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PRONAC 194345Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

EXPOSIÇÃO

INSTITUTO MEMORIA E VIDA
Solicitado
R$ 937,1 mil
Aprovado
R$ 937,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
19

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2020-06-01
Término
2022-06-01
Locais de realização (3)
Maringá ParanáRio de Janeiro Rio de JaneiroItapema Santa Catarina

Resumo

Montagem de exposição artística itinerante referente a história do Vôlei de Praia, por meio de diferentes linguagens incluindo fotografias, audiovisual, e acervo de esportistas, colecionadores e coletivos relacionados ao esporte.

Sinopse

Não pertinente ao projeto.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar a montagem de exposição em 3 cidades brasileiras. - Realizar 6 palestras relacionadas as contrapartidas sociais.

Justificativa

O Vôlei de Praia, no Brasil passou a ser praticada na década de 1.930 de forma amadora, nas praias de Copacabana e de Ipanema, no Rio de Janeiro. Durante as décadas seguintes, o vôlei de praia ganhou milhares de adeptos no país, mas era encarado como atividade lúdica e prazerosa. Isso mudou a partir de 1.986, quando se realizou o Hollywood Volley, em Copacabana (RJ) e em Santos (SP), com a participação de atletas brasileiros e internacionais. Oficializado pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) após o Hollywood Volley, o vôlei de praia teve o seu primeiro Campeonato Mundial disputado nas areias de Ipanema, em 1987. Estava aberta a porta para a evolução de uma modalidade que hoje ocupa posição de destaque no cenário esportivo brasileiro e internacional. No Brasil, além dos Circuitos de Vôlei de Praia denominados Open, Challenger, Nacional, Super Praia, Sub-23, Sub-21, Sub-19 e Vôlei Master, também são disputados Campeonatos Estaduais, divididos regionalmente, e a cada mês um torneio é disputado em um estado do país. Como fruto da organização e investimentos feitos nas últimas décadas e pela realização dos Jogos Olímpicos do Rio, o domínio do Brasil no vôlei de praia é quase absoluto. Apesar da evolução de outros países, como Holanda, Polônia, Rússia, Estados Unidos, as duplas brasileiras ainda estão na ponta. Isso acontece porque o Brasil já tem uma escola e houve um grande investimento no vôlei de praia desde 2005. Variação natural do voleibol, a modalidade praticada na areia foi inventada em 1.895, nos Estados Unidos. Na Califórnia, os pioneiros começaram a praticar a modalidade em 1.920. Aos poucos, a ideia foi ganhando adeptos dentro e fora dos Estados Unidos, até que, em 1.947, foi realizado o primeiro torneio oficial de vôlei de praia e três anos depois, veio o primeiro circuito, composto por etapas jogadas em cinco praias da Califórnia. O sucesso da iniciativa motivou a fundação, em 1.960, da California Beach Volleyball Association (CBVA), que impulsionou a prática, consolidando a modalidade mundialmente na década de 1.980. Arrebatando diversos jogadores do vôlei de quadra, em 1.996, nos Jogos de Atlanta, o esporte tornou-se oficialmente um esporte olímpico. Nas duas modalidades a participação de Maringá na história do vôlei se destaca como um dos celeiros de atletas desse esporte. Nesse contexto é fundamental que a história seja preservada e memória dos atletas e treinadores a ela vinculada sejam mantidas. A exposição pretendida busca levar a três cidades a relação de algumas linguagem artísticas como a fotografia e o audiovisual, além de se apoiar em um formato museológico no tratamento de acervo de colecionadores, atletas e entidades ligadas ao Vôlei. Além das questões relacionadas a preservação guarda e conservação do acervo histórico relacionado ao esporte, há necessidade de ampliarmos a dimensão cultural e artística que essa modalidade interage com o público, estimulando no campo também da linguagem e do comportamento os valores contidos na prática do esporte. Buscaremos com a valorização das histórias e ídolos, e principalmente dos praticantes da modalidade. Dessa maneira a produção de acervo de história oral ainda é possível e está previsto no escopo de nosso projeto. Tais depoimentos serão fontes de pesquisa que registrarão aspectos singulares de acontecimentos históricos. O processo de construção de identidade dos atores sociais, a riqueza de elementos afetivos, a diversidade de versões a respeito das trajetórias pessoais e sociais, o registro de informações históricas originais ou as experiências são algumas das dimensões que caracterizarão a proposta expositiva. O fomento às iniciativas como a proposta pelo projeto, pelos valores envolvidos, pelos benefícios sociais previstos na Política Nacional de Cultura e pelo ineditismo da proposta no Brasil tem na sua aprovação junto ao PRONAC fator essencial para sua viabilidade. O projeto cumpre com as seguintes finalidades descritas no Art. 1° da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Para cumprimento dessas finalidades, o projeto se enquadra no indicado no Art. 3° da Lei 8.313/91: II- fomento à produção cultural e artística mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

1 - O projeto não prevê a aquisição de bens patrimoniais. 2 – Haverá autoremuneração do proponente, no item DIRETOR GERAL.

Especificação técnica

Não pertinente ao projeto.

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: Cadeiras e locais com acesso facilitado para idosos e cadeirantes. Cadeiras de rodas elétricas especiais para pisos em areia. DEFICIENTES AUDITIVOS: Legendas DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição das 21 telas (incluindo os textos, e outras informações do espaço expositivo). PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: Cadeiras e locais com acesso facilitado para idosos e cadeirantes. Cadeiras de rodas elétricas especiais para pisos em areia. DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de Libras DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição

Democratização do acesso

EXPOSIÇÃO DE ARTES II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;

Ficha técnica

Instituto Memória e Vida (proponente) - Diretor Geral – O Instituto Memória e Vida – O Instituto tem como missão, dentre outras, a democratização do acesso, uso e produção de bens culturais de modo a contribuir para a promoção da dignidade da pessoa humana; a preservação, a manutenção e a divulgação da história, seu patrimônio cultural, material e imaterial, assim como a valorização da forma de ocupação do território; a criação, organização e manutenção de museus sobre o homem, suas relações com o ambiente e suas relações sociais; o trabalho de preservação e pesquisa do patrimônio cultural natural, tangível, intangível, digital, sócio-cultural e humanístico; a criação, promoção e manutenção de espaços públicos que visem a informação, a educação, a conservação da memória material e imaterial. Fundado em 2019 vem propondo uma reflexão sobre a realidade da museologia no Paraná. Principais realizações: Idealizador e produtor do Primeiro Fórum da Produção Cultural em Pequenos e Médios Municípios / agosto-2012; Ganhador do Prêmio ECONOMIA CRIATIVA (MinC/2012). Ana Vargas - Produtor executivo - Relações Públicas com mais de 26 anos de experiência em gestão, execução, avaliação e monitoramento de programas internos e externos de comunicação, marketing e responsabilidade social em empresas de médio e grande porte. Atuação nas áreas eventos corporativos, científicos, de ativação de marca; ações de relacionamento e engajamento; de responsabilidade socioambiental e sustentabilidade; voluntariado, marketing cultural e esportivo. Especialista no desenvolvimento e implantação de projetos culturais e leis de incentivo, também com atuação na captação de recursos. Tem experiência no setor privado e terceiro setor, em posições de liderança de equipes multidisciplinares próprias e terceirizadas. Membro da ABCR – Associação Brasileira de Captação de Recursos. Catarina Faria - Assistente de Produção - Museóloga, sócia e gestora da Museal da Museal Assessoria Museológica Ltda, desde 2006 que foi criada para prestação de serviços técnicos para museus e centros culturais. Nesse período desenvolveu trabalhos em várias instituições públicas e privadas, na gestão e preservação de acervos (Museus do Folclore/IPHAN e das Telecomunicações OI Futuro) montagem de exposição (Museu do Folclore/IPHAN e SESC Duque de Caxias e Nova Iguaçu), gestão de programa educativo (OI Futuro) e produção de publicações e eventos como seminários e os lançamentos das publicações (Museus do Folclore/IPHAN e das Telecomunicações OI Futuro). Atuou por 6 anos na gestão do Programa Educativo do OI Futuro através de projetos incentivados junto a Lei de Incentivo do Estado do Rio de Janeiro. Rita Gama – Palestrante e Assistente de produção - Museóloga com experiência em elaboração e execução de projetos culturais. Sócia gerente da Pé no Chão Produções Artísticas, com atuação no circuito cultural desde 2004. Em 2019 coordenou o projeto Bagagem Cultural Itaboraí, executado com recursos da lei federal de incentivo à Cultura. Associação Maringaense de Vôlei de Praia – AMVP - Curador/Curadoria – AMVP - fundada em 2001 intuito de fomentar a modalidade da cidade de Maringá e no Estado do Paraná. Maior vencedor de títulos nos Jogos Abertos do Paraná e Jogos da Juventude do Paraná. Paulo Pelá – Projeto Gráfico - Graduado em Desenho Industrial/ Projeto de Produto (1998) e MBA em gerenciamento de projetos. Há 16 anos no mercado, com vasta experiência em direção de arte para projetos gráficos, editoriais, campanhas, identidades visuais, material de merchandising, etc. Já trabalhou para grandes empresas dentro e fora do Brasil. Entre elas: Asian Games (Ashgabat2017), Jogos Olimpicos (Rio2016), PolyGram/Universal Music, Warner Music, EMI, Editora Abril, Dupla Design (PAN Rio2007), Workstation Solutions London, Peter Hill Design Soho London, Selluloid Comunicação Costumizada, entre outras. Teve o seu projeto Berço Esplêndido escolhido e premiado pelas mostras: Bienal Ibero Americana de Design, Disegno Contra La Pobreza - Madrid, Bienal de Design Curitiba 2010 e Rio+França novos Designers. Especialidades: Projeto de Produto, Direção de Arte e Criação, Gerenciamento de Equipe e Projetos, Estratégia de Marcas, Campanhas de Marketing

Providência

PROJETO ARQUIVADO.