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A proposta prevê a realização das atividades culturais do Museu da Casa Brasileira, localizado em São Paulo _ SP, por um ano. Existe também a previsão de investimentos em acessibilidade para que o Museu se torne inclusivo em todos os âmbitos.
AS EXPOSIÇÕES Exposição Acervo (Título a definir) A nova exposição de longa duração do MCB visa apresentar as recentes aquisições do acervo, compostas por utensílios da cozinha brasileira e mobiliário. Os objetos foram incorporados à coleção MCB e nesta mostra constrõem um diálogo com peças em exposição, buscando propiciar uma perspectiva que privilegie a relação destes com o ambiente doméstico e suas formas de operação associadas às transformações culturais, técnicas e materiais ocorridas ao longo do tempo. A mostra marca os 50 anos do Museu da Casa Brasileira (MCB), instituição cultural paulista criada em maio de 1970 que tem, dentre seus objetivos, a missão de preservar a materialidade da casa brasileira. Baseada na atual Política de Gestão de Acervo da instituição, que estabelece como uma de suas premissas a problematização e a incorporação de acervos ligados à cozinha, a nova exposição de longa duração buscará, por meio da apresentação dos itens incorporados ao longo dos três últimos anos, junto a iconografias históricas, propagandas, vídeo-depoimentos e textos explicativos, discutir as transformações e permanências deste locus como espaço de socialização, tensão e fonte da expressão cultural do nosso país, para além do registro das transformações técnico-formais dos equipamentos domésticos. Ao longo da história da alimentação foram utilizados equipamentos que revolucionaram o modo de preparo e conservação dos alimentos. Podemos dividir este processo em dois momentos: antes do advento da eletricidade, com os utensílios artesanais e pré-elétricos movidos pelo esforço humano; e depois, com os utensílios elétricos que contribuíram para diminuir o tempo de preparo dos pratos. Os objetos do acervo do MCB que irão compor a mostra narram a transformação no beneficiamento da alimentação através dos séculos 19 e 20, ambos representativos do universo do trabalho na casa, que dentro de suas categorias específicas propiciaram uma profunda mudança na forma de operação da rotina doméstica. A atual exposição de longa duração “Remanescentes da Mata Atlântica & acervo MCB”, que ocupa o espaço de apresentação do Acervo com mais de 200 m², foi inaugurada em outubro de 2017 com cerca de 140 objetos, entre mobiliário e utensílios. Com o recorte proposto para a nova apresentação, cerca de 70% dos itens darão lugar a um novo conjunto de peças, dispostos em nova abordagem. A proposta permitirá ao público conhecer parte do acervo acondicionado em Reserva Técnica, local de acesso restrito aos funcionários da instituição, cujo rodízio, além de permitir ao público o contato novas aquisições, propicia à equipe técnica ampliar pesquisas em desenvolvimento e, do ponto de vista da conservação, poupar os objetos presentes na atual mostra, submetidos à luminosidade e fatores que, mesmo com a rotina de higienização, deixam os objetos vulneráveis. Este conjunto atual voltará a ser acondicionado em reserva técnica. Pretendemos produzir um catálogo bilíngue para a exposição. Linha do Mar O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, único museu do país especializado em arquitetura e design, foi convidado pela Bienal de Design de Londres (London Design Biennale) a propor a representação brasileira no evento que ocorrerá em setembro de 2020. A exposição Linha do Mar, criada e curada pelo designer Renato Imbroisi, apresenta 25 guarda-sóis bordados à mão por artesãos dos 17 estados litorâneos brasileiros. A mostra tem como objetivo destacar a importância da preservação da rica diversidade cultural do artesanato brasileiro, sendo utilizada, como eixo-central, a linguagem do bordado característico de cada um dos estados, fazendo referência a todo o litoral brasileiro, no intuito de valorizar também a preservação do meio ambiente. A instalação atende ao tema “Ressonância” proposto pela Bienal ao evidenciar como o design, em colaboração com as tradições artesanais do país, impulsiona a valorização das raízes culturais, proporcionando uma significativa geração de renda e uma forte dimensão social. A exposição tem previsto um catálogo bilíngue. A terceira edição da Bienal de Design de Londres acontece de 8 a 27 de setembro de 2020, na Somerset House. O evento promoverá o debate e troca de ideias sobre o impacto universal do design na cultura contemporânea. Música no MCB O projeto Música no MCB oferece apresentações musicais gratuitas no terraço do Museu da Casa Brasileira, aos domingos, desde 1999. Em 2020, pretendemos dar continuidade ao projeto com 30 shows de alta qualidade artística, privilegiando a diversidade musical do Brasil. Um trio de renomados profissionais da área (a serem escolhidos) exercerão a função de curadoria, contribuindo com indicações nos mais variados estilos e gêneros musicais, atingindo assim um público cada vez mais diversificado. Acessibilidade no MCB As ações de acessibilidade com as quais o MCB conta, atualmente, são rampas, banheiros adaptados e cadeira de rodas disponíveis, bem como intérprete de libras para os cursos de formação para educadores e oficinas de desenho. O intuito é tornar o Museu o mais inclusivo possível para toda população. Para tanto, pretendemos disponibilizar audioguias bilíngues e vídeoguias com audiodescrição e intérprete de libras. Todas as atividades têm classificação indicativa etária Livre.
Objetivo Geral: O objetivo principal do projeto é dar continuidade as atividades regulares do Museu da Casa Brasileira que vão desde a exposições, ações educativas até música. O público estimado a ser atingido em um ano é de, aproximadamente, 160 mil pessoas. Objetivos específicos: - Realizar uma exposição de longa duração no Museu e uma temporária no exterior (Londres). - Promover 30 apresentações musicais no projeto ‘Música no MCB’ e com isso contribuir na ampliação do repertório musical do público da cidade de São Paulo. - Implementação de acessibilidade na exposição de longa duração, no acervo/instalações e atividades do Museu por meio de audioguias, audiodescrição e intérprete de libras.
A Lei Federal de Incentivo à Cultura é uma das formas mais importantes para encontrar parceria na iniciativa privada para a viabilização das atividades culturais no Museu. A partir disso, conseguimos diversificar a programação, promover e estimular a regionalização da produção cultural brasileira e democratizar o acesso a essas atividades. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. E dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Os projetos que apresentamos nesse Plano Anual tem o seguinte intuito: Em 2020 em que o Museu completará 50 anos, pretendemos realizar a exposição de longa duração, intitulada de Exposição Acervo. Sendo de suma importância para o Museu da Casa Brasileira, a mostra apresenta a missão da instituição, que é ser um centro museológico de referência nas questões da morada brasileira pelo viés de seus usos e costumes, arquitetura e design, buscando preservar as relações do homem com seu habitat, por meio da pesquisa, da discussão e da comunicação, estimulando a inclusão social. Como uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, ter uma exposição na Bienal de Design de Londres, é um meio de dar visibilidade internacional ao Brasil, aos museus e, principalmente, a memória da cultura do país. O projeto Música no MCB também é um grande atrativo de público, pois apresenta aos domingos, de forma gratuita, apresentações musicais de alta qualidade. Os visitantes, há mais de 21 anos, podem ouvir grandes orquestras e músicos. As questões apresentadas e debatidas no Museu, assim como o objetivo da instituição, são colocadas em prática junto com o Educativo MCB por meio das ações oferecidas regularmente.
Referente a planilha orçamentária: -No Produto Exposições: Esclarecemos que há itens orçamentários que serão custeados em Londres já que a exposição A Casa Bordada ocorrerá na Bienal de Londres. -No Produto Contrapartidas Sociais: Segue listagem com uma média de materiais em geral utilizados nas 186 oficinas educativas: 20 agulhas de costura, 20 apontadores, 20 aquarelas, 20 rolos de barbantes, 05 bases de corte A3, 20 borrachas, 20 canetões Pilot, 1 caixa de caneta esferográfica, 20 conjuntos de canetinhas, 20 colas, 20 estiletes grandes, 20 EVA (cores sortidas 10 por pacote), 20 pacotes de fita crepe 18mm X 50m com 6 unidades cada, 20 fita crepe 48mmX 50m - com 02 unidades cada, 20 fita durex, 20 potes tinta guaches 500 ml, 20 potes de tinta acrílica, 20 latas de tinta spray, 20 caixas de lápis de cor, 20 lápis grafite, 20 Linhas de costuras, 20 potes de Nanquim 20 ml, 20 pacotes de Papel Sulfite A3 e A4, 20 pacotes de Papel Canson A3 e A4, 20 pacotes de Papel cartão A3 e A4, 20 pacotes de Papel Paraná, 20 réguas de metal - 1 metro, 20 réguas de plástico de 30 cm, 20 rolinhos de pintura, 20 bases de plástico para pintura, 20 tesoura (ponta arredondada), 20 pranchetas. Esclarecemos que podemos precisar de outros materiais não listados, dependerá das necessidades no decorrer do projeto.
Catálogo bilíngue das exposições: -Exposição do Acervo Detalhes Técnicos: Formato: 225 x 205 mm Tiragem: 2.500 cada Páginas: em torno de 168 páginas -Exposição Linha do Mar Detalhes Técnicos: Formato: 225 x 205 mm Tiragem: 2.500 cada Páginas: em torno de 124 páginas
O Museu da Casa Brasileira proporciona condições de acessibilidade a pessoas idosas nos termos do art. 23, da Lei no 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência e necessidades especiais, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Além disso, o Museu da Casa Brasileira integrou nos anos anteriores o PEPE (programa educativo para públicos especiais) em parceria com a Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria Estadual de Cultura. Seu staff está preparado para trabalhar e incluir este público durante as exposições. O acesso ao MCB é possível por meio de importantes vias de trânsito em São Paulo e está localizado a duas quadras da Marginal do Rio Pinheiros, na altura da ponte da Cidade Jardim, e próximo das estações Faria Lima do metrô e Cidade Jardim da CPTM. O Museu também é atendido por linhas de ônibus que passam pela região central da cidade e avenida Paulista. A região conta também com ciclovias, como a da Avenida Brigadeiro Faria Lima e da Marginal Pinheiros. O Museu possui bicicletário gratuito com 40 vagas, além de estacionamento pago. Do ponto de vista de acessibilidade interna o Museu possui banheiros adaptados e cadeira de rodas. A sala expositiva, onde estará localizada a mostra de longa duração e o terraço onde acontecem as apresentações do projeto Música no MCB, estão no piso térreo, facilitando assim a locomoção dos visitantes. É importante ressaltar que pretendemos ter um intérprete de libras em todas as ações educativas, possibilitando assim a participação de pessoas com deficiência auditiva. Ainda, está prevista a produção de materiais audioguias bilíngues e vídeoguias (com audiodescrição e intérprete de libras) para a exposição Acervo (Título a definir) e para todo o Museu, para atender de forma mais eficientes os visitantes com qualquer tipo de deficiência e estrangeiros. Os materiais serão desenvolvidos dependendo da captação do projeto. Para além dessas medidas, serão realizadas as ações descritas em Contrapartidas Sociais que, em sua totalidade, já tem caráter de acessibilidade de conteúdo, o Educativo MCB iniciou a implementação de acessibilidade para surdos nos Cursos de formação de Educadores e oficinas no Museu. Os intérpretes contratados têm experiência nas áreas de cultura e educação e, assim, colaboram para o entendimento e o interesse do público surdo nas atividades do MCB. O intuito é estender os intérpretes de libras para todas as oficinas.
Como um equipamento cultural de uso público, a gestão do espaço do Museu da Casa Brasileira, assim como as exposições, acervo, oficinas e conteúdo é realizada pela instituição privada e sem fins lucrativos A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros. O público do MCB é bem abrangente e de todas as idades. As oficinas na calçada do educativo, por exemplo, são uma forma de convidar as pessoas para conhecer a instituição e o tema vocacional do Museu. 1-O produto principal no Plano de Distribuição é a de entradas gratuitas no MCB. A política de cobrança de ingressos e gratuidade no MCB, funciona da seguinte maneira: O MCB funciona de terça a domingo, das 10h às 18h Ingressos: R$ 15,00 Meia-entrada: R$ 7,50 Gratuito aos sábados, domingos e feriados. Gratuito todos os dias a: – Pessoas a partir de 60 anos e crianças até 10 anos; – Servidores em atividade, pertencentes à Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Técnico Científica, demais servidores do Quadro da Secretaria de Segurança Pública e seus familiares; – Professores, Coordenadores, Diretores e Supervisores da rede estadual de ensino e seus familiares; – Todos os funcionários da SEC – Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e seus familiares; – Funcionários da Fundação Padre Anchieta (o benefício não é extensivo para os acompanhantes); – Visitantes com o passaporte dos Museus (o benefício não é extensivo para os acompanhantes). – Visitantes com a carteirinha do ICOM – The International Council of Museums (o benefício não é extensivo para os acompanhantes); – Funcionários dos Museus da SEC- Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo (o benefício não é extensivo para os acompanhantes); – Amigos do MCB (mediante apresentação da carteirinha digital e documento – para associados do programa). – Gratuidade de Guia de Turismo – Apresentação de documento – carteira de guia de turismo – valida. 2-Catálogos Além da ação acima descrita, adotaremos item I do artigo 21: Doar, além do previsto na alínea “a”, inciso I do artigo 21, no mínimo, 20% dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados. Sendo assim, serão distribuídos gratuitamente 20% dos livros/catálogos das seguintes exposições: Exposição Acervo (Título a definir) e Linha do Mar. 3- Vale-Cultura Aceitaremos o Vale-Cultura como meio de pagamento, quando houver comercialização de produtos culturais, conforme parágrafo único da IN n°02 de 23 de abril de 2019 em que coloca que projetos culturais que contemplem o custeio de atividades permanentes deverão prever a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento quando da comercialização dos produtos culturais resultantes, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012. 4. Contrapartida Social: Produto Secundário no Plano de Distribuição: Participação Gratuita nas ações de contrapartida social. No total, prevemos 16.000 atendimentos nas ações de contrapartidas sociais, sendo: 6.160 de forma presencial e 9.840 de forma virtual (via e-mail) dos materiais produzidos pelo educativo e CEDOC do MCB, a partir do mailing do educativo. Os beneficiários das ações de contrapartida social são estudantes e educadores da rede pública e privada pessoas com deficiência, adultos e crianças visitantes do museu. Toda a descrição das atividades e quantidades de atendimentos estão em Detalhes Técnicos -> Descrição da Atividade, conforme recomendação da diligência padrão, além do documento anexo "Programa Educativo MCB".
A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros (Museu da Casa Brasileira), poderá ser remunerada por meio da rubrica de remuneração para captação de recursos. A execução da gestão administrativa técnico financeira, além da produção e execução do projeto será de responsabilidade integral da A Casa. Diretora Geral: Miriam Lerner Miriam Lerner fez graduação na FAU Mackenzie, mestrado em Administração de Empresas, pela Fundação Getúlio Vargas e curso de Administração para o Terceiro Setor, também da FGV. Com três décadas de experiência profissional, trabalhou como arquiteta em vários escritórios e na área financeira em empresa privadas. Atuou como diretora Administrativo-Financeira da Associação de Amigos do Museu da Casa Brasileira. Desde junho de 2007, é diretora Geral do MCB. Diretor Técnico: Giancarlo Salvador Latorraca Giancarlo Latorraca é arquiteto com prática em projetos expositivos. Formou-se pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Trabalhou no escritório da arquiteta Lina Bo Bardi, participando do projeto de restauro do Palácio das Indústrias, então nova sede da Pref. de São Paulo. Foi responsável pela produção do projeto de divulgação da obra da arquiteta Lina Bo Bardi, realizando as montagens da itinerância da mostra em várias cidades no Brasil, Europa e América. Realizou a mostra “O Design no Impasse” no Principado de Mônaco, Roma e Milão. Projetou exposições nos CCBBs de SP, Brasília e RJ, Museu Oscar Niemeyer em Curitiba, Santander Cultural de Porto Alegre, Pavilhão Manoel da Nóbrega e Instituto Tomie Ohtake. Em 2008, participou na França do programa de estudos “Séjour Culture Architecture Patrimoine Urbanisme”. É professor licenciado da Escola da Cidade, da qual é associado e atualmente é Diretor Técnico do MCB. Diretor Administrativo Financeiro: Marco Antônio Alves Curador e Autor da exposição Linha do Mar: Renato Imbroisi Renato Imbroisi nasceu no Rio de Janeiro em 1961, é designer de artesanato e tecelão, com trabalho voltado ao desenvolvimento e valorização de comunidades artesãs. Participou de mais de 140 projetos em todas as regiões do Brasil e também trabalha na África (Moçambique e São Tomé e Príncipe). Realizou workshops e oficinas de criação na Itália e no Japão. Palestrante, professor e curador, coordena equipes de consultores em oficinas de design de artesanato e é diretor de criação e desenvolvimento de produtos artesanais com design. Nos anos 1990, entre diversas ações e criações significativas, fez sua primeira individual na galeria B. Stuff, em Tóquio.Lançou uma coleção de casacos criados por nove estilistas brasileiros (entre os quais, Walter Rodrigues e Fause Haten), confeccionados em tecidos manuais feitos em tear por ele e seus alunos. Participou da coletiva Panorama da Arte Têxtil Brasileira Atual, no museu Rundertärn, em Kopenhage, Dinamarca. Coordenou a exposição PaperNao, de papéis artesanais feitos por Naoaki Sakamoto, e a visita da artista japonesa HisakoSekijima a São Paulo, para um workshop de cestaria. Em 1996, lançou a linha de bolsas exclusivas, elaboradas com seus tecidos pela B. Stuff, de Tóquio. Desde então, presta consultoria em design de artesanato, dirigindo oficinas de criação, para diversos órgãos e instituições, nacionais e internacionais, trabalhando em vários Estados, de todas as regiões do Brasil, e também fora do país: Sebrae, Senac, Sesc, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Programa de Artesanato Paraíba em suas Mãos, Secretaria de Cultura do Estado do Tocantins, Programa Artesanato Solidário, Instituto Sócio Ambiental, Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, (Moçambique), Fundação Aga Khan (Moçambique), Programa das Nações Unidas (São Tomé e Príncipe), entre outros. Em 2000, desenvolveu coleção de peças de crochê para a grife italiana Dolce&Gabbana. Durante a década realizou dezenas de ações, exposições internacionais e desenvolveu projetos e coleções especiais, frutos do trabalho com artesãos. Como as peças de cestaria em capim dourado, produzidas sob sua orientação pelos artesãos do Jalapão, Tocantins, e o Projeto Favos, de pesquisa e criação junto a artesãs gaúchas que produzem o favo, uma técnica de costura e bordado, para as tradicionais bombachas. Produtora Carmelita Moraes – Música no MCB É produtora cultural. Desempenhou várias funções junto a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, inicialmente como secretária das Comissões de Cinema, Música e Ciências Humanas, tendo sido encarregada do setor de filmoteca e documentação do serviço técnico do Museu da Imagem e do Som (MIS) e chefe de seção administrativa do conselho e estadual de cultura e do dep. de artes e ciências humanas. Foi assessora da diretoria técnica da Embrafilme - escritório de SP, quando coordenou a Mostra Luiz Sérgio Person. Desempenhou de as funções de secretária do secretário de Estado da Cultura. De 2001 a 2002 foi assessora da Diretoria do MCB, passando em 2003 a coordenar exclusivamente o Projeto Música no MCB, onde atua até o presente momento. Curadores Música no MCB: *A ser definido pela produtora de música e diretoria do MCB. Equipe Educativo do MCB Carlos Barmak – Coordenador Dayves Augusto Vegini – Analista Cibele Toledo Lucena – Educador Elizabeth Maria Ziani – Educador Flavia Mielnik – Educador Giullia Mota Rodrigues – Estagiária Mariana Mifano Galender – Educador Mariana Serri Francoio – Educador Marcos Vinicius Felinto dos Santos – Educador Oficineiros – a contratar, essa definição é feita ao longo do ano e conforme disponibilidade dos oficineiros.
Arquivado conforme solicitação do proponente.