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PRONAC 194326Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A História da Raça Holandesa no Brasil

QUIRON COMUNICACAO & CONTEUDO SOCIEDADE EMPRESARIA LTDA
Solicitado
R$ 351,5 mil
Aprovado
R$ 351,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-02-21
Término
2021-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Editar um livro sobre a história da presença dos bovinos da raça holandesa do Brasil. Intimamente ligada às origens do nosso país e a forma de ocupação agrária do nosso território, animais que poderiam ser classificados como pertencentes aos ancestrais da raça holandesa atual estiveram provavelmente entre as primeiras introduções de bovinos aqui promovidas pelos portugueses. Depois, estes mesmos animais tiveram papel preponderante na formação da paisagem rural e no desenvolvimento cultural regional, em especial das regiões sul e sudeste do Brasil, pois muitos dos imigrantes que para ali se dirigiram trouxeram estes animais consigo.

Sinopse

Roteiro Editorial Este projeto pretende abordar o tema amplo da presença da raça Holandesa no Brasil em um livro dividido em 5 partes. A primeira parte contará em linhas gerais os primórdios da criação de bovinos no país, a partir das 3 primeiras grandes introduções realizadas pelos portugueses, e descrevendo o processo de interiorização da pecuária, com ênfase nos primeiros registros do consumo de leite e seus derivados. Já a segunda seção se dedica a documentar a chegada da raça Holandesa no Brasil, levantando as primeiras introduções destes animais e seus registros históricos. Segue-se então, na terceira parte, uma descrição do papel que esta raça desempenhou na formação das regiões mais austrais do país, ao ser um dos esteios sociais, culturais e econômicos de toda uma leva de imigrantes que afluiu para estes locais. O livro segue então para uma análise de um ponto muito pouco abordado – o papel da pecuária leiteira, e da raça holandesa em particular, na formação da cultura do Cooperativismo e do Associativismo entre os produtores rurais brasileiros. O papel da ABCBRH, como promotora desta cultura tão importante para o futuro crescimento do agronegócio nacional e na difusão de tecnologia e de capacitação do produtor rural brasileiro, será abordado ao contarmos a história desta importantíssima entidade. O livro se encerra então, com um relato do papel da raça holandesa no crescimento do Agronegócio brasileiro, situando a importância do setor leiteiro como um todo no papel cada vez mais importante que o Brasil assume como grande produtor Global de alimentos. PARTE 1 – Um Brasil sem LeiteO bovino no início do Brasil colonial representava apoio fundamental à atividade econômica, especialmente como animal de trabalho fazendo mover as primeira moendas e engenhos de cana de açúcar. Por causa do seu grande valor como força motriz e a relativa escassez destes animais no Brasil de então, seu uso para fornecer a carne, a gordura, o leite e o couro foi restrito nos primórdios da colonização. As primeiras introduções de rebanhos bovinos datam do início do século XVI. Já no ano de 1534 foi desembarcado o primeiro contingente de animais em São Vicente pela expedição de Martin Alfonso de Souza (LIMA et al., 1990). Depois chegaram mais bovinos na costa de Pernambuco e posteriormente na Bahia (MARIANTE & CAVALCANTE, 2000). De São Vicente partiram grupos de bovinos, levados pelos colonizadores para os campos sulinos, para Goiás, para o Vale de São Francisco (Minas e Bahia) e chegaram até os campos do Piauí e Ceará. Os bovinos desembarcados em Pernambuco e Bahia migraram para os sertões nordestinos, norte de Minas, oeste da Bahia, encontrando rebanhos originários de São Vicente (PRIMO, 1993). Os três núcleos – São Vicente ao sul, Salvador ao centro e Recife, ao norte – se constituíram nas principais zonas importadoras de gado de origem portuguesa, que se reproduzia livremente, sem a interferência do homem (MARIANTE & CAVALCANTE, 2000). Quase todas as raças crioulas locais tiveram como ancestrais os bovinos de Portugal, a Barrosã, a Mirandesa, a Minhota, a Alentejana e a Arouquesa (MARIANTE & CAVALCANTE, 2000). Exposto a um processo de seleção natural durante várias gerações, o gado crioulo adaptou-se às condições locais e desenvolveu características que o permitiram sobreviver a uma oferta de alimentos geralmente pobre em nutrientes. Na área central do Brasil a cultura pecuária foi sendo impregnada na cultura local, com relatos da presença de curtumes em 1600 e produção de queijo em 1700. São os primeiros registros documentais de produtos da pecuária. Estes mesmos registros falam da importação de ‘especialistas’ da Europa para a confecção e uso dos “carros de boi”, que foram fundamentais para o transporte de pessoas, mercadorias e para a edificação de cidades (CORRÊA DA SILVA et al., 2012) Apesar de existirem relados como o de Robert Southey (1774-1843), que descreve em seu livro "História do Brasil", terminado em 1819, que ‘o gado proveniente de Cabo Verde multiplicou-se rapidamente pela capitania e chegou a haver até muita fartura de queijo e manteiga’ (COSTA, 2011), tudo indica que o leite e seus derivados eram presença rara na mesa do Brasil de então. Essa história começaria a mudar quando os primeiros animais especializados na produção de leite passaram a ser introduzidos no país. PARTE 2 –Leite é coisa para Especialistas! – A chegada da raça Holandesa.É difícil precisar quando os primeiros bovinos da raça Holandesa chegaram ao Brasil. Paulino Cavalcanti (1935) cita que “segundo os dados históricos, referentes à nossa colonização, presume-se que o gado holandês foi trazido nos anos de 1530 a 1535, período no qual o Brasil foi dividido em capitanias hereditárias”. Os primeiros registros oficiais, onde constam o nome da raça de animais importados datam de finais do século XIX (ABCBRH, 2019). Tal ausência de registros anteriores pode ser explicada pelo fato de que a pecuária leiteira permaneceu insignificante por mais de três séculos de nossa história. Foi somente a partir da década de 1870, com a decadência do café, que o cenário político brasileiro favoreceu a modernização das fazendas de pecuária, saindo da ênfase histórica nas monoculturas exportadoras e mirando mais a produção de alimentos voltada para suportar a crescente demanda da nascente população urbana. Na pecuária bovina, os animais de origem europeia, como o caracu e o holandês, eram predominantes e ofereciam certas limitações com relação à adaptação ao clima tropical do país. Porém, foi em 1888, com a abolição da escravidão, que a pecuária se expandiu do Sul ao Nordeste nos arredores dos grandes centros consumidores, com notada preocupação em encontrar e selecionar animais com melhor aptidão leiteira, para atender a essa crescente demanda por alimentos. Contudo, até a década de 1950 a atividade caminhou morosamente, sem grandes evoluções tecnológicas (VILELA et al., 2017). Mas vale lembrar que a própria noção de raça não estava bem estabelecida, mesmo na Europa, até o final do século XIX. Na Segunda metade do século XIX se inicia um trabalho efetivo de melhoramento. Na Holanda, em 1882 foi fundada a Sociedade de Livro Genealógico dos Países Baixos, substituindo os dois registros anteriormente fundados: o de 1873 (Netherlands Herd-Book) e o de 1879 (Friesland Herd-Book), constituindo assim o início dos registros formais da seleção do que viria a ser a raça holandesa. Estes livros registravam o gado negro malhado, o vermelho malhado ou de outras colorações (ABCBRH, 2019). No Brasil o registro de animais começou a funcionar em 1935, com o touro “Colombo St. Maria” de Francisco Lampréia, RJ e “Campineira”, de Vicente Giaccaglini, em São Paulo. (ABCBRH, 2019). Mas, mesmo antes deste início oficial, animais da raça holandesa já estavam ajudando a moldar a cultura e o modo de viver dos brasileiros, em especial nas áreas onde os imigrantes europeus começavam a construir um país diferente. PARTE 3 – Dando uma cara nova a um novo pedaço do Brasil – A raça holandesa e a colonização do Sul.Em meados do século XIX imigrantes vindos da Holanda começaram a chegar à região Sul, criando colônias em vários estados. A colônia paranaense foi uma das que se destacaram pela contribuição dada à nossa agropecuária. Os reflexos dessa onda imigrante se refletem hoje em cidades como Carambeí, um parque industrial agropecuário bem ativo e que guarda como marca dessa registrada dessa história, graciosos moinhos, que funcionam como estandartes holandeses enfeitando os também graciosos e produtivos campos gerais do Paraná. Três pilares deram sustentação à formação destas primeiras colônias de holandeses. Primeiro, a religião. Até hoje, a igreja evangélica reformada é uma das referências dos municípios formados por imigrantes. Outro pilar que sustentou a fixação das famílias na região Sul foi a educação. Os colonos ajudaram a criar no país a cultura educacional, com a construção de escolas, que incluíam em seus currículos o preparo dos alunos para a lida no campo e com os animais. O terceiro pilar foi a união dos imigrantes no trabalho, no cooperativismo. O motor que garantiu o sucesso da implantação da primeira colônia holandesa no Brasil foi, sem dúvida, o gado leiteiro. Várias famílias que já estão no Brasil há cinco gerações, sempre tiveram sua principal atividade econômica na criação do gado frísio original, que seus ancestrais trouxeram para cá quando da sua imigração. Uma tradição que vem desde que estas famílias compraram ou fundaram as primeiras glebas no Paraná. E este gado fino que veio na bagagem dos imigrantes trouxe grandes contribuições para a formação da pecuária leiteira do Brasil. Os holandeses foram os pioneiros na identificação, controle e registro de animais. Isso se iniciou na Holanda em 1874. A partir daí houve a possibilidade de se realizar melhoramento genético do rebanho, e essa contribuição foi fundamental para criar toda uma cultura de criação e seleção de gado no país. O Brasil hoje é o quinto maior produtor de leite do mundo e cerca de 80% a 90% do leite produzido tem alguma influência da raça holandesa. Uma maior inserção de genética holandesa está diretamente correlacionada com o incremento da produção e com a formação e expansão do setor leiteiro no Brasil. PARTE 4 – Mais um presente da raça holandesa para o Brasil – o Cooperativismo e as Associações.Muito do sucesso do agronegócio brasileiro atual se deve às Cooperativas de produtores que fundaram empresas que hoje são potências globais na produção e exportação de proteínas animais. Mas o que pouco se discute em termos históricos é a importância da participação dos imigrantes nas regiões sul do Brasil, que trouxeram consigo essa cultura do associativismo. Ao contar a história das primeiras associações e cooperativas o livro pretende registrar e documentar essa importantíssima página da história nacional, apontando as bases de um setor que hoje responde por boa parte do PIB nacional. Está prevista uma ampla busca nos registros históricos destas associações, como forma de entender as origens desta importante força no desenvolvimento da pecuária e do agronegócio brasileiro. A associação Brasileira de Criadores da Raça Holandesa - ABCBRH foi criada em 1934, época em que a raça holandesa estava sendo mais intensamente introduzida no país, sob o patrocínio da Sociedade Rural Brasileira, tendo sua sede em São Paulo, capital. Foi fundada em pelo senhor Bento de Abreu Sampaio Vidal, com objetivo de apoiar e nortear o rumo do gado Holandês no Brasil, que estava cada vez mais se fazendo presente no país. Hoje, a ABCBRH possui nove afiliadas localizadas em regiões estratégicas para a produção de leite no território nacional. Com mais de 48 mil animais registrados apenas em 2018, tem o mais completo banco de dados de uma raça em todo território nacional e é reconhecida internacionalmente. Além disso, conta com os serviços de nacionalização de touros da raça, aumentando ainda mais a qualidade genética da raça no país. Atualmente é presidida pelo criador Hans Jan Groenwold e tem sua sede na capital Paranaense e será o mais importante parceiro no desenvolvimento deste projeto. PARTE 5 – Do Brasil para o mundo – a raça holandesa e o crescimento do Agronegócio brasileiro.Segundo as análises feitas pelo anuário de leite em 2018 pela Embrapa, o Brasil possui todas as condições para aumentar a produção de leite e tornar o país independente das importações e, mais do que isso, permitir de forma efetiva e constante a participação no mercado internacional como exportador de lácteos, como tem acontecido com a carne e a soja, entre outros produtos. Atualmente a produção média das fazendas leiteiras mais especializadas no Brasil está com uma produção média diária de 19.238 litros, sendo que dessas 100 melhores propriedades, 75 utilizam a raça holandesa como o principal meio de produção e 23 utilizam a raça Girolando, proveniente de cruzamento da raça holandesa, com isso pode-se dizer que a raça holandesa tem participação de 98% na produção do leite brasileiro. A raça holandesa tem muito a colaborar com a produção leiteira no país, e tem seu papel cada vez mais destacado na evolução da produção nacional. Seja por sua história, por sua capacidade genética de acrescentar produtividade ao rebanho nacional, ou pelo alto grau de investimento e confiança dos produtores leiteiros em cima da raça, ela é sem dúvida, um pilar do presente e do futuro do agronegócio do leite no Brasil. Esta seção final do livro pretende contar esta história recente da produção de leite no Brasil, ressaltando o papel das pequenas e médias propriedades, como forma de promover desenvolvimento, fixação do produtor rural e suas famílias no campo e na atividade, gerando emprego, renda, e preservando uma forma de produção e a cultura gerada ao redor da produção de leite.

Objetivos

Objetivo Geral: Este projeto pretende editar um livro sobre a história da presença dos bovinos da raça holandesa do Brasil. Intimamente ligada às origens do nosso país e a forma de ocupação agrária do nosso território, animais que poderiam ser classificados como pertencentes aos ancestrais da raça holandesa atual estiveram provavelmente entre as primeiras introduções de bovinos aqui promovidas pelos portugueses. Depois, estes mesmos animais tiveram papel preponderante na formação da paisagem rural e no desenvolvimento cultural regional, em especial das regiões sul e sudeste do Brasil, pois muitos dos imigrantes que para ali se dirigiram trouxeram estes animais consigo. Por meio de uma ampla pesquisa em bases históricas, documentais e iconográficas, bem como de entrevistas com Historiadores e Pesquisadores da área, pretendemos traçar um panorama da presença deste animal no território Brasileiro, com especial atenção para suas contribuições sobre a formação da cultura nacional. Objetivo Especifico: Publicação de 3.000 exemplares do livro "A História da Raça Holandesa no Brasil"

Justificativa

Justificativa: A utilização de animais domésticos tem precedentes históricos que fazem destes não só componentes primários indispensáveis ao desenvolvimento e prosperidade do homem, mas também os colocam como elementos pró-ativos do desenvolvimento tecnológico. Assim, a roda e o arado, por exemplo, só foram inventados em sociedades que domesticaram animais de tração, por isso, estes implementos não existiam nas Américas (EUCLIDES FILHO, 1999). A presença de um animal tão importante como o bovino, condiciona o desenvolvimento da tecnologia, e ajuda a moldar a expressão da cultura humana. A história do Brasil também foi influenciada diretamente pela presença destes animais. Os bovinos foram uma das molas mestras da colonização. Eles foram a principal força motriz dos primeiros engenhos de cana nas capitanias do nordeste, atuaram como principal meio de transporte dos produtos para exportação (do açúcar até o café!), forneceram o couro e a carne que sustentaram a expansão das cidades e o desenvolvimento nacional. Mas e o Leite? O leite demorou a ser presença regular na mesa dos brasileiros, e foi uma ilustre ausência na dieta diária (e mesmo na festiva!) do país nos tempos coloniais. Seja pela herança e influência fortíssima da culinária indígena (que não usava leite) no início da colonização, seja pelo estorvo que animais não utilizados diretamente para o trabalho representavam nos engenhos de açúcar (comendo a cana ou ocupando áreas que podiam ser usadas para lavoura), ou ainda pelos tabus culturais que diziam que ‘leite puro é pra menino novo, e não para homem’, o fato era que o leite não era um item de consumo corriqueiro da nossa população. Mas isso tudo começou a mudar quando animais especificamente selecionados para a produção de leite começaram a ser introduzidos no país _ especialmente os bovinos da raça holandesa. A presença destes animais mudou a nossa alimentação, a nossa cultura gastronômica, e mesmo a forma de ocupação agrária em algumas regiões do Brasil. Neste livro buscaremos na História da presença e da convivência dos bovinos da raça holandesa com o povo brasileiro alguns pontos fundamentais da sua própria formação. Ao escolhermos este recorte particular para estudar toda a história de um país e de seu povo, estamos buscando um novo olhar sobre a história nacional, e registrando o desenvolvimento de um dos mais importantes segmentos do agronegócio nacional _ a pecuária leiteira. Portanto, enquadra-se no Art. 1º da Lei de Incentivo à Cultura, que reza: "Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: [....] Inciso VIII: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, CULTURA E MEMÓRIA". O projeto tem interesse humanístico. Por isso, também se enquadra no §3º do Art. 18 da mesma Lei, que diz em sua letra b: "As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: ...b) livros de valor artístico, literário ou humanístico." Tendo esboçado o contexto acima, solicitamos verba ao Ministério da Cultura para a realização do projeto, tendo em vista que o Propomente não possui subsídio, por conta própria, para a produção, edição e publicação da obra. Faz-se necessário destacar a importância da leitura enquanto ferramenta primordial para a formação do indivíduo, seu senso crítico e valores, bem como trata-se de instrumento imprescindível para a difusão de cultura e, portanto, para a diminuição de preconceito e intolerância, assim como proporciona a disseminação de informação e, logo, maior capacidade de tolerância e integração da sociedade, fazendo-nos caminhar para uma cultura de paz. Ler é, para todas as idades e gerações, o mecanismo mais poderoso de transformações e progressos sociais.

Especificação técnica

O livro “A História da Raça Holandesa no Brasil” seguirá o conceito de Coffe Table Book – um livro de arte, com capa dura empastada, sobrecapa, guias decoradas, conteúdo todo em cores e ricamente ilustrado, com acabamento refinado. A obra será apresentada em um volume único no formato fechado 21 x28 cm, e contará com cerca de 216 páginas.

Acessibilidade

Como medida de acessibilidade de acordo com o art. 18 da Instrução Normativa 02/2019 e a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, o proponente realizará a impressão de 100 audiolivros para distribuição a entidades que trabalham com deficientes visuais e pessoas cegas. Para facilitar o acesso de pessoas com dificuldade de locomoção, haverá rampas no local do lançamento do livro, bem como banheiros adaptados e pessoas treinadas para atender a todos que tenha alguma dificuldade de acessibilidade. De acordo com o Art. 19 da IN 02 de 2019, será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas, sujeitas à prévia aprovação da Secretaria Especial de Cultural, para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na na Lei nº 13.146/2015.

Democratização do acesso

Como medida de Democratização de Acesso realizaremos palestra alusiva ao lançamento do livro, conforme prevê o Art. 21 da IN 02/2019: "Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: [...] V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22".

Ficha técnica

Equipe TécnicaRICARDO OSORIO DE OLIVERIA – COORDENADOR EDITORAL Médico Veterinário com sólida formação acadêmica (graduado pela Faculdade de Medicina Veterinária da USP e com mestrado pelo Instituto de Ciências Biomédicas da mesma universidade, e mestrado e doutorado em marketing e comunicação pela ESPM) e várias publicações científicas, que se dedica há mais de 15 anos a atividades na área de comunicação e publicidade. Sócio proprietário da Quiron Comunicação & Conteúdo S/Empresária Ltda, inicialmente atuou focado no setor do agronegócio, devido a sua formação acadêmica, mas posteriormente, as atividades da sua empresa se diversificaram, passando a abranger o atendimento de empresas dos mais variados setores, bem como a publicação de títulos em linhas editoriais diversas. Áreas de atuação: - Pesquisador científico e consultor técnico de empresas veterinárias. - Professor Universitário - Consultoria de Marketing e Comunicação no Agronegócio - Preparação de materiais de educação continuada nas áreas de veterinária e saúde. - Editor de livros técnicos na área do Agronegócio. - Editor de livros na área cultural, com dois títulos lançados com apoio de Lei Rouanet (mais 13 projetos aprovados pelo MinC em fase de captação). - Editor de livros na área de cultura religiosa. - Músico multi-instrumentista (formação clássica no piano, guitarra, saxofone e clarineta). - Guitarrista e vocalista da banda BR66 (que mescla o som da MPB com o Blues) - Poeta e escritor. VANESSA COSTA SANTOS DE OLIVEIRA – COORDENADORA DE PESQUISA E REDAÇÃO - Jornalista formada pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado (FIAM) – graduação concluída em 1995 - Pós-graduação em Comunicação Empresarial pela Fundação Cásper Líbero (SP) – curso concluído em 2003 - Planejamento e execução de ações em Comunicação Corporativa para empresas, associações e ONGs (comunicação interna e externa). - Experiência como repórter de portais e revistas segmentadas (geração de conteúdo); - Experiência na redação e edição de relatórios sociais e de sustentabilidade, e de relatórios de Estudos de Impacto Ambiental – RIMA.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.