| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33448150000111 | Azul Companhia de Seguros Gerais | 1900-01-01 | R$ 550,0 mil |
Realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo Pós-F.
Fernanda Young vasculha internamente vivências e sentimentos para oferecer aos leitores sua visão de mundo. Fernanda se dirige a qualquer ser humano que habite nosso planeta neste século XXI, seja homem ou mulher. Como alguém que reúne diferentes perfis e concilia papéis aparentemente opostos, ela fala abertamente sobre a própria vida com o intuito de se posicionar sobre liberdades e responsabilidades. Sua preocupação central, no entanto, é superar polarizações para construir algo maior, em que caibam todos os gêneros. O objetivo de Fernanda Young não é ter a palavra final, mas contribuir com o debate – defendendo não a sua opinião, mas o direito de tê-la. É por isso que no mundo Pós-F não há mais a necessidade de discursos e atitudes radicais: masculino e feminino se dissolveram num universo de encontros de desejos, sem interdições ou medos.
Objetivos Gerais: - Produzir e manter a temporada do espetáculo Pós-F, na cidade de São Paulo em 24 apresentações. - Realizar a circulação por 2 cidades, sendo: 2 apresentações em Curitiba (PR) e 2 apresentações em Recife (PE) e 2 apresentações em Capinas totalizando 6 apresentações. - Realizar assim 30 apresentações. Objetivos Específicos: - Realizar a montagem e produção do espetáculo em São Paulo totalizando 24 apresentações; - Realizar a circulação por 2 cidades, sendo: 2 apresentações em Curitiba (PR) e 2 apresentações em Recife (PE) e 2 apresentações em Capinas totalizando 6 apresentações. - Realizar assim 30 apresentações. - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - Formar público através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda. - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida. - O intuito é prorrogar a temporada dependendo do sucesso de público e crítica.
Em sua primeira obra de não ficção, Fernanda Young se insere no acalorado debate sobre o que significa ser homem e ser mulher hoje. Em textos autobiográficos, ela se revela como uma das tantas personagens femininas às quais deu voz, sempre independentes e a quem a inadequação é um sentimento intrínseco. E esse constante deslocamento faz com que Fernanda seja capaz de observar o feminino e o masculino em todas as suas potencialidades. É daí que surge o Pós-F, pós-feminismo e pós-Fernanda, um relato sincero sobre uma vida livre de estigmas calcada na sobrevivência definitiva do amor, no respeito inquestionável ao outro e na sustentação do próprio desejo. No livro, que é ilustrado com desenhos da autora, Fernanda oferece sua visão de mundo na tentativa de superar polarizações e construir algo maior, em que caibam todos os gêneros. Fernanda Young vasculha internamente vivências e sentimentos para oferecer aos leitores sua visão de mundo. Fernanda se dirige a qualquer ser humano que habite nosso planeta neste século XXI, seja homem ou mulher. Como alguém que reúne diferentes perfis e concilia papéis aparentemente opostos, ela fala abertamente sobre a própria vida com o intuito de se posicionar sobre liberdades e responsabilidades. Sua preocupação central, no entanto, é superar polarizações para construir algo maior, em que caibam todos os gêneros. O objetivo de Fernanda Young não é ter a palavra final, mas contribuir com o debate _ defendendo não a sua opinião, mas o direito de tê-la. É por isso que no mundo Pós-F não há mais a necessidade de discursos e atitudes radicais: masculino e feminino se dissolveram num universo de encontros de desejos, sem interdições ou medos. Fernanda Young é autora de mais de doze livros, sendo 10 romances, e, como roteirista, 15 séries para a televisão. Sucesso de crítica e público, Os normais, escrita com seu marido, Alexandre Machado, foi exibida durante dois anos na Rede Globo. Faleceu em 2019 vitima de uma insuficiência respiratória. Ela vivia em São Paulo, com Alexandre e seus quatro filhos. Com o olhar estético e ao mesmo tempo atual da diretora Mika Lins e com a interpretação realista de Maria Ribeiro o espetáculo investe em uma interpretação realista, que se aproxime do publico, pela linguagem e temática, permitindo uma análise e reflexão, ao mesmo tempo que a contemplação do texto e encenação. O projeto visa realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo. Para isso, usaremos de acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91 os incisos que se aplicam ao projeto são: II - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E de acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91 o inciso que se aplicam ao projeto é: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Assim, realizar a montagem do espetáculo de artes cênicas e através dessa forma de linguagem e fomento trazer a reflexão sobre assuntos tão importantes nos dias atuais.
Como açao de responsabilidade social faremos: Conforme Art. 20 da IN nº 02/2019, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: a) 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para instituições, associações e/ou alunos e professores da rede pública de ensino que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população. d) 10% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassarão R$ 50,00 (cinquenta reais), estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; De acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma medida de ampliação do acesso. Dessa forma acataremos o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Dessa forma realizaremos 1 (um) ensaio aberto gratuito, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com o Art. 22 da IN nº 02/2019 As propostas culturais de planos anuais e plurianuais deverão apresentar ações educativas em suas atividades. Dessa forma realizaremos a aplicação do seguinte inciso: Como ação de formação faremos (uma) sessão de bate papo gratuita com elenco, para 50% de alunos e professores da rede pública de ensino e 50% para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com os incisos. § 1º As ações formativas culturais serão GRATUITAS deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. OBS: Nossa ação ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso (inciso V do artigo 21 da IN 02/2019). Nossa ação formativa esta ligada com a linguagem do projeto principal (teatro), visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. e) o número de beneficiários da contrapartida social deve corresponder a 10% da soma dos beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO.
Duração: 60 minutos
Conforme Art. 47. As propostas culturais deverão contemplar medidas que busquem garantir acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas aos locais onde se realizam atividades culturais ou espetáculos artísticos, bem como o acesso ao conteúdo das obras e dos produtos gerados pelo projeto, sem prejuízo de outras garantias previstas em legislação específica. Dessa forma o espetáculo ficará em cartaz em teatro com acessibilidade para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e pessoas idosas. E Conforme norma da ABNT - NBR 15599:2008, Também será como ação de acessibilidade, ações para DEFICIENTES AUDITIVOS. A cada primeira sexta-feira do mês, haverá uma sessão com interprete de libras, totalizando assim 2 apresentações para acessibilidade. Em cada uma das cidades a primeira apresentação também terá interprete de libras. Totalizando 5 apresentações traduzidas em libra. E também como ação para DEFICIENTES VISUAIS será utilizado um livreto em braile que estará disponível em todas as apresentações com toda a informação do espetáculo. As ações de acessibilidade serão amplamente divulgadas na bilheteria do teatro e em todo material impresso do espetáculo.
Conforme Art. 20 da IN nº 02/2019, o proponente deverá adotar ao menos um dos critérios, números da IN. Nosso projeto realizará o seguinte critério: a) 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística para instituições, associações e/ou alunos e professores da rede pública de ensino que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população. d) 10% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassarão R$ 50,00 (cinquenta reais), estabelecido no art. 8º da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012; De acordo com o Art. 21 da IN nº 02/2019 em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma medida de ampliação do acesso. Dessa forma acataremos o inciso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Dessa forma realizaremos 1 (um) ensaio aberto gratuito, para alunos e professores da rede pública de ensino e para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com o Art. 22 da IN nº 02/2019 As propostas culturais de planos anuais e plurianuais deverão apresentar ações educativas em suas atividades. Dessa forma realizaremos a aplicação do seguinte inciso: Como ação de formação faremos (uma) sessão de bate papo gratuita com elenco, para 50% de alunos e professores da rede pública de ensino e 50% para Organizações e Instituições que trabalhem com população de baixa renda e formação cultural. De acordo com os incisos. § 1º As ações formativas culturais serão GRATUITAS deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) limitando-se a 1.000 (mil) beneficiários, a critério do proponente. § 2º 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. OBS: Nossa ação ação formativa não se confunde com medida de ampliação de acesso (inciso V do artigo 21 da IN 02/2019). Nossa ação formativa esta ligada com a linguagem do projeto principal (teatro), visando a conscientização para a importância da arte e cultura por intermédio do produto cultural do projeto. e) o número de beneficiários da contrapartida social deve corresponder a 10% da soma dos beneficiários dos outros produtos cadastrados no PLANO DE DISTRIBUIÇÃO.
Texto: Fernanda Young Direção: Mika Lins Elenco: Maria Ribeiro Iluminação: Caetano Vilela Trilha Sonora: Marcelo Pellegrini Direção de Produção: Dani Angelotti O Proponente assinará por Direção de Produção, Coordenação Administrativa (dessa forma sendo responsável pelo acompanhamento e todo direcionamento administrativo do projeto) e Mídias Digitais. Fernanda Young (autora) Em 1995 estreou como autora no seriado A Comédia da Vida Privada, da Rede Globo. No ano seguinte, Fernanda lançou seu primeiro romance, Vergonha dos Pés, que já tem mais de 15 edições. No ano seguinte, lançou À Sombra de Vossas Asas, que conta a história de amor, obsessão e vingança entre o fotógrafo Rigel (que reaparece no livro Aritmética) e da aspirante-a-top-model Catarina, que teve os direitos comprados por uma produtora de Hollywood interessada em fazer um filme da história. Em 2001, após o lançamento de seu quarto romance, O Efeito Urano, Fernanda retomou a carreira de roteirista de televisão, com Os Normais. O seriado seria exibido durante dois anos na Rede Globo e culminaria em um longa-metragem, lançado em 2003. Fernanda também participaria dos roteiros do quadro Supersincero (2005), no programa Fantástico, e do seriado Minha Nada Mole Vida, em 2006. Foi duas vezes indicada ao Emmy Internacional de melhor comédia, pelos seriados Separação?! (Rede Globo, 2010) e Como Aproveitar o Fim do Mundo (Rede Globo, 2012). Fernanda faleceu em 25 de agosto de 2019 vitima de uma parada respiratória. Mika Lins (diretora) Mika Lins estreou nos palcos em 1984 na peça A Casa de Bernarda Alba, com a qual foi indicada aos prêmios Mambembe e Governador do Estado. No teatro dirigiu a peça Seria Cômico se Não Fosse Trágico, também em 1996, e viveu as agruras de ser produtora e protagonista do espetáculo Frida, que conta a história da pintora mexicana Frida Kahlo. A atriz trabalhou junto com diretores teatrais consagrados, como Antônio Abujamra, Zé Celso e Jô Soares. Em 2010 dirigiu Dueto para um, em 2013 Festa no Covil. Em 2017 A Tartaruga de Darwin, em 2018 Quero Morrer com meu Próprio Veneno e em 2019 TUTANKÁTON. Maria Ribeiro (atriz) Iniciou sua carreira na TV em 1994, com uma participação na minissérie Memorial de Maria Moura. Desde então, nesses mais de 20 anos de carreira, construiu um amplo currículo no cinema, tv e nos palcos. Alguns de seus trabalhos são: Teatro: Tryo Eletrico (2017) / Um Sonho para Dois (2013) / Depois do começo do mundo (2008) / Chorinho (2007) / Mordendo os lábios (2006) / O Mundo é um moinho (2003) / Capitu (2000). No cinema: Como Nossos Pais (2017) / Barata Ribeiro, 716 (2016) / Entre Nós (2013) / Tropa de Elite (2007 e 2010) / Não se pode viver sem amor (2010). Na Tv Desalma (2019) / O Mecanismo (2018) / Copa Hotel (2013) / Rei Davi (2012) / Poder Paralelo (2009). Caetano Vilela (iluminador) iluminador e encenador Caetano Vilela soma em seu currículo mais de 100 trabalhos, em suas duas funções. Como iluminador seu nome ganha destaque no mundo da ópera, tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no exterior. Dentre os diretores com quem trabalhou destacam-se Werner Herzog, Gerald Thomas, Christoph Schlingensief, Aidan Lang, Alejandro Chacon, Antunes Filho, Iacov Hillel, Emilio Sagi, etc. Em 2010, foi o vencedor do prêmio Shell de Iluminação pela peça “Dueto para um” e do troféu Carlos Gomes como iluminador de ópera. Iluminou para a temporada 2009/2010 em Paris, no Théâtre Du Châtelet, sob a direção do espanhol Emilio Sagi, o musical “The sound of music”. Daniella Angelotti (direção de produção) A Cubo foi fundada pela produtora Daniella Angelotti (com mais de 20 anos de experiência na área de produção) em dezembro de 2010 e seu currículo conta com diversas produções seus principais espetáculos foram: - Tutankáton, de Luiz Otavio Frias e direção de Mika Lins. Teatro SESC Paulista - 2019 -Soror, de Luisa Micheletti e direção de Caco Ciocler. Teatro SESC Ipiranga - 2019 -Minha Vida em Marte Produção executiva do espetáculo teatral, texto e interpretação Monica Martelli, direção de Susana Garcia.Teatro Procópio Ferreira | 2018 e 2019 - Quero Morrer com Meu Próprio Venenom de Ana Carolina, direção de Mika Lins. SESI Paulista | 2018 - Eu Sou Essa Outra, texto de Carla Kinzo, direção de Vera Egito. SESC Pinheiros | 2018 - Fedra, texto de Jean Racine, direção e Adaptação: Roberto Alvim. SESC Pompeia | 2018 e CCBB BH 2019. - A Tartaruga de Darwin texto de Juan Mayorga, direção de Mika Lins.Teatro SESC Ipiranga | 2017 - Kiev, Texto de Sergio Blanco, direção de Roberto Alvim, Teatro SESC Ipiranga | 2017 - Leite Derramado, texto de Chico Buarque, direção de Roberto Alvim. SESC Ginástico – RJ / Centro Cultural SP / Festival de Curitiba, Festival de Londrina / Festival de Recife / Festival de Porto Alegre / Entre outros | 2016, 2017, 2018 - Dom Juan texto de Moliere, direção de William Pereira. Teatro Raul Cortez São Paulo |2013 - Cartas de Amor para Stalin, texto de Juan Mayorga, direção de Paulo Dourado, com Bete Coelho. SESC Santana / Teatro Castro Alves (Salvador / Bahia) | 2011
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.