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Realizar a montagem e temporada do espetáculo Palíndromo.
A peça conta a história de Ecila, mulher de setenta anos, professora de basquete, casada há quarenta anos com Mário e mãe de Rachel e Ernesto. Num jantar de comemoração do aniversário de casamento de Ecila e Mario, junto com sua filha Rachel conversam muito a respeito da criação dos filhos, fidelidade e relacionamentos afetivos, em como alguns simples atos podem mudar muita coisa. Como a falta de comunicação, por simplesmente achar que o outro já sabe pode deixar em situações tão complexas, tão distantes. Ernesto, o outro filho, morreu assassinado há trinta e sete dias, aos trinta e sete anos, num crime sem solução. O crime em si não é discutido no espetáculo, mas por conta dos fatos, sua mãe Ecila, se vê obrigada a ir ao cartório na manhã seguinte, quando no ela atropela Alice, uma mulher grávida de nove meses. Ecila perde os movimentos do braço esquerdo e vai para uma UTI. O bebê de Alice, também chamada Rachel, é salva! Ecila e Alice, nomes em anagrama com personalidades opostas, conversam sobre muitos temas do cotidiano e filosofam, pensando estarem em um cartório, enquanto um balconista chama senhas aleatórias. Aos poucos elas vão entendendo que o lugar onde estão não se trata de um cartório e sim de uma espécie de “sala de espera do céu” e que elas morreram e estão prestes a fazer a passagem.
Objetivos Gerais: - Produzir e manter a temporada do espetáculo Palíndromo, na cidade de São Paulo em 36 apresentações. Objetivos Específicos: - Realizar a montagem e produção do espetáculo em São Paulo totalizando 36 apresentações - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - Formar público através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda. - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida. - O intuito é prorrogar a temporada dependendo do sucesso de público e crítica.
A peça conta a história de Ecila, mulher de setenta anos, professora de basquete, casada há quarenta anos com Mário e mãe de Rachel e Ernesto. Num jantar de comemoração do aniversário de casamento de Ecila e Mario, junto com sua filha Rachel conversam muito a respeito da criação dos filhos, fidelidade e relacionamentos afetivos, em como alguns simples atos podem mudar muita coisa. Como a falta de comunicação, por simplesmente achar que o outro já sabe pode deixar em situações tão complexas, tão distantes. Ernesto, o outro filho, morreu assassinado há trinta e sete dias, aos trinta e sete anos, num crime sem solução. O crime em si não é discutido no espetáculo, mas por conta dos fatos, sua mãe Ecila, se vê obrigada a ir ao cartório na manhã seguinte, quando no ela atropela Alice, uma mulher grávida de nove meses. Ecila perde os movimentos do braço esquerdo e vai para uma UTI. O bebê de Alice, também chamada Rachel, é salva! Ecila e Alice, nomes em anagrama com personalidades opostas, conversam sobre muitos temas do cotidiano e filosofam, pensando estarem em um cartório, enquanto um balconista chama senhas aleatórias. Aos poucos elas vão entendendo que o lugar onde estão não se trata de um cartório e sim de uma espécie de "sala de espera do céu" e que elas morreram e estão prestes a fazer a passagem. Palíndromo é um quebra cabeça. A história não é contada de maneira convencional, o tempo se desloca de maneira não linear. É uma comédia dramática cheia de reflexões sobre as relações, vida, amores, simples cotidianos que construímos ao longo de uma vida. Varzea não só escreve como também dirige o espetáculo, o que confere uma refinada analise sobre o texto e propõe um jogo cênico, ao mesmo tempo que requintado, muito atual e direto. Montar esse espetáculo, com uma atriz com uma carreira tão longa, sólida e respeitada, discutindo assuntos tão comuns a todos nós é uma grande homenagem de reflexão e identificação através do teatro, que tanto nos faz refletir. O projeto visa realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo. Para isso, usaremos de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 os incisos que se aplicam ao projeto são: II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 o inciso que se aplicam ao projeto é: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Assim, realizar a montagem do espetáculo de artes cênicas e através dessa forma de linguagem e fomento trazer a reflexão sobre assuntos tão importantes nos dias atuais.
Como ações de contrapartida social faremos: Conforme Art. 20 da IN nº 02/2019, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: a) 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para instituições, associações e/ou alunos e professores da rede pública de ensino que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população. d) 10% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassarão R$ 50,00 (cinquenta reais), estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; De acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma medida de ampliação do acesso. Dessa forma acataremos o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Dessa forma realizaremos 1 (um) ensaio aberto gratuito, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com o Art. 22 da IN nº 02/2019 As propostas culturais de planos anuais e plurianuais deverão apresentar ações educativas em suas atividades. Dessa forma realizaremos a aplicação do seguinte inciso: Como ação de formação faremos (uma) sessão de bate papo gratuita com elenco, para 50% de alunos e professores da rede pública de ensino e 50% para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com os incisos. § 1º As ações formativas culturais serão GRATUITAS deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. OBS: Nossa ação ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso (inciso V do artigo 21 da IN 02/2019). Nossa ação formativa esta ligada com a linguagem do projeto principal (teatro), visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. e) o número de beneficiários da contrapartida social deve corresponder a 10% da soma dos beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO.
Não há
Conforme Art. 47. As propostas culturais deverão contemplar medidas que busquem garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais onde se realizam atividades culturais ou espetáculos artísticos, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. Dessa forma o espetáculo ficará em cartaz em teatro com acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas. E Conforme norma da ABNT - NBR 15599:2008, Também será como ação de acessibilidade, ações para DEFICIENTES AUDITIVOS. A cada primeira sexta-feira do mês, haverá uma sessão com interprete de libras, totalizando assim 3 apresentações para acessibilidade. E também como ação para DEFICIENTES VISUAIS será utilizado um livreto em braile que estará disponível em todas as apresentações com toda a informação do espetáculo. As ações de acessibilidade serão amplamente divulgadas na bilheteria do teatro e em todo material impresso do espetáculo.
Conforme Art. 20 da IN nº 02/2019, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: a) 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para instituições, associações e/ou alunos e professores da rede pública de ensino que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população. d) 10% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassarão R$ 50,00 (cinquenta reais), estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; De acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma medida de ampliação do acesso. Dessa forma acataremos o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Dessa forma realizaremos 1 (um) ensaio aberto gratuito, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com o Art. 22 da IN nº 02/2019 As propostas culturais de planos anuais e plurianuais deverão apresentar ações educativas em suas atividades. Dessa forma realizaremos a aplicação do seguinte inciso: Como ação de formação faremos (uma) sessão de bate papo gratuita com elenco, para 50% de alunos e professores da rede pública de ensino e 50% para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com os incisos. § 1º As ações formativas culturais serão GRATUITAS deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. OBS: Nossa ação ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso (inciso V do artigo 21 da IN 02/2019). Nossa ação formativa esta ligada com a linguagem do projeto principal (teatro), visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. e) o número de beneficiários da contrapartida social deve corresponder a 10% da soma dos beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO.
Texto e Direção: Marcelo Várzea Elenco: Ana Lucia Torre, Juliana Baroni Ator Convidado: Norival Rizzo Iluminação: Caetano Vilela Figurino: Cassio Brasil Coordenação artística: Juliana Baroni Direção de Produção: Dani Angelotti Coordenação Administrativa: Eduardo Estrela O Proponente assinará por Coordenação Administrativa (dessa forma sendo responsável pelo acompanhamento e todo direcionamento administrativo do projeto) . CURRICULOS Marcelo Várzea (autor e diretor) O ator Marcelo Várzea nasceu no Rio de Janeiro. Se formou em artes cênicas pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). Sua estreia na televisão veio em 1990 interpretando um pequeno personagem na minissérie Meu Marido na Rede Globo,atuou também em novelas da Record e SBT. Participou de grandes montagens de teatro Musical no Rio e em São Paulo. O monólogo escrito e interpretado por Marcelo Varzea "Silêncio.doc", Teve 7 indicações ao Prêmio Aplausos Brasil em 2018. Seus últimos trabalhos foram: 2018 - Teatro-Silêncio . doc (Marcio Macena) / 2017 - Teatro-Tudo ao Contrário (João Fonseca e Reiner Tenente) / 2016 - Novela - A Lei do Amor (Natália Grimberg) / 2016 - Série - Me Chama de Bruna – FOX (Marcos Baldini e Roberto Berliner) / 2016 - Teatro-Elis –O Musical (Dennis Carvalho) / 2016 - Teatro-O Primeiro Musical a Gente Nunca Esquece (Rodrigo Nogueira). Juliana Baroni (Atriz) Começou sua carreira na televisão como assistente de palco dos programas de Xuxa, como paquita. Desenvolveu uma sólida carreira na televisão com novelas como “Cara e Coroa”, “A Lua me disse”, “O profeta”, entre outros. No Teatro realizou espetáculos como “O momento de Mariana Martins “de Leilah Assumpção. Direção Luis Artur Nunnes, “Veneza “do argentino Jorge Accame. Direção Miguel Falabella, “Escravas do Amor “de Nelson Rodrigues .Direção João Fonseca, “Os Produtores “de Mel Brooks.Direção Miguel Falabella . Ana Lucia Torre (atriz) Ana começou no teatro. Celso Nunes, diretor teatral, a convidou para atuar na peça teatral Equus, e aos 30 anos estreou profissionalmente. Atuou em diversas peças de teatro pelo Brasil e no exterior. Na televisão iniciou sua carreira no ano de 1977, em Dona Xepa, onde viveu a grã-fina fútil e falida Glorita. Depois de viver sete anos na Europa, de volta ao Brasil, Ana Lúcia protagoniza várias peças como Seria Cômico se não fosse sério, espetáculo que lhe rendeu a indicação de melhor atriz ao prêmio Shell de 2010. Seus últimos espetáculos foram: “Numa Lago Dourado”, A beira do abismo me cresceram asas”, “Como se tornar uma mãe judia em 10 lições”, “Quanto tempo da vida eu levo pra ser feliz”, entro outras. Norival Rizzo (ator) Formou-se pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA) em 1977. Com mais de 30 anos de trabalho artístico profissional, já atuou em diversos espetáculos teatrais, filmes, novelas etc.. Dentre as várias peças em que atuou, destacam-se "Besame Mucho", "A História do Homem"; "As Bruxas Estão Soltas" (diretor e ator);"Marido Bandeira 2" (ator, diretor e produtor) "O Santo e a Porca"; "Acorda, Brasil"; "Sua Excelência - O Candidato", "A Cabra ou Quem é Sylvia?" Na televisão,em 1990, fez parte do programa "Rá Tim Bum", interpretando Esfinge e as pirâmides do Egito.Apresentou, em 1992, o programa infantil "X-Tudo", da TV Cultura, ao lado de Márcio Ribeiro. Eles trocavam de papel no quadro "Você Sabia?". Norival era Apresentador e Márcio era participante. Caetano Vilela (iluminador) iluminador e encenador Caetano Vilela soma em seu currículo mais de 100 trabalhos, em suas duas funções. Como iluminador seu nome ganha destaque no mundo da ópera, tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no exterior. Dentre os diretores com quem trabalhou destacam-se Werner Herzog, Gerald Thomas, Christoph Schlingensief, Aidan Lang, Alejandro Chacon, Antunes Filho, Iacov Hillel, Emilio Sagi, etc. Em 2010, foi o vencedor do prêmio Shell de Iluminação pela peça “Dueto para um” e do troféu Carlos Gomes como iluminador de ópera. Iluminou para a temporada 2009/2010 em Paris, no Théâtre Du Châtelet, sob a direção do espanhol Emilio Sagi, o musical “The sound of music”. Cassio Brasil (figurinista) Cássio é formado pela extinta Escola Jogo Estúdio, tendo também estudado Desenho com Sílvio Dworecki (entre 1989 e 1999) e História da Arte com Ana Maria Beluzzo, na FAU-USP (de 1990 a 1992). No teatro, fez os figurinos de “Frankensteins” (direção de Jô Soares), com o qual ganhou o Prêmio Shell de Figurino 2002. Também, “Ricardo III” (mais uma direção de Jô Soares), indicado novamente ao Prêmio Shell de Figurino. Ainda, “Um Número” e “A Caixa” (direções de Bete Coelho), “Fábula de um Chefe” (direção de William Pereira), “Simpatia” (direção de Renata Mello) e “Cardênio” (direção de Marco Antonio Rodrigues). Fez figurinos para ópera, como “O Barbeiro de Sevilha”, com duas montagens, uma em São Paulo e outra em Porto Alegre, no Theatro São Pedro e Dança (para o Ballet Cidade de São Paulo e Cia. Quasar de Dança). Daniella Angelotti (direção de produção) A Cubo foi fundada pela produtora Daniella Angelotti (com mais de 20 anos de experiência na área de produção) em dezembro de 2010 e seu currículo conta com diversas produções seus principais espetáculos foram: - Tutankáton, de Luiz Otavio Frias e direção de Mika Lins. Teatro SESC Paulista - 2019 -Soror, de Luisa Micheletti e direção de Caco Ciocler. Teatro SESC Ipiranga - 2019 -Minha Vida em Marte Produção executiva do espetáculo teatral, texto e interpretação Monica Martelli, direção de Susana Garcia.Teatro Procópio Ferreira | 2018 e 2019 - Quero Morrer com Meu Próprio Venenom de Ana Carolina, direção de Mika Lins. SESI Paulista | 2018 - Eu Sou Essa Outra, texto de Carla Kinzo, direção de Vera Egito. SESC Pinheiros | 2018 - Fedra, texto de Jean Racine, direção e Adaptação: Roberto Alvim. SESC Pompeia | 2018 e CCBB BH 2019. - A Tartaruga de Darwin texto de Juan Mayorga, direção de Mika Lins.Teatro SESC Ipiranga | 2017 - Kiev, Texto de Sergio Blanco, direção de Roberto Alvim, Teatro SESC Ipiranga | 2017 - Leite Derramado, texto de Chico Buarque, direção de Roberto Alvim. SESC Ginástico – RJ / Centro Cultural SP / Festival de Curitiba, Festival de Londrina / Festival de Recife / Festival de Porto Alegre / Entre outros | 2016, 2017, 2018 - Dom Juan texto de Moliere, direção de William Pereira. Teatro Raul Cortez São Paulo |2013 - Cartas de Amor para Stalin, texto de Juan Mayorga, direção de Paulo Dourado, com Bete Coelho. SESC Santana / Teatro Castro Alves (Salvador / Bahia) | 2011
PROJETO ARQUIVADO.