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Este projeto pretende elaborar, editar, imprimir e distribuir unidades do Livro VAGALUME, do autor Luiz Raimundo de Oliveira. Trata-se de uma obra que reunirá os contos fictícios do escritor, incluindo textos inéditos e outros já publicados. O livro contará com dezenas de contos e será distribuído gratuitamente. Haverá também palestra do escritor como medida de contrapartida social.
O Livro VAGALUME reunirá 44 contos do autor Luiz Raimundo de Oliveira, sendo eles: 1. Prefácio 2. Vagalume 3. Meu primeiro júri 4. Serginho, meu amigo 5. O Cheiro de Zona 6. Divagações no fim do dia 7. Frango à espanhola 8. Desmorrendo Malaquias 9. A Carona 10. Uma das histórias do Almir 11. Rodolfo 12, Perdas 13. Gélidas mãos 14. O faisão 15. Delegado compreensível 16. Com um, ou com dois? 17. Feijo´afta 18. O cascudo 19. Yaci-Yaterê 20. Dois acidentes 21. Sapato Alto 22. Cambada de parente 23. Lua de mel, quase de fel 24. A procissão do encontro 26. Caroneiros 27. Alarme falso 28. Reencarnação 29. Corre, que o home já vem! 30. O Almoço 31. Corcunda 32. Toca-disco inusitado 33. A mão de João 34. O relógio e a árvore 35. Coisa do outro mundo 36. A anzol de ouro 37. O homem que matou Elvis Presley 38. A luz que (não) veio do céu 39. A Pescaria 40. Colega Solidário 41. Foras forenses 42. Meu amigo Luiz Roberto 43. Deus mandou avisar 44. Expulsa, ou não? Abaixo, segue um dos 44 contos – YACI-YATERÊ. YACI-YATERÊ Já passavam das dezoito horas e a noite caía ligeira sobre a mata da Santa Helena, que há muito se tornara uma APA (Área de Preservação Ambiental). Não fosse essa providência – quase divina, mata já não existiria, pois a ganância dos homens, mais do que a necessidade de progresso, já a teria devastado. Fazia mais de uma hora que eu havia me desgarrado do meu grupo de pesquisadores ecológicos. Parei para um ofício ligeiro, mas à guisa de se afastar do (mau) odor emanado, levado pelo vento, a minha turma foi se distanciando de mim. Durante muito tempo ainda ouvia a voz dos quatro camaradas, sumindo, sumindo... Até ficar apenas o som do silêncio da mata, entrecortado pelo canto de um ou outro pássaro do dia. Quando me dei conta, já não sabia mais onde estava, só sei que estava bem lá no alto. Os pássaros noturnos, com o esmaecimento da luz do sol já começavam a emitir os seus pios assustadores: um bacurau ali, uma coruja acolá; um vento frio corria entre as árvores e, vez por outra, parecia que me atravessavam o corpo. Pelo relógio do aparelho de telefonia celular, verifiquei que já eram sete e vinte cinco. Minha lanterna que não precisava de pilha – presente de Serginho da Bit, alumiava o caminho que eu fazia, e tudo me levava a crer que eu estava andando em círculos. Som de voz humana, nenhum. Algazarra de cidade, nada. Barulho de motor de carro, só muito ao longe. Procurei não entrar em pânico, pois aí a vaca iria pro brejo. Já me dava por perdido e considerava a possibilidade de dormir por ali. Eu sabia que ninguém se arriscaria a voltar e me procurar com a noite fechada. Outras pessoas, eu tinha conhecimento, já haviam pernoitado naquela mata. Bicho grande, comedor de gente, não havia notícia da existência deles por lá, e isto me tranquilizava. Minha mochila, cada vez mais pesada, guardava, além de um pouco de água e alguns sanduíches naturais comprados na “Pão & Tal”, e um bom cobertor, que nenhum explorador deve dispensar. Nunca se sabe quando se vai precisar dele! Caminhava eu rumo a uma enorme e, provavelmente, centenária árvore, onde pensava abrigar-me, recostar, comer e ouvir música no meu radinho de pilha Mitsubichi (antigo, né? – Ele parecia um tijolinho: no formato e na cor), quando ouvi um assobio fortíssimo, agudíssimo, que me obrigou a tapar os ouvidos, pois doía-me os tímpanos. Estanquei a minha toada como burro empacado. Um arrepio gelado percorreu meu corpo dos pés à cabeça. Lembrei-me das histórias de Dª Nega, e logo me dei conta que aquele silvo fino, agudo, longo, só poderia ser do tinhoso. Meu Deus do Céu, protegei-me, foi o que balbucie, bem baixinho. Ainda tive coragem para dar mais uma olhada no relógio do telefone: eram apenas nove e dez, e segundo os relatos que ouvira na minha infância e adolescência, o “coisa-ruinzinho “ só aparece à meia-noite; mas também sabia que coisas de folclore e do além não seguem muito as regras dos homens, e qualquer hora poderia ser a hora do “Taperê”. Tropegamente segui caminhando para perto da dita árvore, sem reconhecer a sua espécie: um enorme espécime fícus anthelmíntica, também conhecida com Quaxinduba, ou, mais popularmente, como Gameleira, uma árvore leitosa, da família das moráceas, comum nas matas úmidas, de folhas coriáceas e luzidias, e cujo látex tem propriedades vermicidas. Mas nada disso teria importância, não fosse a outra informação que eu trazia no pensamento: era ela a árvore preferida, era o lar doYaci-Yaterê, a quem conheci nas histórias dos tempos de criança como Saci Pererê, um negrinho de uma perna só, com um gorro vermelho na cabeça, um indefectível cachimbo no canto da boca, e que vivia para aprontar reinações, bater nos cachorros das fazendas, esconder brinquedos de crianças, quebrar a ponta das agulhas das costureiras e assustar os viajantes no sertão e nas matas. E ali estava eu, mercê do Saci, sozinho no meio da Mata da Santa Helena, no meio da noite. Eu não tinha alternativa, tinha que pernoitar em algum lugar e apesar do pavor que ameaçava tomar conta de mim, segui para debaixo da Gameleira, pois era ali que teria a minha peleja com o “fiote de cruz-credo”, se necessário fosse. Na minha matula, um item que não falta nunca: é um pequeno crucifixo de prata, presente do meu Pai e benzido pelo Pe. Antônio Pinto. Com ele eu enfrentaria o Saci Pererê, caso ele aparecesse e houvesse má querência da parte dele. Debaixo da árvore, reparei bem, iluminando com minha lanterna, estava limpinho; somente algumas folhas secas da própria árvore, um pouco úmidas pelo orvalho da noite, que faziam um verdadeiro tapete, macio e aconchegante. Sentei-me recostado na minha mochila, não sem antes de tirar um sanduíche e uma garrafinha d´água, pois àquela altura já estava com fome e sede. De repente ouvi de novo aquele assobio aterrador. Meus cabelos, ainda que poucos, ficaram como os espinhos de um ouriço-cacheiro, meu sangue gelou, meu coração disparou... Em seguida uma nuvem de fumaça envolveu a árvore e a mim, tirei a mochila das costas e agarrei-me a ela com toda força, pressionando-a contra o peito e pernas recolhidas, fechei os olhos e pensei: seja o que Deus quiser. Senti aos poucos a fumaça se esvair... Quando abri os olhos, estava ele ali, na minha frente. Mais um arrepio na espinha. Um negrinho luzidio vestido só com uma tanguinha, olhos vermelhos como o seu capuz, pulando numa perna só, como que a dançar. Abaixou-se, bem devagar, dobrando seu único joelho, falou-me: - O inhôzinho tem um foguim ‘modeacendê meu pito? Eu tinha. Era uma caixa de fósforos para emergências. Acendi, com muita dificuldade um palito – minhas mãos tremiam como vara-verde, mas cheguei o fósforo na fornainha do chachimbo. O Saci deu uma baforada, soltou a fumaça toda na minha cara e sorriu com aquela bocarra, mostrando seus dentes brancos como marfim, que reluziam à luz da lua que esta hora já havia se mostrado, como para enfeitar a natureza e aquele momento mágico. - Inhôzinho tem um naco de coisa de cumê? Levei a mão na mochila, tirei o último “sanduba”, desembrulhei com calma e entreguei-lhe, tremendo ainda, apesar do encontro até então amistoso. O Saci tomou o sanduíche numa das mãos, o cachimbo colocou de novo na boca, levantou-se tão lento quando abaixou, tirou seu gorro vermelho sacudindo-o sobre minha cabeça. De dentro do gorro saiu o pozinho brilhante. Então ele falou: - Inhôzinho coração bão; mecê corajoso... Vaidrumi sono do sossego e diminhã acha camim de casa... Ele não tinha voz de criança nem de jovem. Voz de preto-velho é que ele tinha. Dito isso, sumiu mata adentro num redemoinho que levantou as folhas secas espalhadas pelo chão, num espetáculo indescritível. Acordei com o sol batendo no meu rosto e uma sinfonia de cantos de pássaros simplesmente fantástica. Jamais ouvira, assim ao vivo, algo tão maravilhoso. Neste momento lembrei-me do nosso gênio da música Heitor Villa-Lobos e sua peça encantadora, “Alvorada”, que ouvira tempos atrás, executada pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Custei a me situar, a saber onde eu me encontrava e do que se passara na noite anterior. Sorte minha, perto da árvore havia uma mina de águas cristalinas e foi ali que me lavei e à minha calça, antes de procurar o caminho de casa. Corajoso? Eu? Só Deus sabe o que passei...
Objetivo Geral: Elaborar, editar, imprimir e distribuir gratuitamente 1.000 unidades do Livro VAGALUME. Objetivos Específicos: - Produzir 1.000 unidades do Livro VAGALUME; - Distribuir gratuitamente todas as unidades do Livro; - Valorizar o autor e sua obra, dando visibilidade ao trabalho autoral; - Produzir um livro pautado na qualidade técnica e conceitual da obra, e, portanto, contando com uma equipe capacitada e experiente; - Produzir um material de valor humanístico que apoia, valoriza e difunde a manifestação cultural de um povo; - Oferecer ao público um material de qualidade que contribua para ilustrar de uma forma simples, a força cultural de narrativas desenvolvidas por um autor local; - Distribuir o livro gratuitamente, de forma que beneficie bibliotecas públicas e faculdades de Ponte Nova (MG) e região; - Produzir um evento de lançamento do Livro na cidade de Ponte Nova (MG); - Realização de 3 palestras com o autor nas escolas públicas de Ponte Nova como ação de contrapartida social. Resultados Esperados: Este projeto pretende alcançar toda comada populacional e setores da comunidade Ponte Novense por meio de uma distribuição diversificada e abrangente.
Este projeto se enquadra em alguns incisos do Art.1º da Lei 8313/91, tais como: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Além disso, apresenta as seguintes finalidades de acordo com o Art.3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Este projeto recorre a Lei Rouanet porque é o único mecanismo de fomento viável para o proponente realizar a sua proposta cultural, considerando que há sinalização para captação de recursos no cenário regional. O projeto ‘’VAGALUME’’ foi proposto com o intuito de dar visibilidade aos contos fictícios do autor Luiz Raimundo de Oliveira e divulga-los na cidade de Ponte Nova (MG) e região. Toda a obra do autor é pautada na criação de histórias originais como consequência de décadas praticando a escrita ficcional e jornalística. Dessa forma, a ideia deste projeto é reunir em uma única obra, 44 contos do autor, e assim, poder divulga-la na mesma cidade onde o escritor reside, além de contemplar cidades vizinhas através do processo de distribuição. Portanto, o projeto contemplará a mesma região onde habita o autor da obra, já que por meio da distribuição gratuita dos livros, serão selecionadas escolas, universidades e bibliotecas de Ponte Nova (MG) e região, e isso provocará um sentimento de valorização da cultura local para os cidadãos contemplados, assim como deve despertar a curiosidade e o interesse pela leitura, ao saberem que há um bom livro de contos escrito por um conterrâneo e sendo distribuído gratuitamente pela região, outro fator, que aproximará ainda mais o público leitor da obra é que o autor resgata elementos de nossa cultura folclórica e causos populares em boa parte de seus contos e cria a sua própria versão, dando origens a novos contos caracterizados pela criatividade e por associações a elementos da nossa cultura. Os contos devem agradar desde o público popular até o mais exigente. Além disso, é importante ressaltar o interesse de uma empresa local em incentivar um projeto que desperta o interesse da comunidade Ponte Novense e cidades circunvizinhas, e que contemple não só o público alvo, mas também a equipe produtora da iniciativa, desde o autor até a gráfica que produzirá os livros.
Não se aplica.
o Capa: 21x44,6cm, 4x0 o Cores: Tinta escala em Supremo. 250g. Saída em CTP. o Miolo: 128 pgs, 14x21cm, 1 cor, Tinta Preta em Couche Fosco 90g. Saída em CTP. o Lombada:6mm, Prova Digital(capa), Prova Xerox(miolo), Dobrado(capa), Dobrado, Costurado, Cola Quente, Laminação fosca, número de lados 1(capa), Verniz Uv Localizado, Lados C/ Verniz 1(capa). o Obs.: Arte inclusa. Incluso prova digital capa e xerox miolo. - Capa com orelhas de 08cm cada. o O livro contará com 44 contos. o Quantidade de páginas: 128.
Acessibilidade Física – Produto Principal - Livro: Este projeto contará com um evento de divulgação do livro, com banheiros apropriados para PNE’s, Cadeiras estarão reservadas e disponíveis para idosos, gestantes e PNE’s, estacionamento e rampas para cadeirantes facilitando a todos o acesso ao evento. Acessibilidade de Conteúdo – Produto Principal - Livro: O evento de lançamento contara com um profissional de libras para facilitar o acesso do deficiente auditivo; Cartazes e Banners nos locais do evento terão letras maiores para que todos possam visualizar com clareza as informações contidas; O site contará com áudio dos contos do livro, atendendo deficientes visuais. Ação de Contrapartida Social: Serão visitadas até 03 escolas públicas de Ponte Nova (MG) com a presença do autor e um(a) contador(a) de história, enquanto o autor falará sobre o projeto do livro e seu processo criativo, o contador de história narrará alguns contos da obra aos alunos. A ideia é aguçar o interesse pela leitura. Todas as escolas contempladas por essa ação de contrapartida social também receberão unidades do livro durante o processo de distribuição do produto. Acessibilidade de Conteúdo: Responsabilidade da estrutura da escola visitada, que por sua vez, já consta de suas próprias instalações, com cadeiras disponíveis e banheiros equipados para atender PNE’s. Acessibilidade Física: Se necessário, haverá participação de profissional de libras para acompanhamento dos trabalhos. Um assistente de produção do projeto acompanhará as visitas e, caso tenha nas escolas alunos com deficiência visual, esses serão orientados pelo assistente que estará apto para atender a todos.
Democratização de Acesso – Produto Principal -Livro: Serão distribuídos gratuitamente; Haverá evento de lançamento do livro em espaço de fácil acesso e locomoção do público. Medida de Ampliação de Acesso – Produto Principal - Livro: Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa vigente de 23 de abril de 2019: III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV- permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Democratização de Acesso – Ação de Contrapartida Social Serão oferecidas gratuitamente; Serão realizadas em escolas públicas do município de Ponte Nova (MG). Medida de Ampliação de Acesso – Ação de Contrapartida Social Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso de acordo com o Artigo 21 da Instrução Normativa vigente de 23 de abril de 2019: III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV- permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Profissional e Proponente: Luiz Raimundo de Oliveira Função no Projeto: Autor e responsável pela gestão do projeto, mas será remunerado somente pelas funções de autor e captador de recursos. FORMAÇÃO ACADÊMICA · Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Oeste de Minas – Divinópolis – MG, e advogado inscrito na OAB/MG. ATIVIDADES · Advogado, militante na Comarca de Ponte Nova; · Secretário da Faculdade de Ciências Humanas do Vale do Piranga, 03/1970 a 07/1988; · Diretor da Faculdade de Ciências Humanas do Vale do Piranga, de agosto1988 a dezembro 2010; · Ex-Membro do Conselho Municipal de Cultura; · Ex-Membro do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico; · Presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente · Presidente da Corporação Musical União 7 de Setembro · Ex- Membro da Câmara de Ensino Superior do SINEP/MG. · Roteirista e Produtor do filme: REVALP – O futuro em nossas mãos. Curta metragem rodado em Super 8; · Produtor, Diretor, Apresentador do PROGRAMA ESTAÇÃO CULTURAL, na TV Educar – Anos 2000/2010; · Articulista do Portal Pontenet · Autor de dois livros: Páginas de Prosa (2008) – Contos; Reencarnação (2009) – contos e poemas. · Produtor dos Livros: a) Anais da I Semana de Estudos Literários da Faculdade de Ciências Humanas do Vale do Piranga (diversos autores) – março de 1996; b) Versos de Músico, de José Mafra Jr., dezembro de 2001; Vivo – Entrevista com Ruy Merheb, março de 2007. · Produtor Artístico do CD “As Vozes do Piranga”. · Produtor Cultural do CD “As Vozes do Piranga” vol. 2. · Articulista do Jornal Folha de Ponte Nova · Produtor do CD “Contos Contados”, voltado para deficientes visuais. · Secretário de Cultura e Turismo do Município de Ponte Nova - 2012. · Assessor de Comunicação do Hospital Arnaldo Gavazza Filho, Ponte Nova (desde 12/2014). TÍTULOS E HONRARIAS · Diploma do Mérito Legislativo – Câmara Municipal de Ponte Nova · Título de Cidadão Honorário de Ponte Nova – Câmara Municipal · Diploma de Mérito outorgado pelo Consórcio de Entidades de Assistência e Promoção Social – CEAPS/Ponte Nova · Detentor de 7 troféus do “Prêmio Xeleco de Cultura”, · Homenageado como Personalidade Educacional, no X Encontro Nacional de Educação, realizado em Caxambu, em 2009, pelo Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais – SINEP/MG. · Agraciado com a Comenda Dr. Ferrari, da Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova – junho de 2014. Profissional: Amauri Motta Rocha Função no Projeto: Coordenação Geral Currículo Resumido: Consultor de Produção e Gestão Cultural da Fundação ACIA Cultural – Araxá; Coordenador do Projeto ViJazz & Blues Festival anos I a VIII (2007 a 2014); Gestor do projeto Escritores Brasileiros no CCBB; Consultor e Elaborador de projetos culturais de Leis de Incentivos e Fundos de incentivo à cultura nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro (desde Janeiro 2004); Instrutor para elaboração e gestão de projetos culturais através de sua empresa – Amar Produções. Formação Acadêmica: Formado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) em Tecnólogo em Cooperativismo. Profissional: Cássio Moreira Lopes Função no Projeto: Produtor Executivo Formação Acadêmica: Formado em Administração pela Universidade Federal de Viçosa/UFV (2015); Experiência Profissional: · •2008/2009 – Voluntário no projeto Sócio Cultural “Portas Abertas” em Viçosa (MG); •2009/2010- Funcionário no escritório de Contabilidade Maria Auxiliadora da Silva por seis meses em Viçosa (MG); •2011- Idealizador e executor do projeto de extensão cultural Super Nova no campus da Universidade Federal de Viçosa – Projeto de Mostras de Cinema via Edital de Seleção do Pró-Cultura/UFV por um ano; •2012- Estagiário no escritório de Contabilidade Maria Auxiliadora da Silva em Viçosa (MG); •2012/2013 – Estagiário na ONG Dona Ritinha via Projeto Ponto de Cultura Palmeira Pequenina em Cajuri (MG); •2013/2014 – Estagiário na Câmara Municipal de Viçosa; •2014 – Estagiário na organização Amar Produção Artísticas LTDA; •2014 – Assistente de Produção e Estágio na Cooperativa de Trabalho de Artistas, Produtores e Técnicos do Setor Cultural de Minas Gerais - ARTERIA; •2014 – Assistente de Produção e Coordenador do Projeto Caravana Arteria, contemplado pelo FEC MG; •2015/2018 – Diretor Executivo na Cooperativa de Trabalho de Artistas, Produtores e Técnicos do Setor Cultural de Minas Gerais - ARTERIA; •2012/2018 – Elaborador de Projetos Culturais via Leis de Incentivos e Programas culturais; •2010 a 2016 – Produtor Cultural no tradicional Cineclube Carcará; •2016 /2017- Coordenador Administrativo de quatro projetos culturais para o Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais; •2017/2018 – Eleito membro do “Conselho Municipal de Políticas Públicas Culturais” de Viçosa (MG) por dois anos; •2017/2018 – Integrante do “Conselho Municipal de Políticas Públicas” a convite da Gestão Municipal de Viçosa (MG) por dois anos. 2018 - Coordenador Administrativo e Financeiro do Projeto Banda na Estrada, incentivado pela Lei Rouanet.
PROJETO ARQUIVADO.