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PRONAC 200150Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Village Bike

DA LATTA CULTURA E CONTEUDO LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 10/12/2019
    Início previsto
  2. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2019-12-10
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

"Village Bike" texto da autora inglesa Penelope Skinner é inédita no Brasil e fez temporadas de sucesso (de público e crítica) em importantes teatros internacionais, como o Royal Court, de Londres (onde estreou) e o Lucille Lortel, de Nova York. A peça também rendeu à autora os prêmios George Devine e Evening Standard, ambos na categoria Dramaturga Mais Promissora em 2011. O projeto deseja estrear e realizar temporada do espetáculo teatral na cidade de São Paulo.

Sinopse

Classificação indicativa: 16 anos Penelope Skinner é uma jovem dramaturga britânica, considerada uma das mais talentosas vozes de sua geração. Seus textos perspicazes, escritos sempre sob uma perspectiva feminista (não óbvia e por vezes cheia de ironia) trazem um olhar questionador sobre dilemas atuais, focando especialmente nas mulheres, sobre as quais a autora escreve de modo original, subvertendo com ousadia estereótipos e ideias pré-concebidas. “Village Bike” usa o humor para provocar reflexões profundas sobre temas importantes como desejo, sexualidade, relacionamentos, casamento, traição, maternidade e os papeis sociais “destinados” aos homens e às mulheres. Ao longo de sua narrativa, Skinner coloca em xeque alguns valores normatizados pela sociedade contemporânea. A protagonista feminina, Manu, é uma professora escolar que está grávida. Ela e seu marido Téo, um publicitário extremamente envolvido com as questões ambientais, se mudam para uma pequena e bucólica cidade do interior. No início dessa nova fase da vida a dois, a tranquilidade tão esperada é substituída por um período de tensão conjugal, ansiedades e vontades díspares. Ela se descobre em um momento de muito desejo. Já ele, está focado em ler livros específicos para se preparar para a paternidade e não quer saber de sexo para não prejudicar de alguma forma a gestação e o bebê. Diante das repetidas recusas sexuais do marido, Manu - que se sente frustrada e está à flor da pele com as mudanças hormonais – começa a se interessar pela coleção de filmes pornôs que o marido mantinha escondida. Para manter a forma, ela compra uma bicicleta de um homem que mora na cidade (e que por acaso é o garanhão local) e acaba se envolvendo com ele para tentar satisfazer seus desejos mais inesperados. O caso se complica, e Manu passa então a tomar decisões impulsivas e arriscadas, levando a trama - que se inicia com tons solares e cômicos - a águas mais densas e sombrias. Como se evidencia, Manu não é uma heroína convencional. Ela é humana e complexa, e possui a mesma liberdade (para errar, acertar e não ser um modelo) que os personagens masculinos tradicionalmente já possuem no gênero da literatura dramática. Por esse viés, “Village Bike” se mostra uma obra diferenciada ao não perpetuar, como a própria autora afirma em entrevistas, “o ciclo de papeis simplistas geralmente oferecidos à mulher na dramaturgia (mãe de tal, filha de tal, esposa de tal)”*. Um outro mérito da obra é sua abordagem única sobre o desejo feminino e seus desdobramentos. Como as mulheres são representadas em geral? Que influência isso tem em nossas vidas? Ainda é muito nebuloso encontrar um lugar autêntico de manifestação do desejo feminino, evidenciando a falta de protagonismo da mulher na expressão de sua própria sexualidade. O que nos leva também a um outro tema espinhoso abordado pela autora: o impacto da pornografia na sociedade atual e na maneira como nos relacionamos. A velocidade com que as informações vêm chegando atualmente com a internet tem pontos positivos e negativos. Enquanto conseguimos alcançar rapidamente notícias sobre educação sexual, também alcançamos sem quase nenhuma segurança a pornografia. Não há o que se duvidar, adolescentes consomem essas imagens diariamente, casais usam de muleta a pornografia para tapar buracos da relação e em ambos os casos o sexo começa a se tornar impessoal. Enquanto a autora dissimuladamente faz com que as pessoas se debrucem sobre a forma como essas fantasias formatadas para um consumo comercial influenciam nossa maneira de enxergar o mundo e o sexo (em várias esferas), a plateia ri. Quando o espectador se dá conta, ele já está lá, junto com os personagens, mergulhado na confusão de seus próprios dilemas. É de extrema importância pensar nos dias de hoje sobre a perpetuação de um julgamento tão arcaico e díspar sobre a sexualidade dos homens e das mulheres. Por que ainda é tão difícil aceitar a construção feminina com autonomia e liberdade? Por que as mulheres são culpadas, acusadas, punidas e eventualmente mortas pela expressão dos seus desejos enquanto que os homens são autorizados e incentivados a um comportamento predatório? Por que é tão difícil abrir caminhos para esse diálogo? Em um momento em que temos consciência de tantos abusos, feminicídios e violências físicas e psicológicas sofridas pelas mulheres se faz necessário questionar nossos paradigmas sociais. E isso se torna ainda mais urgente diante um conservadorismo que está em plena ascensão no mundo e parece querer silenciar movimentos importantes de direitos e liberdades individuais. É preciso que essa discussão atinja lugares possíveis de serem habitados por aqueles a quem a reflexão sobre o assunto pode se tornar um diferencial. Trechos de Críticas “A produção impecavelmente realizada por Jonathan Humphreys prova que não há nada de ultrapassado em examinar por que, no século 21, os homens ainda querem salvar e as mulheres ainda querem ser salvas. Explora, também, o efeito insidioso da pornografia em nossos relacionamentos pessoais e por que as mulheres são aquelas que são punidas se saírem sexualmente da linha.” – The Guardian “Sua personagem, Manu, uma jovem esposa e professora recém-gravida, parece tão graciosamente desajeitada, tão carinhosamente sincera que estamos dispostos a segui-la em qualquer lugar. E então, antes que você perceba, aí está você, nas profundezas de um vício que consome identidades. E embora você provavelmente não esteja se sentindo muito bem com Manu - ou sobre si mesmo - nesse ponto, você tem que admitir que tem sido uma jornada muito iluminadora para a escuridão.” – The New York Times

Objetivos

Objetivo geral: estreia e temporada de 20 apresentações do espetáculo Village Bike. Objetivos específicos do projeto: - Fomento à produção cultural e artística (Lei de Incentivo a Cultura - art 3º inciso IIe), mediante estreia e temporada de 12 apresentações do espetáculo teatral inédito "Village Bike". - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Lei de Incentivo a Cultura - art 3º inciso IVa), mediante distribuição gratuita e pública de ingressos, 20% da bilheteria total, do espetáculo Village Bike, contribuindo também no desenvolvimento de projetos de formação de público. - Possibilitar o livre acesso de pessoas com deficiências auditivas e visuais, ao contratar, para uma sessão do espetáculo serviços de Áudio Descrição e Tradução em Libras. - Para aprofundar os temas tratados pela peça e gerar questionamentos, realizaremos a produção de Podcasts e 04 debates após o espetáculo. - Impressão e distribuição da dramaturgia de "Village Bike" para divulgar a obra de um dos nomes mais promissores da dramaturgia britânica atual, Penelope Skinner, com o intuito de registrar, divulgar e Incentivar o contato com obras escritas por mulheres e que tratam de temas relevantes ao gênero feminino. Objetivos específicos das contrapartidas sociais: Visando fomentar o pensamento crítico e proporcionar mais experiências diversas ao público, realizaremos as seguintes atividades: - Debates: Realização de 4 debates após o espetáculo em que 50% (cinquenta) da plateia será composta por um público de estudantes do terceiro colegial e professores da rede pública. - 04 Podcast: Esse conteúdo será disponibilizado em diversas plataformas como Instagram, Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Facebook, RadioPublic, Castbox, entre outros, assim como nas plataformas oficiais de divulgação do espetáculo, para que o maior número de pessoas possa acessá-lo. - Impressão e distribuição de 250 cópias da dramaturgia: Distribuição de 50% dos livros para escolas e bibliotecas públicas de São Paulo.

Justificativa

O presente projeto busca incentivo federal via Lei Rouanet para viabilizar a estreia e temporada do espetáculo "Village Bike" visto que, não possui até o momento outro tipo de possibilidade de renda/entrada de dinheiro a não ser contatos com empresas de lucro real que se interessem pelo projeto. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Atingindo os objetivos do Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculo de artes cênicas V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Retificamos a importância do incentivo federal e da captação de recursos para a realização do projeto com a estrutura idealizada.

Estratégia de execução

Não aplicável a este projeto.

Especificação técnica

não aplicável a este projeto, pois o espetáculo ainda está em construção.

Acessibilidade

ESPETÁCULO TEATRAL O espetáculo será apresentado em teatro com infra-estrutura necessária para atender os portadores de necessidades especiais, como banheiros adaptados, rampa de acesso, e disponibilização de lugares indicados para este público, conforme disposto no artigo art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999, e oferecerá descontos de 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para idosos, atendendo ao art. 23 da Lei no 10.741, de 01 de outubro de 2003. Além disso, será promovida 1 sessão com Interpretação em Libras e Audio descrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL não aplicável a este produto.

Democratização do acesso

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Em atendimento ao disposto no Artigo 20 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: I - estimativa da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; d) mínimo de 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; II - parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue: a) meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados; b) valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (Anexo I); Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, adotaremos: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Ficha Técnica: Texto: Penelope Skinner Tradução: Andrea Dupré Direção: Rafael Primot Elenco: Andrea Dupré, Daniel Tavares, Daniel Warren, Eduardo Mossri, Carolina Fabri e Ana Flávia Cavalcanti Cenógrafo: André Cortez Iluminação: Aline Santini Diretor Musical: Daniel Maia Figurinista: Marichilene Artisevskis Produção e coordenação de projeto: Da Latta Cultura e Conteudo e Contorno Produções Direção de Produção: Jessica Rodrigues e Victória Martinez Idealização do projeto: Andrea Dupré e Daniel Tavares O proponente DA LATTA CULTURA E CONTEUDO será responsável pela coordenação geral do projeto e produção junto à Contorno Produções, recendo por essas rubricas. O dono da empresa é Daniel Tavares, que cumpre também as funções de idealizador e ator da peça. CIA D TEATRO Andrea Dupré fundou a Cia D Teatro em 2005 com o espetáculo “Vidamorte”, uma criação da própria companhia inspirada em textos de Clarice Lispector com temporada no teatro Sérgio Cardoso. Em 2008, a companhia estreia “Amigos Ausentes”, com texto de Alan Ayckbourn e direção de Nilton Bicudo, premiado no 12o Cultura Inglesa Festival, seguindo em temporada até 2010 nos teatros Arthur Azevedo, Teatro Augusta, Parlapatões e SESC Santos. Em 2009, a companhia estreia o infantil “O Semeador de Ideias”, com texto de Andrea Dupré e direção de Paulo Rogério Lopes com estreia no Teatro Tom Jobim no Rio de Janeiro e temporada no Centro da Cultura Judaica em São Paulo. Em 2012, Daniel Tavares entra para a companhia, e os dois iniciam uma sólida parceria com o espetáculo “Luisa Se Choca Contra Sua Casa”, uma coprodução entre Brasil e Argentina, com texto e direção do argentino Ariel Farace. O espetáculo foi ganhador do prêmio Iberescena 2012 e teve sua estreia no Sesc Consolação, seguindo temporada por diversos Sescs do interior de São Paulo. Em 2016, Andrea Dupré e Daniel Tavares estreiam “Eigengrau, No Escuro”, texto de Penelope Skinner com direção de Nelson Baskerville (indicado ao prêmio Shell 2017 por esse trabalho). “Eigengrau” estreou no Festival da Cultura Inglesa e realizou temporadas até 2018 em espaços como Funarte, Viga Espaço Cênico, Cine Caixa Belas Artes (inaugurando o projeto “Teatro e Música no Belas”) e Teatro Porto Seguro. Seus próximos projetos são “Cock” de Mike Bartlett, com direção de Pedro Granato e “Village Bike” de Penelope Skinner, com direção de Rafael Primot. DANIEL TAVARES - ATOR E IDEALIZADOR Daniel Tavares é paulistano e trabalha como ator há 15 anos. Fez parte do Centro de Pesquisa Teatral coordenado por Antunes Filho (“O Canto de Gregório”), da Companhia de teatro Os Satyros ("A Vida na Praça Roosevelt", "Inocência"), do Núcleo Experimental, dirigido por Zé Henrique de Paula ("Senhora dos Afogados", "O Livro dos Monstros Guardados"), e da Sutil Companhia, de Felipe Hirsch ("Cinema"). Em 2011, ajudou a fundar a Cia dos Inquietos, cujo primeiro trabalho é o espetáculo “Limpe Todo Sangue Antes que Manche o Carpete”, do autor Jô Bilac. Em 2012, entrou para Cia D Teatro, com a qual fez “Luisa se Choca contra sua Casa”, e em 2016, a Cia D Teatro e a Delicatessen Teatral fizeram "Eigengrau, No Escuro", de Penelope Skinner, com direção de Nelson Baskerville (indicado ao Shell de direção 2017 por este trabalho). No cinema, atuou em produções premiadas, como "Café com Leite", de Daniel Ribeiro, e "Nem que Tudo termine como antes", de Mariana Martinez e Daniel Caselli. Na TV, participou das séries Descolados (MTV) e O Negócio (HBO), da novela Alto Astral e Haja Coração (Rede Globo), além de ter protagonizado dezenas de comerciais. Toda essa experiência o levou também à produção. Em 2012, foi coprodutor do espetáculo ¨Luisa se Choca Contra sua Casa¨, com texto e direção de Ariel Farace, encenado no Sesc Consolação, e também assinou entre 2016 e 2018 a produção de "Eigengrau, no Escuro". Seus próximos projetos como ator e produtor são “Village Bike”, de Penelope Skinner, com direção de Rafael Primot, “Cock”, de Mike Bartlet, com direção de Pedro Granato, "Brian ou Brenda", de Franz Keppler, com direção de Yara de Novaes, “Ofélia em Mim”, de Franz Keppler, com direção de José Roberto Jardim, e “Até o Fim”, de Franz Keppler e Daniel Tavares, com direção de Inez Viana. ANDREA DUPRÉ - ATRIZ, IDEALIZADORA E TRADUTORA Trabalha como atriz profissional desde 2004. É integrante da Cia D Teatro na qual atuou em espetáculos dos quais se destacam “Luísa se Choca Contra sua Casa” (2012--‐2013), uma coprodução entre Brasil e Argentina com texto e direção do argentino Ariel Farace, vencedora do prêmio Iberescena e “Amigos Ausentes” (2008--2010) de Alan Ayckbourn, com direção de Nilton Bicudo. Mais recentemente atuou no espetáculo “Eigengrau, No Escuro” (2016--‐2018), dirigida por Nelson Baskerville (indicada ao Prêmio Shell 2017 por Melhor Direção). Também atuou nos espetáculos “Seis Atrizes em Busca de um Personagem Principal” com direção de Bruno Guida, “O Prodígio do Mundo Ocidental” de John Synge com direção de Ariela Goldman, “O Semeador de Ideias” com direção de Paulo Rogério Lopes entre outros. Em 2004 recebeu o Prêmio Coca Cola Femsa de Atriz Revelação pelo espetáculo “A Matéria dos Sonhos” de Fábio Torres e em 2006 recebeu o Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema de Santos pelo curta intitulado “Filme Amador” de Juliana Calejan. Na TV atuou em diversos filmes publicitários e fez participações em séries como Mothern e Lili, a Ex, no canal GNT e A Garota da Moto produzida pela Fox. Além de atriz, Andrea é produtora, tradutoDa e dramaturga. Rafael Primot – Diretor Artístico Rafael Primot é paulista de 37 anos. Ator, diretor, produtor e escritor já fez diversos trabalhos. No cinema, dirigiu longas como Todo Clichê do Amor, Gata Velha Ainda Mia, Manual Para Atropelar Cachorro, entre outros. Além de ter atuado, escrito e dirigido longas e curtas. Na televisão, participou de algumas minisséries e novelas, como “As Cariocas”, “As Brasileiras”, “Tapas e Beijos”, “Sessão de Terapia”, de Selton Mello e “A Lei do Amor”. Seu último papel no ar foi o pintor Osiel em “Deus Salve o Rei”. Em 2019 estará nos seriados ARUANAS e HEBE, ambas da Tv Globo. Em 2007 idealizou um projeto que recebeu o nome de Festival Pop de Cinema, em sua cidade natal. Em 2015 teve a sua 8 edição. Em 2009 estreou no Teatro Imprensa a peça "O Livro dos Monstros Guardados", que lhe rendeu um Prêmio Shell de Melhor Autor. Em 2011 lançou o livro que deu origem a peça. Em 2012 a peça como autor "Um Sonho pra Dois" entrou em temporada nacional e também em Portugal. Em 2014 estreia na Oi Futuro Flamengo a peça Uma Vida Boa, de grande repercussão nacional que segue em turnê até 2017 em São Paulo no Teatro Eva Herz. Foi indicado a diversos prêmios como autor do espetáculo com destaque para o Prêmio Cesgranrio e APTR. Lançou seu primeiro longa-metragem Gata Velha Ainda Mia em maio de 2014 com Regina Duarte, Barbara Paz e Gilda Nomacce no elenco, recebendo ótimas críticas no país e fora dele. O filme esteve em Los Angeles, Miami, Nova York, Londres, Montevidéo e Buenos Aires. Ainda em 2018 dirigiu a peça de enorme sucesso “Os Guardas do Taj”, estrelada pelos atores Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi. Em 2019 retomou uma nova temporada de “Os Guardas do Taj” no Teatro Sergio Cardoso (SP). Na TV, viverá o escritor e autor de novelas Manoel Carlos, o Maneco, na série que fala sobre a vida da apresentadora Hebe Camargo, que será exibida pela TV Globo e também viverá o personagem Ramiro, um namorado abusador de uma das protagonistas na série “Aruanas”, do Globoplay. Vai estrelar “Chuva Negra”, seriado do Canal Brasil e Now, irá atuar, dirigir e escrever o roteiro do filme “Reencontro”, da produtora paulista PopCon e Imagem Filmes. Ele assina o roteiro de “Ó Paí Ó 2”, ao lado da diretora Monique Gardenberg, que está sendo filmado em Salvador.No teatro tem uma sólida carreira, tendo sido indicado ao Prêmio Shell, Prêmio CesgranRio, APTR, Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo