| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 18459628000115 | Bayer S/A | 1900-01-01 | R$ 600,0 mil |
| 33050196000188 | COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZ | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
Leiturinhas no Hospital pretende resgatar o prazer pela leitura e bricadeiras em hospitais públicos através da doação de um acervo de 850 livros e 60 brinquedos, além de qualificação do espaço que receberá o projeto "Leiturinhas no Hospital" com móveis e estrutura adequada para o atendimento do público com acessibilidade e segurança.O principal objetivo é humanizar as relações no ambiente hospitalizar e criar uma proposta lúdica, cultural e interativa que promova o bem estar dos pacientes.
Objetivo Geral Criar um espaço de leitura ou modernizar um espaço de briquedoteca e sala de leitura já existentes visando melhorar a estrutura física e qualificação do espaço para dar acesso ao livro e a leitura para crianças e adolescentes internados no hospital e seus funcionários, com objetivo de gerar maior conforto e segurança assistencial aos pacientes e seus acompanhantes promovendo a leitura e o bem estar e humanização dos atendidos nos hospitais públicos. Objetivos Específicos - Promover a leitura e o acesso ao livro para crianças, jovens e familiares em hospitais públicos;- Ser um espaço familiar, saudável e integrativo com 850 livros e 60 brinquedos e jogos que estimulem a criatividade e o conhecimento; - Tornar-se um projeto anual, atender 6 hospitais e consequentemente, o maior número de crianças, jovens e familiares de acordo com a rotatividade do hospital;- Capacitar os profissionais do hospitais para o uso do espaço de leitura e atividades lúdicas
A leitura e espaços lúdicos em hospitais públicos são espaços de acolhimento. O processo da internação pode gerar impactos devastadores na vida de qualquer ser humano tornando a criação de estratégias terapêuticas a fim de promover o bem estar e atender às dimensões físicas, psíquicas, culturais, espirituais, sociais e intelectuais, favorecendo a expressão do paciente e possibilitando a humanização e valorização do sujeito inserido no contexto hospitalar (BRASIL e SCHWARTZ, 2005). O paciente não pode ser visto apenas como alguém em busca de um tratamento médico, mas sim como um indivíduo que possui subjetividade e necessita estar implicado na participação do seu processo de adoecimento e cura.Humanizar os hospitais públicos é uma proposta importante para melhoria da qualidade de pacientes de longa duração. No caso de crianças, a criação de estratégias como forma de atenuar o processo de hospitalização decorrente do estresse e ansiedade devido à doença, além do sofrimento físico, procedimentos médicos e rotina hospitalar desgastante, torna-se de fundamental relevância. Dessa forma, o brincar no hospital surge como um poderoso recurso que possibilita à criança o resgate da sua vida antes do processo de hospitalização e, segundo Silva (2006), favorece a sociabilidade, interação e dinamismo mesmo com a restrição do espaço físico e das limitações provenientes do adoecimento.Guerrelhas, Buenos e Silvares (2000 apud REIS, 2008) apontam a brincadeira como uma possibilidade que a criança encontra de aprender maneiras de se comportar diante de novos estímulos presentes no ambiente, tomando consciência de si e do local em que se encontra. É importante também salientar as contribuições da brincadeira para o desenvolvimento infantil, que pode encontrar-se fragilizado em decorrência da doença e os benefícios que o brincar pode proporcionar ao infante, já que se encontra num ambiente restrito, limitado, cheio de regras e que impossibilita a criança de atuar da mesma forma que antes da doença.De acordo com Goldenberg (2007), as atividades na Brinquedoteca Hospitalar atendem às diversas faixas etárias, desde bebês até jovens por volta dos 18 anos. A Brinquedoteca Hospitalar surge como um exemplo de humanização, onde os profissionais envolvidos atuam em conjunto, demonstrando a multidisciplinaridade do serviço. Goldenberg (2007) diz que "os resultados mostram que as taxas de adesão ao tratamento aumentam muito após a implantação da Brinquedoteca Hospitalar".Logo, a criação do do Leiturinhas no Hospital é uma grande oportunidade de promover a leitura e a qualidade de vida para pessoas vulneráveis e em situação de fragilidade de saúde. O projeto Leiturinha no Hospital se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1°: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto Leiturinha no Hospital se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3°: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
Produto - Biblioteca e Contrapartidas Sociais Acessibilidade Física Todas as unidades do projeto tem como pré-requisito que as salas forneçam o mínimo de acessibilidade. Isto quer dizer, portas que possibilitem a passagem de cadeiras de rodas, entrada segura para idosos, deficientes visuais e pessoas com mobilidade reduzida. Os móveis não possuem pontas, fiapos ou qualquer meio que dificulte a passagem ou perigo aos participantes, eles serão adaptados para receber cadeiras de rodas; Conforme Lei 13.146 de 2015 acessibilidade é "possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida" e este parágrafo expõe claramente como o Leiturinha mudando o mundo espera agir. O espaço será feito para toda e qualquer pessoa ter acesso e circular com segurança. Caso sejam necessárias serão realizadas adaptações razoáveis nos espaços do projeto. Acessibilidade de Conteúdo O projeto Leiturinhas no Hospital prevê a doação de parte do acervo voltada para audiobooks e livros em braille. Esta medida permitirá a inclusão de pessoas com deficiência visual e auditiva. Além disto, a maior parte do acervo é em caixa alta, o que facilita a leitura para pessoas de baixa visão. Os videos que serão divulgados possuirão legendagem e os materiais de divulgação impressos terão versões em braille.
Produto - Biblioteca Atentando-se ao art. 20 deixamos claro que não haverá comercialização de ingressos. O projeto Leiturinha no Hospital é gratuito e todos os móveis e materiais adquiridos serão doados aos locais participantes. Disto isto, prevemos a participação de 1.000 pessoas, por unidade, durante a execução do projeto, e espera-se que este número só cresça ao longo dos anos. Adotaremos as seguintes medidas do art. 21: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; O projeto será 100% doado. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Produto - Contrapartidas sociais Serão realizadas ações educativo-culturais, conforme art. 22 da instrução normativa, para o público infantil. Espera-se um público de 100 pessoas por unidade, chegando aos 10% do quantitativa de público previsto no plano de distribuição. A ação será estendida para a comunidade mas garantiremos, da melhor maneira possível, que 50% do público seja de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Estas atividades serão monitoradas pela equipe do projeto. As ações: Para o público infantil: - Roda de contação de histórias com o tema da saúde e superação;- Leitura em grupo;- Criação de desenhos e pinturas;- Fantoches e fantasias;- Entre outras atividades definidas pela equipe de coordenação educativa. Para os funcionários e profissionais da saúde: - Debate sobre a importância da leitura para o público hospitalar;- Leitura e Ludicidade: formas novas de brincar e contar histórias ;- Como utilizar o projeto para melhoria da qualidade de vida no ambiente hospitalar?- Entre outras atividades definidas pela equipe de coordenação educativa.
- Assistentes de Coordenação Educativa : Katia Brasileiro e Teresa Cristina Teresa Cristina Graduada em Pedagogia pela UNEB. Mestre em Estudos de Linguagens pela mesma Universidade e Mestre em Administração e Gestão Social pela UFBa. Atua há 10 anos como Diretora de Projetos na Associação Fábrica Cultural e atualmente é Diretora Executiva do Mercado Iaô Centro de Economia Criativa e Sustentabilidade- Salvador, Bahia.Tem experiência em pesquisa na área de Educação, com ênfase em educação não formal e cultura, e de ensino na área de Metodologia da Pesquisa em Educação, Fundamentos da Educaçãoe correlatos. Em 2005, realizou intercâmbio cientifico cultural com a Università degli Studi di Padova- Dipartimento di Scienze delle Educazione, Itália. Kátia Brasileiro FORMAÇÃO ACADÊMICA -Mestre em Comunicação- 2016 Graduada em História – Licenciatura – UCSAL 2000 Pós-Graduada em Psicopedagogia – CEPOM 2005 Pós-Graduação em Gestão de Projetos – FTE IncompletaRESUMO DAS QUALIFICAÇÕES Experiência em elaboração de projetos destinados a educação de crianças, jovens eadultos. Experiência como escritora de livros didáticos e paradidáticos. Conhecimento na área de capacitação de professores em oficinas de leitura einteratividade. Informática – Windows - Word - Excel - Power Point- Internet Coordenador do projeto - Kátia Brasileiro FORMAÇÃO ACADÊMICA Graduada em História – Licenciatura – UCSAL 2000 Pós-Graduada em Psicopedagogia – CEPOM 2005 Pós-Graduação em Gestão de Projetos – FTE IncompletaRESUMO DAS QUALIFICAÇÕES Experiência em elaboração de projetos destinados a educação de crianças, jovens eadultos. Experiência como escritora de livros didáticos e paradidáticos. Conhecimento na área de capacitação de professores em oficinas de leitura einteratividade. Informática – Windows - Word - Excel - Power Point- Internet - Treinamento: CEC Brasil - Cultura, Esporte e Cidadania LTDA. ME
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.