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PRONAC 200135Apresentou prestação de contasMecenato

Mulheres no Brasil: como chegamos até aqui

ANDREA JAKOBSSON ESTUDIO EDITORIAL LTDA
Solicitado
R$ 460,6 mil
Aprovado
R$ 431,2 mil
Captado
R$ 431,2 mil
Outras fontes
R$ 500,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
15114366000240Banco BBM S.A1900-01-01R$ 321,2 mil
11253257000171Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A.1900-01-01R$ 110,0 mil

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-02-20
Término

Resumo

Editar um livro ilustrado que percorra os diferentes lugares ocupados pelas mulheres brasileiras na sociedade, suas vivências e experiências e as mudanças que elas operaram nesses lugares, tornando visível sua presença nos acontecimentos históricos e na construção do presente, compreendendo o período entre meados do século XVIII e fins do século XX. Esse percurso será explorado por sete historiadoras que abordarão aspectos como família, economia, artes, direito e ciências, registrando a contribuição de mulheres não necessariamente famosas para o estado da arte da mulher no século XXI.

Sinopse

A obra bilingue (português e inglês), 21 x 25 cm, 240 páginas, cerca de 120 imagens, impressão a 4 x 4 cores, em papel eurobulk 135 gr., guardas em colouplus 180gr., capa dura, com tiragem de 2.500 exemplares pretende percorrer os diferentes lugares ocupados pelas mulheres na sociedade, suas vivências e experiências, assim como as mudanças que elas foram operando nesses mesmos lugares no decorrer do tempo. Tema central: a mulher e os lugares que ela ocupou na sociedade a partir de 1850 até final do século XX. Divisão e condução da narrativa: a autora pretende dividir a narrativa em 7 capítulos, que se seguirão em ordem cronológica a partir do período abordado, de acordo com o sumário abaixo: Capítulo 1: A casa – lugar de mulherEste capítulo será voltado para apresentar os diferentes papéis das mulheres no mundo privado, especialmente no que diz respeito à família. Trataremos então de diferentes mulheres na colônia, tanto o papel da mãe de família da elite como a relação da escrava com seus filhos e os da senhora. O lugar da casa será discutido como a garantia da normalidade feminina, o seu refúgio e o seu maior papel pela medicina mental: a formação dos pequenos cidadãos (1850-1930). Capítulo 2: As mulheres e a ruaEste capítulo pretende trazer a contradição do modelo da mulher do lar. De um lado, apresentaremos as escravas de ganho (XVIII), de outro, as floristas, vendedoras e prostitutas (XIX). Ao mesmo tempo, trataremos da luta das mulheres pelo voto feminino (1920-1940) e de suas lutas pelo trabalho fora de casa e pelo estudo (1930-1960). O capítulo termina com a discussão das novas famílias e o papel da mulher chefe de família e profissional de carreira, especialmente após o divórcio, na década de 1970. Capítulo 3: As mulheres fora do lugarEste capítulo pretende circunscrever as diferentes representações de loucura de mulheres no sex. XIX e XX, buscando chamar atenção para as questões sociais e de gênero muitas vezes envolvidas com diagnósticos psiquiátricos e internações. Nesse processo, contaremos a história de diferentes mulheres entre o final do século XIX e os anos de 1940 cujos principais sinais e sintomas diziam respeito a comportamentos não aceitáveis para mulheres, como excesso de leitura, recusa o casamento ou a maternidade e mantinham interesses que eram considerados contra a natureza feminina. Capítulo 4: A mulher e as artesEste capítulo inicia com a discussão advinda da psiquiatria e da filosofia acerca do primitivismo feminino e sua incapacidade de criar, bem como a proibição de publicar livros (XVIII, XIX). Apresenta depois essa mulher transgressora que cria e que está nas ruas, nas noitadas alegres: as artistas, divas de opera, amantes em potencial (XIX/XX). As modernistas e suas transgressões ao comportamento; as críticas que recebem por estarem sendo “levadas”. Finalmente, o reconhecimento, inclusive internacional, de atrizes / pintoras/ autoras na segunda metade do XX. Capítulo 5: A mulher e o mundo do trabalhoO capítulo discutirá os diversos lugares de trabalho da mulher, bem como as contradições de uma sociedade que ao mesmo tempo que estimulava, buscava coibir e desvalorizar os diferentes serviços feitos pelas mulheres. Começaremos discutindo o papel da ama de leite no século XIX e os debates contra essa profissão. Em seguida, acompanharemos os debates sobre as mulheres e o trabalho no início do XX, quando instalara-se uma crescente consciência de que as mulheres, mesmo as de classe média e casadas, necessitavam trabalhar fora do lar, o que era constantemente descrito como uma necessidade lastimável, mas inevitável. Assim, o capítulo visa acompanhar o cotidiano das das mulheres nas manufaturas têxteis e as campanhas pelo fim do emprego industrial de mulheres, que viam nessas mulheres uma força de trabalho não-qualificada e moralmente comprometida, capaz de contaminar também o próprio lar e filhos. Tratamos também da desconfiança de amplos setores da sociedade com relação às mulheres que trabalhavam fora – secretárias, contadoras, médicas. Temia-se que ficassem masculinizadas, passando a desejar equiparar-se aos homens. O capítulo termina com as conquistas que demonstram o crescimento das mulheres que trabalham fora, que possuem formação superior e que ocupam cargos importantes em empresas no final do século XX. Capítulo 6: A mulher e a moda: espaço de consumo e identidadeA moda é não apenas objeto (ou um mero reflexo das condições econômicas ou políticas), mas sim uma força social que espelha e cria distinções sociais entre classes, estilos e gêneros. Neste sentido, o capítulo visa demonstrar o quanto o emergente consumo no país desde a virada para o século XX contribuiu para que as moças de classe alta e média rompessem com os hábitos de recato do século anterior e iniciassem um tipo específico de participação na esfera pública. Nesse percurso, trata-se de demonstrar como as revistas femininas apresentaram novos padrões de comportamentos e modelos de modernidade que contribuíram para a circulação das mulheres no espaço público. Ao mesmo tempo, o capítulo aponta que o discurso da modernidade da moda – clamando por permitir certa “emancipação feminina” representada na figura da melindrosa ao volante com suas roupas leves e cabelos curtos, ou até nas moças de calça comprida – não passava de um leve “verniz” de vanguarda e modernidade, uma vez que a moda buscava combinar o consumo de tais elementos inovadores com a manutenção dos papéis femininos mais tradicionais, como o de mãe e de esposa. Capítulo 7: Mulheres cientistas. Novos lugares devidos.No início do século XX, a expansão da economia de mercado no Brasil fez com que muitas mulheres entrassem no mercado de trabalho. No mesmo período, a escolarização da sociedade tornou-se também locusdas políticas públicas. O capítulo se dedicará a demonstrar o tipo de educação recebido nas escolas de formação profissional feminina, voltado durante muito tempo para que as mulheres se tornassem capazes de conduzir a administração doméstica, a assistência social ou a educação sanitária e higiênica. Mas aquele foi um tempo também em que se difundiam novas representações sobre o que era ser “dona-de-casa” e “mãe de família”. O capitulo irá explorar essas contradições e sua contribuição para a entrada de mulheres em profissões tidas como masculinas, como a medicina e a engenharia, e discutir os conflitos advindos dessa “ousadia”. Entendemos que a relevância cultural do projeto reside em salvaguardar a história dos modos de viver da sociedade brasileira e realizar um bem cultural de valor universal formador e informador de conhecimento, cultura e memória. Trata-se de uma obra relativa às ciências humanas, às letras e às artes que realizará levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos no que tange os muitos papeis da mulher na sociedade brasileira ao longo dos séculos XIX e XX.

Objetivos

Objetivo Geral Editar um livro ilustrado que percorra os diferentes lugares ocupados pelas mulheres brasileiras na sociedade, suas vivências e experiências e as mudanças que elas operaram nesses lugares, tornando visível sua presença nos acontecimentos históricos e na construção do presente, compreendendo o período entre meados do século XVIII e fins do século XX. Esse percurso será explorado por sete historiadoras que abordarão aspectos como família, economia, artes, direito e ciências, registrando a contribuição de mulheres não necessariamente famosas para o estado da arte da mulher no século XXI. Pretendemos abrir a discussão sobre o papel da mulher na sociedade, averiguando os espaços que elas vêm ocupando ao longo dos últimos dois séculos. A obra se destina a estudantes do ensino médio, universitários e profissionais das áreas de história, ciências sociais, artes plásticas, antropologia, moda, cultura e ciência de todo o Brasil. Objetivo específico Editar um livro bilíngue (port./ingl.), 21 x 25 cm, 240 páginas, cerca de 120 imagens, impresso a 4 cores em eurobulk 135 g/m2. que percorra os diferentes lugares ocupados pelas mulheres brasileiras na sociedade, suas vivências e experiências e as mudanças que elas operaram nesses lugares, tornando visível sua presença nos acontecimentos históricos e na construção do presente. Cada capítulo do livro pretende ser uma história que atravessa diferentes períodos. Cabe aos autores escolher os períodos para analisar, dependendo do tema abordado. O mesmo vale para a abordagem epistêmica e metodológica do trabalho. Em relação às fontes, cada capítulo será constituído a partir de fontes primárias de pesquisa e fartamente ilustrado. Buscamos assim atingir aos incisos: V ‐ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, VI ‐ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII ‐ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações e VIII ‐ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória presentes no Art. 1º da Lei 8313/91, alcançando os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, II ‐ fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e IV ‐ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Justificativa

O campo da História se constituiu desde o século XIX pelas narrativas da vida dos grandes homens e de seus feitos. Mas especialmente a partir do final do século XX, surgiram relatos acerca da presença inesperada das mulheres nos acontecimentos históricos. As trajetórias femininas, antes invisíveis nos livros, foram se tornando assunto de grande interesse para aqueles que buscavam compreender o papel da mulher na construção do nosso presente. No livro que propomos editar, os leitores serão convidados a percorrer os diferentes lugares ocupados pelas mulheres na sociedade, suas vivências e experiências, assim como as mudanças que elas foram operando nesses mesmos lugares no decorrer do tempo. As autoras que participam do livro possuem diferentes vozes e por isso nos permitem ver o modo como a vida cotidiana das mulheres brasileiras foi tecida em seu contexto histórico, o que implica uma aproximação à construção de subjetividades em diferentes momentos. Ao mesmo tempo, algumas questões são centrais em todos os textos e dizem respeito às tensões que se construíram entre as mulheres e a sociedade que as cercava, bem como às contradições que permearam suas vidas. Assim, estamos menos interessadas em grandes mártires ou heroínas que vieram a frente do seu tempo. Não! Buscamos mulheres do seu próprio tempo, em seus espaços sociais. Em relação à periodização, as autoras foram chamadas a demonstrar as continuidades e descontinuidades de comportamento e atitude das mulheres, assim como as negociações e acomodações que fizeram para ocupar de maneira diversas os espaços sociais. Portanto, o período colonial, o estado monárquico, a entrada da república, o Estado Novo, os modelos desenvolvimentistas do Pós-Guerra, a ditadura civil-militar, bem como os repetidos processos de redemocratização podem ser acessados nesse percurso. Cada capítulo do livro pretende ser uma história que atravessa diferentes períodos. Cabe aos autores escolher os períodos para analisar, dependendo do tema abordado. O mesmo vale para a abordagem epistêmica e metodológica do trabalho. Em relação às fontes, é desejável que cada capítulo seja constituído a partir de fontes primárias de pesquisa e seja fartamente ilustrado. Sumário:1) A casa _ lugar de mulherEste capítulo será voltado para apresentar os diferentes papéis das mulheres no mundo privado, especialmente no que diz respeito à família. Trataremos então de diferentes mulheres na colônia, tanto o papel da mãe de família da elite como a relação da escrava com seus filhos e os da senhora. O lugar da casa será discutido como a garantia da normalidade feminina, o seu refúgio e o seu maior papel pela medicina mental: a formação dos pequenos cidadãos (1850-1930). 2) As mulheres e a ruaEste capítulo pretende trazer a contradição do modelo da mulher do lar. De um lado, apresentaremos as escravas de ganho (XVIII), de outro, as floristas, vendedoras e prostitutas (XIX). Ao mesmo tempo, trataremos da luta das mulheres pelo voto feminino (1920-1940) e de suas lutas pelo trabalho fora de casa e pelo estudo (1930-1960). O capítulo termina com a discussão das novas famílias e o papel da mulher chefe de família e profissional de carreira, especialmente após o divórcio, na década de 1970. 3) As mulheres fora do lugarEste capítulo pretende circunscrever as diferentes representações de loucura de mulheres no sex. XIX e XX, buscando chamar atenção para as questões sociais e de gênero muitas vezes envolvidas com diagnósticos psiquiátricos e internações. Nesse processo, contaremos a história de diferentes mulheres entre o final do século XIX e os anos de 1940 cujos principais sinais e sintomas diziam respeito a comportamentos não aceitáveis para mulheres, como excesso de leitura, recusa o casamento ou a maternidade e mantinham interesses que eram considerados contra a natureza feminina. 4) A mulher e as artesEste capítulo inicia com a discussão advinda da psiquiatria e da filosofia acerca do primitivismo feminino e sua incapacidade de criar, bem como a proibição de publicar livros (XVIII, XIX). Apresenta depois essa mulher transgressora que cria e que está nas ruas, nas noitadas alegres: as artistas, divas de opera, amantes em potencial (XIX/XX). As modernistas e suas transgressões ao comportamento; as críticas que recebem por estarem sendo "levadas". Finalmente, o reconhecimento, inclusive internacional, de atrizes / pintoras/ autoras na segunda metade do XX. 5) A mulher e o mundo do trabalhoO capítulo discutirá os diversos lugares de trabalho da mulher, bem como as contradições de uma sociedade que ao mesmo tempo que estimulava, buscava coibir e desvalorizar os diferentes serviços feitos pelas mulheres. Começaremos discutindo o papel da ama de leite no século XIX e os debates contra essa profissão. Em seguida, acompanharemos os debates sobre as mulheres e o trabalho no início do XX, quando instalara-se uma crescente consciência de que as mulheres, mesmo as de classe média e casadas, necessitavam trabalhar fora do lar, o que era constantemente descrito como uma necessidade lastimável, mas inevitável. Assim, o capítulo visa acompanhar o cotidiano das das mulheres nas manufaturas têxteis e as campanhas pelo fim do emprego industrial de mulheres, que viam nessas mulheres uma força de trabalho não-qualificada e moralmente comprometida, capaz de contaminar também o próprio lar e filhos. Tratamos também da desconfiança de amplos setores da sociedade com relação às mulheres que trabalhavam fora _ secretárias, contadoras, médicas. Temia-se que ficassem masculinizadas, passando a desejar equiparar-se aos homens. O capítulo termina com as conquistas que demonstram o crescimento das mulheres que trabalham fora, que possuem formação superior e que ocupam cargos importantes em empresas no final do século XX. 6) A mulher e a moda: espaço de consumo e identidadeA moda é não apenas objeto (ou um mero reflexo das condições econômicas ou políticas), mas sim uma força social que espelha e cria distinções sociais entre classes, estilos e gêneros. Neste sentido, o capítulo visa demonstrar o quanto o emergente consumo no país desde a virada para o século XX contribuiu para que as moças de classe alta e média rompessem com os hábitos de recato do século anterior e iniciassem um tipo específico de participação na esfera pública. Nesse percurso, trata-se de demonstrar como as revistas femininas apresentaram novos padrões de comportamentos e modelos de modernidade que contribuíram para a circulação das mulheres no espaço público. Ao mesmo tempo, o capítulo aponta que o discurso da modernidade da moda _ clamando por permitir certa "emancipação feminina" representada na figura da melindrosa ao volante com suas roupas leves e cabelos curtos, ou até nas moças de calça comprida _ não passava de um leve "verniz" de vanguarda e modernidade, uma vez que a moda buscava combinar o consumo de tais elementos inovadores com a manutenção dos papéis femininos mais tradicionais, como o de mãe e de esposa. 7) Mulheres cientistas. Novos lugares devidos.No início do século XX, a expansão da economia de mercado no Brasil fez com que muitas mulheres entrassem no mercado de trabalho. No mesmo período, a escolarização da sociedade tornou-se também locusdas políticas públicas. O capítulo se dedicará a demonstrar o tipo de educação recebido nas escolas de formação profissional feminina, voltado durante muito tempo para que as mulheres se tornassem capazes de conduzir a administração doméstica, a assistência social ou a educação sanitária e higiênica. Mas aquele foi um tempo também em que se difundiam novas representações sobre o que era ser "dona-de-casa" e "mãe de família". O capitulo irá explorar essas contradições e sua contribuição para a entrada de mulheres em profissões tidas como masculinas, como a medicina e a engenharia, e discutir os conflitos advindos dessa "ousadia".

Especificação técnica

Tiragem: 2000 exemplaresImagens: cerca de 120Formato: 21 X 25 cmmiolo: 240 páginas impressas a 4 x 4 cores, em papel Eurobulk 135 gr., capa dura revestida em couche 150gr., com verniz total.Guardas em colorplus 180gr. BannerFormato 90 x 60 cm4 coresacabamento: com lona e tubete Audiolivro: CD mp3

Acessibilidade

O livro será distribuído para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty. Além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento e Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil. Idosos acima de 60 anos terão desconto de 20% (sobre o preço de capa) na compra do livro feita diretamente na editora. Será produzido um audiolivro da publicação que será doado para a "União dos cegos no Brasil", empresa sem fins lucrativos situada no Rio de Janeiro. Através dessa doação será possível a disponibilização do conteúdo do livro para grande parte dos cegos no Brasil.

Democratização do acesso

Atendendo ao art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I‐ doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Faremos a doação de 20% da tiragem total (400 exemplares) do produto cultural para escolas públicas, blibliotecas ou ONGs que se interessem pela tema abordado, que poderá ser utilizado para a realização de programas paradidáticos voltados aos jovens de ensino médio. Atendendo a Seção III, art. 22 § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) bene􀁺ciários, a critério do proponente. Prevemos realisar uma palestra com um dos autores da da obra, abordando a importância da cultura do nosso país, conscientizando os ouvintes a respeito da preservação da nossa memória e do nosso patrimônio histórico. Esta palestra será direcionada preferencialmente a uma instituição de ensino público no Estado do Rio de Janeiro em área vulneráveil, tendo como público estudantes e professores do ensino médio. O livro será distribuído para comercialização para todas as livrarias do Grande Rio e Niterói, das cidades serranas como Petrópolis, Teresópolis e Friburgo e do litoral fluminense como Búzios e Paraty. Além da distribuição em nível nacional efetuada pela Queen Books (distribuidora contratada), livrarias como Argumento, Travessa realizam vendas pela internet com entrega em domicílio em todo o Brasil.

Ficha técnica

Andrea Jakobsson Estúdio (coordenacão geral) Andrea Jakobsson Estúdio Editorial tem em seu catálogo a publicação de mais de 100 livros, com foco em história do Brasil e do Rio de Janeiro e em meio ambiente. Já recebeu quatro prêmios Jabuti como melhor produção editorial. Em 2010, recebeu o Prêmio Livro do Ano da Academia Brasileira de Letras na área de estudos sociais. Andrea Jakobsson Estúdio exercerá as atividades de coordenação, orientando a produção tanto em relação ao conteúdo e às propriedades gráficas do projeto quanto ao cronograma físico-financeiro. O processo decisório é de sua responsabilidade, não sendo delegada a terceiros qualquer etapa de gestão do projeto. MaisArte Marketing Cultural - (Jacqueline Menaei: agenciamento e produção executiva) Jacqueline Menaei nasceu no Rio de Janeiro em 1972. Fundadora da MaisArte, é pós graduada em marketing no IAG Master da PUC-Rio e no MBA Executivo do Coppead/UFRJ-Rio. Ministrou , durante 1998 e 1999, o curso de produção e marketing cultural no CCE da PUC-Rio, Departamento de Artes e Design. Cristiana Facchinetti (organizadora e uma das autoras do livro) É professora do Programa de Pós-Graduação em História da Ciência da Casa de Oswaldo Cruz, da FIOCRUZ - Rio de Janeiro e do Programa de Mestrado Profissional em Atenção Psicossocial do Instituto de Psiquiatria (IPUB / UFRJ). Ela também é professora permanente no Programa de Pós-Graduação em Psicologia, menção teoria e clínica psicanalíticas, na Universidade Diego Portales, em Santiago do Chile. Atualmente, coordena uma extensa pesquisa sobre a história do Asilo Nacional dos Alienados (1841-1944), discutindo a circulação de ideias e práticas na primeira instituição psiquiátrica especializada na América Latina (PROEP / CNPq).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-08-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro