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A Cia. Ouro Velho propõe a realização do espetáculo musical infantil A FESTA NO CÉU. A partir de uma releitura inovadora do conto folclórico recolhido por Luís da Câmara Cascudo e de canções infantis e tradicionais do universo luso-brasileiro e dos povos indígenas Guaranis e Parakanãs, a montagem propõe uma reflexão sobre a dificuldade de convivermos pacificamente com as diferenças. Como medida de ampliação de acesso (Art.21) o projeto prevê a realização de OFICINAS de sensibilização teatral; e como contrapartida social (Art.22) o projeto propõe a realização de OFICINAS de leitura dramática para alunos do EJA.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS A peça apresenta a odisseia do Sapo Cururu tentando desfrutar de uma imperdível Festa no Céu. Em sua jornada ele terá que enfrentar muitas dificuldades, especialmente a resistência dos Bichos com Asas, liderados pelo Urubu-Rei, que querem a exclusividade do uso dos Céus. A partir de uma releitura inovadora do conto folclórico recolhido por Luís da Câmara Cascudo e de canções infantis e tradicionais do universo luso-brasileiro e dos povos indígenas Guaranis e Parakanãs, a montagem propõe uma reflexão sobre a dificuldade de convivermos pacificamente com as diferenças. IDADE RECOMENDADA: a partir de 4 anos PRODUTO: OFICINA de sensibilização teatral A oficina visa aprofundar a experiência estética relacionada à fruição do espetáculo A FESTA NO CÉU. Antes e depois do espetáculo, as crianças serão estimuladas a observar e relatar os elementos formais da encenação bem como analisar e contextualizar os temas sugeridos. IDADE RECOMENDADA: a partir de 4 anos PRODUTO: OFICINA de leitura dramática (Contrapartidas Sociais) A oficina visa contribuir para o desenvolvimento do hábito da leitura em alunos do EJA. A partir do conto folclórico A FESTA NO CÉU, serão realizadas atividades de leitura, compreensão e interpretação de texto, utilizando-se recursos expressivos do universo teatral. IDADE RECOMENDADA: Jovens e adultos (EJA)
Objetivo Geral Produzir o espetáculo musical infantil A FESTA NO CÉU visando desenvolver em jovens, crianças e adultos o respeito aos valores do pluralismo e da paz, da democracia e da compreensão mútua e solidária. Objetivos Específicos Realização de 48 apresentações gratuitas do espetáculo. Realização de 24 oficinas gratuitas de sensibilização teatral (ampliação de acesso). Realização de 24 oficinas gratuitas de leitura dramática (contrapartida social).
APRENDER A VIVER JUNTOS, a conviver, é uma das quatro grandes competências que a UNESCO desenhou para a humanidade do século XXI. Nesse sentido, a escola, a família e a arte _ entre outras instâncias da ação humana _ devem ser responsáveis por desenvolver em jovens, crianças e adultos o respeito aos valores do pluralismo e da paz, da democracia e da compreensão mútua e solidária. Como disse Edgar Morin, "a consciência de nossa humanidade nesta era planetária deveria conduzir-nos à solidariedade e à comiseração recíproca, de indivíduo para indivíduo, de todos para todos. A educação do futuro deverá ensinar a ética da compreensão planetária." Pensando nisso, a CIA. OURO VELHO apresenta seu novo espetáculo musical para infância, A FESTA NO CÉU. A partir de uma releitura inovadora do conto folclórico recolhido por Luís da Câmara Cascudo, a montagem propõe uma reflexão sobre a dificuldade de convivermos pacificamente com as diferenças. Apoiando a narrativa, temos a inserção de canções infantis e tradicionais do universo luso-brasileiro e dos povos indígenas Guaranis e Parakanãs, interpretadas ao vivo pelo elenco. Desse modo, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como atende às seguintes finalidades do Art. 3° da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
OUTRAS INFORMAÇÕES HISTÓRICO DA CIA. OURO VELHO Produzir teatro de qualidade para todas as idades é a razão de ser da Cia. Ouro Velho. Conciliando a necessidade de diversão com a possibilidade de formação, pensamos a Arte como um caminho para o conhecimento de Si e do Mundo. PREMIAÇÕES · 3º Edital Instituto CCR de Projetos Culturais: Circulação de espetáculo infanto-juvenil - O Novo Rei De Beleléu, 2018 · 7º Prêmio Zé Renato: Circulação de espetáculo infanto-juvenil [suplente] – O Lugar De Onde Se Vê, 2018 · Prêmio Arte Qualidade Brasil: Indicação de Melhor espetáculo infantil – O Novo Rei De Beleléu, 2016 · Edital ProAC 08/2015: Circulação de espetáculo infanto-juvenil – O Lugar De Onde Se Vê, 2015 · Jornal Folha de São Paulo: Melhor espetáculo infantil (voto popular) - O Lugar De Onde Se Vê, 2014 PROJETOS TEATRAIS O LUGAR DE ONDE SE VÊ, de Lara Hassum e Paulo MarcosA primeira montagem da Cia. Ouro Velho conta a história de Eva, uma menina que decidiu virar adulta antes do tempo e parou de brincar. Mas um dia, ela entra sem querer em um velho teatro abandonado, onde vai ter a oportunidade de resgatar sua infância. Estreou em setembro de 2014, realizando 103 apresentações em 26 municípios do Estado de São Paulo, sendo vista por mais de 20.000 espectadores. ALÉM AS ESTRELAS SÃO A NOSSA CASA, de Abel NevesLeitura dramática no projeto Teatro ComVida, do Teatro Sérgio Cardoso | ago.2015 O NOVO REI DE BELELÉU, de Lara Hassum e Paulo MarcosA Cia. Ouro Velho apresenta as aventuras do Artista Gabriel, um herói-sanfoneiro que parte em busca dos sonhos perdidos do povo de Beleléu, empunhando a única arma de que dispõe: as canções que nascem da sua sanfona. O espetáculo é uma celebração da cultura popular, com música ao vivo e muita percussão. Estreou em janeiro de 2016, realizando 101 apresentações em 23 municípios do Estado de São Paulo, sendo vista por cerca de 20.000 espectadores. DEBAIXO DO COBERTOR, de Lara Hassum e Paulo MarcosContação de Histórias no Festival de Arte para Crianças 2016, no Teatro Sérgio Cardoso | out.2016 100 ANOS DEPOIS, de Lara Hassum e Paulo MarcosEspetáculo de abertura do Congresso Extraordinário da CUT | ago.2017 JUNTOS SOMOS NÓS, de Lara Hassum e Paulo MarcosA preservação do patrimônio público é o tema desta divertida aventura em formato teatral. Quando o passado começa a desaparecer e ninguém mais parece se importar, nossa heroína parte em busca da memória coletiva, procurando resgatar as pessoas, os lugares e as histórias que compõem o patrimônio material e imaterial da sua cidade. Mas, nessa jornada, o que ela vai acabar compreendendo é que a preservação do passado é, na verdade, a criação do futuro. Estreou em agosto de 2019, realizando 6 apresentações no Estado de São Paulo. INCLUSINHO INCLUSÃO, de Lara Hassum e Paulo MarcosTodo mundo é igual, apesar das diferenças. A partir da conhecida fábula da formiguinha indiferente, esta peça propõe uma reflexão sobre os principais temas da Educação Inclusiva, abordando de modo sensível e lúdico a diversidade de características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem, incentivando assim os valores e atitudes relacionados à ética da cooperação, ao respeito mútuo e ao carinho e atenção incondicionais. | Mai.2019 PROJETOS EDUCACIONAIS OFICINA DE EDUCAÇÃO EM ARTE: Viagem Cultural O Novo Rei de Beleléu (2019) Ao chegarem ao local da apresentação, as crianças são recebidas pelas personagens, já caracterizadas, que vão propor uma introdução aos temas folclóricos tratados pelo espetáculo. Coco, maracatu, ciranda e outros folguedos são apresentados e experimentados pelas crianças, que têm a oportunidade de tocar os instrumentos e arriscar os passos das danças que depois vão aparecer durante a apresentação. OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL: Viagem Cultural O Novo Rei de Beleléu (2019) A oficina propõe uma conversa aberta sobre as possibilidades de acesso a recursos financeiros para realização de projetos culturais. Serão abordados mecanismos de renúncia fiscal, editais públicos e outras fontes de recursos. OFICINA DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA: Viagem Cultural O Novo Rei de Beleléu (2019) A oficina propõe o contato com o processo criativo da companhia, por meio de exercícios práticos de criação cênica e interpretação teatral. OFICINA DE COMPARTILHAMENTO: Circulação ProAC (2016) Oficina de aproximação com artistas e educadores dos municípios visitados pelo espetáculo O Lugar de Onde se Vê: Agudos, Espírito Santo do Pinhal, Itararé, Lorena, Fernandópolis, Martinópolis, Mongaguá e Orlândia, balizada pelos conteúdos sugeridos pela montagem, em especial a iniciação teatral de crianças e jovens. TREINAMENTO CONTINUADO PARA ATORES (2015) Desenvolvimento personalizado da técnica de atuação. As ferramentas da expressão: o corpo e a voz. O trabalho psicofísico do ator sobre si mesmo. HISTÓRIA DO TEATRO (2014) História do teatro mundial apresentada de modo cronológico. As bases do fenômeno teatral. Os diversos contextos sócio-políticos e culturais. Aspectos da história da arte, da filosofia e da política. INTERPRETAÇÃO PARA COMÉDIA: MOLIÈRE (2014) Estudo da vida e obra de Molière. Leitura de peças representativas do autor. Apresentação de filmes sobre a época. Exercício da técnica da interpretação cômica: corpo e voz. Montagem e apresentação de cenas. O SISTEMA STANISLAVSKI: TEORIA E PRÁTICA (2013) Estudo teórico e prático dos conceitos e valores defendidos pelo Sistema Stanislavski. O desenvolvimento da ética e da técnica psicofísica por meio de exercícios corporais e vocais e da construção de cenas. O trabalho do ator sobre si mesmo como base para o trabalho do ator sobre a personagem. O TEATRO GREGO (2012) A sociedade ateniense do séc. V a.C. O surgimento da tragédia e da comédia. A vida e a obra de Ésquilo, Sófocles, Eurípedes, Aristófanes e Menandro. Leitura de textos dramáticos representativos do período. Apresentação de filmes baseados nas obras.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS PRODUTO: Espetáculo de Artes Cênicas Duração: 50 minutos Produto: Oficina de sensibilização teatral Duração: 40 minutos Projeto Pedagógico: A abordagem triangular do ensino da arte, proposta por Ana Mae Barbosa, prevê que o ensino da arte seja baseado no tripé Ver - Fazer - Contextualizar. Desse modo, a oficina visa sensibilizar os espectadores infanto-juvenis para o ato teatral, oferecendo prolongamentos artísticos na sala de aula. A proposta é ampliar as condições de recepção da obra por meio de um encontro dos alunos com os artistas, que explicitarão as intenções dramatúrgicas e a decodificação dos signos cênicos, chamando a atenção dos jovens para algumas das características relevantes do espetáculo: focalizar o olhar dos espectadores para o papel da música, a utilização do espaço, a função de um figurino ou de um adereço, a atitude de um personagem. Ao final será proposta a elaboração de um desenho síntese que traduza a experiência pessoal em expressão artística própria. Assim, a fruição do espetáculo adquire contornos mais aprofundados e complexos. Produto: Oficina de leitura dramática Duração: 50 minutos Projeto Pedagógico: A Lei nº 13.005, de 2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE-2014-2024), tem a erradicação do analfabetismo como a primeira diretriz do PNE (Art. 2º, inciso I). E tem duas metas para atingir o que pretende esse dispositivo de lei. A Meta 5, que espera “alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3o (terceiro) ano do ensino fundamental”, e a Meta 9, que pretende “elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento) até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional”. Dentre as estratégias previstas pela norma, pode-se destacar "implementar ações de alfabetização de jovens e adultos com garantia de continuidade da escolarização básica". Desse modo, propomos essa AÇÃO FORMATIVA cultural no sentido de possibilitar o contato com a arte literária, e oferecer as condições para que os estudantes possam compreendê-las e frui-las de maneira significativa. Segundo a BNCC (2017), trata-se de "ampliar e diversificar as práticas relativas à leitura, à compreensão, à fruição e ao compartilhamento das manifestações artístico-literárias, representativas da diversidade cultural, linguística e semiótica, por meio do desenvolvimento de habilidades que garantam a compreensão, a apreciação, a produção e o compartilhamento de textos dos diversos gêneros, em diferentes mídias, que circulam nas esferas literária e artística. Para que a experiência da literatura – e da arte em geral – possa alcançar seu potencial transformador e humanizador, é preciso promover a formação de um leitor que não apenas compreenda os sentidos dos textos, mas também que seja capaz de frui-los. Um sujeito que desenvolve critérios de escolha e preferências (por autores, estilos, gêneros) e que compartilha impressões e críticas com outros leitores-fruidores".
O projeto será realizado integralmente em escolas públicas do Estado de São Paulo. Dessa maneira, podemos supor que a Acessibilidade FÍSICA já se encontra contemplada, considerando-se a adequação do ensino público às normas vigentes, em especial o Art. 27 e o Art. 28 do Estatuto da Pessoa com Deficiência (LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015). Quanto à Acessibilidade de CONTEÚDO, o projeto prevê medidas inclusivas para portadores de deficiência auditiva, que consideramos ser a deficiência mais frequente nas escolas públicas do Estado. Nos termos do Art. 42 da Lei n. 13.146/15, nas formas de comunicação previstas no Art. 3º da referida Lei, serão disponibilizados programas descritivos para acompanhamento das atividades. PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: programas descritivosDEFICIENTES VISUAIS: não se aplica, devido ao caráter narrativo do espetáculo PRODUTO: OFICINA de sensibilização teatral (ampliação de acesso) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: programas descritivosDEFICIENTES VISUAIS: não se aplica, devido ao caráter narrativo das atividades PRODUTO: OFICINA de leitura dramática (contrapartida social) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: programas descritivosDEFICIENTES VISUAIS: não se aplica, devido ao caráter narrativo das atividades
De acordo com o Art. 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019, o projeto prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: TODAS AS ATIVIDADES DO PROJETO SERÃO OFERTADAS GRATUITAMENTE À POPULAÇÃO, EM ESCOLAS PÚBLICAS DO ESTADO. PRODUTO: ESPETÁCULOS EM ARTES CÊNICAS. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO: OFICINA de sensibilização teatral I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Proponente/ Dirigente Paulo Marcos Falco de Brito Função: Coordenador de ProduçãoDiretor Artístico e MusicalArtista do espetáculo de artes cênicasEducador da oficina de sensibilização teatral Lara Hassum Função:Produtora executivaArtista do espetáculo de artes cênicasEducadora da oficina de sensibilização teatral Tassia Melo Função: Artista do espetáculo de artes cênicasEducadora da oficina de sensibilização teatralEducadora da oficina de leitura dramática (trabalho não remunerado) Mônica SimõesFunção: Figurinista PAULO MARCOS é Artista (TUCA, 1991), Especialista em Arte Integrativa (UAM, 2005) e Mestre em Educação (USP, 2011). Há três décadas atua, dirige, compõe, escreve, ensina e produz teatro no Brasil. Atuou recentemente em O JARDIM DAS CEREJEIRAS (dir. Eduardo Tolentino de Araújo, 2019), A NOITE DE 16 DE JANEIRO (dir. Jô Soares, 2018), UMA PEÇA POR OUTRA (dir. Brian Penido Ross e Guilherme Sant’Anna, 2017), URINAL: O MUSICAL (dir. Zé Henrique de Paula, 2015) e L’ILLUSTRE MOLIÈRE (dir. Sandra Corveloni, 2011). É co-fundador da Cia. Ouro Velho, que se dedica à realização de projetos integrados de arte e educação, como os musicais infanto-juvenis O NOVO REI DE BELELÉU (2016) e O LUGAR DE ONDE SE VÊ (2014). Leciona atualmente nos Cursos Superiores de Teatro e Dança da Universidade Anhembi Morumbi e na Escola de Atores Wolf Maya. LARA HASSUM é formada em Dramaturgia pela SP Escola de Teatro, Interpretação pela Escola de Atores Wolf Maya e Jornalismo pela UNIP. Atua desde 2010 em companhias teatrais renomadas. Dentre seus trabalhos destacam-se: Uma Peça por Outra do Grupo TAPA, direção de Brian Penido Ross, Playground (2 indicações ao Prêmio Shell 2016), direção de Marco Antônio Pâmio, Memórias (não) inventadas da Cia Triptal, direção de André Garolli, L'illustre Molière (3 Prêmios Shell) da Cia D'Alma, direção de Sandra Corveloni, Senhora dos Afogados do Núcleo Experimental, direção de Zé Henrique de Paula, e O Novo Rei de Beleléu da Cia. Ouro Velho, direção de Paulo Marcos. TÁSSIA MELO é atriz, bailarina e professora. Graduada em Educação Física, formada em Ballet pela Royal Academy of Dance e em Teatro pela Escola de Atores Wolf Maya. Possui mais de dez anos de experiência como professora de dança e teatro para crianças, adolescentes e adultos. Seus trabalhos mais recentes incluem a direção cênica dos Ballets: Cinderela e A Bela e a Fera, de Raquel Rotoli; a direção de movimento de Fora da Ordem e Macunaíma, de Paulo Marcos; e atuação em: São Paulo Surrealista I e São Paulo Surrealista 2: A Poesia feita Espuma de Marcelo Marcus Fonseca; O Lugar de Onde se Vê e O Novo Rei de Beleléu da Cia Ouro Velho; e no filme E a vida continua de Paulo Figueiredo. MÔNICA SIMÕES é integrante do Grupo Caixa de Imagens que completa, em 2019, vinte e cinco anos de carreira. O trabalho desenvolvido por esse grupo tem sido uma das raras unanimidades no cenário das artes do palco no Brasil e no mundo. No repertório estão mais de trinta espetáculos, 12 editais de política cultural pública nos âmbitos federal, estadual e municipal, mostras e projetos sociais realizados que resultam em uma carreira nacional e internacional, na qual o grupo percorreu, até então, mais de 1000 cidades, 04 continentes e 13 países (Itália, Alemanha, França, Argentina, Estados Unidos, Austrália, Portugal, Grécia, República Checa, Chile, Polônia, Rússia e Japão), somando um número aproximado de três milhões e meio de espectadores, o que é uma proeza tratando-se de um grupo cuja proposta de trabalho tem um cunho intimista.
PROJETO ARQUIVADO.