Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
- Produção e realização do "1º Festival Estudantil de Música no Piccolo Teatro". Com o foco na difusão da arte musical e sua harmonização com a educação, será realizado inicialmente em escolas e conservatório musicais públicos e privados e finalizado no Piccolo Teatro com apresentações dos trabalhos desenvolvidos pelos alunos participantes de forma a promover o intercâmbio e incentivar a produção cultural no âmbito escolar, com o objetivo da formação de público e de novos artistas para os palcos profissionais. - Terá Workshops sobre acessibilidade na música através da língua de sinais, gratuito para alunos da rede pública de ensino como ação formativa cultural de contrapartida social.
Realização do I Festival estudantil de música instrumental brasileira, no Piccolo Teatro, unindo alunos e professores, para divulgar o trabalho musical desenvolvido nas escolas e conservatórios, levando entretenimento e harmonização da cultura alinhando a arte com a educação, transmitindo toda a qualidade da música desenvolvida por estudantes, capazes de executarem composições de qualidade ao público em geral, apreciador da boa arte. 1º Festival Estudantil de Música no Piccolo Teatro Classificação indicativa etária: LIVRE Duração: 45 minutos (cada dia de apresentação), são 6 participantes por apresentação em 5 finais de semana 6 x 5: 30 minutos mais 15 minutos de abertura e enceramento. Total 45 minutos.
OBJETIVO GERAL: Este projeto visa a produção e realização do "1º Festival Estudantil de Música no Piccolo Teatro", com acesso gratuito ao público em geral, na cidade de São Paulo (capital) para aproximadamente 1.250 pessoas. E como ação formativa cultural de contrapartida social, oferecer Workshop sobre a acessibilidade na música através da língua de sinais para alunos da rede pública de ensino. Trata-se da realização do I Festival estudantil de música instrumental brasileira, no Piccolo Teatro, unindo alunos e professores, para divulgar o trabalho musical desenvolvido nas escolas e conservatórios, levando entretenimento e harmonização da cultura alinhando a arte com a educação, transmitindo toda a qualidade da música desenvolvida por estudantes, capazes de executarem composições de qualidade ao público em geral, apreciador da boa arte. OBJETIVO ESPECÍFICO: 1. Realizar o "1º Festival Estudantil de Música no Piccolo Teatro", com acesso gratuito ao público em geral, na cidade de São Paulo (capital). 2. Realizar Workshop sobre a acessibilidade na música através da língua de sinais para alunos da rede pública de ensino, como ação formativa cultural de contrapartida social. 3. Promover a participação do público em geral, na escolha dos finalistas do festival (por meio da plataforma do projeto e pelo voto popular (presencial e a distância), ajudarão a eleger as melhores execuções musicais/vídeos do festival). 4. Fomentar o desenvolvimento e aprimoramento de jovens artistas por meio do Festival como incentivo dentro de escolas e instituições de ensino de música. 5. Promover a cultura de forma geral junto ao público. 6. Contribuir para a formação de plateia. O Projeto pretende fixar um calendário anual na cidade de São Paulo, para uma programação cultural qualificada a ser realizada a cada edição com novos talentos artísticos de diferentes regiões da cidade. As apresentações dos semifinalista e finalistas acontecerão aos sábados em 5 finais de semana, para um público estimado de 1.250 pessoas. O Workshop sobre a acessibilidade na música através da língua dos sinais acontecerá no período de 1 mês, em escolas da rede pública de ensino.
Para a realização do 1º Festival Estudantil de Música no Piccolo Teatro, o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cidadania/Secretaria Especial da Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo, frente a um espetáculo desse porte. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A Música é um fenômeno universal. É a linguagem que todos os seres humanos entendem. É o traço mais expressivo de união entre os povos e a forma de expressão humana mais completa. Nela, e através dela, o homem, independente de idade, coloca todas as suas emoções, sensações e percepções em relação a si mesmo e ao mundo. A Música é capaz de unir povos com propósitos socioculturais, terapêuticos e medicinais na intervenção do estresse causado pelo excesso de responsabilidades, problemas de saúde física, conflitos familiares ou pessoais. É um forte agente para desenvolver a capacidade de aprender. As capacidades musicais encontram-se espalhadas por todo o cérebro, ao contrário de outras como a fala e a leitura, concentradas em pontos específicos, atingindo assim mais estímulos cerebrais do que quando falamos, lemos ou escrevemos algo. Também é importantíssima para superar o isolamento que ocorre com pessoas tímidas. Ajuda a quem tem dificuldade na concentração. Praticar Música, em qualquer um de seus modos, é um exercício para a sensibilidade: ajuda a administrar o tempo, a estar mais atento, a interagir, a melhorar a autodisciplina e a exercitar a memória. A Educação Musical é uma ferramenta importantíssima no auxílio às crianças, adolescentes e jovens no processo de construção de sua cidadania, através da apropriação, transmissão e criação de práticas-músico culturais, além de desenvolver habilidades interpessoais e cognitivas (BANDEIRA, PEDRO - 2008). Sabendo disso, propomos a realização do "1º Festival Estudantil de música instrumental brasileira" NO PICCOLO TEATRO como uma forma de valorizarmos essa prática cultural tão marcante na formação de pessoas e de novos talentos para esta arte milenar. Construindo sonhos e formando cidadãos. O Piccolo teatro é um novo espaço cultural integrado ao perfil alegre da rua Avanhandava, região central da capital paulista, marcada por um constante ar de festa, com gastronomia, música e arte. Revitalizada, a pequena rua é dotada de luminárias coloridas, paisagismo e fonte de água, com restaurantes e tratoria, música instrumental ao vivo, mesas na calçada, galeria e loja de artes e, mais recentemente, um teatro de rua. O PICCOLO TEATRO traz uma nova forma de apresentar cultura e entretenimento. Já recebeu centenas de espetáculos de teatro, música, dança, circo, poesia e outras formas de expressão, desde a sua abertura em outubro de 2018. Como diz o nome, é um pequeno teatro, com 3,5m de boca-de-cena e 4m de profundidade. É o único da cidade com palco aberto para a rua e atrações gratuitas. Basta parar na calçada e assistir as atrações do dia. O palco se assemelha a uma grande janela, uma vitrine. O público vê o espetáculo do outro lado, da rua. Mas não se trata de uma janela ou de uma vitrine comum, ela pode se transformar em diversos ambientes para comportar diversas linguagens artísticas, exercitando a imaginação e criando um universo mágico a partir deste inusitado espaço cênico. Piccolo Teatro é um palco aberto para a rua onde acontece o encontro inusitado entre o artista e o público. Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural paulista e brasileira.
REMUNERAÇÃO DO PROPONENTE COM RECURSOS DECORRENTES DE RENÚNCIA FISCAL Os itens que serão objetos de remuneração do PROPONENTE são: - COORDENADOR DO PROJETO. Conforme discriminado no orçamento analítico, de acordo com a Instrução Normativa nº 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 11º, não ultrapassando o limite de 50% do custo do projeto. NOTA: Todas as ações do projeto também serão divulgadas através de um site criado especialmente para este, onde os usuários tomarão conhecimento da programação, preço de ingressos e sessões com acessibilidade em LIBRAS e Audiodescrição. O site ficará no ar durante todo o período de ensaios e temporada do espetáculo.
Não se aplica
ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Piccolo Teatro é um palco aberto para a rua (único da cidade) onde acontece o encontro inusitado entre o artista e o público. Basta parar na calçada e assistir as atrações do dia. Localizado na primeira rua revitalizada do centro de São Paulo. Inspirada nas cidades europeias, a reforma trouxe nova vida à localidade, prestigiando a história da rua e da cidade. Baseado no conceito tráfico calming, o projeto utilizou piso ecológico nas calçadas e rolamento da via, o que facilita a absorção da água da chuva. Disponibilizou acesso para pessoas com deficiência e criou um novo paisagismo. Canteiros e vasos de plantas pela rua, além de duas fontes – nos moldes da Tradicional Fontana Italiana. Tudo para deixar o centro belo e acessível. Cuidar do centro da nossa cidade é preservar nossa história e a cultura de nosso povo. A Rua Avanhandava é um lugar para passear com a família, encontrar os amigos e um ponto de referência gastronômico, de entretenimento e acessibilidade para os visitantes, permitindo o gozo e o pleno exercício dos direitos culturais dos idosos, portadores de deficiência e mobilidade reduzida, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". O Piccolo teatro está bem localizado em relação à transporte público (próximo a duas estações de metrô e pontos de ônibus seguros). ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Para tanto o projeto contará com a tradução em LIBRAS nas apresentações musicais do Festival, para auxiliar a acessibilidade de conteúdo dos mesmos. A Proponente incluiu no orçamento deste projeto, os itens relativos à acessibilidade, nos termos determinados pelo artigo 19 da IN nº 02/2019, bem como as medidas determinadas pelo art. 27 do Decreto nº 5.761/06, art. 47 do Decreto nº 3.298/99, art. 2º do Decreto 5.296/04, e arts. 42 a 44 da Lei nº 13.146/15, e pelo § 3º do art. 2º da Lei de Incentivo à Cultura. Disponibilizará o Registro Videográfico do projeto na internet, com legendagem descritiva (já prevista em orçamento), seguindo a Norma ABNT NBR 15599:2008 (Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência na internet).
a) As apresentações do Festival proposto neste projeto são todas abertas, 100% gratuitas à população e amplamente divulgadas. b) Os Workshops sobre a acessibilidade na música através da língua dos sinais, são oferecidas e realizadas de forma gratuita, em escolas e para alunos da rede pública de ensino, para atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. As medidas de acessibilidade estarão presentes em todo o material de divulgação do projeto (impresso, digital ou virtual), para que público especifico tenha conhecimento prévio. Também, serão realizadas através de vídeo promocional (em LIBRAS) a ser encaminhado às entidades, associações e ONGs vinculadas a este público. Será veiculada, também, em redes sócias e no site do projeto, além de anúncio promocional, especifico, em Guia cultural. OUTRAS MEDIDAS DE DEMOCRATIZAÇÃO 1. Como medida de CONTRAPARTIDA SOCIAL (AÇÃO FORMATIVA CULTURAL), conforme o previsto na Instrução Normativa 02, de 23 de abril de 2019, em seu Artigo 22, serão realizados: Workshops sobre a acessibilidade na música através da língua dos sinais em escolas da rede pública de ensino a serem definidas. Obs: 100% (cem por cento) dos beneficiários desta ação serão constituídos de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 2. Será permitida a captação de imagens do espetáculo e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, atendendo ao Inciso IV do Art. 21 da IN n. 02 de 23/04/2019.
Informamos que o proponente, Paulo Del Castro Sousa Silva, será responsável pela gestão administrativa/técnico-financeira do projeto. Além disso, será responsável pela Coordenação do projeto, rubrica pela qual será remunerado. Diretor geral: TIN OLIVEIRA Coordenação artística: TATIANA LUCKY Direção Musical: ALEX FRONTERA Direção de produção: ELAINE FRERE Coordenação pedagógica: MARIÔ REBOUÇAS Coordenador do projeto: PAULO DEL CASTRO Breve Currículos: TIN OLIVEIRA – DIRETOR GERAL: Músico, ator, cantor e cenógrafo. É um dos criadores e atualmente coordenador do Projeto TECA realizado na Zona Leste de São Paulo que dá aulas de teatro atendendo a milhares de crianças. Trabalhou com Coordenador da área de teatro na Casa de Cultura do Butantã de 1995 a 1998. Desenvolveu vários projetos culturais na secretaria municipal de cultura entre eles a “Cesta Encantada”, um projeto multidisciplinar elaborado com uma equipe de artistas, filósofos e educadores, que atendia quatro mil crianças por mês. Como artista atuou em vários espetáculos tanto como ator, diretor, cenógrafo ou compondo canções e fazendo a direção musical. Trabalhou ao lado de diretores como: Francisco Medeiros, Cacá Carvalho, Maria Thaís, Reinaldo Santiago, Roberto Bacci ente outros. Atualmente faz parte da issoo! Um grupo de música popular brasileira onde compõe e canta. TATIANA BARBOZA (TATIANA LUCKY) – COORDENAÇÃO ARTÍSTICA: Formada pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, se graduou e especializou, respectivamente, em Ciência da Informação e Gestão de Informação Digital, aplicando os conhecimentos de pesquisa em elaboração de projetos de produção cultural. Cursou Produção Cultural no Senac Aclimação em 2017 e atuou participou de produções com o Coletivo Grão de Arte e Cidadania no curso de Teatro acessível e em Poemas e Outros Bichos com a direção de Cíntia Alves. Atualmente transcria as canções da issoo! de forma simultânea nos pockets shows e em 2018 assumiu a programação do Piccolo Teatro inaugurado em Outubro de 2018 no Centro de São Paulo. ALEX FRONTERA – DIREÇÃO MUSICAL: Em 1984 iniciou sua carreira como músico pianista. Seguindo a carreira de seu pai, também pianista, se apresentando em diversos locais por toda capital. Em meados de 1986 foi contratado para tocar com grandes artistas como, Simonal, Jair Rodrigues, Leny Andrade, Jane Duboc entre outros. Como sua carreira artística estava indo muito bem, iniciou seus estudos acadêmicos com cursos de música com Maestro Aluísio Pontes e Catarina, ambos de São Paulo. Nesta mesma fase após 1 ano (em 1987) foi convidado para ir morar no Japão e atuar como maestro, arranjador, produtor musical para a gravadora TOSHIBA EMI Tokyo. Onde residiu por 12 anos, junto a seu filho Giuliano Frontera e sua ex-esposa Adalgisa P. Aproveitando sua residência no Japão, país de grande cultura artística, Alex iniciou diversos outros cursos de música, desta vez mais, concentrados e direcionados a Orquestra. MARIÔ REBOUÇAS - COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: Atua igualmente nos campos da música erudita e da música popular. Foi aluna de Lina Pires de Campos, Amilton Godoy, Pietro Maranca, Orazio Frugoni (na Itália) e Maria Curcio (Inglaterra). Ainda estudante, recebeu da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) o prêmio “Revelação em Música Erudita". Foi integrante e uma das fundadoras da banda instrumental KALI, com quem participou de diversos projetos, entre eles o Avon Women in Concert, ao lado de grandes nomes da música popular brasileira. Atua frequentemente como pianista da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo, e tem participado de vários trabalhos de música instrumental e canção, atuando em shows e gravações. É professora de piano e Harmonia na Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Concluiu a pós-graduação em Educação Musical na Faculdade Paulista de Artes, com uma pesquisa sobre o ensino coletivo de piano no Brasil. ELAINE FRERE – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Atua culturalmente desde 1986 e dedica-se as Artes Circenses desde o ano de 1989, tendo produzido diversas montagens, de forma independente, em companhias nas quais atuou. Espetáculos de rua como “Tem café no Bule” dirigido por Jairo Mattos; espetáculos para espaços alternativos como “Acácias” com texto de Claudia Vasconcellos e direção de Jairo Mattos e, espetáculos para palco como “Bons Sonhos” com texto e canções de sua autoria, direção de Cida Almeida; Supervisão Musical de Guga Stroeter; cenários de Luiz Frúgoli e figurinos de Hugo Possolo. Atuou sob a direção de Roberto Lage, no espetáculo Tietê Menino; Vladimir Capela no espetáculo Imagens que inaugurou o teatro do Parque Hopi-Hari; Pierrot Bidon durante imersão na Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro e mais tarde no Circo Escola Picadeiro por ocasião das comemorações de 10 anos de atividades e Sergio Penna na pesquisa cênica para o projeto de montagem inspirado na obra de Amyr Klink – Cem dias entre Céu e Mar, entre outros. No Circo foi produtora do Circo Escola Picadeiro (1992 a 1994), co-diretora do Circo Escola Trapézio em Santo André (1994 a 1998). Escreveu e publicou os livros infantis com temática circense “Lá vem o Circo” e “O vento veio brincar no Trapézio” pelas editoras Napoleão e Trilha das Letras, respectivamente. Em 2018 e 2019 foi Coordenadora Geral de Produção da Primeira Edição do FIC - Festival Internacional de Circo, que recebeu em sua sede, o Centro Esportivo Tietê, a Cidade do Circo, cerca de 25.000 espectadores. Em 2018, nessa mesma função, passou a atuar no projeto “Sou de Circo” do Centro de Memória do Circo. PAULO DEL CASTRO – COORDENADOR DO PROJETO: Produtor e Coordenador de produção de espetáculos e eventos culturais. 2019: Parecerista técnico da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, Lei Murilo Mendes, de Juiz de Fora - MG. 2018: Membro/Presidente da Comissão de avaliação de projetos culturais do Edital de Artes I, do ProAC SP; Membro da Comissão de avaliação do Edital de Ocupação de Espaços e Projetos Culturais da Secretaria de Cultura de Osasco. 2013 a 2016: Parecerista técnico do FAC - Fundo de Apoio à Cultura e da LIC – Lei de Incentivo à Cultura, ambas do DF. 2009 a 2013: Parecerista técnico da Lei Rouanet. Alguns de seus trabalhos podem ser destacados: 2019: Produção do espetáculo teatral “O Martelo”, com os atores Edwin Luisi e Anderson Müller; Coordenação de projeto do show musical “Turnê Indomável”, com o interprete, compositor, violonista e ator Gabriel Sater. 2018: Coordenação de projeto do show musical “A História da Mulher na Música Caipira”, com a Banda Barra da Saia; Produção do espetáculo “Na Casa do Rio Vermelho – o Amor de Zélia e Jorge”, com a atriz Luciana Borghi. 2017: Coordenação de projeto do show musical “Adriana Sanchez – Salve Lua – Tributo a Luiz Gonzaga e da 16ª edição do “Prêmio Jovem Brasileiro. 2015/16: Produção do espetáculo infantil "A Lenda do Vale da Lua", com músicas originais de Chico César, texto de João das Neves. 2014/15: Coprodução da comédia teatral "Me Segura, Senão eu Pulo!“ 2013: Coprodução com a Objetiva Cine Vídeo, do 2º "Festival internacional de Cinema Educa Claquete Ação”; Assessoria ao espetáculo performático "Kunhã Patuguá - A Mulher Caixa", que representou o Brasil no Festival Internacional do Zimbábue. 2012/13: Produção SP do espetáculo ZUMBI (musical) - A saga dos Quilombolas dos Palmares, de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri com músicas de Edu Lobo, direção de João das Neves. 2012: Produziu e Dirigiu o musical infantil "No Quintal de Ozom"; Realizou produção SP do projeto "Berio Sem Censura"- ópera multimídia de Jocy de Oliveira, com participação especial de Fernanda Montenegro. 2009/10: Coproduziu o musical "Nos Campos de Piratininga". 2005: Produziu o espetáculo performático "Mário de Andrade desce aos Infernos", com o ator Pascoal da Conceição.
PROJETO ARQUIVADO.