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PRONAC 194339Arquivado a pedido proponenteMecenato

ARTE E EDUCAÇÃO NA PAMPULHA

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DO CENTRO DE CULTURA BELO HORIZONTE - AMICULT
Solicitado
R$ 630,0 mil
Aprovado
R$ 630,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2020-02-03
Término
2022-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O presente projeto pretende contribuir para a promoção e ampliação das Políticas de Patrimônio e Memória e de Fomento à Cultura e às Artes Visuais do Município de Belo Horizonte, desenvolvidas pela Fundação Municipal de Cultura, por meio de Exposições e Ações Educativas Integradas, no Território Pampulha com vistas à preservação, difusão e pesquisa relacionadas aos acervos artísticos e museológicos, à produção artística e às missões específicas das instituições museais localizadas no Conjunto Moderno da Pampulha, no âmbito da Diretoria de Museus. Serão oferecidas como contrapartidas sociais tradução em braile dos textos expositivos e intérprete de libras para as oficinas/ações educativas.

Sinopse

EXPOSIÇÕES O programa de exposições, vinculado às três unidades museológicas componentes do Conjunto Moderno da Pampulha, será desenhado de forma integrada, num jogo de significados que articula artes visuais, arquitetura, história, urbanismo, paisagismo e design. A curadoria terá por desafio contemplar unicidade fundadora do território da Pampulha, sobretudo fortalecendo a singularidade presente na tríade formada pelo Museu de Arte da Pampulha, pelo Museu Casa Kubitschek e pela Casa do Baile. Contará com dois curadores, um de Artes Visuais e Contemporânea e outro de Arquitetura, Urbanismo e Design, ambos com experiência em curadoria e que irão trabalhar de forma colaborativa na conceituação das ações. Prevê transversalidades, tensões, embates, fricções, afirmações, ausências e contaminações, sobretudo entre a arte e a arquitetura. As práticas curatoriais darão ênfase a ações que dialogam com a arte contemporânea, bem como o patrimônio arquitetônico moderno e paisagístico da Pampulha, fortalecendo a vocação destes espaços, promovendo o entrecruzamento da cultura contemporânea com o lastro histórico presente no seu território . Instala-se, a partir daqui a premissa fundante do partido curatorial. Assim, o projeto curatorial deve ser gerado por meio dessa proposição, evitando zonas de apagamento e invisibilidade e tomando como direção as experiências expositivas construídas e constituídas pelas três unidades até o presente momento. As três exposições concebidas obedecerão às diretrizes, quanto a sua tipologia e a sua periodicidade, solicitadas pelo edital de chamamento e conforme escopo detalhado a ser discutido com a Diretoria de Museus e gestores dos espaços, a saber: § MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA Tipologia: exposição itinerante Período expositivo: 12 meses § CASA DO BAILE - CENTRO DE REFERÊNCIA DE ARQUITETURA, URBANISMO E DESIGN Tipologia: exposição de média duração Período expositivo: 8 meses § MUSEU CASA KUBITSCHEK Tipologia: exposição de longa duração Período expositivo: 11 meses com capacidade de permanência no espaço de até 60 meses Reitera-se que a cadeia operatória da gestão expositiva, referente ao programa acima esboçado, será sempre pactuada com o corpo técnico das três instituições, por meio de ações inclusivas e compartilhadas, desde a formulação conceitual e curatorial até sua gestão executiva, ou seja, todos os projetos expositivos, editoriais e educativos serão integralmente organizados com compartilhamento da equipe técnica das instituições museológicas componentes desse programa. Esse pacto objetiva construir laços profissionais e lastros culturais com profundo engajamento de curadores, gestores, artistas, técnicos e funcionários.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar exposições e programas educativos nos três equipamentos museais situados no Conjunto Moderno da Pampulha: Museu de Arte da Pampulha, Casa do Baile _ Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design e Museu Casa Kubitschek, em parceria com a Fundação Municipal de Cultura. Objetivos Específicos a) Realizar 3 exposições que fomentem a produção artística, design, cultura alimentar, paisagismo, urbanismo e arquitetura no município de Belo Horizonte. b) Realizar 48 Ações Educativas e diversificar as Ações Educativas Integradas no Território Pampulha realizadas nas instituições museais localizadas no Conjunto Moderno da Pampulha e no seu entorno, a partir da compreensão do território.

Justificativa

A população de Belo Horizonte tem seus hábitos de lazer e culturais construídos em torno na região centro-sul da cidade, desde sua fundação em 1897. Belo Horizonte foi uma cidade planejada para ser a capital de Minas Gerais no final do século XIX[1], e dentro deste contexto de cidade moderna, o espaço de lazer e encontros sociais e hábitos culturais foram construídos majoritariamente nesta região da cidade, particularmente no Parque Municipal, conforme demonstrado por documentações como jornais e revistas do início do século XX. Em pesquisa realizada em 2013, pelo Datafolha[2] entre os meses de janeiro a abril daquele ano, os belo-horizontinos responderam que os locais que mais frequentam são: parques e praças (21%), com destaque para o Parque Municipal e a Praça da Liberdade localizados na região centro-sul da cidade; seguidos de centros de cultura (14%), onde o mais citado é o Palácio das Artes, também instalado no centro de Belo Horizonte; e as salas de cinema (11%). Detalhando um pouco estes números observamos que os moradores de Belo Horizonte quando saem de casa, preferem ir ao cinema (60%); a feiras (48%) _ tudo indica que os consultados se referem à feira de artesanato da Avenida Afonso Pena; e a festas populares (46%): juninas, carnaval, micaretas, eventos gospel e sertanejos, Comida di Buteco, seresta e calouradas, também foram mencionados. Por outro lado, shows atraíram 45% da população da cidade. Nesta mesma pesquisa, outros espaços acessados pelos belo-horizontinos são bibliotecas (36%), teatro (31%), museus (24%) e dança (23%). Estes dados, corroboram com a percepção de que o belo-horizontino ainda visualiza os espaços e opções de lazer e cultura na região centro-sul de Belo Horizonte. Em uma outra pesquisa de público, um pouco mais recente, realizada com mais de 10 mil pessoas pela empresa JLeiva Cultura[3] & Esporte entre 14 de junho e 27 de julho de 2017, mostra que 54% da população da cidade frequenta feiras de artesanato; 53% shows; 41% teatro; 38% museus e 17% concertos. Ainda foram identificados que, em Belo Horizonte, 67% dos pesquisados frequenta prioritariamente eventos e espaços culturais com entrada gratuita. Um outro dado é que uma a cada três pessoas entrevistadas nunca entrou em um museu e mais de 60% nunca assistiu à um concerto de música clássica. Outros 15% dos entrevistados nunca leu um livro após o cumprimento da idade escolar. Mesmo de maneira superficial, as pesquisas citadas revelam o baixo consumo do belo horizontino quanto aos produtos museais e, também, a concentração de frequência em atividades realizadas na região centro-sul da cidade. Após a titulação da UNESCO, há uma compreensão de que a região da Pampulha permeia a memória afetiva do cidadão da cidade e aguça a curiosidade dos visitantes de fora, o que poderá ser reforçado por meio de ocupações contemporâneas de seus espaços, a partir de um olhar integrado entre arquitetura, paisagem natural, ações educativas, turísticas e culturais. Em um cenário onde boa parte das práticas de lazer e cultura estão associadas historicamente a região centro-sul de Belo Horizonte, o desenvolvimento de AÇÕES DIVERSIFICADAS NO CONJUNTO MODERNO DA PAMPULHA, visa ajudar ao poder público na descentralização e popularização dos hábitos de cultura e lazer na cidade. Este projeto tem potencial para impactar mais diretamente os 57 bairros que integram a regional Pampulha, a terceira maior regional de Belo Horizonte[4]. No Conjunto Moderno da Pampulha, estão localizados três dos sete museus da Diretoria de Museus da Fundação Municipal de Cultura. São eles: Museu de Arte da Pampulha, Casa do Baile _ Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design e Museu Casa Kubitschek. Destaca-se a atuação integrada entre eles, uma vez que partem do pressuposto de que o território da Pampulha deve ser entendido como único, compartilhando características muito específicas, relacionadas a sua formação e desenvolvimento. O Museu de Arte da Pampulha - MAP - foi inaugurado em 1957. Tem como missão oferecer ao público experiências reflexivas, simbólicas, afetivas e sensoriais no campo das Artes Visuais, por meio de suas ações artísticas e museológicas e de seu acervo moderno e contemporâneo, em diálogo com sua arquitetura e sua paisagem. O Museu possui uma programação anual de exposições que mostram, além do acervo da instituição, a produção artística contemporânea brasileira. A Casa do Baile _ Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, reaberta em dezembro de 2002, tem como proposta organizar, documentar e valorizar tanto os espaços construídos e simbólicos da cidade quanto os objetos que se tornaram referência no nosso dia a dia. Dessa forma, possibilita o acesso democrático às informações relativas ao urbanismo, à arquitetura e ao design, fundamentais para a valorização da identidade social da Pampulha e de Belo Horizonte. A Casa do Baile - Centro de Referência da Arquitetura, Urbanismo e Design realiza exposições temporárias, divulga publicações, promove seminários, encontros e outros eventos. O Museu Casa Kubitschek foi aberto ao público em 2013 com o objetivo de promover experiências reflexivas e sensíveis no campo do paisagismo, da arquitetura residencial e do design modernos, além de fomentar pesquisas sobre a ocupação da Pampulha. Em sua programação cultural, o Museu Casa Kubitschek oferece ao público exposições, visitas mediadas aos jardins e às mostras, caminhadas na orla, distribuição de mudas, oficinas de jardinagem e atividades manuais - em especial, o bordado. O presente projeto se propõe a fomentar o acesso à cultura por meio da realização de Exposições e Ações Educativas nos equipamentos citados acima do Conjunto Moderno da Pampulha. Todas as ações do projeto serão gratuitas, visando estimular o acesso do público em geral. Desta forma, o projeto se enquadra na seguinte inciso do Art 1° da Lei LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Serão alcançados os seguintes objetivos do Artigo 3 da Lei 8.313/91. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; [1] NETO, Georgino J. de Souza; SILVA, Silvio Ricardo da. O Advento do Lazer em Belo Horizonte ou das "Festas e Diversões". Licere, Belo Horizonte, v.12, n.2, jun./2009. [2] https://www.uai.com.br/app/noticia/e-mais/2014/12/01/noticia-e-mais,162015/pesquisa-mostra-quais-sao-os-habitos-culturais-de-bh.shtml [3] http://edicaodobrasil.com.br/2018/08/17/pesquisa-desvenda-habitos-culturais-em-belo-horizonte-e-outras-capitais/ [4] https://prefeitura.pbh.gov.br/noticias/prodabel-detalha-tamanho-e-numero-de-bairros-das-regionais

Especificação técnica

EDUCATIVO O Programa educativo adotado nos três espaços museais pautará a entrega das 48 ações educativas integradas no Conjunto Moderno da Pampulha, respaldadas pelas premissas contemporâneas da Mediação Cultural e diretrizes curatoriais para a atual proposta, buscando-se a excelência das ações, do atendimento ao público e o consequente posicionamento do Programa Educativo. Será realizada a estruturação de relacionamento com os visitantes com vistas à difusão da Arte e do Patrimônio Cultural Material e Imaterial por meio da Educação e da ampliação do acesso às expressões culturais que compõem a programação dos espaços referenciados, sempre em diálogo com a Fundação Municipal de Cultura. Abrange uma série de atividades como visitas mediadas agendadas e espontâneas, encontros de formação de professores educadores, oficinas e a construção de um espaço de reflexão e debates. O Programa Educativo prevê a realização de atividades específicas para o público infanto-juvenil e o desenvolvimento de ações de acessibilidade que contemple aspectos físicos, intelectuais e sensoriais visando à inclusão e à autonomia dos visitantes com deficiência. Envolve todos os funcionários e colaboradores na construção de um pensamento educativo e ao mesmo tempo aprendente, um lugar onde a democracia cultural seja almejada e praticada por todos. Contempla o atendimento contínuo a público composto de escolares, universitários, educadores, terceira idade, crianças, pessoas com deficiência, entre outros, por meio de ações elaboradas e conduzidas não apenas por educadores, mas por parte da equipe integrante da programação anual (curadores, artistas, coordenadores e demais integrantes do corpo de trabalho interessados em ações integradas). A proposta contemplará também a formação de novos públicos e buscará promover articulação com toda a programação dos espaços: Museu de Arte da Pampulha, Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design e Museu Casa Kubitschek, estimulando o contato do público com várias áreas de expressão artísticas numa abordagem multidisciplinar numa estrutura de atendimento que contemple: · Visitas Mediadas destinada a grupos agendados: escolares, lares de idosos, famílias, universitários, turistas, organizações não governamentais, projetos sociais, entre outros; (Visitas Mediadas, Visitas ao Edifício) · Visitas Mediadas para público espontâneo, com várias ofertas diárias com temas distintos; (Visitas Mediadas) · Visitas Mediadas nos jardins; · Suporte a educadores sociais e professores em encontro anterior às visitas tendo por objetivo apoiá-los no planejamento da ação cultural, disponibilizando material específico; · Programação específica para o público infanto-juvenil e idoso; · Oficinas para o público em geral abordando os campos de expressão das Artes Visuais, Literatura, Paisagismo, arquitetura, história; (oficina de aquarela, oficina de férias, oficina de mudas) · Desenvolvimento de ações especiais como “Corpo e obra; (Arquitetura dos Sentidos) · Rodas de Culturas – atividade específicas para jovens e adultos da Educação de Jovens e Adultos envolvendo as referências culturais pessoais, de suas comunidades e da cidade; (EJA na casa) · Ações de relacionamento e Formação Continuada de Novos Públicos com escolas e entidades sem fins econômicos, envolvendo ações nessas instituições antes e depois das visitas mediadas; (Vizinhos na Pampulha) · Interlocução com Programas Educativos de outras instituições culturais; · Elaboração do Caderno do Mediador para exposições e outros eventos da programação voltados ao público em geral e pessoas com deficiência e/ou a adoção de outras metodologias para explorar as experiências estéticas e práticas tal como são captadas e compartilhadas entre a equipe de mediadores, visitantes e profissionais envolvidos na programação dos espaços. A execução do proposto envolve o reconhecimento e o engajamento das equipes de educadores que já estão consolidadas e que hoje operam nos 3 espaços: Museu de Arte da Pampulha, Casa do Baile - Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design e Museu Casa Kubitschek, complementada por meio da seleção de novos educadores. Esta seleção se dará de maneira conjunta, de modo que atenda o perfil exigido; Envio de carta de intenção; Entrevista individual e Análise currículo. Assim, serão contratados, além de um coordenador de Programa Educativo, três educadores mediadores assistentes, para execução do programa, ao longo de 18 meses. As reuniões regulares serão momentos de troca criativa e alimentação do inventário de ações que comporão o escopo do programa educativo implementado ao final de um ano de atuação.

Acessibilidade

Produto Cultural Cadastrado: Exposições A Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design criou medidas de acessibilidade física para público com mobilidade reduzida, deficiente físico ou idoso em 2002, quando foi restaurada e atualmente oferece um banheiro adaptado e sinalizado, além de possuir acesso viável para este público. O Museu Casa Kubitschek também possui soluções arquitetônicas implementadas em sua restauração em 2012-2013, que se preocupam com a acessibilidade física, com instalação de um banheiro adaptado e sinalizado. Além das medidas de acessibilidade física já adotadas pelos próprios espaços, o presente projeto oferecerá: PRODUTO EXPOSIÇÕES: - impressão das informações em braile para os textos expositivos. - adoção e capacitação de equipe de atendimento quanto ao conceito de facilitação no atendimento de visitantes portadores de deficiência para melhor usufruto das exposições. PRODUTO OFICINAS: - interprete de libras para oficinas, atividades educativas, palestras. - adoção de metodologias inclusivas para realização de ações educativas, com vistas a inclusão de pessoas com deficiência nas atividades.

Democratização do acesso

Produto Cultural Cadastrado: Exposições Todos os produtos do projeto estarão disponíveis de forma gratuita. Serão realizadas, para além do produto principal do projeto, oficinas, palestras, cursos e atividades ao aberto e divulgação de todas as atividades. Serão adotadas, conforme Art. 21 da Instrução Normativa n° 2 de23 de abril de 2019, as seguintes medidas de ampliação ao acesso: V – Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22.

Ficha técnica

GABRIELA SANTORO DE CASTRO – Direção Geral do Projeto - Dirigente - rubrica 25 - Diretor Geral Formada em Relações Públicas pela PUC-MG (1996), possui um MBA em gestão do conhecimento e inteligência empresarial pela COPPE-UFRJ e uma especialização em gestão avançada do Esporte pelo Instituto Olímpico BrasileiroGerente executiva de projetos, com grande experiência na área pública, tendo passado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, pelo Ministério do Esporte e pela Casa Civil do Governo do Estado do RJ e pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Governo do Estado de MG (SEDECTES). Conduziu projetos internacionais, liderou equipes na China, Itália, Inglaterra, Bélgica e Rússia e foi responsável pela interface com executivos estrangeiros de passagem pelo Brasil (COI, FIFA, FISU, IPC e outros integrantes de cias artísticas em turnês que produziu). Ao longo da sua carreira, Gabriela Santoro esteve à frente de importantes realizações como o FINIT Festival (2018), Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte – FIT (2018), Festival Internacional de Quadrinhos - FIQ (2018), Festival Acontece I BH120 Anos (2017), Show Ed Sheeran – Belo Horizonte (2017), Jogos Olímpicos e Paralímpicos – Rio de Janeiro (2016), Copa do Mundo da FIFA Brasil – Rio de Janeiro (2014), Copa das Confederações FIFA Brasil – Rio de Janeiro (2013), Rio+20 – Lounge VVIP para Chefes de Estado e Nação (2012), Candidatura do Rio de Janeiro aos Jogos Olímpicos de 2016 (2009), Semana Minas Gerais-Piemonte em Torino/Itália (2008), Casa Brasil em Pequim / China – Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Verão (2008), Cerimônias de Abertura, Encerramento e Premiação dos Jogos Pan e Parapanamericanos no Rio de Janeiro (2007), Campanha de Comunicação Integrada – Ano do Brasil na França – Presidência da República (2005), Campanha de Comunicação Integrada – O Melhor do Brasil é o Brasileiro – Presidência da República (2004), Lançamento Mundial da AngloGold Brasil (atual AngloGold Ashanti - 2001), Turnê Nacional do Ballet Bejart / Dellarte (2000), Lançamento Mundial do Fiat Palio (1996), Produção dos programas Viva Legal e Tirando de Letra – TV Futura (1995). DANIELA SAVOI VIEIRA DE SOUZA - Direção Jurídico e Financeira - Dirigente - rubrica 36 - Advogado Gestora jurídica, advogada formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais em 1996. Pós-graduada em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho “lato sensu” pela Fundação do Ministério Público; pós-graduanda em Terceiro Setor – Faculdade Batista de Minas Gerais. Diretora Jurídica-Financeira da Associação dos Amigos do Centro de Cultura de Belo Horizonte desde 2018, exerceu a coordenação jurídica de grandes eventos (FIQ-BH 2018, FIT-BH 2018, Temporada FAN 2018), Festival Somos Comunidade 2018 e 2019, 5ª Virada Cultural de Belo Horizonte). Sócia e gestora administrativa do escritório Gontijo Mendes Advogados Associados (entre abril 2000 a maio de 2018), nas áreas de Direito do Trabalho, Direito Civil, Direito Administrativo, Direito Cultural, Contencioso Geral. Advogada no escritório Henrique Augusto Mourão & Advogados Associados (julho de 1997 a março de 2000) com atuação nas áreas de Direito do Trabalho, Direito Civil, Direito Administrativo, Contencioso Geral. Advogada no escritório Antônio Domingos Teixeira Bedran & Advogados Associados (julho de 1995 a junho de 1997) com atuação nas áreas de Direito do Trabalho, Direito Civil, Direito Administrativo, Contencioso Geral LILIAN NUNES VIEIRA – Direção Executiva - Dirigente - rubrica 24 - Diretor de Produção Produtora, cantor, atriz e locutora. Graduada em jornalismoFundadora da Coreto Cultural, atuou na elaboração, coordenação e realização de alguns dos principais festivais de Minas Gerais: Virada Cultural de Belo Horizonte, Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte (FIT), Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), Festival de Arte Negra (FAN), Feira Literária de Betim, Festival de Literatura do Circuito Liberdade, Momentos Aymoré, Festival Cultural Instituto UnimedBH, Descontorno Cultural, Festival Somos Comunidade, Conexão Vivo, Natura Musical. Tem também grande experiência na produção e circulação de espetáculos nacionais e internacionais, tais como Kirov, Scala de Milão, Pilobolus, Kataklo, Debora Colker, Elis A Musical, Vale Tudo Tim Maia O Musical. MARCONI DRUMMOND LAGE – Curador - GRADUAÇÃO: 1991 Bacharel em Artes Plásticas / Escola de Belas Artes Universidade Federal de Minas Gerais - ESPECIALIZAÇÃO:1998 Gestão Cultural / Instituto de Educação Continuada Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - ESPECIALIZAÇÃO: 2009 Como gerir um museu / DUO Informação e Cultura ICOM, Conselho Internacional de Museus/ UNESCO - MESTRADO: 2011 Programa de Pós-graduação em Artes Visuais / Escola de Belas Artes Universidade Federal de Minas GeraisEntre 2006 e 2010 atuou como curador do Museu de Arte da Pampulha onde foi responsável pela coordenação de 3 edições do programa de arte-residência BOLSA PAMPULHA (2005/2006, 2007/2008 e 2010/2011) e pela concepção e coordenação editorial das publicações. Vinculado ao programa expositivo do Museu de Arte da Pampulha/MAP organizou inúmeros projetos curatoriais além de exposições individuais, coletivas, históricas e monográficas, dentre elas: P_BRUSCKY: UMA OBRA SEM ORIGINAL (2010); CASSINO COISÁRIO MUSEU (2010); O GRIVO (2009); ENTRE SALÕES 1969/2000: O ACERVO DO MAP NO CONTEXTO DO SALAO NACIONAL DE ARTE (2009); Adriana Varejão (2008); PROCEDENTE - MAP NOVAS AQUISIÇÕES (2008); Cao guimarães (2008); PREPARATÓRIA: BOLSA PAMPULHA 2007/2008 (2008); CHELPA FERRO (2008); REGINA SILVEIRA: COMPÊNDIO [RS]; (2007); NEOVANGUARDAS (2007); BINÁRIA: ACERVO E COLEÇÕES (2007); ROBERTO BETHÔNICO (2006); NIURA BELLAVINHA (2006); Jac Leirner (2006/2007). Foi Superintendente da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade, Itabira, MG (2013/2014). Atuou como Diretor da Escola de Arte Rodrigo Melo Franco de Andrade, Fundação de Arte de Ouro Preto, Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, Ouro Preto, MG. Responsável pelo Núcleo de Arte, pelo Núcleo de Conservação e Restauração e pela Galeria de Arte Nello Nuno (2004/2006). Desde 2014 atua na Cápsula Cultura, agência dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, curatoriais e de design. Trabalha de forma integrada e multidisciplinar na concepção, pesquisa, elaboração, produção, gestão, coordenação e consultoria de projetos culturais e publicações, especialmente vinculados ao universo das artes visuais. Elabora projetos culturais para leis de incentivo e editais. Atua em parceria com artistas, curadores, museólogos, pesquisadores, historiadores da arte, arquitetos, instituições culturais, designers, gestores culturais e patrocinadores públicos e privados. Como curador independente realizou inúmeros projetos curatoriais entre eles: CRIA: EXPERIÊNCIAS DE INVENÇÃO, Centro Cultural Minas Tênis Clube, Belo Horizonte, MG, (2019); CARTOGRAFIA IMAGINÁRIA: A CIDADE E SUAS ESCRITAS, Sesc Palladium, Belo Horizonte, MG, (2018); LORENZATO: SIMPLES SINGULAR, Centro Cultural Minas Tênis Clube, Belo Horizonte, MG, (2017); ABSURDUS: MURILO RUBIÃO 100 ANOS, Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, (2017); LUPA: ENSAIOS AUDIOVISUAIS, Museu de Artes e Ofícios, Belo Horizonte, MG, (2016); HORIZONTE MODERNO, Centro Cultural Minas Tênis Clube, Belo Horizonte, MG (2015); HABITÁCULO, Cine Theatro Brasil, Belo Horizonte, MG, (2015); QUASEPOEMA: CARTAS E OUTRAS ESCRITURAS DRUMMONDIANAS, Casa Fiat de Cultura, Belo Horizonte, MG, (2015); PTYX: 100 ANOS POETA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, Centro Cultural Usiminas, Ipatinga, MG, (2003). A partir de 1995 desenvolve atividades como artista gráfico elaborando projetos editoriais para artistas, galerias de arte, museus e instituições culturais. Como artista visual e artista gráfico recebeu os seguintes prêmios: 51º PRÊMIO JABUTI, Câmara Brasileira do Livro, São Paulo, SP (em parceria com Marcelo Drummond); VI Bienal de Santos, (Santos, SP,1997); Salão de Arte Paranaense, (Curitiba, PR,1996); 7º Salão Nacional de Arte Universitária, UFMG, (Belo Horizonte, MG, 1989); Bolsa Ivan Serpa, Funarte/Inap, (Rio de Janeiro, RJ,1988). Participou de importantes exposições dedicadas as artes gráficas, dentre elas: DESIGN BRASILEIRO HOJE: FRONTEIRAS, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, SP (2009); we loves books! A WorlD TOUR, Centre du Graphisme d’échirolles, Paris, França (2008); A CULTURA DO CARTAZ; MEIO SÉCULO DE CARTAZES BRASILEIROS DE PROPAGANDA CULTURAL, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP (2008). PAOLA SPOSITO BARRETO – Coordenador de Projeto Mestrado em Análise e Gestão de Projeto – Universidade dos Estudos de Milão Especialização em Matemática – Universidade Federal de Minas Gerais Graduação em Matemática – Unicentro Newton PaivaINSTITUTO INHOTIM - Compilação de Projeto, elaboração e análise das planilhas: definição dos objetivos, justificativas, metodologias, cálculo de custos e tempo; - Gestão do processo de aprovação diante das autoridades competentes; - Gestão administrativa do projeto (contratos e despesas); - Compilação e acompanhamento das prestações de contas. Projetos: § Projeto de Manutenção do Inhotim § Inhotim Manutenção e Programação 10 anos (https://inhotim.org.br/10anos/?page_id=82&category=galeria) § Inhotim Noite Aberta (https://www.inhotim.org.br/blog/tag/inhotim-noite-aberta/) § Ocupações Temporárias (https://www.inhotim.org.br/blog/tag/exposicao/) § Inhotim em Cena – Horizontes Sonoros (https://www.inhotim.org.br/blog/tag/inhotim-em-cena/) § Descentralizando o Acesso § Laboratório Inhotim § Programa Escola Vai ao Museu PUC MINAS – MEMORIAL DA ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE - Compilação de Projeto, elaboração e análise das planilhas: definição dos objetivos, justificativas, metodologias, cálculo de custos e tempo; - Gestão do processo de aprovação diante das autoridades competentes; - Gestão administrativa do projeto (contratos e despesas); - Compilação e acompanhamento das prestações de contas. Projetos: § Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte- Manutenção das Atividades 2014/205/206 - PLANO ANUAL § 3ª Etapa da Restauração dos Elementos Artísticos da Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Sabará § Projeto de Restauração Arquitetônica da Matriz de São José das Três Ilhas, Belmiro Braga - MG § Restauração da Capela de Nossa Senhora Imaculada Conceição e Santa Edwiges em Contagem/MG § Recuperação da Cobertura e Cúpula da Capela Mor da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso/Caeté § Orquestra e Coral Cristo Rei § Restauração da Capela de Rosário/Morro Vermelho GRUPO DE APLICAÇÃO INTERDISCIPLINAR À APRENDIZAGEM – GAIA - Implantação de projeto de qualificação de ONG’s em Niquelândia (GO) visando fornecer subsídios básicos para elaboração de projetos, gestão financeira, captação de recursos e divulgação de resultados. COMITÊ DE BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO DAS VELHAS - Elaboração de 12 projetos ambientais para utilização da verba advinda da cobrança pelo uso da água, instituída em Minas Gerais em 2010, visando minimizar os impactos ambientais encontrados nas regiões de atuação do Comitê. § Recuperação de Nascentes e Matas Ciliares na Bacia do Rio Taquaraçu. (http://www.cbhvelhas.org.br/images/projetos%20SCBH/PROJ%20TAQUARACU_FINAL.pdf) § Diagnóstico Rápido Participativo para identificação das principais causas de degradação das águas, conseqüentes de práticas rurais, na bacia hidrográfica do Ribeirão da Mata § Fomento à divulgação e utilização de técnicas agroecológicas e ambientais, a partir da estruturação de Unidades Demonstrativas, em propriedades rurais na bacia do Ribeirão Jequitibá § Diagnóstico Ambiental na Bacia Hidrográfica do Rio Caeté/Sabará § Conhecendo o Rio Itabirito Artigo publicado: Planejamento e Gestão Participativos: a metodologia para início da aplicação da Cobrança pelo Uso da Água na Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas. Disponível em: https://iwra.org/member/congress/resource/PAP00-6027.pdf MARCILENE FERREIRA DA SILVA - Coodenação Programa Educativo Graduada em Filosofia (Bacharel e licenciatura) pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e Pós Graduada em Educação Especial e Inclusiva pela Universidade Gama Filho, São Paulo. Especialização em Filosofia da Arte e Educação do Campo (curso de extensão) pela Universidade Federal de Minas Gerais. Coordena e administra a empresa Nuvem Projetos Educativos e o Projeto Dentro/Fora com exposição para artistas sem galeria. idealizadora do projeto Meu corpo, minha obra: Imersão, vivência e curadoria coletiva para artistas. Compõe a equipe de organização da RAM - Residência artística da Mutuca (Altamira/Nova União-MG). Participou da banca de júri para seleção de projetos do edital de ocupação das galerias da Fundação Clóvis Salgado em Belo Horizonte, março de 2019. Desenvolveu e coordenou o Programa Educativo para a exposição “Museu do Futebol na área” no Centro Cultural Banco do Brasil - Belo Horizonte, 2018. Selecionada para o programa de residência artística do EAC - Espacio de arte contemporâneo de Montevideo como pesquisadora em arte contemporânea e modos de fazer. Coordenou o Programa Educativo para a FLAC – Feira Livre de Arte Contemporânea em Belo Horizonte/2017. Foi Produtora artística e assistente de curadoria na dotART galeria 2016/17. Atuou como coordenadora e curadora na galeria de arte Mama/Cadela em Belo Horizonte nos anos de 2015/16. Produziu e participou da Líquen – Micro residência em artes vivas/ Belo Horizonte, 2015. Realizou a Curadoria Educativa da Exposição Horizonte Moderno– Galeria de arte do Centro Cultural Minas Tênis Clube de novembro\2015 a fevereiro\2016 com curadoria de Fabíola Moulan e Marconi Drummond e coordenou o educativo da exposição Cor, luz e movimento: Sala especial Abraham Palatnik pelo Prêmio Marcantonio Vilaça 2014. Coordenou o educativo da exposição Tomie Ohtake 100 anos em Belo Horizonte. Exposição temporária do Instituto Tomie Ohtake –SP. Coordenou o educativo do projeto Panorama Contemporâneo para a Exposição Centauro em Santa Lúcia, Belo Horizonte. Possui experiência profissional como arte educadora no Instituto Inhotim (2008 a 2012), desenvolvendo projetos educativos, formação de estagiários, mediadores e monitores; avaliação e prestação de contas de projetos e patrocínios, parceria com escolas da rede pública, formação com professores e visitas escolares. Orientadora de bolsistas de iniciação científica júnior Inhotim/Fapemig. Coordenou o Intercâmbio Cultural entre Instituto Cultural Inhotim (Brumadinho-MG) e Tate Modern Museum (Londres - Inglaterra) 2011/2012. Pesquisadora da I Bienal de artes de Montevideo - Uruguai, 2012. RUTH LÉA AMARAL - Coordenação Administrativo Financeira e RH Técnico em Contabilidade - nível médioTrabalhou na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, desde 1986, atendendo a Secretaria/Fundação Municipal de Cultura até 2016. Últimos projetos trabalhados pela Fundação Municipal de Cultura: 9º Festival Internacional de Quadrinhos, 2015 e 2016; 6a. Edição Bolsa Pampulha, 2013, 2015 e 2016; Casa Kubitscheck: A Casa Moderna e a Interpretação da Pampulha, 2013 a 2016; Museu da Moda / Industria Têxtil Mineira: Raízes e Evolução, 2016; Celebração Conjunto Moderno da Pampulha - Patrimônio da Humanidade, 2016. Atuações no FIT-BH: 1994 – 1ª. Edição – Coordenação Administrativa financeira; 2012 – 11ª. Edição – Assistente financeiro. Projeto em andamento: 5ª. Virada Cultural de Belo Horizonte – Acompanhamento das contratações, pagamentos, controle de rubricas, intermediação com assessoria contábil, prestação de contas. Outras experiências: 1997 - projeto FORUMBHZVIDEO; 2005 a 2007 - Santa Rosa Bureau Cultural, projeto Trem Azul da Vale – Ouro Preto/Mariana, Implantação, Museografia e Obras; 2009 a 2011 - Coordenadora Financeira, Santa Rosa Bureau Cultural, administração financeira da empresa e as prestações de contas de projetos incentivados por Lei Federal e BNDES; Órgão de São João Del Rei, AMAREI-São João Del Rei; Trem Azul da Vale – Educação Patrimonial e Manutenção 2008/2009; Fundação Vale do Rio Doce; Trem da Vale – Manutenção 2011/2012; Fundação Vale do Rio Doce; Museu da Liturgia – Obra e Museografia, Paróquia de Santo Antônio/BNDES, Tiradentes/MG; Museu Vale Manutenção 2011/2012 – Associação Museu Ferroviário Vale do Rio Doce, Vitória/ES; Projetos Estação do Conhecimento – Fundação Vale do Rio Doce; Agosto/2012 a novembro/2012, Assistente financeira ao projeto Temporada de Óperas 2012 – Palácio das Artes.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.