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O projeto tem o objetivo de produzir o documentário média-metragem "Como era Plantar Orgânico?" com 52 minutos de duração, filmado e finalizado em Full HD. O filme abordará as influências culturais que formaram o processo agrícola brasileiro e as práticas agrícolas.
O média-metragem terá 52 minutos de duração e será finalizado para exibição em televisão, DVD, e online. Um média-metragem de 52 minutos para a exibição online, em televisão e DVD sobre tradições agrícolas oriundas das diferentes culturas que nos formaram como nação - a indígena, africana e européia - que ainda fundamentam muitas das atuais práticas da agricultura no Brasil. Classificação Indicativa Livre.
Objetivos Gerais - Democratizar o acesso a conteúdo independente; - Observar e refletir sobre as influências culturais indígenas, africanas e europeias; - Proporcionar informação de qualidade ao povo brasileiro; - Gerar renda por meio da produção cultural local. Objetivos específicos Produto: Média-metragem Realizar média-metragem chamado "Como era Plantar Orgânico?" de 52 minutos. Serão produzidas 200 cópias físicas (DVD) do documentário. Produto: Contrapartida Social Realizar 12 horas de um workshop sobre Produção Audiovisual. Serão disponibilizadas 20 vagas para estudantes de escola pública.
O projeto visa produzir o documentário "Como era Plantar Orgânico?" que investiga e registra práticas agrícolas no Brasil que reproduzem de forma mais ou menos fiel as referências culturais que as formaram. O documentário procura configurar as influências que estas práticas sofreram - as que se mantiveram, se transformaram, ou foram abandonadas, a partir das diferentes tradições que nos formam como nação: a cultura indígena, a africana e a europeia. A partir de Teresópolis na Região Serrana do Rio de Janeiro, o documentário será gravado em 6 regiões do Brasil buscando identificar o histórico e a resiliência de algumas práticas a partir de relatos de técnicos e agricultores dessas diferentes regiões do País, registrando a cultura e o povo das regiões, promovendo assim, a documentação em um mesmo filme da pluralidade de identidades e expressões culturais do Brasil. A proposta se enquadra nos objetivos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
O média-metragem terá 52 minutos de duração, será finalizado em Full HD para formatação para veiculação em televisão, gravação em DVD, e publicação online.
Acessibilidade: Média-metragem Acessibilidade Física: O vídeo será inscrito em festivais de cinema, em mostras de audiovisual, cineclubes, dentre outros, sendo dada preferências a locais com medidas de acessibilidade física. Acessibilidade de Conteúdo: a) Audiodescrição: narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. b) Legendagem descritiva: transcrição, em língua portuguesa, dos diálogos, efeitos sonoros, sons do ambiente e demais informações da obra audiovisual que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão da obra. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Acessibilidade: Contrapartida Social Acessibilidade Física: Se necessário, o local de realização do workshop será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade de Conteúdo: O workshop contará com um intérprete de libras, em caso de participantes com deficiência auditiva e monitores para auxiliar pessoas com deficiência visual e cognitiva.
Democratização de Acesso: Média-metragem Referente à distribuição gratuita à população, adotaremos o exposto no item "a", inciso I do artigo 20 Instrução Normativa nº 2/2019 do Ministério da Cidadania para a doação gratuita de 20% do total de produtos, a saber: a) mínimo de 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística: Adotamos também o exposto no inciso III do artigo 21 da IN nº 2/2019 do Ministério da Cidadania, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Serão distribuídas 160 cópias do filme a organizações ligadas ao tema de tradições culturais, associações agroecológicos, escolas agrícolas, assim como escolas estaduais.
Maria Luiza Aboim - Coordenadora Geral Maria Luiza atou como produtora e diretora nas seguintes produções "ECONOMIA SOLIDÁRIA NA AMERICA LATINA", vídeo, 30 min., documentário sobre Seminário realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em outubro de 2011. Fotografia Maria Luiza Aboim; "CIRANDA DE BAMBÚ", vídeo, 11 min. , produção e documentação da construção de um túnel de bambu de 24 metros pelo artista plástico Paul Spencer em janeiro 2011. Fotografia Maria Luiza Aboim; "TECENDO A REDE", vídeo, 30 min., produzido para o treinamento de agentes que interagem com vítimas de violência contra as mulheres. Patrocinado pela UNIFEM. Fotografia Maria Luiza Aboim; “VERDADE DE MULHER”, vídeo, 56 min., documentário sobre violência contra as mulheres. Fotografia Maria Luiza Aboim e Flavio Ferreira; “BASTA!", vídeo, 13 min., documentário sobre diferentes abordagens da questão da violência contra as mulheres na 4 a .Conferência Mundial de Mulheres da ONU, na China. Fotografia Maria Luiza Aboim; “JOHN COLLIER, JR.: A VISUAL JOURNEY”, vídeo, 30 min. (em inglês ainda sem tradução), documentário biográfico de um fotógrafo americano, portador de deficiência física que o levou a deixar uma marca profunda na história visual de seu país. Fotografia Stephen Ollsson. Co-produzido por Stephen Olsson em associação com a emissora de televisão KQED, San Francisco, California. Selecionado para o Festival do Cinema Antropológico de Goëttingen, Alemanha; para o Festival Margaret Mead do Filme Antropológico de Nova York; e para o National Educational Film and Video Festival de Berkeley; “RIO DA CRUZ”, vídeo, 30 min., documentário experimental, sobre belezas e tristezas da cidade do Rio de Janeiro. Produzido para a RioArte da Prefeitura do Rio de Janeiro. Fotografia Breno Silveira; “CIDADÃO JATOBÁ”, filmado em 16mm/ finalizado em 35mm, 14 min., documentário sobre a integração das comunidades indígenas à sociedade brasileira e a construção de uma canoa. Fotografia Johnny Howard. Selecionado para a “Semana da Crítica” do Festival de Cannes. Melhor Filme de Curta- metragem do Fest. Nacional do Cinema de Brasília. Melhor Filme de Curta-metragem do Festival Internacional de Cinema do Rio. Selecionado para os festivais de Montreal, Oberhausen, Manheim e Clermont-Ferrand; II Festival Latino de Cinema dos Povos Indígenas”; “80 Curtas dos Anos 80” (MASP), entre outros. Parte do acervo permanente do National American Indian Museum de New York; “TEU NOME VEIO DE AFRICA”, 16mm, 40 min., documentário sobre a iniciação de uma comerciaria carioca na seita afro-brasileira Candomblé. Roteiro selecionado para produção em concurso da FUNARTE. Premio FUNARTE. Selecionado para o XXIII Festival de Cinema de San Francisco, XII Festival Nacional do Cinema Brasileiro de Brasília, VIII Jornada da Bahia. Fotografia Flávio Ferreira; “CRECHE LAR”, 16mm, 9 min., documentário sobre um projeto inovador de creche comunitária na Vila Kennedy, Rio de Janeiro. Fotografia Noilton Nunes. Desde 1980 trabalha também em projetos de outros diretores. Exerceu funções em pesquisa, roteiros montagem, projetos de captação, orçamentos, planos de produção; fez continuidade, faz a câmera deseus filmes em vídeo. O proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. Flavio Ferreira - Diretor de fotografia e câmera Flávio Ferreira, é diretor de fotografia, professor Cinematográfico e consultor de Cinematografia Digital brasileiro nascido no Rio de Janeiro (RJ) em 14 de janeiro de 1958. Estudou Comunicação na Faculdade Hélio Alonso, mas sem chegar a concluir. Especializou-se em cinematografia através de diversos cursos técnicos, fotografia e iluminação com Fernando Duarte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ), Estética Fotográfica com Constance Brenner na E.A.V. do Parque Lage-RJ, Curso Avançado de Laboratório Fotográfico no Centro Universitário de Fotografia da PUC-RJ, roteiro na PUC-Rio, com Alfredo Oros, e na Aliança Francesa com Ilias Evremidis, assistência de direção e de câmera no SATED, além de ter estagiado na Herbert Richers como assistente de montagem e câmera. Iniciou sua carreira cinematográfica como assistente de câmera no curta Infinitas Conquistas de Enrica Bernadelli, em 1976 e na sequência é assistente de fotógrafos consagrados como Walter Carvalho, Zequinha Mauro, Fernando Duarte, José Medeiros e Ronaldo Nunes, com quem faz seu aprendizado e aprende os truques da profissão. Estreou como Diretor de Fotografia em 1979 no documentário A Lenda do Rei Sebastião, de Roberto Machado Jr.. Em 1982, chegou ao longa, coproduzindo e fotografando o filme Terra, a Medida do Ter, de Maria Helena Saldanha. Desde os anos 1980 ministra palestras, cursos e oficinas sobre fotografia e cinematografia digital. Esteve presente em programas de dezenas de canais a cabo como: Discovery Channel, GNT, Canal Brasil, BBC, ITV, Futura, NGC, AXN e a PBS. Seu currículo conta com trabalhos e parcerias bem-sucedidas com diretores como Walter Avancini, Eduardo Escorel, Zelito Viana, Sérgio Bernardes Filho, Maria Luiza Aboim, Walter Campos, Sandra Werneck, Belisário Franca, Richard Lester, João Alegria, André Horta, Roberto Berliner, Sandra Kogut, Adolfo Rosenthal, Jonathan Curling, Pompeu Aguiar, Fernando Severo, Katia Lund, Tisuka Yamasaki, entre outros. Também participa de vários documentários e clipes musicais para artistas como Gilberto Gil, Paul McCartney, Paulo Moura, Sting, Paralamas do Sucesso, Dionne Warwick, Paula Toller, Caetano Veloso, Rush, O Rappa, Maria Bethânia e Gabriel, O Pensador. Nos últimos anos, tem destacada atuação como consultor de cinematografia digital em filmes como Separações (2002), de Domingos Oliveira, Língua – Vidas em Português (2003), de Victor Lopes, Justiça (2004), de Maria Augusta Ramos, Gatão de Meia Idade (2005), de Antonio Carlos Fontoura, Meu Primeiro Contato (2007), de Mari Corrêa e Karané Ikpeng, Atabaques Nzinga (2008), de Octávio Bezerra, Brasileirinho (2009),de Mika Kaurismäki, entre muitos outros. Também é diretor de fotografia e câmera em aberturas e vinhetas da TV Globo como da minissérie Queridos Amigos, série Sitio do Pica-Pau Amarelo, do programa Globo Esporte, da novela Esplendor e Passione, etc. No mercado publicitário, dirigiu a fotografia de dezenas de comerciais para clientes de peso como Petrobrás, Avon, Coca-Cola, Embratur, Esso, Odebrecht. Dirige a fotografia para TVs internacionais como a RAI-Itália, CBC-Canadá, TVE-Espanha, NOS-Holanda, FR3 e TF1França entre outros. Nicole Algranti - Assistente de câmera Nicole tem Bacharel em Cinema e Técnica em Cinema pela Unesa. Cursou fotografia na Escola de Artes Visuais Parque Lage em 1988 e Cinema Fundição Progesso, Afonso Beato e Walter Carvalho 1991. Também cursou Documentário na Fundição Progresso com Eduardo Coutinho 2002, além de participar de cursos de edição de imagem em Final Cut 7 curso com Paula Canella 2007 e Edição de Som Pro Tools Curo Iatec 2009. Atou como Diretora, produtora e editora para o Cinema Independente, e finalizou as seguintes produções: “13 de Maio” Quilombo Sâo José – Valença documentário etnográfico/ 2007; “De Corpo Inteiro Entrevistas” doc ficção longa metragem/ 2008; “AGRO‐ECOLOGIA”, parte 1 e parte 2 -sobre práticas de Manejo Ambiental e agricultura familiar, curta metragem /2013; “Chico Mendes e Sua Gente” direção, camera e edição 2014; “Shitake: Gastronomia Orgânica” para a web 4 episódios 2015-2016; “50 anos de história” para a UNIFESO 2016. Participou também da produção, desenvolvimento do roteiro, direção, câmera e edição para a Globosat em Retratos Brasileiros Clarice Lispector – CANAL BRASIL; Retratos Brasileiros Rubem Fonseca – CANAL BRASIL e Inter Programa 3X4 sobre técnicos do Cinema, bastidores de cada area 04 pilotos inédito.
PROJETO ARQUIVADO.