| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 75315333000109 | ATACADAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
Circulaçao do espetáculo teatral Semi-Breve, de autoria da dupla de palhaças Las Cabaças com apresentações previstas para se realizar em municipios localizados no estado do Pará, Norte do País. A itinerancia compreenderá apresentaçao do espetáculo tanto no centro das cidades paraenses, como também em comunidades mais isoladas de quilombolas, ribeirinhas e indígenas e ofertará oficinas de teatro ao público interessado.
Sobre a peça teatral Semi-Breve - faixa etária livre. A peça teatral é aberta a todas às idades, atendendo assim ao pubico infanto-juvenil, conforme previsto na IN 02.2019 - Artigo 21 - Ampliaçao de Acesso : Inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Sinopse: Em Semi-Breve a dupla de palhaças Bifi e Quinan fazem uma releitura de cinco números tradicionais da palhaçaria circense: “A Pulga” Bifi e Quinan, entram em cena para executar uma música soberba. O que elas ainda não sabem é que Elvis, uma pulga velha conhecida de ambas, escondeu-se entre as folhas da partitura. Com uma sucessão irreprimível de pulos sobre a pauta, Elvis torna impossível a leitura das notas, obrigando Bifi e Quinan a reviver os tempos em que atuavam como domadoras de pulgas. “Soldado, Sem-tido!” Bifi, a generalíssima, faz de tudo para transformar a soldadíssima Quinan em uma brava combatente; mas a estultice da recruta põe por terra as pretensões da comandante. “O Salto no Copo d’água” Ginasta de saltos ornamentais, Bifi prepara-se para dar um duplo salto mortal em um... copo d’agua; e a trapalhada começa quando Quinan decide ajudá-la. “A Mágica” Diante dos olhares atentos do público, Quinan fará um pequeno pedaço de papel sumir, desaparecer, escafeder, submergir, subtrair, evaporar, debandar, expungir, emigrar, homiziar, foragir, aferrolhar... “O Nome dos Santos” Reconhecendo sua inépcia em todas as atividades pelas quais se aventuraram, as duas palhaças decidem apelar para os santos do panteão nacional; mas o fazem de uma maneira um tanto equivocada. Semi-Breve é uma estudo sobre a palhaçaria clássica e o tempo cômico. Após a seleção de alguns números, a dupla partiu numa experiência itinerante, apresentando o espetáculo durante 7 meses em localidades do Ceará, Maranhão e Pará. A partir do encontro com esse público e de suas reações, o espetáculo foi amadurecendo e se consolidando. Vide material anexado. _________________________________________________________________________________________________ _________________
Objetivo geral Realizar itinerancia da peça teatral Semi-Breve por cidades paraenses, envolvendo apresentação tanto nos centros como em comunidades mais isoladas de quilombolas, indígenas e ribeirinhas, com ofertas de oficinas. Objetivos específicos 1. Realizar 12 apresentações da peça teatral Semi-Breve, circulando por 04 municípios paraenses, sendo eles: Santarém, Monte Alegre, Alenquer e Oriximiná, conforme abaixo: · Santarém - Praça Pública, comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas _ 06 apresentações · Monte Alegre _ 02 apresentações, sendo uma em praça pública central e uma em praça localizada em bairro popular da cidade. · Alenquer = 02 apresentações, sendo uma em praça pública central e uma em praça localizada em bairro popular da cidade. · Oriximiná - 02 apresentações, sendo uma em praça pública central e uma em praça localizada em bairro popular da cidade. 2. Realizar 05 oficinas - "O Teatro e suas improvisações " ação formativa, sendo 01 em cada municipio visitado, abertas a publico interessado a partir de 14 anos, com oferta de 20 vagas cada uma, alcançando em torno de 100 pessoas. 3. Como contrapartida social, ofertar 05 oficinas : "Educando através do Teatro", direcionada aos professores da rede publica de ensino, sendo 01 em cada municipio visitado, alcançando em torno de 100 professores.
Nosso projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; e mais: Las Cabaças, dupla de palhaças formada pelas atrizes Juliana Balsalobre e Marina Quinan pesquisam temas e formas de atuação em comunidades isoladas, visando a troca humana e cultural, buscando transformar as experiências vividas em roteiros teatrais através da linguagem do palhaço. Dois de seus espetáculos de repertório foram criados dessa forma ("Divagar e Sempre" - 2013 e "O Dia da Caça" - 2016). Com sede em Santarém-PA |(Vila de Alter do Chão) e trabalho desenvolvido na região nos últimos 08 anos, a dupla cada vez mais se envolve com comunidades tradicionais e sua problemática social. Por isso a escolha desses municípios, todos abrigam comunidades quilombolas, indígenas e ribeirinhas. Dessa forma, vamos contribuir para o processo de fortalecimento cultural, valorização histórica e estímulo aos jovens e crianças. Na região do Baixo Amazonas (estado do Pará) encontram-se cerca de 60 comunidades remanescentes de quilombos localizadas nos municípios de Oriximiná, Santarém, Alenquer e Monte Alegre. Foi no Baixo Amazonas que ocorreu a primeira titulação de terra de quilombo no país. Durante todo o período da escravidão, os quilombolas comercializaram seus produtos agrícolas diretamente com os comerciantes nas cidades ou com os regatões que subiam os rios em direção aos quilombos. Os quilombolas produziam mercadorias importantes para o comércio local e assim se inseriram nas sociedades locais, constituindo redes de solidariedade e conquistando sua autonomia. A Itinerância irá visitar quilombos que distam em média 100 Km de Santarém e fazem parte da FOQS - Fed. das Organizações Quilombolas de Santarém que também foi reconhecida em 2009, como Ponto de Cultura (Ponto de Cultura Kizomba), apoiada pelo Ministério da Cultura e a Sec. de Cultura do estado do Pará As comunidades quilombolas atuais vivem outro momento, mas sempre em busca da tão sonhada liberdade e igualdade de direitos. Hoje a luta é para garantir seu direito à terra, ter acesso aos recursos para nela poder trabalhar, manter suas tradições culturais e ser respeitados por isso. A dupla de palhaças já possui relação com algumas lideranças desses quilombos, e já receberam convite para apresentações voltadas às comunidades. O inscriçao do projeto na lei federal de incentivo à cultura vem para oportunizar o atendimeto ao convite dessas comunidades tradicionais isoladas. Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente ao publico .
AÇÃO FORMATIVA - Custos constantes na planilha orçamentária Oficina "O Teatro e suas improvisações" – ofertada gratuitamente ao público interessado, a partir de 14 anos. 01 oficina em cada um dos 05 munícipios visitados, totalizando 05 Oficinas x 30 participantes cada = 150 pessoas. Sinopse: A oficina tem como objetivo apresentar aos participantes as bases e os princípios do Teatro. Através de jogos teatrais e jogos de imaginação e improvisação. Junto com os alunos, levantaremos temas a serem desenvolvidos coletivamente, para que eles possam exercitar a criação e a interpretação. Nas cidades com qualidade internet, as inscrições se darão on line, via site da proponente. Em locais com problemas de conexão, as inscrições se darão em local definido pela equipe. Instrutoras: Marina Quinan e Juliana Balsalobre Carga horária: 04 horas Público: interessados a partir 14 anos. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina - "Educando através do teatro" - público: professores da rede pública de ensino - recursos do proponente Oferta de 01 oficina em cada um dos 05 municípios visitados, a serem ofertadas gratuitamente como contrapartida social. Sinopse: A oficina irá trabalhar a sensibilização de educadores sobre a potência que a arte tem para o aprendizado de conteúdos curriculares, por meio de uma vivência via exercícios de jogos dramáticos teatrais, de forma que os participantes repliquem em sala de aula. Por exemplo, trabalhar a Matemática através de sequência de pular corda ou Classes Gramaticais através de poemas usando jogos básicos de coro e protagonista ou geometria a partir do desenho de formas encontradas na natureza. Inspirados em Viola Spolin e Ruth Rocha e na literatura da pedagogia Waldorf. Carga horária: 2,5 horas Público: Professores da rede pública de ensino No. participantes: 60 professores da rede pública de ensino Total de público previsto a ser alcançado pela contrapartida social : 05 oficinas x 60 participantes - 300 professores da rede pública de ensino. ________________________________________________________________________________________________________________________________________ IMPACTO AMBIENTAL: Durante as apresentações, serão distribuídos sacos para coleta de lixo reciclável, com esclarecimentos ao publico sobre a importância da preservação do ambiente e do perigo que significam os descartáveis para o planeta. PLANO DE DIVULGAÇAO Por se tratar de um projeto de abrangência às cidades, como também âs comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas nos interiores amazônicos, a estratégia de divulgação em veículos de comunicação de massa será concentrada nas cidades, (Santarém, Rurópolis, Monte Alegre, Alenquer e Oriximiná), com intuito de gerar mídia espontânea. Para intensificação da divulgação, serão usados carro-som (ou bike-som), além de divulgação espontânea nas rádios locais existentes, forma de alcançar tanto o público da cidade, como também o das comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas. A divulgação será também feita através de um contato prévio com as lideranças comunitárias. Serão fixados em pontos de maior movimentação, cartazes impressos. Antecedendo cada apresentação, haverá distribuição de folder contendo o programa do espetáculo, aos espectadores para melhor compreensão da mensagem contida na peça teatral. Também em cada local, haverá 01 banner impresso em lona. A estratégia principal de divulgação será pela internet, dos conteúdos e fotos e vídeos nas redes sociais e imprensa online. Será contratado profissional de mídias digitais e de audiovisual para a produção de registros da itinerância, as fotos serão postadas em tempo real (quando houver acesso à internet). Ao final de cada etapa de circulação, será editado um video (4 a 5 minutos de duração) que poderá também ser utilizado pelo patrocinador como forma de divulgar o alcance do edital, esse material será divulgado também na página da Cia Las Cabaças (www.lascabacas.com.br), atualmente, atrai em torno de 4.000 seguidores), assim como no site da proponente (www.namazonia.org). Os vídeos produzidos serão disponibilizados ao publico em geral, via redes sociais. Será contratada assessoria de imprensa para produção de releases, marcação de entrevistas as rádios e TVs locais, matérias impressas em jornais da região
Será impresso folder formato A4 frente e verso, policromia, contendo dados sobre o espetáculo, a ser distribuido gratuitamente no inicio de cada espetáculo. __________________________________________________________________________________________________________________________________
Conforme previsto na lei federal de incentivo a cultura e principalmente pela importancia social de promover a acessibilidade, a traduçao em libras será realizadas durante as apresentações abertas oa publico em geral. Já para as apresentações nas comunidades tradicionais, será feito pela produçao local contratada, uma pesquisa sobre essa necessidade, ou seja, a existencia e demanda do publico de deficientes auditivos fluentes em libras. Nos municípios de pequeno porte e nas comunidades ribeirinhas, indigenas e quilombolas, é praticamente inexistente um público fluente em libras, pela experiência da dupla, nessas comunidades quando há algum deficiente visual, auditivo ou físico, a própria comunidade se encarrega de inseri-lo para a apreciação do espetáculo, pois em muitas dessas localidades além do português há também as línguas indígenas que são oficiais e amplamente faladas. Pesquisando sobre como poderia ser a questão da Acessibilidade nas comunidades ribeirinhas, a Cia conversou com alguns fornecedores que fazem a áudio descrição gravada e essa pareceu ser a melhor solução para atendimento dessa questão nesse formato de circulação. Os vídeos produzidos sobre a itinerancia terão legendas e áudiodescrição do espetáculo realizado. Serão disponibilizados ao público em geral, assim como ao patrocinador, via You Tube e redes sociais.
Em atendimento à 2a. diligencia enviada pela Sefic, esclarecemos: O projeto preve ação de democratizaçao de acesso, (AMPLIAÇAO DE ACESSO) na forma da disponibilização dos vídeos produzidos sobre a itinerância ao publico em geral, via You Tube e redes sociais. O vídeos a serem disponiblizados, terão também legendas e audiodescrição do espetáculo realizado. A peça teatral a ser apresentada tem faixa etária livre. A ação acima prevista atende ao previsto no Art. 21 - Incisos III, V e VII, conforme descrito abaixo: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 - acesso à cultura V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil _______________________________________________________________________________________________________________________________________________ AÇÃO FORMATIVA - Custos constantes na planilha orçamentária Oficina "O Teatro e suas improvisações" – ofertada gratuitamente ao público interessado, a partir de 14 anos. 01 oficina em cada um dos 05 munícipios visitados, totalizando 05 Oficinas x20 participantes cada = 100 pessoas. Sinopse: A oficina tem como objetivo apresentar aos participantes as bases e os princípios do Teatro. Através de jogos teatrais e jogos de imaginação e improvisação. Junto com os alunos, levantaremos temas a serem desenvolvidos coletivamente, para que eles possam exercitar a criação e a interpretação. Nas cidades com qualidade internet, as inscrições se darão on line, via site da proponente. Em locais com problemas de conexão, as inscrições se darão em local definido pela equipe. Instrutoras: Marina Quinan e Juliana Balsalobre Carga horária: 04 horas Público: interessados a partir 14 anos. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ CONTRAPARTIDA SOCIAL: Oficina - "Educando através do teatro" - público: professores da rede pública de ensino - recursos do proponente Oferta de 01 oficina em cada um dos 05 municípios visitados, a serem ofertadas gratuitamente como contrapartida social. Sinopse: A oficina irá trabalhar a sensibilização de educadores sobre a potência que a arte tem para o aprendizado de conteúdos curriculares, por meio de uma vivência via exercícios de jogos dramáticos teatrais, de forma que os participantes repliquem em sala de aula. Por exemplo, trabalhar a Matemática através de sequência de pular corda ou Classes Gramaticais através de poemas usando jogos básicos de coro e protagonista ou geometria a partir do desenho de formas encontradas na natureza. Inspirados em Viola Spolin e Ruth Rocha e na literatura da pedagogia Waldorf. Carga horária: 2,5 horas Público: Professores da rede pública de ensino No. participantes: 60 professores da rede pública de ensino Total de público previsto a ser alcançado pela contrapartida social : 05 oficinas x 60 participantes - 300 professores da rede pública de ensino.
A instituição será a responsavel pela coordenaçao geral, assim como pela coordenaçao financeira do projeto, podendo ser remunerada pelos serviços prestados. A instituição destacará diretor responsável pelas tarefas sob sua responsabilidade. Equipe técnica proposta Coordenação Geral: Namazônia (Maria de Fátima da Silva) Autoria peça teatral Semi-Breve: Marina Quinan e Juliana Balsalobre Atuação e direção: Marina Quinan e Juliana Balsalobre Direção de produção: Juliana Balsalobre Currículo equipe técnica Curriculo da Dupla Las Cabaças, formada por Marina Quinan e Juliana Balsalobre. Juliana Balsalobre e Marina Quinan são atrizes, arte educadoras e palhaças. Desde que se formaram, em 1995 no Teatro Escola Célia Helena, buscaram no Teatro de Rua o ponto de partida para as escolhas artísticas. A Commédia dell'Arte foi o fio condutor dos primeiros trabalhos : "O Pastelão e a Torta" , "D.Quixote"(direção de Soraia Saide) ambos apresentado em praças públicas do centro e periferia de SP. A formação na Linguagem da Palhaçaria foi através de cursos com Fernando Vieira, Beth Dorgan, Philip Gaulier, Léris Colombaioni, Léo Bassi, Chacovachi, Cristiane Paoli-Quito e mais tarde no exercício diário quando ingressaram nos Doutores da Alegria - no ano 2000). Fundaram a dupla Las Cabaças em 2006 quando realizam seu primeiro projeto itinerante chamado Brasil na Cabaça: uma viagem de estudo e pesquisa prática pela região Norte e Nordeste do Brasil para encontro com palhaços e público de outras regiões, coletando e estudando gags, histórias, diferenças e semelhanças nas formas de atuação dos fazedores de palhaçadas, bem como a convivência com novas situações sócio-culturais. Com duração de sete meses, foi realizado com recursos próprios e teve como fruto a criação do espetáculo Semi-Breve. Em 2007 a viagem Brasil na Cabaça serve de inspiração para o trabalho de TCC de Joana e Gessica, da PUC-SP. Em 2008, através do projeto Palhaças Amazônia Adentro, em parceria com os Doutores da Alegria, a dupla percorreu comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas dos estados do Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Maranhão, exercendo o ofício de palhaças. Em 2009 a dupla muda residência para Alter do Chão, subdistrito de Santarém-PA com o objetivo de aprofundar a pesquisa na região Amazônica, mergulhando ainda mais na cultura e imaginário local. Em 2012, junto à Cia. Do Feijão, realiza o projeto de circulação de espetáculos Tietê-Tapajós: águas e terras dos homens (Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2011), nas comunidades/cidades que margeiam os rios Maró, Tapajós e Arapiuns no Pará e rio Tietê em SP. Uma experiência para troca artística e discussão com outro grupo que encontra-se em busca de um país tão diversamente rico em contrastes. Em 2013 montam Divagar e Sempre (Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2012) inspirado nas viagens acima descritas. Realizam 10 apresentações em comunidades da região de Santarém-PA e temporada no Sesc Belenzinho-SP. Realizam o Projeto Arte Viva em Alter, parceria entre a Associação Namazônia, Minc/Lei Rouanet e patrocínio do Banpará. Um projeto voltado para a vila de Alter do Chão com intervenções artísticas no Posto de Saúde, programa na Rádio Comunitária Alternativa, apresentação de espetáculos nas escolas municipais, nas praças, nos bairros e durante as festas tradicionais da Vila, incluindo o Çairé, tradicional manifestação que já conta mais de 300anos. Além de oficinas de teatro para jovens com duração de 03 meses. Em 2014 circulam com o espetáculo Divagar e Sempre e ministram oficinas sobre a linguagem do palhaço pelos estados do Amapá e Pará (Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz/2013) atingindo aproximadamente 3.250 pessoas. A trajetória da dupla é incluída na pesquisa de mestrado de Andrea Flores- UFPA sobre a palhaçaria feminina na Amazônia. Em 2015 lançam o Gibi: As Aventuras de Bifi e Quinan com o patrocínio do Banco da Amazônia. Montam o espetáculo O Dia da Caça, Prêmio Funarte Artes nas Ruas-2013 com direção de Lily Curcio (Seres de Luz Teatro). Em 2016 apresentam o espetáculo Divagar e Sempre no 14 Festival em Campinas e realizam a Mostra de 10 anos da dupla no Sesc Pompéia. Em 2017 apresentam “O Dia da Caça” nos Sescs Bom Retiro-SP, Paladium-MG, Festival de Palhaçaria Feminina em Recife-PE. Em 2018 realizam a Circulação Região Norte com o espetáculo “O Dia da Caça” contemplado pelo edital BR Distribuidora de Cultura 2017/2018 nas cidades de Manaus, Sao Gabriel e Santa Isabel do Rio Negro-AM, Rio Branco, Xapuri e Cruzeiro do Sul-AC, Boa Vista e Alto Alegre-RR, Porto Velho e Ji-Paraná-RO. Para alguns grupos de teatro do estado de SP, as atrizes são referência em realizar produções locais por conhecerem bem a dinâmica da região Norte, como no caso do espetáculo “Silencio Total” de Luis Carlos Vasconcelos (em Santarém-PA), “Circo do Só Eu” de Esio Magalhães (nos rios Arapiuns e Tapajós, Santarém-PA), “Café com Queijo” do grupo Lume (na região de São Gabriel da Cachoeira, alto rio Negro-AM), “Reis de Fumaça” da Cia do Feijão (no rio Maró-PA). ______________________________________________________________________________________________ Curriculo Maria de Fátima da Silva (Fatinha Silva) – Coordenação Geral e adm.financeira Administradora de empresas, gestora e produtora cultural atuante desde 2002 e fotógrafa desde 1999. Curso de aperfeiçoamento em Gestão Cultural UFPA/Minc. 2015, Sócia fundadora da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil; Sócia fundadora e diretora da Associação Fotoativa por 03 mandatos, Sócia-fundadora e Diretora e coordenadora de Projetos da Namazonia desde a sua fundação em 2001. Participa do Conselho da Área de Proteção Ambiental -APA – Região metropolitana de Belém. Atualmente, é também Conselheira do CNIC – Conselho Nacional Incentivo à Cultura – Ministério da Cidadania, segmento Artes Visuais, período 2019.2020. Coordenação e produção dos projetos: Projeto Ciranda das Artes, atualmente sendo realizado em Santarém, Pará, consiste na oferta de oficinas em vários segmentos culturais, aos alunos das escolas publicas localizadas em bairros populares, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Coordenadora, produtora e curadora da mostra fotográfica Nós.Inteiras?- Edital Banco da Amazônia 2018.2019. – Espaço Cultural Banco da Amazônia - 02 e 03.2019 Projeto O Dia da Caça – Edital Petrobras Cultural 2018/2019 - Lei Rouanet, Projeto À Luz do Círio- Lei Rouanet – 2018; Projeto Um Lugar chamado Primavera – pesquisa e publicação de livro contendo a história do Município de Primavera–PA – Patrocinio Prefeitura M. de Primavera ; Circuito das Artes – Lei Rouanet - 2013.2015- Premio Rodrigo Melo de Franco-IPHAN Belém – a nível estadual: Oferta de oficinas direcionadas aos alunos das rede publica de ensino, atendeu 2.700 alunos, ação realizada em parceria com a Fundação Cultural do Pará, Projeto VII, IX e X Festival Internacional de Humor Gráfico da Amazônia - Ecologia no Traço – 2015/2018 - parceria Secretaria de Estado de Cultura do Pará, Projeto A primeira aventura - O gibi - Coordenação do 1º. Encontro Norte e Nordeste de produtores culturais de Fotografia - Fundação Cultural do Pará, Coordenação e produção de diversos projetos premiados pela Funarte: Espetáculo teatral Divagar e Sempre-2013 – Alter do Chão, PA, Arte Viva– Lei Rouanet, Coordenação do projeto Trocando Palavras do escritor Marcos Quinan, Exposição fotográfica Transição - inauguração das atuais instalações do Tribunal de Justiça do Pará, Projeto Fronteira Norte – Publicação de livro contendo o acerto fotográfico da 1ª. Comissão Brasileira Demarcadora de Limites - Ministério das Relações Exteriores; Produção local exposição Hélio Oiticica – Museu é o Mundo – 2011. Oficinas:Desde 2002 – Ministra oficinas de iniciação à fotografia, Elaboração e Inscrição de projetos em leis de incentivos (Lei Federal, Estadual e Municipal) ___________________________________________________________________________________________- Currículo Produção Cultural Juliana Balsalobre Juliana Balsalobre é atriz, palhaça, arte-educadora e produtora. Natural de São Paulo mudou-se para Alter do Chão/PA, em 2010. Lá fortaleceu seu trabalho como produtora teatral, trabalhando com importantes companhias teatrais do Brasil. Em 2012 faz a produção do Projeto Tietê-Tapajós, águas e terras dos homens. ( Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz) espetáculo em que a Companhia Las Cabaças se juntou com a Companhia do Feijão de Sp, apresentando os espetáculos em comunidades à beira do Rio Maró no Para e em cidades próximas ao rio Tietê no estado de SP. Em 2014 faz a produção da Circulação do Espetáculo Divagar e Sempre no Pará e no Amapá- Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz. No mesmo ano faz a produção local do espetáculo Silêncio Total de Luís Carlos Vasconcellos ( Palhaço Xuxu) em Alter do Chao-PA.( Projeto Petrobrás Distribuidora de Cultura). Em 2015 faz a produção do Projeto Ribeirando o Rio( Prêmio Funarte Carequinha) do grupo Barracão Teatro de Campinas, que levou o espetáculo O Circo do Só Eu de Esio Magalhães para 8 comunidades ribeirinhas do rio Tapajós-Pará. E em julho de 2019 faz a produção do grupo teatral As Graças de SP( Projeto Petrobras Distribuidora de Cultura), que apresentarem o espetáculo Poemas para Brincar em Santarém, Belterra e mais 6 cidades ribeirinhas do Rio Tapajós no Pará.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.