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Esta proposta prevê a montagem, produção e apresentações do texto teatral "Selvagem", texto inédito de Mike Bartlett e tem por objetivo principal a realização de apresentações do espetáculo no Brasil.
A peça “Selvagem” trata-se de um thriller cômico. Acontece em um 'quarto de hotel' em uma cidade ficticia. Andrew é um fugitivo apátrida e está atualmente escondido neste quarto de hotel, ele é visitado separadamente por duas pessoas que parecem ser mensageiras de uma organização sem nome, oferecendo proteção a ele. A primeira, identificada na dramaturgia apenas como "Mulher", apresenta-se como "Miss Prism", personagem da peça de Oscar Wilde, "A importância de ser fiel". O segundo visitante, identificado apenas como 'Homem', inicialmente afirma não ter conhecimento da primeira. Neste jogo, ambos se apresentam como únicas alternativas de apoio e ajuda, mas Andrew está prestes a descobrir que nada neste mundo é certo e confiável: tudo está em questão, desde a identidade pessoal até a própria existência daquele 'quarto de hotel' que acredita estar ocupando. A classificação etária da obra é 14 anos.
Objetivo Geral Produzir a montagem e apresentações de "Selvagem", texto inédito do premiado dramaturgo britânico Mike Bartlett, e divulgar sua dramaturgia importante pela inventividade, temática e discussões tratadas. Objetivos especificos - Realizar 24 apresentações do espetáculo.
O espetáculo abordará assuntos de extrema relevância para sociedade brasileira, além de trazer grande nível artístico e técnico. De acordo do Art. 1º da Lei 8313/91, o presente projeto atende os seguintes incisos, que justificam a realização do projeto, conforme abaixo: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação ao Art. 3º da Lei 8313/91, apontamos os objetivos que serão atingidos pelo projeto: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculo de artes cênicas. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Como informações adicionais, vale destacar que além do ineditismo da peça no Brasil, o espetáculo ganhou ótimas críticas em Londres e será uma ótima oportunidade do público conhecer mais esta obra do dramaturgo inglês Mike Bartlett, que ficou conhecido no país através dos espetáculos “Contrações” e “Love Love Love”: A peça foi sucesso absoluto em sua estreia no Hampstead Theatre, em Londres. ★★★★ 'É um passeio marcante de Mike Bartlett' - The Times ★★★★ 'O golpe de teatro mais sensacional do ano´ - The Telegraph ★★★★ 'Desafiadora e exclusivamente teatral' - The Guardian ★★★★ 'De tirar o fôlego... Literalmente fora dos limites' - Financial Times ★★★★ 'Notável' - The Sunday Telegraph Além disso, o espetáculo conta com uma equipe qualificada e reconhecida por suas trajetórias artísticas: Destacamos o ator Leopoldo Pacheco, com sua extensa e premiada trajetória no teatro, na televisão e no cinema. O ator lançou recentemente o filme “Caritó” ao lado de Lilia Cabral, e está na próxima novela das 19h da Rede Globo, “Salve-se quem puder”. Amanda Lyra, é a atriz mais indicada a prêmios entre os anos de 2017 e 2019 no teatro paulistano. Por seu monólogo Quarto 19 foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz (2018), Aplauso Brasil (2017), Questão de Crítica (2019), APTR (2019). Em 2019 também integrou o elenco de Mãe Coragem, direção de Daniela Thomas e Fim, direção de Felipe Hirsch, que lhe rendeu indicações aos prêmios APCA (2019) e Aplauso Brasil (2019).
- Informamos que o espetáculo será realizado em edifício e/ou equipamento de cultura devidamente equipados e adaptados. Todas as exigências referentes à acessibilidade física serão cumpridas: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos - Faremos 8 apresentações com profissional de tradução em libras e ação de audiodescrição, uma por semana. As datas serão divulgadas na página do projeto nas redes sociais e via assessoria de imprensa, estimulando a participação do público deficiente.
- Doação de 20% (vinte por cento) dos ingressos, distribuídos gratuitamente para entidades educacionais, sociais e culturais. Contemplará do artigo 21. da Intrução Normativa, as seguintes medidas: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;
Ficha técnica Proponente: Ricardo Henrique Silva Função: Ator e produtor Mike Bartlett Função: dramaturgo Diego Moschkovich Função: diretor Leopoldo Pacheco Função: ator Amanda Lyra Função: atriz Marisa Bentivegna Função: cenógrafa e iluminadora Murilo Rangeu Função: figurinista Erico Theobaldo Função: Designer de som Mariana Novais e Larissa Maine Função: Produtoras Currículos Dramaturgo Mike Bartlett é um dos dramaturgos mais encenados da atualidade. Ficou conhecido no Brasil por encenações como Love Love Love, Cock - Briga de Galo e Contrações. É dramaturgo residente do National Theatre e dramaturgo associado da companhia de teatro Paines Plough. Em 2007, foi residente no Royal Court Theatre. Sua peça Cock, ganhou o prêmio Olivier em 2010 na categoria de Conquistas Notáveis no Affiliate Theatre. Também ganhou os prêmios Writer's Guild Tinniswood e OImison pela sua peça Not Talking e o prêmio Old Vic New Voices Award pela peça Artfacts. A série Doctor Foster, de 2015, estrelado por Suranne Jones, ganhou o prêmio New Drama da National Television Awards. Bartlett também ganhou o prêmio de Melhor Escritor do Broadcast Press Guild Awards. Foi comissionado pelos teatros Headlong Theatre, Liverpool Everyman, Hampstead Theatre, The Royal Court e National Theatre. DIREÇÃO Diego Moschkovich é diretor de teatro, pedagogo teatral e tradutor. Bacharel em Artes Cênicas pela Academia Estatal de Artes Cênicas de São Petersburgo (LGITMiK) e Mestre em Literatura e Cultura Russa na FFLCH (USP). Foi bolsista e assistente de direção e tradutor no projeto Masters in Residence, do Instituto Grotowski (Wroclaw, Polônia, 2011 - 2012), sob a direção de Anatóli Vassíliev. No Brasil, fez a assistência de direção para Adolf Shapiro nos dois trabalhos realizados com a Mundana Companhia (Tchékhov 4, 2010 e Pais e Filhos, 2012), e para Georgette Fadel em O Duelo (2013).Como diretor, estreou Caixa, de Stephen Belber, (OC Oswald de Andrade, 2014), Dezembro, de Guillermo Calderón (SESC Consolação, 2015), Huis Clos – A Portas Fechadas, de J. P. Sartre, (Itaú Cultural, 2016), Neva, de Guillermo Calderón (CCSP, 2016). Em 2017 dirigiu O Corpo que o Rio Levou, de Ave Terrena, peça ganhadora do IV Prêmio Zé Renato de Teatro (março/abril - CCSP). Em 2018 dirigiu As três uiaras de sp city, peça de Ave Terrena Alves ganhadora do edital da IV Mostra de Dramaturgia em Pequenos Formatos Cênicos do CCSP, também (maio – junho, CCSP), e Villa, de Guillermo Calderón (outubro – novembro, SESC Pinheiros). Coordena o Laboratório de Técnica Dramática, grupo de estudos e pesquisa sobre a metodologia da Análise Ativa e ministra o módulo “Personagem”, no Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI-SP. ELENCO Leopoldo Pacheco é um ator de carreira consolidada no teatro e na televisão. Formou-se ator na Escola de Arte Dramática, foi professor no Teatro Escola Célia Helena e TUCA. Tem uma trajetória de grande prestígio e reconhecimento com diversos sucessos na televisão, cinema, parcerias com grandes grupos e diretores no teatro. Em seu primeiro trabalho na peça Máscaras, de Augusto Francisco ganhou o Prêmio Governador do Estado de Melhor Ator e de Revelação pela Prêmio APCA. A partir daí, seguiram-se diversos sucessos, indicações e premiações como ator, diretor e figurinista. Destacam-se os espetáculos: O Beijo no Asfalto, Pólvora e Poesia, peça que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator em 2001, Camille & Rodin, Depois do Ensaio, Para Tão Longo Amor, O Leão no Inverno, com Regina Duarte, direção de Ulysses Cruz, atualmente em cartaz em São Paulo. Na televisão, destacou-se em A Escrava Isaura, com o personagem Leôncio Almeida e depois diversos sucessos na Rede Globo como nas novelas: Belíssima, Amazônia, Paraíso Tropical, Beleza Pura, Paraíso, Ti Ti T, O Brado Retumbante, As Brasileiras, Cheias de Charme, Jóia Rara, Alto Astral, Ligações Perigosas, Êta Mundo Bão!, Velho Chico, Novo Mundo e estará na próxima novela das nove O Sétimo Guardião, de Aguinaldo Silva. Amanda Lyra Formada pela Escola de Arte Dramática da USP. Indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz pelo espetáculo Quarto 19, com direção de Leonardo Moreira; atuou e produziu Tragédia: uma tragédia, de Will Eno, com direção de Carolina Mendonça; Uma História Radicalmente Condensada da Vida Pós-Industrial, direção de Carolina Mendonça. Atuou nos espetáculos A Pior Banda do Mundo, da Cia. dos Outros e Mateus, 10, do grupo Tablado de Arruar (vencedor do Prêmio Shell 2012 de Melhor Autor). Fez assistência de direção e atuou para Leonardo Moreira no espetáculo O Jardim, da Cia Hiato. Há um Crocodilo Dentro de Mim, direção de Silvana Garcia. Codirigiu, junto com Carolina Bianchi, o espetáculo Solos Impossíveis, da Cia. do Outros. Integrou o elenco de Mãe Coragem, direção de Daniela Thomas e de Fim, dirigido por Felipe Hirsch, que lhe deu indicações aos prêmios APCA (2019) e Aplauso Brasil (2019). Ricardo Henrique É ator, diretor, produtor e co-fundador da DeSúbito Cia. Formou-se na Escola de Arte Dramática ECA/USP. Dirigiu o espetáculo Coisas que você pode dizer em voz alta, de Ricardo Inhan e o infantil Cartas para Ariel, de Carla Zanini, ambos premiados pelo edital Proac para suas produções. Em 2015, dirigiu o espetáculo Casa e Nuvem Branca (temporada SESC Ipiranga 2016), com dramaturgia de Rafael Augusto. Em 2016, atuou no espetáculo performativo Cartografia do Afeto - Manifesto Leonilson (3º Prêmio Zé Renato de Teatro), idealizado com o ator Sidney Santiago, direção de Roberto Rezende e parceria com o Cambar Coletivo. Foi integrante do grupo Poleiro do Bando entre 2012 e 2016, onde atuou nos espetáculos Cloro e Tão Pesado Quanto o Céu, de Ricardo Inhan e direção de Mariana Vaz. Está em processo de criação do espetáculo Chroma Key, direção de Eliana Monteiro (Teatro da Vertigem) e dramaturgia de Angela Ribeiro. CENOGRAFIA E ILUMINAÇÃO Marisa Bentivegna É Iluminadora e cenógrafa paulistana, estreou no teatro profissional em 1990. Formada na Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP - em Publicidade e Propaganda e na Escola de Belas Artes de São Paulo no curso de Desenho Industrial. Atualmente é integrante da Companhia Hiato, dirigida por Leonardo Moreira, como cenógrafa e iluminadora, e no ano de 2015 teve um cenário criado para esta companhia para o espetáculo O JARDIM, selecionado para representar o Brasil na Quadrienal de Praga na República Tcheca. Também é integrante da Banda Mirim como diretora técnica, cenógrafa e iluminadora desde 2004, coletivo premiado em 2015 com o Prêmio Governador do Estado na categoria Arte para Crianças. Tem ainda como parceiros de criação os diretores Cristiane Paoli Quito, Eliana Monteiro, Marcelo Romagnoli, Rafael Gomes e Kiko Marques entre outros. Atua em teatro, dança, exposições e shows musicais, tendo trabalhado em mais de 20 países nas últimas décadas. É cenógrafa convidada do Teatro Studio de Varsóvia. Recebeu os seguintes prêmios individuais: SHELL 1992 e APCA 1992 pela iluminação de O PARAÍSO PERDIDO do Teatro da Vertigem; APCA 2007 e COCA-COLA FEMSA 2008 pelo cenário de O Menino Tereza da Banda Mirim; COCA-COLA FEMSA 2007 pela iluminação de O Tesouro de Balacobaco da Bendita Trupe; SHELL 2010 pelo cenário de Escuro da companhia Hiato; FITA 2011 – FESTA INTERNACIONAL DE TEATRO DE ANGRA – pela iluminação de Música Para Cortar os Pulsos; SHELL 2011 pelo cenário de O Jardim da Companhia Hiato. FEMSA 2018 pela cenografia dos espetáculos Gagá, Buda e Skellig.
PROJETO ARQUIVADO.