sitt - 20 estudos; Terceira posição - Mudança de posição; Harvey - Introdução às posições - Vol. I; Samuel Applebaum - Estudo de escalas e arpejos; Primeiros solos para Viola. Curso – Violoncelo 1 Objetivos Gerais Formação de violoncelistas para atuação na orquestra da escola e visando fazer a base para sua formação profissional.. 2 Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar os seguintes conteúdos: Desenvolvimento dos movimentos básicos do arco; Desenvolvimento dos movimentos da primeira posição. Escalas na primeira posição com arcadas básicas; Introdução à Extensão, segunda e terceira posição. 3 Justificativa Nosso projeto é de Formação em Música erudita. Isto acontece através de práticas de coro e orquestra, para o que precisamos de formar instrumentistas. 4 Carga horária completa A carga horária semanal por aluno é de 1 hora individual e 1 em grupo. Se mantivermos 15 vagas o curso terá uma carga de 15 horas semanais de aulas individuais e 4 horas em grupo, 76 horas mensais. 5 Cliente /público alvo (características e idade) Alunos que se interessem por violoncelo. Com Conhecimento básico de ritmo corporal, afinação básica e capacidade de concentração (alunos que já tenham passado pelo Curso de Iniciação). A partir de 06 anos. 6 Metodologia Aulas individuais e coletivas e prática de orquestra , utilizando –se Método Suzuki, incluindo a filosofia Suzuki até o 3º ano básico. 7 Material Didático utilizado Instrumento, partituras (de técnica, escalas e repertório) e CD para audição em casa. 8 Profissionais envolvidos e respectivas formações Nome - Gabriel Pessoa Função Professor de Violoncelo Formação - Começou seus estudos de violoncelo na Escola de Música de Brasília, tendo aulas com a professora Ana Cristina Amoras, e mais tarde com o professor Ataide de Matos. Ingressou na UNB onde teve aulas com Jabez de Oliveira e David Gardner. Transferiu se para a UFRN onde cursou 4 anos de sua graduação com o professor Fabio Presgrave, e participou de masterclasses com Mark Kosower, Ole Akahoshi e Henrik Brendstrup. Foi bolsista da Orquestra sinfônica da UFRN e do grupo UFRN cellos. Experiência - Foi monitor do projeto de extensão "Música para crianças", da UNB onde fez o curso de Filosofia do Suzuki com a professora Shinobu Saito. Lecionou violoncelo no projeto de extensão "Propagação da cultura do violoncelo no Rio Grande do Norte", e ainda nas escolas "Oficina dos Sonhos" e "Escola de Música de Macaíba". 9 Resumo dos conteúdos que serão ministrados Escalas na primeira posição com arcadas básicas; Introdução à Extensão, segunda e terceira posição; Suzuki - Vol. I, II; Feuillard - Estudos - Vol I.Escalas e arpejos até a 4a posição; Fortalecimento da mão esquerda; Suzuki - Vol. III; Harvey S. Waistler - A 4a posição; Feuillard - Exercícios diários. Curso – Educação Musical 1 Objetivos Gerais Conhecimento e dominio da linguagem e cultura musical. 2 Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar os seguintes conteúdos: Coordenação Motora /Ritmo/ Direcionalidade Sonora, Timbres e Andamentos/ Teoria /Altura /Escalas maiores e arpejos /Distinguir maior e menor, Tom, semitom # e b – enarmonia. Solfejos /Solfejo absoluto usando graus conjuntos, arpejos e terças e grupos rítmicos ensinados. Criação/ Usando graus conjuntos, terças e arpejos usando voz, xilofone, percussão, piano. Dentro das métricas binária e ternária, comum e sentido tonal. Cultura Geral / Assistir a um Concerto por mês - em vídeo ou ao vivo. /Analisar e comentar na sala./ Pode ser também um filme de época ou vida de um compositor. Idade Média, Renascimento, Barroco, Classicismo, Romantismo e Modernismo. 3 Justificativa Nosso projeto é de Formação em Música erudita. Para isto é necessário um intenso trabalho de educação musical que permita aos alunos fluência em linguagem e vasto conhecimento da tradição musical. 4 Carga horária completa Iniciação I- 2 horas semanais por turma- 06 turmas Iniciação II – 1 hora semanal por turma – 20 turmas Curso Básico - A carga horária semanal por aluno é de 2 horas. Cada turma tem de 06 a 08 alunos. 8 horas mensais por turma e 160 horas mensais nas 20 turmas. 5 Cliente /público alvo(características e idade) Iniciação I- alunos da pré-escola municipal – 03 a 05 anos Iniciação II – alunos do ensino fundamental – 06 a 12 anos Curso básico - Todos os alunos que ingressam na escola de música de São Brás do Suaçuí. A partir de 06 anos. 6 Metodologia Aulas individuais e coletivase prática de orquestra , utilizando –se Método Suzuki, incluindo a filosofia Suzuki até o 3º ano básico. 7 Material Didático utilizado Instrumento, partituras (de técnica, escalas e repertório) e CD para audição em casa. 8 Profissionais envolvidos e respectivas formações Nome - Maria Helena Amâncio Função - Coordenadora pedagógica de Educação Musical Básica/ Professora de Formação Cultural e Humana Formação - É formada em enfermagem pela UFMG, profissão em que trabalhou por 30 anos, inclusive como professora na UFMG e depois na USP. Interessou-se desde então pela área de música ligada ao crescimento humano. É violista da Orquestra de São Brás, estudando com os professores Eliseu Barros e Elias Barros e ainda educação musical infantil com as professoras Rosa Lúcia Mares Guia e Cecília Cavalieri França. Atualmente iniciou-se no método Dalcroze com o Prof. Iramar Rodrigues do Instituto Dalcroze de Genebra. Experiência - Foi professora na UFMG por 04 anos. Atuou também durante 07 anos no HC de São Paulo como administradora do Centro Cirúrgico e durante 10 anos no Hospital Universitário da USP, onde desenvolveu trabalho junto à educação continuada, tendo nos últimos anos respondido pela assessoria da superintendência. Até então no ano 2000, desenvolvia estudos paralelos de música e daí para cá se dedica integralmente a esta atividade. Atualmente leciona e coordena todo o curso básico de educação musical. Atua como professora de Formação Cultural e Humana. Trabalha ainda na assessoria de produção de eventos. Nome – Geraldo Juliano da Costa Função - Professor de Educação Musical e canto Formação - Iniciou os estudos na EMSBS em 2003. Estudou canto com os professores Marcos Thadeu e Lilian Assumpção. Estuda piano com a professora Lídia Marzano. Cursou Educação Musical em Curso de Extensão na Escola de Música da UFMG. Iniciou os estudos acerca de método Dalcroze com o Prof. Iramar Rodrigues do Instituto Dalcroze de Genebra. Experiência - Foi monitor na EMSBS durante vários anos. Fundou e rege corais em Pequeri, Lafaiete e Murtinho. Atua como professor de Educação Musical na Rede Pública de Ensino Municipal em Congonhas. Dá aulas de canto e educação musical para o coral Vozes dos Profetas em Congonhas. 9 Resumo dos conteúdos que serão ministrados Coordenação Motora - Apoio, pulsação, métrica binária e ternária, relação dobro metade, escrever e ler semínima, colcheia e pausa de semínima, ação combinada e Elementos de Percussão. -Ritmo- Leitura e ditado de Mínima, semínima, colcheia e semicolcheia, pausa de mínima, semínima e colcheia. Notas pontuadas. Direcionalidade Sonora, Timbres e Andamentos -Aproximações de planos de altura, percepção até um tom. Apurar a distinção de timbres. Entender na prática e teoria mudança de andamento - incluindo a nomenclatura. Teoria - Claves e correspondência de claves, unidade de Tempo, unidade de Compasso. Compassos Simples, Figuras, nomes e pausas, valores comparativos (acima de 9 anos) e Armaduras de Claves. Altura - Escalas maiores e arpejos - cantar e colocar na pauta. Automatismo de terças; ler, escrever: Segunda e terça. Afinação de terças maiores e menores. Leitura de arpejo maior e menor, distinguir maior e menor, Tom, semitom. Curso –Oficina de Canto 1 Objetivos Gerais O objetivo da oficina é basicamente dar um “upgrade”, injetando “energia” no curso. A vinda de um excelente profissional promove uma verdadeira revolução. Todos os alunos se preparam intensamente e se envolvem durante a oficina passando todo o tempo estudando, assistindo aulas e no final fazem um lindo concerto. Este aprendizado e o entusiasmo decorrente perduram por muito tempo. Também é o momento dos professores discutirem e avaliarem o andamento do curso regular. 2 Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar os seguintes conteúdos: Afinação, articulação, e interpretação. Técnica de emissão vocal. Ressonância, respiração, articulação e impostação de vogais e consoantes. Fraseado, expressão, etc. 1 Justificativa Estamos em uma pequena cidade do interior e o contato com grandes nomes da música é muito raro. Fazer isto é sempre vital para que os alunos se mantenham estudando e motivados. 2 Carga horária completa Oficina – cada oficina tem carga horária prevista de 16 horas distribuídas em 03 dias. Cada oficina tem ainda um concerto exceto a oficina de educação musical. 3 Cliente /público alvo(características e idade) Alunos da escola de música e da região estudantes de canto lírico. A partir de 14 anos. 4 Metodologia Aulas individuais e coletivas, utilizando –se técnicas de canto lírico e repertório progressivo ao desenvolvimento do aluno. Iniciação com Método Vaccaj. 5 Material Didático utilizado Partituras, Piano e Cd's 6 Profissionais envolvidos e respectivas formações Nome - Marcos Thadeu de Miranda Gomes Função – Oficina de Canto Formação - Iniciou sua carreira no Coral Ars Nova da UFMG, onde sempre atuou como um dos principais solistas do grupo. Estudou na Fundação De Educação artística, no Conservatório Brasileiro de Música e na UFRJ.. Experiência - Há 14 anos Preparador vocal do Coral da OSESP, é ainda regente do Coro Acadêmico da sala e professor de canto na Academia da Osesp e na ULM. Foi regente do Coro Lírico do palácio das Artes . Como cantor vem trabalhando com inúmeros nomes da música mundial , tendo sido o tenor preferido do maestro Eleazar de Carvalho para várias peças entre elas a Nona Sinfonia de Beethoven. 10 Resumo dos conteúdos que serão ministrados Afinação de intervalos de 1a a 8a; Noções básicas de Impostação Vocal. Técnica de respiração e controle de diafragma; Noções de fraseado e articulação. Pronúncia em Italiano, latim, Inglês, Francês e alemão. Prática de Coro a 3 vozes e 04 vozes diferentes. Método – Vaccaj, árias antigas e canções. Curso –Oficina de Cordas 1 Objetivos Gerais O objetivo desta oficina como da de canto é basicamente dar um “upgrade”, injetando “energia” no curso. A vinda de um excelente profissional promove uma verdadeira revolução. Todos os alunos se preparam intensamente e se envolvem durante a oficina passando todo o tempo estudando, assistindo aulas e no final fazem um lindo concerto. Este aprendizado e o entusiamo decorrente perduram por muito tempo. Também é o momento dos professores discutirem e avaliarem o andamento do curso regular. 2 Objetivos específicos Desenvolver e ou aprimorar as seguintes técnicas de mecânica pura: Golpes de arco, detaché, spicato, sautier, e vibrato, mudança de posiçao, articulação. Desenvolver repertório e interpretação. 2 Justificativa Estamos em uma pequena cidade do interior e o contato com grandes nomes da música é muito raro. Fazer isto é sempre vital para que os alunos se matenham estudando e motivados. 3 Carga horária completa Cada oficina tem carga horária prevista de 16 horas distribuidas em 03 dias. Cada oficina tem ainda um concerto exceto a oficina de educação musical. 4 Cliente /público alvo(características e idade) Alunos da escola de música e cidades vizinhas estudantes de cordas. A partir de 06 anos. 5 Metodologia As aulas são dadas em Master class para melhor aproveitamento de todos. Há um momemento para um trabalho geral de revisão técnica. Também é feito um ensaio coletivo. Material Didático utilizado Partituras, Piano e Cd's 10 Resumo dos conteúdos que serão ministrados O conteúdo é dividido em 3 etapas: Etapa 1 - Construção da técnica Construir a sonoridade Construir a sonoridade/golpes de arco: Detaché/ Spicato/ Martele/ Sautiller/ Cole Técnicas de vibrato/mudança de posição/articulação Etapa 2 – Afinação Escalas/arpejos/terças/oitavas Etapa 3 – Repertório
Apesar de em 19 anos nunca termos sido procurados por portadores de necessidades físicas especiais, já nos adaptamos a uma possível demanda, sendo que 03 de nossas 05 salas de aula podem ser usadas por qualquer deficiente. Estas salas são no nível da rua e a entrada é feita por calçadas praticamente planas (cerca de 1% de inclinação) de 1,2 m de largura. Para o caso de sermos procurados por deficientes visuais, não há problema para atendê-los, porque podem tocar ou cantar de ouvido, aliás os métodos são feitos para isto. E normalmente desenvolvem muito os outros sentidos quando lhes falta a visão. Não problema para assistirem concertos também. As apresentações são realizadas ou em centros culturais municipais ou em igrejas. Todos estes locais por serem públicos e largamente utilizados pela população, já são adaptados para o uso de deficientes e são ainda perfeitamente acessíveis a idosos. Em escolas de Distritos ou zona rural como no Maranhão e Pequeri, onde já realizamos vários concertos, estes são feitos nas Igrejas (local de acesso público mais comum da comunidade e onde os idosos em geral mais frequentam). Em São Brás estes concertos até hoje são realizados na Igreja Matriz, local com grande rampa de acesso. Como é um projeto de ensino e prática de Música erudita não sabemos como propiciar acesso à deficientes auditivos, entendemos que não há como fazê-lo. Já temos notícia de deficientes auditivos que fazem dança, mas canto e tocar não cremos que haja possibilidade. Quanto à deficientes visuais a própria natureza da atividade cremos favorece o acesso, apesar de nunca termos tido nenhuma procura. Quanto à outras questões como autismo, temos atendido alguns alunos, cujos pais relatam alguma melhora, no entanto não sabemos precisar se estamos ou não ajudando.
Produto principal - Cursos e oficinas - a escola possibilita acesso livre a todo o público, sendo que recebe todos os alunos que consegue comportar. Neste projeto estamos possibilitando o acesso gratuito à aulas de formação em grupo nos níveis de iniciação e básico e o acesso à Master class, e ensaios à todos. A divulgação do projeto é feita o ano todo em concertos, e nas várias apresentações principalmente nos eventos didáticos. CONFORME - PARÁGRAFOS V e VI e VII do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Segundo Produto - Apresentações - concertos e audições e participações diversas. Todas as apresentações são gratuitas e amplamente divulgadas. As matrículas são amplamente divulgadas, através de lembretes distribuídos nas escolas de toda a região, nos comércios, grupos musicais (corais – incluindo todos os coros de igrejas), bandas de música, missas e eventos diversos. Quanto à eventos, não somente ensaios mas também concertos e oficinas são sempre abertos ao público. Como nossa escola fica bem no centro é até comum as pessoas se aproximarem para ouvir ensaios. Antigamente em nossa cidade, era comum isto acontecer com a banda local, hoje naturalmente com a acesso à televisão e mídia esse hábito foi quase abandonado. Mas ainda ocorre com a escola. CONFORME - PARÁGRAFOS V do artigo 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania Contrapartida - aula em escola pública - fazemos isto em comum acordo com a direção das escolas.
Nome - Maria Christina de Souza Amâncio Função - Coordenadora Geral/ Coordenação Pedagógica / Regente / Professora Formação - Engenheira de formação trabalhou na área por dez anos, deixando-a para trabalhar com música e crescimento humano. Iniciou seus estudos musicais ainda criança, estudou percepção musical com Ângela Grissi, regência coral com maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca e canto com os professores Marcos Thadeu e Hugo Silva. Estuda Violino com o Prof. Elias Barros e estudou teoria com Maestro Arnon Sávio. Estudou ainda educação musical infantil com as professoras Rosa Lúcia dos Mares Guia e Cecília Cavalieri França. Em 2013 iniciou trabalho com Prof. Iramar Rodrigues para formação no método Dalcroze de educação musical. Estuda há mais de 30 anos área de crescimento humano tendo feito inúmeros cursos e oficinas. Experiência - Participou ativamente da criação dos grupos: Proto Harmônico de São Brás, Pró-música de BH, tendo atuado nos dois grupos como preparadora vocal e regente auxiliar do maestro Marcos Thadeu. Em 2000 revitalizou este antigo Coro e o rege desde então. Em 2001 deu início à formação de uma Orquestra de Cordas, que em conjunto com o Coro deram início à atual Escola de Música de São Brás, tendo conseguido para tal o patrocínio da Gerdau Açominas e Gasmig. Estruturou pedagogicamente e dirige esta escola desde então. Nome - Maria Helena Amâncio Função - Coordenadora e Professora de Educação Musical Básica/ Professora de Formação Cultural e Humana Formação - É formada em enfermagem pela UFMG, profissão em que trabalhou por 30 anos, inclusive como professora na UFMG e depois na USP. Interessou-se desde então pela área de música ligada ao crescimento humano. É violista da Orquestra de São Brás, estudando com os professores Eliseu Barros e Elias Barros e ainda educação musical infantil com as professoras Rosa Lúcia Mares Guia e Cecília Cavalieri França. Atualmente iniciou-se no método Dalcroze com o Prof. Iramar Rodrigues do Instituto Dalcroze de Genebra. Experiência - Foi professora na UFMG por 04 anos. Atuou também durante 07 anos no HC de São Paulo como administradora do Centro Cirúrgico e durante 10 anos no Hospital Universitário da USP, onde desenvolveu trabalho junto à educação continuada, tendo nos últimos anos respondido pela assessoria da superintendência. Até então no ano 2000, desenvolvia estudos paralelos de música e daí para cá se dedica integralmente a esta atividade. Atualmente leciona e coordena todo o curso básico de educação musical. Atua como professora de Formação Cultural e Humana. Trabalha ainda na assessoria de produção de eventos. Nome - Roberta Amâncio Função - Professora de Violino Formação - Iniciou seus estudos de música na EMSBS em 2001. É graduada em Violino pela UFSJ. Experiência - É Professora de violino na EMSBS e musicalização infantil da Casa de Música de Ouro Branco. Integra o quarteto de cordas MAG’s com grande atuação na região. É integrante da Orquestra da EMSBS, onde estuda com o Prof. Elias Barros. Nome – Geraldo Juliano da Costa Função - Professor de Educação Musical Formação - Iniciou os estudos na EMSBS em 2003. Estudou canto com os professores Marcos Thadeu e Lilian Assumpção. Estuda piano com a professora Lídia Marzano. Cursou Educação Musical em Curso de Extensão na Escola de Música da UFMG. Iniciou os estudos acerca de método Dalcroze com o Prof. Iramar Rodrigues do Instituto Dalcroze de Genebra. Experiência - Foi monitor na EMSBS durante vários anos. Fundou e rege corais em Pequeri, Lafaiete e Murtinho. Atua como professor de Educação Musical na Rede Pública de Ensino Municipal em Congonhas. Dá aulas de canto e educação musical para o coral Vozes dos Profetas em Congonhas. Nome - Kele Albuquerque Função Professora de Viola Formação - Estuda na EMSBS desde 2002. Graduada em viola pela UFSJ. Especialização em Método Suzuki no Instituto Suzuki- São Paulo. Experiência - É professora de viola do Curso básico da EMSBS, onde trabalha desde 2004, é professora de viola no SESC- MG e professora de Educação Musical na Escola pública de São Brás do Suaçuí. Integra a Orquestra de câmara da EMSBS. Nome - Lílian Assumpção Função - Professora de Canto Formação - Bacharel em canto pela UEMG. Iniciou Canto no Coral Proto Harmônico em São Brás do Suaçuí, onde estudou com o prof. Marcos Thadeu. Estudou ainda com os professores Hugo Silva e Amin Feres, estudou Declamação Lírica com os professores Geraldo Chagas e Marilene Gangana, além de ter feito cursos e master classes com Neyde Thomas, Martha Herr e Nicolau de Figueiredo. Experiência - Integrante do Coral Lírico da Fundação Clóvis Salgado, apresenta-se como solista em diversas produções operísticas e sinfônicas, tais como “La Traviata”, “Carmem”, “As Bodas de Fígaro”, “Cosí fan Tutte”, “Carmina Burana”, “Missa em dó menor” (Mozart), “Magnificat”, Cantatas 51, 209, 203, 147 (Bach) entre outras. Como solista gravou vários CD's. Em 1999 e 2001 foi premiada nos Concursos de Canto Lírico Irmãos Nobre e Bidu Sayão, em Belém do Pará. Nome - Wâner Nogueira Função – Pianista Formação – É graduado pela UFMG em Bacharelado em Música habilitação piano, sob a orientação dos professores Adalmário Pacheco e Celina Szrvinsk, e tem sua segunda graduação como Bacharel em Música, Habilitação em Música Popular sob a orientação de Cliff Korman também na mesma faculdade. Experiência - Destaca-se por enorme versatilidade em transitar com desenvoltura em todos os estilos musicais, tendo um amplo trabalho desenvolvido na área docente de piano, teoria e percepção musical, música de câmara, arranjos para grupos de câmara com diversas formações, tanto pra área popular quanto pra música erudita. Além disso tem grande vocação para o trabalho com o projetos sociais, seja como correpetidor, arranjador ou professor de musicalização. Nome - Marcos Thadeu de Miranda Gomes Função – Oficina de Canto Formação - Iniciou sua carreira no Coral Ars Nova da UFMG, onde sempre atuou como um dos principais solistas do grupo.Estudou na Fundação De Educação artística, no Conservatório Brasileiro de Música e na UFRJ.. Experiência - Há 14 anos Preparador vocal do Coral da OSESP, é ainda regente do Coro Acadêmico da sala e professor de canto na Academia da Osesp e na ULM. Foi regente do Coro Lírico do palácio das Artes . Como cantor vem trabalhando com inúmeros nomes da música mundial , tendo sido o tenor preferido do maestro Eleazar de Carvalho para várias peças entre elas a Nona Sinfonia de Beethoven. Nome - Lucas Barros Função - Oficina de Cordas Formação -Iniciou com nove anos de idade, os estudos de violoncelo, orientado por Antonio Viola. Dois anos mais tarde, passou a aperfeiçoar-se com Fabio Presgrave, na Escola de Música de São Brás do Suaçuí. Também foi regularmente orientado por seu tio Eliseu Barros, professor de violino na UFMG. Participou de diversos festivais, como o Internacional de Campos do Jordão, o Música nas Montanhas e o Villa-Lobos. Experiência -Atuou como solista com as orquestras Filarmônica e Sinfônica de Minas Gerais, Filarmônica de Goiás, Sinfônica da UFRN, a de Câmara Sesiminas, entre outras. Apresentou-se também na temporada de concertos do BNDES, no Rio de Janeiro. Lucas recebeu o Primeiro Prêmio no VI David Popper International Cello Competition (Hungria – 2015); o segundo lugar geral e o prêmio Nanny Devos para o brasileiro mais bem colocado no Rio International Cello Encounter (2013); o primeiro lugar no Concurso para Jovens Solistas da Sinfônica de Minas Gerais (2010 e 2011). Em 2015, venceu o concurso promovido pelo Mozarteum Brasileiro, que lhe proporcionou um ano na academia da Deutsches Symphonie-Orchester Berlin (DSO Berlin). Lá estudou com Matias de Oliveira Pinto, Mathias Donderer e Fabio Presgrave. Lucas é Bacharel em Violoncelo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte .É membro da Orquestra Filarmônica de MG. Nome – Geraldo Evangelista de Souza Função - Contador Formação - Formada em Ciências Contábeis pela PUC. Experiência - Formada em 2008, vem desde então exercendo a atividade de contadora para diversas empresas. É contadora da Escola de Música desde 2010.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.