| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 23797376000174 | BARTOFIL DISTRIBUIDORA SA | 1900-01-01 | R$ 255,0 mil |
| 64858525000145 | Monsanto do Brasil Ltda. | 1900-01-01 | R$ 253,8 mil |
| 34151100000211 | SOTREQ S/A | 1900-01-01 | R$ 203,8 mil |
| 04992714000184 | NOVA TRANSPORTADORA DO SUDESTE S/A - NTS | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 03509978000171 | Facchini S/A | 1900-01-01 | R$ 125,1 mil |
| 61072393000133 | PFIZER BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 88,2 mil |
| 90347840000118 | TK ELEVADORES BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 96230719000198 | Maza Produtos Químicos LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,2 mil |
O projeto Olhares da Floresta pretende realizar duas grandes exposições com imagens produzidas por moradores de comunidades ribeirinhas da Região Norte do Brasil. O projeto também pretende realizar uma contrapartida social que envolve atividades educativas e culturais com os moradores das comunidades visitadas.
Não se aplica.
Objetivos gerais: O projeto Olhares da Floresta tem como objetivo principal realizar duas grandes exposições com imagens produzidas por moradores de comunidades ribeirinhas da Região Norte do Brasil que vivem no entorno de grandes centros urbanos da região: Belém/PA, Macapá/AP e Manaus/AM. A fim de gerar um impacto positivo na região norte do país através da cultura e novos conhecimentos, essas exposições irão retratar, por meio do olhar de moradores, a relação entre a comunidade, a floresta e seus rios, que são características marcantes desse território pouco explorado. Além das grandes exposições, o projeto contempla oficinas educativas e miniexposições como contrapartida social. É importante citar que estamos listando somente os nomes das grandes cidades pois estas servirão como ponto de partida para expedição em que serão realizados os registros das fotografias da exposição e nem todas as comunidades ribeirinhas a serem visitadas estão formalmente registradas nos mapas. Essas informações serão coletadas e informadas de forma mais precisa nas etapas de pré-produção e prestação de contas. Durante a execução do projeto iremos percorrer comunidades distantes dos centros urbanos à bordo de um barco que servirá como uma unidade educativa móvel que levará consigo uma equipe de arte educadores da ONG ImageMagica. O barco que será utilizado no projeto é fundamental para viabilizar a chegada de nossa equipe até as comunidades ribeirinhas que não possuem outra forma de acesso senão através dos rios que banham a região. O barco vai nos permitir levar um circuito de atividades culturais nas quais o moradores das comunidades ribeirinhas irão registrar as imagens que farão parte das grandes exposições fotográficas na região Norte do país, sendo as cidades de Belém/PA E Manaus/AM os locais escolhidos para sediarem essas grandes exposições. Em uma expedição por locais de difícil acesso, pretendemos também levar atividades educativas e culturais como contrapartida social do projeto para equipamentos públicos nas comunidades ribeirinhas. As imagens capturadas pelos moradores dessas regiões durante a realização da contrapartida social do projeto irão dar luz a diversidade de hábitos que fazem parte do cotidiano local. Essas fotografias irão mostrar a relação fundamental dos moradores com as florestas que circundam a região e os rios que a percorrem, visto que, grande parte dos alimentos consumidos e atividades econômicas desenvolvidas pelos moradores vêm da pesca e outras atividades artesanais. Além da produção fotográfica o projeto também irá levar outras diversas atividades educativas e de capacitação que estão descritas de forma mais detalhada no projeto pedagógico. Dessa forma, pretendemos fortalecer o vínculo entre os ribeirinhos e os locais onde vivem através de uma nova ótica, que será capturada por eles em fotografias que serão transformadas em uma série de miniexposições que farão parte da contrapartida social do projeto. A fim de tornar a disseminação das mensagens ainda mais democrática e acessível, gerando um intercâmbio entre olhares e pontos de vista, as miniexposições da contrapartida social do projeto ficarão instaladas nas próprias comunidades em formato de lambe-lambe ou varal. Uma característica bastante relevante das atividades da contrapartida social do projeto é a simplicidade como ela acontece, pois as imagens serão produzidas em câmeras de dispositivos móveis/smartphones, que são acessíveis a muitas pessoas, bem diferente das câmeras fotográficas tradicionais com o apoio de um app que facilitará o processo de produção e impressão das imagens que irão compor as miniexposições, além disso, essas imagens serão impressas em formato A4 e montadas em lambe-lambe, o que as torna ainda mais acessíveis. Depois de uma curadoria, as melhores imagens produzidas pelos moradores das comunidades ribeirinhas durante as atividades da contrapartida social, serão reunidas para uma ampliação e impressas para a montagem das duas grandes exposições nas cidades de Belém/PA e Manaus/AM. É importante ressaltar que as grandes exposições serão realizadas de forma gratuita a fim de democratizar ainda mais o acesso da população as mensagens fotográficas produzidas pelas comunidades ribeirinhas. Objetivos específicos: · Realizar 02 grandes exposições de fotografia gratuitas em espaços com alta circulação de pessoas nas cidades de Manaus/AM e Belém/PA com as imagens produzidas durante a contrapartida social do projeto. · Impactar em torno de 50 mil pessoas ao final da mostra que durará cerca de 03 meses em locais com grande circulação de pessoas. · Realizar uma contrapartida social impactando 1.000 pessoas dos Estados envolvidos pelo projeto · Apresentar a fotografia como ferramenta de expressão cultural e desenvolvimento artístico para 900 pessoas em situação de vulnerabilidade e consequentemente com menor acesso a atividades culturais devido as limitações geográficas em que vivem as comunidades ribeirinhas. · Produzir 20 miniexposições em locais públicos nas comunidades ribeirinhas com as imagens criadas pelos moradores nos locais visitados a fim de exibir o resultado das oficinas do projeto.
A ImageMagica é uma Organização que trabalha há 25 anos utilizando a fotografia como principal ferramenta de transformação social e desenvolvimento humano através de uma metodologia própria que tem o objetivo de sensibilizar o olhar e a percepção das pessoas sobre o ambiente a nossa volta. Acreditamos que a imagem é uma linguagem universal com o poder de transpor barreiras e atuar como uma ferramenta de mudanças e transformação social. Além do impacto nas comunidades, os próprios participantes irão multiplicar o saber fotográfico aprendido e realizar exposições com as imagens produzidas nas comunidades. A ImageMagica pretende chegar aos locais que irão receber o projeto à bordo dos tradicionais barcos gaiola que fazem a navegação fluvial pelos rios amazonenses, junto de uma equipe que irá registrar o cotidiano das comunidades ribeirinhas que vivem de forma bastante simples e ao mesmo tempo culturalmente ricas nas regiões banhadas pelo rio Amazonas e seus afluentes. Com o incentivo de um olhar mais crítico, por meio de atividades educacionais e de exposições fotográficas, buscamos criar condições para o desenvolvimento pessoal e social dessas comunidades. Infelizmente o conhecimento local dos povos ribeirinhos e seu estilo de vida não tem sido valorizados de forma relevante, conforme descrito no artigo "Ribeirinhos e Caiçaras: a vida entre a terra e a água" publicado por Renato Azevedo, que convive e trabalha com essas comunidades há mais de 20 anos. Portanto, através das atividades do projeto, pretendemos empoderar as pessoas que vivem no entorno dos rios através dos registros da vida cotidiana e seus hábitos que serão posteriormente transformados em grandes exposições em três grandes centros urbanos do país, sendo dois deles na região Norte do Brasil, que será também principal cenário de todo o projeto. O projeto se enquadra na Lei 8313/91 e na IN 02/2019 pois possui medidas que promovem o acesso a cultura, visando a atenção às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio, ocupação, para cumprimento do disposto no art. 215 da Constituição Federal. O projeto se enquadra no artigo 1º da Lei 8313/91 pelos seguintes motivos: Item I - pois contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, Item II - promove e estimula a da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Item III - apoia e valoriza o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão também o seguinte objetivo elencado no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. O projeto também atende ao artigo 21 da IN 02/2019 nas seguintes medidas de ampliação de acesso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados: a previsão é que pelo menos 03 locais da ação educativa e das pequenas exposições sejam realizadas em escolas públicas; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.
Exposições:As exposições do projeto terão imagens ampliadas no formato 40x60cm (estimativa) em impressão digital sobre papel e colocada em suporte para facilitar a visitação do espectador. Haverá uma placa de abertura com um texto informativo sobre o projeto e uma placa de fechamento com agradecimentos e logomarcas das entidades realizadoras. Contrapartida Social:Em concordância ao artigo 22 da Instrução Normativa 02/2019, o projeto terá como contrapartida social a realização de atividades culturais para pessoas em situação de vulnerabilidade, principalmente alunos e educadores da rede pública de ensino ou agentes culturais das instituições públicas em que o projeto acontecerá. Também com a contrapartida social capacitaremos os moradores das comunidades ribeirinhas a produzirem imagens para as exposições. Com esta ação, pretendemos impactar 300 pessoas por Estado entre alunos e educadores de escolas publicas, ou seja, 900 pessoas ao final no projeto. No projeto pedagógico explicaremos detalhadamente essas atividades. As atividades da contrapartida social serão realizadas durante 02 dias em cada local com turmas no período da manhã e no período da tarde. Turma manhã: previsão de 25 pessoas das 08h30 às 11h30.Turma da tarde: previsão de 25 pessoas das 13h30 às 16h30. A periodicidade das atividades pode ser ajustada conforme a disponibilidade dos locais escolhidos para sediarem as ações. Atividades:- Bate papo sobre o projeto, cotidiano da comunidade, importância do olhar atento para melhoria no nosso entorno.- Oficinas de fotografia incluindo História da Fotografia e o processo de formação de imagem.- Técnicas fotográficas.- Fotografia com dispositivos móveis (smartphones).- Produção fotográfica.- Análise de imagens.- Construção de títulos e legendas para as fotografias. Público-alvo: qualquer pessoa com idade acima de 12 anos. Com a contrapartida social, estamos prevendo também os seguintes itens como medida de ampliação de acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.
A proposta apresentada contempla medidas que buscam garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais de sua realização. O projeto será gratuito e sem restrição para participação. Além disso, para fins de cumprimento das medidas de acessibilidade determinadas pelo art. 27 do Decreto nº 5.761, 27 de abril de 2006, pelo art. 47 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, pelo art. 2º do Decreto 5.296, de 2 de dezembro de 2004, e pelos arts. 42 a 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, e pelo § 3º do art. 2º da Lei nº 8.313 de 1991, na planilha de orçamento do projeto está incluso previsões de custos com ações de acessibilidade. O proponente também está ciente da Lei nº 13.146, de 2015, e adotará medidas que ofereçam a pessoa portadora de necessidades especiais, idosa ou com mobilidade reduzida o envolvimento em todo o projeto, seja nas comunidades ribeirinhas ou nas grandes exposições. A equipe que estará viajando será devidamente treinada para atender a todos e no caso dos locais das exposições de imagens, realizaremos as mesmas com as devidas medidas de acessibilidade. Também prevemos que as imagens das exposições tenham legendas em braile. Exposições de Arte Todos os locais terão acessibilidade física como barras laterais, cadeiras de rodas ou rampas para acesso a pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida quando for necessário e se houver visitantes das exposições ou produtores das imagens com necessidades especiais. Caso algum local escolhido não tenha acessibilidade física, avaliaremos a possibilidade de encontrar um outro local na cidade ou faremos adaptações para facilitar o acesso. É importante lembrar que o consultor de acessibilidades nos dará total apoio para que diversas ações de acessibilidade de conteúdo e física para o projeto sejam realizadas. Itens que estamos considerando no orçamento para medidas de acessibilidade: redator, treinamento/preparação técnica, confecção de painéis explicativos, consultor de acessibilidade. Contrapartidas Sociais: Terão acessibilidade física como barras laterais, cadeiras de rodas ou rampas para acesso a pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida quando for necessário. Caso algum dos locais escolhidos não tenha acessibilidade física, avaliaremos a possibilidade de encontrar um local alternativo que favoreça os critérios de acessibilidade necessários para garantir o acesso de todos ao projeto. É importante lembrar que o consultor de acessibilidades nos dará total apoio para que diversas ações de acessibilidade de conteúdo e física para o projeto sejam realizadas. Itens que estamos considerando no orçamento para medidas de acessibilidade: redator, treinamento/preparação técnica, confecção de painéis explicativos, consultor de acessibilidade.
Exposições:Estimamos uma média de 35 mil visitantes na exposição realizada em Manaus/AM e cerca de 15 mil pessoas visitando a exposição em Belém/PA, totalizando cerca de 50 mil pessoas impactadas pelas fotografias e pela narrativa do projeto Olhares da Floresta. As exposições serão realizadas preferencialmente em locais públicos, como grandes centros culturais e com visitação gratuita para toda a população. O proponente também irá promover 01 dia de visitação guiada para estudantes de escolas públicas e instituições voltadas para o atendimento a pessoas com necessidades especiais em cada local de realização das exposições (Manaus/AM e Belém/SP). Com as exposições, atendemos os seguintes itens do artigo 21 da IN 02/2019: Item III - disponibilizaremos na internet registros das exposições e da premiação, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22 Item IV - permitiremos a captação de imagens das atividades autorizando sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Contrapartida Social : O projeto terá como contrapartida social a realização de oficinas educativas e culturais para alunos e educadores de instituições públicas localizadas nas comunidades ribeirinhas ou próximas a elas.Nossa equipe destinará 02 dias em cada comunidade para capacitar os moradores e auxiliá-los durante a produção fotográfica. Esta capacitação terá como tema principal o uso da fotografia como uma ferramenta de registro do cotidiano, além da reflexão sobre como a arte pode influenciar no desenvolvimento de uma comunidade/região. A fotografia será apresentada também como ferramenta cultural que pode ser utilizada em diversas atividades dentro das comunidade ribeirinhas inclusive na educação e na produção artesanal. As oficinas com a população geral contam com o uso de câmeras de smartphones para a produção das imagens ao invés de equipamentos profissionais, dessa forma, o projeto se tornará ainda mais acessível, democrático e adequado a realidade dos participantes. Estimamos que 20 comunidades sejam visitadas nos 03 estados do projeto com a previsão de 1000 pessoas atendida sendo mais de 50% alunos e educadores de escolas publicas. Além disso, outras medidas de democratização estão previstas no projeto: III - desenvolver atividades em locais remotos ou em áreas habitadas por populações urbanas periféricas: toda produção de imagens para o vídeo e para as exposições, além dos workshops serão realizados em comunidades ribeirinhas com dificuldades de acesso; V - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 57: todo o projeto será registrado em vídeo e disponibilizado nas redes sociais gratuitamente. As 20 miniexposições a serem realizadas nas comunidades com as imagens produzidas pelos próprios ribeirinhos também serão parte da contrapartida social. Nessas exposições divulgaremos as imagens produzidas nas comunidades pelos seus moradores e todo o processo de montagem da mesma será realizado em conjunto com os participantes, capacitando os mesmos em mais uma ferramenta cultural que poderá ser usada posteriormente nestes locais. Com as exposições da contrapartida social, atendemos os seguintes itens do artigo 21 da IN 02/2019: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2o do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Com as contrapartidas sociais, pretendemos atender os itens VII (realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57) e IX ( estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público) das outras medidas de democratização de acesso da Instrução Normativa 01/2017. Estimativa de pessoas impactadas pelo projeto: Exposições: estimamos cerca de 50 mil impactos com as exposições realizadas em locais de públicos com grande circulação de pessoas nas cidades de Manaus/AM e Belém/SP. Contrapartida social: estimamos uma média 900 alunos e educadores
Sandra Rodrigues Araújo - Coordenadora Geral do Projeto. Experiência em desenvolvimento, planejamento, acompanhamento e gerenciamento de projetos sociais nas áreas de educação, cultura e saúde. Graduada em Administração de empresas e especialização em Marketing. Gustavo Barbosa - Coordenador de Produção. Formação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda na Universidade Anhembi Morumbi. Trabalhou nas áreas de planejamento criativo, produção de conteúdo e redação na agência de publicidade ID\TBWA. Trabalhou também na produção de projetos com foco em análises de imagens por meio da semiótica na Croma Marketing Solutions. Atualmente foca sua atuação em projetos culturais e educativos voltados para a área das artes visuais. Andreza Portela Gomes - Assistente. Formação em Tecnologia em Produção Multimídia. Experiência em pesquisa de equipamentos públicos e produção de projetos, foi responsável pela logística de projetos como A Imagem da Arte, Visões Urbanas e Horizontes Urbanos. Participou da produção da exposição Retratos da Realidade na Via Quatro em São Paulo, dentre outros projetos expositivos. Karlene Bianca - Assistente. Formada em Arquitetura e Antropologia. Tem diversas especializações na área educacional. Já atuou em projetos no CAPES e Unidades Prisionais, também tem experiência com jovens em liberdade assistida. Atualmente é assistente de projetos em parceria com o PROAC/SP. Rafael Beraldo - Arte educador. Fotógrafo e produtor, está atualmente trabalhando como arte educador do projeto FotoArte realizando atividades culturais em diversas cidades do Brasil. Atuou no projeto CineSolar, primeiro cinema itinerante do Brasil com atividades de educação ambiental para escolas em locais de difícil acesso. Victor Ferraz - Arte Educador. Possui mestrado na área de ecologia e sustentabilidade focado na análise dos desafios sociais e ecológicos contemporâneos pela University Of Plymouth & Schumacher College. Atualmente trabalha como arte educador e monitor em projetos culturais e educativos em comunidades carentes. Bruno Arita - Arte Educador. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP, atua como arte educador e monitor em ações culturais itinerantes como projeto Olhar São Paulo em parceria com o FUMCAD/SP. Levi Fanan - Arte Educador. Fotógrafo, pós-graduado em fotografia aplicada pelo SENAC, atua como arte educador em projetos sociais e culturais em grandes instituições como o Memorial da América Latina e na ONG ImageMagica durante a realização do projeto Escola do Olhar. Finalista do prêmio Sony World Photopraphy Awards em 2012 na categoria Open Arte e Cultura.
Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.