| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 77941490000155 | Gazin Indústria e Comércio de Móveis e Eletrodomésticos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 164,0 mil |
| 11234954000185 | CMPC CELULOSE RIOGRANDENSE LTDA | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 05677629000194 | Fancar Veículos Ltda. | 1900-01-01 | R$ 65,0 mil |
Realização da programação cultural da Festa Campeira, Artística e Cultural pelo Centro de Tradições Gaúchas Gomes Jardim. O evento tradicional busca preservar a cultura e a identidade gaúchas através de manifestações artísticas como a música instrumental e a declamação. Além destas atividades, a programação da Festa é composta por danças tradicionais e oficinas de danças e lendas folclóricas, completando o conjunto de expressões que remetem à história e a memória do Estado do Rio Grande do Sul.
Não haverá montagem de espetáculo para o projeto.
Objetivo geral Realizar a programação cultural da Festa Campeira, Artística e Cultural do Centro de Tradições Gaúchas Gomes Jardim. O evento tradicional do município de Guaíba busca preservar a cultura e a identidade gaúchas através de manifestações artísticas como a música instrumental, a dança e a declamação. Objetivos específicos Realizar seis apresentações de música instrumental com artistas com trabalhos relacionados à temática nativista e de reconhecida qualidade artística. Realizar uma mostra de declamações que irá valorizar a relação entre a literatura e a cultura nativista, incentivando novos talentos ao costume e preservação dessa manifestação artística. Realizar 20 apresentações de grupos folclóricos de dança, valorizando e gerando oportunidades para os talentos do município. Proporcionar uma programação cultural qualificada aos moradores da cidade de Guaíba (RS), dentro de um evento que envolve um grande público, com expectativa de receber aproximadamente 35 mil visitantes. Realizar oficinas de danças folclóricas para mil estudantes da rede pública de ensino. Preservar os hábitos, costumes e a identidade da cultura gaúcha através da realização de diversas das duas manifestações artísticas.
A Festa Campeira, Artística e Cultural de Guaíba é um momento especial de culto às tradições gaúchas realizado na cidade que é reconhecida como o Berço da Revolução Farroupilha, portanto possui grande potencial cultural, histórico, turístico e de lazer. O evento transcende o próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho, pois neste período a cidade apresenta, expõe e revive a sua história e identidade. Não é de se surpreender, portanto, que a festa possa reunir aproximadamente 35 mil pessoas ao longo da programação. As lidas campeiras são atividades que tem uma história secular tendo nos rodeios e festas campeiras a sua representação. Estes eventos são a recriação em forma de cultura e esporte, das tarefas vinculadas à vida do campo que se confundem com a história do gaúcho. Entre as manifestações artísticas tradicionais, destacam-se a música, as danças folclóricas, além de concursos de trova, violão, gaita piano, gaita-ponto e declamação. São atividades que mantém viva a memória e cultivam a identidade preservada pelos gaúchos, o que também é motivo de orgulho e da sensação de pertencimento do povo rio-grandense. As tradições gaúchas são tão importantes para o seu povo, que ultrapassam fronteiras. Para se ter uma ideia, há quase 3 mil CTGs registrados não só no Rio Grande do Sul, como no Brasil e no mundo. Estados Unidos, Japão e Polônia são alguns dos países que divulgam a cultura gaúcha, com organizações tão ou mais fortes das que existem no Sul, segundo o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Além da quantidade de CTGs - 1.680 no estado, cerca de 1,3 mil no Brasil e 16 no exterior -, são mais de 190 mil cartões de identidade distribuídos entre os associados do MTG. Esses cartões foram criados com o objetivo de organizar e fortalecer os quadros de associados, vinculando o seu portador a uma única entidade. O documento é necessário para representações em rodeios, torneios e competições artísticas. A Semana Farroupilha é comemorada fora do estado com o mesmo orgulho que festejamos aqui, somado a um componente especial que é a saudade da sua terra, seus costumes e tradições. Além disso, a vontade de seguir as tradições segue aumentando, especialmente entre os jovens. O movimento organiza eventos ao longo de todo o ano. São congressos, festas, convenções e cirandas culturais que reúnem adultos e crianças de todas as regiões do Rio Grande do Sul. E a participação dos jovens chega a 85% em muitos deles, segundo o MTG. A cidade de Guaíba se destaca no cenário tradicionalista com seus diversos artistas, prendas e peões com destaque estadual e prêmios em diversos festivais; como a 3ª Prenda Adulta do Estado, Natalia Rodrigues, também como exemplo Luis Arthur- categoria Mirim que ganhou os prêmios Gauderiada, em Rosário do Sul; Luiza Quinteiro, que ganhou o Prêmio Teixeirinha 2015; Lucas Almeida, que tem o título de Peão Farroupilha do Rio Grande do Sul do ano de 2016, além outros diversos artistas vencedores de festivais. Com isto, entendemos ser este evento de extrema importância, que traz visibilidade ao município. Tão importante quanto a preocupação em atrair visitantes para o a Festa Campeira, Artística e Cultural é o cuidado da organização do projeto para que toda a população do município sinta-se parte do evento, integrada com a sua comunidade. Por isso, as atividades da edição do evento serão gratuitas. A Festa Campeira é aguardada com ansiedade pelos moradores de Guaíba, pois é um momento de integração, festejos, interações, novas relações e de relembrar memórias afetivas. A cada apresentação das diversas expressões artísticas que têm espaço na Festa Campeira, abre-se a possibilidade de um novo engajamento — não só com os artistas, mas também com a própria arte. Além disso, parte das atividades irá até os estudantes da rede pública da cidade, com o intuito de aproximar os jovens da proposta da Festa e das tradições gaúchas, formando plateia para o evento e para atividades culturais em geral. Estas ações são as oficinas de danças e lendas folclóricas. Ainda em relação ao cuidado do evento com a participação de toda a comunidade, salienta-se que todos os espaços do evento contarão com rampas de acesso para cadeirantes. Afinal, a integração comunitária é a base da tradição que mantém a festividade viva até hoje. A música, a dança, a literatura e a gastronomia atraem e integram diversos públicos, oportunizando a troca de conhecimento e vivências. São ações que fortalecem os laços com a terra natal, mantendo as tradições que mobilizam tantas pessoas, há 50 anos, a cultivá-las. Em síntese, a Festa Campeira, Artística e Cultural possibilita resgates culturais que enriquecem a comunidade. Acreditamos que o projeto contribui para a o acesso às fontes de cultura, conforme indica o inciso I do artigo 1º da Lei Rouanet. A gratuidade ainda dá conta de atingir a finalidade da alínea A do inciso IV do artigo 3º da lei, uma vez que provém acesso público e gratuito a atividades artísticas. O projeto irá alcançar ainda a finalidade da alínea E, do inciso II do artigo 3º, a partir do fomento da produção cultural e artística. O mecanismo de incentivo fiscal, especialmente no momento econômico atual, é de fundamental importância para a aproximação de parceiros que irão viabilizar o projeto.
Prezados, Em resposta à diligência de 19/12, anexamos a esta proposta declaração informando que contrataremos por este projeto apenas atrações de música instrumental. Ficamos à disposição. Prezados, Ajustamos as informações sobre a contrapartida social conforme solicitado. Ficamos à disposição para outros ajustes.
Projeto para Oficina de dança Tradicionalista Gaúcha Oficinas de dança tradicional gaúcha Público-alvo: Público em geral com faixa etária variada, fechando grupos de nível iniciante, intermediário e avançado de conhecimento de danças. Cada aula terá em média de 30 a 40 minutos e tem por objetivo, desenvolver o gosto pela cultura gaúcha, permitindo ao aluno conhecer um pouco mais sobre a origem das danças tradicionais gaúchas, entrar em contato com as lendas e história do gaúcho. As aulas funcionarão da seguinte forma: de início, é apresentado conteúdo teórico a fim de explicar a origem e história por trás das danças gaúchas. Na sequência, serão passadas danças já conhecidas pelos alunos. Nesse momento, o professor primeiramente explicará os passos, colocará o áudio da dança para que os estudantes se familiarizem com a melodia, e por fim, a coreografia será executada juntamente com o áudio. A oficina é ministrada por Rinaldo Souto, produtor e diretor do Espetáculo Do Cipreste ao Piratini apresentado no município de Guaíba. Rinaldo é um grande estudioso e admirador da cultura gaúcha e compartilha sua vasta experiência com coreografias gaúchas com muita dedicação e carinho dentro de eventos culturais e afins. Alguns dos ritmos que serão trabalhados: Rancheira, Marcha, Chamamé, Milonga, Chote, Vaneira, Valsa e Bugio. Oficineiro: Rinaldo Souto Olivera Natural de Bagé, RS; instrutor de danças gaúchas e latino-americanas, escritor, vocalista, compositor e apresentador de eventos. Ingressou no tradicionalismo aos dezesseis anos no grupo de danças do Centro de Tradições Gaúchas Prenda Minha, com oqual, participou do primeiro Festival Gaúcho de Arte e Tradição (FEGART), em 1986 na cidade de Farroupilha. Com o grupo de danças do CTG Sentinela da Fronteira, da cidade de Bagé, retornou ao festival nos dois anos seguintes, representando também a 18ª Região Tradicionalista, na condição de Campeão Regional na modalidade de Chula. Em 1990, com a indicação do Sr. Jorge Luiz Braga Abott, iniciou suas atividades na condição de instrutor de Danças Tradicionais Gaúchas, coreógrafo e vocalista no Grupo Querência, do CTG Minuano, da cidade de Herval do Sul. No mesmo ano, participou de uma oficina de danças latino americanas na cidade de Mello no Uruguai. Em 1992, foi chuleador e vocalista da União Gaúcha J. Simões Lopes Neto. Em 1993, foi convidado pelo senhor Eduardo Brombilla a instruir o grupo de danças do CTG Cel. Thomaz Luiz Osório, da cidade de Pelotas, onde recebeu grande apoio do patrão Celaniro Borges de Farias e permaneceu até o ano de 1999, conquistando vários títulos, dentre eles 4º lugar em 1995, vice-campeonato em 1996 e o 5º lugar em 1997 no Festival Gaúcho de Arte e Tradição (FEGART). A partir de 1994, participou de vários cursos de revisão musi-coreográfico, ministrados pelos técnicos do Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, Sr. Terson da Costa Praxedes e pelo Sr. Jorge Preiss. Em 1995 passou a fazer parte das equipes de avaliação de rodeios e festivais no RS, e outros Estados, com a valorosa orientação do Dr. Paulo Roberto Espíndola Meirelles. Instruiu mais de 66 grupos de danças, tornando muitos deles vitoriosos em vários rodeios e festivais. Com o CTG Madrugada Campeira da Ilha da Pintada- POA. Além de vencer inúmeros rodeios, alcançou o 2º Lugar no Encontro Gaúcho de Arte e Tradição (ENART) 2001, na cidade de Santa Cruz do Sul. Onde, foi 4º lugar e Mais popular no (ENART) 2007 e 3º lugar no (ENART) 2008 com o CTG Potreiro Grande da Cidade deTramandaí, RS. Com a valorosa contribuição da competente bailarina e instrutora Rosana Trindade conquistou: 5º Lugar no (Enart força B) com o CTG Porteira da Tradição de Eldorado do sul em 2010; com a Sociedade Gaúcha de Lomba Grande de Novo Hamburgo 4º lugar (Enart força B) em 2010 e o título de Campeão do (Enart força B) em 2011. Com acontribuição de Karine Curvello chegou ao título de Vice Campeão doFestival da Tradição Gaúcha (Fetg) em 2012 com o CTG Meu Pago deDiadema – SP e ainda o título de Bi-Campeão Regional da 15ª RT com o grupo adulto do CTG Velha Cambona de Portão em 2013. Coreógrafo da abertura do Desfile Temático dos Festejos Farroupilhas de Porto Alegre de 2010 a 2013 e Co-autor do Livro Danças Tradicionais Gaúchas do MTG nas edições de 2003, 2008 e 2010. http://rinaldosouto.wixsite.com/rinaldosouto/galeria
APRESENTAÇÃO MUSICAL Em se tratando de música instrumental, haverá narração de ambientes para as atividades previstas. Será também garantido o acesso físico aos espaços através de rampas. CONTRAPARTIDA SOCIAL As oficinas serão realizadas indiscriminadamente a todos os estudantes das turmas participantes. Em caso de necessidade, será incorporado um intérprete de libras. Os oficineiros serão devidamente orientados ao acolhimento de qualquer tipo de deficiência.
Todas as atividades do projeto são gratuitas. ARTIGO 22 DA IN Como medida de democratização prevista no inciso II da IN, será oferecido transporte gratuito para que a comunidade possa prestigiar o evento. CONTRAPARTIDA SOCIAL contemplando o artigo 21 da IN, serão realizadas oficinas de danças e lendas folclóricas para estudantes de escolas públicas gratuitamente.
O proponente fará a coordenação administrativa do projeto. UM CULTURAL – PRODUTORA A Um Cultural é uma empresa situada em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, que atua em todas as etapas de projetos e atividades culturais. Há dez anos no mercado, tem conquistado um espaço representativo no segmento cultural, inclusive em outros estados brasileiros. Realizou diversos eventos, dos quais podem ser destacados: duas edições do Porto Alegre Jazz Festival; três edições do Festival de Cinema de Gramado; quatro edições Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo; quatro edições Kerb de São Miguel; quatro edições Natal dos Anjos; entre outros. Produziu, também, circulação de grupos teatrais pelo interior do estado e rotinas culturais na região do Vale do Sinos. Editou e participou da publicação de uma série de livros, dos quais podem ser mencionados: Scheffel por ele mesmo, a biografia do artista plástico Ernesto Frederico Scheffel; Quadros que falam, do artista plástico Flávio Scholles; Costa do Brasil, de Ita Kirsch; A História do Rubi de Ragank, de Simone Saueressig; entre muitos outros. É a produtora responsável pelo projeto de restauro do Museu Casa do Imigrante, de São Leopoldo, e da Igreja Evangélica Luterana do Redentor de Fazenda Padre Eterno, de Nova Hartz. Abaixo algumas das atrações de música instrumental selecionadas. As atrações de dança serão selecionas posteriormente. Eduardo Vargas (MÚSICA INSTRUMENTAL- GAITEIRO) Teve sua iniciação musical aos 14 anos através da Gaita Ponto, por influência do pai Kidy Vargas e de seu irmão Jair Vargas (também gaiteiro). 2007 - Com Diego Lacerda (Produtor Musical) fundaram o grupo “Palanque de Cordas”, participaram de diversos eventos e festivais obtendo grande êxito e premiações. 2012 – O grupo juntamente com o cantor Manity Oliveira lançaram seu primeiro álbum intitulado “Campeiros”, no mesmo ano Eduardo aceitou o convite de Renato Borghetti para integrar o corpo docente da "Fábrica de Gaiteiros” na unidade de Barra do Ribeiro. 2013 - Palanque de Cordas passa a ser uma Produtora atuante nas áreas de Ensino de Música, Produção Musical e Produção de Eventos. 2014 - Visando aprimorar o conhecimento em sua área de atuação, Eduardo ingressou na faculdade e hoje é formando de Licenciatura em música no Centro Universitário Metodista de Porto Alegre. 2017 - Lançou seu primeiro disco autoral solo no qual, mescla canções instrumentais e composições cantadas, interpretadas por ele e o grupo Palanque de Cordas. Fofa Nobre (MÚSICA INSTRUMENTAL - GAITEIRA) Natural de Guaíba, Cleunice Nobre, conhecida carinhosamente por todos como Fofa Nobre, incentivada pelo seu avô seu Manoel Nobre, aprendeu ainda criança, o gosto pelo instrumento. Teve seus primeiros acordes inspirados no toque da gaita do avô que, não deixava mexer em sua gaita, mas quando ele saía de casa ela pegava a gaita escondida e queria tocar como seu avô. Um dia foi pega por ele tirando sons na sua velha gaita, logo encaminhou a guria para ter aulas com o saudoso Sadi Cardoso, mestre na gaita ponto. Desde então, Fofa Nobre nunca mais se afastou da cordeona, o que antes era uma curiosidade, virou profissionalismo. Campeã de inúmeros rodeios e festivais, Fofa Nobre é tricampeã do Enart e campeã da Vacaria. Com tanto desempenho, foi convidado pelo grande Renato Borghetti, a fazer parte do projeto fábrica de gaiteiros, sendo a primeira professora, e formando os primeiros alunos do projeto. Fofa Nobre lançou seu primeiro CD em 2013, intitulado " Simples Assim", e para surpresa, recebeu duas indicações ao prêmio Açoriano de música gaúcha. Como melhor instrumentista regional e revelação. Renato Borghetti e a Fábrica de gaiteiros (MÚSICA INSTRUMENTAL) A Fábrica de Gaiteiros é um projeto idealizado por Renato Borghetti voltado à sociedade que forma alunos de acordeão diatônico, instrumento conhecido popularmente na região sul do Brasil como gaita de oito baixos. A confecção dos instrumentos é realizada com madeira certificada de eucalipto, proveniente de plantios renováveis. O projeto atualmente acontece nos municípios gaúchos de Guaíba, Barra do Ribeiro, Porto Alegre, Tapes, Butiá, São Gabriel e Bagé e Lagoa Vermelha; e em Santa Catarina nas cidades de Lages e Blumenau, com a participação de mais de 500 crianças/adolescentes entre 7 e 15 anos. Gaiteiro Gilberto Monteiro (MÚSICA INSTRUMENTAL) Nascido no extremo sul do Brasil na cidade de Santiago no Rio Grande do Sul, Gilberto Monteiro, ainda menino despontou como um músico de raro virtuosismo. Herdeiro do talento de seus ancestrais, também músicos, tornou-se um artista que carrega e exprime através de sua arte, as influências que recebeu das raízes étnicas e da cultura gaúcha. Em sua longa jornada, Gilberto Monteiro vem construindo uma carreira sólida e de muito sucesso, tendo exercido papel importante no movimento nativista iniciado nos anos 80, quando influenciou e imprimiu sua marca na sonoridade de tantos outros gaiteiros que, junto com ele, ajudaram a popularizar a música gaúcha. Gilberto Monteiro tem se apresentado por todo o Brasil, América do Sul, América do Norte e Europa com seu estilo inconfundível de interpretação que une gaita e gaiteiro em total interação, proporcionando um espetáculo fascinante e único. Soma-se a isso sua música, construída com as influências ibero-americanas e que exibe o lado mais autêntico do povo gaúcho, resultando em uma sonoridade regional que transpõe fronteiras e torna-se universal. Vários músicos brasileiros e de outras nacionalidades incorporaram composições de Gilberto Monteiro ao repertório de shows e gravações. Milonga Para as Missões, Pra Ti Guria, De Lua e Sol e tantas outras, ganharam lugar de destaque no cenário da música instrumental conquistando platéias pelo mundo e elogios da crítica especializada. A obra de Gilberto Monteiro está registrada nos álbuns Prá Ti Guria e De Lua e Sol e as novas composições continuam surgindo, sendo apresentadas no show e gravadas para novos lançamentos. RODRIGO SANTOS (acordeon - MÚSICA INSTRUMENTAL) Jovem músico do Berço da Revolução Farroupilha, Guaíba, Rodrigo Alves dos Santos 25 anos de idade começou os estudos de Acordeom com 14 anos de idade. No início praticava com grupos de bailes da região e participou de estudos com o mestre do acordeom Daniel Hack do Grupo OS Serranos, logo mais foi ganhando espaço nos CTG Gomes Jardim e CTG DARCI FAGUNDES, ao qual já participou de diversos eventos. No ano de 2007 juntamente com o Grupo Melodia Pampiana receberam o 1º lugar no festival nativista de Tapes/Rs. De 2008 a 2010 integrou no Grupo Alma Nativa de Barra do Ribeiro, tendo como vocalista Marcio Padula, artista renomado no Estado. Também participou do 14º Acampamento da Arte Gaúcha e 15º Acampamento da Arte Gaúcha Tapes/Rs. Atualmente, faz a Todeschini ‘Roncar’ ‘costeando’ Manity Oliveira, Sander Almeida e Outros. Em 2017, iniciou o projeto instrumental de músicas autorais e interpretadas por grandes nomes da música instrumental gaúcha e argentina. O Show instrumental apresentado, é um conjunto de composições próprias, sucessos Latino Americanos e Gaúchos. A intepretação dos dedos aflora os mais variados sentimentos do público, dentre eles o encantamento com harmonia dos solos da gaita costeados pelas cordas do violão.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.