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Realizar um evento que celebra a cultura popular e resgata as tradições das festas juninas reconhecidas como elementos importantes na formação da identidade do povo nordestino. Trata-se de um projeto que visa democratizar os festejos do São João envolvendo as pessoas, e sobretudo as famílias, numa espécie de celebração à cultura e ao patrimônio imaterial da mais importante comemoração popular do Nordeste. Como Contrapartida Social, serão oferecidas visitas guiadas ao local do evento.
A) Festa Popular - Celebrar o Sâo João | Serão 06 dias de evento realizado em dois locais distintos da cidade de Fortaleza/CE cuja intenção de circulação é ter um impacto na participação de um maior número de pessoas. Pretende-se recorrer a espaços fechados onde a estrutura do evento formada por palco, camarim, arena de público com cadeiras e arquibancadas para o público, sistemas de luz, projeção de vídeo e som, Posto Médico e serviço de Bombeiros irão se completar com um recinto de convívio composto por praça de alimentação e postos de hidratação e recolha de lixo seletiva. Será disponibilizado um sistema de segurança com a contratação de profissionais bem como serviço de Recepcionistas preparados para orientar o púbico nas suas questões. No ambiente da Festa, criado sobretudo para as famílias, passará um cortejo de quadrilhas juninas ao som de músicas tradicionais como o forró. Pretende-se o convívio, a vivência e a partilha de experiências de todos os envolvidos na Festa. B) Espetáculo Artes Cênicas - SINOPSE DO ESPETÁCULO “A QUADRILHA PARAÍSO” OU “O DIA DO SOL INVENCÍVEL NA MOLEIRA DO SANFONEIRO PENTAFÔNICO E A NOIVA DO VAI NÃO VOLTA”. Sinopse (Dramaturgia completa nos Anexos, Arquivo Informações Gerais) A “Quadrilha Paraíso”, todos os anos, é a atração mais esperada na pequena cidade de mesmo nome: Paraíso. Tão certa em seu acontecimento quanto as estações, o movimento do sol, da lua e dos planetas, a pequena epifania junina também era considerada um marco regulatório no tempo da província. A cada São João a brincadeira regressava à praça maior, ordenando todas as noites seus espectadores em círculos concêntricos. No epicentro, o drama transcorrido em evoluções, repetia uma história tão antiga que já não mais se sabia de onde nem quando vinha. Era assim desde a época dos pais, dos avós, tataravós, pentavós... tanto que as lágrimas e sorrisos rompiam uníssono na plateia, ocupando os mesmos rostos e instantes que na apresentação anterior, sem que isso diminuísse em o milímetro o entusiasmo e a catarse final. As musicas e passos não se encontravam mais escritas nem anotadas em nenhum livro, caderneta ou pedaço de papel avulso, era totalmente desnecessário já que se faziam entranhados no corpo e memória de cada morador, assim como o ar em seus pulmões. Os festejos davam inicio com o primeiro rojão e dali tudo transcorria segundo o certo.Até que algo aconteceu. Algo muito sério. Foi no São João deste último ano. Apenas neste e em nenhum outro. Por um desalinhamento sem explicação, a noiva que era interpretada por Maryleide dos Santos, que morava duas ruas acima, já depois de resolvido todo o imbróglio do casamento matuto, quando deveria apenas entregar um simples “sim” ao noivo interpretado por Marivaldo Flores, que morava duas ruas abaixo, soltou foi um alto e bem pronunciado “não”. Todo o universo paralisou. A música parou. O sol parou. O vento parou. O bebe que chorava calou. A única coisa que se mexia eram as ondas reverberatórias do não, ão, ão, ão... pronunciado por Maryleide. Como podia aquilo? O que significava? A única palavra esperada era um simples “sim”,sem nenhuma consequência para nenhuma das partes implicadas, já que tudo era de artifício. Mas Maryleide, plantada que nem um jumento teimoso, se recusava à resposta permissiva. A cidade de Paraíso se pôs em alvoroço, as especulações eram sem fim, enquanto a quadrilha e seu drama permaneciam monolíticos, no meio da praça. Depois de muitos tentarem entender, explicar e resolver o entrave, com argumentos inclusive do prefeito, do padre, do juiz e do delegado, veio finalmente a justificação. Maryleide resolveu falar: “acho injusto dar esse ‘sim’, pois a história teria um arco dramático bem mais interessante se Noiva se apaixonasse e fugisse com o sanfoneiro cego esquecido, o Aristeu”. No fundo do palco, no meio do trio pé de serra, Aristeu que não via nada do que se passava, deu dois passos a frente e se declarou também fascinado por aquela que vestia a única cor que era capaz de compreender; não a escuridão plena, mas o branco absoluto! Não demorou o levante geral da população indignada. Em um traçado por coincidência certeiro, meando Paraiso, ficou de um lado as que defendiam o amor da Noiva pelo Sanfoneiro. Do outro, clamavam os insatisfeitos, acusando difamação e impropério naquele novo rearranjo descabido, para não falar da humilhação imposta a Marivaldo, o mais empenhado dos brincantes. A cidade tinha um problema insolúvel, havia como se negar. O transporte publico foi suspenso, assim como as aulas. A delegacia e hospital passaram a atender dentro da cota mínima legal de segurança. As pessoas se esbarravam na rua, não conseguiam sequer lembrar para onde estavam indo ou o que tinham a fazer; não conseguiam se libertar por um instante que fosse da questão que assombrava suas vidas. Foi quando o Juiz, tendo em mãos o processo imputado pala metade mais tradicional e menos progressista, promulgou seu veredito:Aristeu e Maryleide estavam expulsos de Paraíso, ambos acusados de impedir a brincadeira, o delírio e a ilusão coletiva. Crime muito grave, diga-se. Mas o que era solução, logo tornou-se tristeza e desilusão. A cidade perdeu sua música,sua beleza,seu encanto e sua felicidade; enquanto Maryleide e Aristeu se puseram a vagar, levando na bagagem um punhado de saudade, uma sanfona, e a paixão revolucionária que descobriram um pelo outro. Mas isso não é tudo, embora seja quase. Fica faltando somente o desfecho derradeiro, para surpresa e fascínio, que agora me recuso a revelar. Só digo que tudo recomeçou, porém pelo lado emborcado, no avesso das coisas que se pensava acreditar. C) Contrapartida Social - Visistas Guiadas | Com foco na participação de alunos da rede pública de ensino, dos 12 aos 16 anos, a proposta da ação é promover uma visita no espaço de realização da Festa Popular, com duração de 1h30. Acompanhados por Monitores preparados para apresentar a estrutura do espaço e dialogar sobre como é desenhado e executado um projeto com a dimensão do São João Fortaleza (nome provisório), serão apresentadas algumas linhas do trabalho dos profissionais de produção. Os visitante também irão percorrer a estrutura do palco e camarim onde poderão ter contato direto com a estrutura artística do espetáculo. É possível que durante as visitas, dependendo dos horários fechados com as escolas, os alunos tenham contato com atores, músicos e o universo que abarca uma produção teatral, nos seus bastidores. Pretende-se com essa ação despertar nos visitantes interesses diversos tais como: saber mais sobre as profissões ligadas às artes e a produção de eventos; ter o contato e o desejo na apreciação da arte; compreensão sobre a economia criativa e os seus pontos de contribuilção no desenvolvimento social e cultural do país.
Objetivo Geral Produzir um evento que promove a cultura popular e resgata as tradições das festas juninas que são elementos importantes na formação da identidade do povo nordestino. O projeto visa oferecer à população da cidade de Fortaleza (CE) e aos seus visitantes, sobretudo às famílias, uma Festa de São João que celebra a convivência, a integração e a partilha de experiências na mais importante comemoração popular do Nordeste. Uma Festa de e para todos. Objetivos Específicos - Realizar, durante 06 dias do evento, cortejos de quadrilhas juninas e apresentações de um espetáculo de teatro cujo texto se baseia nos cordéis e na oralidade popular; - Alcançar um público espectador estimado em 20 mil pessoas nos produtos Festa Popular e Espetáculo de Artes Cênicas; - Promover visitas guiadas para uma estimativa de 1.000 educandos e educandas da rede pública de ensino, no produto Contrapartida Social.
Referência incontornável na construção do imaginário cultural e social dos povo nordestino, as Festas Juninas estão entre as mais importantes tradições da cultura do nosso país. O São João e o seu caráter festivo é uma celebração popular que procura reunir as pessoas, e sobretudo as famílias, sem restrições etárias ou sociais, para viverem e experienciarem o que de mais autêntico há na cultura e no patrimônio imaterial do Nordeste. Ao propor a realização de um evento que dialoga com as tradições da cultura nordestina, o projeto Festa Junina em Fortaleza (nome provisório) visa difundir e democratizar a festa de São João, entregando à população Fortalezense e aos demais visitantes, um bem cultural único na sua dimensão de promover a cultura nacional. Não se trata aqui de inventar nada, mas de fazer uso da potência instantânea das linguagens do povo. Neste contexto, o projeto estabelece um conjunto de iniciativas que corroboram com os objetivos deste Mecanismo de Incentivo à Cultura e que se enquadram nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Festa Junina em Fortaleza (nome provisório) é um projeto que requer estrutura e envolvimento de profissionais renomados e qualificados, e outros serviços cujos custos iriam onerar os valores de produção tornando a sua viabilidade de forma independente. Uma vez que o projeto propõe o acesso de todos a um produto cultural de qualidade, a preços populares, essa facilidade só é possível através do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais.
A) SÃO REMUNERAÇÕES DO PROPRIO PROPONETE 1. Coordenador do Projeto | Mês | 5 | 1 | R$ 8.000,00 | R$ 40.000,00 2. Diretor Geral | Mês | 7 | 1 | R$ 10.000,00 | R$ R$ 70.000,00 3. Consultores | Mês | 5 | 2 | 2.800,00 | R$ 28.000,00 4. Coordenação Artística | Mês | 5 | R$ 3.000,00 | R$ 15.000,00 5. Diretor Geral Espetáculo | Mês | 5 | R$ 5.500,00 | R$ 27.500,00 6. Assistente Produção Espetáculo | Mês | 5 | 3 | R$ 2.300,00 | R$ 34.500,00 7. Elaboração Prestação de Contas Produtos Festa e Espetáculo | Mês | 2 | R$ 22.000,00 | R$ 22.000,00 8. Coordenação Educativa | Verba | 1 | R$ 7.000,00 | R$ 7.000,00 B) DA DOCUMENTAÇÃO 1. Consultar no Anexo Informações Adicionais Roteiro Dramaturgia mais completo; Estudo Cenário/Palco; Estudo e Referência de Figurinos e Portifólio em Imagens de João Marcelino, Diretor Artístico.
não aplicável
Acessibilidade A) Produto: Festa Popular Acessibilidade física: serão atendidas medidas de acessibilidade compatíveis com a execução do projeto conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, e sempre que tecnicamente possível, através da disponibilização de estruturas que possam incluir rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos permitindo o acesso facilitado de deficientes físicos, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Acessibilidade de conteúdo: no recinto estarão recepcionistas bilingues para garantir tradução em Libras, quando aplicável (item sem custos adicionais). Não estão previstas medidas para deficientes visuais. O material de divulgação do produto cultural gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Todas estas são ações contempladas no Art.18 da IN nº 2 de abril/2019. B) Espetáculo Artes Cênicas Acessibilidade física: serão atendidas medidas de acessibilidade compatíveis com a execução do projeto conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, e sempre que tecnicamente possível, através da disponibilização de estruturas que possam incluir rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos permitindo o acesso facilitado de deficientes físicos, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Acessibilidade de conteúdo: 02 sessões do Espetáculo terá tradução em simultâneo em Libras. Não estão previstas medidas para deficientes visuais. O material de divulgação do produto cultural gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Todas estas são ações contempladas no Art.18 da IN nº 2 de abril/2019. C) Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física: serão atendidas medidas de acessibilidade compatíveis com a execução do projeto conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, e sempre que tecnicamente possível, sendo selecionados espaços/equipamentos culturais que permita o acesso facilitado de deficientes físicos, pessoas com mobilidade reduzida e idosos. Acessibilidade de conteúdo: um dos monitores terá formação na linguagem de Libras para atender visitantes com deficiência auditiva (item sem custos adicionais). Não estão previstas medidas para deficientes visuais. O material de divulgação do produto cultural gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. Todas estas são ações contempladas no Art.18 da IN nº 2 de abril/2019.
A) Festa Popular 100% Distribuição Gratuita referente ao espaço de Convívio da Festa. Mais informamos que, como medida complementar de democratização de acesso, dentre as elencadas no Art. 21 da IN nº 2/2019 do MinC, o proponente opta por: III – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do evento sem prejuízo no disposto no § 2º do Art. 22; e IV – permitir a captação de imagens das atividades e dos espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. B) Espetáculo Artes Cênicas - Distribuição de Ingressos 20% exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; 5% para distribuição gratuita por patrocinadores; 5% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto 50% para comercialização de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia), valores que não ultrapassam o valor do Vale-Cultura, nos termos do Art.8º da Lei nº12.761, de 2012; Mais informamos que, como medida complementar de democratização de acesso, dentre as elencadas no Art. 21 da IN nº 2/2019 do MinC, o proponente opta por: I - doar, além no previsto na alínea "a", inciso I do Art.20, 20% dos produs resultantes da execução do projeto a escolas públicas. C) Contrapartidas Sociais 100% (cem por cento) exclusivamente para distribuição gratuita a professores e alunos de qualquer nível sendo destinada uma quota de 50% para educandos e educandas e seus respectivos professores, da rede pública de ensino.
House Cultura. Função: Realização, Direção e Coordenação do Projeto | Enquanto proponente, é responsável pela total gestão do processo decisório do projeto, assumindo ainda as funções de Diretor do Projeto em Festa Popular e Espetáculo de Artes, Coordenação de Projeto, Coordenação Artística, Consultores, Elaboração de Prestação de Contas, Coordenação Educativa, pelo que será remunerada pelas rubricas especificadas em orçamento. Currículo Resumido: Dedicada ao design de experiências, a House Cultura cria, implementa e desenvolve projetos culturais e de educação. Criada em 1999, a House Cultura apresenta soluções inovadoras e estratégias focadas na ética e identidade de seus clientes. Atualmente tem escritórios nas cidades de São Paulo (SP), Natal (RN), Fortaleza (CE) e Lisboa (Portugal) e sua Diretoria é formada por: Gustavo Wanderley, especialista em Gestão Cultural, formado em psicologia com aperfeiçoamento em responsabilidade social corporativa e negócios sustentáveis É diretor de planejamento e projetos da Casa da Ribeira, curador independente e consultor da House Cultura. Atua há 19 anos na criação e no desenvolvimento de projetos e ações culturais e de educação; e Ana Paula Medeiros, Jornalista, com pós graduação em Práticas Culturais para Municípios pela Universidade Nova de Lisboa (2014). É colaboradora nos projetos da House Cultura desde 2002, onde trabalha no desenho e no planejamento de projetos culturais. César Ferrário. Função: Dramaturgia | Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRN - PPGARC, onde desenvolveu pesquisa sobre a escrita dramática. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Potiguar – UnP. Como autor escreveu as peças “Abrazo” (2014), para os Clowns de Shakespeare (RN); “Guerra Formigas e Palhaços” (2012) e “O Quintal de Luís” (2014), para o Grupo Estação de Teatro (RN); “Os Cavaleiros da Triste Figura” (2017), o para Grupo de Teatro Boca de Cena (SE) e “Mulheres Invisíveis” (2018), para o Grupo Estandarte de Teatro (RN). Dirigiu os espetáculos “Meu Seridó” (2017), realizado pela produtora Casa de Zoé (RN) e “Alegria de Naufragos” (2016), do Grupo Ser Tão teatro (PB). Como ator, sendo um dos fundadores do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (RN), onde permaneceu por 25 anos, participou de quase todas as suas montagens, estando entre as mais recentes “Sua Incelença Ricardo III” (2010), dirigida por Gabriel Villela (SP/MG); “Hamlet, Um Relato Dramático Medieval” (2013), dirigida por Marcio Aurélio (SP) e “Dois Amores y Um Bicho” (2015), dirigida por Renato Carrera (RJ). Na televisão integrou o elenco do seriado “Amores Roubados” (2014) e da terceira temporada da série “Sob Pressão” (2019); também das novelas “O Rebu” (2014), “O Outro Lado do Paraíso” (2017) e “A Dona do Pedaço” (2019), sendo todas as obras da Rede Globo de Televisão. João Marcelino. Função: Direção do Espetáculo, Cenografia e Figurino | Nascido a l5 de julho de 1959, em Macaíba – Rio Grande do Norte - Brasil. É filho da Professora, Modelista e Costureira , Maria Isaura Alves do Nascimento e de José Marcelino de Oliveira. Estudou na Escola Internacional de Antropologia Teatral– ISTA, com o mestre italiano Eugênio Barba.Iniciou os estudos de pintura com a mestra Natércia Leiros. Estudou desenho, pintura e aquarela, com o professor Alcides Sales na Oficina de Gravura Rossine Perez. Estudou canto lírico, técnica vocal e musicalização com a soprano brasileira Atenilde Cunha e com o tenor italiano Nino Crimi, na Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Estudou maquiagem artística na Maison Payot de São Paulo. Estudou dança clássica com o màitre Roosevelt Pimenta, no Ballet Municipal de Natal. Reverência aos Mestres populares que ensinaram-lhe os caminhos da arte: Mamulengueiro Chico Daniel, Ventríloquo Seu haves, Mestra do Fandango Dona Maria das Bolsas, Dona Lalinha, Mestra do Reisado e ao grande estudioso do povo brasileiro Luiz da Câmara Cascudo. Como Diretor, Figurinista, Diretor de Arte, Cenógrafo, Maquiador e Ator, participou de 133 espetáculos de teatro dentre os quais dirigiu 64, recebendo 25 prêmios nacionais e 01 internacional. Começou no teatro em 1980 e atua como Diretor, Dramaturgo, Figurinista, Diretor de Arte e Cenógrafo.De 1980 a 2019 já são 131 ESPETÁCULOS QUE PARTICIPOU64 COMO DIRETOR; 25 PRÊMIOS NACIONAIS; 01 PRÊMIO INTERNACIONAL; Principais Espetáculos: ORATÓRIO DE SANTA LUZIA – 2001. Quatro Montagens: 2001, 2002, 2003, 2004, 2016 e 2017. Com elenco de Mossoró. Dramaturgia e Direção e Figurinos. UM PRESENTE DE NATAL – 2001 Cinco Montagens: 1998, 1999, 2000, 2001, 2002.Com elenco de Natal- Direção, Cenários, Figurinos e Adereços; O CAMINHO DAS FOLHAS DE OUTUNO – 2002; Livre adaptação de Macbeth de W. Shakespeare; Com Cláudia Magalhães, Henrique Fontes e Dino Santos. Direção, Cenário, Figurinos e Adereços CHUVA DE BALA – 2003. Montagens: 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. De Tarcísio Gurgel e Música de Danilo Guanais. Com elenco de Mossoró Direção Geral e Direção de Arte. MUITO BARULHO POR QUASE NADA – 2003. Adaptação da obra de W. Shakespeare Direção de Fernando Yamamoto e Eduardo MoreiraCom o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare. Cenário, Figurinos e Adereços. AUTO DA LIBERDADE - 2007, 2008, 2010, 2011. Texto de Joaquim Crispiniano Neto. Com Elenco de Mossoró. Direção Geral, Cenários, Figurinos e Adaptação Dramaturgica. O BOSQUE DO CORAÇÃO DO BRASIL – 2008. Texto de Marcos Sá. Com elenco da UFRN. Direção de Vera Rocha. Cenário e Figurinos; AUTO DE SÃO JOÃO BATISTA - 2008Texto de Ana Carla Azevedo. Direção de Joriana Pontes. Com o elenco de Assú. Direção Artística e de Arte; AUTO DE SANTANA - 2008Texto e direção de Marcos Leonardo; Com elenco de Currais Novos e CaicóDireção Artística e de Arte. BECO DA ALMA - 2011Musical de Danilo Guanais. Com Elenco de Atores Natalenses. Cenários, Figurinos e Direção.VINICIUS - UMA CANÇÃO PELO AR... 2013 Do Projeto Parcerias Sinfônicas do SESCCom Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRN, cantores e atores.Diretor, Cenógrafo e FigurinistaABRAZO – 2014. Com o Grupo Clowns de Shakespeare. Direção de Marco França Figurinos e Adereços; QUINTAL DE LUIZ - 2014Com o Grupo Estação de Teatro - Direção de Rogério Ferraz-Figurinos e Adereços. TRIBUTO A BROADWAY - 2014Com Studio de Dança Clézia Barreto Cenários e Roteiro.13ª QUADRIENAL DE PRAGA: ESPAÇO E DESIGN DA PERFORMANCE - 2015 A maior exposição mundial, realizada de 18 a 28 de Junho, na capital da República Tcheca, com o Figurino criado para o espetáculo Quintal de Luis, do Grupo Estação de Teatro.Figurino. TALCO NO SALÃO PRO FORRÓ FICAR CHEIROSO – 2016 Com o Grupo Mamulengo de Cheiroso – SE .Dramaturgia, Figurinos, Cenário e Direção. AS CAÇADORAS DE HISTÓRIAS – 2017 Com o Grupo Teatral Clowns de Shakespeare.Figurinos OS CAVALEIROS DA TRISTE FIGURA – 2017 Com o Grupo Teatral Boca de Cena.Direção de Arte. HAMLET – 2017 Com a Armazém Cia de Teatro.Direção de Paulo de Moraes .Figurinos, em parceria com Carol Lobato.MEU SERIDÓ - 2017Texto de Filipe Miguez Com Titina Medeiros, Nara Kelly, Caio Padilha, Marcílio Amorim e Igor Fortunato.Direção de César Ferrario.Direção de arte..Cenário, Figurinos, Adereços e Maquiagem.TROPICÁLIA - 2018Com o Coro Cênico Acorde.Direção de Lenilton Teixeira.Desenho de figurinos. MULHERES INVISÍVEIS – 2018 Texto de César Ferrario Direção Lenilton Teixeira e Jeferson Fernandes Com Grupo Estandarte Teatro.Cenário e Figurinos. FORRÓ PÉ DE GUERRA - 2019Texto de César Ferrario .Direção, cenario e figurinos.RODA POTIGUAR DE FORRÓ – 2019 Com a cantora Alessandra Macedo e Santana o Cantador.Direção de arte e artística. Rogério Ferraz. Função Assistência de Direção e Desenho de Luz | Diretor, Ator, Cenógrafo e Iluminador. Formou-se na Escola Municipal de Teatro de Londrina em 1998 se aperfeiçoando nas áreas de atuação, direção, iluminação e cenografia. Lecionou na escola durante quatro anos, dirigindo e atuando em vários espetáculos. Desde 2003 reside na cidade de Natal – RN, onde vem se destacando em todas as áreas artísticas a que se propõe. Em 2009, funda o Grupo Estação de Teatro, participando ativamente nas funções de diretor, iluminador, ator e cenógrafo.Fez parte da grade de professores do Centro Experimental de Formação e Pesquisa Teatral em 2005. Foi integrante do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (2004-2008) e participou de vários projetos de circulação e festivais de teatro nacionais e internacionais, tanto com os Clowns de Shakespeare como com o Grupo Estação de Teatro (Palco Giratório 2006 e 2015, Caravana FUNARTE 2007, Prêmio Myriam Muniz 2010, 2014) .Durante sua trajetória, Rogério Ferraz recebeu prêmios importantes, tanto na área de atuação, quanto nas áreas de cenografia e iluminação com destaque para Melhor ator infantil pela APCA 2007 – Associação Paulista dos Críticos de Arte e Melhor Ator pelo Premio FEMSA Coca-cola 2007.ALGUNS ESPETÁCULOS COMO CENÓGRAFO E ILUMINADOR:"Quintal de Luis" - Grupo Estação; "Guerra, Formigas e Palhaços"- Grupo Estação de Teatro; "Encruzilhada do Mundo" - Grupo Bololo;"Show O Canto do Mar"- cantora Silvia Sol; "Show Arrivals, Rabecas e Arribaçãs"- cantor Caio Padilha; "Show executivo do Pandeiro"- Sami Tarik; "O casamento do Pequeno Burguês"- Grupo Clowns de Shakespeare; “Muito Barulho por Quase nada”- Grupo Clowns de Shakespeare; "A Festa do Menino Deus" - Alto de Natal 2008. VF de Oliveira. Função: Produção Executiva | Empresa da atriz, publicitária e produtora exectuiva, Vini Fernandes, que há mais de 20 anos dedica-se à produção cultural e artística, sobretudo no teatro. Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade de Potiguar (1999), iniciou seu trabalho no Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (Natal/RN) tendo participado de diversas oficinas de formação como: Expressão Corporal com o Prof° Dr° Edson Claro; Iniciação Teatral com o Prof° Sávio Araújo; Impostação Vocal com Marcelo Almeida; Oficina de Interpretação e Voz , ministrada por João Marcelino; Oficina de Mímica Corporal Dramática, ministrada por Nadja Turenko; Oficina de Iniciação para Clown com Adelvane Néia (São Paulo); Oficina de Iniciação em Acrobacia com Domingos Montagner e Fernando Sampaio (La Mínima – São Paulo); Curso de Clown Moderno – CAL, Ministrado por Thierry Tremourox (Rio de Janeiro – RJ); Curso de Interpretação para TV – CAL, ministrado por Erick Nilson. (Rio de Janeiro – RJ); Curso de interpretação para cinema e TV – CAL, Ministrado por Fábio Barreto e Dora Pellegrino. (Rio de Janeiro – RJ). Principais Trabalhos no Teatro: 2018 e 2017: Oficina Ator e ferramentas para criação colaborativa ministrada pelo Grupo Bagaceira de Teatro; Curso de Práticas livres teatrais do Coletivo Cangaias de Teatro, com entrega de espetáculo EDIFICIO MUNIQUE, que cumpriu temporada no Teatro das Marias e SESC Emiliano Queiroz. 2016 e 2015: Vivência de 8 meses do Habitat de atores do Coletivo Inquieta de Atores com entrega de espetáculo 8 MILHÕES DE HABITANTES que entrou em Temporada no SESC Iracema e TJA. Entre 2014 e 2010: Oficio de palhaça através de cursos e oficinas e saídas com: ADELVANE NEIA, MÁRCIO LIBAR, THIERRY TREMEROUX, SILVIA LEBLON e GRAÇA DO RISO. Entre 2005 e 2004: Atuação no Rio de Janeiro com o Espetáculo PEER GYNT, através do curso de formação de ator ministrado pelo Teatro do Pequeno Gesto. 2001: Espetáculo de Inauguração do Espaço Cultural da Casa da Ribeira. Celebre. Função: Produção Festa Popular | Empresa com 17 anos de experiência na área Promocional e Eventos.Acreditamos na inovação com harmonia, numa gestão de negócios em que a competência e a criatividade do atendimento ao cliente dão o tom do Evento. Temos agilidade e rapidez como atitudes essenciais para atingir o sucesso esperado, adequando o serviço a cada ocasião. Preparando o evento com infraestrutura adequada e profissionais especializados, temos expertise para criar e produzir seu evento corporativo, promocional e social em qualquer nível. Principais produções:
Arquivado conforme solicitação do proponente.