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PRONAC 200035Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Walden - A Vida nos Bosques - Montagem

Marcelo Nunes Pio
Solicitado
R$ 993,4 mil
Aprovado
R$ 993,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 08/01/2020
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-01-08
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

Montagem do espetáculo "Walden - A Vida nos Bosques" que será uma experiência sensorial multimídia de um ator e um músico instrumental em cena e de efeitos especiais em projeções, em música sound round e em aromas indicativos de uma floresta. A experiência permitirá ao expectador um olhar mais generoso sobre a natureza, o meio ambiente e sobre a sua própria vida.O texto é um testamento ético-filosófico de onde beberam grandes nomes da cultura norte-americana, dos transcendentalistas aos autores beat e da contracultura do século XX, além de figuras revolucionárias históricas como Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela. Contrapartida Social: Apresentação de músico proveniente de comunidades, distrbuição de ingressos e realização de oficinas de teatronas referidas comunidades.

Sinopse

Trata-se do relato de dois anos, dois meses e dois dias em que o autor viveu apartado da sociedade em uma cabana que ele próprio construirá, a beira do Lago Walden, suprindo as próprias necessidades, estudando, contemplando a natureza e conhecendo a si mesmo.As descrições da natureza são exatas, porém poéticas, e as meditações filosóficas se elevam ao Cosmos.A obra é um clássico da literatura norte-americana.

Objetivos

Objetivo Geral: Aumentar a consciência pessoal e em relação ao meio ambiente na sua importância para o indivíduo e a coletividade. Trata-se do relato de dois anos, dois meses e dois dias em que o autor viveu apartado da sociedade em uma cabana que ele próprio construiu, a beira do Lago Walden, em 1845, suprindo as próprias necessidades, estudando, contemplando a natureza e conhecendo a si mesmo. As descrições da natureza são exatas, porém poéticas, e as meditações filosóficas se elevam ao Cosmos. A obra é um clássico da literatura norte-americana. Objetivo específico Visamos oportunizar o talento, o desenvolvimento pessoal e a inclusão social, o espetáculo envolverá o trabalho e apresentação de um músico clássico oriundo de comunidades. Para aumentar o alcance da iniciativa, haverá um rodízio desses músicos. As comunidades objeto do presente projeto social serão estabelecidas nas circunvizinhanças de onde ocorrer a apresentação. 5 dias de oficina de teatro nas cmunidades escolhidas, distribuidos ao longa da temporada, com enfoque no texto e na temática do meio ambiente, através de exercícios, leituras e vivências das problemáticas abordadas.

Justificativa

Necessitamos de uso de recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos de modo a: No tocante ao Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais pela exibição de peça teatral com forte motivação para os aspectos de proteção e conservação do meio ambiente, importante característica cultural brasileira, além de incentivar músicos de comunidades a se apresentarem para plateias qualificadas incentivando outros a seguirem o caminho da cultura. Distribuição de ingressos grátis e realização de oficinas de teatro em comunidades.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais através da presença em cena de musico originário de comunidades e ator e vídeos de atriz conceituada ampliando a experiencia vivida e a arte brasileira.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, principalmente, neste caso, considerando que a Floresta Amazônica é importante símbolo da cultura e da expressão do povo brasileiro, fala-se no presente espetáculo sobre a proteção e conservação de patrimônio ambiental, refletindo, consequentemente, em maior conscientização e ação em relação a esse patrimônio brasileiro.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. A identidade nacional envolve valores e necessidade de sua preservação. O texto em tela enfoca as questões humanas e a relação com a natureza, permitido ao espectador viver e sentir uma nova consciência em relação a si e a sua cultura.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O apoio ao Walden justifica-se pela valorização do importante bem material e imaterial que é a floresta e a natureza, principalmente, no momento que o Brasil enfrenta críticas sobre a Floresta Amazônica.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Trata-se de um texto dos mais conceituados escritores internacionais.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O texto é um testamento ético-filosófico de onde beberiam todos os grandes nomes da cultura norte-americana, dos transcendentalistas aos autores beat e da contracultura do século XX, além de figuras revolucionárias históricas como Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela. No tocante ao Art. 3°, para o cumprimento das finalidades expressas no Art. 1°, a cima, atendemos aos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: edição de obra relativa às ciências humanas, às letras e às artes e a realização de espetáculo de artes cênicas e de música.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos cultural e artístico;

Estratégia de execução

Com a idealização desse Projeto "Solo - de Pequenos Grandes Livros” viso trazer para o público e os jovens em geral, a adaptação para o Teatro em formato de monologo, de obras-primas da Humanidade, sempre acompanhado de um ou mais jovens musicistas de uma comunidade da periferia que toque um instrumento clássico. Com esse projeto "Solo - de Pequenos Grandes Livros”, o primeiro Solo será em cima do texto "Walden ou A vida nos Bosques" de Henry David Thoreau. ORIGEM DO PROJETO ( In Memoriam a Hélio Eichbauer ) Como ator e pensador das artes e mundo contemporâneo, vinha acompanhando e fazendo as famosas aulas do mestre Hélio Eichbauer no Parque Lage e Jardim Botânico no Rio de Janeiro à uns 5 anos, onde ele abordava com maestria o melhor de todas as artes, mitologia, teatro, artes plásticas, poesia, literatura, música, do clássico ao contemporâneo e muito mais. Esse projeto surgiu de um dos trabalhos que ele adorava dar. Propunha a criação de Caixas Magicas, com temas variados. Nesse ano de 2018, no primeiro semestre, o tema foi Eco, Narciso e Édipo. Onde construí minha Caixa Magica e ele me sugeriu o texto Walden de Thoreau para minha apresentação e foi memorável, no espaço Tom Jobim no Jardim Botânico. Esse Projeto será em homenagem a esse grande Mestre da Cenografia, homem de Teatro e gênio das Artes, sobre tudo, grande amigo e incentivador. APRESENTAÇÃO O Homem da Casa do Lago Thoreau foi uma nuvem de calças e tinha a face de um fauno, parecia um totem indígena. Para ele estava tudo na cara e seu olhar passava gentileza, humanidade e sabedoria com sua vasta barba de profeta.Em julho de 1845, desgostoso com o crescente industrialismo da sociedade americana, Thoreau (1817-1862) deixou Concord, Massachusetts, para instalar-se à beira do lago Walden. Eremita, caminhante solitário e ecologista avant la lettre, abandonou o convívio com a humanidade e se isolou numa cabana no bosque, onde viveu até setembro de 1847. Thoreau foi único, solitário e inimitável. Não era perfeito, e muito menos aperfeiçoável, afrontou o senso comum, as “normas” e os padrões estabelecidos na prática cotidiana. Disposto não apenas a ver o mundo de cima mas a experimentar um universo próprio e idiossincrático, muitas vezes assomou-se leve, habituado a flutuar em céu azul, como se parte da paisagem que tanto amou. Noutras, revelou-se capaz de projetar sombras, quando não raios e trovões, vertendo aguaceiros incômodos sobre sua vila e seu país. Tratou de despejá-los na forma de discurso torrencial: uma prosa caudalosa que - caso tivesse sido realmente lida - haveria de ter o efeito de uma enchente na planície onde labutavam “em calado desespero” os homens de sua época e região. Thoreau foi desprezado e ofendido, mas isso não lhe doeu tanto quanto nas ocasiões – aliás, mais frequentes – em que pregou ao Deserto. Ele era uma esfinge – e, por não saberem decifrá-lo, alguns homens de seu tempo quiseram devorá-lo. Mas a voz de Thoreau também causou comoção, “ Suas palavras soavam tão distintas e verdadeiras ao ouvido quanto as de um emérito cantor “ anotou o pastor Robert Collyer. Tal é a sinceridade da voz que ressoa nesse texto, tal a sua singularidade e pureza virtualmente virginal que, com o passar dos anos, Thoreau acabou se impondo no panteão dos heróis rebeldes, dos desbravadores da mente, dos anunciadores de um novo tempo – tempo que, se não se concretizou, não foi capaz de fazer com que o discurso de Thoreau perdesse ( pelo contrário, só reforçou ) sua disposição utópica e indômita. Ele foi um bicho do mato, talvez sonhasse ser o nobre selvagem, diziam que ele se apresentava tão distante da humanidade que é difícil saber se devemos chamá-lo de semideus ou de semi-homem. O que ele Buscava, o dinheiro e os ofícios não podiam Comprar. Àqueles que espalhavam que ele não tinha profissão nem trabalho, Thoreau dizia ser “ supervisor das tempestades “ , das “ trilhas nas florestas “ e pastor de “ animais desgarrados “.

Especificação técnica

Será atendido o disposto no Artigo 22 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania:a) a ação formativa cultural será oferecida a professores e alunos de qualquer nível. Desses alunos e professores, pelo menos, 50% serão de instituições públicas de ensino.b) a ação formativa será presencial e gratuita.c) a ação formativa não se confunde com as ações do projeto, sendo uma atividade à parte.d) a ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso (inciso V do artigo 21 da IN 02/2019).e) a ação formativa tem ligação com a linguagem do projeto principal - teatro e música, visa a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto.f) o número de beneficiários da contrapartida social corresponder a 10% da soma dos beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO.

Acessibilidade

O espetáculo será apresentado em teatro com acessibilidade para pessoas idosas e/ou com deficiência física, como banheiros adaptados, rampas de acesso, etc. para o caso de deficientes com impedimento de natureza física;Rampas que devem estar de acordo com as diretrizes da norma, cuidado especial com as inclinações excessivas; Garantir que pisos e passarelas sejam planos, lisos e antiderrapantes.A produção contratará também com um profissional especializado em tradução de linguagem em libras em todas as apresentações (36 apresentações).Oferecer cadeira de rodas para uso interno dentro das salas em que o espetáculo será realizado;Haverá a disponibilização do conteúdo da obra no site do projeto. Os custos de acessibilidade serão originários de recursos próprios. Item 18 da Planilha de Custos: Intérprete de libras Mês R$ 3.000,00.

Democratização do acesso

Visando assegurar a ampliação do acesso ao presente produto cultural, propomos: I - Estimativa da quantidade total de ingressos: • 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para famílias de baixa renda, priorizados os participantes do Cadastro Único, por meio de entidades do CNEAS (Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social). A distribuição dos ingressos sociais será feita em parceria com a Prefeituras e os Centros de Referência e Assistência Social, os CRAS;• 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;• 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012;• a comercialização será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo ao preço médio do ingresso até R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais); e II - Parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: • Meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados;• Valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto; e• O presente projeto cultural contempla a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. Em complemento, prever-se: • Realização de uma palestra por mês em escolas públicas, com transmissão pela internet no site da peça, por 2 (dois) membros da equipe de produção do espetáculo, tais como: ator ou diretor ou cenógrafo ou figurinista ou autores ou diretor musical divididos em 2(dois) grupos para falar sobre os temas suscitados no texto do espetáculo. • Realização de dois ensaios abertos com transmissão pela internet.

Ficha técnica

Dirigente Proponente: Marcelo Pio, atuara no Solo com um musico de uma comunidade. Ator versátil, com ampla experiência no Teatro, Cinema, Novelas, Seriados e destacada atuação em drama e comédia. É também Produtor e Diretor, Formado pela UniverCidade (RJ-1998) em Artes Cênicas, incluindo na trajetória Especializações e Cursos importantes com Ariane Mnouchkine e Juliana Carneiro da Cunha do (Théâtre du Soleil), Hélio Eichbauer, Amir Haddad, Camila Amado, Gerald Thomas (Projeto Residência Sesc-SP), Sergio Penna (Cinema-RJ), Fátima Toledo (Cinema-SP), Alexandre Brazil (Produção Cultural- SP), entre outros. Venho desenvolvendo expressivos trabalhos com renomados artistas, autores, produtores e diretores do Teatro, Cinema e TV. Nos últimos trabalhos participei de longas premiados com Domingos Oliveira, grande mestre e mentor (“Primeiro dia de um ano qualquer" e “BR 716” premiado no Rio e em Gramado), Juliana Reis (Longa "Disparos", 3 prêmios no festival do Rio 2012). Na Novela " A Força do Querer" (2017) Direção de Rogério Gomes tive destacada atuação como um detetive da polícia federal. No Teatro fizemos uma feliz temporada em São Paulo com a comédia "E aí, Comeu?" (2017) Direção Fernando Gomes e tive ótimas críticas (ver pasta Site) na peça "Confronto" drama policial, Direção de Domingos Oliveira no SESC de Copacabana. Em 2017 foi o ano da Comédia, também na web-serie "Pobricitários" onde protagonizei minha segunda série na carreira, com Produção da Casa Aguinaldo Silva de Artes. Atualmente estamos fazendo a Pré Produção e captação dos espetáculos, "O Pegajoso - A Comedia Musicada" com a atriz Ellen Rocche, e também "A Busca do Graal - Realidade e Realeza" onde faço o protagonista Parsifal, dividindo esse trabalho com grandes artistas Paula Carneiro da Cunha, Hélio Eichbauer, Juliana Carneiro da Cunha, Letícia Spiller, Amir Haddad, Camila Amado... e também para o projeto Solo "pequenos grandes livros” com o primeiro livro encenado, "Walden - A vida nos Bosques". Como Produtor meu primeiro espetáculo foi "Grito D´alma" texto inédito do Mestre Tennessee Wiliams no Brasil, onde atuei junto com Glauce Guima recebendo ótimas criticas da mídia especializada em 2011. Sou sócio/diretor da empresa AVIVA Produções Ltda, desde 2010. https://ooppah.com.br/marcelopio Supervisão Geral: Matheus Nachtergaele Ator e diretor brasileiro, Destacando-se em O Livro de Jó, realização do Teatro da Vertigem, torna-se um dos intérpretes mais representativos de sua geração e um dos mais requisitados pelo cinema nacional, capaz de trabalhar tanto na chave dramática como no viés cômico. Entra na Escola de Arte Dramática (EAD), da Universidade de São Paulo (USP), em 1990. No ano seguinte, integra o elenco de Woyzeck, de Georg Büchner, dirigido por Cibele Forjaz, realização experimental dentro de um estacionamento na Rua Augusta. Em 1992, passa a integrar o Teatro da Vertigem, incorporando o anjo caído de Paraíso Perdido, adaptação de Sérgio de Carvalho, livremente inspirada no poema de John Milton, encenação de Antônio Araújo dentro da Igreja Santa Ifigênia. O espetáculo chama a atenção da mídia, mas a consagração de Matheus e do grupo surge em 1995, com O Livro de Jó, adaptação do episódio bíblico por Luís Alberto de Abreu, outra encenação grandiosa de Antônio Araújo, agora no Hospital desativado Humberto Primo. Sua atuação como Jó rende-lhe os prêmios Shell, Mambembe e Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), de melhor ator e abre-lhe as portas para o cinema. Seu primeiro trabalho é em O que É Isso, Companheiro?, de Bruno Barreto, atuando ao lado de Luiz Fernando Guimarães, Pedro Cardoso e Fernanda Torres. Junto com Fernanda Montenegro, destaca-se mais uma vez em Central do Brasil, de Walter Salles, em 1998. No mesmo ano, atua em Da Gaivota, livre adaptação do texto de Anton Tcheckov, realizada pela diretora Daniela Thomas, dividindo o palco com as duas Fernandas, mãe e filha, além de Celso Frateschi, entre outros. Ainda, em 1998, ganha Prêmio APCA de ator revelação na televisão, por sua atuação como o Cintura Fina, na minissérie Hilda Furacão. Em 2000, é dirigido por Paulo José, que também é ator, em A Controvérsia, de Jean-Claude Carrière. Nesse ano, cativa o Brasil com a personagem João Grilo, de O Auto da Compadecida, direção de Guel Arraes, roteiro dele, de Adriana e João Falcão, veiculado inicialmente como minissérie na TV Globo, posteriormente ganhando as telas de cinema. Direção: Juliana Carneiro da Cunha Juliana Carneiro da Cunha é uma atriz e bailarina brasileira, radicada na França. Na Europa, trabalhou com Maurice Bejart, Maguy Marin e Ariane Mnouchkine. Desde 1990, ela faz parte do grupo do Théâtre du Soleil, dirigido por Ariane Mnouchkine, com quem desenvolveu uma relação amorosa. Destacou-se no cinema brasileiro por sua premiada atuação no filme Lavoura Arcaica, também dirigido por Luiz Fernando Carvalho, no qual interpreta a mãe de André, o filho pródigo que retorna à casa e abala definitivamente os alicerces da família de origem libanesa. Seu trabalho cinematográfico mais recente é O Veneno da Madrugada, filme dirigido por Ruy Guerra, onde atua ao lado de Leonardo Medeiros, com quem trabalhou também em Lavoura Arcaica. Também atuou na televisão brasileira na minissérie “Hoje é dia de Maria”, dirigida por Luiz Fernando Carvalho. Dramaturgia e adaptação: Eduardo Saraiva Engenharia Civil Calculista Estrutural, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado e doutorado em economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getulio Vargas. Professor de Finanças e Avaliação de Empresas, por 20 anos, na FGV. Fez carreira profissional no Sistema Cataguases-Leopoldina, por dois anos, e no BNDES em diversas áreas no Banco ao longo de 33 anos. Depois de dois incidentes, direcionou a vida para a arte. Fez curso de artes cênicas na CAL – Casa das Artes de Laranjeiras e na Escola de Atores Wolf Maia. Participou do curso de Roteiros na Escola de Cinema Darcy Ribeiro e, hoje, é aluno de dramaturgia e de roteiros de séries da Escola Roteiraria e coach com Gustavo Pinheiro. É diretor da AVIVA Live Arts e da FIDES Produções. Produção Geral: Alexandre Brazil Diretor de Produção nos espetáculos: Insônia - Titus Macbeth, a partir da obra de William Shakespeare, direção André Guerreiro Lopes; Lela & Cia., de Cordelia Lynn, direção Alvise Camozzi; Nem Princesas Nem Escravas, de Humberto Robles, direção Cacá Rosset; A Vida em Vermelho – Brecht e Piaf, de Aimar Labaki, direção Bruno Perillo; Coriolano, de William Shakespeare, direção Márcio Boaro; Isso Não é Um Sacrifício , de Fernando Bonassi, direção Christiane Tricerri; A Merda, de Cristian Ceresoli, direção Christiane Tricerri; Ricardo III De William Shakespeare, direção Marcelo Lazzaratto; A Tempestade, de William Shakespeare, tradução Barbara Heliodora, direção Marcelo Lazzaratto; Casting, de Aleksandr Gálin, tradução de Aimar Labaki e Elena Vássina e direção de Marco Antonio Rodrigues; Dias Felizes, de Samuel Beckett, tradução de Barbara Heliodora e direção de Emilio Di Biasi; O Homem da Tarja Preta, de Contardo Calligaris, direção de Bete Coelho; Dois Irmãos, a partir da obra de Milton Hatoum, adaptação de Jucca Rodrigues, direção Roberto Lage; Macbeth A Peça Escocesa - De William Shakespeare, tradução e adaptação inéditas de Marcos Daud, direção Regina Galdino; O Relato Íntimo de Madame Shakespeare, a partir do livro homônimo de Robert Nye, tradução Marcos Daud, direção Emílio Di Biasi; "Otelo, de William Shakespeare, direção de Marco Antonio Rodrigues entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo