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Este projeto prevê a realização do 19º Festival Catarinense de Teatro - Rosa dos Ventos em quatro cidades catarinenses: Chapecó, Rio do Sul, Joinville e Criciúma. O projeto contará com uma serie de atividades como: apresentações teatrais, propostas de formação e atividades complementares (rodas de conversa, seminários, exposições ou outros). As apresentações e as propostas de formação serão selecionadas por edital próprio. Toda programação será oferecida de forma gratuita e contará com acessibilidade em Libras e Audiodescrição. Os métodos de produção estão alinhados às metas do Plano Nacional de Cultura e aos ODS, da Agenda 2030, da ONU.
Sinopse da Obra As atividades serão selecionadas por edital próprio. Após seleção das atividades a programação completa será atualizada em sistema. A minuta do edital de seleção encontra-se disponível nos anexos do projeto.
Objetivo geral Difundir a produção teatral catarinense a partir do Festival Catarinense de Teatro, realizado em quatro etapas descentralizadas, em quatro regiões de Santa Catarina de forma a ativar grande parte do ecossistema teatral estadual e de contribuir com a formação de plateia, desenvolvimento humano, desenvolvimento econômico e com o posicionamento do teatro catarinense como um setor ativo, produtivo e estratégico para o desenvolvimento de sociedades mais integradas, sustentáveis, humanas e criativas. Objetivos específicos: - Realizar o 19º Festival de Teatro Catarinense - Rosa dos Ventos em 4 cidades descentralizadas no estado de Santa Catarina; - Realizar, em cada cidade contemplado pelo festival, uma programação diversificada e acessível composta por espetáculos teatrais, propostas de formação e atividades complementares (rodas de conversas, exposições, seminários ou outras); - Oportunizar proposta formativas e/ou vivencias selecionadas de forma atenta aos diversos contextos locais; - Realizar um programação artística acessível (Libras e Audiodescrição) de forma a contribuir com a formação de público de pessoas com deficiências; - Realizar processo curatorial para seleção das propostas artística e de formação; - Mobilizar e articular a participação das pessoas com deficiência no processo de produção dos eventos, ouvindo suas necessidades e criando políticas afirmativas para garantir o acesso deste público à programação artística de forma autônoma e com atendimento e experiências artísticas de qualidade; - Contribuir com o desenvolvimento econômico das cidades, priorizando pela contratação de serviços logísticos e mão-de-obras em cada localidade; - Envolver órgãos públicos e outras instituições nos processos de produção do evento, desenvolvendo rodas de conversas abertas à toda comunidade sobre o teatro como estratégia para o desenvolvimento turístico, econômico, educacional, para qualidade de vida e bem estar social; - Reverberar o evento a partir do registro em foto e vídeo e produção de materiais de pós-produção para redes sociais (teasers, depoimentos e mais) contribuindo para a construção de narrativas que contribuam para o posicionamento do teatro catarinense exemplificando como as práticas artísticas, em especial o teatro, podem contribuir com a vida das pessoas, encorajando-as na construção de sociedades melhores;
A Federação Catarinense de Teatro foi fundada em 1978 e a sua trajetória é compartilhada com vários episódios históricos importantes no desenvolvimento cultural e social de Santa Catarina e do Brasil. Desenvolveu nesses mais de 40 anos 18 Festivais Catarinenses de Teatro, eventos regionais, Congressos Catarinenses de Teatro e importantes projetos, programas e articulações com foco no desenvolvimento teatral catarinense e brasileiro. Desde 2016, a entidade vem enfrentando um amplo processo de ressignificação sobre o trabalho em rede desenvolvido e suas metodologias de atuação para o desenvolvimento teatral. Atualmente a entidade está atualizando seu estatuto, cidade-sede, aprimorando suas rotinas administrativas e criando um sistema de governança capaz de colocar a entidade em um novo rumo de desenvolvimento, preparada para os próximos anos e desafios. Esta entidade figura na constituição do estado de Santa Catarina como Patrimônio Cultural de todos os cidadãos catarinenses e entendemos como imperativo criar uma forma de atuação responsável e respeitosa à história da Federação. Da mesma forma, atenta aos contextos nacionais e também às tendências mundiais que logo impactarão na forma de viver nas cidades e nos mais diversos mercados de trabalho; onde a criatividade e o acesso à arte e à cultura fará parte dos temas centrais. Estamos trabalhando para garantir uma entidade preparada para contribuir com o desenvolvimento estadual, com mais eficiência e com mecanismos aprimorados, com maior rigor técnico e administrativo no desenvolvimento de seus projetos e ações. Santa Catarina possui hoje uma produção teatral viva e dinâmica. São mais de 200 grupos, iniciativas e/ou movimentos trabalhando com a produção teatral diariamente. Não há um indicador específico capaz de informar quantos cursos livres de teatro existem em SC, seja na iniciativa privada ou produzidas pelo poder público, mas análises de contexto nos levam a estimar que este número é maior de 500 turmas espalhadas pelo estado. Santa Catarina possui grupos e pesquisadores com trabalhos internacionalmente reconhecidos e que reúnem importantes materiais de pesquisa sobre teatro - em diversas linguagens - utilizados por universidades e grupos em diversos locais do mundo. No entanto temos um grande déficit em proporcionar o encontro desses artistas entre si e a reflexão acerca da produção teatral como um todo. Já que as programações independentes de instituições e até mesmo festivais não garantem a permanência dos grupos nas cidades, o que é ingrediente fundamental para garantir a troca, o intercâmbio de conhecimento e potencializar os impactos do teatro em um território. A Federação Catarinense de Teatro se preocupou com este tema e, no ano passado, em 2018, realizou a primeira edição do projeto "Rosa dos Ventos - O Teatro Catarinense em Movimento", realizando pequenas mostras teatrais com os grupos de Santa Catarina em quatro cidades do estado: Florianópolis, Blumenau, Criciúma e Joaçaba, na ocasião. Sendo que um dos critérios de seleção era a permanência dos grupos nas cidades durante todo o evento e a participação, de pelo menos um integrante, no encontro final do evento, realizado em Blumenau. O projeto foi patrocinado pelo Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura, do Governo do Estado de Santa Catarina. Isso nos permitiu refinar este formato de ação para aplicá-lo no escopo do Festival Catarinense de Teatro, que nesta edição chama-se 'Festival Catarinense de Teatro - Rosa dos Ventos'. A força da entidade, em contato direto com os grupos e iniciativas teatrais do estado, é capaz de estimular a participação do setor em experiências de intercâmbio. As possibilidades de conhecimento geradas nesses encontros extrapolam o intercâmbio e as conexões criativas entre os diversos profissionais que integram o ecossistema teatral; permitindo a construção conjunta de estratégias e ações capazes de reverberar em impactos positivos a partir do teatro catarinense durante todo o ano; além de permitir à entidade a identificação das principais necessidades do ecossistema estadual, com profundidade de análise, para uma uma atuação cada vez mais comprometida e refinada. O processo de seleção das atividades (espetáculos e propostas de formação) será guiado por um edital público e totalmente online e a programação será construída por uma equipe de profissionais com notório saber e atuação em curadoria teatral no Brasil. A curadoria será realizada em duas etapas: sendo a primeira etapa com objetivo de subsidiar os/as curadores/as sobre o panorama teatral de cada cidade e é composta por conversas entre a equipe de curadoria e o movimento teatral local. A segunda etapa trata da definição/seleção da programação em si. Este trabalho, em duas etapas, tem como objetivo subsidiar a equipe de curadoria para a elaboração de uma programação consistente e conectada aos contextos de cada território e que considere (1) os desafios identificados pelas localidades no desenvolvimento teatral e cultural; (2) formação de plateia; (3) diversidade de linguagens e pesquisas na produção teatral catarinense; (4) programação para diversos públicos e faixas-etárias; e (5) a utilização de diversos equipamentos culturais em cada localidade (teatros, espaços alternativos, rua, escolas, etc.). Este projeto será desenvolvido com total comprometimento com o desenvolvimento teatral e cultural, utilizando as melhores práticas disponíveis no mercado para sua execução, comunicação e para a mensuração de seus resultados, bem como adotaremos posicionamento estratégico e diplomático, gerando valor compartilhado para toda a nossa rede: patrocinadores, apoiadores, parceiros, fornecedores e setor teatral. Nossa tomada de decisão será pautada nos princípios da Agenda 2030 da ONU. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do art. 1ª da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta também atende aos seguintes incisos e alíneas do art. 3º da Lei 8.313/91 Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Outras informações - O item Coordenação Geral é de remuneração do próprio proponente. - Caso o recurso seja captado por meio de editais a rubrica de captação de recursos não será utilizada. Neste caso será solicitada adequação orçamentária para redução do custo total do projeto e/ou alteração de rubrica para aumento dos resultados (número de atividades, número de pessoas beneficiadas, etc.). - A grade final de apresentações será informada ao Ministério da Cidadania após definida pela comissão organizadora durante o processo de planejamento.
Especificações Técnicas do Produto O Festival acontecerá em quatro cidades catarinenses, com 15 atividades por cidade, divididas em seis dias de programação (terça a domingo), em quatro meses subsequentes, conforme agenda a ser elaborada após captação dos recursos.
Produto: Espetáculo de Artes Cênicas | Festival/Mostra - Audiodescrição Todas as apresentações da mostra oficial (Regionais e Local) serão realizadas com audiodescrição. Os materiais de divulgação do evento possuirão versões acessíveis para pessoas cegas por meio de QR Code em alto relevo que permitirá, às pessoas com deficiência, acessarem com autonomia página na web totalmente acessível. Será realizada campanha de divulgação específica em áudio (áudio-convites) e também serão disponibilizados vídeos com audiodescrição para divulgação em redes sociais. - Libras Todas as apresentações da mostra oficial (Regionais e Local) serão realizadas com interpretação em Libras. - Qualificação do atendimento às pessoas cegas ou com baixa visão - Experiências Complementares As experiências proporcionadas para as pessoas cegas e/ou com baixa visão serão qualificadas por meio de ações complementares sempre que a atividade permitir. São elas: tour tátil no palco com informações relevantes sobre cenário, estética, técnica, atuação; disponibilização de informações complementares sobre a apresentação em formato acessível; e outras que possam ser importantes para a boa apreciação do bem artístico. - Atendimento Haverá treinamento para as equipe de produção atuar com qualidade na recepção de pessoas com deficiência, sendo garantido: recepção em Libras; pote de água para cães-guia; e folder informativo sobre os recursos de acessibilidade disponíveis. - Informações e comodidades logísticas Será disponibilizada em página acessível na web informações sobre: (1) como chegar ao local da peça (pontos de ônibus próximos, linhas, opções alternativas de transporte); Informações sobre o espaço das atividades (se o acesso possui escadas, elevador, entradas alternativas, etc.); e um canal de atendimento exclusivo para pessoas com deficiência por aplicativo de mensagens instantâneas, com atendimento em Libras ou áudio, atendendo pessoas com diversas deficiências. Este canal contribuirá para uma aproximação maior com o público de pessoas com deficiência e permitirá que a produção do evento possa criar medidas de acesso complementares em cada território a partir da comunicação direta com o público. - Divulgação Acessível e Articulação de Público A principal estratégia para articulação de público de pessoas com deficiência será por meio da divulgação de longo alcance de materiais acessíveis (áudio-convites, vídeos com audiodescrição e vídeo de divulgação em Libras) para ser replicado nas Redes Sociais. Junto com os movimentos locais será articulada rede de profissionais que atuem com pessoas com deficiência para que contribuam com a divulgação acessível por meio do repasse dos materiais em seus aplicativos de mensagens. - Acessibilidade Física Todos os espaços que receberão atividades do 19º Festival Catarinense de Teatro são equipamentos culturais acessíveis conforme às normas técnicas e legislações em vigor ou espaços públicos abertos (como praças e parques). Serão garantidos lugares reservados para público preferencial, incluindo: gestantes, lactantes, pessoas obesas, cadeirantes, idosos, pessoas com mobilidade reduzida, deficiência temporária e acompanhantes.
Espetáculo de Artes Cênicas | Festival/Mostra Todas atividades serão oferecidas sem nenhum custo ao público. Serão realizada ações de divulgação em escolas e junto a órgãos públicos. Junto aos movimentos organizados nos municípios será garantido transporte para, no mínimo, três apresentações em cada cidade para público escolar de instituição pública, conforme grade de programação que será montada para cada cidade. As rodas de conversa serão gravadas e transmitidas na íntegra, ao vivo, ampliando o acesso das pessoas aos conteúdos do evento. Além do exposto no Art. 20. da IN 02/2019, serão atendidos as seguintes medidas do Art. 21. Distribuição totalmente gratuita dos ingressos Inciso I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Atividades Educativas As atividades educativas serão desenvolvidas pelos próprios grupos/companhias selecionadas para o evento que em dia anterior e/ou posterior à sua apresentação realizarão conversas sobre teatro em escolas públicas do município.
Qiah Salla (Proponente)Presidente da EntidadeCoordenador Geral Consultor em projetos de impacto social e sócio da Dois Pontos: Una! Assessoria e Gerenciamento de Projetos. É Conselheiro Estadual de Cultura de Santa Catarina, cadeira Teatro, eleito para a gestão 2019-21. É presidente da Federação Catarinense de Teatro (eleito para gestão 2018-20). Elaborou e coordenou mais de 300 eventos e projetos, entre eles, ações financiadas por recursos de fundos de incentivo nacionais, estaduais, municipais e budgets de marketing de empresas privadas, entre elas atendeu marcas como Bradesco, Pré-Fabricar, Caixa, Serviço Social do Comércio (Sesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e Souza Cruz. Foi Diretor Administrativo da Fundação Cultural de Rio do Sul de 2013 a 2016 (SC). Na gestão pública coordenou a implementação de sistemas de cultura, conferências, conselhos e prêmios. Concebeu e coordenou a Produção do Primeiro Seminário de Acessibilidade Cultural de Santa Catarina, que teve sua primeira edição realizada em março de 2018, junto a organizações como Associação Catarinense para a Integração do Cego (ACIC), Associação Brasileira de Audiodescrição (ABAD), Federação Catarinense de Municípios (Fecam), Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e outros apoiadores. Na Federação Catarinense de Teatro (www.fecate.org) desempenhou a função de Diretor de Projetos (2012-14), Diretor de Comunicação (2014-16) Presidente do Conselho (2016-18). Já coordenou a aplicação de mais de R$ 20 milhões de recursos públicos por meio de assessorias, contratos, convênios, leis de incentivo, gestão direta e outros destinados ao impacto social. Já realizou mais de 100 palestras e oficinas direcionadas à gestão cultural, produção cultural e elaboração e gestão de projetos culturais. Em 2018 participou das oito etapas dos Seminários Estaduais de Gestão Cultural, realizados pela Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), por oito municípios catarinenses que contemplou todas as mesorregiões catarinenses (São Miguel do Oeste, Chapecó, Caçador, Lages, Itajaí, Joinville, Florianópolis e Criciúma), com foco na qualificação da gestão pública de cultura, sendo o palestrante mais bem avaliado pelos participantes. Rafaela Catarina KinasSecretária ExecutivaCoordenação de Produção Nascida em Blumenau/SC é fundadora e palhaça na Cia Circo-íris (2015) onde atua como palhaça e produtora, integra o coletivo Olaria Coletivo de Artes (Canelinha), a Rede Catarina de Palhaças e é secretária da Federação Catarinense de Teatro (Fecate). Como Produtora Cultural atuou na Marafunda Cultural - Produção (2017, 2018, 2019), Rosa dos Ventos - Mapeamento e Memória (2018), do COLMEIA - Coordenação de Comunicação (2015, 2016 e 2017). Como Coordenadora Geral da 1ª Mostra da Rede Catarina de Palhaças (2019), Abril dos Bonecos (2016, 2017, 2018 e 2019), Circo na Rua (2018, 2019). Coordenou o projeto de montagem do espetáculo Pequeno Circo de Variedades, premiado pelo Edital Elisabete Anderle (2017) . Participou das equipes de trabalhos do Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau (FENATIB) nos anos 2004, 2005, 2007 e do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (FITUB) nos anos de 2007, 2008. Tem formação complementar com Cinthya Margareth (LUME) na imersão "Diálogos sobre Produção (2017), Oficina de Produção Cultural: Projetos, Gestão e Acessibilidade com Qiah Salla (2018). Na sua trajetória como Palhaça estudou com diversos mestres e mestras do circo e teatro: P alhaço Tomate - Victor Ávalos (ARG), Chacovachi (ARG), Pepe Nuñes (ESP), Pablo Evoé (PT), Palhaço Café Pequeno da Silva e Psiu - Richard Riguetti (RJ-BR), Palhaço Seu Flor -João Artigos (RJ-BR), Palhaço Cuti Cuti - Márcio Libar (RJ-BR), Palhaço Viralata do Brasil -Rodrigo Robleño (MG-BR), Palhaço Zabobrim - Ésio Magalhães (SP-BR), Vanderléia Will (SC-BR), Sandra Vargas (SP-BR) Ricardo Puceti (SP-BR). Como palhaça e bonequeira atua em números cômicos, em cabarés/varietés circenses intervenções e perfomances com enfase na pesquisa da rua como espaço de atuação na palhaçaria e teatro de animação. Atua nos espetáculos: Cabaré da Costa: Um Mar de Possibilidade (2017), Pequeno Circo de Variedades (2018), Cabaré da Costa: Desafiando Limites (2019). Como bonequeira atua nos espetáculos: Menor Circo da Terra e Espia Só (Cia Andante). Camila PimentaDiretora de Projetos da EntidadeProdução Técnica e Logística Camila Pimenta é produtora cultural com 9 anos de experiência. É formada em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda) pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali, 2006). É integrante do Movimento Teatrando, uma rede de agentes culturais de Blumenau que objetiva criar conexões entre os eventos da cidade e fomentar a formação de plateia para o teatro. Realizou a produção executiva de mais de 30 projetos, entre eles produções de festivais de teatro, como o FITUB Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, temporadas, apresentações, atividades de formação, projetos de montagem de espetáculos, exposições, ações musicais e feiras literárias). Estabeleceu parceria com diversas companhias de teatro, entre elas: La Vaca Produções Artísticas (Florianópolis), O Mito do Duplo de Domingos de Oliveira (Rio de Janeiro), A Lontra Faz Teatro (Florianópolis), Coletivo Sem Título (Itajaí) e Cia. Carona (Blumenau). Nesta última foi responsável pela distribuição (vendas) nos anos de 2013 e 2014. Integra a cadeira de teatro no Conselho Municipal de Política Cultural de Blumenau, é Diretora de Projeto da Fecate – Federação Catarinense de Teatro e faz parte do Movimento Temporada Blumenauense de Teatro TBT, participa da construção de políticas públicas para a cultura, por meio de conferências de cultura, fóruns e outras ações organizadas do setor teatral – em Blumenau e em Santa Catarina. Realizou curso de Gestão Cultural por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac Brasília). Atualmente é produtora do Grupo Detalhe Teatro e do Espaço Detalhe (Blumenau). João Alves JrTesoureiro da EntidadeAssistência de Produção Iniciou em 2013 na Carona Escola de Teatro, em Blumenau, como aluno. Iniciando como Ator em 2013, e desde então participando dos seguintes espetáculos: Suspiro dos Jardins (2013); Vem Ni Mim (2013); Sou Pó (2014);Manuais e Simulacros (2014); Eu era Hamlet ou Poema PopCreto Para Utópica (R)Evolução (2015); Proboscídeos (2015); Ensiqlopédia Mateus(a) (2016); “Peito Inflamado com Palavras Afogadas” (2016); Pequena Familia Triste (2017); Atuando nos espetáculos: A Lira dos Vinte Anos – Coletivo Lira de Teatro (2015 - 2017); Ninguém Pertence a Este Lugar Mais do Que Você – Ator Convidado Grupo K – Teatro (2017 - 2019); Duas Familias Rivais – Grupo Teatral Phoenix (2018); Dirigindo o espetáculo: Um.Oito.Zero – Elas Cias de Teatro (2017) Cursou os cursos Teatro Livre e Tecnica de Clown nos anos 2013-2017 e participou do Programa de Estágio - Cia Carona Escola de Teatro de 2015 até 2018; Oficina “Curso Integrado – Bastidores da Cena”, com Equipe de Produção do Lume Teatro em 2018; Oficina de Improvisação, com Gustavo Miranda em 2018; Oficina “Palhaço de Rua”, com Alexandre Hryhorczuk em 2017; Oficina “Dentro da Mina do Ator”, com Lina Della Rocca em 2016; Oficina “Dança Butoh” ministrada pelo Grupo Vísceras (2014). Atuando como Moderador do GT Cênicas no Coletivo Multicultural de Experimentações e Intervenções Artísticas (COLMEIA) nos anos 2018-2019. Sendo integrante da equipe de produção do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (FITUB) nos anos 2015-2017. Atualmente integra a diretoria da Federação Catarinense de Teatro (FECATE), na gestão 2018/20 e ocupa a cadeira de Comunicação e Formação Cultural no Conselho Municipal de Politica Cultura de Blumenau 2019-2021. André FranciscoMediadorVP da Entidade André Francisco nasceu na cidade de São Paulo e está radicado em Florianópolis desde 1996. Iniciou seus estudos em teatro no teatro-escola Macunaíma na capital paulista. Como ator trabalhou em mais de trinta produções entre cinema e teatro, tanto em São Paulo, quanto em Florianópolis. É formado em filosofia pela UFSC e cursou a graduação em teatro na UDESC. Atualmente está cursando o mestrado também na UDESC. Já fez cursos com Sérgio Coelho, Eudóxia Acuña, José de Anchieta, Fernando Villar, Fátima Lima, José Ronaldo Faleiro entre outros. É fundador e diretor artístico do Teatro em Trâmite, onde dedica-se principalmente a concepção e direção de espetáculos. Assinou a maioria dos trabalhos do grupo. Além da direção, dedica-se também a cenografia, iluminação e produção. Coordena o processo de formação do grupo e é responsável pelas pesquisas de voz, interpretação e filosofia. Atualmente está envolvido principalmente em dois trabalhos: “A Luva e a Pedra” e “Cinco Movimentos Como Se Fosse Poesia” (este último dirigido por Zilá Muniz), todos monólogos que fazem parte do projeto pessoal Solo Fértil, e também do Teatro Pequeno, do grupo Teatro em Trâmite. Adriel Vieira Diretor de Comunicação da EntidadeEquipe de Comunicação É diretor de comunicação, produtor cultural, consultor e sócio da Dois Pontos: Una! Assessoria e Gerenciamento de Projetos. Já elaborou e coordenou projetos financiados por recursos estaduais e municipais, entre eles o Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura. Integra a Cia. Artística Avenida Lamparina (desde 2015) onde desempenha a função de ator e produtor. Compõe juntamente com a Cia. o Coletivo de Arte e Cultura Olaria, na cidade de Canelinha (SC), que atua no desenvolvimento cultural e social do município. É Diretor de Comunicação (2018-20) da Federação Catarinense de Teatro (www.fecate.org), entidade que é Patrimônio Cultural do Estado de Santa Catarina (Art. 173 da Constituição Estadual) e que atua na expansão, no fortalecimento, da difusão e na fruição do teatro produzido em Santa Catarina. É Conselheiro Estadual de Política Cultural do Estado de Santa Catarina representando o setor de Artes Visuais durante o biênio 19/2021. Nane PereiraRelações Públicas / Assessoria de ImprensaEquipe de Comunicação Nane Pereira, sócia-administradora da Agência NPCA, é Conselheira Municipal de Política Cultural de Blumenau (2019-21), graduada em Comunicação Social (Instituto Blumenauense de Ensino Superior - IBES/Blumenau), atua profissionalmente na interface entre comunicação, arte e cultura há mais de 25 anos. Auxilia no posicionamento de iniciativas de impacto nas áreas artísticas e culturais especializada em atender às especificidades de todo o espectro do ecossistema criativo (cênicas, visuais, patrimônio, música, circo, arquitetura, design, moda, tattoo, gastronomia, literatura, audiovisual, cultura popular e outros). Desenvolve assessorias de imprensa e apoia veículos de comunicação na área de arte e cultura como repórter e gestora de pauta. Nane Pereira trabalhou na área de Cultura no Jornal de Santa Catarina; escreveu o livro “Particularidades” (2009); é graduada em Comunicação Social - Jornalismo, pelo Instituto Blumenauense de Ensino Superior (IBES/Sociesc); é membro da Associação de Imprensa do Médio Vale do Itajaí (Assimvi); e do Conselho Deliberativo da Editora Cultura em Movimento, da Fundação Cultural de Blumenau. Galiana BrasilEquipe Curatorial Galiana Brasil é gestora do Núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural. Graduada em educação artística pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e especialista em ensino da arte pela mesma universidade e em literatura brasileira e interculturalidade pela Universidade Católica de Pernambuco. Possui produção teórica no campo dos estudos culturais a partir do teatro, da gestão cultural, do currículo e do ensino de artes, com foco em mediação cultural, acessibilidade comunicacional, formação e curadoria. Maria Teresa PiccoliEquipe Curatorial Maria Teresa Piccoli tem uma carreira de quase duas décadas como produtora e gestora de programas culturais. Trabalha em uma das mais importantes instituições culturais brasileiras (Sesc), curando, dirigindo e produzindo projetos para promover a fruição e o aprendizado em música, teatro, dança, circo e literatura em todo o país e, em especial, no estado de Santa Catarina. Colaborou com as discussões em política cultural através de sua participação como conselheira no Conselho Estadual de Cultura de Santa Catarina, no qual atuou em dois mandatos: 2013 a 2015; 2015 a 2017. Curadora de projetos como Palco Giratório e EmCenaCatarina por mais de 10 anos, assim como em outros projetos como Sonora Brasil, Circuito Sesc de Música, Baú de Histórias e em editais públicos municipais do estado. Maria é Bacharel em Letras pela Unochapecó (BRA), fez pós-graduação em Gestão Cultural pelo Senac (PR) e segue estudando Gestão de Projetos no MBA da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Valmor Nini BeltrameEquipe Curatorial Possui graduação em Filosoa pela Universidade do Sul de Santa Catarina (1977), mestrado em Artes pela Universidade de São Paulo (1995) e doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2001). Professor associado da Universidade do Estado de Santa Catarina (1988 a 2016). Atuou no Programa de Pós-Graduação, Mestrado e Doutorado em Teatro - do Centro de Artes da UDESC. Ator, bonequeiro, diretor teatral, integrou o Grupo Gralha Azul Teatro (1978 a 1986). . Pesquisa as diferentes manifestações do teatro de animação com ênfase nos seguintes temas: teatro de bonecos, teatro de formas animadas, teatro de sombras, teatro de máscaras e o trabalho do ator-animador. Criou e editou a Móin-Móin Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas (2005 a 2018). Membro da Comissão de Formação Prossional da UNIMA - Union Internationale de la Marionnette. Membro da Academia Catarinense de Letras e Artes - ACLA.
PROJETO ARQUIVADO.