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PRONAC 200174Apresentou prestação de contasMecenato

Exposições MEMÓRIA E INOVAÇÃO PARA O MUNDO DO TRABALHO

SERVICO SOCIAL DA INDUSTRIA - SESI
Solicitado
R$ 1,49 mi
Aprovado
R$ 1,49 mi
Captado
R$ 279,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
63310411000101TRES CORACOES ALIMENTOS S.A.1900-01-01R$ 110,8 mil
17467515000107Café Três Corações SA1900-01-01R$ 90,3 mil
07199805000155GRANDE MOINHO CEARENSE SA1900-01-01R$ 50,9 mil
58128190000107Mitsui Alimentos Ltda1900-01-01R$ 27,8 mil

Eficiência de captação

18.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
II.Eventos literários
Ano
20

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2022-08-01
Término

Resumo

O Projeto Memória e Inovação para o Mundo do Trabalho, tem por objetivo a realização de QUATRO exposições, duas com foco na memória da indústria e duas com foco na economia criativa, buscando por meio dos temas e acontecimentos ressaltar, tanto de forma histórica, como na atualidade o papel da indústria para o desenvolvimento local e nacional. construindo pontes entre a mémória e a inovação aqui representas pela economia da cultura e pela história.

Objetivos

Objetivo Geral Seguindo o exposto no Art. 2 da LEI Nº 8.313; inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, este projeto tem como objetivo disponibilizar para os diversos públicos do Museu da Indústria QUATRO exposições, duas com foco na memória da indústria e duas com foco na economia criativa, buscando por meio dos temas e acontecimentos ressaltar, tanto de forma histórica, como na atualidade o papel da indústria para o desenvolvimento local e nacional. Três temas já estão previamente definidos : Foco Memória - ALGODÃO, o ouro branco - O ciclo do algodão marca o início do processo de industrialização em Fortaleza, no final do século XIX. Com a guerra da seseção americana (1861 a 1865), e seus prejuízos à produção de algodão na américa, o Ceará virou um grande produtor e exportador de algodão. Deste ciclo decorreram as primeiras fábricas de redes de dormir e depois de tecidos. Foco Economia Criativa - MODA - O algodão e as primeiras fábricas evoluiram de forma exponencial e transformaram o Ceará no terceiro maior polo de moda do Brasil. Hoje um grande produtor de jeans, o Estado perdeu posições e segue, com o apoio da economia criativa, através da moda e do design, voltar a ditar moda. Entendemos que estas duas exposições, mesmo independentes, deve cohabitar, no Museu da Indústria, um mesmo período de tempo. Lançamos uma e depois a outra de forma complementar. Foco Memória - CAFÉ - Em 2022 se comemora os 200 anos da chegada das primeiras mudas de café ao Ceará. É o café cultivado literalmente à sombra da mata _ protegido dos raios intensos do sol e fazendo com que o solo permaneça rico em nutrientes. Essa forma de cultivo vem tornando os cafezais da Região do Maciço de Baturité mais produtivos e livres de produtos químicos. O café colhido nessa região é puro, 100% arábica e produzido por pequenos agricultores de forma tradicional e artesanal, mantendo uma relação direta com os patrimônios edificados nos sítios e fazendas, com a gastronomia e com o meio ambiente. Nos últimos anos o Sebrae tem trabalhado a Rota Turística Cultural do Café Verde. Este foco também passa pela gastronomia, tema da economia criativa. Um quarto tema está em estudo e será definido em seguida, acompanhando os focos já citados. Objetivo Especifico - produto Exposição Preservar e promover a história da indústria, por meio da montagem de 4 exposições; Aumentar em pelo menos, 20% o público visitante do Museu; Ressaltar a importância do Patrimônio Industrial na construção de novas possibilidades para uma nova indústria baseada na economia criativa; Consolidação da imagem do Museu como espaço cultural no Ceará. Objetivo Especifico - produto Contrapartida Social - Palestras Realizaremos 10 palestras, abertas ao público e gratuitas, destinadas a alunos e professores de instituições de ensino de qualquer nível, com temas correlatos as mesmas e com o objetivo de ressaltar a importância do patrimônio industrial e de sua relação com a arquitetura, as escolas de artes e ofícios e o design, com 100 pessoas por palestra, um total de 1.000 pessoas atendidas.

Justificativa

O Museu da Indústria foi aberto ao público em 2014 e desde então desevolve ações voltadas a valorização da memória e da história da industrialização. Com o presente projeto busca-se consolidar a imagem do Museu como uma instituição que possui configuração contemporânea de espaço cultural, promovendo atividades de produção, divulgação e recepção de conteúdos ligados à história da indústria, à economia criativa e seu futuro. Seguindo o exposto no Art. 2 da LEI Nº 8.313; inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, este projeto tem como objetivo disponibilizar para os diversos públicos do Museu da Indústria QUATRO exposições, duas com foco na memória da indústria e duas com foco na economia criativa, buscando por meio dos temas e acontecimentos ressaltar, tanto de forma histórica, como na atualidade o papel da indústria para o desenvolvimento local e nacional. Três temas já estão previamente definidos, conforme colocamos acima e um ainda por ser definido. Esta ação pretende se estender para além dos muros da instituição, se configurando como ativo proponente de ações educativas que possam ajudar a pensar o futuro, com a história como pano de fundo. Nesse sentido, as quatro novas exposições deverão gerar novas pesquisas e diversificar o acervo, bem como as atividades educativas do Museu da Indústria, oferecendo ao nosso público alvo (escolas SESI/SENAI, trabalhadores da indústria e alunos da rede pública e privada de ensino) uma opção diversificada de conteúdos ligados à memória e história da indústria e da economia criativa, gerando iniciativas que estimulem a participação desses atores na construção da memória e principalmente do futuro da indústria, tornando possível a indústria 4.0. Além das exposições o projeto irá financiar o transporte dos alunos ao Museu. Viabilizar esse deslocamento até o espaço museal é fator determinante para ampliação do público atingido pelo Museu, dando acesso sem custos para os visitantes. Como mais uma ferramenta didática, visando a consolidação do entendimento do Museu como espaço cultural mais amplo, colocaremos a disposição do público apresentações da peça "Do Siará ao Ceará" que garantirá mais uma opção de ação educativa. Esta ação não está necessariamente focada na visitação das exposições, mas se constitui como uma atividade artística que expande o conhecimento sobre a história da indústria, fazendo com que seus espectadores compreendam de forma lúdica e divertida, que o desenvolvimento econômico cearense foi realizado através das lutas e conquistas travadas por homens comuns, que transformaram as dificuldades em ações inovadoras e empreenderam novos negócios. Os temas que se tornarão exposição seguirão de processos educativos integrados, ou seja, afirmamos a participação de nosso público alvo (escolas SESI/SENAI, trabalhadores da indústria e alunos da rede pública e privada de ensino), na pesquisa e desenvolvimento dos temas, baseados em suas ações junto ao sistema FIEC _ nos casos do CEI e Observatório da Indústria, e com relação aos alunos SESI e SENAI na integração com os temas propostos em sala de aula (Projeto de Aprendizagem), com a colaboração dos coordenadores e professores. Os alunos serão protagonistas nesse processo, por meio da Pedagogia de Projetos, tendo oportunidade de aprender ao passo que produz um resultado prático e propõem soluções inovadoras para os desafios apresentados ao longo do caminho (Cultura Maker). Como produto das exposições sobre o Algodão e sobre o Moda, por exemplo, será criada, em conjunto como o CEI e as escolas SESI/SENAI, será elaborado um projeto inovador voltado para as empresas do setor têxtil. Estas equipes trabalharão em conjunto com os profissionais disponibilizados pelo Museu: historiadores, pedagogos, museólogos, museógrafos, arquitetos, cenógrafos e iluminadores, na construção participativa da exposição e dos roteiros pedagógicos para os diversos públicos. Todo o processo de construção será documentado em um catálogo-reportagem sobre cada tema, de forma a garantir a experiência para outras ações. Especialistas serão convidados a escrever sobre as ferramentas utilizadas nas diversas áreas como pedagogia, história, museologia, arquitetura, entre outros. Disponibilizar apresentações da peça "Do Siará ao Ceará" de forma gratuita, como mais uma ferramenta didática para a compreensão do papel de homens e mulheres comuns no desenvolvimento da indústria. Para aumentar o público visitante e otimizar os investimentos, oferecemos transporte para 100 alunos por dia, contemplando prioritariamente as escolas SESI / SENAI, trabalhadores da indústria e escolas públicas e privadas, nesta ordem.

Estratégia de execução

Na primeira exposição a ser realizada, ao qual enviamos o projeto expográfico, não haverá obras de arte expostas.

Acessibilidade

Exposições No que se refere a acessibilidade física os espaços expositivos do Museu da Indústria conta com rampa de acesso e elevador para pessoas usuárias de cadeira de rodas e mobilidade reduzida e banheiros adaptados. Sobre a acessibilidade de conteúdo, as exposições propostas contam com vídeo introdutório em LIBRAS, legendas em BRAILE e objetos tatéis visando a melhor compreeenssão do que é exposto. Ainda no âmbito da acessibilidade e da inclusão, os projetos de exposição contam com a montagem de um espaço expecífico para desenvolver ações educativas de acordo com os temas das exposições e o trabalho educativo realizado pela equipe do Museu, desenvolve jogos e conteúdos voltados para cada faixa etária do ensino fundamental e médio. Contrapartidas Sociais - palestras No que se refere a acessibilidade física o auditório do Museu da Indústria conta com rampa de acesso e elevador para pessoas usuárias de cadeira de rodas e mobilidade reduzida e banheiros adaptados. Sobre a acessibilidade de conteúdo, as palestras propostas contam tradução em LIBRAS.

Democratização do acesso

A democratização do acesso se dará da seguinte forma, seguindo o que estipula o artigo 21 : Para o produto Exposição Inicalmente, por meio da entrada gratuita nas exposições para todos os públicos, ressaltando para além do inciso I Já seguindo o inciso II este projeto visa atender maior número de estudantes, cuja maior dificuldade é o transporte dos alunos para o Museu. Assim, propomos oferecer transporte para 100 alunos por dia, contemplando prioritariamente as escolas públicas, escolas da rede SESI / SENAI e também trabalhadores da indústria e seus familiares. Para o produto Contrapartida Social Seguindo o inciso III este projeto disponibilizará, na internet, registros audiovisuais das atividades de ensino (10 palestras previstas).

Ficha técnica

O proponente, SESI Ceará, desempenhará a gestão do processo decisório, total gestão administrativa e financeira do projeto, além da condução dos processos educativos, junto às Escolas SESI e coordenará a produção. Para tanto, temos a seguinte equipe, do Museu da Indústria, sem custos para o projeto e já contratada pelo Museu : Luis Carlos Beltrão Sabadia - Responsável pelo Projeto É formado em Administração de Empresas com pós-graduação em Gestão de Produtos e Serviços Culturais, ambos pela Universidade Estadual do Ceará. Iniciou seus trabalhos na iniciativa privada. É um dos fundadores da ONG Alpendre - Casa de Arte Pesquisa e Produção. Desde 2002 é consultor do SEBRAE. Entre 2003 - 2007 foi Diretor de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Foi membro da Comissão de Implantação da organização social Instituto Cultural Iracema junto a Prefeitura de Fortaleza. Foi avaliador do Prêmio Cultura Viva por quatro anos consecutivos. Desde 2009, como consultor na elaboração e gestão de projetos para instituições públicas e privadas, destacando-se a Fundação Edson Queiroz – Universidade de Fortaleza. É presidente da ong. IACD. Desde 2014 é gestor do Museu da Indústria, uma iniciativa FIEC / SESI Ceará. É membro do Conselho Estadual de Cultura, através da FIEC e da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura do MinC, através da CNI – Confederação Nacional da Indústria. Aline Lima – Pesquisadora Mestre pelo Programa de Mestrado em História Social do Departamento de História da Universidade Federal do Ceará. Especialista em Gestão Cultural, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco em parceria com a Fundação Joaquim Nabuco e o Ministério da Cultura. Com experiência nas áreas de: História, com ênfase em História das Ciências, História das Secas e História Social do trabalho; Museus, com atuação no setor de pesquisa para exposições, acervo e na gestão do espaço museológico; e Planejamento e Gestão de projetos no setor cultural, com especial atuação na área de diagnóstico e elaboração de Planos de Cultura, Planejamento Participativo e Educação Patrimonial. Patrícia Pereira Xavier - Coordenadora Pedagógica É graduada em história pela UFC, tem mestrado em História Social pela PUC/SP, e mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural pelo Iphan. Atou como gestora do Museu Sacro São José de Ribamar em Aquiraz, como analista na elaboração do Plano Estadual de Cultura e atualmente coordena o núcleo educativo do Museu da Indústria. Equipe contratada pelo projeto : Marcus Braga – Expografia Como empresário: Sócio da Acesso Comunicação de 2000/2015 Atendendo os maiores grupos empresariais do estado: Grupo Edson Queiroz e as empresas Indaia, Minalba, Hipercor, Nacional Gás, Grupo Aço Cearense, Ibyte, Marcosa, Unimed, Milenium Construtora, Prefeitura de Fortaleza Gestão Luiziane Lins. Como Design de projetos e eventos: Execução do Museu da Cachaça da Ypioca, em 2001. Sinalização da exposição do Rodin no Dragão do Mar . Montagem cenográfica externa com André Scarlazari, do Festival Via&Arte do Jornal O Povo, em 2003. Stands para os maiores eventos do Brasil e do Mundo desde 2001 até 2012: Apas, Fispal, Sial de Paris e Anuga Colognia (alemanha), para as empresas: Esmaltec, Nacional Gás, Hipercor, Indaiá e Minalba. Exposição “Corações e Mentes” da Praia de Iracema, para a Prefeitura de Fortaleza sobre a história do local, em 2012, do Largo Luiz Assunção até o Pirata. Situação atual: Consultor de marketing e gestor de inovação e de novos produtos da Indústria Mallory (Eletroportateis). Atualmente, sou proprietário da Join, uma empresa focada em inovação, uma consultoria para empresas públicas ou privadas, com o propósito de provocar os gestores a pensar usando a inovação como metodologia. A pensarem “dentro” do quadrado. André Scarlazzari – Curadoria do projeto - Artista visual. Especialista em cenografia museográfica. Sócio Gerente da empresa SCARLAZZARI & ASSOCIADOS. Possuí larga experiência na concepção e projetos de cenografia museográfica (design de exposições e museus), curadoria expográfica, comunicação visual, projetos cenográficos para televisão, cinema e teatro e direção de arte para cinema 35mm. Em seu currículo se destacam projetos como: PROJETOS NA ÁREA DE DESIGN E MUSEOGRAFIA - *Exposição “Vaqueiros” Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – SECULT – IACC – Fortaleza - Projeto e Coordenação de Execução; Museu da Cachaça - Maranguape - Projeto e Execução. Grupo Ypioca; Museu de Arte Sacra São José de Ribamar - PRODETUR - SECULT – Aquiraz; Centro de Visitantes - Parque Nacional do Iguaçu - Foz do Iguaçu - Projeto e Execução - Cataratas do Iguaçu S/A e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente – IBAMA; Sertão e Vaqueiros - Museu afro Brasil – São Paulo *“Memorial Barão de Studart” – Projeto e Execução. Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico); Memorial “Jonhson Family - Raposa Farme” – Maracanaú – Projeto. C.S. Johnson - USA; “Memorial Deputado Pontes Neto” – Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. “Museu Nacional do Mar – Porto das Barcas” – Delta do Parnaíba – PI. Exposição “Carnaúba, árvore da vida” – Museu da Indústria – Fortaleza – Curadoria, Projeto e execução– SESI / Fiec. DIREÇÃO DE ARTE e CENOGRAFIA CINEMATOGRAFICA - “Iremos a Beirute" - Marcus Moura; *"Eu não conhecia Tururu" - Florinda Bolkan; "O Naufrago" - Amílcar Claro; “Bezerra de Menezes - O médico dos pobres”. “Bate Coração”- Glauber Filho. PROJETOS CENOGRÁFICOS PARA TELEVISÃO - Com a bola toda; Jornal da Assembleia Legislativa; Jornal da TVC; Trem Bala; Ponto de encontro; Influenciadores; No projeto Exposição Café Levi Jucá – Pesquisador e Curadoria - Doutorando em Educação pela Universidade Federal do Ceará (PPGE / UFC), membro da linha de pesquisa em "História e Educação Comparada" (LHEC), eixo de investigação em "Instituições, Ciências e Práticas Educativas". Mestre em História e Culturas pela Universidade Estadual do Ceará (MAHIS / UECE). Licenciado em História pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Historiador, com experiência em História do Brasil, com ênfase em estudos regionais (Maciço de Baturité - CE), História das Ciências e História do Meio Ambiente. Pesquisador membro da Sociedade Brasileira de História da Ciência (SBHC). Assessor educacional e de projetos do Ecomuseu de Pacoti, em parceria com o Campus Experimental de Educação Ambiental e Ecologia (UECE), atuando principalmente com os seguintes temas: museologia social; educação ambiental e patrimonial; iniciação e divulgação científica. Técnico de arquivo, com experiência na área de Arquivologia, com ênfase em Gestão de Arquivos Públicos Municipais, e sócio fundador da Associação dos Arquivistas do Estado do Ceará (ARQUIVE-CE). Autor dos livros "Pacoti: História & Memória" (2014), "Um Século de Magia: Origens de um Empreendedor à frente do seu tempo" (2017), "Filhos de Guaramiranga" (2019), "História de Pacoti em Cordel" (2020), "Mendez: Mestre da Caricatura" (2021) e "A História do Café no Ceará" (2022).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará