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Realização de atividades de formação no Jardim do Museu Casa das Rosas para alunos de escolas públicas (municipal e estadual), escolas privadas e de capacitação profissional para zeladoria do patrimônio histórico, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela POIESIS _ Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura.
OBJETIVO GERAL: O projeto tem como finalidade a realização das atividades formativas no Jardim do Museu Casa das Rosas durante o período de restauração do imóvel. OBJETIVO ESPECÍFICO: Apresentamos, a seguir, de forma mais detalhada, os objetivos específicos do projeto: - Realizar um programa especial de atividades formativas dirigidas ao público escolar e outros grupos (incluindo-se pessoas em estado de vulnerabilidade social), com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio histórico e cultural, contribuindo, assim, para que cidadãos tenham acesso ao pleno exercício dos seus direitos culturais; - Contratar de intérprete de Libras para assegurar a acessibilidade nas atividades a pessoas com deficiência auditiva. - Aquisição de material de apoio pedagógico realização das atividades propostas; - Alugar ônibus com motoristas para levar crianças e jovens de escolas dos sistemas municipal e estadual; - Aquisição de tenda para assegurar a realização das atividades. - Alugar banheiros químicos durante o período de atividades; - Transferir para outros locais os acervos bibliográficos e museológicos, assegurando a sua preservação.
O projeto apresentado enquadraâ€?se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os turistas que visitam a cidade de São Paulo, a Avenida Paulista é um dos pontos sempre recomendados para se conhecer a essência da cidade. Localizada no início desse famoso cartão postal, o Museu Casa das Rosas é um local obrigatório de visitação, dedicado às mais diversas manifestações culturais, com enfoque em poesia e literatura. A construção da casa, em estilo clássico francês, iniciou-se em 1928, quando o escritório do arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo, autor do projeto, já era tido como o mais conceituado da área, e foi concluída em 1935. Possui trinta cômodos, um belíssimo vitral colorido, que decora o hall de entrada do casarão, edícula e jardins. Seus pavimentos se dividem em térreo, mansarda, primeiro andar e porão. Uma grande atração do espaço é o jardim, inspirado do Palácio de Versalhes, que abriga o famoso roseiral, origem do nome do Museu. A Casa possui área de 1.164,5 m² e conta com uma edícula com área de 154 m², e está localizada em um lote de 5.500 m². O imóvel foi habitado pelos herdeiros do arquiteto Ramos de Azevedo até 1986, quando ocorreu a sua desapropriação pelo Governo do Estado de São Paulo, sendo tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico _ CONDEPHAAT Nessa época, o Museu Casa das Rosas já dividia espaço na Avenida Paulista com prédios comerciais, bancos, edifícios modernos e o característico trânsito de pessoas e veículos. Ameaçado de demolição, o casarão foi preservado em ação inédita no Brasil. A atmosfera onírica da antiga edificação e seu jardim, em contraste com a moderna estrutura urbana, traduz o que o Museu Casa das Rosas representa: um refúgio, um oásis, onde toda a expressão poética encontra seu espaço. Um território onde a liberdade artística se materializa, por meio de exposições, atividades culturais e educativas que privilegiam a formação e a difusão na área da literatura. É nesse contexto que o Museu Casa das Rosas, rebatizada em 2004 como Casa das Rosas _ Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura (ao receber, então, a doação do acervo completo de livros e também alguns objetos pessoais do poeta Haroldo de Campos, morto em 16 de agosto de 2003) tem oferecido à população de São Paulo cursos, oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições ligadas à literatura, etc. Transformou-se, portanto, em um Museu que se notabiliza pelo trabalho de difusão e promoção da literatura de escritores muitas vezes deixados de lado pelo mercado e pela oferta de oficinas e cursos de formação para aqueles que pretendem se tornar escritores ou aprimorar sua arte. A resposta da população tem sido surpreendente. Das cerca de 385 mil pessoas que visitaram a Casa das Rosas no ano de 2018, a grande maioria foi composta por frequentadores dos seus cursos e eventos literários. Sucedem-se os relatos de pessoas das mais variadas formações, idades e níveis sociais que se iniciaram na literatura por meio dos trabalhos na Casa das Rosas. Abundam os relatos de escritores já bastante conhecidos de que a sua participação nos eventos da Casa estimulou o seu trabalho e a sua carreira. Trata-se de um local que promove as tendências mais claras da cultura paulistana: a mescla de erudição, oferecida nos cursos e palestras, e do espírito renovador, estimulado por meio do convite à apresentação de inúmeros artistas, poetas, músicos, dramaturgos, escritores em geral, que podem, nesse espaço, democraticamente, expor suas experimentações. A Casa das Rosas abriga três tipologias de acervo: bibliográfico, arquivístico e museológico: Bibliográfico: composto por livros que faziam parte da biblioteca do poeta Haroldo de Campos. Com base nesse conjunto inicial, o acervo vem se ampliando por meio de doações e aquisições. Com 21.244 volumes, entre livros e periódicos, a Coleção Haroldo de Campos representa um espaço singular de pesquisa. A amplitude de interesse do poeta se espelha na diversidade do conjunto, onde estão representadas 34 línguas e inúmeras literaturas estrangeiras. Os apontamentos de leitura de Haroldo, na forma de grifos, notas marginais e índices remissivos, representam uma valiosa fonte de investigação do processo de leitura e reflexão do escritor. O acervo Haroldo de Campos também inclui a Coleção L. C. Vinholes, formada por um significativo conjunto de obras de Poesia Concreta brasileira e de poesia japonesa. O acervo bibliográfico, a ser consultado in loco com agendamento prévio, é continuamente visitado por pesquisadores nacionais e estrangeiros. Arquivístico: formado por periódicos, hemeroteca, conjunto de anotações e documentos que foram doados com o conjunto bibliográfico pertencente a Haroldo de Campos. Museológico: composto por 121 itens, entre os quais, objetos pessoais, mobiliário do escritório, obras de arte e fotografias que pertenceram ao poeta. Também faz parte desse acervo, a Coleção Casa das Rosas formada por um conjunto de fotos antigas, que contam a história da edificação em diversas fases, de seus moradores e também registram as intervenções que ocorreram no prédio. Integram esse conjunto algumas obras de arte. A Casa das Rosas abriga o Centro de Referência Haroldo de Campos, destinado a: pesquisar, preservar, fomentar, complementar e difundir a obra do poeta e escritor; registrar regularmente depoimentos de intelectuais e artistas que tiveram contato com o poeta, a fim de reconstituir facetas de sua biografia e detalhar sua trajetória como poeta, tradutor e teórico da literatura; desenvolver e oferecer uma programação cultural específica sobre a obra de Haroldo de Campos. A Casa abriga, ainda, o Centro de Apoio ao Escritor, núcleo fomentador e multiplicador de conhecimentos literários, da prática da escrita criativa à difusão da leitura como elemento constitutivo da cidadania. São da responsabilidade do Centro o Curso de Preparação de Escritores _ CLIPE, CLIPE Jovem e o evento SOS Literatura, além de ações realizadas em parceria com o programa Oficinas Culturais e prefeituras, permitindo um alcance de público, além daquele atendido nos espaços do Museu. Atualmente, o Museu Casa das Rosas está aberto à visitação de janeiro a dezembro, exceto às segundas-feiras e nos dias 01 de janeiro, terça de carnaval, 24, 25 e 31 de dezembro. Nos demais dias, o funcionamento é de terça-feira a sábado das 10h às 22h, domingos e feriados das 10 às 18h. As segundas-feiras são dedicadas a serviços internos. A entrada é gratuita. De janeiro de 2016 a dezembro de 2018 foram realizadas 7 exposições temporárias e 508 eventos. Nesse período foi computado um público visitante total crescente, conforme segue: - Em 2016 de 191.615 pessoas; - Em 2017 de 265.462 pessoas;- Em 2018 de 385.120 pessoas. O Museu Casa das Rosas, desde a sua reinauguração como Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, no final de 2004, vem recebendo ações de manutenção que, entretanto, não foram suficientes para evitar as implacáveis ações do tempo e de uso, que resultaram em uma diversidade de avarias. Este projeto complementa a ação de restauro ofertando atividades formativas com o objetivo de apresentar a importância da preservação e salvaguarda do patrimônio material e imaterial.
As atividades oferecidas são gratuitas. As atividades do Núcleo Educativo são voltadas principalmente para as escolas municipal e estadual de ensino e realizadas de acordo com as faixas etárias dos alunos. PRODUTO: Oficinas, Palestras e Visitas EducativasDEFICIENTE AUDITIVOS: Intérprete de LibrasDEFICIENTE VISUAIS: Não se aplicaACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades oferecidas serão realizadas no Jardim do Museu Casa das Rosas. O espaço é de fácil acesso para movimentação e terá áreas reservadas para pessoas com deficiência física. PRODUTO: Contrapartidas SociaisDEFICIENTE AUDITIVOS: Intérprete de LibrasDEFICIENTE VISUAIS: Não se aplicaACESSIBILIDADE FÍSICA: As atividades oferecidas serão realizadas no Jardim do Museu Casa das Rosas. O espaço é de fácil acesso para movimentação e terá áreas reservadas para pessoas com deficiência física.
O projeto enquadra-se nos seguintes inciso do Art. 21 da Instrução Normativa Nº 02/2019: PRODUTO: Oficinas, Palestras E Visitas EducativasII - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; PRODUTO: Contrapartidas SociaisII - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; As atividades são gratuitas e voltadas para todas as pessoas interessadas nos temas apresentados.
PROPONENTE: POIESIS ‐ responsável pela coordenação geral da Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo por meio das ações: curadoria, museológica, administrativo-financeira, gestão de recursos humanos, compras e contratação, Comunicação (assessoria de imprensa, design e marketing) e TI. É uma Organização Social de Cultura, assim qualificada junto à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, que gere por meio de contratos de gestão os Programas Fábricas de Cultura, Oficinas Culturais e a Rede de Museus-Casas Literários composta pelos museus Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Casa Mário de Andrade. EQUIPE: Clovis Carvalho ‐ Diretor Executivo da Poiesis, responsável por acompanhar e orientar o planejamento e execução do projeto. Plinio Correa ‐ Diretor Administrativo Financeiro da Poiesis, responsável pela gestão financeira e prestação de contas do projeto. Maria Izabel Casanovas - Assessora Técnica da Poeisis, responsável pela gestão do projeto e prestação de contas. Marcelo Tápia ‐ Superintendente da Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo, responsável pela orientação estratégica e curatorial das atividades, assim como pela gestão das equipes e recursos. Ivanei da Silva ‐ Museólogo da Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo, responsável pela manutenção dos acervos, pelos projetos expográficos e pela coordenação da elaboração dos planos museológicos. Karina Borgo ‐ Responsável pela área Administrativa da Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo, responsável pela contratação dos profissionais e dos serviços do Projeto. Alexandra Rocha ‐ Coordenadora do Núcleo Educativo da Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo, responsável pela idealização das atividades educativas e pela coordenação das equipes de atendimento ao público. Carla Regina Oliveira ‐ Coordenadora de Comunicação da Poiesis, responsável pela elaboração e implantação das estratégias de Comunicação e Divulgação.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.