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Este projeto consiste na realização de uma oficina preparatória para o Carnaval 2020/2021 de BH, com aulas de percussão e de figurinos (customização de fantasias) , do Bloco Mamamiga Folia. Teremos ainda, no encerramento do projeto, uma apresentação do bloco, aberta egratuita ao público em geral.
Oficina de Percussão: - Carga Horária: 18 hs - Público: Mulheres que tiveram ou estão em tratamento de Câncer, seus companheiros, alunos de escolas públicas da Grande BH e, por último, público no Geral. - Vagas: 70 pessoas - Conteúdo programático: 02 horas de teoria sobre instrumentos utilizados 02 horas sobre como tocar cada instrumento 14 horas de prática instrumental / ritmo - Paulo Roberto Alves Pereira: Facilitador da Oficina de Percussão Iniciou o contato com a música aos 5 anos de idade, tocando nos blocos caricatos e escolas de Samba de Belo Horizonte.• CORSARIOS DO SAMBA• INOCENTES• ACADEMICOS DE VENDA NOVA• CACARECOS• INCONFIDENCIA MINEIRA• UNIDOS DE SANTA TEREZA Oficinas de Percursão Mestre Waguinho ( Rio de Janeiro) – 2019Diretor e Mestre de Bateria do Bloco Com Sagrados – 2016 a atualCurso de Cavaquinho com Professor Dario – 2011 a 2012Experiência como Hold de Percussão nas bandas• Nau de Era• Tríplice Coroa Oficina de Percussão: - Carga Horária: 18 hs - Público: Mulheres que tiveram ou estão em tratamento de Câncer, seus companheiros, alunos de escolas públicas da Grande BH e, por último, público no Geral. - Vagas: 40 pessoas - Conteúdo programático: 02 horas de teoria sobre materiais 03 horas sobre técnicas de costura e acabamentos 13 horas de prática instrumental / ritmo - Odette Castro de Mello Gomes: Facilitadora da oficina de Figurino/Customização de abadás Cursou Biologia, mas nunca exerceu a profissão. De secretaria executiva passou a redatora da casa Civil do estado de Minas Gerias, quando nasceu sua segunda filha, com uma síndrome rara: RubisteinTaibi. Devido aos cuidados que a filha necessitava, mesmo concursada, exonerou-se do cargo publico, dedicando somente ao tratamento da filha. Não tardou a desenvolver a síndrome do pânico e como parte do tratamento, desenvolveu uma técnica de forração e decoração de caixas que tanto serviam para presentes, decoração e organização de espaços. Apaixonada por música e literatura, começou a usar estes temas nas caixas. Fez varias exposições como a historia do rock , na extinta livraria Travessa. Nesta exposição que ia de Elvis a Skank, usou alem do papel e fotos, pedaços de vinil, fitas cassetes, couro, sempre de acordo com cada um dos artistas. Falou também sobre literatura, com a biografia de Cecilia Meireles, Drummond, Fernando Pessoa , Machado de Assis.Contou a historia do feminismo através de Pagu e falou sobre a semana da arte . Como achava que caixas sao produtos de muita circulação, penava levar a arte e cultura mais rápido através delas do que em quadros. Passou a inserir croche e tricot em seus trabalhos, e desenvolveu projetos de decoração onde as caixas substituem vidros para flores. Nas festas temáticas faz questão de passar aos funcionários um estudo do tema trabalhado. Seja ele cidade, marca de produto , musica etc. Resgata receitas de famílias, colchas de crochê, mantas de tricot, transformando em objetos atuais. Percebeu que a criatividade acalma ecura e começou a dar pequenas oficinas de criatividade. Unindo a técnica de colagem ao conceito de que todos tem criatividade. Faltando a coragem para expor um trabalho sem medo . Um trabalho autoral. Totalmente contra cópias , técnicas de passo a passo e aulas de artesanato onde não se desenvolve a criatividade, não se prende a moda. Acha a criação uma liberdade que quando conseguida, aumenta a auto estima, segurança , amor próprio, respeito. Em 2016 escreveu o livro Rubi onde relata todo a historia de convívio entre ela e as duas filhas. Sem auto piedade e sem o referido medo da exposição, adquirido através da arte, consegue transmitir uma verdade as vezes dolorosa, as vezes engraçada, de uma forma bem realista. Um dia dia de uma família com seus problemas, alegrias e tristezas. Ao perceber como o livro despertou as pessoas para o seu interior e ouvindo muitos comentários sobre pensou na criação de oficinas com palestra e cursos de cartonagem, flores, croche e tricot. Desenvolveu também técnicas de colagem em paredes e moveis, dando nova aparência aos mesmos.
São Objetivos deste projeto: GERAIS: - Dar capacitação constante às pessoas interessadas em participar do Bloco Mamamiga Folia;- Dar visibilidade ao Bloco;- Dar visibilidade à causa do combate e prevenção do câncer de mama;- Resgatar a autoestima das mulheres que passaram por esta doença, através de ações culturais;- Trazer os companheiros destas mulheres para a sua caminhada. ESPECÍFICOS: - Realizar uma oficina de 18 horas, de percussão/bateria para 70 pessoas, preferencialmente mulheres que tiveram câncer de mama (ou estão em tratamento) e seus companheiros;- Realizar uma Oficina de figurino/Customização de Fantasias, com 18 horas, para 40 pessoas, da mesma forma, preferencialmente mulheres que tiveram câncer de mama (ou estão em tratamento) e seus companheiros;- Realizar um evento ao final das oficinas, com apresentação da Bateria do Bloco Mamamiga Folia e seus novos músicos. Teremos ainda apresentação dos abadás customizados, desenvolvidos na oficina de figurino, Barracas de Alimentação, outras apresentações e uma Barraca da Mama Amiga orientando sobre Câncer de Mama. - Realizar ainda Contrapartida social com 04 palestras em Escolas Públicas da Grande BH, sobre a "História do Carnaval em MG".
Conforme critérios da lei 8.313, este projeto se justifica, pois: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: apresentação cênica musical. Temos ainda por que este projeto se justifica: - Utiliza ações culturais como resgate da autoestima de mulheres que tiveram ou tem câncer de mama. Como diz a proponente: "É essencial que as mulheres em tratamento ou que passaram por esta experiência insiram, em sua rotina, atividades de entretenimento e socialização. Elas não têm de ficar confinadas em casa, mas aproveitar a vida e ter boas experiências." - Oferece de forma gratuita, 110 vagas de oficinas culturais. Assim , podemos dizer que este projeto é democrático e oferece acesso livre a produtos e serviços culturais; - Da mesma forma, oferece um grande encontro, o evento final, com entrada franca; - Inicia um projeto de qualificação da bateria e do figurino do bloco Mamamiga Folia. É importante salientar que a cidade de Belo Horizonte, descobriu e desenvolveu a melhor ação de todos os tempos, no fomento ao turismo. Milhões de foliões, de diversas regiões do Brasil e até do Exterior, hoje procuram a cidade neste período. É importante fazermos nossa parte: oferecer sempre e, a cada dia mais,produtos e serviços culturais de qualidade; - Dá visibilidade ao Bloco Mamamiga Folia, consolidando sua participação no Carnaval Oficial da cidade de Belo Horizonte; - Realiza um evento final, que podemos chamar de "Grito de Carnaval" que pode, a médio prazo, ser uma divulgação prévia do carnaval do ano seguinte da cidade de Belo Horizonte.
Não se aplica.
A Acessibilidade deste projeto, se dará: Nas Oficinas: I – ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde ocorrerão as oficinas atenderá as regras de acessibilidade, com espaço amplo, rampa de acesso, corredores largos e banheiros adaptados. II - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: No caso de demanda, será contratado intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva. Será impresso material de conteúdo em braile. Na apresentação: I – ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde ocorrerá a apresentação atenderá as regras de acessibilidade, com espaço amplo, rampa de acesso, corredores largos e banheiros adaptados. II - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: No caso de demanda, será contratado intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva e telão com legendas. Na Contrapartida Social: I – ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço onde ocorrerão as palestras atenderá as regras de acessibilidade, com espaço amplo, rampa de acesso, corredores largos e banheiros adaptados. II - ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Acompanhará o palestrante, um intérprete de libras.
Em atendimento ao disposto no Artigo 21 da Instrução Normativa nº 2/Ministério da Cidadania, adotaremos: Nas Oficinas: "V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22" Assim teremos as oficinas ofertadas de forma livre e gratuita. P.S.: Priodidade: A Prioridade será dada às mulheres que tiveram ou estão em tratamento de câncer de mama e seus companheiros. Depois, Público em geral. Na apresentação: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 Assim teremos entrada franca.
Mônica Reis: o proponente realizará a função de Coordenador Geral, sendo também responsável pela total gestão do processo decisório do projeto. Para tal, receberá pela rubrica “Coordenação Geral”. Ações Globais realizada no período de 1990 a 1992 em Belo Horizonte e outros municípios de MG;• Criação do bloco Mamamiga Folia, em 2018, do qual é a responsável.• Elaboração de projetos dos eventos da ASPRECAM, com ações voltadas para saúde cultura, desenvolvidos em praças públicas de Belo Horizonte (Outubro Rosa 2016, Outubro Rosa 2017 e Outubro Rosa 2018, realizados, respectivamente, na praça JK, Rua Padre Rolim, 200 e Praça Sete;• Participação do evento Fashion For Life, em SP, com a organização do stand da ASPRECAM;• Responsável pelo planejamento e execução do evento do Outubro Rosa 2019, a ser desenvolvido na praça Duque de Caxias, em 29 de setembro de 2019;• Experiência em realização de programas de educação ambiental (Consultora do projeto “Semeando o Meio Ambiente na Bacia do Rio das Velhas”, desenvolvido pela SEMAD em parceria com o projeto Manuelzão;• Coordenação de eventos para atendimento à comunidade, no período de 1991 e 1992 (Ação Global). Paulo Roberto Alves Pereira: Facilitador da Oficina de Percussão Iniciou o contato com a música aos 5 anos de idade, tocando nos blocos caricatos e escolas de Samba de Belo Horizonte.• CORSARIOS DO SAMBA• INOCENTES• ACADEMICOS DE VENDA NOVA• CACARECOS• INCONFIDENCIA MINEIRA• UNIDOS DE SANTA TEREZA Oficinas de Percursão Mestre Waguinho ( Rio de Janeiro) – 2019Diretor e Mestre de Bateria do Bloco Com Sagrados – 2016 a atualCurso de Cavaquinho com Professor Dario – 2011 a 2012Experiência como Hold de Percussão nas bandas• Nau de Era• Tríplice Coroa Odette Castro de Mello Gomes: Facilitadora da oficina de Figurino/Customização de abadás Cursou Biologia, mas nunca exerceu a profissão. De secretaria executiva passou a redatora da casa Civil do estado de Minas Gerias, quando nasceu sua segunda filha, com uma síndrome rara: RubisteinTaibi. Devido aos cuidados que a filha necessitava, mesmo concursada, exonerou-se do cargo publico, dedicando somente ao tratamento da filha. Não tardou a desenvolver a síndrome do pânico e como parte do tratamento, desenvolveu uma técnica de forração e decoração de caixas que tanto serviam para presentes, decoração e organização de espaços. Apaixonada por música e literatura, começou a usar estes temas nas caixas. Fez varias exposições como a historia do rock , na extinta livraria Travessa. Nesta exposição que ia de Elvis a Skank, usou alem do papel e fotos, pedaços de vinil, fitas cassetes, couro, sempre de acordo com cada um dos artistas. Falou também sobre literatura, com a biografia de Cecilia Meireles, Drummond, Fernando Pessoa , Machado de Assis.Contou a historia do feminismo através de Pagu e falou sobre a semana da arte . Como achava que caixas sao produtos de muita circulação, penava levar a arte e cultura mais rápido através delas do que em quadros. Passou a inserir croche e tricot em seus trabalhos, e desenvolveu projetos de decoração onde as caixas substituem vidros para flores. Nas festas temáticas faz questão de passar aos funcionários um estudo do tema trabalhado. Seja ele cidade, marca de produto , musica etc. Resgata receitas de famílias, colchas de crochê, mantas de tricot, transformando em objetos atuais. Percebeu que a criatividade acalma ecura e começou a dar pequenas oficinas de criatividade. Unindo a técnica de colagem ao conceito de que todos tem criatividade. Faltando a coragem para expor um trabalho sem medo . Um trabalho autoral. Totalmente contra cópias , técnicas de passo a passo e aulas de artesanato onde não se desenvolve a criatividade, não se prende a moda. Acha a criação uma liberdade que quando conseguida, aumenta a auto estima, segurança , amor próprio, respeito. Em 2016 escreveu o livro Rubi onde relata todo a historia de convívio entre ela e as duas filhas. Sem auto piedade e sem o referido medo da exposição, adquirido através da arte, consegue transmitir uma verdade as vezes dolorosa, as vezes engraçada, de uma forma bem realista. Um dia dia de uma família com seus problemas, alegrias e tristezas. Ao perceber como o livro despertou as pessoas para o seu interior e ouvindo muitos comentários sobre pensou na criação de oficinas com palestra e cursos de cartonagem, flores, croche e tricot. Desenvolveu também técnicas de colagem em paredes e moveis, dando nova aparência aos mesmos.
PROJETO ARQUIVADO.