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Este projeto consiste na realização de exposição individual do artista Marcos Chaves, abarcando os 30 anos de sua produção como artista. Com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, a mostra apresenta ao público carioca um amplo panorama do trabalho do artista, entre fotografias, vídeos, instalações e objetos. O projeto também prevê a produção de um catálogo com textos críticos sobre suas obras e documentação iconográfica e ações educativas com estudantes.
Produto: exposição de artes A exposição, concebida especialmente para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, reúne trabalhos realizados entre 1989 e 2019, configurando um percurso poético inédito pela produção do artista carioca. Fazem parte das obras expostas: pinturas, esculturas, colagens e vídeos, que permitirão ao público conhecer, revisitar os trabalhos do artista. Classificação etária livre. Produto: livro O livro Marcos Chaves apresenta um material crítico e iconográfico selecionado dos 30 anos da obra do artista plástico. A publicação é organizada pelo artista em parceria com a editora Automatica Edições e a APC. Para além de um catálogo que registra fisicamente a exposição como memória, o livro tem o intuito de difundir a produção contemporânea brasileira de relevância nacional e internacional. A publicação bilíngue português-inglês marca o interesse pelo diálogo com circuitos estrangeiros. Marcos Chaves captura através das suas fotografias, instalações, objetos e vídeos, imagens inusitadas que muitas vezes nos passam despecebidas no cotidiano, como uma valsa das luzes das sirenes de carros de polícia (Não temer, 2016), ou o sorriso que se forma da junção das cerdas de duas escovas de limpeza, em Irene Ri (1994), sempre com o humor e a acidez que não lhe falta. O livro de alta qualidade gráfica e editorial terá distribuição a preço acessível para o mercado e será disponibilizado gratuitamente na internet. Classificação etária livre. Produto: contrapartidas sociais Realização do programa educativo que irá promover visitas mediadas e ações poéticas para grupos e escolas do município do Rio de Janeiro, uma roda de conversa aberta com Marcos Chaves e os curadores Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes sobre o trabalho do artista. Todas as atividades são gratuitas. Classificação etária livre.
Objetivo geral Realizar a exposição do artista plástico carioca Marcos Chaves, com classificação livre, no segundo semestre de 2020, com obras que fazem um panorama do seu trabalho nos últimos 30 anos e um trabalho inédito. O projeto busca disponibilizar um rico material de referência para profissionais, estudantes e leitores que desejam conhecer e se aprofundar em uma produção artística e intelectual de ponta existente hoje no cenário nacional e mundial. Objetivos específicos - Realizar uma exposição inédita do artista carioca Marcos Chaves, que ficará em cartaz por três meses no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; - Realizar um encontro com o artista e os curadores Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes para um debate, de caráter gratuito, aberto ao público, no MAM; - Desenvolver um programa educativo que contribuirá, através de diálogos entre público e educadores, e entre os próprios visitantes, para a reflexão e o pensamento crítico sobre a arte contemporânea, suas relações com o cotidiano e com as experiências pessoais e coletivas, identificando interseções com outras linguagens e campos do saber; - Produzir um catálogo bilíngue, com textos de críticos de convidados e ampla documentação iconográfica, com a tiragem de 1000 exemplares; - Realizar o lançamento do livro com roda de conversa gratuita e aberta ao público, na cidade do Rio de Janeiro.
Esta é a primeira exposição individual do artista Marcos Chaves que apresenta um panorama amplo da produção do artista dentro de um recorte de 30 anos. O projeto, pensado especialmente para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, reúne trabalhos realizados entre 1989 e 2019, configurando um percurso poético inédito pela produção do artista carioca. Marcos Chaves nasceu no Rio de Janeiro em 1961, e iniciou sua atividade artística na segunda metade dos anos 1980. Trabalhando sobre os parâmetros da apropriação e da intervenção, sua obra é caracterizada pela utilização de diversas mídias, transitando livremente entre a produção de objetos, fotografias, vídeos, desenhos, palavras e sons. Nas palavras da crítica de arte e curadora independente Ligia Canongia: "Marcos Chaves surpreende significados e valores imersos nas coisas vulgares, dissimulados no hábito ou na convenção. Faz deslocamentos imprevisíveis e produz assemblages em tom de paródia, destilando aí a sua aguda observação sobre o mundo, da tecnologia ao lixo". Reunindo cerca de 60 obras, a mostra vai apresentar ao público fotografias, vídeos, instalações e objetos, além de uma obra inédita pensada especialmente para o projeto. Os trabalhos revelam um dos traços mais característicos e recorrentes da poética do artista: a habilidade de olhar o mundo por meio do humor atento e ácido. Revelam também a relação de Chaves com a cidade do Rio de Janeiro e com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, que em seus primeiros anos de formação como artista, frequentou o Bloco Escola do MAM, onde foi aluno de Rubens Gerchman. Além do espaço expositivo, as obras estarão localizadas em espaços menos convencionais no Museu e ao redor dele: como a passarela de acesso ao museu, a fachada e os pilotis, além do hall da bilheteria. Completam o projeto um catálogo sobre a produção do artista, reunindo a fortuna crítica sobre sua obra produzida nas últimas três décadas, e uma conversa, aberta ao público, entre o artista e os curadores da exposição. Assim, com a exposição Marcos Chaves, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro reafirma seu compromisso com o estímulo à produção contemporânea brasileira e sua apresentação ao público. E também reforça e renova a vocação histórica do MAM Rio como uma das instituições mais atuantes no mapeamento, estímulo e difusão da arte brasileira contemporânea. Pelas informações apresentadas, ressaltamos que o projeto dialoga com a Lei n˚ 8313/91 Art.˚ 1 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E com o Art. 3˚ nas medidas: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
O proponente será remunerado pelas rubricas orçamentarias de: coordenação administrativa, produção, coordenação de produção. Etapa: Pré-produção - Coordenação de produção 2 meses x R$ 5.000,00 = R$ 10.000,00 - Produção 2 meses x R$ 4.000,00 = R$ 8.000,00 Etapa: Produção - Coordenação de produção 7 meses x R$ 5.000,00 = R$ 35.000,00 - Produção 7 meses x R$ 4.000,00 = R$ 28.000,00 Valor calculado para Coordenação administrativa do projeto, aproximadamente R$ 25.000,00.
Produto: Exposição de artes Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Terça a sexta: 12h00 – 18h00 Sábados, domingos e feriados: 11h00 – 18h00 Produto: livro Capa dura Formato fechado: 23,5 x 28cm Papel Munken lynx Rough 120g/m2 Impressão 4/4 cores 272 páginas Bilíngue: português-inglês Produto: contrapartidas sociais As visitas mediadas para estudantes e professores serão agendadas com antecedência pela equipe das contrapartidas sociais. As atividades do programa educativo serão planejadas por profissionais com formação na área, junto aos curadores e o artista. A cada semana, a equipe receberá escolas do munícipio e promoverá visitas mediadas pela exposição e oficinas poéticas para jovens e crianças, com temáticas que estabeleçam relações entre as obras expostas e conceitos da arte contemporânea brasileira. Visitas mediadas para grupos: 1h/cada visita 12 atividades com alunos de escolas públicas: 3h/cada Carga horária total prevista para as contrapartidas sociais: 160h
A proposta dialoga com os incisos I e III do Art.º 42 da Lei nº 13.146/2015, nas seguintes medidas: Acessibilidade física Produto: Exposição de artes Deficiência motora: rampas de acesso ao Museu de Arte Moderna, banheiro adaptado para pessoas com mobilidade reduzida e cadeiras de rodas disponíveis para uso. Produto: Contrapartidas sociais Deficiência motora: rampas de acesso ao Museu de Arte Moderna, banheiro adaptado para pessoas com mobilidade reduzida e cadeiras de rodas disponíveis para uso. Produto: Livro Deficiência motora: o livro estará disponível para compras em sites de livrarias, para que pessoas com dificuldade de deslocamento possam obter um exemplar. Produto: Contrapartidas sociais Deficiência motora: rampas de acesso e elevadores ao Museu de Arte Moderna, banheiro adaptado para pessoas com mobilidade reduzida e idosos e cadeiras de rodas disponíveis para uso. Acessibilidade de conteúdo Produto: Exposição de artes Deficiência visual: Sinalização do local e textos exposição em caracteres ampliados. Deficiência auditiva, visual e motora: Monitores do MAM capacitados para atender pessoas com deficiências. Produto: livro Deficiência visual: audiodescrição do livro disponível gratuitamente no site da editora (automatica.art.br/editora). Deficiência auditiva: não se aplica Produto: Contrapartidas sociais Deficiência motora: rampas de acesso, banheiro adaptado para pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Deficiência visual: linguagem oral
Produto: Exposição de artes O proponente irá contratar um (a) estagiário (a) para trabalhar no projeto durante a etapa de produção. A remuneração prevista está descrita no orçamento da proposta. A medida dialoga com o Art. 21 "VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;" O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro tem acesso gratuito a todas as pessoas às quartas-feiras. A entrada é gratuita todos os dias de funcionamento a menores de 12 anos e parceiros do espaço. Estudantes, pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, menores de 21 anos, jovens de família de baixa renda, estudantes de escolas municipais do Rio de Janeiro. O acesso à exposição segue as regras do espaço de realização. A bilhereria da exposição é revertida exclusivamente para o Museu, não gerando receita para o projeto. O MAM Rio de Janeiro possui programa educativo que realiza visitas guiadas com grupos de 20 a 30 pessoas diariamente, para grupos agendados ou não. As visitas colaboram para a compreensão e aproveitamento da exposição por serem interativas e contarem com monitores capacitados para tirar dúvidas e dialogar sobre as exposições realizadas no espaço. O debate que será realizado durante a programação da exposição no MAM Rio de Janeiro, com o artista Marcos Chaves e os curadores Fernanda Lopes e Fernando Cocchiarale, terá acesso gratuito ao público interessado em participar. Será desenvolvido o Programa Educativo que promoverá atividades e oficinas para os visitantes da exposição, promovendo diálogos entre o público, as obras expostas e desenvolvimentos teóricos em arte contemporânea. Visando garantir o acesso da população, o projeto Marcos Chaves irá: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; Produto: livro O evento de lançamento do livro, seguido por roda de conversa com a presença do artista será gratuito, aberto ao público, em local a ser definido. A audiodescrição do livro em formato digital será disponibilizada para download gratuito no site da editora Automatica (automatica.art.br/editora). Será desenvolvido o Programa Educativo que promoverá atividades e oficinas para os visitantes da exposição, promovendo diálogos entre o público, as obras expostas e desenvolvimentos teóricos em arte contemporânea. Será realizado um encontro com o artista Marcos Chaves e os curadores Fernanda Lopes e Fernando Cocchiarale para um debate, aberto ao público gratuitamente, no espaço do Museu. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;
Proponente, coordenação geral, gestão e coordenação administrativa do projeto; coordenação de produção, produção: AUTOMATICA é uma empresa que desenvolve projetos culturais desde 2005, atuando na criação, curadoria, coordenação, gestão, produção e consultoria de exposições, programas educativos, publicações e outras atividades ligadas à produção artística. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Principais projetos nos últimos dois anos: Residência Artística Setor Público (2019 – 2020), Adriana Varejão – Por uma retórica canibal, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães Recife e Museu de Arte Moderna Salvador (2019); Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira, Sesc Belenzinho (2019), Residência Artística Setor Público (2018 – 2019), Festival Mulheres do Mundo, Rio de Janeiro (2018); Mostra Bug, Oi Futuro Flamengo (2018); Residência Belojardim – Carlos Mélo, Belo Jardim (2018); Entre Construção e Apropriação: Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman, Sesc Pinheiros, SP (2018), A Longa Noite - Lucia Koch, Sesc Pompéia (2018); DIGI – Festival de Cultura Digital, CCBB Rio de Janeiro (2018). Para mais detalhes, acesse: www.automatica.art.br Artista: Marcos Chaves MARCOS CHAVES nasceu no Rio de Janeiro em 1961. Vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Nova Iorque. Trabalhando sobre os parâmetros da apropriação e da intervenção, sua obra é caracterizada pela utilização de diversas mídias, transitando livremente entre a produção de objetos, fotografias, vídeos, desenhos, palavras e sons. Participou da Manifesta 7 - The European Biennial of Contemporary Art, Itália, Festival Images Vevey 2018, Biennale d’Arts Visuels, Suíça, 25a Bienal Internacional de São Paulo; 1a e 5a Bienais do Mercosul, Porto Alegre, 17a Bienal de Cerveira, Portugal, 4a Bienal de Havana, Cuba; TRio – Tridimensional Intern’l Rio Biennial 2015 – CCBB, Rio de Janeiro; 3a Bienal de Lulea, Suécia. Realizou exposições individuais e coletivas em instituições e galerias como o Mori Art Museum, Tóquio; Ludwig Museum e Zeppelin Artprogram, Alemanha; Kunsthal KAdE, Amersfoort e Museum Beelden aan Zee, Holanda; Vaanta Art Museum, Finlândia; Gallery 3.14, Bergen, Noruega; Galeria S2, Galeria Lehmann Maupin, Nova Iorque; Fri-Art – Centre d’Art Contemporain de Fribourg, Suíça; Espace Topographie de L’Art, Paris; Somerset House, Butcher’s Project, Londres, G39, Cardiff e Northern Gallery, Sunderland, Reino Unido; Iziko South African National Art Gallery, África do Sul; Jim Thompson, Bangkok, Tailândia; Centro per l’Arte Contemporânea Luigi Pecci, Prato e Milão, Itália; Focus Brasil e MAC de Santiago, Chile; Centro de Arte Caja de Burgos, Burgos; IVAM, Valencia; Patio Herreriano de Valladolid; Kiosco Alfonso y del PALEXCO e Galeria Blanca Soto Arte, Espanha; Fundação Calouste Gulbenkian e Galeria Graça Brandão, Lisboa; Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil, Museu da Imagem e do Som, Centro Cultural Banco do Brasil, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAR – Museu de Arte do Rio, Museu Nacional de Belas Artes, MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói, FUNARTE, Chácara do Céu, Centro Cultural da Caixa, Galeria Laura Alvim, Galeria Laura Marsiaj, A Gentil Carioca, Progetti, Galeria Artur Fidalgo e Fundação Eva Klabin, Rio de Janeiro, Brasil. Para portfólio, acesse: http://www.marcoschaves.net/ Curadoria: Fernanda Lopes Doutoranda no Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ, atua como curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. É organizadora, ao lado de Aristóteles A. Predebon, do livro Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite (Tamanduá-Arte, 2016), e autora dos livros Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970 (Bolsa de Estímulo à Produção Crítica, Minc/Funarte, 2012) e Éramos o time do Rei – A Experiência Rex (Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, Funarte, 2006). Entre as curadorias que vem realizando desde 2008 está a Sala Especial do Grupo Rex na 29a Bienal de São Paulo (2010). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, o Prêmio Maria Eugênia Franco da Associação Brasileira dos Críticos de Arte 2016 pela curadoria de exposição Em Polvorosa - Um panorama das coleções MAM-Rio. Curadoria: Fernando Cocchiarale Crítico de arte, curador e professor de filosofia da arte do Departamento de Filosofia da PUC-RJ desde 1978 e do curso de especialização em história da arte e arquitetura do Brasil, da mesma universidade entre 1983 e 2005. É também professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Autor, com Anna Bella Geiger, do livro Abstracionismo Geométrico e Informal (Funarte) e de centenas de artigos, textos e resenhas publicados em livros, catálogos, jornais e revistas de arte do Brasil e do exterior. Foi curador-coordenador do programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais, das edições 1999/2000 e 2001/2002 e Coordenador de artes visuais da Funarte, entre 1991 e 1999; membro de júris e comissões de seleção de mais de 20 mostras e salões tais como o 10o, o 15o e o 16° Salões Nacionais de Artes Plásticas, Rio de 1995 e 1998, respectivamente; e curador independente, entre outras, de exposições tais como O Moderno e o Contemporâneo, Coleção Gilberto Chateaubriand, MAM-RJ, 1981 (com Wilson Coutinho); Rio de Janeiro 1959 / 1960, Experiência Neoconcreta, MAM, RJ, 1991; O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira, Itaú Cultural, SP, 2005 (com Viviane Matesco). Designer: Sonia Barreto Sônia Barreto é designer formada em 1989 pela ESDI – Escola Superior de Desenho Industrial (UERJ) e pós graduada em História da Arte e Arquitetura na PUC Rio. Prestou serviços para a Fundação Bibilioteca Nacional (setor de exposições), 2 escritórios de design, 2 agências de publicidade (DPZ e Thompson), até abrir sua própria empresa, em 1994, juntamente com os artistas Raul Mourão e Marcos Chaves (2D design e comunicação). Pela 2D, além de prestar serviços para o setor cultural (RioArte, RioFilme, Banco Nacional, entre outros), fez parte da equipe de criação da revista independente “O Carioca”, idealizada por Chacal, Waly Salomão e Fausto Fawcett. O Carioca foi apoiado pelo Jornal do Brasil e tem 5 edições, hoje consideradas raras no mercado. No ano 2000, participou da fundação da empresa de design e multimídia Tecnopop, juntamente com outros 4 sócios: Raul Mourão, Marcelo Pereira, Luis Marcelo Mendes, Rodrigo Machado, e mais adiante, a empresa recebeu o sexto sócio, André Stolarski. Durante 9 anos, ocupou o cargo de diretora de arte no setor de impressos e eventos. Coordenação editorial e produção editorial: Automatica Edições A Automatica Edições é uma empresa que atua na publicação de livros de arte, além de viabilizar a produção, gestão e consultoria de projetos culturais. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, além de patrocinadores públicos e privados. Realiza pesquisas, participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Em muitos projetos atua em parceria com a Automatica Produção Contemporânea que, desde 2005, desenvolve projetos culturais em museus e instituições. Principais publicações nos últimos dois anos: 2019 - Como se faz um clássico da literatura brasileira? Análise da consagração literária de Erico Verissimo, Graciliano Ramos Jorge Amado e Rachel de Queiroz (1930-2012); 2018 - Bug: narrativas interativas e imersivas; Residência Belo Jardim – Carlos Mélo; Residência Belo Jardim – Marcelo Silveira; Fabio Morais; Gabriela Machado: Pequenas Pinturas. Para mais detalhes, acesse automatica.art.br/editora
PROJETO ARQUIVADO.