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PRONAC 200082Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Sagalusa

FABRICA DE EVENTOS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 836,1 mil
Aprovado
R$ 836,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-03-02
Término
2022-03-02
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto contempla a produção e realização emduas cidades do espetáculo "Sagalusa" (título provisório), a partir do livro homônimo de Adriana Calcanhotto, adaptado para o teatro pelo dramaturgo Gustavo Pinheiro. O livro narra, de forma bem-humorada, a história da cantora que durante sua turnê em Portugal precisou cancelar shows e várias entrevistas por conta de um inesperado surto psicótico induzido por uma combinação de medicamentos para gripe.

Sinopse

“Sagalusa” (título provisório), adaptado para o teatro por Gustavo Pinheiro a partir do livro homônimo de Adriana Calcanhotto, é o relato hilariante de uma mulher que ficou à deriva em si mesma e nos lembra da vulnerabilidade a que todos estamos potencialmente expostos. O espetáculo narra, de forma bem-humorada, a história da cantora que durante sua turnê em Portugal precisou cancelar shows e várias entrevistas por conta de um inesperado surto psicótico induzido por uma combinação de medicamentos para gripe. ESPETÁCULO TEATRAL DURAÇÃO: 60 MINUTOS (PREVISÃO) CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos

Objetivos

OBJETIVO GERAL - O projeto visa realizar 2 temporadas do espetáculo "Sagalusa" em duas cidades brasileiras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar uma temporada estimada em 8 semanas (32 apresentações), com cobrança de ingressos, no Rio de Janeiro/RJ; - Realizar uma temporada estimada em 5 semanas (15 apresentações), com cobrança de ingressos, em São Paulo/SP; - Realizar 3 bate-papos sobre a produção do espetáculo, nas duas cidades - Realizar uma oficina gratuita de produção cultural, nas duas cidades. - Realizar uma oficina gratuita de produção cultural, nas duas cidades. - Atingir um público total de mais de 10 mil pessoas. *Os ingressos para o espetáculo custarão entre R$ 50,00 e R$ 70,00. - Disponibilizar um produto de artes cênicas ao público jovem e adulto, sem distinção de gênero ou classe social;

Justificativa

Conforme artigo 1º da Lei 8.313, o projeto se inclui nas seguintes finalidades: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para cumprimento das finalidades expressas no art. 3° desta lei, o projeto atenderá os seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos para o espetáculo.

Estratégia de execução

Uma artista em turnê. Uma viagem ao exterior. Um coquetel de medicamentos para curar gripe e febre. Uma mulher em colapso, três dias sem dormir. Uma mente incontrolável em pleno surto. O espetáculo “Sagalusa” (título provisório) é o relato de uma (dupla) viagem: em uma turnê por Portugal, uma cantora sofre bad trip medicamentosa – resultado de uma mistura de remédios para a gripe com a cortisona de uso diário. O surto é carinhosamente apelidado pela cantora de “a Coisa”. O estranhamento de si mesma prossegue no encontro com a imagem insone no espelho: com enormes olheiras, a artista percorre sua saga acompanhada pela exótica figura do “urso panda disfarçado de cantora gaúcha”. O fato de seu surto se dar em quarto de hotel em Lisboa – terra com quem nós, brasileiros, mantemos uma estranha familiaridade e onde a cantora goza de enorme prestígio – deixa tudo ainda mais engraçado. Ali, trancada em seu quarto, a cantora se entrega à navegação pela internet, às troca de e-mails e à interação com as pessoas que a cercam – produtores, amigos, médicos, analista - para enfrentar o momento de perda absoluta de fronteiras, físicas ou psíquicas. Quem nunca se sentiu atravessado por uma vontade que não controla? Não estranhou a própria imagem no espelho? Não fracassou nas tentativas de dormir ou em deter pensamentos indesejáveis? Em algum momento da vida, todos temos que encarar “a Coisa”, com a árdua tarefa de “transformar limões em limonada”, como bem define o psiquiatra de Adriana. “Sagalusa”, adaptado para o teatro por Gustavo Pinheiro, é o relato hilariante de uma mulher que ficou à deriva em si mesma e nos lembra da vulnerabilidade a que todos estamos potencialmente expostos. Praças e locais indicados no plano de distribuição estão sujeitos à alteração, conforme disponibilidade de recursos financeiros e pauta. A receita estimada pode não corresponder à realidade de execução, uma vez que o número exato de espectadores só será contabilizado ao final do projeto. Além disso, a receita bruta não é repassada por inteiro ao proponente. Dela, são descontadas taxas de administração do teatro, de cartões, impressão de ingressos, ECAD etc.

Especificação técnica

Não aplicável ao projeto.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 18 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: uma sessão com intérprete de libras em cada cidade; Deficientes visuais: Confecção de parte dos programas em braile. PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: não se aplica. Deficientes visuais: não se aplica

Democratização do acesso

Nosso projeto se propõe a atingir não apenas o público habitual dos teatros, mas principalmente classes menos favorecidas economicamente, universitários e de baixa renda, com ênfase nas escolas e universidades públicas. Junto a este público específico, pretendemos atingir formadores de opinião, como professores, coordenadores, alunos e profissionais envolvidos com Teatro e Música. Para o PRODUTO PRINCIPAL, serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade ao Art. 20 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019: - Distribuição gratuita de 20% dos ingressos a organizações sociais e/ou instituições públicas de ensino; - Comercialização de 10% dos ingressos no valor do Vale-Cultura; - Cobrança de valor de meia-entrada em 50% dos ingressos disponíveis para venda. Em conformidade ao Art. 21 da IN nº 2, de 23 de abril de 2019, a medida proposta é: - Oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural.

Ficha técnica

Elenco: Fabíula Nascimento Texto original: Adriana Calcanhotto Adaptação: Gustavo Pinheiro Direção: Cesar Augusto Direção de Produção: Claudia Marques Iluminação: Adriana Ortiz Músico convidado: Lúcio Zandonadi Direção Musical : Marcelo Alonso Neves e Lucio Zandonadi Realização: Fábrica de Eventos CURRÍCULOS: Fabíula Nascimento - Atriz Versatilidade é a marca principal da curitibana Fabiula Nascimento, atriz premiada nos palcos e no cinema. A carreira de Fabiula começa em 1994 em Curitiba – Paraná mas é em 2007 no Rio de Janeiro que sua carreira no teatro se estabeleceu protagonizando ao lado de Bruce Gomlevsky o espetáculo Macbeth, de Moacir Chaves. A grande virada acontece no cinema, com o aclamado Estômago, longa de Marcos Jorge, vencedor de vários prêmios no Festival de Cinema do Rio de Janeiro de 2007. Com o papel da prostituta Iria é indicada para melhor atriz coadjuvante do Prêmio Contigo de Cinema de 2008 e vencedora do mesmo . Em 2008 se muda definitivamente para o Rio de Janeiro e começa uma nova jornada em terras cariocas. Foi convidada pelo diretor da Rede Globo José Alvarenga Junior a fazer parte do elenco de Força Tarefa, que teve três temporadas de sucesso. Em seguida entrou para o elenco de Junto e Misturado, também da Rede Globo. Em 2012, estreou em novelas, fazendo parte do elenco principal de Avenida Brasil de João Emanuel Carneiro com direção de Amora Mautner, interpretando a cabeleireira Olenka. No ano seguinte fez a minissérie O Canto da Sereia e a novela Joia Rara de Duca Rachid e Thelma Guedes . Em 2014, interpretou a vilã ambiciosa Cristina em Boogie Oogie de Rui Vilhena. Emendando duas novelas seguidas, esteve em I Love Paraisópolis, em 2015. Em 2016, participou da 1ª fase da novela Velho Chico, de Benedito Ruy Barbosa. Em 2018, retorna as novelas em Segundo Sol, Em 2019, faz a novela Bom Sucesso, onde interpreta a workaholic Nana. No teatro seus últimos trabalhos foram Sonho de Outono em 2008, Enfim Nós em 2010 e 5 X Comédia da premiada diretora Monique Gardemberg. Em sua carreira recebeu inúmeras indicações e ganhou vários prêmios no teatro, no cinema e na televisão como o Troféu Gralha Azul de teatro infantil vencendo 2 vezes, Premio Contigo de Cinema com Estômago, Grande Premio do Cinema Brasileiro em 2012 e 2015 , Prêmio Cesgranrio de Teatro com 5 X Comédia e Troféu APCA com Velho Chico de melhor atriz coadjuvante. Cesar Augusto – Direção É membro da Cia dos Atores desde a sua formação. Paralelamente, desenvolveu outros projetos culturais: Riocenacontemporanea (membro da diretoria e curador) e Festival de Teatro de São José do Rio Preto (curador). Dirige o TEMPO_FESTIVAL das Artes, festival internacional no Rio de Janeiro. Foi diretor artístico da Ocupação CÂMBIO, no Teatro Glaucio Gill, entre 2010 e 2011, sendo indicado na categoria especial do prêmio APTR. Foi diretor residente do Teatro Café Pequeno, dando prosseguimento à Ocupação Câmbio. É curador do Galpão Gamboa, espaço dirigido por Marco Nanini e Fernando Libonati, iniciando este trabalho com o projeto Gamboavista, agraciado pelo prêmio APTR na categoria especial. É curador ainda dos projetos Dança Gamboa e Garagem Gamboa. Como ator, seus trabalhos mais recentes foram "Conselho de Classe"e Insetos ambos de Jô Bilac. Como diretor, esteve à frente de "LaborAtorial" e "Próxima Parada", Alair, A Tropa mais recentemente “Menines e Sarah Kane. Adriana Calcanhotto - Autora da obra original Nascida em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no ano de 1965 em 3 de outubro, Adriana da Cunha Calcanhotto, mais conhecida por Adriana Calcanhotto ou Adriana Partimpim, é cantora, escritora e compositora de grandes sucessos. Sua carreira profissional começou nos bares de Porto Alegre. Trabalhou em peças teatrais e depois se lançou em concertos e festivais por todo o país no estilo voz e violão. Ao todo ao longo da carreira são mais de 17 trabalhos lançados e mais de 20 canções temas de novelas. A cantora já venceu o Grammy Latino duas vezes nas categorias “Melhor Canção Brasileira” e “Melhor álbum infantil” – esse como Adriana Partimpim. Lúcio Zandonadi – Direção Musical Lúcio Zandonadi (1977) – começou seus estudos em música com 5 anos no Conservatório Barramansense de Música. Formou-se em Regência Coral e Orquestral pela Escola de Música da UFRJ, aluno do maestro e compositor Ernani Aguiar, com quem também estudou Composição. Na faculdade entrou para o Coral Brasil Ensemble, sendo cantor e regente assistente da Prof. Dra. Maria José Chevitarese. Em 2007 foi selecionada sua obra “Ave Maria Pater Noster” para participar da XVII Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Em 2008 fundou, como cantor, o Madrigal Contemporâneo, e sua obra “Magnificat” entrou no XXIV Panorama da Música Brasileira Contemporânea. Em 2009 foi diretor musical da opereta “Rita” de Gaetano Donizetti, executada na Escola de Música da UFRJ. Em 2011 regeu e fez direção musical da ópera infantil “Joca, Juca e o Pé de Jaca”, de Rafael Bezerra. Em 2015 fez a direção musical e a trilha da peça “O Rapaz da Rabeca e a Moça da Camisinha”, baseada no cordel de José Mapurunga, dirigida por Letícia Guimarães e estreada na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Também neste ano fez a direção musical de “Pet Shop”, com texto de Éber Inácio e direção de Wilson Belém e Letícia Guimarães. Em 2017 estreou “Gisberta”, peça de que fez a direção musical e a trilha sonora, além de atuar como instrumentista e cantor. Em 2018 fez a direção musical e a trilha sonora da peça infanto-juvenil “Malala, a menina que queria ir para a escola”, baseada no livro homônimo de Adriana Carranca e ainda contando com três canções de Adriana Calcanhotto compostas especialmente para ela. FÁBRICA DE EVENTOS (Produtora do projeto) A Fábrica de Eventos é uma produtora carioca com 22 anos de experiencia no mercado e mais de 30 espetáculos produzidos tem como prioridade a realização de projetos culturais. Atua em todos os segmentos artístico-culturais, criando e produzindo projetos para todos os perfis de público, estando presente na criação, elaboração e nas etapas de produção. Como destaque de seus feitos, a Fábrica de Eventos esteve a frente de diversos projetos da renomada Cia dos Atores dirigida por Enrique Diaz, parte do repertório da Cia OmondÉ da diretora Inez Viana, espetáculos dirigidos pelos diretores Mauro Rasi, Paulo José, Aderbal Freire Filho, Paulo de Moraes e Christiane Jatahy. A Fábrica de Eventos é dirigida pela produtora cultural Cláudia Marques. A proponente deverá ser remunerada pelas funções de direção de produção, coordenação administrativa e prestação de contas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.