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O projeto visa garantir a integridade, preservação e guarda dos acervos raros da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e, estabelecer a infraestrutura destinada à preservação e gestão do patrimônio científico e cultural de seus acervos raros, tendo a conservação preventiva, a conservação integrada, o gerenciamento de riscos, a educação patrimonial, a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico como eixos estruturantes de uma política institucional de preservação de seus acervos raros, e como princípio, atuar de maneira sustentável, garantindo a acessibilidade ao patrimônio para a sociedade no presente e no futuro.
Objetivo geral Garantir a integridade, preservação e guarda dos acervos raros da UFRJ e, estabelecer a infraestrutura destinada à preservação e gestão do patrimônio científico e cultural de seus acervos raros, tendo a conservação preventiva, a conservação integrada, o gerenciamento de riscos, a educação patrimonial, a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico como eixos estruturantes de uma política institucional de preservação de seus acervos raros, e como princípio, atuar de maneira sustentável, garantindo a acessibilidade ao patrimônio para a sociedade no presente e no futuro. Objetivos específicos Instalar sistemas antifurto em três bibliotecas possuidoras de acervos raros que são: Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Biblioteca de Obras Raras ou Antigas do Centro de Tecnologia (CT) e Biblioteca do Museu Nacional; Criar Núcleos de Digitalização nos campi Fundão e Praia Vermelha; Instalar equipamentos de controle das condições ambientais (umidade relativa e poluição do ar) nas bibliotecas: Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Biblioteca de Obras Raras ou Antigas do Centro de Tecnologia (CT) e Biblioteca do Museu Nacional, Biblioteca José de Alencar (FL) e Biblioteca de Obras Raras da Escola de Belas Artes (EBA); Instalar climatização apropriada no ambiente de guarda dos acervos raros das bibliotecas: Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Biblioteca de Obras Raras ou Antigas do Centro de Tecnologia (CT), Biblioteca do Museu Nacional e Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS); Instalar sistemas de prevenção e combate a incêndio nas sete bibliotecas: Biblioteca de Obras Raras da Escola de Belas Artes (EBAOR), Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Biblioteca de Obras Raras ou Antigas do Centro de Tecnologia (CT), Biblioteca José de Alencar - Faculdade de Letras (FL), Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Biblioteca Pedro Calmon do Fórum de Ciência e Cultura (FCC) e Biblioteca do Museu Nacional; Higienizar coleções diagnosticadas como necessitadas de ações emergenciais na Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Biblioteca de Obras Raras ou Antigas do Centro de Tecnologia (CT),e Biblioteca José de Alencar (FL); Incorporar à Base Minerva as coleções raras (cerca de 12.000 itens) ainda não catalogadas; Aparelhar a Oficina de Conservação da Biblioteca José de Alencar da Faculdade de Letras para uso compartilhado; Dotar os ambientes de guarda dos acervos das sete bibliotecas com equipamentos apropriados para higienização permanente; Acondicionar nos arquivos deslizantes as coleções, buscando readequar o espaço físico, atender questões de segurança, acessibilidade, previsão de crescimento integral do acervo, modernização do espaço físico e sinalização para as bibliotecas Biblioteca de Obras Raras da Escola de Belas Artes (EBAOR), Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Biblioteca de Obras Raras ou Antigas do Centro de Tecnologia (CT), Biblioteca José de Alencar (FL), Biblioteca do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) e Biblioteca do Museu Nacional; Digitalizar e disponibilizar via internet os acervos bibliográficos de obras raras que estão em domínio público ou amparado por licença de uso, alimentando a BDOR, criada pelo Sistema de Bibliotecas da UFRJ - SiBI ; Promover ações voltadas à construção de uma política institucional de preservação dos acervos raros da UFRJ.
As principais justificativas para a aprovação e realização do projeto com recursos de incentivo fiscal são: a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País, bem como sua utilização é essencial para consolidar os recursos financeiro necessários para a realização das atividades da Instituição. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico. A herança de valiosos acervos oriundos de sua criação em 1920 traz à UFRJ uma enorme responsabilidade de preservação e manutenção. Os acervos são catalogados e disponibilizados referencialmente na Base minerva e de forma completa na BDOR (em andamento). A dificuldade orçamentária das instituições públicas brasileiras nas últimas décadas, para conseguir recursos necessários ao desenvolvimento de programas de preservação, contribui para que seus acervos bibliográficos e documentais venham sofrendo, através dos tempos, perigos que ameaçam a sua integridade física como: a ação predatória dos insetos, a umidade e poluição do ar, as oscilações de temperatura e a desastrosa influência do homem sejam por negligência ou vandalismo. Tais perigos são consequentes, principalmente, do armazenamento inadequado, em locais fora dos parâmetros de temperatura e umidade relativa desejáveis para a conservação do papel, e da falta de segurança dos edifícios que os abrigam, contra roubos e desastres. Tem-se como certo que existe uma estreita relação entre longevidade dos suportes em papel e as condições climáticas do local onde se encontram armazenados, daí a necessidade de monitoramento e controle sistemático e racional das condições ambientais. O uso de aparelhos para medir a umidade e a temperatura ambiental também contribui para amenizar os danos causados por estes fenômenos, que submetem a fibra do papel a movimentos de estiramento e de contração, que são responsáveis pela sua degradação. Tendo em vista a enorme diversidade de coleções históricas e científicas sob responsabilidade da UFRJ em seus diferentes campi, a cargo de distintas unidades que compõem sua estrutura organizacional e, ainda, a ampliação nacional da instituição com a possibilidade de agregação de novos acervos, torna-se fundamental, através do trabalho interdisciplinar, o estabelecimento de critérios e métodos que garantam uma ação integrada de preservação, gestão e difusão de seus acervos. A importância da preservação da memória cultural, científica e tecnológica, representada nos acervos documentais e bibliográficos da UFRJ, está não só na geração de estoque de conhecimentos útil à sociedade, como também na formação de uma identidade nacional. Justifica-se, também, na medida em que garantirá a integridade física deste patrimônio, assim como proporcionará a sua consulta pela comunidade em geral, já que os mesmos estão disponibilizados nas bases Minerva, BDOR e Mnemosine. Entende-se que para o sucesso dessa política, não basta à instauração de medidas pontuais e de investimentos emergentes em campos de demandas ocasionais. Torna-se necessário à adoção de uma estratégia mais global, capaz de contemplar as diversas variáveis envolvidas na formação de uma cultura de preservação de patrimônio e de disseminá-la pelos diferentes segmentos da UFRJ, compromisso assumido com a implementação do presente projeto. Acredita-se que por meio desses recursos, será possível proporcionar a infraestrutura necessária e apropriada ao perfil de nossa universidade; muito grande e dispersa. A formação de Núcleos de Digitalização estrategicamente localizados em algumas das bibliotecas proporcionará agilidade, gestão compartilhada dos equipamentos e recursos humanos. Como resultado do projeto, ações já existentes no SiBI, como a BDOR, seria incrementado e acelerado
Em setembro de 2016 foi criado o Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva que visa ampliar a inclusão e acessibilidade em projetos e iniciativas já desenvolvidas ou em curso na Universidade. A UFRJ tem um papel fundamental na inclusão das populações desfavorecidas e, por meio da interiorização, têm contribuído para a redução das assimetrias regionais. Para atendimento do Art. 48 do Decreto 3.298 de 1999, bem como à Lei 13.146 de 2015 serão realizadas as seguintes ações para os produtos desta proposta: - disponibilizar recursos tecnológicos e infraestrutura que possibilitem a acessibilidade em nossos ambientes de trabalho, com instalações adequadas e acesso aos diferentes acervos através de tecnologias assistivas (TA), para melhor atender às necessidades informacionais e educacionais de todos os seus usuários. Desta forma destacamos os produtos: a) Contrapartidas Sociais, serão adotadas medidas que promovam o acesso ao conteúdo do produto às pessoas com deficiência visual e deficiência auditiva como intérpretes de Libras durante o "Seminário Memória, Documentação e Pesquisa" que terá transmissão via internet; b) Preservação de acervos, o site da base BDOR será adequado para a navegação de pessoas com deficiência, atendendo às especificações de acessibilidade digital do WCAG2, cumprindo às exigências da Lei Federal Nº 13.146, de 06 de julho de 2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência.
Para atendimento ao Art. 21 da IN 02/2019, optamos pelo Inciso V que prevê realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Dessa forma destacamos para os produtos a) Preservação de Acervos Como se trata de uma Universidade pública, aberta, atende-se a sociedade em geral. O público usuário tem acesso presencial em todas as bibliotecas e arquivos de suas unidades acadêmicas. O fato de os acervos estarem disponíveis em bases de dados também elimina qualquer fronteira de consulta, nacional ou internacional. O acesso aos catálogos das 45 bibliotecas é aberto para consulta 24 horas, sete dias da semana, sem restrições. O SiBI disponibiliza em seu site http://www.sibi.ufrj.br/ os dados gerenciais e estatísticos das bibliotecas da UFRJ – BAGER. Esses dados são atualizados e coletados anualmente pelas bibliotecas que fazem parte do sistema desde 1994. As bibliotecas da UFRJ tiveram 1.111.444 visitas presenciais em 2017. Esse número pode ser tomado por base, no entanto, a futura divulgação das melhorias aqui propostas, fazendo com que a frequência e a visitação aos acervos sejam incrementadas. A Biblioteca Digital de Obras Raras, BDOR, é indispensável para a preservação e divulgação dos documentos digitais raros pertencentes a Universidade, permitindo o intercâmbio de informações relevantes em todas as áreas do conhecimento. A preservação e a facilidade de acesso a estes importantes e relevantes documentos garantirão à sociedade através dos tempos, o conhecimento do passado, da história do Brasil como nação, da educação brasileira, da evolução da ciência e das artes. Os impactos causados pelos investimentos na preservação dessas coleções também servirá como modelo e incentivo ao reconhecimento da importância de preservar outros patrimônios bibliográficos existente no país. Nas bibliotecas de obras raras o acesso é muito restrito, regulamentado, exigindo uma série de regras: identificação, justificativa de consulta entre outras exigências relacionadas à segurança dos acervos, que constam do “Manual de Conservação de Acervos Bibliográficos da UFRJ” (Anexo 2). À medida que esses acervos são digitalizados e disponíveis à sociedade em geral, espera-se um aumento significativo das visitas à BDOR. Essa iniciativa digital, associada a outras na UFRJ demanda urgente investimento em equipamentos para armazenamento de dados. O SiBI e as bibliotecas, individualmente, promovem exposições que exploram o potencial das coleções raras e também participam de eventos e exposições de outras unidades da UFRJ enriquecendo as apresentações com imagens ou apresentação física dos livros. São realizadas oficinas de restauro e conservação e incentivadas às participações dos bibliotecários em seminários relevantes e apresentação de seus trabalhos realizados nos acervos. Também é incentivada a qualificação em especialização, mestrado e doutorado na área. Ações e estratégias que serão implementadas a partir da execução do projeto Difusão dos saberes contidos nos acervos desse projeto, garantindo o acesso universal aos resultados da produção acadêmica;Viabilização e democratização do acesso à informação de forma ágil e eficiente com a digitalização;Preservação e conservação do material impresso garantindo que o mesmo seja uma fonte de validação das informações dispostas em meio digital; Documentos em alta resolução, permitindo ampliações para melhor visualização; Praticidade no manuseio e localização rápida;Redução do risco de fraudes, pela maior transparência na exposição das obras;Redução de gastos com cópias;Redução do espaço físico dedicado a mobiliários acessíveis;Promover ações para melhores condições de acessibilidade e desempenho acadêmico de alunos com deficiência física; Promover ações de marketing para organizações que visam à difusão do conhecimento, tais como exposições, material promocional, palestras, encontros. Os benefícios para a população local incluem, entre outros: A população em geral poderá tomar conhecimento da existência de tais obras e onde elas são preservadas por meio de ampla divulgação pela internet;Incentivo à cultura de preservação do patrimônio;Garantia de permanência de bens culturais para as futuras gerações e que são patrimônio público;Garantia de acesso às bibliotecas, arquivos e museus para visitação, estudo e pesquisa. b) Contrapartidas Sociais Desde 2007 a Divisão de Memória Institucional do SiBi tem organizado o "Seminário Memória, Documentação e Pesquisa", evento gratuito e voltado para as seguintes áreas do conhecimento: História, Memória Social, Biblioteconomia, Arquivologia, Museologia, Arquitetura, Ciências Sociais, Ciência da Informação entre outras áreas afins, tendo como objetivo valorizar o patrimônio material e imaterial, fortalecer a memória e a identidade da instituição, contribuir para a divulgação e preservação dos acervos bibliográficos e arquivísticos tanto da UFRJ como de outras instituições. Todos os volumes estão disponíveis no link: http://memoria.sibi.ufrj.br/index.php/seminarios/2008 .
A governança do projeto se dá nas instâncias de coordenação e gerenciamento técnico. A coordenação é de responsabilidade do Sistema de Bibliotecas e Informação por meio de sua coordenação a qual constitui um grupo de gestores que são bibliotecários representantes de cada unidade de informação constante desse projeto. A gestão executivo-financeira do projeto é de responsabilidade da postulante, Fundação Coordenação de Projetos, Pesquisa e Estudos Tecnológicos – COPPETEC. Coordenação: Paula Maria Abrantes Cotta de Mello Doutora em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia pela UFRJ, Mestre em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ e graduação em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal do Rio Grande (1978). Coordenadora do Sistema de Bibliotecas e Informação-SiBI da UFRJ. Possui experiência em Gestão de Unidades de Informação e Comunicação científica, atuando principalmente nos seguintes temas: bibliotecas universitárias, redes sociais, Bibliometria, comunicação e inovação. http://lattes.cnpq.br/1846893867929598 Gerenciamento técnico: Cássia Costa Rocha Daniel de Deus Mestre em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (2014). Possui pós-graduação em Docência Superior pela Universidade Gama Filho (2009). Formada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2008). Atuou como professora substituta no curso de Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012 e 2013). Possui experiência em treinamentos de bases de dados, processamento técnico e gestão de bibliotecas. Desde 2013 atua como chefe da Biblioteca Central do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua principalmente nos seguintes temas: competência informacional, serviço de informação, gestão da informação, bases de dados, monitoramento tecnológico, gestão do conhecimento, informação científica, informação ambiental e educação. http://lattes.cnpq.br/8561115251702558 Jose Tavares da Silva Filho Possui graduação em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Santa Úrsula (1976). Especialização para Bibliotecários de Instituição de Ensino Superior, PNBU/MEC/SeSu. UFRJ/UNIRIO, 1989. Atualmente é bibliotecário e documentalista da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação, com ênfase em Biblioteconomia e Gestão de Preservação de Acervos, atuando principalmente nos seguintes temas: livros raros - preservação, memória-preservação, preservação-coleções pessoais e livros raros - identificação. http://lattes.cnpq.br/6011703117790564 Cila Verginia da Silva Borges Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992). Especialização em Gestão da Universidade Pública Federal pela UFRJ (2013). Atualmente cursa o Mestrado Profissional em Biblioteconomia pela UNIRIO, tendo como orientadora Mariza Costa Almeida e como título da dissertação em andamento "A inovação tecnológica na dinâmica dos serviços de informação nas bibliotecas”. É bibliotecária-documentalista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Faculdade de Letras (UFRJ/FL). Tem experiência na área de Biblioteconomia, Gestão de Bibliotecas, Ciência da Informação, com ênfase em Biblioteconomia, atuando principalmente nos seguintes temas: biblioteca universitária, acessibilidade, gestão. http://lattes.cnpq.br/6424061968038755 Leandra Pereira de Oliveira Mestre em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ (2014), atualmente é bibliotecária-documentalista na Universidade Federal do Rio de Janeiro, exercendo a função de bibliotecária-chefe na Biblioteca do Museu Nacional/UFRJ. Possui especialização em Organização do Conhecimento para Recuperação da Informação pela UNIRIO (2006) e graduação em Biblioteconomia e Documentação pela UFF (2004). Tem experiência na área de Biblioteconomia, com ênfase em Organização e Representação do Conhecimento. Possui especial interesse as questões relativas a livros raros, mídias sociais, biblioteca digital e gestão de unidades de informação. http://lattes.cnpq.br/5287854627557032 Rosani Parada Godoy Mestre em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Pós-graduada em Docência do Ensino Superior pela Universidade Cândido Mendes.Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO (1986).Ocupa o cargo de Chefe da Biblioteca de Obras Raras da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem experiência na área de Biblioteconomia e Documentação e Acervos Raros. http://lattes.cnpq.br/2812818521823104 Maria Cristina de Souza Barreto Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Santa Úrsula - 1985. Especialização em GED- Gestão Eletrônica de Documentos - 2009. Ocupo o cargo de Chefe da Biblioteca de Obras Raras do Centro de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). cristina@ct.ufrj.br Camila da Silva Teixeira Servidora pública e bibliotecária da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Graduada em Biblioteconomia pela UNIRIO, possui MBA em Administração e Sistemas de Informação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e profissionalização em web designer pelo SENAC. Atua em especial na área de divulgação de acervos em mídias digitais. http://lattes.cnpq.br/0923248026968108
PROJETO ARQUIVADO.