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"Menina de Lá" é a mais nova montagem teatral do Grupo Canto da Viração, para a infância e a juventude e a história se passa no sertão mítico e universal escrito pelo mineiro João Guimarães Rosa. Com aproximadamente 60 minutos deduração, reúne os contos "O Riachinho Sirimim", do livroAve Palavra, "A Partida do Audaz Navegante" e a " A Menina de Lá", do livro Primeiras Estórias e"Tresaventura" do livro Tutaméia. Prevemos três meses de ensaio e dois de temporada, em teatro no Rio de Janeiro, com intérprete de Libras e oficina para alunos da rede pública de ensino.
Prólogo - Riachinho SirimimSirimim , riachinho inventado por Guimarães Rosa, é o narrador e condutor da estórias do espetáculo Menina de Lá. Nesse Prólogo, interativo com o público infanto-juvenil, indagamos à plateia sobre o lugar Sertão, onde fica, como se chega nessa terra, como são os meninos e meninas de lá. O riachinho ajuda-nos a criar essa localização: vai mostrando as suas artes, as biquinhas que forma no seu caminhar, lagoinhas onde passarinhos vem beber e tomar banho, formigas e abelhas, infinidades de pequenos seres que se criaram em suas margens. A VIAGEM - A Partida do Audaz NaveganteBrejeirinha é o nome da menina que vai inventar a estória da Partida do Audaz Navegante.Ela se relaciona com o mundo adulto por palavras que desconhece.E desafia esse mundo de palavras desconhecidas reinventando o seu significado.Cria uma fábula reciclando o sisudo vocabulário usado pelos adultos.O Audaz Navegante navega nesses novos significados para contar uma estória de amor e busca de lugares de outras belezas. O MISTÉRIO A Menina de LáNhinhinha vive quietinha na Serra do Mim.Fala uma língua diferente e misteriosa: ninguém entende direito o que ela diz.É que o mundo adulto vem perdendo o dom de escutar.Nhinhinha fala uma língua de anjos? Quando começa a fazer milagres, causa espanto e temor. O que deseja, acontece.Sua breve vida lembra o acender/apagar dos vaga-lumes, que nos deixam um sopro de alegria. O EPÍLOGO - TresaventuraNo espírito de transformações que rege o espetáculo, o encanto de Nhinhinha vai desembocar no conto Tresaventura. Nele, a prosa poética de Rosa imagina a menina Iaí, que também recebe outros nomes - Dja, Djaí e Maria Euzinha. Ela cria um transtorno ao revelar o desejo de conhecer o arrozal pertencente à família. Os adultos tentam convencê-la dos perigos do brejo, que ela teria de atravessar para chegar ao arrozal, por cima do mundo. Mas nenhum argumento do mundo adulto a demove de sua travessa aventura. No surpreendente final, Iaí salva um sapo que seria engolido por uma cobra.
O principal objetivo do projeto é levar a obra do mineiro João Guimarães Rosa para crianças e jovens, ampliando o conhecimento em relação ao autor, muitas vezes pouco lido nas escolas. O espetáculo é destinado ao público infanto-juvenil. Inicia-se com um prólogo-provocação de perguntas, brincadeiras e jogos cênicos a partir de frases e ideias de Rosa sobre esse sertão que é o mundo, que está dentro da gente, além da geografia, sintonizando e envolvendo a plateia num espaço sertanejo real e imaginário. A encenação se desenvolve nas estórias adaptadas dos contos " O Riachinho Sirimim", do livro Ave Palavra, "A Partida do Audaz Navegante" e a " A Menina de Lá", do livro Primeiras Estórias e "Tresaventura" do livro Tutaméia. Como objetivos específicos temos: - apresentar, de forma lúdica, trechos da obra do autor mineiro, com 2 meses de temporada no Rio de Janeiro - 16 apresentações;- possibilitar que as novas gerações tenham acesso a esse fantástico mundo criado por Rosa;- colaborar na ampliação do conhecimento de sua obra;- colaborar na formação de público leitor;- formação de plateia na área teatral, especificamente infanto-juvenil- estimular a inovação na cena teatral carioca e brasileira. - realizar oficina de teatro para alunos da rede pública de ensino - 4 turmas de 40 alunos cada, totalizando 160 pessoas beneficiadas.
A Lei de Incentivo à Cultura é de fundamental importância para a realização do projeto, pois demonstra a seriedade da proposta de montagem teatral aprovada pela Secretaria Especial de Cultura, além de viabilizar uma forma que possamos captar recursos junto aos possíveis patrocinadores. Do artigo primeiro da Lei podemos destacar para este espetáculo os incisos I, III, V, VIII, devido à criação ser de artistas brasileiros e por conter tema universal.Em relação do artigo terceiro, o projeto se enquandra no objetivo de realização de espetáculos de artes cênicas, como fomento à produção cultural e artística. (inciso II, letra c). POR QUE ROSA PARA CRIANÇAS O olhar atento de Rosa faz sua grande obra dos acontecimentos da vida plenos de surpresas e encantamento. A criança vê o mundo sem buscar a razão das coisas. As crianças de Rosa são uma fonte de um mundo redescoberto para a criação da poesia. Sua prosa se alimenta dessas veredas poéticas. As estórias de Nhinhinha, Brejeirinha, Dja, são memórias desse olhar de sua meninice, num cenário de vastos espaços, bichos e flora verdejante, onde ele dá fala ao indizível, ao misterioso, ao milagre da existência que ressoa dentro da criança e habita em qualquer idade. Menina de Lá quer trazer esse estado comovente, intuitivo e lúdico, "uma viagem inventada no feliz", estimulando a inovação, descobertas de outras formas de expressão. A LINGUAGEM - Escritas com o sabor e o encanto das fábulas, a encenação vai buscar a poética que rege os pensamentos e sentimentos das crianças diante do mundo que a elas se abre múltiplo, infinito, a ser inventado. Rosa cria o seu sertão fabuloso a partir do sertão real. No processo de criação coletiva, utilizaremos sonoridades, músicas originais, dinâmicas e expressões do corpo, bonecos, máscaras, luminosidades como fazem os vagalumes que trazem de volta esperança e alegria no coração da sensibilidade de tudo que é belo e sobrevive. Também utilizaremos elementos audiovisuais e imagens que possibilitem um encontro do futuro com as tradições.
não se aplica
O espetáculo terá aproximadamente 60 minutos de duração, com classificação indicativa livre e indicado para maiores de 5 anos. As músicas são tocadas e cantadas ao vivo, além de trilha sonora gravada e sonorização. A oficina de teatro gratuita para alunos da rede pública de ensino será para 192 pessoas beneficiadas, sendo 5 turmas de 40 estudantes cada. Terá 4 horas de duração.
ACESSIBILIDADE FISICA A acessibilidade física se dará com o espaço do teatro possuir rampas ou elevador para portadores de deficiência física. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Já a acessibilidade de conteúdo será atendida com apresentações com a presença de intérprete de Libras, possibilitando que os portadores de deficiência auditiva tenham acesso ao espetáculo teatral.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO O projeto prevê ensaio aberto ao público em geral e a artistas e produtores, além de debate após a apresentação para o público presente. OFICINA Também será realizada como contrapartida social, oficinas de teatro gratuitas dirigidas a estudantes da rede pública de ensino.
A empresa proponente do projeto, Canto da Viração Produções Artísticas, através de seu sócio-diretor Ronaldo Mota Mendes, estará realizando a gestão do mesmo e a administração financeira. Direção - ANDRÉ PAES LEMEEncenador formado na UNIRIO. Atualmente frequenta o doutorado na Universidade de Lisboa e é coordenador artístico da Escola Chapitô, também em Lisboa. Como encenador profissional, desde 1992, já realizou mais de 50 espetáculos, entre peças teatrais, concertos musicais, óperas e eventos comemorativos de relevância cultural. Suas últimas encenações foram: Amor de Vinil, deFlávio Marinho (2016); Esperança, de César Mourão (2015); A História do Barquinho, de Ilo Krugli, Amigo Cyro muito te admiro, de Rodrigo Alzuguir (2014).O Lugar escuro, de Heloisa Seixas (2013); Arresolvido, de Érida Castello Branco (2012); Um Rubi no Umbigo, de Ferreira Gular (2011); Hamelin, de Juan Mayorga (2009), pelo qual recebeu o Prêmio APTR/2010 de melhor direção. Candeia, de Eduardo Rieche (2008); A hora e vez de Augusto Matraga, de Guimarães Rosa (2007); Uma última cena para Lorca, de Antônio Roberto Gerin (2005). Grande Othelo, de Douglas Dwight (2004). Chega de sobremesa, de Stela Freitas (2002); Engraçadinha, de Nelson Rodrigues (2001); Pequenos trabalhos para velhos palhaços, deMatei Visniec (2000). Iluminação - AURÉLIO DE SIMONINos 40 anos de carreira já realizou mais de 1000 (trabalhos nas áreas de teatro, ópera, dança, shows, feiras, convenções, etc. Na área teatral destacam-se: AS LÁGRIMAS AMARGAS DE PETRA VON KANT – Direção: Celso Nunes; EMILLY – Direção: Miguel Fallabela; ROBERTO ZUCO – Direção: Moacir Chaves; O CARTEIRO E O POETA – Direção: Aderbal Freire Filho; O ABRE ALAS – Direção:Charles Moeller; O AVARENTO – Direção: Amir Hadad; BUGIARIA – Direção: Moacir Chaves; CONDUZINDO MISS DAISY – Direção: Bibi Ferreira; A ALMA IMORAL – Supervisão Amir Hadad; POR UM FIO – Direção: Moacir Chaves. O FILHO ETERNO – Direção Daniel Herz; POR AMOR AO MUNDO – Direção: Isaac Bernat. Recebeu inúmero prêmios dos quais: 1982/1989/1998 – Mambembe;1989 – Mambembe; 1992/94/96/97/2003 – SHELL; 2006, 2015 – Zilka Sallaberry de Teatro Infantil; 2009 – Festival de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro. 2015 – CBTIJ de Teatro Infantil; 2016 – APTR e CESGRANRIO. Músicas originais e ator - RONALDO MOTACom 38 anos de carreira, é diretor e produtor musical, compositor, cantor e ator. Criador de mais de 350 músicas, inúmeros musicais e trilhas sonoras. Artista reconhecido e premiado nas áreas teatral e musical pela originalidade de suas composições. SELEÇÃO DE ALGUNS TRABALHOS: “A História do Boi Voador” - Prêmio Mambembe de 5 Melhores Espetáculos do Ano. No Musical “Sonhos de um Coração Brejeiro Naufragado de Ilusão”, de Ernesto Albuquerque – recebeu o Prêmio Mambembe de Música; Em “História de um Barquinho - de Ilo Krugli – ganhou o Prêmio de Melhor Música da APCA - SP; Direção musical e músicas originais de “Tio Vânia”, de Tchecov, direção de Sérgio Brito -Teatro dos Quatro; “O Baile”- Direção Musical e Trilha Sonora baseadas no premiado espetáculo homônimo de Jean Claude Penchenat; Com “A Casa da Madrinha”, de Lygia Bojunga, direção de Luis Carlos Ripper, recebeu o Prêmio Coca-Cola de Música-Teatro Jovem, e Indicação Como Melhor Ator; recebeu também a premiação de Melhor Compositor e Intérpretedo Festival Lubrax-Petrobrás - Mostra Seis e Meia na Sala Cecília Meireles por sua música Boi de Catirina. Foi finalista do Prêmio Carrefour de Música-RJ. Ator e Compositor do espetáculo musical “ A Zeropéia” de Hebert de Sousa, Betinho, premiado com o Fate-2004, e “Os Diferentes” - a partir de textos e poemas de Carlos Drummond de Andrade. Indicado para o prêmio Zilka Salaberry de Melhor Música Original-2011 pelo espetáculo Manuel Bandeira – Estrela da Vida Inteira. Também apresenta-se atualmente como cantor-narrador do Musical Sapo Que Vira Rei Vira Sapo, com composições de sua autoria, a partir do livro homônimo de Ruth Rocha. Realizacom o grupo Canto da Viração desde 2004 leituras musicais e dramatizadas da obra de Guimarães Rosa com adaptação e músicas de sua autoria e de Cristiano Mota, trabalho que recebeu o Prêmio Categoria Especial do Fate-Rj. Tem músicas gravadas por Jane Duboc, Diana Pequeno, Monica Salmaso, AdCanto, Tião Carvalho, Raízes Caboclas, Tadeu Mathias, entre outros intérpretes Trabalhou também musicalmente como diretor musical com os diretores Gracindo Junior, Amir Haddad, Tonio Carvalho, Sergio Brito, Ilo Krugli, Luis Carlos Ripper, entre tantos . Já realizou inúmeros shows e peças teatrais como solista no Brasil, EUA, América Latina e Europa com os grupos Ventoforte, Hombu, Feliz-Meu-Bem, e várias bandas. Já dividiu o palco com Alcione, Zé Keti, Boca Livre, Lenine, Diana Pequeno, Ná Ozzeti, Zé Zuca, Palavra Cantada, Paulinho da Viola e outros interpretes da MPB. Recentemente recebeu o Prêmio CBTJ de Teatro-2015 de Melhor Música Original pela criação da canções do espetáculo “ A História do Barquinho”, musical infanto-juvenil estreado em temporada de três meses no Oi Futuro de Ipanema e circuito em unidades do SESC -RJ em 2015 e Arenas Culturais da Prefeitura do Rio de Janeiro em 2016. Atriz - NATHALIA DILLNathalia Dill cursou a Faculdade de Direção Teatral na UFRJ. No teatro, atuou em peças de teatro como; "A glória de Nelson", sob a direção de Daniel Herz, "Jogos na hora da sesta", " As aventuras de Tom Sawyer", " Boca de Cowboy", sob a direção de Michel Bercovitch, com quem também trabalhou como assistente de direção na peça " Beijo no asfalto ". E em “A agonia do rei” sob adireção de Dudu Sandroni, que lhe rendeu indicação de melhor atriz coadjuvante pelo festival FITA. Atuou ainda em filmes como: "Feliz Natal", de Selton Mello, "Paraísos Artificiais", de Marcos Prado” e “Por trás do céu” de Caio Sóh, com estreia prevista para este ano. Em 2007 ingressou na empresa Rede Globo, onde protagonizou várias novelas, interpretou as gêmeas Julia e Lorena sob direção de Denis Carvalho. Integrante atual da novela A Dona do Pedaço, fazendo a vilâ Fabiana. Atriz - CAROL FUTUROFORMAÇÃO: Ex-Aluna de Bacharelado em Canto UniRiO.Profª Doutora Mirna Rubim Pós Graduada em Docência do Ensino Fundamental e Médio –IAVM/ UCAM (2007) BACHAREL em Artes Cênicas,habilidade- Interpretação- UNIRIO (2001- 2005) Tecido acrobático intermediário- Oficina de Artes Dança :Básico de Ballet - Petite Dance e Sapateado Básico- Academia do TAP violão básico.TRABALHOS MAIS RECENTES: DPA- Detetives do Prédio Azul- Canal fechado GLOOB e TV Cultura SP- está no ar 7ª e 8ª temporada da série infantil, roteiro de Flávia Lins e Silva ,direção André Pellenz, produção Conspiração. Personagem-Sissineide. A GAIOLA- adaptação do livro homônimo de Adriana Falcão, direção Duda Maia OU TUDO OU NADA- The Full Monty – de Terrence McNally e David Yasbek com tradução de Artur Xexeo. Direção geral: Tadeu Aguiar, Direção musical: Miguel Briamonte, como Estela. Atriz - Camila Farias CENÓGRAFO E FIGURINISTA - CARLOS ALBERTO NUNES cenógrafo, figurinista e aderecista, formado em 1992 pela Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO, onde desde 1998 exerce a função de professor no Bacharelado em Artes Cênicas-habilitação em Cenografia e Licenciatura e, Chefe do Departamento de Cenografia da mesma instituição desde 2007. Como cenógrafo, figurinista e aderecista, trabalhou com diversos diretores e companhias de teatro, dentre eles: Luis Arthur Nunes, André Paes Leme, Amir Haddad, Itala Nandi, Regina Miranda, Jefferson Miranda, Miguel Vellinho, PauloJosé, Inês Vianna, Gerard Dressel, Lúcia Coelho, Demétrio Nicolau e Nara Keiserman, Grupo Pedras, Cia PeQuod Teatro de Animação, Cia Artesanal, Grupo Moitará, Grupo Hombú, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.