| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 15114366000240 | Banco BBM S.A | 1900-01-01 | R$ 374,6 mil |
| 33127002000286 | Cia. de Navegação Norsul | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
Propomos editar um livro ilustrado, reunindo ensaios sobre a história da Mata Atlântica, tendo por foco as árvores, florestas e madeiras do Brasil cobrindo o período entre os séculos XVI eXX. A obra trará textos de historiadores consagrados e será enriquecida com imagens inéditas que incluirão mapas, gravuras, aquarelas e quadros a óleo de acervos nacionais e internacionais. Visamos a explorar um tema central da historiografia brasileira por meio de ensaios que situam as árvores no centro de nossas reflexões, relacionando sua presença e a dinâmica da sociedade. Diante da atual necessidade de ações sustentáveis, pensar as árvores e madeiras em perspectiva histórica pode ajudar a compreender nossas práticas atuais e auxiliar a torná-las conscientes.
A obra bilingue (português e inglês), 23 x 28 cm, 240 páginas, cerca de 120 imagens, impressão a 4 x 4 cores, em papel Eurobulk 150 gr., guardas em colouplus 180gr., capa dura, com tiragem de 2.000 exemplares pretende reunir ensaios sobre a história da Mata Atlântica, tendo por foco as árvores, florestas e madeiras do Brasil cobrindo o período entre os séculos XVI eXX. A obra trará textos de historiadores consagrados e será enriquecida com imagens inéditas que incluirão mapas, gravuras, aquarelas e quadros a óleo de acervos nacionais e internacionais. Visamos a explorar um tema central da historiografia brasileira por meio de ensaios que situam as árvores no centro de nossas reflexões, relacionando sua presença e a dinâmica da sociedade. Diante da atual necessidade de ações sustentáveis, pensar as árvores e madeiras em perspectiva histórica pode ajudar a compreender nossas práticas atuais e auxiliar a torná-las conscientes. As florestas brasileiras são um tema central da historiografia do Brasil e chegaram mesmo a se tornar protagonistas com a obra já clássica de Warren Dean, A ferro e fogo, de 1995, que traça uma história da Mata Atlântica. Nosso livro propõe uma série de ensaios que situam as árvores e as madeiras no centro de nossas reflexões. Os usos e as representações dos bosques são o objeto, concebidos de modo a relacionar a presença das florestas com a dinâmica da sociedade. Diante da atual necessidade de ações sustentáveis, pensar as árvores e madeiras em perspectiva histórica pode ajudar a compreender nossas práticas atuais e auxiliar a torná-las conscientes. Capítulo 1: Mapas, árvores e florestas (séculos XVI-XIX) Desde o século XVI, muitos mapas representam a vegetação da América portuguesa. Em geral, as plantas podem indicar a disponibilidade de alimento e de madeiras. Em algumas circunstâncias, os cartógrafos fugiam da padronização e chegavam a distinguir tipos de árvores e de biomas, o que demonstra conhecimento do território e constata a especificidade das regiões. Capítulo 2: A presença da Floresta Amazônica na formação do Brasil As dinâmicas históricas são intimamente associadas aos espaços. A formação do Brasil deve ser pensada em conexão com seus diferentes biomas. A ocupação da floresta amazônica deu-se em articulação com as atividades econômicas de outras regiões, incluindo as periódicas migrações de trabalhadores provenientes de outros biomas. Porém, o ritmo da colonização foi mais lento no norte. A vida humana na Amazônia se expande aos poucos, sempre em função das matas gigantescas e dos rios imensos, a partir de lógicas próprias. Capítulo 3: Freire Alemão: uma história natural das árvores brasileiras (século XIX) O mais importante botânico do Império, Francisco Freire Alemão, concebeu realizar um grande estudo sobre as árvores do Brasil. Para tanto, passou a coletar informações, acompanhar as grandes derrubadas que ocorriam no Rio de Janeiro e a descrever cientificamente as espécies, principalmente as grandes árvores de madeira de lei. Capítulo 4: As madeiras e a identidade nacional nas Grandes Exposições (1851-1922) Desde o período colonial, havia importantes xilotecas brasileiras. As madeiras tornaram-se um dos principais produtos comerciais do Brasil. Nas grandes exposições nacionais e universais, a riqueza das árvores é apregoada, mas também estudada pela ciência. Capítulo 5: Matos dos cerrados (séculos XIX-XX) Sob a denominação de “cerrado” agrupam-se diferentes tipos de vegetação e paisagem. A história da ocupação do centro-oeste brasileiro permite perceber a maneira como a agricultura e pecuária se articularam com a transformação do ambiente em épocas sucessivas. Para o “mato grosso” de Goiás, os imensos troncos centenários presentes em algumas fazendas do interior são o testemunho dessas transformações. Capítulo 6: Comércio e ciência na Capitania de Ilhéus durante o Iluminismo O território da capitania de Ilhéus corresponde a um espaço costeiro – hoje pertencente ao estado da Bahia – limitado ao norte pelo rio Jequiriçá e, ao sul, pelo rio Jequitinhonha. A história dessa região é também uma história dos usos das madeiras, seja o pau-brasil, seja madeira para construção naval e civil. A riqueza das matas foi objeto de políticas da Coroa para incrementar e regulamentar seu uso e também para conhecer sua diversidade e possível utilidade. Capítulo 7: Corte das matas e comércio de madeiras: legislação e dinâmica (séculos XIX-XX) Durante os séculos XIX e XX houve uma grande expansão das áreas de exploração de madeira. Conhecer as transformações tanto ambientais quanto nas políticas que regulamentavam os usos das florestas é fundamental para a compreensão do presente.
Objetivo geral Propomos editar um livro ilustrado reunindo ensaios históricos sobre a história da Mata Atlântica, tendo por foco as árvores, florestas e madeiras do Brasil do século XVI até o século XX. A obra trará textos de historiadores consagrados e será enriquecida com imagens inéditas que incluirão mapas, gravuras, aquarelas e quadros a óleo de acervos nacionais e internacionais. Visamos a explorar um tema central da historiografia brasileira por meio de ensaios que situam as árvores no centro de nossas reflexões, relacionando sua presença e a dinâmica da sociedade. Diante da atual necessidade de ações sustentáveis, pensar as árvores e madeiras em perspectiva histórica pode ajudar a compreender nossas práticas atuais e auxiliar a torná-las conscientes. Objetivo específico Editar um livro bilíngue (port./ingl.), 23x28 cm, 240 páginas, cerca de 120 imagens, impresso a 4 cores em couché matte 170gr. que incentive e desperte o pensar as árvores e madeiras em perspectiva histórica para compreender nossas práticas atuais e auxiliar a torná-las conscientes. Nosso objetivo: auxiliar na preservação do patrimônio cultural brasileiro relacionado às árvores e florestas, estimular o registro dos modos de criar, fazer e viver da sociedade desde a chegada dos portugueses, em 1500, até o século XX (artigos V, VI, VII e VIII). Seis historiadores se debruçarão sobre temas como cartografia, história da preservação ambiental a partir do Iluminismo, os manuscritos aquarelados de Freire Alemão e seu registro das árvores brasileiras, as madeiras como representantes do Brasil na Grandes Exposições do século XIX na França e na Inglaterra, a história da ocupação do Centro-Oeste, o imaginário da florestas nos contos populares e o corte e comércio no século XX. desenvolver a consciência internacional sobre o Brasil, difundir os bens culturais sobre o tema abrigados em instituições como a Fundação Biblioteca Nacional, Biblioteca Mindlin, Museu Nacional de Belas Artes e muitos outros, conforme o artigo II, item B e artigo IV, item B. Buscamos assim atender aos incisos: V ‐ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, VI ‐ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII ‐ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações e VIII ‐ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória presentes no Art. 1º da Lei 8313/91, alcançando os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Com o uso da lei de incentivo, a obra que pretendemos editar poderá utilizar e divulgar o rico acervo iconográfico relacionado às madeiras e florestas brasileiras. Abrigado em instituições nacionais e estrangeiras, esse acervo ilustrará a história da Mata Atlântica de forma concreta, a partir do testemunho de viajantes que visitaram o Brasil entre os séculos XVI e XX. O sumário abaixo, proposto pelos historiadores responsáveis pelo conteúdo do livro, resume a espinha dorsal da obra e indica os importantes tópicos deste tema central da historiografia brasileira, que já protagonizou a obra clássica de Warren Dean, A ferro e fogo, de 1995, que traça uma história da mata atlântica. Organizado pela historiadora Lorelai Kuyr (PhD), nosso livro propõe uma série de ensaios que situam as árvores e as madeiras no centro nossas reflexões. Os usos e as representações dos bosques são o objeto, concebidos de modo a relacionar a presença das florestas com a dinâmica da sociedade. Diante da atual necessidade de ações sustentáveis, pensar as árvores e madeiras em perspectiva histórica pode ajudar a compreender nossas práticas atuais e auxiliar a torná-las conscientes. Capítulo 1: Mapas, árvores e florestas (séculos XVI-XIX)Desde o século XVI, muitos mapas representam a vegetação da América portuguesa. Em geral, as plantas podem indicar a disponibilidade de alimento e de madeiras. Em algumas circunstâncias, os cartógrafos fugiam da padronização e chegavam a distinguir tipos de árvores e de biomas, o que demonstra conhecimento do território e constata a especificidade das regiões. Capítulo 2: As madeiras na história da preservação ambiental (séculos XVIII-XIX)A história da preservação ambiental é mais antiga do que se imagina. No século XVIII, durante o Iluminismo, as ações de conservação das matas sofreram uma inflexão, quando associadas à história natural e a teorias científicas sobre o clima, para as quais as florestas teriam um papel central no equilíbrio do ambiente. Capítulo 3: Freire Alemão: uma história natural das árvores brasileiras (século XIX)O mais importante botânico do Império, Francisco Freire Alemão, concebeu realizar um grande estudo sobre as árvores do Brasil. Para tanto, passou a coletar informações, acompanhar as grandes derrubadas que ocorriam no Rio de Janeiro e a descrever cientificamente as espécies, principalmente as grandes árvores de madeira de lei. Capítulo 4: As madeiras e a identidade nacional nas Grandes Exposições (1851-1922)Desde o período colonial, havia importantes xilotecas brasileiras. As madeiras tornaram-se um dos principais produtos comerciais do brasil. Nas grandes exposições nacionais e universais, a riqueza das árvores é apregoada, mas também estudada pela ciência. Capítulo 5: Matos dos cerrados (séculos XIX-XX)Sob a denominação de "cerrado" agrupam-se diferentes tipos de vegetação e paisagem. A história da ocupação do centro-oeste brasileiro permite perceber a maneira como a agricultura e pecuária se articularam com a transformação do ambiente em épocas sucessivas. Para o "mato grosso" de Goiás, os imensos troncos centenários presentes em algumas fazendas do interior são o testemunho dessas transformações. Capítulo 6: O imaginário da floresta nos contos populares (séculos XIX-XX)No Brasil, durante o período colonial e o Império, as florestas eram vistas como lugar múltiplo, ao mesmo tempo útil, perigoso e misteriosos. Os estudos de "folclore" feitos por Câmara Cascudo lançam luz sobre o imaginário popular da floresta. Capítulo 7: Corte das matas e comércio de madeiras: legislação e dinâmica (séculos XIX-XX)Durante os séculos XIX e XX houve uma grande expansão das áreas de exploração de madeira. Conhecer as transformações tanto ambientais quanto nas políticas que regulamentavam os usos das florestas é fundamental para a compreensão do presente.
Prezados Senhores (as), no item "TEXTO" da planilha orçamentária não temos como anexar proposta/orçamento pois os autores ainda serão convidados e os valores foram estimados de acordo com as qualificações que lhes serão exigidas e a complexidade do conteúdo a ser abordado. Justificamos na planilha da seguinte forma: Todos os sete autores convidados são phd's em suas áreas. São historiadores e pesquisadores dedicados e reconhecidos no mercado que atuam. Achamos justo serem remunerados com o valor acordado. Os autores contratados para a redação do livro são altamente especializados, formados com pós-doutorado, ou pelo menos doutorados, em suas áreas específicas de conhecimento, o que faz deles pessoas com notório saber. Além de conceber, estruturar e redigir seus capítulos com cerca de 10 laudas de 2100 toques com espaço, terão a obrigação de pesquisar e indicar 30 imagens ilustrativas de seus argumentos, para garantir uma seleção final de 15 a 20 imagens. Por fim, suas remunerações incluem a redação de legenda para cada ilustração com extensão total de até 6 laudas de 2100 toques com espaço. Para realizar todas essas tarefas, cada um deles trabalhará por 4 meses, o que perfaz R$ 1.875,00 mensais (para cada um dos 7 autores). Ficamos à disposição para esclarecer qualquer dúvida que ainda venha a surgir. Atenciosamente, Renata Arouca
Tiragem: 2000 exemplares Imagens: cerca de 120 Formato: 23 X 28 cm miolo: 240 páginas impressas a 4 x 4 cores, em papel Eurobulk 150 gr., capa dura revestida em couche 150gr., com verniz total. Guardas em colorplus 180gr. Banner Formato 90 x 60 cm 4 cores acabamento: com lona e tubete Audiolivro: CD mp3
O livro será distribuído para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty. Além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento e Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil. Idosos acima de 60 anos terão desconto de 20% (sobre o preço de capa) na compra do livro feita diretamente na editora. Será produzido um audiolivro da publicação que será doado para a "União dos cegos no Brasil", empresa sem fins lucrativos situada no Rio de Janeiro. Através dessa doação será possível a disponibilização do conteúdo do livro para grande parte dos cegos no Brasil.
Atendendo ao art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Faremos uma palestra com o autor do produto cultural para escolas públicas, blibliotecas ou ONGs que se interessem pela tema abordado, que poderá ser utilizado para a realização de programas paradidáticos voltados aos jovens de ensino médio. Atendendo a Seção III, art. 22 § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneciários, a critério do proponente. prevemos realisar 01 (uma) palestra com ao menos um autor da obra, abordando a importância da cultura do nosso país, conscientizando os ouvintes a respeito da preservação da nossa memória e do nosso patrimônio histórico. Esta palestra será direcionada preferencialmente a uma instituição de ensino público no Estado do Rio de Janeiro em área vulneráveil, tendo como público estudantes e professores do ensino médio. O livro será distribuído para comercialização para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty. Além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento, Travessa, Cultura e Saraiva realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil.
Andrea Jakobsson (coordenacão editorial e geral) Atua na área cultural há 18 anos à frente do Andrea Jakobsson Estúdio Editorial.Tem em seu currículo a publicação de mais de 100 livros, com foco em história do Brasil e do Rio de Janeiro e em meio ambiente. Já recebeu quatro prêmios Jabuti como melhor produção editorial. Em 2010, recebeu o Prêmio Livro do Ano da Academia Brasileira de Letras na área de estudos sociais. Andrea Jakobsson Estúdio exercerá as atividades de coordenação, orientando a produção tanto em relação ao conteúdo e ao acabamento do projeto quanto ao cumprimento do cronograma físico-financeiro. O processo decisório é de sua responsabilidade, não sendo delegada a terceiros qualquer etapa de gestão do projeto. MaisArte Marketing Cultural - Jacqueline Menaei: (agenciamento e produção executiva) Jacqueline Menaei nasceu no Rio de Janeiro em 1972. Fundadora da MaisArte, é pós graduada em marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou , durante 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. Lorelai Kury (coordenação geral e uma das autoras do livro) Lorelai Kury é licenciada em História pela PUC-RJ (1986) e mestre em História pela UFF (1990). Tem D.E.A. em Histoire pela École de Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), Paris (1991), e doutorado em Histoire et Civilisations também pela EHESS (1995). É bolsista de produtividade do CNPq, nível 1. É pesquisadora da Casa de Oswaldo Cruz/Fundação Oswaldo Cruz e professora do Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e da Saúde (COC/Fiocruz), ministrando disciplinas em História das ciências, historiografia, teoria e metodologia. É também professora da área de Teoria e Metodologia do Departamento de História da UERJ. Dedica-se a pesquisas em história das ciências nos séculos XVIII e XIX, abordando em particular temas relacionados à história natural, natureza e medicina. Vem trabalhando sobre as práticas de leitura e de publicação de livros, manuais e periódicos científicos, desde o advento da imprensa no Brasil até meados do século XIX. Escreve atualmente um livro sobre o naturalista e viajante francês Auguste de Saint-Hilaire. Íris Kantor (autora) Possui graduação em História pela Universidade de São Paulo (1988), mestrado em História Social 1996) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (2002). É professora do Departamento de História na Universidade de São Paulo desde 2003, onde leciona as disciplinas de história ibérica, história da historiografia colonial brasileira e história da cartografia ibero americana. Bolsista PQ 2 CNPq; atua nos comitês editoriais da Revista de História (USP) e E- Journal of Portuguese History da Universidade de Brown. Coordena o Laboratório de Estudos de Cartografia História da Cátedra Jaime Cortesão. Pesquisadora associada ao CEAS (EE-FGV), LABIEB (USP) e ao Instituto Histórico Geográfico Brasileiro. José Augusto Pádua (autor) possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1983), mestrado em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro - IUPERJ (1985), doutorado em Ciência Política pelo IUPERJ (1997) e pós-doutorado em História pela University of Oxford (2007). Atualmente é professor associado do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde é um dos coordenadores do Laboratório de História e Natureza. Foi presidente, de 2010 a 2015, da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade (ANPPAS). É fellow do Rachel Carson Center for Environment and Society (Ludwig-Maximilians-Universitat, Munique) e foi membro, entre 2013 e 2015, do Conselho Diretor do International Consortium of Environmental History Organizations. Fez parte do colégio de consultores na criação do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, do qual é membro do Comitê Científico. É membro do conselho editorial dos periódicos Ambiente e Sociedade, Environment and History, Ecologia Política, Global Environment, História, Ciências, Saúde-Manguinhos, Oecology: International Review of Environmental History e Revista de História Regional. Como especialista em história ambiental e política ambiental, deu cursos, proferiu conferências e participou de trabalhos de campo em mais de 40 países. Tem experiência na área de História, com ênfase em História Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: história do Brasil, história territorial, história regional, história das florestas e agroecossistemas, história da ciência, história das idéias sobre a natureza, história das políticas ambientais e políticas de desenvolvimento sustentável. Alda Heizer (autora) É pesquisadora convidada do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro/MMA. Graduada em História ( PUC/RJ);Mestre em Educação ( PUC/RJ);Doutora em História da Ciência IG/UNICAMP. É docente nos cursos de mestrado e doutorado da Escola Nacional de Botânica Tropical /JBRJ/MMA e de Preservação e Gestão do Patrimônio das Ciências e da Saúde COC/FIOCRUZ. Desenvolve pesquisas sobre coleções, museus e jardins botânicos. É curadora de exposições em museus e jardins botânicos. Participa de grupos do CNPq.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.