Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 200170Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ielda Comédia Trágica

PARADISO FILMES LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
MG
Município
São Sebastião do Paraíso
Início
2020-01-15
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realização de montagem e temporada do espetáculo de tearo adulto Ielda - Comédia Trágica. 1989 - Ano em que o Brasil teve sua primeira eleição presidencial após o regime. Um período de intensa transformação no nosso país e no mundo. Depois do naufrágio do Bateau Mouche, o país parava para descobrir quem matou Odete Roitman e se preparava para se dividir entre Lula e Collor. Ao mesmo tempo em que o mundo comemorava a queda do muro de Berlim, os Estados Unidos elegiam o presidente Bush e nos despedíamos de Raul Seixas, Nara Leão e Luiz Gonzaga. O planeta se surpreendia com a subida ao poder do Solidariedad na Polônia e perdia os olhares profundos e encantadores da arte da interpretação com a morte das divas Betty Davis e Dina Sfat. Assim, enquanto se divertiam com a novela, "Que Rei sou Eu", parodiando a corrupção desenfreada dos políticos no país, os brasileiros também aplaudiam o discurso de posse do mais novo presidente eleito pelo povo, Fernando Collor de Melo.

Sinopse

O espetáculo se inicia com a reunião de um grupo de amigos da classe média-alta carioca, que não se via há bastante tempo, em uma casa de férias na região serrana, durante um final de semana de verão, para assistir o último capítulo da novela “Vale tudo”. Um crime acontece. Um dos personagens é assassinado e Ielda, a empregada da casa, é considerada a principal suspeita. Ielda trabalha há muito tempo na casa de férias da família de Mário. Atualmente está casada, tem um filho e mora num barraco nos fundos de uma igreja, localizada no bairro do Catumbi, no centro da cidade. A peça narra a trajetória de Ielda durante todo o ano de 1989 e as consequências de sua suspeita de assassinato. As cenas acontecem durante os períodos em que a cidade está sempre em festa como o carnaval, a semana santa, o sete de setembro, o natal e o réveillon. O espetáculo passeia por cinco ambientações diferentes: o quintal de um barraco, uma pequena igreja, um salão de beleza, a casa de férias na serra e a cozinha da casa da mãe do Mário, na zona sul. O espírito bem humorado carioca, em conjunto com a necessidade de sobrevivência da classe baixa, a falência da classe média e a busca pela recuperação da fé, surgem em meio as relações conturbadas no ambiente no qual os personagens vivem. Sempre tendo como pano de fundo, os acontecimentos sociais que modificaram o país e o mundo durante o ano de 1989. Sambas-enredos como “Liberdade, Liberdade”, “Ratos e Urubus Rasguem minha fantasia” e “Festa Profana”, além das principais músicas daquela época, servem de estímulo para embalar a trama. Sete atores interpretam dezessete personagens que estão distribuídos entre as figuras, que flertam com o tom farsesco e a tragicomédia, para alcançar a leveza e a profundidade do cidadão tipicamente brasileiro. Ielda é uma tragicomédia carioca, escrita e dirigida por Renato Carrera, que se passa em 1989 na cidade do Rio de Janeiro, criada a partir de lembranças e recordações do passado do diretor e autor, vivenciados nos bairros que frequentava quando criança e adolescente. Renato Carrera se inspira no teatro desenvolvido por Bertold Brecht na busca de uma reflexão sobre os dias de hoje, a partir do retrato de situações fictícias e reais de um Brasil de 30 anos atrás. Qualquer semelhanca com os dias atuais não é mera coincidência. No primeiro quadro,acompanham os osdesenlaces de um final de semana de verão, durante o mês de janeiro, na região serrana do Rio. Um grupo de amigos, que não se via há bastante tempo, resolve se encontrar para assistir ao último capítulo da novela “Vale Tudo” e assim, matar as saudades. Um crime acontece. Um deles é assassinado. Ielda, a empregada, é considerada a principal suspeita. Porém, horas antes do assassinato, conversas superficiais e espinhosas, recheadas de falsas verdades, trazem à tona amores não resolvidos, conflitos antigos e feridas mal curadas que poderão, num futuro próximo, mudar o rumo da investigação. Além de trabalhar como caseira na mansão da família de Mário, Ielda é casada com Marco Antonio. São moradores de um beco, localizado ao lado do Sambódromo. Marco Antonio também já foi "flanelinha”. Ielda construiu em seu quintal uma Igreja, fundada há alguns anos. Atualmente ela reside ali com o marido e seu filho Cleyton. O filho adolescente namora Andressa, a menina moradora “dos prédios”. Os dois são estudantes da escola que funciona dentro do Sambódromo e tem como professora Tia Walkíria, antiga moradora do bairro. No segundo quadro, o que vemos é um retrato realista do cotidiano da família de Ielda. A trama acontece durante o desfile das escolas de samba, no carnaval. Já no terceiro quadro, tudo acontece durante uma tarde de calor sufocante, na quinta-feira da semana santa. Como num longo plano sequência, este quadro se desenrola num fluxo contínuo e sem pausa. O local é um salão de beleza na zona norte da cidade. Com bom humor e alegria, apesar do sofrimento, Marizete, Sheila e Anderson vão levando a vida entre fofocas, histórias pessoais e comentários ácidos sobre os últimos acontecimentos no país e no mundo. Neste dia, Ielda, que mantém uma relação bem esquisita com Alair, o dono do salão, acaba aparecendo por lá depois de muito tempo, proporcionando mais motivos para a falação. No quarto quadro, durante os ensaios dos militares para o desfile do sete de setembro, às vésperas do feriado da independência do Brasil. vemos o dia a dia da família, abalado pela suspeita de assassinato de Ielda, as dificuldades enfrentadas com a falta de dinheiro, além dos conflitos dos pais com o filho adolescente e a relação conturbada com os vizinhos. No quinto quadro, a cena se desloca para a casa da mãe de Mário, no Leblon. Na véspera do Natal. Enquanto serve a mesa, Ielda e todos que estavam no dia do assassinato se reencontram na cozinha. Pela primeira vez, conversam entre si sobre a possível absolvição dela e o arquivamento do processo, já que, na verdade, somente ela sabe, além deles, o que realmente aconteceu. O último quadro acontece no período entre o Natal e o ano novo, durante a apresentação de uma peça sobre Jesus, montada pela própria família de Ielda, para arrecadar mais dinheiro. Maiko, um dos traficantes da área, resolve dizer que Marco Antonio, marido de Ielda, não pode fazer o papel principal pois ele conhece todo o seu passado. Os conflitos e a gritaria acabam por incomodar Coca, o dono do tráfico, desencadeando uma confusão generalizada, que irá modificar a realidade daquele lugar para sempre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar a montagem e temporada do espetáculo de teatro adulto Ielda, na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar temporada de dois meses (aproximadamente 24 apresentações); - Realizar como contrapartida social uma palestra após uma das sessões do espetáculo, voltada para a comunidade do Catumbi e ministrada pelo autor e diretor da peça; - Realizar uma sessão com acessibilidade para pessoas com deficiência e para estudante de escolas públicas; - Contratar cerca de vinte profissionais, entre diretos e indiretos, ligados à cultura e à economia criativa; - Realizar a montagem de um espetáculo de teatro nacional e inédito; - Colocar em evidência a realidade entre a classe média alta da zona sul carioca e uma comunidade da classe baixa da zona central do Rio de Janeiro.

Justificativa

O espetáculo se inicia com a reunião de um grupo de amigos da classe média-alta carioca, que não se via há bastante tempo, em uma casa de férias na região serrana, durante um final de semana de verão, para assistir o último capítulo da novela "Vale tudo". Um crime acontece. Um dos personagens é assassinado e Ielda, a empregada da casa, é considerada a principal suspeita. Ielda trabalha há muito tempo na casa de férias da família de Mário. Atualmente está casada, tem um filho e mora num barraco nos fundos de uma igreja, localizada no bairro do Catumbi, no centro da cidade. A peça narra a trajetória de Ielda durante todo o ano de 1989 e as consequências de sua suspeita de assassinato. As cenas acontecem durante os o períodos em que a cidade está sempre em festa como o carnaval, a semana santa, o sete de setembro, o natal e o réveillon. O espetáculo passeia por cinco ambientações diferentes: o quintal de um barraco, uma pequena igreja, um salão de beleza, a casa de férias na serra e a cozinha da casa da mãe do Mário, na zona sul. O espírito bem humorado carioca, em conjunto com a necessidade de sobrevivência da classe baixa, a falência da classe média e a busca pela recuperação da fé, surgem em meio as relações conturbadas no ambiente no qual os personagens vivem. Sempre tendo como pano de fundo, os acontecimentos sociais que modificaram o país e o mundo durante o ano de 1989. Sambas-enredos como "Liberdade, Liberdade", "Ratos e Urubus Rasguem minha fantasia" e "Festa Profana", além das principais músicas daquela época, servem de estímulo para embalar a trama. Sete atores interpretam dezenove personagens que estão distribuídos entre as figuras, que flertam com o tom farsesco e a tragicomédia, para alcançar a leveza e a profundidade do cidadão tipicamente brasileiro. Ielda é uma tragicomédia carioca, escrita e dirigida por Renato Carrera, que se passa em 1989 na cidade do Rio de Janeiro, criada a partir de lembranças erecordações do passado do diretor e autor, vivenciados nos bairros que frequentava quando criança e adolescente. Renato Carrera se inspira no teatro desenvolvido por Bertold Brecht na busca de uma reflexão sobre os dias de hoje, a partir do retrato de situações fictícias e reais de um Brasil de 30 anos atrás. Qualquer semelhanca com os dias atuais não é mera coincidência. Catumbi é uma vizinhança humilde que tem toda a sua rotina atribuída e atribulada aos eventos que ocorrem no Sambódromo. Essa comunidade, que vive literalmente separada apenas por um alambrado entre o sambódromo e a viela em frente às suas casas. Como essas pessoas vivem a mercê da rotina de um local de mega eventos, que além do carnaval, recebe shows, desfiles, feiras, etc. A peça se passa em 1989, mas mostra como muita coisa ainda continua igual no nosso país. Pegando como pano de fundo a comunidade carioca, tanto a classe média alta da zona sul como a classe baixa do Catumbi, a peça costura fatos verídicos do país e do mundo, e a estória dos personagens e suas realidades distintas, perambulando por novelas e músicas de sucesso da época, queda do muro de Berlin, pré eleições pós ditadura, entre outros, colocando em voga nossa cultura, nossa raça e a alegria e dor de ser um brasileiro. Mostrando como vivemos num ciclo vicioso de esperança e desapontamento. O projeto nos leva a uma viagem no tempo, e nos faz refletir sobre nosso atual momento. Um mix de saudosismo do fim da década de 80, com uma percepção do que realmente mudou (ou não) em nossas vidas. Ielda - Comédia Trágica se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/9: Art. 1°:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Estratégia de execução

*** CONTINUAÇÃO DOS CVS*** ATORES: JOSÉ KARINI Em teatro, integra a Cia Teatral Os Dezequilibrados, com direção de Ivan Sugahara, desde 2001. Pela Cia, participou de diversos espetáculos: ‘Bonitinha, mas Ordinária’, de Nelson Rodrigues (2001/2002); ‘Vida, o filme’, de Daniela Pereira de Carvalho e Ivan Sugahara (2002); ‘Combinado’, de Daniela Pereira de Carvalho (2003); ‘Dilacerado’, de Daniela Pereira de Carvalho (2004); ‘Quero ser Romeu e Julieta’, adaptação de obra de Shakespeare (2006); ‘Últimos Remorsos Antes do Esquecimento’, de Jean-Luc Lagarce (2007); ‘Memória Afetiva de um Amor Esquecido’, criação coletiva com dramaturgia de Rosyane Trotta (2009); ‘A Estupidez’, de Rafael Spreguelburd (2011); ‘Mulheres Sonharam Cavalos’, de Daniel Veronese (2012); ‘A Serpente’, de Nelson Rodrigues (2013); ‘Amores’, de Domingos Oliveira (2014); ‘Beija-me como nos Livros’, criação coletiva com dramaturgia de Ivan Sugahara (2015) e ‘Rio 2065’, de Pedro que Queria ir para a Escola’, adaptação de Rafael Brício (2019), entre outros. Ainda com direção de Ivan, participou das peças ‘Às Vezes é preciso um Punhal pra atravessar o caminho’, de Roberto Alvim (2010); ‘Terra doNunca’,criaçãocoletivacomdramaturgiadeIvan Sugahara (2011) e ‘Branca’, de Walter Daguerre (2017). Também trabalhou com os seguintes diretores: Bruce Gomlevski, na peça ‘A História do Zoológico’, de Edward Albee (2005); Roberto Alvim, na peça ‘Nocaute’, de Roberto Alvim (2006); Felipe Vidal, nas peças ‘Rock’n’roll’, de Tom Stoppard (2009), ‘Tentativas Contra a Vida Dela’, de Martin Crimp (2010) e ‘Depois da Queda’, de Arthur Miller (2011); Moacir Chaves, nas peças ‘Retorno ao Deserto’, de Bernard Marie-Koltès (2011) e ‘Labirinto’, de Qorpo-Santo (2012); Renato Carrera, nas peças ‘Vestido de Noiva’, de Nelson Rodrigues (2013) e ‘Malala, a Menina Souza-Ribeiro para o livro de Adriana Carranca (2018/2019); Marcelo Pedreira, na peça ‘Duas Vezes um Quarto’, de Marcelo Pedreira (2014); Fernando Lima, na peça ‘O Banqueiro Anarquista’, de Fernando Pessoa (2013); Erika Mader, na peça ‘Os Insones’, de Tony Bellotto (2016) ; Danielle Martins de Farias, na peça Dois Amores e um Bicho, de Gustavo Ott (2017); Adriano Coelho, na peça ‘Édipo e o Rei, um Acidente Mitológico’, adaptação de Laura Rissin (2018) e Priscila Vidca, na peça ‘Contracapa’, de Suzana Nascimento (2018). No cinema, fez o filme ‘Espiral’, com roteiro e direção de Paulo Pons. E, na televisão, fez parte do elenco das novelas ‘A Regra do Jogo’, de João Emanuel Carneiro , ‘A Lei do Amor’, de Maria Adelaide Amaral e ‘Malhação – Viva a Diferença’, de Cao Hamburguer. JOANA CABRAL Experiência artística profissional: “MALALA, A MENINA QUE QUERIA IR PARA A ESCOLA” de Adriana Carranca – Adaptação de Rafael Souza Ribeiro. Assistente de Direção e Atriz. Direção Renato Carrera, Espetáculo já cumpriu temporada no Teatro Sesc Ginástico, no Teatro Oi Casagrande, no Teatro Imperator, Procópio Ferreira. Atualmente está viajando pelo Brasil. “QUIETINHO FEITO UM SAPO” de Eline Snel - Editora Rocco, Locutora dos exercícios de meditação que acompanham o livro. Ano: 2016, “ABAJUR LILÁS” de Plínio Marcos, Sesc Ginástico e Sesc Tijuca, Assistente de Direção, Direção Renato Carrera, Ano: 2015, “NÃO QUERO DORMIR AGORA!” De Rodrigo de Roure, Atriz, Teatro do Jockey e Circuito Sesc Rio, Direção Renato Carrera, Ano: 2014, “TRANÇA DE HISTÓRIAS”, Atriz, Caixa Cultural e FLUPP (Feira Literária das UPPs), Ano: 2013, “AS CRIADAS”, Atriz, Teatro Glaucio Gil, Direção: Edson Zille, Ano: 2012, “O MAMBEMBE” de Artur Azevedo, Atriz, Local – Teatro Sesc Ginástico, Direção: Almir Telles, Ano: 2010, “HISTÓRIAS DE BOCAS”, Criação e interpretação: Os Arteiros Cia de Teatro/ 2008, Atriz, Esse espetáculo fez parte do Programa Prevenção Sesc na Mostra de Teatro Educativo em Saúde. “ TORTURAS DE UM CORAÇÃO” de Ariano Suassuna, Atriz. Locais: Teatro Baden Powell e Lonas Culturais (RJ). Direção: Almir Telles, Ano: 2003,2002 e 2001. Realizou também este espetáculo nas zonas norte e oeste do Rio de Janeiro em Escolas Municipais no projeto “Família na escola”, no ano 2003, produzido por Elizabeth Savalla e patrocinado pela Prefeitura do Rio de Janeiro. “FESTIM”, Local: Teatro do Jockey, Atriz, Direção: Ana Kfouri, Ano: 2002, “MEU ANJINHO” de Pablo Arian, Local: Teatro do Leblon, Atriz, Direção: Demétrio Nicolau, Ano: 2000, “H.H. (INFORME-SE)” baseado na obra de Hilda Hilst, Locais: Casa de Cultura Laura Alvim e Teatro Lala Scnheider, Atriz, Direção: Ana Kfouri, Ano: 2000, “FIM DE JOGO” de Samuel Beckett, Atriz, Direção: Eduardo Vacari, entre outros. ÂNGELA CÂMARA RIBEIRO Ângela Câmara é atriz formada pela Cal em 1997, integrante da cia Os DeZequilibrados desde sua fundação há 20 anos. Seus trabalhos mais recentes são "Histórias Veladas", dramaturgia coletiva, direçäo de Marta Paret, em cartaz no sótão dp casarão Z 42 (Cosme Velho) desde junho de 2019; "Felicidade", coletânea de textos, direção de Marcos Americano (Cia Vida Bela), espetáculo de teatro-dança em cartaz em abril de 2019 no Sesc Copacabana; “Rio 2065”, de Pedro Brício, direção de Ivan Sugahara (CCBB I, janeiro/fevereiro de 2019); “Rose”, de Clarice Ripoll, direção de Vinícius Arneiro (Sesi Centro e Espaço Cultural Sérgio Porto, 2018); “O tempo não dá tempo”, de Duda Maia (substituindo Marina Vianna: Oi Futuro Flamengo, 2018); “A Última Revolução Possível”, de Fúrio Lonza, direção de Sidney Cruz (Teatro Serrador, 2017); “Princípios transgredíveis para amores precários”, de Thales Paradela, direção de Rafael Sieg (Teatro Serrador, 2017); “Beija-me Como nos Livros”, direção e dramaturgia de Ivan Sugahara (CCBB, Gláucio Gill, Cacilda Becker SP e turnê pelo BR); e “Fala Comigo como a chuva e me deixa ouvir”, de Tenesse Williams, adaptação e direção de Ivan Sugahara (Casa da Glória, 2014), vencedora do prêmio Cesgranrio de Melhor Espetáculo. FERNANDA SAL Cursou a única universidade pública do estado do Rio de Janeiro com o a formação em Artes Cênicas, bacharelado em interpretação, a UniRio, entre os anos 1999 e 2006. Ainda neste período participou da Duplô Cia de Atores, no período de 2003 à 2006, onde pesquisou dois autores: Nélson Rodrigues e Jean Genet; e montou dois espetáculos: Traição e Deflora-te. De 2007 à 2010 atuou como atriz no espetáculo infantil "O Menino que Brincava de Ser", pela Cia. Pandorga de Teatro. Em 2012/2013 fez parte da Cia. Enviezada, com a intervenção urbana Caminhos. No ano 2018 entrou para "Malala, a menina que queria ir para a escola". Com direção de Renato Carrera. RICARDO LOPES Experiência Profissional: Subúrbia, Globo, direçao de Luis Fernando Carvalho. Espetáculos com a Cia Teatro Esplendor, "Um Tartufo", "Um estranho no ninho", "Festa de Família", todas com direção Bruce Gomlevsky. Espetáculos Cia Oráculo, “Adoráveis Criaturas” – Nelson Rodrigues, “O Planeta”, “O Bar do Manolo”, todas com direção Gilson Gomes. Leituras Dramatizadas: "O Batizado" - Direção: Dani Ornellas e Léa Garcia, "Como se fazia um deputado" - Direção: Paula Sandroni, "Arena conta Zumbi" (leitura musicada) – direção Paula Sandroni, "Boca de Ouro" - Direção: Paula Sandroni. Outros Espetáculos: “Ópera de Aida” – Teatro Municipal, "Fábula das Fábulas" - Direção: Ailton Guedes, "Dos Males o pior" - Direção: Everton Frank, "Cama, Mesa e Banho" - Direção: Bruno Herbstrith, "A Cantora Careca" - “A Decadência” - Autor: Ionesco, adaptação Ailton Guedes, "Cordel Shakespeariano" – Direção: Vic Militello. Musicais: "Festas da Tia Ciata" – direção: Loly Nunes, “A Sabiá” – Tributo a Clara Nunes – direção Cazé Neto, "O Mundo Bita – A imaginação que sumiu" – direção Alessandra Colassanti, "Hair o Musical" - direção: Charles Muller e Cláudio Botelho. Longa: “Mato sem cachorro” – direção Pedro Amorim, “Bom dia Rio de Janeiro” – direção Ed Lopes, “ Cenico Movie ou Fechado para obras”. Direção: Roney Vilella

Especificação técnica

Espetáculo de teatro adulto, com aproximadamente 90 minutos de duração. 24 apresentações na cidade do Rio de Janeiro. DIVULGAÇÃO: Será contratada assessoria de imprensa especializada para divulgar amplamente o projeto na mídia; contratação de profissional para fazer o gerenciamento das mídias digitais e redes sociais do projeto; produção e distribuição de material gráfico. Serão produzidos os seguintes materiais de divulgação: - Release de assessoria de imprensa - Fotos still - Filipetas - Cartazes - Banner - Programa - Template para internet - Mídia eletrônica

Acessibilidade

O projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência: - Acesso físico para pessoas idosas e/ou com deficiência, sendo o espaço equipado com: banheiros adaptados, rampas e/ou elevadores de acesso, corrimão, sinalização, locais para cadeiras de rodas, entre outros. - Atendimento prioritário às pessoas idosas e com deficiência, como mais uma forma de lhes possibilitar o pleno exercício de seus direitos culturais. - Será realizada uma sessão com tradução para Libras ao longo da temporada. Para essa sessão serão convidadas pessoas com deficiência auditiva, visual, intelectual ou múltipla, além de estudantes e professores da rede pública de ensino.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Artigo 22 da IN 02/2019, será realizada como contrapartida social uma palestra após uma das sessões do espetáculo, voltada para a comunidade do Catumbi e ministrada pelo autor e diretor da peça, Renato Carrera. Para essa palestra serão convidados alunos e professores de escolas da rede pública de ensino e pessoas com deficiência, que também receberão ingressos gratuitos para o espetáculo. A palestra e a apresentação para esse público contará com tradução para Libras. O projeto atende os seguintes incisos do Artigo 21 da IN 02/2019 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

TEXTO E DIREÇÃO: RENATO CARRERA ELENCO: ÂNGELA CÂMARA RIBEIRO, FERNANDA SAL, JOANA CABRAL, JOSÉ KARINI, MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE), RENATO CARRERA, RICARDO LOPES PRODUÇÃO: MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE) DIREÇÃO DE ARTE E CENÁRIO: DANIEL DE JESUS ILUMINAÇÃO: RENATO MACHADO O restante da equipe será definido após a captação de recursos. A continuação dos currículos segue em Outras Informações. RENATO CARRERA: INDICADO AO PRÊMIO SHELL DE MELHOR DIRETOR e a MELHOR ATOR AOS PRÊMIOS CESGRANRIO, APTR e QUESTÃO DE CRÍTICA em 2016, pela direção de “Abajur Lilás” de Plínio Marcos e por sua atuação em “O Homossexual ou a Dificuldade de se Expressar” de Copi. Dentre seus principais trabalhos como diretor podemos citar a direção do bem sucedido monólogo GISBERTA com Luis Lobianco, sua versão para VESTIDO DE NOIVA de Nelson Rodrigues (Vencedor do PRÊMIO QUESTÃO DE CRÍTICA DE MELHOR ESPETÁCULO 2013) e o inovador “SAVANA GLACIAL”, PRÊMIO SHELL DE MELHOR TEXTO e ELEITO UM DOS 10 MELHORES ESPETÁCULOS DE 2010 segundo “O GLOBO”. Em 2015 dirige “Dois Amores e um Bicho” de Gustavo Ott, com os Clowns de Shakespeare. Como ator, foi dirigido por Ana Kfouri nos espetáculos “Preguiça”, “Esfíncter” e “Senhora dos Afogados” - Prêmio Qualidade Brasil 2012 de Melhor Direção e Espetáculo. Lecionou no encontro internacional de teatro DRIFT, para atores da Inglaterra, Polônia, Dinamarca e Brasil. Idealizou e protagonizou o espetáculo “O Ateliê Voador” de Valère Novarina, dirigido pelo francês Thomas Quilladert, projeto que integrou o Ano da França no Brasil 2009. Em 2018 idealizou e atuou em “VIM ASSIM QUE SOUBE” de sua autoria, sob direção de Marco André Nunes, espetáculo INDICADO AO PRÊMIO SHELL MELHOR TRILHA SONORA 2018. Em outubro de 2018 estreia “MALALA – A menina que queria ir para a escola” no Sesc Ginástico, seguindo temporada no Oi Casa Grande e Imperator, adaptação do livro homônimo escrito por Adriana Carranca. MARCEL GIUBILEI (PROPONENTE): NOVELAS - A Regra do Jogo, Globo (2015/16); Jesus, Record (2018/19). CINEMA - “Delírius Insurgentes” _ protagonista e produtor executivo (filme convidado para participar de dois festivais na África do Sul. Durban International Film Festival e IMPAC - Iniciativa for moving images on the African Continent), o filme “Outraz” (com lançamento previsto para o ano 2020) e 6 CURTA-METRAGENS, como “Clepto”, entre outros. Trabalhou como produtor por mais de 3 anos na Pajé Cultural, Produtora de Cinema. TEATRO - 12 peças de teatro como ator, dentre elas e outras fez 10 peças como produtor, com destaque para a peça “A Serpente” de Nelson Rodrigues, (Sesc Niterói, 2016; Teatro Ziembinski, 2017; Teatro Maria Clara Machado, 2017; Circuito Sesc RJ, 2017), "Ielda - Comédia Trágica" (2020) e "As Bruxas de Salem" (2020), todas dirigidas por Renato Carrera. "Porto de Memórias" (2014), 6 peças históricas com algumas delas tendo aproximadamente 100 artistas em cena, onde produziu as 6 e atuou em 4 delas. CURSOS - Atuação para cinema com Fred Tulipan; Curso livre de teatro com Daniel Herz; Nú Espaço; Um ano de oficina de imersão nas obras de Nelson Rodrigues, Sesc Niterói, ministradas pelo diretor Renato Carrera; (2017) e Rasaboxes, ministrado por Ana Aschar (2019).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.