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Bando 30 anos - Atento aos nossos rumos comemora a trajetória de um dos principais grupos de teatro negro do país, o Bando de Teatro Olodum, com a montagem de "Ridículos Burgueses". O projeto prevê a temporada de estreia de três meses em Salvador e circulação por mais três capitais brasileiras: Recife, Belo Horizonte e São Paulo e retorno à capital baiana no Teatro Castro Alves, além de um minidocumentário.
O Bando de Teatro Olodum completará três décadas de estrada em 2020 e, para ocasião emblemática, o grupo se desafia em uma ousada nova montagem: Ridículos Burgueses. O projeto Bando 30 anos – Atento aos nossos rumos prevê a construção de uma comédia a partir de diversas obras de Molière, uma das maiores referências dramatúrgicas da comédia mundial, aliada à arte provocativa e popular negra do Bando de Teatro Olodum e a direção de um dos maiores encenadores de comédia da Bahia, Fernando Guerreiro. O Bando celebrará a longevidade do grupo junto a sociedade em uma temporada de três meses, de sábado e domingo, do espetáculo Ridículos Burgueses na capital baiana aliado a ações de formação de plateia através da reserva de convites e atuação de mediadores culturais. E para garantir o amplo acesso do público, atuará com práticas para a acessibilidade, que vão desde a escolha de espaços culturais com rampa para cadeirantes a disponibilizar os serviços de audiodescrição, interprete de libras e LSE. As ações também se estenderão com a circulação fora do Estado, passando pelas cidades de Recife, Belo Horizonte e São Paulo e o retorno a Salvador com uma apresentação no Palco Principal do Teatro Castro Alves, o maior e importante equipamento cultural da cidade. O projeto entregará ainda um vídeo com o registro do processo de montagem, temporada e circulação, bem como, o depoimento dos principais profissionais envolvidos para documentação e enriquecimento da cena cultural. A inédita parceria entre o diretor Fernando Guerreiro e o Bando de Teatro Olodum marcará também as celebrações pelos 40 anos de carreira do encenador de grandes sucessos dos palcos baianos e, como dito, pelos 30 anos de criação da mais consolidada companhia de teatro da Bahia e uma das mais importantes do país. Ambos se firmaram no mercado teatral por sempre estarem atentos às necessidades do público e as tendências artísticas mundiais. A proposta desta montagem é justamente a junção de dois grandes leitores dos nossos tempos sob perspectivas diferentes e que se unem a favor da arte e a favor do combate às práticas intolerantes tão presentes na nossa formação social. O convite para montagem partiu do diretor, atualmente também gestor de políticas culturais de Salvador, cidade de forte expressão das artes negras e populares. Já a escolha de Molière revela a vontade de ambos em utilizar-se da comédia para tratar de temas sociais e políticos contemporâneos, como bem ensinou ao mundo o autor de clássicos como Tarturfo, O Burguês Fidalgo, Anfitrião, O Avarento. Com estreia prevista para setembro de 2020 no Teatro Vila Velha em Salvador, Ridículos Burgueses discute, através da comédia de costumes, sobre as conquistas da comunidade negra e suas concessões para se sentir “incluído” na sociedade de consumo. O intuito é tocar em temas delicados, a partir do olhar cômico de Moliére. Para isso, o dramaturgo contemporâneo Daniel Arcades traçará um paralelo entre a sociedade burguesa do século XVI e a atual, sem esquecer do desejo de evidenciar o protagonismo negro em uma obra que, inclusive, questiona o tipo de ascensão social que a nova classe média negra tem conquistado. Já como um diferencial, a peça pretende aproveitar o misto de linguagem contemporânea e erudita para construir um texto onde o vocabulário transita do português mais arcaico ao linguajar baiano, cheio de influências afro-diaspóricas e ameríndias. Diversas tramas da dramaturgia de Moliére serão estudadas e costuradas em uma história apenas, unindo clássicos como O burguês fidalgo, O avarento, Tartufo e Escola de Mulheres para que os 20 atores do Bando possam estar em cena com os mais diferentes tipos de personagens. A montagem a partir de um dos clássicos de Molière aliado à contemporaneidade do dramaturgo Daniel Arcades, responsável pela costura, releitura e construção dos textos, mais a competência de encenador de Fernando Guerreiro, em especial em obras de humor de diálogo direto com as grandes plateias, e o talento cênico e combativo do Bando de Teatro Olodum, por meio de uma linguagem baseada na performance negra, com a exploração do corpo, do canto, dos ritmos e da rica contribuição afro-brasileira para as artes e a cultura do país, é a garantia de mais um grande momento transformador para o teatro baiano e uma reafirmação da sua relevância para o cenário artístico nacional.
:: Gerais Realizar a montagem, temporada em Salvador-Bahia e circulação em mais três estados do espetáculo Ridículos Burgueses em comemoração aos 30 anos do grupo Bando de Teatro Olodum, conduzida pelo diretor Fernando Guerreiro, tendo como ponto de partida a comédia de Molière, no intuito de abarcar temas relacionas a ascensão econômica da comunidade negra e suas decorrentes questões. :: Específicos · Realizar a montagem de um espetáculo teatral de grande porte; · Realizar uma temporada de três meses com 24 apresentações do espetáculo em comemoração aos 30 anos do grupo em Salvador; · Realizar a circulação do espetáculo em quatro estados: Bahia, Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo; · Realizar um total de 34 apresentações do espetáculo Ridículos Burgueses, 24 na temporada de estreia em Salvador, 03 em Recife, igualmente, em Belo Horizonte e São Paulo e o retorno com apresentação única em Salvador; · Promover ações de formação de plateia nos dias de espetáculos com mediadores culturais; · Realizar um vídeo com o making off de todo o processo de montagem para documentação e divulgação para conhecimento do público das atividades deste grupo tão atuante; · Disponibilizar o pacote de acessibilidade em uma sessão por mês durante a temporada, possibilitando uma maior inclusão de público; · Tornar acessível o produto artístico para portadores de necessidades especiais visuais e auditivas através de audiodescrição, tradutor/interprete de libras e LSE (Legendas para surdos e ensurdecidos); · Proporcionar oportunidades de emprego e continuidade de trabalho artístico para profissionais que simbolizam a representatividade negra no mercado artístico brasileiro; · Promover a representatividade na cena teatral do país; · Reunir grandes nomes do teatro baiano, mobilizando por volta de 40 profissionais da área artística-cultural soteropolitana, na construção de uma obra que dialoga com o seu tempo; · Promover o intercâmbio de diversos profissionais do teatro baiano, atores, diretores, dramaturgos, para a ampliação de olhares e debates; · Disponibilizar a sociedade um espetáculo que reflete seu tempo com leveza e popularidade; · Debater temas relacionados a população negra e os resultados que permeiam uma sociedade de consumo; · Trazer o diálogo entre textos clássicos como os do dramaturgo Molière com a contemporaneidade; · Disponibilizar aos moradores de Salvador e seus visitantes, mais uma opção de lazer e cultura, bem como, ao público dos outros estados.
Os avanços do debate sobre o que é negritude se expandem diante de uma série de fatores sociais, culturais, estéticos e, numa sociedade capitalista ocidental, pelo valor econômico como principal fator. Apontar a diversidade de temáticas que dizem respeito à comunidade negra e complexificar as relações entre o que é um teatro com conteúdo político e um teatro como produto de mercado é o passo a mais que o Bando de Teatro Olodum revela neste novo trabalho. A partir do momento em que nos deparamos com uma comunidade negra com maior poder de consumo, o diálogo entre o consumismo passa a fazer mais sentido em grupos com trajetórias como a do Bando de Teatro Olodum, famosa por sempre aliar o debate das questões raciais (muitas vezes fechada em universos intelectuais) à arte popular, acessível e pautada no entretenimento reflexivo. O espetáculo reúne elementos que têm tudo para ser uma parceria de sucesso e positiva no cenário artístico brasileiro. Primeiro, estamos reunindo duas forças "clássicas" da comédia baiana em um trabalho: O Bando de Teatro Olodum é o grupo responsável por montagens importantíssimas da década de 1990 e que até hoje são sucesso de público, como Cabaré da Rrrrraça e Ó paí ó; e Fernando Guerreiro é um dos maiores encenadores de comédia do país com sucessos como A bofetada, Oficina Condensada, Os Cafajestes, e Vixe Maria - deus e o diabo na Bahia. A união destes artistas que, em suas respectivas trajetórias, souberam dialogar com seus públicos só amplia as possibilidades de uma difusão maior do projeto e um alcance a diversos "nichos" diferentes de consumo. Assim como os ‘feats’ realizados atualmente no universo musical, acredita-se que essa pode ser uma parceria que reverberará de diversas maneiras nas mídias e no impacto do público. Segundo, o diálogo entre o popular e o clássico também é um ponto alto do projeto. A junção entre Móliere, um clássico dramaturgo e Daniel Arcades, um autor contemporâneo, também apresenta uma forte tendência da arte produzida atualmente. Reler os clássicos para se pensar na sociedade atual têm sido responsável por grandes sucessos do teatro nacional, como as montagens "Gota D’água preta" - clássico de Chico Buarque encenado pela cia negra de teatro de São Paulo; "Navalha na carne negra" - clássico de Plínio Marcos dirigido por José Fernando Peixoto e "O pequeno príncipe preto" - montagem baseada na obra de Saint-Exupéry e sucesso de público em todo o Rio de Janeiro. O próprio Bando de Teatro Olodum tem uma releitura de Sonho de uma Noite de Verão, texto do grande William Shakespeare, indicada a diversos prêmios e sucesso de público. Por fim, a pertinência de comemorar os trinta anos do grupo em um momento em que a arte aparece como uma potência de pensamento político e estético. A montagem pretende trazer leveza e suavidade indo na contramão da propagação da dor e do ódio difundida tantos nas redes sociais como nas proposições artísticas atuais. Pretende-se tocar em temas delicados a partir do olhar cômico de Molière sobre a sociedade burguesa do século XVI, aliando ao desejo de evidenciar o protagonismo negro em uma obra que, inclusive, questiona o tipo de ascensão social que a nova classe média negra tem conquistado. O bando comemorou seus 25 anos com uma tragédia contemporânea sobre o genocídio da população negra e deseja comemorar seus 30 anos com uma comédia de costumes sobre as conquistas da comunidade negra e suas concessões para se sentir "incluído" na sociedade de consumo. Atualmente, o coletivo trabalha com 19 atores e dois músicos e ainda traz em seu corpo fixo a presença do coreógrafo, assistente de coreografia, iluminador e direção musical. Um produção como esta requer uma complexa logística de montagem e também de circulação - que por baixo pressupõe o deslocamento de em média trinta pessoas, mais a estrutura do espetáculo para sua execução. Ressaltar este número de profissionais da arte em um grupo como o Bando, é valorizar a presença de um expressivo coletivo formado por pessoas negras e que se sustentam através da arte em um país onde o corpo negro está costumeiramente ligado a profissões outras, muitas vezes desvalorizadas socialmente. Este projeto viabiliza a continuidade destas atividades artísticas para o grupo, a relação de intercâmbio com outros artistas do mercado como diretores, produtores e dramaturgos, transformando a arte em uma potência multiplicadora e em um exemplo de representatividade na cena teatral brasileira. Preocupados com as diversas formas de tornar o projeto acessível a um maior número de pessoas, o Bando tem uma política forte de acessibilidade. Além de produzir seus espetáculos com estratégias de formação de plateia e reserva de convites, com planejamentos de comunicação e marketing que cheguem até a comunidade negra de Salvador, a periferia da cidade e extrapolem o circuito teatral tradicional, o grupo também se preocupa com acessibilidades para portadores de necessidades especiais. Para isso, planeja-se que durante a temporada de Ridículos Burgueses, sejam disponibilizados os serviços de audiodescrição, tradução de libras e LSE. O projeto justifica-se, então, como uma produção que agregará valores positivos tanto em prestígio de produção artística como em alcance de público e, não menos importante, viabilidade econômica. Uma celebração às nossas conquistas com a percepção da atenção necessária ao espaço que estamos nos inserindo com um humor peculiar que já pode-se, de maneira ousada, dizer que é cara do teatro baiano e reconhecido nacionalmente por ser assim.
Link do vídeo sobre o Bando de Teatro Olodum https://vimeo.com/269278124
Atenta a promover um amplo acesso do público, a iniciativa, durante a temporada de três meses, em uma sessão por mês, prevê o pacote de acessibilidade, composto por audiodescrição, tradutor/interprete de libras e LSE (legendas para surdos e ensurdecidos), contemplando assim os portadores de necessidades especiais visuais e auditivas. Bem como, na escolha de espaços culturais para as apresentações aptos a receber portadores de necessidades especiais, com rampas de acesso, banheiros, guias táteis. Vale ressaltar que dentro do pacote de acessibilidade terão técnicos e profissionais qualificados para orientar os portadores, assim, 30 minutos antes de cada sessão com acessibilidade terá uma visita sensorial ao cenário para melhor fruição do espetáculo.
As 34 apresentações do espetáculo Ridículos Burgueses, 24 em Salvador na temporada de estreia, 09 totalizando as outras 03 capitais, mais a apresentação única de retorno à Salvador, serão praticadas a preços acessíveis, em torno de R$50 a R$30 a inteira, com política de preços mais populares, com opção do uso do Vale Cultura, além da distribuição de convites para formação de plateia. A apresentação única em Salvador na sala principal do Teatro Castro Alves (TCA) corresponte um dos momentos da atividade de contrapartida social do projeto - apresentação do espetáculo para 700 professores e alunos da rede pública de ensino com entrada completamente gratuita, mais bate-papo ao final e visita técnica ao complexo do TCA - e como o teatro comporta praticamente 1.500 pessoas na plateia, através da mobilização de outras instituições de ensino artístico-cultural, disponibilizaremos ainda o restante dos ingressos (800) a R$1 (inteira) e R$0,50 centavos (meia) como ação de formação de plateia. As instituições e grupos contemplados dentro das ações de formação de plateia, com distribuição gratuita de ingressos, serão levantados e mobilizados pelos mediadores culturais que darão todo o aporte a este público, que antes ou após as sessões terão também um breve papo com parte do elenco. A intenção é abarcar estudantes, artistas, empreendedores e principalmente a comunidade negra da periferia das cidades. Como medida de formação de plateia terá também a execução de um ensaio aberto. Já o minidocumentário sobre o processo e depoimentos será disponibilizado de forma inteiramente gratuita em plataformas de vídeo na internet. O intuito também é que parte do material registrado do documentário possa também ser exibido no foyer do teatro antes das apresentações. Atendendo, assim, a Instrução normativa nos seguintes pontos: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; IX - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao Parágrafo único do art. 20, desta Instrução Normativa;
Anexo, seguem os currículos mais detalhados DIREÇÃO ARTÍSTICA GERAL FERNANDO GUERREIRO Um dos mais atuantes profissionais da cena teatral baiana; começou sua carreira em 1977, promovendo uma mudança quantitativa e qualitativa nos espetáculos produzidos no estado. Do seu currículo constam incursões na dramaturgia brasileira (TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA, ÁLBUM DE FAMÍLIA, BEIJO NO ASFALTO e BOCA DE OURO de Nélson Rodrigues, além de POLVORA E POESIA de Alcides Nogueira) e estrangeira (CALÍGULA de Albert Camus, EQUUS de Peter Shaffer, BENT de Martin Sherman, A CASA DE BERNARDA ALBA E YERMA de Lorca e VOLPONE, de Ben Jonson). É um dos fundadores da COMPANHIA BAIANA DE PARTIFARIA, com a qual produziu a comédia A BOFETADA, um dos maiores sucessos do teatro brasileiro, que permanece em cartaz desde 1988, atingindo a marca de mais de 1.500.000 espectadores. Da consagrada dramaturga Aninha Franco dirigiu dois grandes sucessos: OS CAFAJESTES (10 anos em cartaz) e OFICINA CONDENSADA (04 anos em cartaz). Em São Paulo montou CAMILA BAKER, grande sucesso de público e crítica com Daniel Boaventura, Otavio Muller, Marcos Mion, Leonardo Bricio e Danton Mello no elenco, PATTY DIPHUSA, texto de Almodóvar, produzido e protagonizado pela atriz Cristiane Tricerri e TRÊS HOMENS BAIXOS, comédia do dramaturgo carioca Rodrigo Murat, contando com Hérson Capri, Jonas Block e Gracindo Junior no elenco. Suas últimas montagens são VIXE MARIA, DEUS E O DIABO NA BAHIA, sucesso de público que completou quatro anos em cartaz na Bahia, o polêmico texto ALUGO MINHA LINGUA, de autoria de Gil Vicente Tavares, O INDIGNADO, comédia em pé com o consagrado ator Frank Menezes, a remontagem de OS CAFAJESTES, com novo elenco, além de O SUMIÇO DA SANTA, produzido para comemorar o centenário do escritor Jorge Amado. Para comemorar os 40 anos de atividades na área de Teatro, Fernando resolveu atuar e criou o espetáculo REVELE, em que conta casos da carreira e da vida pessoal em forma de stand up comedy. A montagem estreou em outubro de 2018 e continua em cartaz na cidade, com excelente resposta de público. DIREÇÃO DE PRODUÇÃO SIBELE AMÉRICO Sibele Américo é sócia-fundadora da Mil Produções Artísticas, empresa que dirige desde 1996, atuando como diretora de produção em projetos das mais diversas linguagens artísticas, sempre primando pela qualidade e pelo alcance artístico e socioeducativo das produções. No teatro destacam-se os seguintes projetos: • Espetáculo Eu Te Amo Mesmo Assim (Produção Local, 2015) • Los Catedrásticos – Nova Mente. (2012); • Flicts – Direção de Fernando Guerreiro (2003 e 2005) • Os Ignorantes – Com Pedro Cardoso. Realização da temporada em Salvador (2005) • Um Bonde Chamado Desejo – Direção de Fernando Guerreiro (2003 e 2004) • Comédia do Fim – direção de Luiz Marfuz (2003); • A Coisa – Direção de Paulo Dourado (2002 e circulação em 2003) • Boca de Ouro – Direção de Fernando Guerreiro e texto de Nelson Rodrigues (2001 -2003) • Volpone – Direção de Fernando Guerreiro e texto de Ben Jonhson, versão de Cláudio Simões (2000/2001) • Os Cafajestes – Direção de Fernando Guerreiro e texto de Aninha Franco (1999) • Cabaré da Raça – Direção e texto de Márcio Meirelles e Bando de Teatro Olodum (1999) DIREÇÃO MUSICAL JARBAS BITTENCOURT Cantor e compositor atua como músico profissional há dezoito anos na área da MPB e da Trilha Sonora para Teatro e Dança. Em 1996 iniciou-se no campo da direção musical e criação de trilha sonora para espetáculos de dança e teatro. Neste mesmo ano compôs as músicas de Erê pra Toda a Vida, encenação teatral para o Bando de Teatro Olodum, dirigido por Marcio Meireles e coreografado por Zebrinha, espetáculo criado especialmente para o Carlton Dance Festival. Fez, nos 13 últimos anos, trilha sonora e/ou direção musical de espetáculos como Dom Quixote, Sonho de Uma Noite de Verão, Fausto#Zero, Cabaré da Rrrrraça, Ópera dos Três Reais, Já Fui!, Fatzer e colaborou na composição e direção musical do espetáculo Supernova, ao lado do compositor português Carlos Alberto Augusto. Recebeu o Prêmio Braskem de Teatro pelo conjunto da obra em 2004 . Em 2005 Criou a música do espetáculo “BAKULO – Os Bem Lembrados” da Cia dos Comuns no Rio de Janeiro, além de O Sapato do Meu Tio, Cartas Abertas e Rerembelde em Salvador. Em 2010 recebeu Prêmio Braskem de Teatro pelo espetáculo “Shirê Obá, A Festa do Rei”. DIREÇÃO DE CENÁRIO E FIGURINO MOACYR GRAMACHO Moacyr Gramacho trabalha como cenógrafo, arquiteto, figurinista, diretor de arte em teatro, dança e cinema. Em Teatro, ganhou no ano de 2003 o Prêmio Braskem na Categoria Especial pelas cenografias dos espetáculos “A comédia do Fim”, direção de Luiz Marfuz, e “O Evangelho Segundo Maria”, encenado no Forte do Barbalho com direção de Carmem Paternostro. Recebeu ainda o prêmio de melhor figurino no 10º Concurso Nacional de Monólogos Ana Maria Rego, em Teresina, pelo espetáculo “Seu Bonfim” (2001), com direção e atuação de Fábio Vidal, e o Prêmio COPENE Destaque 1999 pela cenografia da peça “Roberto Zucco”, com direção Nehle Franke. Moacyr fez ainda os cenários de “Ensina-me a Viver”, de José Possi Neto, e de “Brasis”, “Calígula” e “Volpone”, três obras de Fernando Guerreiro. Também atuou na área da dança, com “Devir”, em comemoração dos 25 anos do BTCA (2006), e “CO2”, do Viladança (2000). DIREÇÃO COREOGRÁFIA ZEBRINHA Graduou-se em dança clássica e dança moderna pela Stadeliyk conservatoriam em Dans Academie te Arnhem Holanda, em técnica Lester Horton na Alvin Ailey School em New York. Fez o curso de dança clássica e repertório da Academia Princesa Grace-Mônaco e tambem o de dança moderna e tradicional Catherine Dunhan na Suécia. Formou-se em barra ao solo , técnica de Boris Niezef em Paris com especialização em jazz. Atualmente é Diretor Artístico do Balé Folclórico da Bahia onde desenvolve importante trabalho de formação de dançarinos que integram hoje os elencos de grandes companhias internacionais. Desde 1992 é coordenador e coreógrafo do Bando de Teatro Olodum onde participou da montagem de espetáculos de grande sucesso como Cabaré da RRRRRaça, Sonho de uma noite de verão, Ó, Pai,Ó e Áfricas ( entre outros ). Em 2011 ganhou Prêmio Braskem de Teatro na categoria Especial pela coreografia do espetáculo Bença do Bando de Teatro Olodum. DANIEL ARCADES DRAMATURGIA Daniel Arcades é escritor, ator e diretor. Formado em Letras pela Universidade do Estado da Bahia e Mestre em Crítica Cultural pela mesma universidade, produz trabalhos acadêmicos voltados para o estudo da autobiografia, com ênfase na construção identitária das masculinidades e tem se dedicado ao trabalho como dramaturgo e investido cada vez mais na carreira de roteirista. Recentemente, recebeu o prêmio Braskem de Teatro de melhor autor pelo espetáculo “Rebola” (2017) e foi indicado na mesma categoria em 2018 por “De um tudo”, texto que escreveu junto a Alan Miranda. Com vinte e quatro espetáculos escritos e montados na Bahia já teve suas obras dirigidas por personalidades baianas como Fernanda Júlia Onisajé, Fernando Guerreiro, Fábio Vidal e Thiago Romero e escreveu para diversos coletivos teatrais baianos como o Bando de teatro Olodum, o Vilavox e Aldeia Coletivo Cênico. ILUMINAÇÃO RIVALDO RIO Iluminador e ator profissional, começou sua carreira de ator em 1989 na oficina livre do Teatro Castro Alves com a arte educadora Maria Eugênia Millet. Nesse Mesmo período ingressou na primeira oficina para formar o Bando de Teatro Olodum, onde atuou nas peças: “Essa é nossa praia”, “ Ó paí ó ”, “ Bai, bai Pelô” ; “Onovomundo”; “Woyzeck”e “Medéia Material”, todas sob direção de Marcio Meirelles. ELENCO BANDO DE TEATRO OLODUM
PROJETO ARQUIVADO.