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PRONAC 200278Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Pequenos trabalhos para Velhos Palhaços

SINGULARTE PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 764,5 mil
Aprovado
R$ 764,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2020
    Cadastro PRONAC
    Ano 20
  2. 02/03/2020
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2020-03-02
Término
2023-12-31
Locais de realização (2)

Resumo

Nova montagem e realização de duas temporadas do espetáculo "Pequenos trabalhos para Velhos Palhaços", com texto de Matéi Visniec e direção de André Paes Leme. Além das apresentações, serão realizados workshop, palestra e bate-papo como ações formativas.

Sinopse

Três velhos amigos de profissão se reencontram em um teste, atendendo ao chamado de um anúncio de jornal oferecendo emprego para um velho palhaço. Após a alegria do reencontro, a amizade vai sucumbindo à realidade da necessidade de um emprego e eles vão tornando-se competidores entre si, cada um persuadido de que, com seu talento, conseguirá o emprego. Durante as conversas relembram e questionam se os seus velhos números de cambalhotas, tropeções, tortas na cara e falsas pancadarias ainda comovem alguém. E tentam entender o que “eles” estariam querendo colocando um anúncio oferecendo emprego para um velho palhaço. O que um velho palhaço poderia oferecer senão seus velhos números? Os três amigos, mais confiantes, resolvem revelar os números que prepararam para apresentar no teste: Pepino, o palhaço mais velho, fascinado pela arte da declamação, recita Shakespeare, o popular mestre das palavras no teatro. Mas o faz com a postura de um ator clássico, o que o torna deliciosamente ridículo; o mais jovem, Nicolau, na tentativa de adaptar-se à realidade de um mercado exigente, busca na pantomima a sua forma de expressão, já que a linguagem dos gestos é universal. Porém, ao realizar o seu número, os amigos não conseguem entendê-lo e ele é obrigado a descrever seus gestos passo a passo. O resultado: uma pantomima patética que cria um enorme constrangimento. Já o terceiro, Filipeto, apela para o efeito do ilusionismo, e seu grande número é fazer sair bolas de gás de buracos ocultos de uma caixa negra. Um efeito simples que provoca a leveza e o contato com um amor puro do passado e que mergulha os três amigos numa explosão de risos, mas que, ao final, desagua numa surpreendente situação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O principal objetivo é realizar uma nova montagem do espetáculo teatral "Pequenos trabalhos para velhos palhaços", com o propósito de provocar a reflexão de como a luta profissional no fim de carreira interfere nas relações humanas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar temporada de estreia em São Paulo, com 16 apresentações; - Seguir com temporada no Rio de Janeiro, também com 16 apresentações. - Atingir um público de mais de 8 mil espectadores. - Realizar 01 bate-papo entre atores e plateia falando sobre o processo de montagem; - Realizar 01 workshop gratuito sobre produção cultural; - Realizar 01 palestra gratuita sobre direção artística/adaptação de textos para o teatro; - Realizar 01 bate papo gratuito com parte do elenco sobre a obra e o processo criativo do espetáculo.

Justificativa

Há vinte anos atrás quatro artistas de teatro se reuniram para realizar um espetáculo de teatro, Pequenos trabalhos para velhos palhaços, do autor franco-romeno Matei Visniec. O texto, que ainda era inédito no Brasil, de um autor até então pouco conhecido, aborda com humor, delicadeza e um toque de crueldade a busca de três velhos palhaços por um emprego. Essa temática foi uma instigante provocação para jovens profissionais, que na época da sua realização estavam na faixa dos trinta anos. O mergulho foi realizado com enorme sucesso. Ótimas críticas, diferentes temporadas e apresentações em diversas cidades pelo Brasil e também no Festival de Língua Portuguesa realizado em Paris, marcaram uma trajetória ímpar na vida de todos os envolvidos na concepção do trabalho. O espetáculo, que originalmente estreou no Festival de Curitiba, considerado pela crítica especializada do Rio de Janeiro como um dos dez melhores da temporada do ano 2000, foi uma referência no contexto teatral daquele ano e até hoje é lembrado por muitos espectadores pela sensibilidade das atuações de Alexandre David, Augusto Madeira e Cláudio Mendes, e pela sofisticação da encenação de André Paes Leme e da sua equipe de criação. Passou o tempo, exatos vinte anos. A carreira de todos fluiu com êxito e os caminhos artísticos continuaram se cruzando em diferentes projetos. Mas havia uma expectativa. No ano 2000 foi feito um pacto. Já que eram tão jovens e que o tema abordava a luta profissional no fim da carreira, os atores entenderam que deveriam conceber um novo espetáculo quando estivessem com cinquenta anos e, mais uma vez, daqui a vinte anos, outro espetáculo quando estiverem com setenta anos de idade. Em 2020, será a estreia da primeira nova versão. Agora, mais experientes, revisitarão esse texto tão sensível para construir, com a mesma equipe de criação, um novo espetáculo. O objetivo é reler a obra e deixar que novos impulsos conduzam o processo criativo. Não se pretende fazer uma montagem que fique obrigada a repetir exatamente a anterior. Estarão livres para novas propostas e descobertas. As soluções cênicas que permanecerem da primeira versão terão passado pelo crivo de um novo olhar. Espera-se que o espectador que no passado assistiu "Pequenos trabalhos para velhos palhaços" possa apreciar esse novo espetáculo através da lente transformadora do tempo e articular, assim como os atores, as sensações guardadas na sua memória com as geradas por essa nova experiência. Para os novos espectadores, a certeza que não passará indiferente uma experiência artística que investiga com tanta consistência e maturidade o conflito humano que marca a história daqueles, artistas ou não, que chegam ao fim de suas vidas profissionais com a necessidade de lutar pela própria sobrevivência. Vinte anos é um período longo para uma vida, mas um curtíssimo tempo para a história de uma sociedade. Hoje, infelizmente, ainda vivemos uma crise social profunda que pode, facilmente, fazer sucumbir afetos de longa data pela necessidade de se conseguir um mínimo espaço no ambiente profissional. "Pequenos trabalhos para velhos palhaços" é um retrato dolorido de uma realidade que parece não ter fim. Diante desse quadro podemos perceber o quanto a arte teatral é uma importante ferramenta de transformação e que levar questões como essa para o palco, com humor e poesia, e promover o debate é fundamental para que possamos realizar mudanças concretas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto também atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de espetáculo de artes cênicas.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro de aproximadamente 120 minutos de duração (tempo sujeito a alteração).

Acessibilidade

Para o espetáculo de artes cênicas: A produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para portadores de deficiência e/ou com mobilidade reduzida, caso o espaço não tenha as condições necessárias, a equipe de produção garantirá o acesso conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018. A produção fornecerá 01 apresentação acompanhada por um intérprete de Libras em cada temporada, de forma a atender deficientes auditivos. Parte dos programas será confeccionada em braile, de forma a atender deficientes visuais. Para as ações formativas (contrapartida social): O bate-papo será acompanhado por um intérprete de Libras, de forma a atender deficientes auditivos. Como não haverá material impresso produzido para a ação, não faremos confecção em braile, para atendimento a deficientes visuais. O local será o mesmo das apresentações, em que a a produção priorizará a escolha de espaços que ofereçam condições de acesso para portadores de deficiência e/ou com mobilidade reduzida.

Democratização do acesso

Para o espetáculo de artes cênicas: - A produção disponibilizará 20 por cento (20%) dos ingressos disponíveis para venda para distribuição gratuita a beneficiários de projetos sociais e/ou escolas públicas, em atendimento ao Art. 20 da IN nº 02/2019. - 10% dos ingressos serão comercializados a valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; - Realização de 01 bate-papo entre atores e plateia falando sobre o processo de montagem, em atendimento ao seguinte inciso/medida do Art. 21 da IN nº 02/2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e o􀁺cinas, além da previsão do art. 22; Para as ações formativas (contrapartida social): Em atendimento ao Art. 22 da IN n° 02/2019: - Realização de 01 workshop gratuito sobre produção cultural com Mariana Sobreira e Andréa Alves; - Realização de 01 palestra gratuita sobre direção artística/adaptação de textos para o teatro, com o diretor André Paes Leme; - Realização de bate papo gratuito com parte do elenco sobre a obra e o processo criativo do espetáculo. EMENTA WORKSHOP DE PRODUÇÃO: Mariana Sobreira e Andréa Alves Duração: 3 horas Conteúdo: Planejamento e produção teatral no momento atual Necessidades técnicas: power point e projeção de vídeos Público-alvo: estudantes de produção, produtores e artistas produtores Divulgação: Redes Sociais Inscrições: seleção através do preenchimento de formulário online

Ficha técnica

Autor: MATÉI VISNIEC Tradução: ALEXANDRE DAVID Direção: ANDRÉ PAES LEME Elenco: ALEXANDRE DAVI, AUGUSTO MADEIRA e CLÁUDIO MENDES Figurino: LUCIANA MAIA Iluminação: RENATO MACHADO Cenografia e adereços – CARLOS ALBERTO NUNES Música e Direção musical – LUCAS CIAVATTA Visagismo – MONA MAGALHÃES Direção de produção: ANDRÉA ALVES Gestão Administrativo-financeiro – SINGULARTE PRODUÇÕES Autor: MATÉI VISNIEC Autor, poeta e jornalista, Matéi Visniec nasceu em 29 de janeiro de 1956 em Radauti, na Romênia. É formado em História e Filosofia. Como autor, torna-se membro da União dos Escritores Romenos em 1984. Dramaturgo face à ditadura, ele denuncia a máquina totalitarista (seus textos são constantemente censurados) e em 1987 naturaliza-se francês pedindo asilo político na França, onde se consagra escritor, tornando-se membro da Sociedade das Pessoas de Letras, em 1992; desde a derrubada do regime político na Romênia, em dezembro de 1989, ele é um dos autores mais encenados naquele país; Matéi já recebeu vários prêmios pelos seus trabalhos, entre eles o Prêmio União de Gente de Teatro - pela melhor peça (“Pequenos Trabalhos Para Velhos Palhaços”) e o Prêmio da União de Escritores Romenos - pelo conjunto de sua obra; suas peças são hoje encenadas em quatro continentes: do Piccolo Teatro de Milão ao Teatro Maxime u Pi y de Berlim, passando por Paris, Avignon, Limoges, Teerã, Holanda, Hungria, Polônia, Finlândia, Áustria, Turquia, Rússia, Moldávia, Romênia, Hollywood e, com destaque nas temporadas pelas diferentes cidades do Brasil. Influenciado pelo universo de Kafka e pelas lógicas do absurdo, do fantástico ou do feérico- os quais podemos encontrar fartamente na Europa Oriental, o escritor não cessa de desenvolver a sua palheta. Trabalha com humor bem particular os males de nossos tempos: a crise de ideal e da ideologia no fim do século XX e começo do novo, sem contar o mal-estar mais generalizado dentro da civilização. Ele, que atualmente vive em Paris, tem mais de cinquentas peças escritas e inúmeras coletâneas de poesias e de novelas. É o autor, no seio da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, de uma tese sobre a resistência cultural na Europa Oriental pós 1945. Tradução: ALEXANDRE DAVID Realizou trabalhos na Europa com Ariane Mnouchkine (Théâtre du Soleil), Alain Olli­vier (O Anjo Negro), Simon McBurney (do Théâtre de Cumplicité, de Londres), Carina Holla (Teatro Físico de Amsterdam) e com os atores da Cia. de Peter Brook. No Brasil, trabalhou com Daniel Filho, José Padilha, Bia Lessa, Gilberto Gawronsky, Moacyr Góes, Ricardo Wad­dington, Dênis Carvalho, Luís Fernando Carvalho, Wolf Maya, entre outros. Foi indicado ao Prêmio Mambembe de Melhor Ator por sua participação na peça “A Casa da Madrinha”. Seus trabalhos mais recentes são: “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes, direção de Amir Haddad; “Ludi na Revolta da Vacina”, direção de Augusto Madeira e “Leonel Pé de Ven­to”, direção de João Batista. Na TV esteve no ar com a novela “Geração Brasil”, pela Rede Globo, na faixa das 19h. Direção: ANDRÉ PAES LEME Encenador formado na UNIRIO e Mestre em Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa. Atualmente frequenta o doutorado na Universidade de Lisboa. Como encenador profissional, desde 1992, já realizou mais de 50 espetáculos, entre peças teatrais, concertos musicais, óperas e eventos comemorativos de relevância cultural. Suas últimas encenações foram: “Agosto”, de Tracy Letts (2017), “Esperança”, de César Mourão (2015), “Amigo Cyro muito te admiro”, de Rodrigo Alzuguir (2014), “O Lugar escuro”, de Heloisa Seixas (2013) “Arresolvido”, de Érida Castello Branco (2012), “Um Rubi no Umbigo”, de Ferreira Gular (2011) “Hamelin”, de Juan Mayorga (2009), pelo qual recebeu o Prêmio APTR/2010 de melhor direção, “Candeia”, de Eduardo Rieche (2008), “A hora e vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa (2007), “Uma última cena para Lorca”, de Antônio Roberto Gerin (2005), “Grande Othelo”, de Douglas Dwight (2004), “Chega de sobremesa”, de Stela Freitas (2002), “Engraçadinha”, de Nelson Rodrigues (2001), “Pequenos trabalhos para velhos palhaços”, de Matei Visniec (2000). Elenco: ALEXANDRE DAVI, AUGUSTO MADEIRA e CLÁUDIO MENDES ALEXANDRE DAVID – Realizou trabalhos na Europa com Ariane Mnouchkine (Théâtre du Soleil), Alain Olli­vier (O Anjo Negro), Simon McBurney (do Théâtre de Cumplicité, de Londres), Carina Holla (Teatro Físico de Amsterdam) e com os atores da Cia. de Peter Brook. No Brasil, trabalhou com Daniel Filho, José Padilha, Bia Lessa, Gilberto Gawronsky, Moacyr Góes, Ricardo Wad­dington, Dênis Carvalho, Luís Fernando Carvalho, Wolf Maya, entre outros. Foi indicado ao Prêmio Mambembe de Melhor Ator por sua participação na peça “A Casa da Madrinha”. Seus trabalhos mais recentes são: “O Santo Inquérito”, de Dias Gomes, direção de Amir Haddad; “Ludi na Revolta da Vacina”, direção de Augusto Madeira e “Leonel Pé de Ven­to”, direção de João Batista. Na TV esteve no ar com a novela “Geração Brasil”, pela Rede Globo, na faixa das 19h. AUGUSTO MADEIRA - No teatro, Augusto Madeira acumula mais de 50 peças, entre espetáculos adultos e infantis. Em 2015, foi ao ar com a série Os Experientes, da Rede Globo, dirigida por Fer­nando Meirelles. Desde 2009, o ator coordena e ministra oficinas de preparação para novos apresentadores no canal Multishow. Recordista em aparições na série Cilada, estrelado por Bruno Mazzeo. CLÁUDIO MENDES – Com mais de 70 espetáculos realizados. Seu currículo conta com a parceria de dire­tores como Amir Haddad (“Noite de Reis”, “O Santo Inquérito”, “O Castiçal”, “Essa Noite se Improvisa”), Aderbal Freire-Filho (“O Tiro que Mudou a História”, “O Que Diz Molero”, “Hamlet”), André Paes Leme (“Forrobodó”, “Pequenos Trabalhos Para Velhos Palhaços”, “A Capital Federal”), Moacir Chaves (“Bugiaria”), Ilo Krugli (“A Zeropéia”) e Lucia Coelho (“Papagueno”). Na TV pode ser visto nas novelas “Esperança”, “Rei do Gado”, “Os Maias”, “Terra Nos­tra”, “Chiquinha Gonzaga”, “Aquarela do Brasil”, “SOS Emergência”, “Gabriela” e mais re­centemente na novela “Sol Nascente”, exibida também pela Rede Globo, na faixa das 18h. Figurino: LUCIANA MAIA Possui bacharelado em Indumentária pela Escola de Belas Artes da UFRJ, mestrado (2013) e doutorado (2017) em Artes Visuais, na linha de pesquisa Poéticas Interdisciplinares pela mesma instituição (UFRJ - PPGAV). Professora da UFRJ-EBA na área de desenho desde 2015. Professora também na área de desenho e processos de criação da Universidade Veiga de Almeida de 1998 a 2014. Participou da equipe de professores do projeto-workshop intensivo Procedência e Propriedade idealizado pelo professor Charles Watson (Ateliê Mundo Novo) de junho de 2007 a janeiro de 2011. Possui experiência na área de Artes, mais especificamente em desenho e processos de criação, além de atuar como figurinista para espetáculos teatrais e cinema. Iluminação: RENATO MACHADO Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO, bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá e há mais de vinte anos atuando no mercado cultural brasileiro, Renato Machado já realizou mais de uma centena de trabalhos iluminando peças teatrais, espetáculos de dança, óperas, shows, exposições etc. e é autor do livro “A luz montagem”, fruto da sua dissertação de mestrado, editado em 2015 pela Editora Prismas, que trata de possibilidades da iluminação cênica como ferramenta da construção teatral. Diversas vezes indicado para premiações, recebeu o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil de 2010 pelo espetáculo “Marina, a sereiazinha”, o Prêmio APTR de Teatro 2010 pelos espetáculos: “Marina”, “A senhora dos afogados”, “Hamelin” e “O deus da carnificina”, o Prêmio Cesgranrio de Teatro 2014 pelo espetáculo “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir” , o Prêmio Botequim Cultural 2016 pelo espetáculo “Auê”, o Prêmio CBTIJ de Teatro 2016 pelo Espetáculo “A gaiola” e o Prêmio Shell de Teatro 2016 por “Uma praça entre dois prédios, próximo de um chaveiro, grafites na parede e uma árvore.” Acompanha, como iluminador, o trabalho de diversas companhias teatrais como os grupos Sobrevento e Pequod, de teatro de bonecos, e a Companhia Teatro Autônomo, do diretor Jefferson Miranda; além de desenvolver parcerias com diretores como Christiane Jatahy (A Falta que Nos Move, Leitor por Horas) e André Paes Leme (Engraçadinha, A Hora e a Vez de Augusto Matraga, É Samba na Veia, é Candeia). Por “Auê” foi indicado aos prêmios Shell, Botequim Cultural, Bibi Ferreira e Reverência de Melhor Iluminação. Pela iluminação de “Suassuna – O Auto do Reino do Sol”, foi indicado aos prêmios Cesagranrio e Reverência, em 2017. Tem percorrido diversos países na Europa, Ásia, África e América Latina em turnês e mostras competitivas. Cenografia e adereços – CARLOS ALBERTO NUNES Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas / PPGAC - da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Possui graduação em Artes Cênicas pela mesma Instituição (1992), onde também é Professor Adjunto e ministra disciplinas para o Bacharelado em Cenografia e Indumentária e para a Licenciatura em Ensino do Teatro. É chefe do Departamento de Cenografia desde 2007 e foi membro do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Cenografia e Indumentária de 2012 até 2014. Foi membro da Companhia PEQUOD Teatro de Animação, de 2001 a 2012, considerada a principal companhia de teatro de animação carioca. Participou como artista convidado na Mostra Nacional Brasileira na Quadrienal de Praga 2011: Espaço e Design Cênico, com a cenografia de A Chegada de Lampião no Inferno. A Mostra nacional ganhou o Triga de Ouro, prêmio máximo do evento. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro. Música e Direção musical – LUCAS CIAVATTA Licenciado em Educação Artística com Habilitação em Música, pela UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1994) e Mestre em Educação pela UFF - Universidade Federal Fluminense (2003). Atualmente é diretor do Instituto d'O Passo e professor da Escola Maracatu Brasil. É o criador do método O Passo de educação musical, utilizado no Brasil e no exterior (EUA, França e Alemanha), tanto em instituições acadêmicas (UNIRIO, Conservatório de Besançon/França, Westmister Choir College/EUA, Musikschule City West/Alemanha e outros) quanto em espaços de cultura popular (Escola de Samba Império Serrano, Monobloco, Bloco do Sargento Pimenta e outros). É também diretor do grupo de percussão e canto Bloco d'O Passo. Visagismo – MONA MAGALHÃES Doutora em Estudos da Linguagem (UFF ); Mestre em Ciência das Artes (UFF); Especialista em maquiagem - Makeup Designory (MUD / USA); Bacharel em Artes Cênicas (UNIRIO). Professora da Escola de Teatro da UNIRIO. Responsável pela caracterização de mais de 70 obras teatrais. Foi indicada ao Prêmio Shell 2018 e recebeu os prêmios: Avon Color/ 1995 e 2004; Coca-Cola / 2000; CBTIJ / 2016 e 2017; Prêmio de Excelência ISTAN - China / 2018. Direção de produção: ANDRÉA ALVES A carioca Andréa Alves está há 27 anos no mercado de produção cultural. Formada em jornalismo pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e em produção cultural, pela Universidade Cândido Mendes, uniu o prazer pela música ao apreço pela escrita e história da cultura brasileira, junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão. Construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos, como os musicais “ELZA”, “Suassuna – O Auto do Reino do Sol”, “Auê”, “Gota d’Água [a seco]” e “Gonzagão, A Lenda”. Gestão Administrativo-financeiro: SINGULARTE PRODUÇÕES A Singularte é uma empresa brasileira, criada em 2008, com atuação em diversas áreas culturais. Foi responsável pela elaboração e formatação de mais de 60 projetos culturais e sociais, além de ter realizado trabalhos de captação de recursos, captação de apoios, produção executiva, gestão e prestação de contas de diversos projetos. Destacam-se: gestão do ateliê e a produção executiva de exposições do artista plástico Carlos Vergara (2006 a 2008); realização do premiado espetáculo Chopin & Sand: Romance sem Palavras (2011); foi professora do curso Gestão de Projetos, em evento do Sebrae, em São Luís do Maranhão (2012); integrou a equipe de professores e consultores do Rio Criativo (2014 e 2015); administração da 3ª edição do Festival Adaptação (2012); produção executiva e realização da mostra A luz (imagem) de Walter Carvalho, no RJ, em Brasília, Fortaleza e São Paulo (2013 e 2014); produção executiva e realização da mostra “Grande Othelo: o Maior ator do Brasil”, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília (entre 2015 e 2017); produção executiva e realização da mostra “Pérola Negra: Ruth de Souza” nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília (2016); produção executiva da 51ª, 52ª e 53ª edições do Festival Villa-Lobos (2013 a 2015); Coordenadora de planejamento na Sarau Agência de Cultura Brasileira, participando da produção de premiados espetáculos musicais como “Auê”, “Gota D’Água” e “Suassuna – O Auto do Reino do Sol” (2015 a 2017); Recentemente fez a produção executiva do 55º, 56º E 57º Festival Villa-Lobos e do show de Alfredo Del-Penho no Espaço Furnas Cultural/RJ. Continua atuando na produção executiva e no planejamento de projetos da Sarau Agência de Cultura Brasileira e faz assistência administrativa para a Cia. Barca dos Corações Partidos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo