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PRONAC 200343Apresentou prestação de contasMecenato

Centro Cultural 25 de Julho - Plano Anual 2021

CENTRO CULTURAL 25 DE JULHO DE PORTO ALEGRE
Solicitado
R$ 182,0 mil
Aprovado
R$ 178,8 mil
Captado
R$ 178,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
20

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2020-01-21
Término
2022-02-25
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto cria ações para o Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, visando aumentar a participação de crianças e jovens em grupos de iniciação à música através do canto coral, a formação musical através de instrumentos diversos e a formação técnica em teatro de bonecos, com bolsas gratuitas a alunos de escolas públicas do entorno da sede, e grande espetáculo de final de ano. Entre as ações, também a realização de evento cultural mensal com grupos externos ou da casa e a organização e preservação do acervo documental, em vista do próximo 70º aniversário do Centro Cultural.

Sinopse

As propostas didáticas se mantêm, apenas buscando executá-las através do recurso online, enquanto não houver possibilidade do retorno presencial das atividades, reabrindo as portas do Centro Cultural 25 de Julho:PROPOSTA DIDÁTICA/CURATORIAL PARA O CORO INFANTO-JUVENIL(8 a 12 anos): São elementos da proposta didática da professora/regente Fernanda Nóvoa Zalduondo: - Trabalhar a voz cantada através do canto em conjunto. - Desenvolver o ouvido, a afinação, a percepção, sensibilidade, a expressividade e a comunicação. - Desenvolver o ritmo e a prática em conjunto. - Promover a interação com outros grupos. O trabalho com as crianças é feito de uma forma lúdica e divertida buscando o envolvimento das crianças e desenvolvendo diferentes estilos musicais através de obras originais e conhecidas, Trabalhar em diferentes línguas e ritmos diferentes do mundo inteiro. Fazer apresentações e encontros com outros corais. PROPOSTA DIDÁTICA/CURATORIAL PARA O CORO JOVEM (13 a 18 anos) Regente: Federico Trindade Trabalhar, por meio da música vocal, de percussão corporal e de técnicas alternativas e modernas de regência, com o uso natural e consciente do corpo; desenvolver e explorar a compreensão individual e grupal sobre a voz, o ouvido harmônico, a percepção espacial e corporal, as diferentes possibilidades de timbres, intensidade, emoção e potência; desenvolver a liderança sensível, orgânica e inteligente de cada cantor/músico; buscar diferentes sonoridades e qualidades de som dentro de um grupo e criar a consciência da importância de utilizá-las ao fazer música em conjunto; e desenvolver as habilidades de: a) ritmo, b) afinação, c) ?blend?(harmonização) e d) interpretação. Através de exercícios que utilizem a música vocal e a consciência corporal como base para o desenvolvimento mencionado, criar uma ?caixa de ferramentas? que poderá ser acessada em diferentes momentos da trajetória musical de cada um. O trabalho contempla basicamente estes 5 aspectos: (i) ?icebreakers? e jogos vocais; (ii) sistema VOPA e método Coro Inteligente; (iii) Circle Songs, criação musical em grupo e improvisos; (iv) exercícios ?roof-floor? do método Coro Orgânico, ?shadowing? do método Coro Inteligente e percussão corporal, através de arranjos vocais, e (v) trabalho em cima de repertório de MPB, música popular latino-americana e world music. PROPOSTA DIDÁTICA/CURATORIAL PARA OS GRUPO DE INICIAÇÃO MUSICAL POR INSTRUMENTOS (crianças e jovens): São elementos da proposta didática a ser enriquecida pelo professor de cada modalidade: - Trabalhar a sensibilidade musical através da percepção musical e do ritmo, em conjunto. - Explorar as possibilidades do instrumento para execução musical de harmonias. - Desenvolver a expressividade e a comunicação através da música em grupo. - Promover a interação com os outros grupos para a realização de trabalho final conjunto. OFICINA DE TEATRO DE BONECOS: Ator-bonequeiro Paulo Martins Fontes Módulo I - Construção da forma e do movimento - Boneco de Luva Francesa, com o ator-bonequeiro Paulo Martins Fontes Dinâmica de sensibilização e estudo das possibilidades de movimentos e preparação corporal para manipulação a partir do uso de boneco de exercício de luva francesa, construída pelo oficineiro. Esta oficina compreende as seguintes abordagens: - Aquecimento e preparação corporal para manipulação da Luva; - Estudo das possibilidades de movimentos da mão associados à estrutura anatômica humana; - Passeio pela história do Teatro de Formas Animadas; - Movimentação e foco. Módulo II - Boneco de Luva Francesa – Construção de bonecos, com o ator-bonequeiro Paulo Martins Fontes Dinâmica de sensibilização e estudo das possibilidades de movimentos e preparação corporal para manipulação a partir do uso de boneco de luva francesa, incluindo caraterizações (acabamento de maquiagem, cabelos e estudo do figurino) pelo oficinando. Esta oficina compreende as seguintes abordagens: - Planejamento gráfico e construção da Marionete de Luva Francesa; - Aquecimento e preparação corporal para manipulação da Luva; - Estudo básico de como portar a marionete definitiva e profissional; - Noções de movimentação e foco. PRODUÇÃO/ORGANIZAÇÃO DE ESPETÁCULO DE FINAL DE ANO: - Pautar os diversos grupos com repertório/trabalhos específicos, sob coordenação do maestro Federico Trindade, destinado ao espetáculo de final de ano. - Produzir roteiro específico para o espetáculo, com observação do desenvolvimento dos diversos trabalhos pelos grupos formados, com condução do maestro Federico Trindade, produção executiva de Juliana Figueiredo e direção cênica de Martina Fröhlich. - Elaborar quadros de participação artística, com inclusão de recursos técnicos necessários: iluminação, sonorização, figurinos, objetos cênicos e cenografia. - Realizar ensaios/encontros entre os grupos, na elaboração de roteiro para o espetáculo. REALIZAÇÃO DE EVENTOS CULTURAIS MENSAIS: Com coordenação da diretoria cultural da casa, prospectar grupos de música e teatro especialmente, para ocupação do excelente espaço do salão do Centro Cultural, que conta com palco grande, boa acústica, piano de meia-cauda e 300 lugares para público. Utilizar também, conforme o formato da proposta prospectada, outros espaços do Centro Cultural, que conta com salas de vários tamanhos, inclusive com espaço externo. Garantir recurso mensal para viabilização técnica dos eventos prospectados. ORGANIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO ACERVO: Historiadora responsável: Angélica Bersch BoffO estado de conservação dos documentos do Centro Cultural é excelente, considerando-se sua idade, desde 70 anos. Esta avaliação toma por referência conceitos de conservação da arquivologia. Os documentos em suporte de papel estão todos organizados em pastas, conforme ordem cronológica. Além destes, temos livros, também DVDs, CDs e Discos, alguns prêmios, que estão acondicionados em uma sala do Centro Cultural 25 de Julho, destinada aos diversos grupos culturais da casa. Com base nessa pesquisa e em bibliografia própria de arquivologia, esse acervo será analisado para obter-se elementos que componham um interessante arranjo histórico para tornar-se exposição virtual e presencial, se possível mesclada com cerca de vinte depoimentos e imagens históricas. OFICINAS: Na medida em que realizamos o trabalho, serão oferecidas, como contrapartida social, oficinas virtuais para alunos do ensino médio da rede pública, com duração de duas horas cada uma. As oficinas serão conduzidas pela historiadora responsável, e nelas serão abordadas as seguintes questões: a) O que são documentos históricos; b) a importância deles; c) as possibilidades de autoconhecimento e reflexão sobre a sociedade, que são abertas a partir da preservação de documentos históricos e da pesquisa histórica a partir deles.

Objetivos

Objetivo geral: Fortalecer a programação do Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, com ampliação do seu alcance junto à comunicade local, fomentando a formação artística de crianças e jovens e promovendo eventos culturais mensais. Organização e catalogação parcial do acervo do Centro Cultural com vistas ao seu 70º aniversário e preservação de seu histórico relacionado à cultura teuto-brasileira. Objetivos específicos: - Oferecer 100 bolsas gratuitas a estudantes das escolas públicas vizinhas ao Centro Cultural 25 de Julho, que poderão inscrever-se e escolher em que modalidade de ensino artístico desejam participar, com uma aula/ensaio semanal, durante o período de dez meses. - Criar dois grupos corais permanentes, um infanto-juvenil e um jovem, grupos de iniciação musical através de diversos instrumentos e grupo de formação em teatro de bonecos, no Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre. - Realizar um grande espetáculo de final do ano, promovendo a participação interativa dos grupos formados, de alunos das várias modalidades e seus professores, com montagem de espetáculo e envolvimento de produção e direção cênica. - Manter trabalho de organização e preservação de documentos históricos da casa e de seus grupos culturais, que já atingem 68 anos de existência. - Realizar dez eventos culturais em forma de show musical, sarau, ou apresentação teatral, etc, com artistas a serem prospectados no meio artístico regional e grupos da casa.

Justificativa

Por que a Lei Rouanet? Para propiciar a realização das ações propostas através das leis de incentivo e da captação de recursos, tendo em vista que o Centro Cultural tem grande e ótimo espaço físico, e significativo acervo, mas não tem recursos disponíveis. O Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre abriga vários grupos culturais em sua sede, grupos que se empenham em dar visibilidade à casa no ano do seu 70º aniversário, criando eventos virtuais. As ações propostas no projeto abrirão importante espaço de formação e incentivo às artes, em cumprimento da missão estabelecida no planejamento estratégico da casa, de desenvolver pessoas através das artes e da cultura teuto brasileira. Entendemos que os trabalhos de formação musical e artística proporcionam a complementação da formação social do ser, trabalhando, para além da música/artes, com a empatia, respeito, o sentimento de pertencimento, senso de responsabilidade e criatividade. Além disso, esse fazer em conjunto garante uma convivência harmoniosa com diferentes pessoas e a possibilidade de conhecer novas culturas através da música e da arte, seja por meio de repertórios diversos, seja na construção conjunta de um grande espetáculo, ações que terão versão online e virtude do momento de isolamento social. Também é traço de identidade da casa a sua herança germânica, característica de várias entidades do sul do país, sendo importante protagonista na movimentação de grupos corais e folclóricos, marcando seu gosto pela cultura e pela formação de pessoas através da participação em grupos culturais. Na questão do acervo, o importante momento de avaliá-lo e torná-lo fonte de material de divulgação histórica, como comemoração do 70º aniversário da casa, com exposição virtual e presencial, se for possível e coleta de depoimentos.Do artigo 1º, da Lei 8313/91, destacamos o alcance dos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileiras, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Do Artigo 3º, destacamos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.

Estratégia de execução

O Centro Cultural 25 de Julho situa-se em bairro essencialmente residencial, com bom potencial de atração de participantes nas atividades propostas. A ideia de acolher as escolas públicas vem ao encontro da democratização de acesso e acessibilidade à formação artística libertadora, assim como é interessante estratégia para dar visibilidade às ações inplementadas à população do entorno e da cidade de Porto Alegre. O Centro Cultural tem grande potencial para ser mais frequentado e conhecido.A atual opção em tornar as atividades em virtuais é, de qualquer maneira, parte de um processo que, após a pandemia, deverá retornar à situação normal, presencial, sem, no entanto, descartar o acréscimo que representa o aprendizado de utilizar as redes como alternativa em vários tipos de ações.

Especificação técnica

O Centro Cultural está plenamente apto a abrigar projeto de inclusão social, pois sua sede encontra-se em ótimo estado, restaurada e muito apropriada para ações que deem sentido à sua existência como centro de cultura, paralelamente à existência de grupos culturais tradicionais na casa, que tratam das suas próprias ações de forma autossustentável, sempre acolhidos nessa grande casa, de cerca de 2.000 m².Até aqui pensamos em sede presencial, que poderá acontecer no pós pandemia.Em vista do isolamento social, sua diretoria tem grande afinco em honrar o espaço como formador de cultura e em adaptar suas atividades para o formato virtual. Aqui se enquadra o presente projeto, que quer resgatar a frequência de crianças e jovens em cumprimento de sua missão, de desenvolver pessoas através das artes. Todas as ações passam a ser realizadas de forma virtual, sem riscos a nenhum participante, até que o retorno presencial seja possível. As escolhas das modalidades artísticas serão feitas online através do evento Portas Abertas, em que os professores demonstrarão suas atividades através de vídeos.As aquisições de instrumentos serão realizadas de forma online e os alunos ou pais dos alunos deverão retirá-los, através de agendamento junto à secretaria.As comunicações Centro Cultural - escola - aluno/pais de alunos serão feitas de forma remota.

Acessibilidade

Quanto à acessibilidade física, o Centro Cultural 25 de Julho tem rampas de acesso a cadeirantes e banheiros acessíveis nos dois andares de sua sede. Para deslocamento de um andar a outro está em andamento projeto aprovado junto ao MinC, de instalação de elevador de acessibilidade.Ficam valendo as especificações acima para o retorno às ações presenciais pós pandemia. Quanto à acessibilidade de conteúdos, consideramos a música uma via muito especial de acesso a pessoas com deficiências. Como forma de inclusão e em atenção à Lei No 10.098, DE 19 de dezembro de 2000, propomos a divulgação nos meios de comunicação e à Associação de Cegos do RS, de vagas para integrantes deficientes visuais nos corais e na formação musical, com participação gratuita, caso tais candidatos não existam nas escolas convidadas.

Democratização do acesso

Serão oferecidas 100 bolsas gratuitas para crianças e jovens de escolas públicas vizinhas do Centro Cultural 25 de Julho, em atenção ao art. 21 da IN nº 02/2019 do MinC, inciso I. A grande maioria dos eventos que estão sendo realizados de forma online pelo Centro Cultural, que está de portas fechadas desde o início da pandemia, são gratuitos à comunidade, que pode acessá-los nas plataformas nas datas divulgadas antecipadamente, e que ficam, depois, disponíveis ao acesso, cumprindo-se o contido no art. 21 da IN nº 02/2019 do MinC, inciso I. Serão oferecidas duas oficinas virtuais e gratuitas de pesquisa e catalogação a estudantes de ensino médio, em atenção ao art. 21 da IN nº 02/2019 do MinC, inciso V.

Ficha técnica

Coordenação geral do projeto: Centro Cultural 25 de Julho, através de sua secretaria, com Presidência de Walter Sille Krause, vice-presidência de Jonas Badermann de Lemos e, especialmente da diretoria cultural, encabeçada por Susana Fröhlich. Será instalado estagiário na secretaria, com a finalidade específica de dar suporte à movimentação proporcionada pelo projeto. Os recursos buscados através do projeto são para viabilizar custos, ante crise financeira e enxugamentos, carecendo de contratação de estagiário para dar suporte às atividades na rotina diária. As tarefas de gestão administrativa e técnico-financeira serão realizadas pela secretaria da casa. Outros valores, como os custos administrativos, serão utilizados para auxiliar nas despesas material de consumo, de água, luz, etc. Produção do projeto, junto à Lei Rouanet - Susana Fröhlich, produtora cultural e diretora cultural do Centro Cultural (Procuração anexada em Documentos anexados) Diretor artístico do projeto formativo e regente do coro jovem: Federico Trindade Regente coro infantil: Fernanda Novoa Zalduondo Professores de instrumentos: a definir, sendo que alguns já são professores na casa Professor de teatro de bonecos: Paulo Martins Fontes Coordenação de pesquisa e documentação: Angélica Bersch Boff Direção cênica do espetáculo de final de ano: Martina Fröhlich Produção executiva do projeto formativo: Juliana Figueiredo Contabilidade: secretaria do Centro Cultural 25 de Julho Assessoria Jurídica: Tarcísio Jacob Gubiani Currículos: FEDERICO TRINDADE - Maestro do Coro Juvenil e Coordenador do espetáculo de final-de-ano. É músico, graduado pela UFRGS, na cátedra de regência coral, e mestre em “Music, Music Education, Rhythmic Vocal Leadership” pela Royal Academy of Music of Denmark (RAMA). Trabalha, há 12 anos, como regente, professor, percussionista, compositor e arranjador. Além disso, ministra oficinas de música coral e de percussão corporal, bem como cursos de improviso em grupo e de desenvolvimento de liderança musical. É regente e fundador do Grupo UPA!, desde 2009, e regente assistente e percussionista, com o maestro Pablo Trindade, no grupo Expresso 25, desde o ano de 2005. Federico, atualmente, é o único representante do RAMA, na América Latina, com a formação prática mencionada. No seu mestrado, trabalhou com a música coral e grupal, com ênfase em novas metodologias de liderança, por meio de um novo material musical através do improviso, composição ao vivo e diversos métodos alternativos de regência. Dentre seus professores, estavam Peder Karlsson (criador do “Coro Orgânico”, ex-cantor e fundador do “The Real Group”), Jim Daus Hjernoe (que é coordenador do departamento de música vocal do RAMA e criador do “Coro Inteligente” e do sistema “Vocal Painting” (VOPA), inspirado no “Soundpainting” de Walter Thompson), Jesper Holmes (expert em jazz vocal), além dos professores honorários Bobby McFerrin (“Circle Song” e improviso), Roger Treece (VoCAbuLaries, com Bobby McFerrin) e Walter Thompson. Federico teve o privilégio, por ser integrante de uma das primeiras turmas a se formar nessa pós-graduação, de fazer parte do desenvolvimento desses novos métodos de regência, especialmente do “Coro Orgânico”, “Coro Inteligente” e “Vocal Painting”. FERNANDA NÓVOA ZALDUONDO - Regente do Coro infantil. Ccomeçou seus estudos de música no Colégio Santo Domingo de Montevidéu, com a Rvda. Hermana Bernarda, professora especialista nos métodos Orff y Kodaly. Estudou Piano, Harmonia, Historia da música, Solfejo e Clarinete na “Escuela Universitaria de Música de Montevideu”. Estudou canto com as professoras Nelly Pacheco, María Teresa Montenegro, Laura Baranzano y Sara Sabah. Realizou cursos e oficinas com Murray Schafer, Pauline Oliveros, Michael Colgrass, Pablo Trindade Roballo, Thelma Chan, Ana Iara Campos, Lucy Schimiti e o Grupo Barbatuques. É Licenciada em Música pelo Centro Universitário Metodista, IPA, Porto Alegre. Foi integrante do grupo “Suíte Montevidéu” desde 1982, junto ao seu marido o maestro Pablo Trindade Rublo. O mencionado grupo profissional tem quatro registros fonográficos, tendo realizado com eles turnês nacionais e internacionais de importância, atuando durante 20 anos. Formou em 1985 e regeu até o ano 2001 o “Coro de Niños Petit Saint Dominique”. Foi Professora de música no Colégio Santo Domingo de Montevidéu, assim como Regente do “Coro de Niños de Educación Primaria” desde 1991 até 2001. Formou em 1994 o Coro de Niños de la Suite Montevideo, grupo que regeu até 2001. Participou como Professora e Regente durante o ano 2001 do Projeto “Música em Movimento”, em Porto Alegre, Brasil, cidade em que mora atualmente. Integrou o Quinteto vocal feminino “D'Quina pra lua”, grupo com quem gravou um CD. Em 2003 formou o Coro feminino “Mulheres em canto” e o Grupo Vocal feminino “Aquelas que são elas”. Formou também desde sua chegada ao Brasil, no Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, o Grupo vocal infantil “Coralito”, que regeu até 2008. Em 2013 e 2014 trabalhou como docente de musicalização na Escola Abramo Random, de Caxias do Sul, no projeto “Mais Educação”. Continuando com a sua proposta pedagógica formou em março de 2010 o “Coralito Villa-Lobos” no contexto do Projeto “Orquestra Villa-Lobos”, no bairro Lomba do Pinheiro, até 2016. Em julho de 2013 foi convidada a participar do 3º Festival Internacional de Coros “Com flor y Canto” na cidade de Cuernavaca, México como Maestrina convidada, regendo os “Niños Cantores de Morelos”. Atualmente é integrante do grupo “Expresso 25” da cidade de Porto Alegre. Rege o coral do Colégio Província de São Pedro desde 2001, grupo com mais de 250 integrantes, onde também é Professora de musicalização, assim também como Regente no Projeto “Florescer” (da Empresa Random), na cidade de Caxias do Sul, tendo um Coro de Crianças com 80 integrantes. Em 2017 atuou como professora no Festival Corearte na cidade de Córdoba, Argentina e no Festival Corearte Caxias, RS. PAULO MARTINS FONTES - Coordenador das oficinas de bonecos. Paulo Fontes é oordenador do Núcleo Ânima 25 de Teatro de Bonecos, do Centro Culturtal 25 de Julho. O currículo pessoal de Paulo confunde-se com o da Cia Gente Falante – Teatro de Bonecos. A companhia foi fundada em Salvador/BA e dirigida por ele desde 1991. Ator-bonequeiro, Paulo consolidou, em 28 anos, pesquisa meticulosa dalinguagem do Teatro de Animação (Bonecos, sombras, objetos, figuras...). Em sua trajetória, Paulo Fontes atuou em vários campos, como teatro, dança, TV, publicidade, cinema, terapia hospitalar, literatura, contação de histórias e já ocupou quase todos os espaços de teatro e parques de Porto Alegre, em temporadas. Participou de vários festivais e mostras nacionais e internacionais, com participações especiais de seus espetáculos nos países do Mercosul e Espanha. Atualmente a Cia possui dez produções no seu repertório: O Teatro de Sombras de Ofélia - 1999 (Prêmio Quero-quero - SATED/Assembleia Legislativa/2006), 4 Contos para Teatro de Bonecos - 1998, Sidério/ Irmão do Espaço – 2001, Sob a Luz da Lua - 2000, João e Maria - 2001, Circo Minimal – 2003 (Prêmio Tibicuera Especial - 2004), Xirê das Águas/Odoyá – 2008, Louça Cinderella – 2010 (07 indicações e 03 Prêmios Tibicuera 2011 de melhor Luz, melhor cenografia e melhor ator), Xirê das Águas/Orayeyê Ôh – 2011, Caixa de Música – 2012 e tem projeto em finalização, junto ao Fumproarte, de Porto Alegre. JULIANA FIGUEIREDO - Produtora executiva na relação entre os grupos para realização do espetáculo conjunto no final do ano. É advogada, especialista em direito trabalhista, e atuou, como sócia, no escritório Guedes, Pedrassani Advogados, por 4 anos. Concluiu curso de gestão e produção cultural e, desde 2016, produz o Grupo UPA!, regido por Federico Trindade. Participa, como cantora do grupo Expresso 25, tendo cantado e gravado com Ivan Lins. Com o UPA!, produziu o espetáculo ڏProfanamente Sagrado, sempre com ingressos esgotados, em Porto Alegre/RS e Caxias do Sul/RS, e o espetáculo ڏAo Vivo e em Cores, também com salas lotadas, em Porto Alegre/RS e em Montevidéu/Uruguai. Ainda criança, teve aulas de musicalização e participou do grupo instrumental da escola. Fez cursos de teatro no Museu do Trabalho. Estudou piano com as professoras Dulcimarta Lemos Lino e Simone Rasslan e bateria com o professor Ricardo Arenhaldt. Compôs sua primeira música ao piano aos 7 anos de idade, que foi gravada no primeiro CD solo de Pedrinho Figueiredo, seu pai (Primeira Impressão), abrindo a estreia do show homônimo no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Estudou dança contemporânea com as bailarinas e coreógrafas Jussara Miranda e Didi Pedone e fez parte do grupo Muóvere Cia de Dança Infanto-juvenil. Estudou técnica vocal com a professora Gloria Arce Montiel. MARTINA FRÖHLICH - Diretora cênica do espetáculo de final de ano. Responsável pela direção, roteiro, cenografia, figurino. É Bacharel em Interpretação no Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Formada pela Escola de Teatro Popular da Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Cursou os métodos Viewpoints e Suzuki na Siti Company, Nova Iorque/EUA. Cursou também o Grupo Experimental de Dança da Cidade em 2017. No teatro é atuante no Grupo Cerco, com o qual venceu o 7º Prêmio Braskem em Cena do Festival Porto Alegre em Cena 2012, como melhor atriz por “Incidente em Antares”, e foi indicada ao Prêmio Açorianos 2012 de Melhor Atriz e Melhor Trilha Sonora, vencendo o segundo prêmio. Concorreu ao Prêmio Açorianos 2009 por melhor atuação coadjuvante e trilha sonora com a peça “O Sobrado”, espetáculo vencedor do 4º prêmio Braskem em Cena. Indicada ao Prêmio Tibicuera 2015 de Melhor Atriz junto a outras 5 categorias com o espetáculo “Puli-Pulá”, vencendo 4 categorias incluindo Melhor Espetáculo Pelo Júri Popular e Melhor Dramaturgia. Atualmente apresenta o espetáculo “Arena Selvagem”, que celebra os dez anos da compania. Participou como atriz convidada de espetáculos de outras companhias como “A Menina do Cabelo Vermelho” da Las Brujas Cia de Artes Integradas, “As Quatro Direções do Céu” da Cia Face e Carretos”, vencedor do Prêmio Braskem de Melhor Espetáculo em 2015 e de “Fassbinder- O Pior Tirano é o Amor” dirigido por Clóvis Massa, dentre outros. No cinema participou dos longas metragem “Diminuta” de Bruno Saglia, “A Colmeia” de Gilson Vargas (em pós-produção) e do curta metragem “O Caminho que Volta” de Filipe Rossato e Júlia Bezerra, dentre outros filmes. É cantora e organizadora do Bloco da Laje, coletivo carnavalesco de Porto Alegre que reúne milhares de pessoas em seus cortejos e eventos. Ex-integrante do grupo cênico-vocal Expresso 25 e do Maracatu Truvão. É também professora, ministrando diversos cursos e oficinas. ANGÉLICA BERSCH BOFF - Responsável pela organização do acervo documental do CC25 de Julho. [E Historiadora formada pela UFRGS. Entre 1999 e 2001 realizou e defendeu Mestrado em História/UFRGS, sob orientação da professora Sandra Jatahy Pesavento, trabalhando na linha de pesquisa de História Cultural. Atualmente atua como Professora de História da Dança na escola Ballet Vera Bublitz e como Historiadora, realizando os trabalhos Históricos: História da Casa de Artes Baka –Pesquisadora/bolsista CNPQ no projeto “A reprodução do racismo em tempos de mudança: o Oeste Paulista e o Sul do RS nas épocas do fim do tráfico e da abolição.” – Coordenado pelo Prof. Dr. Karl Mosma – Departamento de Sociologia/UFRGS, Criação do Arquivo Histórico Fotográfico Renner Herrmann – Livro “A. J. Renner, 1884-1966: capitão de indústrias”. Porto Alegre: Ed. Paiol, 2013. – Pesquisa histórica. - Livro História da Faculdade de Direito da UFRGS (no prelo) – Assessoria em História. Livro “Histórias de Vida - vol.II”. Florianópolis: CEAF – Memorial do MPSC, 2013.Ministério Público de Santa Catarina –Livro “Vigilância em Saúde de Porto Alegre: A construção de uma história.” Porto Alegre: Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde/CGVS de Porto Alegre, 2011. –Projeto “Os Personagens do Centro de Porto Alegre” - Redação dos textos publicados no “Caderno de Balanço Social”, revista resultante do projeto. - Projeto Cidadania e Exclusão: Final do Século XIX. Desde 2004 Angélica vem aprofundando pesquisas e estudos sobre História da Dança. A partir de 2005 criou, organizou e ministrou cursos de História do Ballet, História da Dança Contemporânea, bem como palestras sobre História do Sapateado Americano em instituições de ensino e espaços culturais de Porto Alegre e grande-Porto Alegre. Como historiadora, Angélica escreveu o livro “Expresso 25 – Uma história do canto coral no Brasil”, grupo pertencente ao Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, que completou 50 anos de trajetória musical no ano de 2014, participando, ainda das entrevistas históricas para o filme “Expresso 25- Uma viagem de 50 anos, do mesmo grupo, projetos financiados pelo MinC e pela LIC/RS, respectivamente. SUSANA FRÖHLICH - Coordenadora geral do projeto, como diretora cultural do CC25 de Julho. É produtora cultural, titular da empresa Kreativ Produções Culturais. Tem formação em Artes Visuais pela UFRGS e longa trajetória em canto coral, grupo Expresso 25, do qual é, hoje, produtora, além do Grupo Cerco, de teatro. Coordenou a área de marketing cultural da Caixa Federal no RS durante oito anos, empresa em que se aposentou, em 2001. Presidiu o Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre por três anos, onde compõe o Conselho Deliberativo como membro nato e onde coordena, no momento, as pasta da cultura. Atuou por quatro anos no Conselho Estadual de Cultura/RS, tornando-se Secretária do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Cultura, por dois anos.

Providência

Prestação de Contas final apresentada, aguardando análise.