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PRONAC 200069Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Lindo Sonho Delirante

AME COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 401,4 mil
Aprovado
R$ 401,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2020-01-09
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Edição e publicação de um livro sobre o trabalho autoral da fotógrafa Dani Tranchesi, com curadoria e textos de Diógenes Moura.

Sinopse

O livro será uma dialética entre as fotografias de Dani Tranchesi e as palavras do curador e autor Diógenes Moura. Não haverá formalidade editorial no livro, nem divisão em capítulos. O livro será um diálogo impresso entre a cidade que pulsa e as imagens que afloram das páginas. Exemplo do texto que será usado na primeira parte do livro: “ Quem de nós recolherá os entulhos da cidade? A cidade se acalma e transborda. A fotografia já não basta. A imagem, sim. A imagem é como um espelho partido: alivia e sangra ao mesmo tempo. O semblante de uma cidade [São Paulo] é como um livro aberto. Do lado de lá [Ilha de Marajó] os de dentro de casa colocam o sofá na porta das ruas para falar com os cometas. Ainda por dentro da metrópole material de consumo se confunde com fortuna e abandono. Custe o que custar. Um livro aberto poderá mudar a cada instante. Lindo sonho delirante não é pronúncia. É existência. Ultrapassa o limite entre concreto e oceano. É como um retrato. Um veredito. Um poema de olhar impermeável.” - Diógenes Moura

Objetivos

Objetivos gerais:O livro tem como finalidade dar a conhecer o trabalho autoral da artista e fotógrafa Dani Tranchesi e a forma como se estabelece um diálogo entre suas visões e a linguagem afiada do escritor e curador Diógenes Moura. O livro servirá para que o público seja impactado pela linguagem artística, tanto a visual, quanto a literária, provocando sensações e olhares diferenciados sobre o mundo _ ou os mundos _ que nos rodeiam. Pretende, ainda, estabelecer antagonismos e/ou paralelismos artísticos entre geografias tão opostas como são o concreto da urbe São Paulo e a placidez marajoara. Objetivos específicos:- Possibilitar a realização de ensaios fotográficos e criação artística da fotógrafa Dani Tranchesi- Estabelecer uma comunicação entre linguagens: fotografia e literatura- Impressão de 2.000 livros e distribuição dos mesmos- Lançamento do livro- Ações de formação sobre olhar artístico em escolas públicas da cidade de São Paulo Público impactado:Direto: 2.000 pessoasIndireto: 50.000 pessoas (através da divulgação, redes sociais e disponibilização do livro nas escolas públicas de São Paulo e bibliotecas públicas do Estado e do país)

Justificativa

O projeto editorial LINDO SONHO DELIRANTE, com fotografias de Dani Tranchesi e curadoria de Diógenes Moura, propõe um diálogo entre uma grande metrópole, São Paulo, urbana e veloz, que urge e tenta se acalmar ao mesmo tempo com suas fissuras entre humanidade e asfalto, entre luxo e o abandono, entre violência e paixão. Do outro lado desse mesmo Brasil está o Estado do Pará, mais precisamente a Ilha de Marajó, com sua calmaria que não pretende ser veloz, com os dias impregnados de ventos, águas, lendas e tempestades. As imagens de Dani Tranchesi duplificam esse contraste. Une dois mundos distintos em um mesmo país para formar uma "terceira" imagem com a potência de culturas que se impõem, que ultrapassam a estética do minimalismo e do barroco e que colocam a metrópole e sua alma carente como irmã de um outro mesmo povo que vive e existe numa ilha desconhecida para muitos brasileiros. LINDO SONHO DELIRANTE é, portanto, um projeto sobre humanidades, sobre silêncio e ruídos intermináveis, sobre fuligem e rios mornos, sobre a memória do que aqui está, sobre existência, imagem e outros rumos. O enquadramento de um projeto deste tipo dentro de uma Lei de Incentivo à Cultura faz-se essencial, tanto pela pesquisa autoral e artística, os quais o projeto irá possibilitar, bem como pela pertinência editorial de um projeto que visa estabelecer diálogos não somente pela fotografia e seu impacto, mas também entre as artes visuais e a literatura, dado que todo o projeto será um diálogo entre os autores. As perguntas pelas palavras, as respostas pelas imagens e o inverso. Ou só questões. Ou só respostas. Ou tudo isso. Ainda, o projeto permite o descobrimento de olhares sobre dois locais emblemáticos, porém tão opostos, como é a cidade de São Paulo e a distante Ilha do Marajó. Onde estas se cruzam ou onde elas nunca se encontram? Assim, relativamente ao enquadramento da presente proposta nos objetivos e finalidades da Lei 8.313/91 (arts. 1° e 3°), cumpre informar os motivos que nos levam a considerar a mesma plenamente enquadrada nos requisitos, da seguinte forma: 1) Na redação do Art. 1°, lê-se: a. "I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" _ O presente projeto visa a valorização das artes visuais, especificamente a fotografia, como arte de expressão brasileira. b. "III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" _ O projeto valorizar seus autores e artistas, como a fotógrafa Dani Tranchesi e o escritor e curador Diógenes Moura, ambos com reconhecido trabalho cultural. c. "VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" _ Através do livro e seu conteúdo pretende-se contribuir para a difusão dos bens culturais brasileiros e a aproximação entre duas realidades tão distintas como são a cidade de São Paulo e a Ilha do Marajó _ PA, bem como objetificar o pensamento entre essa dialética de espaço e tempos. 2) Já na redação do Art. 3° encontramos o seguinte embasamento: a. "II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes" _ O projeto pretende exatamente fomentar a produção artística e ampliar a edição de obras artísticas. b. "V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais" _ Todo o projeto será desenvolvido por pessoas relacionadas com cultura e com elevado histórico de compromisso para com a difusão cultural. Reiteramos que acreditamos que o presente projeto tem um caráter cultural relevante, dado que fomenta a pesquisa, o trabalho autoral de artes visuais, preserva o presente para memória futura e amplia conhecimento, gerando difusão de conteúdos relevantes da cultura tradicional e contemporânea brasileira.

Estratégia de execução

O projeto prevê a execução de um plano de divulgação que passe pelas mídias digitais, através da criação de redes sociais onde será feito o relato da produção do projeto, bem como o acompanhamento do mesmo, como forma de expandir sua atuação e de engajar o maior número de público possível. O proponente do atual projeto será remunerado pela rubrica: “Coordenação Editorial” Mais se informa, em atendimento à diligência de 14/10/2019 que o atual proponente do projeto tem ampla experiência cultural, como se pode comprovar pelo folder anexo ao projeto, pelo que o mesmo não se insere no contido no § 7 do artigo 2º da IN 2/2019, a saber: § 7º O proponente que apresentar o seu primeiro projeto junto ao Pronac estará dispensado da comprovação de atuação na área cultural, sendo este limitado ao valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais). O proponente anexa, com devidas comprovações, seu currículo na área há mais de 15 anos.

Especificação técnica

2.000 exemplares 22x30 cm fechado (22x60 cm aberto) 144 páginas + guardas + capa Miolo: offset 180g, cores 4x4 Capa: dura, couche brilho, 150g, papelão 12, 2603g, laminação fosca, UV texturizado, cores 4x0 Guardas: curious skin, 270g Acabamentos: cadernos costurados, montagem de capa com baixo relevo, lombo redondo e shrink individual Laudas previstas: 80 Imagens previstas: 120

Acessibilidade

Acessibilidade física: o lançamento do livro será realizado em local que preveja todas as condições de acesso a um público com dificuldades motoras. Acessibilidade de conteúdo: o livro terá uma edição digital, que será inteiramente gratuita e distribuída pela internet, e que será responsiva a softwares de leitura como o Daisy, que permite a pessoas com dificuldades visuais possam ouvir o livro através de audiodescrição.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL Medidas do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania que serão atendidas: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; e IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa; ou O livro será distribuído da seguinte forma, como forma de democratização de acesso: Bibliotecas públicas – 200 exemplares (distribuição gratuita) Escolas públicas – 200 exemplares (distribuição gratuita) Patrocinador – 200 exemplares (distribuição gratuita) Divulgação – 200 exemplares (distribuição gratuita) TOTAL DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 800 exemplares Haverá ainda distribuição de livros a preço popular, observando-se os parâmetros do Vale-Cultura: Preço Popular – 200 exemplares – R$ 50,00 Estes exemplares serão reservados a pessoas que comprovem suas condições financeiras, como sendo beneficiários de programas de apoio social, como o Bolsa Família, por exemplo. PRODUTO SECUNDÁRIO: Contrapartidas Sociais Medidas do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania que serão atendidas: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. O projeto irá promover rodas de conversa em escolas públicas da cidade de São Paulo, atingindo pelo menos 200 alunos e professores da rede municipal ou estadual de ensino, resultando num impacto de 10% do valor do projeto. Esta atividade tem por escopo a apresentação do projeto junto à comunidade escolar e a uma conversa entre os autores, fotógrafa e escritor e curador, como forma de falarem sobre a importância das artes visuais e da fotografia para a compreensão da sociedade como um todo. Serão usados recursos tecnológicos, como o uso de projetor, para mostrar várias imagens do livro, sendo ainda explicado o processo editorial do mesmo, como forma de engajar e formar potenciais profissionais da área.

Ficha técnica

LUCIANA RAPOSO | COORDENAÇÃO EDITORIAL -> Sócia Administradora da empresa proponente Produtora de projetos culturais há mais de 14 anos, colaborou em diferentes fases e momentos de atividades culturais, com especial destaque para a área de edição de livros. Foi da sua responsabilidade, por exemplo, toda a concepção e direção de produção da edição “Alma Paulista”, que versou sobre a cidade de São Paulo e foi uma homenagem à cidade e às suas gentes, através da compilação de diferentes olhares de fotógrafos renomados brasileiros. Este livro contou com os textos de Arnaldo Antunes e Tom Zé e com as grandiosas imagens de fotógrafos como Ricardo Teles, Vanderlei Guedes, Cristiano Mascaro, Álvaro Maya, Carlos Goldgrub, Romulo Fialdini, Claudio Edinger, Alberto deC. Alves, Patrícia Cardoso e Lau Polinésio. No seguimento do enorme sucesso dessa edição, seguiu-se, quase que obrigatoriamente, a realização de “Alma Paulista II”, mantendo toda a concepção do projeto, juntamente com a direção de produção e a curadoria. Desta feita este livro trouxe outra perspectiva artística: a dos artistas plásticos, que emprestaram o seu olhar onírico e criativo para homenagear, novamente, a grande metrópole brasileira. Para este projeto foram convidados diferentes pintores renomados: Achiles Luciano, Adriana Florence, Constança Lucas, D’Ollynda, Eduardo Natário, Klaus Novais, Paletó, Isabelle Tuchband, Junior Tupiná, Reynaldo Berto, Rubens Matuck e Sérgio Lucena. Ambas as edições saíram sob a chancela da Abooks Editora e receberam o apoio institucional da Prefeitura do Município de São Paulo. Colaborou na edição de outras obras como “Vida Caiçara”, “Terra das Letrinhas” e “Terras de Preto”. Foi produtora da revista “Riviera”, que teve um total de 9 edições. DANI TRANCHESI | FOTÓGRAFA Fotógrafa autoral, é formada pela Escola Superior de Propaganda e Marketing. Participou em diversos workshops e cursos livres de renomados fotógrafos, com destaque: workshop de fotografia na Índia com Claudio Edinger, workshop de fotografia no Chile e Bolívia com Feco Hamburger, curso de fotografias aéreas no Rio de Janeiro com Cassio Vasconcelos, workshop de fotografia em Cuba com a Internacional Center of Photography NY, workshop de impressão platina/paládio com Leonardo Bittencourt SP, programa integrado de workshops de fotografia no Atelie Fotô, programa de acompanhamento com Paula Braga e dois workshops com Luiz Braga na Ilha de Marajó – PA. Já fez diferentes exposições em diferentes cidades do mundo, destacando-se as seguintes: Exposição individual “Mundos” no Studio Kaza em Miami, USA (2015), Exposição individual ”Cuba antes dos Stones” na The School of Life, SP (2017), Exposição individual “Caixa Clara” na Galeria Estação, SP (2018) e Exposição coletiva “Os fins do sono” na Galeria Oma - São Bernardo do Campo, SP (2019). DIÓGENES MOURA | CURADORIA Escritor, curador de fotografia, roteirista e editor independente. Nasceu em Recife. Morou durante 17 anos em Salvador, no bairro negro da Liberdade onde aprendeu sobre banzo, fundamento e abismo. Vive em São Paulo desde 1989. Seu mais recente projeto, a exposição Terra em Transe (concebido especialmente para o SOLAR FOTO FESTIVAL, Fortaleza, CE, 2018/2019) reúne cerca de 500 imagens de 53 fotógrafos brasileiros e começará a ser exibido em capitais brasileiras a partir de maio de 2020. Semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura 2019 com O Livro dos Monólogos - Recuperação para Ouvir Objetos, publicado em 2018 (Vento Leste Editora), atualmente escreve Vazão 10.8, novela que narra a morte de sua única irmã, no dia 01 de janeiro de 2019, dia do aniversário do autor. Foi Curador de Fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo entre 1999 e 2013 onde realizou exposições, pesquisas e reflexões sobre o pensamento fotográfico/imagético e possibilitou o reconhecimento do acervo do museu como um dos mais significativos da América Latina. Como Curador recebeu quatro prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). Premiado no Brasil e exterior também recebeu o Prêmio APCA de Melhor Livro de Contos/Crônicas, em 2010, com Ficção Interrompida - Uma Caixa de Curtas (Ateliê Editorial). No mesmo ano foi finalista do Prêmio Jabuti, na mesma categoria. Escreveu, entre outros, Fulana Despedaçou o Verso (Terra Virgem Edições, 2014) e Drão de Roma - Dezembro Caiu (Fundação Casa de Jorge Amado, 2006). Diógenes Moura escreve sobre existência, imagem e abandono. LETICIA DIAS DE MOURA | DIRETORA DE ARTE Estudou Comunicação Visual, Desenho Industrial e Artes Plásticas na FAAP em São Paulo, além de dois anos cursando Artes Plásticas e Museologia na University of Colorado at Boulder, EUA. Em 1991 fundou a Editora MAS, especializada na edição de livros de arte e publicações institucionais. Em 1996 criou o Estúdio Leticia Moura de Design e Comunicação, e a partir de 2010 associou-se ao Estúdio Conjunto 31 - Criação e Design, com foco em criação de marcas, identidade visual e projetos editoriais para as áreas de arte e cultura, empresas, terceiro setor, meio ambiente, etc, bem como na criação de projetos de livros e outras publicações de artes plásticas, fotografia, história, culinária, infantís, literatura, institucionais e corporativos, etc. HELOISA DA COSTA MANSO VASCONCELLOS | PRODUTORA GRÁFICA Após 20 anos de experiência corporativa, nos mercados publicitário e editorial, sempre voltada para atendimento, coordenação e produção, criou, em 2005, a TINO EDITORIAL – Gestão de projetos especiais, por meio da qual realiza essas atividades de forma independente, com ênfase em Cultura, Fotografia, Meio ambiente e Terceiro Setor. Experiência profissional (histórico): gerente de contas em agências como ALMAP e Lintas, na década de 1980; coordenadora de projetos especiais e captação de recursos em editoras como Terra Virgem (anos 1990 – agendas Suzano; série Brasil Aventura, série Cuidados pela vida); Editora Talento (anos 2000 – Prêmios Fundação Conrado Wessel de Fotografia, Literatura e Ciências; Leituras do Brasil, para o Instituto Ecofuturo; Marcos Tomanik Arquitetura; Imaginação, para a AMA – Associação de Amigos do Autista) e Editora Cultura em Ação, participando ativamente da criação da Revista RAIZ, desde a montagem da equipe, como diretora de produção. Principais clientes (atual): Vento Leste Editora (coordenação de todos os projetos editoriais, como MAGNA, O Livro dos Monólogos, A Marcha do Sal, Bubuia do Tempo, Na trilha do Cangaço – o sertão que Lampião pisou, Às vezes água, às vezes terra, além da produção gráfica desses títulos); Instituto Ecofuturo (produção editorial dos livros dos concursos de redação, desde 2007, e prestação de serviços ao Parque das Neblinas, incluindo a edição de Planos de manejo), Aviões e músicas (edição do livro Onde morrem os aviões), Beting Books (produção gráfica dos títulos da editora), Grupo Eurobike de concessionárias Audi, BMW, Land Rover, MINI, Porsche e Volvo (Eurobike magazine, coeditora de 2007 a 2018), Editora Talento, Conjunto 31 / Pinacoteca do Estado (produção gráfica para os livros Iran do Espírito Santo, Beatriz Milhazes, Leda Catunda, Carmela Gross, Julião Sarmento, Muntadas, Jac Leirner, dentre outros), Colégio Albert Sabin (montagem da equipe, coordenação geral e produção gráfica do livro Ensinar é criar oportunidades), Auana Editora (produção gráfica para os livros Expedicionários, Somos Terra, Cinex, dentre outros), Avistar Brasil (produção gráfica para os livros dos concursos de fotografias de aves), TIJD (produção gráfica para o livro Kaá Eté), Instituto EcoSocial (coordenação geral do livro Germinar, histórias de transformação), Cenpec (Coordenação editorial da coleção Aceleração de Aprendizagem), Ecolog Florestal: concepção, coordenação, fotografia e produção gráfica para o livro Explorar para preservar – uma experiência de manejo na Amazônia, Caiman (coedição do livro Caiman – uma história de conservação no Pantanal). BETH CECONI | ASSESSORIA CONTÁBIL Técnica em Ciências Contábeis possui mais de 30 anos de experiência, sendo que nos últimos 15 anos tem atuado na área cultural. Ao longo desses anos, presta consultoria a projetos inscritos em diferentes leis de incentivo, entre elas Lei Rouanet, Ancine e Lei Mendonça. Entre os trabalhos culturais aos quais realizou acompanhamento diário e aprovação de prestação de contas podemos citar: Lei Rouanet: Tietê o Rio de São Paulo, Amazônia Canta, Mercado Municipal de São Paulo - 70 anos de Cultura e Sabor, Terra na Terra, Qualivida - Qualidade de Vida Através dos Tempos, Vida Caiçara, Livro Agenda Cinemateca Brasileira 60, Livro Agenda Vera Cruz Anos de Ouro do Cinema Paulista anos, Agenda A Cultura como Agente de Inclusão Social, Pioneiros, Erudito Brasil, Ânima Surf, Iemanjá, Etnias e O Rosto e o Resto, Cartunistas Brasileiros, Catálogo Cine Cultural, Os Clássicos da Pintura Mundial com a Turma da Mônica e Levi Ramiro / Nosso Quintal anos. Lei Mendonça: A Construção da Cidade de São Paulo, O Cordel e suas Histórias - Medicina Preventiva, Alma Paulista I e II, Terras de Preto, Auleum - A Quarta Parede, Vera Cruz - Imagens e Histórias do Cinema Brasileiro, Centro Cultural Infanto Juvenil e Oficina de Cultura Artística e Musical Lar da Benção Divina, Filme que não existiu, III festival MERCOSUL, Cuiabá, músicas e imagens de outro Pantanal, A Construção da Cidade de São, Terra das Letrinhas, Dr. I e Esteto, Teatro das Letrinhas, Dr. I e Esteto. Ancine: Anabel a Série I, Atlântico a Neblina... Uma Saga pela Amazônia Demais profissionais ainda não foram contratados, pelo que não poderemos, desde já, informá-los.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.